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Sunday, December 6, 2009

Jornalismo Dhimmi Hilariante.



A edição de domingo do jornal Público, costuma sempre primar pelo multicultural e ambientalmente patusco. A edição de hoje excede-se, tornando o dito pasquim um caso de idiotia jornalística, que se não fosse trágica para todos nós, seria altamente divertida. A cimeira de Copenhaga marca ponto com as posições catastróficas do costume, mas o destaque vai direitinho para a controvérsia da proibição dos minaretes na Suiça. Páginas e páginas que nos pretendem vender o islão como uma religião da paz considerando todos aqueles que ousam criticar o islão e achar que os muçulmanos na Europa são um perigo para a nossa democracia e para a nossa liberdade, são considerdas nada mais nada menos do que nazis. O Público, concertando posições com o regime fascista do Irão, chama-nos islamófobos, um termo cunhado pela seita dos mullahs iranianos.
Entre os diversos insultos e falsidades impressos na edição pretérita, a ideia que tentam fazer passar, é a de que qualquer maneira os "islamófobos" são uma minoria na Europa. (experimentam fazer referendos na União Europeia, e vão ver afinal quem é a minoria!.)
Para contrariar esta ideia e demonstrar como este jornal é manipulador, deixamos aqui exemplos das reaccções europeias aos resultados do referendo suiço, reaccções essas que vão muito para além do unanimismo condenatório com que o Público quer fazer crer que acontece na União.
Assim, na Inglaterra, as feministas (incluindo alguns liberais de esquerda) até aqui tão caladas na condenação dos muçulmanos pelo seu machismo religioso, tornaram público o apoio á proibição dos minaretes, porque obviamente sentem um profunda ansiedade face ao alojar da cultura religiosa muçulmana, que traz a destruição dos direitos das mulheres em anexo, caso tenha algumas hipóteses de se impor.
Em França e na Alemanha, o Presidente Nicolas Sarkozy e a Chanceller Angela Merkel ambos consideraram que o voto suiço é um sinal fortíssimo que os europeus dão relativamente ao medo de que o continente esteja a ser islamizado.
As fissuras da opinião pública europeia sugerem que este assunto é muito mais complexo do que aquele que o Público estrategicamente quer fazer crer, em páginas e páginas de maniqueísmo pró-islâmico, em que invaravelmente, os bons são os muçulmanos considerados os novos judeus (é preciso ter lata!) e os maus, são todos aqueles "nazis islamofobos" que se opõem a tão caridosa, pacífica e construtiva civilização (é preciso ser dhimmi!).
Seguindo as ideias liberais que sempre me nortearam, considero que o Estado não se deve meter na estética dos edificios de culto. Não pode, nem deve dirigir como é que os templos devem ser construídos. Mas as sociedades liberais também exigem que as minorias não devam ameaçar a cultura dos países hospedeiros. Se isto for percebido e praticado os muçulmanos podem praticar livremente a sua religião. Os problemas com os muçulmanos surgem, porque os islamistas dominam as mesquitas europeias, (bem como a maioria dos países muçulmanos),e estão tentar impor de todas as maneiras possíveis, a islamização do Ocidente. E o minarete é o simbolo dessa agressão religiosa.
O jornal Público também quer fazer crer aos leitores mais desatentos que o minarete é equivalente às torres e aos sinos das igrejas, ou numa variante, que o minarete não tem significado para o islão. É totalmente falso. Historicamente o minarete é o simbolo do domínio político do islão ou da sua aspiração.Conforme já aqui escrevi, o minarete foi desenhado para ajudar a impor o Islão à sociedade que o rodeia. Como símbolo da dominação islâmica, é frequentemente construído para ser mais alto do que os edifícios religiosos de outras religiões, enviando especificamente a mensagem, quer para muçulmanos quer para os membros de outras religiões, que o islão é supremo. Por isso, o primeiro ministro turco Recep Tayyip Erdogan descreveu os minaretes como "as baionetas do islão". São instrumentos políticos para a dominação religiosa. Os muçulmanos entendem isto,os suíços entenderam isto, toda agente sabe disto, menos os idiotas dos jornalistas (do Público e não só).
O muito citado no Público, um cromo chamado Tariq Ramadan e o Muslim Council of Britain afirmaram que as mesquitas e os minaretes nas cidades europeias "são manifestações do orgulho nativo do islão europeu". O alcool é proibido no islão mas o senhor Tariq já devia estar com um grão na asa. O islão não é indigena da Europa! Os portugueses correram com eles há 900 anos e a última tentativa do islão para nos conquistar acabou em 1683 ás portas de Vienna.
Esta é a terceira tentativa, só que agora os mouros, têm muitos ocidentais pelo lado deles.

Saturday, December 5, 2009

Pressão Sobre A Suiça (2)

Esta tem que continuar a ser a paisagem religiosa dominante na Europa.


Ali Gomaa, vive e trabalha no Egipto, onde os cristãos Coptas nativos, os verdadeiros descendentes do antigo Egipto, foram ao longo dos séculos, reduzidos em número pelos crentes do Islão, através de perseguições e humilhações infligidas pelos Árabes que foi quem trouxe o islão para o Egipto. Logo, a arabização e a limpeza étnica começaram. Todos os que não falassem árabe, foram obrigados a palrar a lingua do Maomé, foram obrigados a usar nomes árabes e foram "instruídos" a esquecer o seu passado pré-islâmico.
Ali Gomaa vive num país onde os edifícios de qualquer religião não islâmica estão completamente degradados (ao contrário do que acontece com as mesquitas na Europa) e assim continuam. Só em circunstâncias muito especiais, para turista ocidental ver, é que são reparadas.
Ali Gomaa vive num país que faz parte de uma população árabe e muçulmana mundial, em que alguns desses países proibem totalmente a existência de igrejas (Arábia Saudita, por exemplo). A maioria dos outros países muçulmanos tornam impossível, quer a manutenção das antigas quer a construção de novos igrejas.
Bem, e relativamente ás sinagogas, aos templos budistas e hindus, nem vale a pena escrever, uma vez que sendo associados aos judaismo, hinduismo e budismo, são considerados artefactos de um tempo passado que o islão pura e simplesmente destruiu.
Ali Sina, considerado apóstata porque deixou o islão, escreveu "que todas as grandes religiões observam a regra dourada do código de conduta (faz aos outros aquilo que queres que te façam a ti) com a excepção do islão. A regra de ouro para o islão é, tudo aquilo que promove a expansão do islamismo e a sua dominação, é sagrado. E o verdadeiro objecto de adoração no islão, é o islão. Para os seus crentes a Verdade é o Islão, verdade essa que lhes dá o direito de dominarem os outros, permitindo todo o tipo de meios (e de armas), para atingir os seus fins - a subjugação dos infiéis.
Ali Gomaa não está a ser hipócrita quando ataca a Suíça por ter votado contra os minaretes. Nunca lhe ocorreu, porque simplemente não lhe entra na cabeça, que as mesmas regras se devem aplicar ao islão como se aplicam ás outras religiões. Ele nunca considerou que as maneiras como os muçulmanos tratam as estruturas das outras religiões possam vir ser as mesmas com que os outros povos tratam as estruturas religiosas muçulmanas, uma vez que o Ocidente, agora começou a perceber o que realmente está em causa. As mesquitas não são só locais de culto, mas funcionam como postos avançados de recrutas para a jihad, onde os seus militantes e escravos são tratados com lavagens ao cérebro diárias para a glória do islão.
No universo mental de Ali gomaa e de milhões de muçulmanos, eles não admitem que em qualquer parte do mundo se imponham limites aquilo que os muçulmanos podem ou não fazer. Bem como, é inadmissivel que os não muçulmanos nas terras dominadas por muçulmanos possam reinvidicar direitos iguais. Ambas as situações são ofensivas porque se julgam superiores.

Thursday, December 3, 2009

Pressão Sobre A Suiça (1)

Porque é que só as nações ocidentais são acusadas de "difamação religiosa"?
O recente voto suço acerca da construção de minaretes tornou-se a última controvérsia que gerou protestos muçulmanos por todo o mundo. Todavia, os governos islâmicos não estão em posição, nem têm moral para se queixarem acerca da intolerância ocidental e de "islamofobia". A esmagadora maioria dos países muçulmanos são repressores ou oferecem uma muito limitada liberdade política e religiosa. Mais do que isto, a maioria dos países muçulmanos violam displicentemente os direitos humanos mais básicos e quase todos perseguem os cristãos, os judeus e outras minorias religiosas.
Por outro lado, os estados autoritários, especialmente os comunistas ou ex-comunistas, violam a liberdade religiosa bem como outros direitos cívicos com a finalidade de manterem o controle político das populações. Contudo, as nações islâmicas são únicas na voluntariedade à perseguição de minorias religiosas com fins religiosos. Membros de confissões minoritárias nos países muçulmanos são frequente e deliberadamente atacados, encarcerados e mortos. Mesmos nos estados muçulmanos mais moderados, como o de Marrocos por exemplo, o governo deteve ex-muçulmanos convertidos ao cristianismo, expulsou missionários cristãos e proibiu "material não islâmico e o proselitismo".
O mufti egípcio Ali Gomaa a propósito da proibição dos minaretes afirmou :"This proposal...is not considered just an attack on freedom of beliefs, but also an attempt to insult the feelings of the Muslim community in and outside Switzerland." Devo informar que Ali Gomaa é um exemplo, ou melhor um espécime, cujos padrões mentais devem ser cuidadosamente analisados. Reparem bem na fúria do ataque ao Ocidente, neste caso à Suíça.
Neste país, o Islão não tem História, não tem ligações orgânicas, os muçulmanos chegaram sob pretenções diversas, "acamparam" e comportam-se, bem no centro do seu histórico inimigo, com todas as suas razões, que de qualquer maneira não devem e nem podem ser questionadas, nem ponderados os impactos que a sua presença ali origina, na cultura, nos costumes, na demografia, na paisagem e nas políticas locais. Sentem-se no direito de empregar quaisquer instrumentos de pressão e de dominação, incluindo a chantagem dos países milionários do petróleo.
Os minaretes são completamente desnecessários nesta Era dos computadores e no país dos relógios, para avisar os cretes da hora de oração. Muitos dos muçulmanos que vivem na Suíça poderão observar as 5 horas de prostação diária para Meca em caros Rolex, e dispensar os uivos dos muezzins eletronicamente amplificados, do alto dos minaretes.
Não há necessidade do minarete. Mas o minarete é um poderoso símbolo de dominância e sempre foi visto como tal. Todos nós o sabemos, menos os idiotas úteis que fingem que não sabem. Eles substituem as torres e os campanários da Igrejas que estejam na vizinhança. Para o Islão sempre foi importante construir mesquitas em pontos altos. O mesmo aconteceu na Europa onde o Islão temporariamente dominou e actualmente pode ser visto em Granada, por exemplo, onde a mesquita há poucos anos abriu e onde os estridentes e sinistros discursos podem ser ouvidos a quilómetros.
O Islão é baseado na ideia que toda a humanidade se divide entre crentes do Ala e os não crentes, entre muçulmanos e infiéis, e entre os dois deve existir uma eterna hostilidade, um estado de guerra permanente (nem sempre de guerra aberta), até inexoravelmente o islão dominar por todo o lado. Para esta turba, o islão é a verdade e a única verdade. Não existem outras verdades, o único Jesus que conta é o muçulmano e não o cristão, e o único Moisés que conta é o muçulmano e não o Judeu.
E o mesmo raciocínio serve para tudo o mais, as personagens, as histórias... Apropriaram-se e distorceram a história das religiões alheias desde a fundação da ideologia islâmica.
Continua

Monday, November 23, 2009

A Al-Qaeda abraça Fernando Pessoa‏

Andaremos todos cegos?

Ou é da minha vista ou há qualquer coisa que não bate certo nem no texto, nem na foto que acompanha o artigo de José Pedro Castanheira sobre o "Português da Al-Qaeda", publicado na edição do Expresso deste fim de semana. Que se saiba a Al-Qaeda é uma organização terrorista, ou não é? Não me lembro de ver elementos dos Baader-Meinhoff ou da Eta a passearem-se livremente a convite de autores de livros que ainda por cima ajudaram a corrigir. Mas a este Senhor, ainda por cima um operacional com pena de prisão "parcialmente cumprida" ( seja lá o que isto quer dizer) por ter participado num atentado, só falta dar umas conferências ensinando talvez o Ocidente a comportar-se, já que os nossos políticos,de acordo com a sua sábia opinião: " ou são estupidos ou ignorantes". Certo, vamos anotar. Se os nossos políticos são estúpidos o problema é nosso, não deles. Mas acontece que neste Ocidente de "estúpidos e ignorantes" ainda não comecámos a enterrar mulheres até à cintura para depois as apedrejar, nem a chicoteá-las por vestirem calças, nem a atirar-lhes com ácido para cima, nem nos começámos a fazer explodir, nem atirámos aviões contra arranha céus. E, mais importante ainda, temos os nossos escritores, os nossos poetas, a nossa música, a nossa cultura e, por enquanto as nossas liberdades. Uma riqueza que os muçulmanos não têm e jamais haverão de ter. A começar pela liberdade.
Este terrorista islâmico, crente de uma religião de pedófilos, não devia ter o direito de abraçar Fernando Pessoa, nem sequer devia ter o direito de se passear por aí lvremente. Se isto é uma estratégia de marketing para escritores menores, só passa porque andamos todos cegos. E infelizmente já nem os ditados populares valem o que valiam, porque em terra de cegos quem tem um olho já não é rei.

Saturday, November 14, 2009

Ministra Italiana Agredida Por Muçulmano.

Daniela Santanche líder do Movimento pela Italia, foi atacada e atingida na face por um murro quando, à frente da Fábrica de Vapor em Milão, se manifestava contra a burqa, às muçulmanas que ali passavam para festejar o fim do ramadão em finais de Setembro.
Daniela assumiu o combate na linha da frente, tendo mesmo entrado num "meeting de oradores" e pediu para falar com algumas mulheres para as motivar a combater o dominio machista mascarado de religião. Subsequentemente foi atacada.
Quando se trata do Islão, é caso para perguntar onde estarão as feministas sempre tão assanhadas contra o machismo do homem ocidental? O silêncio dessas esquerdistas é estridente!

Sunday, October 11, 2009

Manifestação Anti-Islamização em Manchester

A Inglaterra está cada vez mais á beira de um estado totalitário de matriz islamofascista.

Mais uma manifestação contra a islamização e mais uma contra manifestação dos fascistas e dos seus aliados esquerdistas-multiculturalistas. Enquanto a polícia tratava com delicadeza e suavidade os fascistas islâmicos e seus aliados esquerdistas (antifas), carregava com brutalidade nos manifestantes anti-fascistas que se manifestaram legalmente contra a islamização da Inglaterra. O multiculturalismo-de-estado está a lançar as sementes de uma guerra civil. Brevemente isto vai dar m..... da grossa! Os manifestantes contra a islamização eram poucas dezenas há 6 meses. Hoje são milhares e esperemos que num futuro próximo sejam milhões e uma nova revolução pelos valores da liberdade e da ocidentalidade, aconteça.



Friday, October 9, 2009

Very Very Good Mr. Thilo Sarrazin! You Are a Hope!

Na semana passada, Thilo Sarrazin que foi recentemente integrado na direcção do banco central alemão, afirmou à revista Lettre International, que os turcos, que são já 3% da população alemã, contribuem pouco para a economia alemã e constituem uma ameaça devido à sua elevada taxa de reprodução. "Turks are conquering Germany…with a strong birth rate” e continuou, “I would be happy if it were a question of eastern European Jews whose intelligence is 15 per cent greater than the German population. Eu ficaria contente se fossem judeus do leste europeu que são 15% mais inteligentes do que os alemães. "Eu não quero grupos de população que não aceitam o dever de integração, e ainda por cima, nos custam uma grande quantidade de dinheiro."
Falando em Berlim, Serrazin acrescentou que a grande maioria dos árabes e turcos nesta cidade, número que está dramaticamente a aumentar devido á nossas miseráveis políticas, não têm função produtiva alguma, para além de venderam fruta e vegetais".
Ainda há gente que pensa e fala com coragem na Eurábia.

Monday, October 5, 2009

A Invasão Da Suécia

A esquerda sueca abriu as portas aos invasores. Agora a caixa de pandora está escancarada e nem a polícia, nem os políticos, nem ninguém os controla. Pelos vistos, precisam da velha determinação viking para os enviarem á procedência.
Este video mostra só uma pequena parte de um grande problema... para a Suécia e para a Europa.

Sunday, October 4, 2009

O Plano (2)


Akram tem a noção de que este objectivo de conquista dos EUA possa soar a fantasia. Ele acredita que os seus planos "não são extravagantes, imaginações ou alucinações. Pelo contrário são esperança, ambição e desafio” esperando que “todos os muçulmanos o partilhem comigo”.
Argumentando que essa esperança e ambição se possa tornar realidade, Akram afirmou que “existem razões para grande esperança, pois é evidente a todos que o activismo islâmico entrou numa nova fase no Ocidente.” Numa nova fase sim, mas não num novo plano: o plano é elucidativo, explica, “não é estranho ou desenraizado, antes pelo contrário uma tentativa de interpretar e explicar e aplicar tudo aquilo que foi aprovado e adoptado pelo nosso conselho na conferência de 1987.”
O plano contém seis pontos cardeais para a acção dos muçulmanos que os levarão á vitória sobre o ocidente:
1.Estabelecimento de um efectivo e estável Movimento Islâmico liderado pela IM.
2.Adoptar todas as causas muçulmanas quer globalmente, quer localmente.
3. Expandir a influência e o respeito das leis muçulmanas.
4.Unificar e dirigir os esforços muçulmanos.
5. Apresentar o islão como uma civilização alternativa.
6.Apoiar os esforços para o estabelecimento de um estado global islâmico, em qualquer lado e em qualquer organização.(como nas Nações Unidas por exemplo)
Os esforços da IM nos EUA ajudarão a jihad global, que se destina a unir supranacionalmente todos os muçulmanos, sob os cascos da lei islâmica – que deve ser imposta também aos não-muçulmanos . Enquanto estes estupidificam com a treta do aquecimento global.

O Plano (1)


Tenho fé completa que o Islão invadirá a Europa e a América, porque o Islão tem uma lógica e uma missão.” São as palavras de Muhammad Madhi Othman Akef quando tomou a liderança da Irmandade Muçulmana (IM) em 2004. Contudo, este tipo não se referia a uma invasão armada, ou a atentados terroristas. “Os europeus e americanos,” explicava, “cairão no seio do Islão sem convicção”.
Para formatar essa convicção nas mentes dos europeus e dos americanos não-muçulmanos, diversas organizações e estado muçulmanos estão a desenvolver um esforço concertado durante anos em todas as frentes e esferas. Mas o derradeiro objectivo desta jihad furtiva é claro: eliminar a civilização ocidental. Isto foi inequivocamente enunciado num documento de Irmandade Muçulmana em 1982 que apresenta detalhadamente os 12 pontos estratégicos “para estabelecer um governo islâmico na Terra.” Em vez de advogarem o terrorismo, o documento aconselha que se evite “o confronto com os nossos adversários, quer á escala global, quer á escala local, que seria desproporcionada e poderia desencadear ataques contra a dawa (proselitismo islâmico) e seus discipulos.” Ao contrário, de acordo com o analista do terrorismo Patrik Poole, a Irmandade Muçulmana utilizará “o logro e o engano como máscara dos reais objectivos das acções e intenções islâmicas”.
Estes objectivos estão detalhadamente descritos por um dos operacionais da tal Irmandade no EUA, Mohamed Akram, que explicou claramente que a Irmandade Muçulmana “deve entender que o seu trabalho na América é um tipo de grande jihad para eliminar e destruir a Civilização Ocidental a partir de dentro e sabotar a sua miserável casa pelas sua próprias mãos (aqui é que entram em função os idiotas úteis da esquerda e alguns da direita ocidental) e pelas mãos dos crentes, até que seja eliminada, e a religião de Ála reinar vitoriosa sobre todas as religiões.
A directiva Akram foi declarada num memorandum da IM de Maio de 1991, entitulada “An Explanatory Memorandum on the General Strategic Goal for the Group in North America.” O documento veio á luz durante no julgamento da maior organização islâmica de caridade dos EUA, denominada The Holy Land Foundation for Relief and Development, que foi acusada de canalizar fundos e donativos “caridosos” para o grupo terrorista jihadista Hamas. O processo acabou por ser declarado incorrecto na maioria das acusações e os arguidos, que se declararam inocentes, estão a ser novamente julgados. (Para saber mais procurar; Retrial of Hamas Financing Case) .
No referido memorandum, Akram expõe o plano que concretiza, nada mais nada menos, que a conquista e islamização dos EUA, como etapa fundamental para o estabelecimento de um “estado global islâmico”.

Friday, October 2, 2009

Estatísticas



Em Setembro, o Office of National Statistics inglês, publicou uma lista dos nomes masculinos mais populares da Grã-Bretanha: Jack, Oliver, Thomas, Harry, Joshua, Alfie, Charlie, Daniel.
Aparentemente, a lista continua a tradição cultural do país, com nomes comuns, desde os tempos de Jack The Ripper, de Oliver Cromwell, Thomas Beckett e Harry Hotspur. Só que há um problema, não contaram (imagina-se porquê) conjuntamente os nomes Mohammed e Muhammed. Ligando estes dois Mos, o terceiro nome mais popular daquela lista deixa de ser Thomas e passa a ser exactamente Mohammed.

A contagem em separado destes dois nomes, nada tem haver com aspectos técnicos da estatística, mas com a tentativa de esconder a mudança da face étnica da Grã-Bretanha.

Mais uma vez as técnicas do controle do Presente descritas por Orwell, são bem aplicadas pelo poder socialista que promove a islamização da Britannia e noutros casos da Europa.

Os chineses têm um ditado que diz o seguinte: se colocarmos uma rã em água a ferver, ela salta fora d'água imediatamente. Se a colocarmos em água fria e aumentarmos a temperatura lentamente, grau a grau, a rã deixa-se cozer viva.

Na Europa, a água da submissão ao islão, já está quente, com os europeus meios cozidos, mas a maioria deles andam entretidos com o aquecimento global conveniente, e ainda não repararam que os calores são outros.


ps- esperemos que os irlandeses mais uma vez mandem a constituição europeia, esse calhamaço de leis e normas destinadas acabar com a Europa de vez, às urtigas.

Sunday, September 20, 2009

Processados em Inglaterra por defenderem Jesus.


Ben e Sharon Vogelenzang foram acusados de terem desrespeitado a lei inglesa, Section 5 of the Public Order Act – que pune as ofensas de teor religioso, entre outras. Se for provado as acusações, o casal enfrenta uma multa 2,500 libras cada um e ficam com cadastro registado.

Uma mulher muçulmana hóspede do Bounty House Hotel em Liverpool que é gerido pelos Vogelenzangs, acusou-os á justiça, após uma conversa de teor religioso entre aqueles hoteleiros e a dita cuja.

O tópico do debate era Jesus, que a muçulmana arrogantemente considerava um profeta menor do islão. Os Vogelenzang, cristãos praticantes, afirmavam que Jesus é Filho de Deus, tal como o Cristianismo ensina.
Alegadamente, o sr. Vogelenzang de 53 anos, teria dito que o Maomé era um senhor da guerra (o que é verdade). A sua mulher, de 54 anos, foi referida como tendo dito que o vestúario das mulheres muçulmanas são uma forma de prisão (bondage foi a palavra utilizada) - o que é verdade também.

Parece que a maomatana se enquadra naquele tipo de muçulmanos que a imprensa multicultural ocidental ternuramente gosta de apelidar de moderados. Aqui está mais uma prova que mesmo moderados os muçulmanos são a argamassa da jihad. O que está aqui em causa, é a liberdade religiosa e a liberdade de expressão, coisa com que os muçulmanos, mesmo moderados, têm enorme dificuldade em perceber e em conviver. Sempre que podem censuram, porque segundo as leis da dhimmitude, os não-muçulmanos, não podem, a qualquer título criticar ou contrariar, quer a religião islâmica supremacista, quer qualquer muçulmano.
Para além da estupidez de tal queixa na polícia, este episódio demonstra que os muçulmanos não são dignos de qualquer conversa civilizada e que não passam de bufos pidescos prontos a denúnciar qualquer pessoa, desde que os seus pontos de vista religiosos sejam criticados ou parodiados. Embora não apreciem a liberdade dos países democráticos laicos para onde imigraram, por qualquer razão obscura teimam em cá viver. Se não gostam vão embora. Goodbye que eu good-fico.
Esperemos que os senhores Volelenzang sejam ilibados.

Monday, September 7, 2009

Activismo Judicial


O sr. Narciso Machado, Juiz desembargador jubilado, decidiu num matutino nacional, publicamente dar as boas vindas ao sírios de Guantanamo. Para além de irem viver à nossa custa, ainda ninguém tem a certeza, nem americanos nem a secreta portuguesa, se os presos provenientes do Afeganistão, constituiem ou não um perigo público. Mas isto, não abala o universalismo do sr. Juiz.

Servindo-se da Declaração Universal dos Direitos Humanos, permitiu-se "atirar" à defunta e "facínora" admnistração Bush ao mesmo tempo que exaltava, Obama, o universalismo português e a Síria, "que costuma bem receber os estrangeiros deste canto ociental da Europa". Sua excelência o juiz desembargador Narciso Machado esqueceu-se, deliberadamente ou não, que o universalismo português se fez a tiro de canhão e que a Síria é um dos países onde os Direitos Humanos mais são violados. Diz ainda que como "legado greco-romano, nasceram as culturas judaicas, cristãs e islâmica", simbolizadas religiosamente em Jerúsalém. O sr. juiz vai-me desculpar, mas isto é pura e simplesmente mentira. Primeiro não há equivalência entre a cultura e a moral judaico-cristã e a islâmica. Nem em termos de evolução humana, nem em termos de respeito pelos direitos humanos, nem em termos da relação entre Homem e Deus. Quanto a Jerusalém, se ela significa alguma coisa é, exactamente a conquista assassína, violenta e violadora, do Patriarcado de Jerusalém, (bem como todo o norte de África e Peninsula Ibérica, e de Constatinopla já agora) pelos exércitos-jihadistas muçulmanos. Essa jihad ainda hoje está em curso e, se bem entendi, o sr. juiz dá-lhe caução.

Como é que um juiz pode utilizar o conceito dos Direitos Humanos de uma forma tão enviesada, dupla e contraditória? A resposta passa pela estatuto que os juízes europeus se atribuíram, de guardiães dos Direitos Humanos. Para estes juízes e para a chamada intelligentsia progressista, a lei dos direitos humanos é um artigo de fé, o progenitor legal de um "maravilhoso mundo novo", onde o prejuízo, a discriminação e a opressão estão confinados à História.

De facto, esta ilusão, tem minado a confiança das sociedades Ocidentais, tem estripado a sociedade dos seus valores tradicionais e ajudou a criar as condições para a incubação do extremismo islâmico e o seu consequente crescimento e exportação.

O activismo judicial ou judicialista melhor, tem as suas raízes no âmbito cada vez maior da Lei Europeia dos Direitos Humanos, e nos juízes do European Court of Human Rights em Estrasburgo. Esta organização nada tem haver com a União Europeia.

Esta lei europeia possibilitou aos juízes mostrarem os músculos e os dentes em novas direcções. Eles julgam-se o último reduto da democracia que luta contra os executivos do governo, especialmente se estes são de direita. Como resultado, eles tornam-se cada vez mais e mais políticos. Assim se explica, o violento ataque do sr. juiz Narciso Machado, ao ex-Presidente Bush, quase tornando-o pior de que o "maluquinho da Coreia", Ban Ki Moon, perdão, Kim Jong Il.

A Convenção dos Direitos Humanos Europeia, foi originalmente concebida noutra era. À sombra do stalinismo e do fascismo, o seu objectivo era de proteger o indivíduo do Estado. Agora, a aplicação da lei sofreu uma mutação. Longe de proteger a Civilização Europeia, tornou-se a sua potencial nemésis.

A emergência da cultura do Hiper-indivudualismo originou um igualitarismo radical de estilos de vida e de valores. A moralidade foi privatizada, e os constragimentos religiosos, das tradições ou dos valores culturais, passaram a ser vistos como ataques á autonomia individual. Os estilos de vida normais da cultura Judaico-Cristã, tornaram-se o pecado, e começaram a ser vistos como potencialmente decriminatórios. Todas as minorias passaram a ter o estatuto de vítimas para serem defendidas. Foi montado todo um sistema multicultural-de-estado, que envolve, desde ONGs, movimentos radicais de esquerda, escritórios de advogados, e sistema judicial e associações jihadistas islâmicas, que em última análise, mandam muito mais do que os governos. Isto é o que se passa por exemplo em Inglaterra. Em Portugal ainda não é bem assim, mas pela vontade de alguns, para lá caminha.

Para além disto, leis e valores supranacionais são impostos por instituições supranacionais, tais como o European Court of Human Rights, a União Europeia, as Nações Unidas e European Court of Justice que se vêem como única fonte de legitimidade. Em vez de sermos governados pela Lei, somos agora governados por advogados e juízes.

O sr. juiz invoca o Direito Internacional para atacar Bush. As leis internacionais possuem uma dúbia autoridade pois não são baseadas em nenhuma jurisdição democrática. São meras expressões de certas ideologias-políticas, sempre muito discutidas. Alguns dos juízes em tribunais internacionais nem sequer são juízes no seu próprio país, nem mesmo advogados sequer, mas diplomatas; as suas deliberações confundem-se com manobras políticas e interesses económicos.

Friday, August 28, 2009

Safari Na Eurábia

Os safaris na selva são menos perigosos do que os safaris nos enclaves muçulmanos das cidades europeias.

Está calor em Bruxelas. O ramadão, começou há poucos dias. Em Molenbeek, a fezada muçulmana proibe os filhos de Ala de comerem e beberem durante o dia, até ao pôr do Sol, neste mês, para eles sagrado. Interessante, de facto, esta religião nada tem a ver com a luz. Os polícias não-muçulmanos que patrulham Molenbeek, também não são autorizados a comer ou a beber enquanto permanecerem na área. Quem deu tal ordem foi o Presidente da Câmara de Molenbeek, o socialista (que mais haveria de ser!) Philippe Moreaux, que diz "é preciso respeitar a sensibilidade muçulmana" e não "provocar" os muçulmanos violando as restrições islâmicas do ramadão em público. Socialista, logo dhimmi. De facto, tal como já escrevemos, a lei islâmica já é a Lei nos arredores de Bruxelas.

Ali ao lado, mas muito longe desta realidade, estão os euro-deputados, essa espécie de criaturas que ainda ninguém conseguiu entender, para além dos chorudos ordenados que recebem, para que servem ... chegam de férias. São 736 deputados, o que torna o Parlamento Europeu no segundo maior do mundo, logo a seguir ao Parlamento Indiano. Um passeio por Molenbeek devia ser obrigatório para os 736.

Podem até aproveitar uns tours que a rapaziada jovem de Bruxelas organiza através de Molenbeek. Seguem num carro mal tratado e conduzido por um local, para não dar nas vistas, e porque, sobretudo e mais importante, conhece as saídas de emergência da localidade. Estes áreas são complicadas, para não-muçulmanos. Os "Eurabia Safaris" são também organizados noutras cidades europeias. Uma das mais afamadas embora não a mais perigosa, é o safari de Rosengaard, o enclave muçulmano da cidade sueca de Malmoe. Um dos pontos obrigatórios de atracção "turística" consiste numa rápida paragem para fotografar a “Jihadskörkortsteori” (escola de condução jihad).

As aéras governadas pela sharia estão rapidamente a espalhar-se por toda a Europa a que os franceses, num eufemismo orwelliano, lhes chamam ZUS (zones urbaines sensibles). Hoje mesmo em França, 8 dos 60 milhões vivem já nas 751 ZUS existentes.

Os meses do ramadão são especialmente sensíveis pois, uma vez o sol posto, a irracionalidade violenta de tal tribo, aparece no dercorrer das festividades nocturnas, especialmente entre os mais jovens. Espasmos violentos, vandalismo gratuito, carros e casas encendiadas são itens do cardápio nocturno do ramadão. A polícia tem ordens (concerteza dos socialistas in charge) de não actuar durante as festividades do mês do ramadão, para não ferir as sensibilidades religiosas dos invasores. Só estes têm sensibilidades. A mais ninguém na Europa lhes são reconhecidas. Se for um europeu alcoolizado, se for especialmente da classe média, fazendo qualquer tipo de cena pública menos própria, vai imediatamente de cana para a esquadra e não há sensibilidades para ninguém. A Europa durante o ramadão é uma espécie de Caixa de Pandora nocturna.

Sejam de direita ou de esquerda, os políticos europeus para os muçulmanos comportam-se todos como "progressistas". Já implicitamente aceitaram um sistema "legal de apartheid" com diferentes sistemas para muçulmanos e não-muçulmanos. Dificilmente este sistema de duas realidades politico-religiosas pode subsistir no mesmo território durante muito tempo. Um dos sistemas vai prevalecer sobre o outro. A decisão do socialista Presidente da Câmara de Molenbeek de proibir não-muçulmanos de se alimentar durante o dia, implica que num futuro próximo os não-muçulmanos também serão abrangidos pela lei da sharia.

Enquanto os muçulmanos festejam o ramadão os não-muçulmanos têm muito pouco que festejar mas muito que pensar no seu futuro imediato. Para acabarmos com o regabofe islâmico na Europa, temos que acabar primeiro com os nossos dhimmis, sejam eles políticos, jornalistas ou o que quer que sejam. Só depois respiraremos novamente liberdade e encararemos o futuro para os nossos filhos, com confiança.

Tuesday, August 25, 2009

Enclaves


Entretanto a islamização da Europa continua a "bom" ritmo.

Em Oslo, um casal gay norueguês passeava de mãos dadas na zona de Gronland, onde foram fisicamente agredidos por um muçulmano do Paquistão, que lhes gritou: " Esta é uma área muçulmana". O paqui, acrescentou ainda: "Gronland é uma área multicultural e estes homossexuais não têm nada que vir para aqui, porque nós não gostamos deles. Devia ser probido praticar a homossexualidade numa área de maioria muçulmana". Portanto, ficamos todos a saber que parte do território da Noruega já não é dos noruegueses. Tudo isto perante o silêncio bem acomodado dos partidos políticos instalados e instaladores da islamização.

Noutras partes da Europa, a agitação para a transferência das soberanias nacionais para a mão de muçulmanos, também já começou.

Em França, um alto funcionário público da admnistração francesa, encontrou-se com o imam de Roubaix nos limites daquela localidade como forma de respeito pela declaração de Roubaix como uma distrito muçulmano a que ele, como infiél, não tem acesso.

Na Grã Bretanha, imams pressionam o governo para que se oficialize a sharia, a lei islâmica, em certas áreas de Bradford e se ilegalize a lei inglesa.

Na dinamarca, líderes muçulmanos têm tentado que a sharia seja lei nalgumas zonas de Copenhaga.

E na Bélgica, os muçulmanos que vivem na zona de Sint-Jans-Molenbeek, nos arredores de Bruxelas, também declararam não reconhecer a lei belga e toda aquela área está sob jurisdição islâmica.

O que é preciso que eles façam mais, para que os governos europeus os mandem de volta para os camelos que deixaram, lá para os lados dos desertos donde saíram?

Thursday, July 16, 2009

O Último Atentado Contra a Liberdade


Segundo a imprensa diária portuguesa, a Chiado Editora comunicou ter recebido ameaças anónimas sobre a "Ùltima Madrugada do Islão", de André Ventura, cuja apresentação estava marcada para sábado. Na possibilidade de violência muçulmana, a referida editora, chegou mesmo a ter um comportamento totalmente dhimmi, ao pedir "pareceres", leia-se autorização, ao Xeque dos muçulmanos locais, o que demonstra que hoje, tudo na cultura ocidental tem que ter a aprovação dos muçulmanos. O livro tratava dos últimos anos da vida do conhecido terrorista "prémio nobel da paz", onde se mostra uma eventual homossexualidade e ligações ao tráfico de droga do defunto chefe da OLP. Como é que chegámos a isto? Como é que caímos tão baixo? O resultado de décadas de socialismo na Europa está à vista. Estamos desmoralizados, sem confiança na nossa própria cultura e sobretudo muito cobardes. Nós não precisamos de pedir desculpa pela nossa liberdade aos muçulmanos ou a quem quer que seja. Não precisamos de pedir autorização aos servos de Alá para nada. Nós somos livres e eles não. Eles odeiam a nossa liberdade e querem estender a Submissão ao nosso mundo.

Em Portugal muita gente morreu para sermos livres e independentes. Esta liberdade foi-nos dada numa bandeja pelas gerações anteriores que se sacrificaram por nós. Lutámos contra o Absolutismo e contra o Fascismo. Lutámos contra mouros e castelhanos e contra Napoleão. A liberdade não é nossa. Temos que a passar às gerações futuras. Morrendo por ela se for preciso. Os custos da liberdade são grandes e não são ensinadas na escola.

Uma boa educação tem que nos dar o sentido da crítica, mas nos dias de hoje quer nas ciências sociais, que nas humanidades e nos cursos científicos a grelha socialista multicultural mental imposta, proibe-nos o pensamento crítico acerca das culturas não europeias. Os estudantes aprendem a sentirem-se culpados, herdeiros do colonialismo e imperialismo aprendem a não julgar qualquer aspecto de outras culturas. Também aprendem que é mais importante mostrar respeito pelas diferenças entre culturas, do que se sentirem solidários com as vítimas dessas culturas. Assim, está na moda desprezar mesmo os aspectos mais nobres da tradição liberal Ocidental. Coíbe-nos mesmo de condenar os actos de violação dos direitos humanos fundamentais mais ultrajantes, como a mutilação genital das mulheres, casamentos forçados, e crimes de honra.

Este acto de violência (muçulmana ou esquerdista) anunciado sobre a Chiado Editora, mostra que o maior anátema para a mentalidade multiculturalista, é a liberdade de expressão. O multiculturalismo encoraja a auto-censura e a condenação de "discursos insensíveis" - especialmente discursos que são tidos como potencialmente ofensivos para um determinado grupo protegido. Nos dias que correm, os muçulmanos são o grupo mais altamente protegido de todos, porque são visto como "aliados" na luta contra os EUA, Israel e contra o capitalismo. Esta perversidade do multiculturalismo, é capaz de tratar os mais brutais jihadistas, imams incendiários e tirânicos patriacas, como se fossem delicadas flores de estufa, facilmente feridos por uma qualquer crítica feita pelos obstrusos Ocidentais. Pelo contrário: como é amplamente demonstrado desde que a jihad cultural começou, esses homens são poderosos e determinados. Eles não são relativistas. ELES NÃO SÃO MULTICULTURALISTAS. Eles têm um objectivo, uma visão determinada, e um sentido de identidade e de valores que os multiculturalistas ocidentais nem sequer imaginam. E eles sabem disso.É neste conhecimento da nossa fraqueza multicultural que reside a sua força e poder.

Wednesday, July 1, 2009

Atenção Turistas...

Pensem Duas Vezes Antes de Passarem Férias Em Birmingham

IR DE FÉRIAS PARA INGLATERRA COMEÇA A SER PERIGOSO. ESPECIALMENTE EM BIRMINGHAM. AQUILO JÁ É MÉDIO ORIENTE. VEJAM SÓ ESTE CLIP DE PROMOÇÃO TURÍSTICA QUE SE SEGUE.
É PREFERIVEL O MÉXICO COM O SEU H1N1.

Tuesday, June 23, 2009

Talibans em Portugal

O sr. Silva faz parte do comité de boas vindas aos talibans do sr. Amado



O sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luis Amado, insiste em trazer para Portugal talibans presos em Guantanamo Bay. Ninguém na Europa está interessada em tal gente mas este tipo continua a carregar na mesma tecla. É caso para perguntar ao sr. Ministro, se os irá alojar em sua própria casa. Se a resposta for afirmativa, colocamos desde já a viola no saco e andor, vamos comer leitão à bairrada. Mas claro que não. Esta gente socialista só oferece o socialismo e outras chatices ao povo, porque eles vivem muito acima do dito (povo e socialismo). São uns filhos da p.... de idealistas e o povo depois é que tem se se amanhar com os seus ideais.

Uma manifestação contra a importação de talibans está a ser organizada.
Não queremos cá esta gente.
A Ministra da Educação e a Dona Câncio que vivam com eles.

Sunday, April 5, 2009

Porque É Que É Inevitável Um Conflito Com O Islão (2)

Fascistas islâmicos têm liberdade para se manifestar nas cidades europeias
Com alguma sorte, podemos protelar o conflito por algum tempo. Mas a médio prazo? Estaremos já completamente cegos pela propaganda dos idiotas úteis de esquerda, como é o caso do beija cú do Nashralla, ou lá o que é, do sr. Miguel Portas? Quereremos evitar o conflito a qualquer custo? Ou quereremos assegurar a nossa sobrevivência? Se optarmos pela nossa liberdade e civilização não vejo como evitar o conflito com uma ideologia religiosa que se baseia na supremacia da sua mensagem e no massacre dos infiéis e apóstatas. Talvez mandando o Marocas Soares dialogar com essa turba infecta de balandraus nos consigamos ver livres... pelo menos dele. Se queremos que o mundo ocidental permaneça democrático e livre, teremos que lutar, por muitos arrepios que esta ideia nos provoque pela coluna vertebral acima. A determinação dos muçulmanos em levar o Islão aos quatro cantos do mundo é algo que devemos levar a sério, porque tais indigentes não estão a brincar. Neste sentido não há como escapar a um tal conflito com a civilização islâmica. A frase que se segue retirada do Hadith, ou uma qualquer do género, vale por mil palavras acerca do problema que enfrentaremos:

" Eu ordenei que lutem com o povo até que digam, nada tem o direito a ser adorado excepto Ala"

Al Bukkari, vol4, 196

Porque É Que É Inevitável Um Conflito Com O Islão (1)

A islamic fascist demonstrantion against our western way of living
" A really efficient totalitarian state would be one in which the all-powerfull executive of political bosses and their army of managers control a population of slaves who do not have to be coerced, because they love their servitude"

Aldous Huxley in Brave New World


A paz é aquilo que todos nós desejamos. Todos aqueles que estejam de perfeito juízo, a paz é aquilo que querem para toda a vida. Também todos sabemos, que em certas circunstâncias da vida, a paz não é possível ser mantida: em certos momentos históricos temos que lutar pela nossa liberdade e maneira de viver. Ao contrário do nazismo ou do comunismo, o Islão não é só uma ideologia como é também uma religião. O que torna a confrontação com esta ideologia/religião fascista muito mais complexa. As razões para tal dificuldade são, no entanto, simples. Os muçulmanos estão convencidos que todas as leis e regras lhes chegam à Terra pela mão de Ala. Ainda por cima, sentem-se servos de tal divindade. A própria palavra Islão, significa submissão á vontade de Ala, submissão essa que qualquer muçulmano se deve orgulhar. Os próprios nomes dos fulanos refletem tal servitude, como por exemplo; Abdullah significa, escravo de Ala; Abdulkarim, escravo do Generoso; Abdulhadi, escravo do Pacífico e por aí adiante. São escravos e orgulham-se disso.

Um estado totalitário é, por definição, é aquele cujo governo é controlado por um grupo político que suprime toda a oposição, e que controla a maneira de viver dos seus cidadãos. É aquele em que não existe, portanto, liberdade, política, religiosa, de associação livre e de livre iniciativa. Uma república islâmica é um tal estado. Um estado totalitário eficiente na perspectiva de Aldous Huxley, uma vez que as populaçõpes não precisam de coacção uma vez que amam a sua servidão. E TODOS OS MUÇULMANOS DO MUNDO, MESMO AQUELES QUE NÃO VIVEM EM ESTADOS ISLÂMICOS, ESTÃO A SER INTOXICADOS PELAS IDEIAS DO PROFETA. E como crescem em número! Mesmo os muçulmanos moderados estão convencidos da justeza da mensagem de Ala dada ao tal Maomé, que tratou de a difundir pela espada mundo fora. Nas mentes abdulllahs não há um resquício de dúvida acerca da veracidade de tal mensagem do Ala do além. E o Corão, como alguém disse, é de fazer Corar.

Na Europa, na Eurábia melhor dizendo, existem 12 milhões de muçulmanos e nos EUA cerca de 8 milhões dedicados á causa. Mesmo os alegados moderados, não querem nada mais do que a vontade de Ala prevalecer. Juntem a esta vontade dedicada, o complexo de inferioridade de serem subdesenvolvidos relativamentes aos países ocidentais dos cruzados, e resulta daqui um mix poderoso de aspirações e emoções na mente colectiva de tal rebanho, que a médio prazo evoluirá para um conflito de largas proporções.