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Sunday, March 14, 2010

Muçulmanos Admiram Hitler e Atacam Judeus Na Noruega.

A propaganda pró-islâmica dos meios de comunicação social, apelidam de fascistas a todos aqueles que ousam ter a coragem e a liberdade de denunciarem o Islão como uma ideologia totalitária.

Neste clip podemos o ódio ao judeus nutridos pelos jovens muçulmanos. Os argumentos parecem ser tirados do Mein Kampf de Hitler.


Saturday, March 13, 2010

Multidão de Muçulmanos Ataca Cristãos Coptas.

O Islão vive no esgoto
Estavam reunidos a rezar quando o ataque ocorreu. Encontravam-se 4 padres, um Decano e 400 paroquianos no edifício. A fúria muçulmana da multidão, foi atiçada pelo imam da mesquita local, que lançou o rumor que os Cristãos estavam a construir uma nova igreja. Na verdade tratava-se de um hospício.
O ataque que ocorreu na província de Mersa Matrouth, nordeste do Egipto, resultou em 25 feridos da comunidade de Cristãos Coptas, incluindo mulheres e crianças.
Pelas 5 da tarde de ontem um grupo de 300 beduínos muçulmanos e de salafitas desataram atirar pedras para o deifício em construção. Segundo testemunhas, as forças de segurança não foram suficientes para evitar o ataque. A polícia lançou gás lacrimogéneo e prendeu dezenas de pessoas, incluino Cristãos que eram as vitimas. Só esta madrugada, com a chegada de reforços vindos de Alexandria, é que os Coptas sitiados no interior do edifício, regressaram a suas casas.
Enquanto por cá os muçulmanos constroem mesquitas ás centenas, os Cristãos nos países muçulmanos são perseguidos e oprimidos. Até quando teremos que aturar isto?

Saturday, February 27, 2010

A "Religião da Paz" Declara Outra Guerra Santa


BENGHAZI, Libia (Reuters) – O líder líbio Muammar Gaddafi apelou ao mundo muçulmano para lançar uma “jihad” ou luta armada contra a Suíça, dizendo que este país europeu é infiel e está a destruir as mesquitas.


“Any Muslim in any part of the world who works with Switzerland is an apostate, is against (the Prophet) Mohammad, God and the Koran,” (Qualquer muçulmano em qualquer parte do mundo que trabalhe com a Suiça é um apostata, é contra Maomé, Alá e o Corão), afirmou Gaddafi durante um meeting na cidade de Benghazi assinalando o aniversário do profeta.

“The masses of Muslims must go to all airports in the Islamic world and prevent any Swiss plane landing, to all harbors and prevent any Swiss ships docking, inspect all shops and markets to stop any Swiss goods being sold”. (As massas de muçulmanos devem-se dirigir a todos os aeroportos dos países islâmicos para prevenir qualquer aterragem de qualquer avião suíço, devem-se dirigir a todos os portos para prevenir qualquer atracagem de barcos suíços, inspeccionem todas as lojas e mercados para impedir que qualquer produto suíço se venda).
Estas afirmações revelam bem a genética dos muçulmanos. Primeiro sentem-se perfeitamente á vontade para interferir em assuntos internos de países não islâmicos. Segundo, isto é uma declaração de guerra contra a Suiça, e esperemos que os suiços actuem em conformidade. Talvez um míssil na tenda de babuíno, perdão de beduíno, não fosse má ideia. Terceiro, é a evidência que a Europa da UE está fora do alcance desta jihad lançada por Gaddaffi, porque já é considerada, por eles, muçulmana - a famosa Eurábia. Como provam aliás as palavras da intervenção da inacreditável Baronessa Ashton, representante da politica externa da UE. A senhora afirmou que "se estes relatos são verdadeiros, vêm em momento inapropriado." É caso para perguntar a esta lady, que momentos serão os mais apropriados para lançar uma jihad contra o Ocidente? Uma pobreza...

Friday, January 29, 2010

Sarkozy Apela à Tolerância Com Os Muçulmanos.

La belle France brûle à cause de Musulmans et Sarkozy appelle à la tolérance!






Por cá também os apaziguadores do costume deitam faladura barata a propósito do Holocausto. A táctica agora utilizada, é verterem lágrimas de crocodilo sobre os 6 milhões de judeus mortos pela barbárie genocída nazi, e imediatamente de seguida atacar Israel, deixando nas entrelinhas que os palestinianos estão a sofrer dos israelitas o que os judeus sofreram na II Guerra Mundial. Foi esta a táctica usada por Angelo Correira no telejornal das 9 da SIC Notícias. Angelo Correia, é um destacado defensor dos interesses árabes em Portugal e como dhimmi que se preza não perde uma oportunidade da defender os muçulmanos, mesmo quando são eles os agressores, fazendo-nos passar a todos por parvos e aqueles por vítimas. Até aqui nada de novo. É uma conhecida narrativa da jihad furtiva posta em acção em todo o mundo, adoptada pela esquerda pós-moderna, e pelos tolos de direita como é o caso, embora mais sofisticado, de Angelo Correia. Para o piedoso barão do PSD aparentemente não o incomóda que os descendentes do Mufti de Jerusalém (tio de Arafat com escritório em Berlim onde aconselhava o III Reich na implementação da solução final e acabando condenado em Nuremberga) gritem alto e em bom som, que Israel deve ser completamente varrido do mapa.
Faço minhas as palavras do blog o Lidador: "A “causa palestiniana” não é assim a virgem pudica que a propaganda anti-semita quer fazer crer, mas uma puta velha e batida.
Só os tontos se deixam enganar pelo rímel."

Monday, January 11, 2010

A Europa Pode-se Tornar Um Novo Líbano (3)


A diferença social mais crítica entre cristãos e muçulmanos consistia na taxa de escolaridade. Os cristãos valorizavam a educação. O analfabetismo no mundo muçulmano grassava. A falta de literacia e duma educação moderna no mundo muçulmano é ainda hoje aflitiva. Como consequência, no Líbano, os muçulmanos eram geralmente mais pobres do que os cristãos. Pelo contrário, a taxa de reprodução nos muçulmanos era bastante maior. Os cristãos só podiam casar com uma mulher. Os muçulmanos podiam casar com 4 mulheres ao mesmo tempo. Qualquer casamento pela Igreja era considerado indissolúvel até á morte de um elemento do casal. Para os muçulmanos se divorciarem basta proferirem 3 vezes, “Estás divorciada, estás divorciada, estás divorciada”, e pronto! Uma quinta, sexta, sétima, oitava…. esposa segue-se na lista... e mais e mais filhos.
Estas alterações demográficas criaram grande pressão política para modificar a estrutura do governo no sentido de rever o Pacto Nacional Libanês de 1943, que regulava a representação das diferrentes comunidades nos governos. Quandos os muçulmanos atingiram a maioria da população começaram a exigir mais poder no executivo. Os cristãos insistiam que a presidência permanecesse em mãos cristãs. O impasse prolongou-se por alguns anos, mas ninguém nas comunidades cristãs imaginava que os seus vizinhos muçulmanos os iriam chacinar num futuro próximo. O problema tornou-se mais complicado quando o Líbano, em 1968, aceitou receber a segunda vaga de refugiados palestinianos. A primeira vaga chegou ao Líbano em 1948 e 1949, quando Israel declarou a sua independência, e no minuto seguinte cinco exércitos de árabes combinados o invadiram. A segunda vaga, chegou depois da Guerra dos Seis Dias em 1967. Os árabes colocaram os seus exércitos em prontidão de ataque para fazer desaparecer Israel do mapa. Os palestinianos saíram para o Líbano e Jordãnia, convencidos que poderiam voltar após a derrota de Israel. Os árabes levaram um "banho" militar, e tantos os jordanos como os libaneses ficaram com o problema dos palestinianos refugiados na mão. Rapidamente a OLP desestabilizou a Jordânia, constituindo-se como um Estado dentro do Estado. O rei Hussein pôs o seu exército em acção e correu com a OLP de Yasser Arafat, num tumulto de sangue que ficou conhecido como o Setembro Negro. Nessa altura, muitos guerrelheiros palestinianos foram-se proteger junto das tropas israelistas da fúria assassina dos jordanos.

Mais uma vez, foi o Líbano que recebeu os palestinianos do Setembro Negro, e teve como consequência um ainda maior desiquílibrio na balança demográfica para o lado dos muçulmanos.

A "missão" palestiniana para "libertar a palestina" de Israel foi sempre suportada pelo nacionalismo pan árabe e mais tarde fundido com o fervor islamista (jihad) no sentido de colocar os muçulmanos libaneses activamente do seu lado. Para poderem atacar Israel a partir do Líbano a OLP tinha que se desembaraçar do governo Libanês. Sabendo que os muçulmanos estavam em maioria, Arafat e seus guerrilheiros começaram a explorar ódios, ressentimentos e rivalidades antigos que permaneciam contidos sob a epiderme da sociedade. É exactamente o que os radicais islâmicos fazem hoje nas mesquitas da Europa. Aprofundar as frustações muçulmanas contra a Europa, apelando ao fervor da guerra santa contra nós.


(continua)

A Europa Pode-se Tornar Um Novo Líbano (2)


O Líbano antes da guerra civil, era um país ocidental. Juntamente com Israel, era uma ilha de liberdade no meio de um oceano de opressão e tirania islâmica. A maioria dos cidadãos era aderente aos costumes cristãos europeus, às suas tradições, ética e filosofia. Beirute, a capital, fora chamada a Paris do Médio Oriente. Possuía estilos de vida modernos, governo democrático, escolas onde se aprendia e ensinava bem, ao contrário do que acontecia nos vizinhos árabes feudais. Os libaneses cristãos sãos os descendentes dos antigos fenícios que estabeleceram Cidades –Estado independentes na costa Leste do Mar Mediterrâneo na Idade de Bronze tardio. Os fenícios eram canaanitas e não tinham qualquer descendência árabe. Jesus pregou entre os fenícios, e estes foram dos primeiros gentios a converteram-se ao cristianismo. Aliás as missas ainda se cantam em aramaico, a língua de Jesus.
Os árabes invadiram a Fenícia no século VII, (agora chama-se Líbano), e resistiram com sucesso durante séculos, a perseguições, massacres, limpeza étnica, praticados pelos muçulmanos onde quer que se instalem. Obrigados a praticar a cultura árabe, (os libaneses cristãos falam árabe) praticavam também a cultura ocidental. Os próprios ocidentais, erradamente consideram-nos árabes.
Os libaneses tinham orgulho no multiculturalismo vivido naquelas paragens (um erro fatal, digo eu). Orgulhavam-se das diferentes raças, desde as pessoas de cor escura, até aos olhos azuis e cabelos loiros. Devido á posição geográfica do Líbano, na transição do Ocidente para o Oriente, a miscigenação era grande. Os mercadores libaneses levavam noivas da Europa para casar com libaneses. Desde tribos de beduínos, ciganos, xiitas, sunitas, uma variedade grande de seitas cristãs, pessoas que vestiam de maneira completamente diferente, desde o tradicional beduíno até ao Christian Dior e Yves Saint Laurent, desde o conservador até ao dandy. No fundo tirando os beduínos, o mesmo se passa na Europa actual, para assombro dos multiculturalistas.
No entanto, por baixo das aparências, as relações entre as diferentes religiões e etnias estavam longe de ser perfeitas. Apesar da prosperidade do país a experiência democrática era penosa e precária devido aos ódios antigos e persistentes. As sucessivas gerações de cristãos tinham bem presentes os massacres e violações perpetradas pelos muçulmanos ao longo dos séculos, e estes nunca esquecem a obrigação básica de qualquer muçulmano – o domínio absoluto do Islão. A tolerância, embora superficial, das diferentes comunidades resultava só de uma situação: os muçulmanos eram minoritários.

A Europa Pode-se Tornar Um Novo Líbano (1)

As comunidades islâmicas no mundo reproduzem-se sete vezes mais do que cristãos e judeus. Será uma questão de poucas gerações para que eles tenham poder para desafiar o Poder, votar em leis e mudar, por exemplo a constituição dos Estados Unidos da América.
Contudo, é na Europa que o maior crescimento da religião islâmica se está a verificar. Conduzidos pela emigração e por altíssimas taxas de reprodução, o número de muçulmanos triplicou nos últimos 30 anos. As previsões demográficas prevêm que as suas taxas de reprodução continuam elevadas e as dos europeus baixas. Este crescimento colocar-nos-á ainda mais nas mãos dos radicais, muito mais do que hoje já acontece. Será o início da guerra com o Islão. Esta alteração demográfica é uma duplicação exacta do que aconteceu no Líbano, e já está a produzir grandes efeitos por toda a Europa. Para os distraídos, os cépticos ou ainda os dhimmis de esquerda e de direita, podem tomar conhecimento, ao pormenor do que aconteceu naquele país, lendo o arrepiante livro "Because They Hate", de Brigitte Gabriel, uma mulher que viveu na pele a guerra civil líbanesa a partir dos 12 anos de idade. Ao atingirem a maioria demográfica no Líbano, os muçulmanos destruiram a igualdade entre as religiões e mudaram completamente o tecido social do país, uma vez chamado a Suíça do Médio Oriente. Podemos antever o que nos espera, pelas pressões que os muçulmanos na Europa já hoje fazem, impedindo qualquer crítica ao Islão, pelos constantes apelos á jihad contra nós feitos em mesquitas, pelas tentativas, a maioria das vezes bem conseguidas, em afastar as culturas hospedeiras para que os valores culturais islâmicos se instalem. Estão a exigir que as empresas Europeias, (nomeadamente na Inglaterra e nos USA) deêm tempo aos empregados muçulmanos para as 5 orações diárias. A Dell Computers, entre outras já cedeu a tais pretensões. E isto é só um pequeno exemplo. Nas estações de rádio e de televisão, os convidados conjuntamente com os jornalistas, observam com rigor submisso, todo e qualquer comentário sobre o Islão que possa ofender os crentes desta religião. Foi o caso de Michael Graham, humorista e comentador político que foi despedido da ABC, por ter ligado o Islão ao terrorismo, devido ás pressões da famosa CAIR (Council on American-Islamic Relations).

Thursday, January 7, 2010

Limpeza étnico-Religiosa Prossegue No Egipto


Enquanto a esquerda europeia militou contra a interdição dos minaretes na Suiça, perante mais um acto assassino contra os cristão Coptas no Egipto, não se lhes ouve um piu. A ESQUERDA EUROPEIA É DHIMMI E FAZ TODOS OS POSSÍVEIS PARA LEVAR A ÁGUA DO ISLÃO AO SEU MOINHO.
Três homens num carro metralharam uma multidão de pessoas que saíam de uma igreja Copta onde assitiram á missa do galo, matando sete jovens. O Ministro do Interior Egípcio em declarações à imprensa disse que suspeita que o ataque de quarta feira foi uma retaliação à violação de uma rapariga muçulmana por um cristão. Segundo a mesma fonte, um dos atacantes teria sido identificado.
O ataque aconteceu na pequena cidade de Nag Hamadi na província de Qena a cerca de 64km das famosas ruínas de Luxor.
Este acto hediondo foi antecedido por semanas de terror como só os muçulmanos sabem fazer, com ameaças de morte aos cristãos daquela diocese, de distúrbios onde foram incendiadas casas de Coptas culminando com este assassinio a la Al Capone style.
Os cristãos coptas no Egipto não são árabes. São os verdadeiros descendentes dos antigos egípcios. São descriminados a todos os níveis e a limpeza étnica feita pelos islâmicos sobre os Coptas continua.
Esperemos que o socialista Dr. Jorge Sampaio que tanto se ufanou contra a proibição dos minaretes, agora como Alto Representante da ONU para a Aliança das Civilizações diga lá qualquer coisinha em defesa daquela gente oprimida pelos filhos de Ala.

Friday, January 1, 2010

Ano Novo Vida Antiga.

Um dos cartonistas dinamarquêses do Maomé sofreu uma ataque contra a sua vida. Kurt Westergaard estava em casa quando o sinal de alarme soou com três homens a tentarem forçar a entrada. O departamento da polícia de Jutland Este confirmou o incidente.Os 3 homens foram detidos pela polícia que fazia a segurança da casa de Kurt. Um dos atacantes foi atingido num braço e num joelho quando atirou um machado em direcção aos polícias. Desde a publicação dos cartoons a casa de Kurt tem vigilância apertada e a vizinhança teve que ser evacuada. Kurt Westegaard foi inúmeras vezes ameaçado de morte desde a publicação dos cartoons. Em 2006, 2 homens foram presos por conspirarem contra a vida de Westegaard.
São os muçulmanos moderados no seu melhor.



A al-Bebeceera dá notícias das actividades terroristas dos seus

Saturday, December 5, 2009

Pressão Sobre A Suiça (2)

Esta tem que continuar a ser a paisagem religiosa dominante na Europa.


Ali Gomaa, vive e trabalha no Egipto, onde os cristãos Coptas nativos, os verdadeiros descendentes do antigo Egipto, foram ao longo dos séculos, reduzidos em número pelos crentes do Islão, através de perseguições e humilhações infligidas pelos Árabes que foi quem trouxe o islão para o Egipto. Logo, a arabização e a limpeza étnica começaram. Todos os que não falassem árabe, foram obrigados a palrar a lingua do Maomé, foram obrigados a usar nomes árabes e foram "instruídos" a esquecer o seu passado pré-islâmico.
Ali Gomaa vive num país onde os edifícios de qualquer religião não islâmica estão completamente degradados (ao contrário do que acontece com as mesquitas na Europa) e assim continuam. Só em circunstâncias muito especiais, para turista ocidental ver, é que são reparadas.
Ali Gomaa vive num país que faz parte de uma população árabe e muçulmana mundial, em que alguns desses países proibem totalmente a existência de igrejas (Arábia Saudita, por exemplo). A maioria dos outros países muçulmanos tornam impossível, quer a manutenção das antigas quer a construção de novos igrejas.
Bem, e relativamente ás sinagogas, aos templos budistas e hindus, nem vale a pena escrever, uma vez que sendo associados aos judaismo, hinduismo e budismo, são considerados artefactos de um tempo passado que o islão pura e simplesmente destruiu.
Ali Sina, considerado apóstata porque deixou o islão, escreveu "que todas as grandes religiões observam a regra dourada do código de conduta (faz aos outros aquilo que queres que te façam a ti) com a excepção do islão. A regra de ouro para o islão é, tudo aquilo que promove a expansão do islamismo e a sua dominação, é sagrado. E o verdadeiro objecto de adoração no islão, é o islão. Para os seus crentes a Verdade é o Islão, verdade essa que lhes dá o direito de dominarem os outros, permitindo todo o tipo de meios (e de armas), para atingir os seus fins - a subjugação dos infiéis.
Ali Gomaa não está a ser hipócrita quando ataca a Suíça por ter votado contra os minaretes. Nunca lhe ocorreu, porque simplemente não lhe entra na cabeça, que as mesmas regras se devem aplicar ao islão como se aplicam ás outras religiões. Ele nunca considerou que as maneiras como os muçulmanos tratam as estruturas das outras religiões possam vir ser as mesmas com que os outros povos tratam as estruturas religiosas muçulmanas, uma vez que o Ocidente, agora começou a perceber o que realmente está em causa. As mesquitas não são só locais de culto, mas funcionam como postos avançados de recrutas para a jihad, onde os seus militantes e escravos são tratados com lavagens ao cérebro diárias para a glória do islão.
No universo mental de Ali gomaa e de milhões de muçulmanos, eles não admitem que em qualquer parte do mundo se imponham limites aquilo que os muçulmanos podem ou não fazer. Bem como, é inadmissivel que os não muçulmanos nas terras dominadas por muçulmanos possam reinvidicar direitos iguais. Ambas as situações são ofensivas porque se julgam superiores.

Thursday, December 3, 2009

Pressão Sobre A Suiça (1)

Porque é que só as nações ocidentais são acusadas de "difamação religiosa"?
O recente voto suço acerca da construção de minaretes tornou-se a última controvérsia que gerou protestos muçulmanos por todo o mundo. Todavia, os governos islâmicos não estão em posição, nem têm moral para se queixarem acerca da intolerância ocidental e de "islamofobia". A esmagadora maioria dos países muçulmanos são repressores ou oferecem uma muito limitada liberdade política e religiosa. Mais do que isto, a maioria dos países muçulmanos violam displicentemente os direitos humanos mais básicos e quase todos perseguem os cristãos, os judeus e outras minorias religiosas.
Por outro lado, os estados autoritários, especialmente os comunistas ou ex-comunistas, violam a liberdade religiosa bem como outros direitos cívicos com a finalidade de manterem o controle político das populações. Contudo, as nações islâmicas são únicas na voluntariedade à perseguição de minorias religiosas com fins religiosos. Membros de confissões minoritárias nos países muçulmanos são frequente e deliberadamente atacados, encarcerados e mortos. Mesmos nos estados muçulmanos mais moderados, como o de Marrocos por exemplo, o governo deteve ex-muçulmanos convertidos ao cristianismo, expulsou missionários cristãos e proibiu "material não islâmico e o proselitismo".
O mufti egípcio Ali Gomaa a propósito da proibição dos minaretes afirmou :"This proposal...is not considered just an attack on freedom of beliefs, but also an attempt to insult the feelings of the Muslim community in and outside Switzerland." Devo informar que Ali Gomaa é um exemplo, ou melhor um espécime, cujos padrões mentais devem ser cuidadosamente analisados. Reparem bem na fúria do ataque ao Ocidente, neste caso à Suíça.
Neste país, o Islão não tem História, não tem ligações orgânicas, os muçulmanos chegaram sob pretenções diversas, "acamparam" e comportam-se, bem no centro do seu histórico inimigo, com todas as suas razões, que de qualquer maneira não devem e nem podem ser questionadas, nem ponderados os impactos que a sua presença ali origina, na cultura, nos costumes, na demografia, na paisagem e nas políticas locais. Sentem-se no direito de empregar quaisquer instrumentos de pressão e de dominação, incluindo a chantagem dos países milionários do petróleo.
Os minaretes são completamente desnecessários nesta Era dos computadores e no país dos relógios, para avisar os cretes da hora de oração. Muitos dos muçulmanos que vivem na Suíça poderão observar as 5 horas de prostação diária para Meca em caros Rolex, e dispensar os uivos dos muezzins eletronicamente amplificados, do alto dos minaretes.
Não há necessidade do minarete. Mas o minarete é um poderoso símbolo de dominância e sempre foi visto como tal. Todos nós o sabemos, menos os idiotas úteis que fingem que não sabem. Eles substituem as torres e os campanários da Igrejas que estejam na vizinhança. Para o Islão sempre foi importante construir mesquitas em pontos altos. O mesmo aconteceu na Europa onde o Islão temporariamente dominou e actualmente pode ser visto em Granada, por exemplo, onde a mesquita há poucos anos abriu e onde os estridentes e sinistros discursos podem ser ouvidos a quilómetros.
O Islão é baseado na ideia que toda a humanidade se divide entre crentes do Ala e os não crentes, entre muçulmanos e infiéis, e entre os dois deve existir uma eterna hostilidade, um estado de guerra permanente (nem sempre de guerra aberta), até inexoravelmente o islão dominar por todo o lado. Para esta turba, o islão é a verdade e a única verdade. Não existem outras verdades, o único Jesus que conta é o muçulmano e não o cristão, e o único Moisés que conta é o muçulmano e não o Judeu.
E o mesmo raciocínio serve para tudo o mais, as personagens, as histórias... Apropriaram-se e distorceram a história das religiões alheias desde a fundação da ideologia islâmica.
Continua

Sunday, November 29, 2009

Dois Em Um

As reacções ao resultado do referendo na Suíça já começaram. Alguns países islâmicos já garantiram que os suíços irião ser castigados. Entretanto, a corja esquedista aliada dos muçulmanos, já começou a partir e a incendiar propriedade privada em Genéve. As imagens chegam-nos através de uma televisão russa.

É caso para relembrar as palavras do terrorista Bin Laden, em 2003:

"Under these circumstances, there will be no harm if the interests of muslims converge with the interests of socialists in the fight against crusaders, despite our belief in the infedelity of socialists."

Eles não escondem nada. Os idiotas úteis da esquerda são obedientes á "voz do dono".

Monday, November 9, 2009

A Indústria do: "Porque É Que Eles Nos Odeiam?"

O livro mais lido no mundo muçulmano é o Corão. O segundo mais lido é o Mein Kampf do Hitler.

Depois do 11 de Setembro, as análises dos media e das agências governamentais frequentemente colocavam a questão (auto acusatória) da causa de tão profunda animosidade dos muçulmanos para com o Ocidente em geral e para com os EUA em particular. A esmagadora maioria dos "entendidos" no assunto achavam e ainda hoje acham , que eles nos odeiam por qualquer coisa que nós lhes fizemos. O tarado sexual do Bill Clinton chegou mesmo a dizer que o 11 de setembro era o resultado das cruzadas dos reis cristãos europeus, há largas centenas de anos atrás. A sério, não estou a inventar!

Ninguém consegue concordar, no que exactamente teriamos feito, para que eles incinerassem cerca de 3 000 pessoas nas torres gémeas, mais umas centenas em Madrid e mais umas dezenas em Londres, mas existe contudo uma notável unanimidade com a ideia de que, de uma qualquer maneira nós somos os responsáveis por tamanho ódio, e somos nós portanto que teremos o poder de os levar a acabar com tal horrível sentimento e a fazer com que desatem a gostar imensamente de nós.

Uma das sugestões mais comuns dos analistas mais básicos, é de que o ódio resulta do poder da política externa americana e pela maneira como se impõem ao Islão defendendo o Estado de Israel, querendo exportar a democracia para o Iraque e Afeganistão e pelas alianças americanas com autocratas como o Hosni Mubarak, e Pervez de Musharraf, entre outros. Os mais elevados intelectuais apontam ainda o dedo á hegemonia cultural do Ocidente que espalhou a sub cultura degenerada da Madonna, dos McDonalds nas mentes, costumes e tradições tão adoravelmente islâmicas. Portanto, segundo a explicação intelectual da "raiva da rua árabe", os "oprimidos islâmicos" espetaram com aviões a jacto cheios de passageiros contra edifícios em Nova Iorque porque decididamente não gostam do estilo de vida da Britney Spears.

Há uma terceira corrente de análise que observa que os islâmicos nos odeiam simplesmente porque ninguém os ensinou a gostar de nós e portanto eles não sabem como nos amar. Os tipos foram condicionados a odiar-nos, pelos sinistros pregadores radicais anti-ocidentais. Daqui até que as tropas da NATO se transformassem em autênticas empresas de construção civil no Iraque e no Afeganistão, foi um "minuto Nova Iorquino". Para ganhar os corações e a mentes muçulmanas construiram-se escolas, estradas, hospitais e ainda se distribuiram drops, caramelos e chicletes pelas criancinhas.

Todas estas explicações assumem que eles nos odeiam por qualquer coisa que nós controlamos e que se lhes mostrarmos que não somos anti-islâmicos, ao contrário do que afirmam os imams radicais, e que se formos os uns gajos bestiais, humanitários, generosos e simpáticos e polidos eles verão imediatamente que nos podem deixar de odiar. Os nossos jornais e a nossa política está toda ela cheia desta milagreira "boa-vontade".

Só que algo falta nestas considerações que os politicamente correctos multiculturalistas na sua imensa cegueira e estupidez nem lhes passa pela cabeça avaliar. E se nós nada podermos fazer para lhe modificar o conjunto de ideias e preconceitos pelas quais eles nos odeiam? Eles odeiam -nos porque tem as razões deles, as quais nada têm haver com o que lhes fizémos ou não. Todas as análises e as predisposições da indústria do "Porque é que eles nos odeiam?" falham na muito real possibilidade de que o ódio deles tem razões que não podem ser resolvidas pelas nossas próprias acções. Isto é uma perspectiva incómoda porque implica que eles não nos vão deixar de odiar não importe o que façamos ou não. A possibilidade não examinada é de que eles nos odeiam por razões intrínsecas ao seu código civilizacional, que "desenham" claramente nas suas mentes a diferença radical entre aquilo que nós somos e aquilo que eles são.

O fundador da Irmandade Muçulmana é o exemplo acabado da expressão moderna desse sistema de valores civilizacionais imbebidos no Corão e na manifesta assumpção da supremacia dos muçulmanos relativamente a todos os outros seres humanos.

Continua.

Saturday, November 7, 2009

Massacre Em Fort Hood


As notícias do massacre levado a cabo por um muçulmano foram convenientemente "lavadas" na imprensa portuguesa. Tido como o resultado de stress pré-traumático (passe a ironia do conceito) de um psiquiatra devido á angústia que aquele militar sentiria antes de embarcar para uma missão no Iraque e que, segundo os devotos da comunicação social, poderia acontecer a qualquer pessoa independentemente da sua religião. O jornal Público antes mesmo de noticiar os pormenores do acontecimento tratou de inverter isto tudo e colocou a comunidade muçulmana como a principal vítima de tal foguetório. Noticiaram que as diferentes organizações muçulmanas condenaram o major Hassan. Excelente! Mas esqueceram de dizer que essas mesmas organizações nada fazem para que os muçulmanos deixem as ideias jihadistas. Bem pelo contrário! Nunca instituiram qualquer tipo de programa nas mesquitas e nas escolas para que esta "tradição islâmica de matar os infiéis", que levou Hassan a fuzilar os seus colegas, seja ultrapassada. Não cooperam com as forças de segurança ou com o FBI, bloqueiam TODAS, TODAS as medidas anti-jihad e anti-terroristas. O jornal Público também se esqueceu de referir que a CAIR é apoiante do Hamas e é totalmente adversa à liberdade de expressão desde que esta critique o Islão. O sr. Akmed da CAIR, afirmou diversas vezes que "o Islão não está na América para ser igual às outras religiões, mas para se tornar a religião dominante; o Corão deve ser a mais alta autoridade na América." De facto os profissionais de tal jornal andam muito mal informados. Incompetência? Não acredito.
O que é verdadeiramente pornográfico é que esperam que acreditemos nesta cândida versão jornalistica. Esperam que acreditemos que um indivíduo que se alistou nas forças americanas num contexto de 2 guerras no Iraque e do Afeganistão, agora ficasse surpreendido e traumatizado só com a ideia de ir fazer uma comissão num desses países. Nunca lhe teria ocorrido que ser enviado para um desses teatros seria uma possibilidade? É ridiculo! Ele saberia dessa possibilidade há anos. E poderia até pedir a demissão das forças armadas, ou não assinar mais nenhum contrato com elas.
Ao contrário do que os jornalistas querem que nós acreditemos, este assassínio em massa foi um acto jihadista, e claramente premeditado. Para além dos constantes elogios que o Major fazia aos terroristas islâmicos, e aos bombistas suicidas, o muçulmano Hassam deu toda a sua mobília de graça para quem a quissese levar, dias antes de cumprir o seu destino. Ele sabia o que iria fazer e pensava que ia morrer na execução deste atentado. Ele queria morrer. E para quem quer morrer, o Corão diz que "o paraíso está garantido aqueles que matem e que sejam mortos por Alah". É, aliás, a única garantia do paraíso em todo o Corão. Não há outra.

Aquele indivíduo era totalmente devoto, ia à mesquita todos os dias, teve inclusivamente um processo disciplinar na escola médica militar, por doutrinação e proselitismo, portanto é alguém que levava o Islão muito a sério. Ele sabia igualmente que o Corão proibe os muçulmanos de combaterem outros muçulmanos.

A maioria destes profissionaizecos da comunicação social são uns hipócritas e uns imbecis irresponsáveis.

Wednesday, October 7, 2009

There Is No Fun In Islam

Até que o politicamente correcto triunfe totalmente no ocidente a civilização ocidental é de longe superior á islâmica.

Jerusalem Post:

O governo terrorista do Hamas proibiu, na Faixa de Gaza, a condução de motos e motorizadas ás mulheres, com o argumento da protecção ás "tradições árabes". Aliás os motociclos estão de todo vedadas ás mulheres, porque nem no banco de trás podem viajar, mesmo se o condutor for marido, irmão ou filho.

Fascistas até ao mais infímo pormenor.

Thursday, October 1, 2009

Irão Atómico? Não Obrigado!





Os fascistas islâmicos do Irão estão á beira de conseguir armamento atómico. Para além de poderem aniquilar de uma só vez Israel, as ogivas nucleares podem atingir a Europa, quer a partir do Irão quer a partir do Líbano, pelas mãos do grupo terrorista Hezbollah ou do Hamas.

Sunday, September 27, 2009

Um Anel Que A Todos Governa

Um anel que a todos reprime.
Neuromante não inventa sobre os muçulmanos. Limita-se a observar as suas acções e as suas palavras.
Este curto filme mostra a disposição jihadista dos chamados muçulmanos moderados.
Livrai-nos deste mal.

Tuesday, September 22, 2009

Rifqa Barry

Rifqa em tribunal. Se este a enviar para casa dos pais muçulmanos, poderá enfrentar um assassinio de honra.


Rifqa Barry uma jovem americana de 17 anos, filha de pais muçulmanos originários do Sri Lanka, fugiu de casa após se ter baptizado e convertido ao Cristianismo, com medo de ser vítima do tratamento que os muçulmanos dão aos apóstatas - o assassínio. Os seus "amorosos" pais acusaram a própria filha nos tribunais de Ohio e da Florida. Acusaram criminalmente também os Cristãos que deram guarida e protecção a Rifqa depois de ter escapado do inferno da casa dos pais. Todas as organizações muçulmanas estão a dar apoio juridico aos pais de Rifqa, com grande destaque para a CAIR, uma organização islâmica apoiante do Hamas, para que ela seja legalmente obrigada a voltar para casa dos pais, e provavelmente enviada para o Sri Lanka onde será assassinada. Blake and Beverly Lorenz são dois pastores que apoiaram Rifqa após esta ter fugido do Ohio para Orlando. O advogado dos pais após ter acusado o advogado de defesa de Rifqa de ter ligações á extrema direita, (tudo o que lhes faz frente é considerado islamofobo ou de extrema direita) pediu uma investigação criminal à família Lorenz. Como resultado, por decisão do juíz, nenhum membro da família Lorenz pode agora conviver ou visitar Rifqa, incluido os filhos daquele casal. Rifqa vai ficar por enquanto a custódia do Florida Department of Children and Families.

Vamos acompanhar este processo e esperar que a lei americana confirme a sua libertação da submissão ao Islão.

Another brick out of the wall, I hope

Sunday, September 20, 2009

Processados em Inglaterra por defenderem Jesus.


Ben e Sharon Vogelenzang foram acusados de terem desrespeitado a lei inglesa, Section 5 of the Public Order Act – que pune as ofensas de teor religioso, entre outras. Se for provado as acusações, o casal enfrenta uma multa 2,500 libras cada um e ficam com cadastro registado.

Uma mulher muçulmana hóspede do Bounty House Hotel em Liverpool que é gerido pelos Vogelenzangs, acusou-os á justiça, após uma conversa de teor religioso entre aqueles hoteleiros e a dita cuja.

O tópico do debate era Jesus, que a muçulmana arrogantemente considerava um profeta menor do islão. Os Vogelenzang, cristãos praticantes, afirmavam que Jesus é Filho de Deus, tal como o Cristianismo ensina.
Alegadamente, o sr. Vogelenzang de 53 anos, teria dito que o Maomé era um senhor da guerra (o que é verdade). A sua mulher, de 54 anos, foi referida como tendo dito que o vestúario das mulheres muçulmanas são uma forma de prisão (bondage foi a palavra utilizada) - o que é verdade também.

Parece que a maomatana se enquadra naquele tipo de muçulmanos que a imprensa multicultural ocidental ternuramente gosta de apelidar de moderados. Aqui está mais uma prova que mesmo moderados os muçulmanos são a argamassa da jihad. O que está aqui em causa, é a liberdade religiosa e a liberdade de expressão, coisa com que os muçulmanos, mesmo moderados, têm enorme dificuldade em perceber e em conviver. Sempre que podem censuram, porque segundo as leis da dhimmitude, os não-muçulmanos, não podem, a qualquer título criticar ou contrariar, quer a religião islâmica supremacista, quer qualquer muçulmano.
Para além da estupidez de tal queixa na polícia, este episódio demonstra que os muçulmanos não são dignos de qualquer conversa civilizada e que não passam de bufos pidescos prontos a denúnciar qualquer pessoa, desde que os seus pontos de vista religiosos sejam criticados ou parodiados. Embora não apreciem a liberdade dos países democráticos laicos para onde imigraram, por qualquer razão obscura teimam em cá viver. Se não gostam vão embora. Goodbye que eu good-fico.
Esperemos que os senhores Volelenzang sejam ilibados.

Monday, September 7, 2009

Pura Maldade.

Neste momento milhares de pessoas são torturadas e violadas nas prisões iranianas. Onde estão os fariseus ocidentais dos direitos humanos?

Enquanto entre nós alguns se entretêm a imaginar violações aos direitos humanos realizados pela administração Bush, talvez para não repararem onde essas violações ocorrem a sério, nos calabouços iranianos, as vítimas do nazi-fascismo-islâmico são torturadas impiedosamente, sem que estes fariseus ocidentais se dignem a proferir uma única palavra de protesto. Antes preferem, como Obama fez, elogiar o Islão, como "uma grande religião comprometida com a justiça e o progresso". Se não fosse trágico para as vítimas deste fascismo, dava para rir. Actualmente as celas das prisões iranianas estão cheias de homens e mulheres que se manifestaram há 2 meses contra a fraude eleitoral, onde estão a ser torturados(as) impunemente.


Vamos então ver, como é que se pratica a justiça e o progresso do islão, pelas palavras "sábias" de Ayatollah Mohammad Taqi Mesbah-Yazdi a partir de uma entrevista que deu a um orgão de comunicação.

Perguntado se uma confissão obtida "por aplicação de pressão psicológica, emocional e física" era "válida e considerada conforme ao Islão," Mesbah-Yazdi respondeu:

"Obter a confissão de qualquer pessoa que seja contra os Velayat-e Faqih, "Guardiães da Justiça Islâmica", outro nome para o regime dos mullahs iranianos, "é permitida sob qualquer condição". O ayatollah deu resposta idêntica quando perguntado se as confissões obtidas pela utilização de estupefacientes e opiáceos no prisioneiro, são conformes ao islão.

Relativamente aos assaltos sexuais:

Pergunta:

"Pode um interrogador violar sexualmente um prisioneiro para obter um confissão?


Mesbah-Yazdi respondeu: "As precauções necessárias para o interrogador, são o ritual de rezar enquanto viola o prisioneiro. Se for uma prisioneira é permitido violá-la quer na vagina quer no anús. É melhor não ter testemunhas presentes neste caso. Se for um prisioneiro, é aceitável ter testemunhas enquanto a violação é cometida."

E neste caso da violação de prisioneiro masculinos não é considerado sodomia?

Ayatollah Mesbah-Yazdi: " Não, porque não é consensual. Se o prisioneiro mostrar que está a gostar de ser violado este tratamento não deve ser repetido."

Questionado acerca da violação de virgens o Ayotolha respondeu:

" Se o veredicto para a prisioneira fôr a execução, então a violação antes da execução dá ao algoz um prémio espiritual equivalente ao de ter feito a perigrinação a Meca (Haj), mas se a execução não for decretada, então o prémio da violação é equivalente a fazer a peregrinação a Karbala.

Se isto isto não é pura e simples maldade... Por falar nisto! Onde pára a Amnistia Internacional?
Porcos e sádicos.