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Saturday, July 11, 2009

Ataque à Livre Expressão Nos Estados Unidos


Robert Spencer, um dos maiores especialistas sobre a jihad islâmica, foi ontem impedido de falar numa conferência na Americam Library em Chicago. Por trás deste ataque à liberdade de expressão está a CAIR (Center for American Islamic Relations). A célula da CAIR-Chicago pressionou a ALA (American Library Association) para retirar Robert Spencer do paínel de oradores, pois consideram Robert Spencer é um elemento extremista e um islamófobo. As acusações habituais. A manipulação habitual. Todos aqueles que denúnciam a verdadeira face do Islão, (a censura é só um dos aspectos do fanatismo islâmico), são acusados de serem extremistas. George Orwell escreveu sobre isto no seu famoso 1984. Robert Spencer não é islamofobo. É simplesmente islamorealista. Outros participantes no painel retiraram-se também em solidariedade para com Robert Spencer. Foi o caso de Dr. Marcia Hermansen, professora de Estudos Islâmicos na Universidade de Loyola, que publicamente exprimiu o seu veemente desagrado nos seguintes termos :


"While i heartly endorse the principles of free speech and diversity of viewpoints there are part of the ALA mission, the way in which this information session about islam and muslims for Ethnic and Multi-cultural librarians was modified and politicized at the last moment raises serious concerns about the integrity of the session".

O Dr. Alia Ammar, neurofisiologista de Hindsdale, IL, afirmou o seguinte:


"Given the substancial changes in the composition, subject, and direction of the ALA panel to which i was invited to present as well the blatant misinformation provided regarding the purpose of the session, it would be untenable to present in your forum...The lack of profissionalism with which this matter has been handled has been wholly disappointing as the efforts of the originally invited panelists to reach a respectable solution to the problem were simply ignored. In light of these developments, i respectfully decline to participate in panel."

Nos posts imediatamente anteriores, afirmei que os multiculturalistas estão completamente lélés-da-cuca ou já completamente dhimmis, se inocentemente acham que os islâmicos respeitam as ideias dos outros, (incluindo as daqueles líricos), se elas colidiram com as intenções da islamização do ocidente, que obviamente passa pela imposição daquela religião-ideologia. Aqui vem dos EUA , um exemplo bem recente, da farsa, do poder de manipulação, do totalitarismo que os maometanos praticam, e da cobardia multicultural que os muitos académicos ocidentais demonstram perante este novo-antigo obscurantismo.
É preciso derrotá-los enquanto temos tempo.
PS
A tal organização CAIR, é responsável pela obtenção de fundos que são posteriormente enviados ao Hamas.

Thursday, July 9, 2009

Selvajaria Islâmica

Mulher vitíma de ácido da "religião da paz"

No Paquistão, bem como noutros países muçulmanos, a honra é um valor que está acima dos direitos humanos, especialmente acima dos direitos das mulheres. Às mulheres que "desonrem" as suas famílias esperam-nas severas consequências da sociedade patriarcal em que estão inseridas, que continuam a pensar com a mentalidade do tempo do Maomé, relegando a mulher para um situação social "abaixo de cão". Um novo relatório da AGHS Legal Cell mostra que a violência contra as mulheres com ácido está a aumentar no país. As mulheres que "desonrem" a família são frequentemente atacadas com ácido sulfúrico. O cheiro a enxofre é cada vez maior nos países islâmicos.... Muitas vítimas nem sequer se queixam às autoridades porque não lhes vele de nada, e têm medo de ainda mais violência. Portanto o número de ataques ás mulheres será ainda maior, segundo fontes daquela organização.

Andar na rua com um homem que não seja o marido, irmão ou filho, é ilícito e razão suficiente para um violento ataque á mulher por cometer adultério. Fugir de um casamento arranjado em que a mulher não tem qualquer sentimento de amor pelo futuro marido, é outra razão para atacar ou matar violentamente a mulher. Uma jovem de 15 anos que recuse casar com um marmanjo barbudo de 70 anos é razão suficiente para a jovem ser estripada.

De acordo com o relatório, só de Abril a Junho deste ano, mais de 220 mulheres foram identificadas como vítimas do ácido, 40 das quais morreram como resultado da extenção das queimaduras provocadas. Quando ácido é atirado a uma pessoa, a pele derrete e expõe o osso que se encontra por baixo da carne que por sua vez também se dissolve. Se o ácido atinge a região ocular, os olhos ficam permanente destruídos, deixando as vítimas cegas ou a ver só de um olho.


E o que torna as coisas piores, segundo aquele relatório, é que os cuidados médicos não são dados convenientemente ás vítimas como continuação da punição islâmica da mulher.

A violência contra as mulheres é endémica no Paquistão e nos países muçulmanos. No Bangladesh, outro país pouco recomendável, existe mesmo uma fundação de apoio às vítimas de ataque de ácido chamado, Acid Survivores Foundation, que tenta lutar contra os ataques químicos naquele país. Desejamos as melhores felicidades aos seus dinamizadores, mas há coisas que só indo à raiz do mal é que são solucionadas. E aqui o mal tem um nome, chama-se Islão. Banir esta religião-política da face do planeta é o grande desafio da humanidade para os tempos futuros. Parece que os chineses e a etnia Han, sabem bem como lidar com o problema. Só é pena que o resto do mundo ocidental esteja hipnotizado pelo relativismo cultural e não veja a enormidade maligna de tal religião.

Tuesday, June 9, 2009

Ministra saudita não pode aparecer na Televisão sem autorização.


A primeira mulher a ser ministra num gabinete saudita não pode aparecer na TV sem autorização prévia. Noura al-Faiz's foi em Fevereiro convidada para Ministra da Educação Feminina. Um grande passo para a integração das mulheres na sociedade feudal saudita. O islão aqui praticado inibe as mulheres de conduzir,votar e sair ou conviver com homens que não tenham relações de parentesco. "Não posso o tirar o véu e não posso aparecer na TV a não ser que tenha permissão prévia.", disse Faiz ao diário Shamss.

Wednesday, January 21, 2009

Nem Madonna Escapa aos Fascistas Islâmicos


Um grupo de radicais islâmicos ameaçou Madonna de sequestro e assassínio dos seus 3 filhos. Madonna tornou-se um alvo devido á sua deliberada adesão a uma seita esotérica judaica. O grupo apela na internet que a cantora seja decapitada pelo seu apoio a Israel. Um fascista chamado Muhammad Abdel-Al, (mais um mahummad), garante que "terá a honra de ser o primeiro a cortar a cabeça" a Madonna se esta continuar a "difundir a sua cultura satânica contra o islão".

A autora de Like A Virgin levou a ameaça a sério e contratou dois guarda costas bem treinados em luta anti-terrorista.

Quem não estiver farto destes tipos que ponha o dedo no ar.

Sunday, January 18, 2009

Fresh Air (1)

muçulmanas de férias em Roma

O Cardeal Patriarca D. José Policarpo mostrou uma imensa coragem ao avisar para os riscos de casamentos de cristãs portuguesas com muçulmanos. Cuidado com os amores, advertiu as portuguesas para o monte de sarilhos em que se podem meter se casarem com muçulmanos.

Considerou também “muito difícil” o diálogo com os muçulmanos em Portugal, observando que o diálogo serve para a comunidade muçulmana demarcar os seus espaços num país maioritariamente católico.


Não tardou a reacção dos politicamente correctos islamófilos da nossa praça que encheram os jornais de palavras condenatórias dos avisos "à navegação e aos casamentos" de D. José Policarpo. O argumento que mais utilizaram foi o de que não estava correcto, generalizar. E mostraram, como "prova" exemplos de 3 ou 4 felizes mulheres portuguesas casadas com mouros. Tão intensamente felizes que até parecia que viviam na Disneylândia.

Claro que isto é uma amostra inconsistente. Primeiro aqueles casais vivem em Portugal o que é muito diferente de viverem num país muçulmano. Em segundo lugar, aqueles casais são só a excepção. E em matéria de excepção os mesmos jornalistas, comentadores e políticos, todos os dias utilizam generalismos na linguagem ou na escrita. Assim quando se referem à Alemanha nazi, estão a decretar que todos os alemães eram nazis. O que é falso. Havia milhares de excepções, mas nem por isso a Alemanha à época deixava de ser nazi. O mesmo se passava com a África do Sul racista. Nem todos os brancos eram racistas, o que não significava que a África do Sul não fosse, à época, de facto racista. O mesmo acontece com os casais muçulmanos. Apesar de existirem muçulmanos que respeitem as suas mulheres não anula que nos países muçulmanos as mulheres passem um mau bocado, isto para ser ligeiro. O que os islamófilos não dizem, é que a mulher no Islão é considerada um ser inferior propriedade do macho. Mas para quem tiver dúvidas basta visualizar alguns dos muitos excertos das televisões muçulmanas colocados no YouTube.
Clicando no seguinte endereço verão um excerto de uma prédica televisiva imitida pela televisão do Qatar intitulada: " Wife beating in Islam". Ficarão completamente esclarecidos acerca do lugar que o Corão reserva às mulheres. Aqueles beduínos barbudos saídos da gruta do Ali Bába, só podem estar aterrorizados com as mulheres.
Wake Up People!

Sunday, November 30, 2008

12334 ataques terroristas islâmicos desde o Onze de Setembro


Os ataques a Bombaím perfazem um total de 12 334 ataques terroristas levados a cabo por islâmicos em todo o mundo, desde o Onze de Setembro de 2001.

Os separatistas de Kashmira auto denominados Lashkar-e-Taiba, que significa, imagine-se, o exército dos justos e que têm ligações à Al Qaeda, foram acusados pelas autoridades indianas da responsabilidade destes actos terroristas que colocaram a ferro e fogo Bombaím, nos últimos dias. O mais inacreditável, para quem não está por dentro deste fenómeno, é verificarmos que já existem pistas suficientes para concluir que o dinheiro para esta operação terrorista foi colectado nas inúmeras mesquitas que suportam o terrorismo islâmico, no Reino Unido. O que levanta alguns problemas. Ou as autoridades britânicas põem um ponto final nas actividades, em solo britânico, do proselitismo e financiamento de atentados terroristas ou o reino de Sua Majestade pode ser acusado, com toda a propriedade, de patrocionar ataques á soberania de países independentes que sejam alvos desses vermes islâmicos.

Saturday, July 5, 2008

Fundo Histórico (6)



Há 40 anos, o académico francês Charles- Emmanuel Dufourcq sublinhou um aspecto básico, nas dificuldades da elaboração e manutenção dos tratados entre países cristãos e muçulmanos. Ele explicou que de acordo com o conceito jurídico da jihad, a guerra era o estado normal das relações entre os muçulmanos e os cristãos. Todos os tratados entre eles são chamados de "tratados de tréguas", que são de facto, declarações de paz, em vez de declarações de guerra. " Não é a guerra que é declarada mas a paz". A duração de cada tratado é especificado. Cada governante muçulmano, incluindo os sultões otomanos, do séc. XIX, promoviam tratados de "proclamações de paz" nas suas relações com governos e sociedades não-muçulmanas."

Os infiéis da terceira categoria, são aqueles que se renderam sem lutar contra os muçulmanos. As suas terras são integradas na dar al-islam, ou terras do Islão, e os seus conquistados cidadãos não-muçulmanos são protegidos da jihad por um tratado, o dhimma, que estabelece os seus direitos e deveres. A paz jihadista é fundada no princípio da "paz e segurança em troca de território". A paz e a segurança é concedida pelos exércitos jihadistas se os infiéis cederem o seu território e se submeterem às regras da dhimmitude. Foi assim que se expandiram, desde Marrocos á Indonésia, e é assim que estão a conquistar a Europa.

A dhimmitude é esta condição de subjugação com protecção dos não-muçulmanos nos seus próprios países, obtida pela cessação do seu teritório para a autoridade muçulmana. Sujeição, porque os infiéis se submetem à lei islâmica que os expropria, e protecção porque a mesma lei protege-os da jihad e garante-lhes direitos limitados num sistema de descriminação que eles devem aceitar, ou então enfrentar um conversão forçada, ou escravidão ou a morte. A dhimmitude é uma consequência directa da jihad.

(continua)

Fundo Histórico (5)


Nesta rúbrica, disponibilizamos informação aos leitores de Neuromante sobre a natureza da jihad. Informação essa que não é dada por quem tem o dever de o fazer: os políticos ocidentais e os jornalistas. Tal desconhecimento da natureza guerreira da jihad do grande público possibilita:
- A vitimização dos agressores.
- A difusão do conceito da jihad como algo de íntimo e pessoal e não como uma vontade de guerra e conquista religiosa colectiva.
- A fácil manipulação da opinião pública.
A jihad classifica os infiéis em 3 categorias: 1) aqueles que se opõem ao chamamento islâmico pelas armas; 2) aqueles que pertencem aos países das tréguas; 3) aqueles que se renderam à dominação islâmica, trocando a sua terra por paz; tornando-se "dhimmis", são "protegidos" da guerra de jihad contra os não-muçulmanos por um tratado de submissão e protecção (dhimma).
Os infiéis da primeira categoria são chamados harbis; eles pertencem à região do dar al-harb, a região da guerra que prossegue até aos harbis reconhecerem a supremacia do Islão.
Os infiéis da segunda categoria estão numa situação que medeia duas guerras. Em princípio, as tréguas com os infiéis não podem exceder 10 anos, ao fim dos quais, a jihad deve continuar. Eles vivem na ragião do dar al-sulh, a região da trégua temporária. Há duas possíveis motivações para que as autoridades islâmicas decretem tréguas com os infiéis: a) os muçulmanos são demasiado fracos para ganhar a guerra; b) os líderes infiéis concordam em pagar um tributo à autoridade muçulmana para obter a cessação das hostilidades, que inclui violações, raptos, escravidão e assassíneos. Os países do dar al-sulh devem-se também abster de se opor ao desenvolvimento do Islão nas suas próprias terras. Se a jihad continuar contra outro país ou região, a região dar al-sulh, deve contribuir com contigentes militares fortalecendo os exércitos islâmicos. Mais, só os tratados que são conformes com as estipulações da jurisprudência islâmica são válidos, e devem ser renovados de 10 em 10 anos. Se estas condições não foram integralmente cumpridas os tratados deixam de ser válidos. A recusa de permitir a propagação do Islão nas terras da trégua é razão suficiente para casus belli, e a jihad pode recomeçar.


Thursday, May 22, 2008

Fundo Histórico (4)


O universalismo da jihad foi proclamado desde o nascimento do Islão. A jihad não é uma manifestação limitada no tempo ou declarada contra qualquer grupo específico. É muito mais do que isso. Ela assemelha-se à missão de Maomé (Corão 34:28), é uma manifestação universal do islamismo e dura até a única religião sobrevivente, ser a de Alá (Corão 2:189). Esta luta contínua na "senda de Alá" despoleta o processo que Samuel Huntington chamou de "fronteiras de sangue do Islão". A contínua expansão do Islão através de ataques e conquistas aos seus vizinhos, está de acordo com os mandamentos do Corão que incita a "combater os não crentes que escarnecem das palavras do profeta" (Corão 9:124).

Os próprios académicos islâmicos não escondeu ao que vêm. Por exemplo, Ismail Raji al-Faruqui, que ensina na Universidade de Chicago e Syracusa, e foi professor no Departamento de Religião na Universidade de Temple, escreveu que, todos os muçulmanos esperam que um estado islâmico, um dia, governe o Mundo. Faruqui afirmou: " a doutrina da jihad é válida no Islão".

Devemos continuar a fingir que não é nada connosco?

Saturday, May 17, 2008

Fundo Histórico (3)


as Cruzadas não são uma equivalência moral entre o Ocidente Cristão e o Islão


Poucos europeus se dão conta do que a jihad realmente significa. Ánalises deliberadamente tendiosas e até historicamente falseadas, são difundidas para o grande público, pela comunicação social e por alguns académicos, "ensinando" que as Cruzadas são uma equivalência moral entre o Ocidente Cristão e o Islão, destinadas a acalmar, diria mesmo, a pastorear, as preocupações das populações e a despistar qualquer estado de vigilância defensiva dos cidadãos europeus. Ignora-se, concerteza, que a jihad é uma ideologia e uma praxis muito regulamentada, com uma jurisprudência própria, que está muito para além da ideia que a maioria dos ocidentais possui, que os jihadistas são um bando de "morcões" esfarrapados, vítimas da opressão capitalista e do desprezo do ocidente e... blá blá blá... Muito longe disso!...


Logo no séc. VIII, foi estabelecido um conjunto formal de regras destinadas e regulamentar as relações entre islâmicos e não islâmicos, conquistados ou ainda não. Eram regras práticas, religiosas, judiciais e até tácticas militares, que compõem o conceito da jihad. Essas regras foram baseadas na interpretação do Corão e do hadith (as palavras e os actos de Maomé). O conceito e a doutrina da jihad destina-se a regular a beligerância relativamente a outros povos, outras terras e religiões, sempre tão avidamente invejadas pelos muçulmanos, regula armistícios temporários e muito muito importante, são regras destinadas a regulamentar a submissão dos conquistados e a divisão dos saques.

Tuesday, May 6, 2008

Fundo Histórico (2)


A jihad é central na história e civilização islâmica. Não foi questionada ou modificada desde que os fundadores da jurisprudência islâmica a proposeram, nos séc VIII e IX - apesar de alguns académicos modernos, vivendo a maioria no Ocidente, terem tentado algumas interpretações críticas. O nascido Sírio, Bassam Tibi, Director e Professor de Relações Internacionais da Universidade de Gottingen, na Alemanha, escreveu uma crítica incisiva sobre a Jihad. O mufti de Marselha, Soheib Bensheikh, advogou a desacralização da sharia mas equilibrou estas visões progressistas com um anti-sionismo radical. O Sheikh Abdul Hadi Palazzi, um imam pró-israelita activo de Milão, criticava ferozmente Arafat e a liderança do Hamas, mas, não obstante, um firme adepto da ideia de jihad como luta moral.

Ibn Warraq, ex-muçulmano, é um dos poucos intelectuais proveniente do mundo muçulmano que tem a coragem de criticar o Islão de uma maneira sistemática - analisando cada dogma; examinando a linguagem, o conteúdo e a origem do al-Corão; e avaliando criticamente as fontes históricas do nosso conhecimento acerca do nascimento e difusão do Islão nos diversos livros que editou no Ocidente. O sua obra inicial intitulava-se Why I Am Not a Muslim (1995).

Todavia, as inclinações reformistas não são "o forte" do Islão e mantêm-se basicamente marginais, enquanto os regulamentos tradicionais da jihad são reiterados por luminárias como o Sheikh Yusef al-Qaradhawi, o líder espiritual dos Muslim Brotherwood e cabeça do European Council for Fatwa and Research, e o Sheikh Mohammad Sayyid al-Tantawi, o grande imam da Universidade do Cairo. Tais juristas, por exemplo, interpretaram as Forças de Coligação contra Saddam Hussein como uma ataque dos infiéis contra toda a umma muçulmana, mandantando todos os muçulmanos em conformidade com as regras da jihad. No Egipto, o Centro Islâmico de Pesquisa, em al-Azhar, colocou em circulação um comunicado, aprovado por Tantawi, enfatizando que a jihad era uma obrigação individual para cada muçulmano quando um inimigo luta numa terra islâmica, "porque, de outra maneira, a nossa nação muçulmana seria sujeita a nova invasão dos Cruzados atingindo a terra, a honra, as crenças".

Vivem mentalmente há 500 anos atrás?

Não, vivem há mil e quatrocentos.

Fundo Histórico (1)


Aproveitando o facto da Fundação Gulbenkian estar realizar, a partir de ontem, conferências sobre a arte islâmica, talvez não fosse mau reflectir um pouco, sobre o fundo histório das relações islâmicas com o Ocidente. Apesar de um extenso território islâmico fazer fronteira com a Europa e milhões de filhos de Alá se fixarem por cá, um grande número de políticos europeus preferem não reconhecer que este fenómeno possa ser problemático. Todavia, é contra os seus próprios interesses pretender ser cego e surdo relativamente à hostilidade proveniente desta vizinhança superpovoada que agora ecoa com brutalidade nas cidades da Europa Ocidental. Nem a política americana nem a perversidade israelita são responsáveis por esta hostilidade; ela foi, e é nutrida por uma cultura de aversão e ódio dirigida aos infiéis. Seria criminoso e suicida para aqueles a quem este ódio é dirigido negar a sua existência como tendência principal, entre a população de muçulmanos ileterados e os seus lideres religiosos, nos 56 estados (mais a Autoridade Palestiniana) que compõem a Conferência da Organização Islâmica.

A subserviência europeia, ou a sua política de enfraquecer Israel enquanto difamam os Estados Unidos da América e encobrem o sofrimento dos cristãos em países muçulmanos, não ajuda a ultrapassar aquele ódio, entrincheirado, quer na religião, quer na história e nas suas tradições. Os ocidentais devem ter a coragem moral em compreender esta realidade em vez de se esconderem atrás de um política apaziguadora que precisa de bodes espiatórios para sobreviver.
Entretanto a movimentação islâmica nos últimos tempos em Portugal não anúncia nada de bom.

Sunday, May 4, 2008

Esta Foto Diz Tudo

Na legenda da fotografia pode-se ler: O duplo discurso do Islão exposto.
Photoshop, ou não, é a realidade.