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Wednesday, March 26, 2008

A Eurábia Revelada (2)




O Eixo Euro Árabe


Nós europeus estamos a assistir incrédulos e impotentes à transformação de uma civilização judaico-cristã, com importantes elementos pós-iluministas, numa civilização pós-judaico cristã, que é subserviente à ideologia da jihad e aos poderes islâmicos que a propagam. Esta nova civilização europeia em construção pode ser chamada "civilização da dhimmitude". O termo dhimmitude vem da palavra árabe "dhimmi". Refere-se aos subjugados, indíviduos ou povos não islâmicos que aceitam a subordinação humilhante relativamente aos poderes islâmicos ascendentes evitando assim a escravatura ou a morte. Todo o mundo muçulmano como o conhecemos actualmente, é produto de 1300 anos de dinâmica jihadista, por meio da qual, todas as prósperas civilizações não muçulmanas encontradas pelo caminho, foram reduzidas a um estado de disfuncional dhimmitude. Muitas foram completamente islamizadas e desapareceram. Outras, restam como relíquias fósseis do passado, incapazes de evoluírem. Desde o século VII e, durante mais de um milénio, a Europa e Bizâncio resistiram às ofensivas da jihad muçulmana - militarmente quando necessário - para proteger a nossa independência. A resposta da Europa pós Judaico-Cristã nos finais do século XX e início do século XXI, é radicalmente diferente. A Europa descontruída pela União Europeia, abandonou a resistência em troca da dhimmitude, a independência pela sujeição face ao mundo islâmico do Norte de Àfrica e do Médio Oriente. Os três maiores sintomas desta mutação fundamental na política europeia são o antiamericanismo propangadeado e primário, o antisemitismo / anti-Sionismo e o palestinianismo.


(continua)

Wednesday, March 19, 2008

A Eurábia Revelada (1)

A Eurábia emergiu nos alvores do terceiro milénio em todo o seu esplendor: antisemítica e conforme provaram as gigantescas manifestações que varreram a Europa Ocidental, também antí-americana. Estas manifestações marcaram a assustadora transformação da Europa em Eurábia. Começaram após o dia 30 de Setembro de 2000 - a data em que a guerra Al Aqsa de Arafat se intensificou. Não foi mera coincidência. Há muitas décadas que governos europeus, algumas Igrejas e a maiora dos media suportam a OLP. Este suporte, contudo, é só a parte mais visivel da política da União Europeia (UE) em relação a Israel, aos EUA e aos árabes, e consiste no arauto de uma grande transformação cultural e societal da Europa.
A efectiva convergência política aconteceu entre os anos de 2000 a 2003, entre a Liga Árabe, a UE e a Autoridade Palestiniana - o seu agente fundamental no Médio Oriente. Foi o resultado de um longo processo. Os políticos europeus sempre afirmaram que o "unilateralismo" americano, e a "injustiça" israelita eram as raízes de todo o terrorismo palestiniano e islâmico. Termos como "miséria", "humilhação" e "injustiça" eram utilizadas em doses massivas, quer pelos agentes políticos, quer pelos media, servindo como palavras de código para a alegada "arrogância" americana, ou a alegada "opressão" causada pela própria existência de Israel.
(continua)

Monday, March 17, 2008

A Débacle Inglesa


Exactamente, como foi previsto há cerca de 60 anos: É uma questão de História lembrar que, quando o Supremo Comandante das Forças Aliadas, General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fosse feito o maior número possível de fotos, e fez com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos. E explicou: " Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, nalgum ponto ao longo da história, algum bastardo se erguerá e dirá que isto nunca aconteceu". "Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam". (Edmund Burke).

Esta semana, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque "ofendia" a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu... Este é um presságio assustador sobre o medo que já atinge o mundo, e o quão facilmente cada país europeu se está a deixar levar. Estamos há mais de 60 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. Este post solidariza-se com uma corrente de memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, e 1900 padres católicos, homossexuais, ciganos e doentes mentais, que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados, mortos de fome e humilhados, pela selvajaria nazi. Hoje em dia, esta selvajaria fascista tem outro nome - Agora chama-se islamismo, mas as consequências serão piores, pois estes fascistas vivem axiológicamente no séc. VII, com acesso a tecnologias do sec. XXI. Por enquanto ainda se armam em vítimas, enquanto conquistam o espaço europeu com a complacência e a cumplicidade da maioria dos políticos, jornalistas e académicos europeus. A Europa hoje é já a um lugar de dhimmitude, isto é, a terra dos subjugados, de indíviduos ou povo(s) não muçulmanos que aceitam uma restritiva e humilhante subserviência à ideologia da jihad e dos poderes islâmicos que a propagam. A mais recente prova de dhimmitude aconteceu na Inglaterra. Após o anúncio do Arcebispo da Cantuária em que o Reino Unido devia legalizar a sharia, e como esta foi, com grande alarido, recusada, o governo inglês teve que compensar os islâmicos de alguma maneira. O que o governo cedeu, está acima neste post descrito, relativamente ao holocausto. Isto é dhimmitude.
Agora, mais do que nunca, com o Irão, entre outros, sustentando que o "Holocausto é um mito ", torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.

Acabo com uma palavra de ordem: ABAIXO A EURÁBIA. Abaixo o Fascismo Islâmico.

Saturday, February 9, 2008

Danger Man



Este homem, Rowen Williams, é o arcebispo da Cantuária, e é um homem muito perigoso. Declarou anteontem que, "tarde ou cedo, a Inglaterra tem que incorporar a sharia, a lei islâmica, porque os muçulmanos não se reconhecem na lei inglesa." Acontece que a lei inglesa emana de um estado de direito democrático e é o pilar fundamental desse mesmo estado de direito democrático, para quem, todos os cidadãos têm os mesmos direitos e deveres na observância da lei, independentemente das suas crenças religiosas e políticas e da sua origem étnica. Adiantou que não gostaria de importar certas versões radicais da sharia mas, como muito bem escreveu Vasco Pulido Valente na edição de hoje do Público, "Quem aceita e recomenda a sharia, aceita e recomenda a sharia na forma e na interpretação que os muçulmanos lhe entenderem dar. Não cabe, como é óbvio, a um arcebispo herege meter o seu irrelevante bedelho no assunto."

Seria sempre bonito de se ver, mulheres alegadamente adúlteras a serem apedrejadas até à morte, em pleno Hyde Park, alegados homossexuais muçulmanos a serem decapitados em plena Oxford Street, pequenos larápios a ficarem sem mão na Charing Cross, vergastadas nas mulheres que apresentassem o hijab menos composto, à saída do Harrods ou do Harvey Nichols em Knightsbridge, quartos de hospitais onde, lado a lado, se curassem vítimas de acidentes e miúdas de pais muçulmanos, ficassem sem o clítoris, em rituais de excisão praticados "civilizadamente" com a devida higiene e cuidados médicos adequados. Tudo isto em nome do multiculturalismo. A Europa sucumbiu ao ópio do multiculturalismo. Um dia, daqui a alguns anos, arqueólogos hão-de desenterrar as ruínas de uma antiga civilização procurando pistas para a sua queda e ficarão maravilhados em descobrir em como isso foi fácil.

Vasco Pulido Valente disse que o arcebispo não está comprovadamente louco, mas eu duvido. Não podemos tolerar a intolerância sob pena de perdermos para sempre os valores da liberdade individual e do humanismo que alicerçam a civilização ocidental.