Neste clip podemos o ódio ao judeus nutridos pelos jovens muçulmanos. Os argumentos parecem ser tirados do Mein Kampf de Hitler.
Sunday, March 14, 2010
Muçulmanos Admiram Hitler e Atacam Judeus Na Noruega.
Saturday, March 13, 2010
Multidão de Muçulmanos Ataca Cristãos Coptas.
O Islão vive no esgotoO ataque que ocorreu na província de Mersa Matrouth, nordeste do Egipto, resultou em 25 feridos da comunidade de Cristãos Coptas, incluindo mulheres e crianças.
Pelas 5 da tarde de ontem um grupo de 300 beduínos muçulmanos e de salafitas desataram atirar pedras para o deifício em construção. Segundo testemunhas, as forças de segurança não foram suficientes para evitar o ataque. A polícia lançou gás lacrimogéneo e prendeu dezenas de pessoas, incluino Cristãos que eram as vitimas. Só esta madrugada, com a chegada de reforços vindos de Alexandria, é que os Coptas sitiados no interior do edifício, regressaram a suas casas.
Enquanto por cá os muçulmanos constroem mesquitas ás centenas, os Cristãos nos países muçulmanos são perseguidos e oprimidos. Até quando teremos que aturar isto?
Saturday, February 27, 2010
A "Religião da Paz" Declara Outra Guerra Santa

“Any Muslim in any part of the world who works with Switzerland is an apostate, is against (the Prophet) Mohammad, God and the Koran,” (Qualquer muçulmano em qualquer parte do mundo que trabalhe com a Suiça é um apostata, é contra Maomé, Alá e o Corão), afirmou Gaddafi durante um meeting na cidade de Benghazi assinalando o aniversário do profeta.
“The masses of Muslims must go to all airports in the Islamic world and prevent any Swiss plane landing, to all harbors and prevent any Swiss ships docking, inspect all shops and markets to stop any Swiss goods being sold”. (As massas de muçulmanos devem-se dirigir a todos os aeroportos dos países islâmicos para prevenir qualquer aterragem de qualquer avião suíço, devem-se dirigir a todos os portos para prevenir qualquer atracagem de barcos suíços, inspeccionem todas as lojas e mercados para impedir que qualquer produto suíço se venda).
Estas afirmações revelam bem a genética dos muçulmanos. Primeiro sentem-se perfeitamente á vontade para interferir em assuntos internos de países não islâmicos. Segundo, isto é uma declaração de guerra contra a Suiça, e esperemos que os suiços actuem em conformidade. Talvez um míssil na tenda de babuíno, perdão de beduíno, não fosse má ideia. Terceiro, é a evidência que a Europa da UE está fora do alcance desta jihad lançada por Gaddaffi, porque já é considerada, por eles, muçulmana - a famosa Eurábia. Como provam aliás as palavras da intervenção da inacreditável Baronessa Ashton, representante da politica externa da UE. A senhora afirmou que "se estes relatos são verdadeiros, vêm em momento inapropriado." É caso para perguntar a esta lady, que momentos serão os mais apropriados para lançar uma jihad contra o Ocidente? Uma pobreza...
Friday, January 29, 2010
Sarkozy Apela à Tolerância Com Os Muçulmanos.
Por cá também os apaziguadores do costume deitam faladura barata a propósito do Holocausto. A táctica agora utilizada, é verterem lágrimas de crocodilo sobre os 6 milhões de judeus mortos pela barbárie genocída nazi, e imediatamente de seguida atacar Israel, deixando nas entrelinhas que os palestinianos estão a sofrer dos israelitas o que os judeus sofreram na II Guerra Mundial. Foi esta a táctica usada por Angelo Correira no telejornal das 9 da SIC Notícias. Angelo Correia, é um destacado defensor dos interesses árabes em Portugal e como dhimmi que se preza não perde uma oportunidade da defender os muçulmanos, mesmo quando são eles os agressores, fazendo-nos passar a todos por parvos e aqueles por vítimas. Até aqui nada de novo. É uma conhecida narrativa da jihad furtiva posta em acção em todo o mundo, adoptada pela esquerda pós-moderna, e pelos tolos de direita como é o caso, embora mais sofisticado, de Angelo Correia. Para o piedoso barão do PSD aparentemente não o incomóda que os descendentes do Mufti de Jerusalém (tio de Arafat com escritório em Berlim onde aconselhava o III Reich na implementação da solução final e acabando condenado em Nuremberga) gritem alto e em bom som, que Israel deve ser completamente varrido do mapa.
Faço minhas as palavras do blog o Lidador: "A “causa palestiniana” não é assim a virgem pudica que a propaganda anti-semita quer fazer crer, mas uma puta velha e batida.
Só os tontos se deixam enganar pelo rímel."
Monday, January 11, 2010
A Europa Pode-se Tornar Um Novo Líbano (3)

Estas alterações demográficas criaram grande pressão política para modificar a estrutura do governo no sentido de rever o Pacto Nacional Libanês de 1943, que regulava a representação das diferrentes comunidades nos governos. Quandos os muçulmanos atingiram a maioria da população começaram a exigir mais poder no executivo. Os cristãos insistiam que a presidência permanecesse em mãos cristãs. O impasse prolongou-se por alguns anos, mas ninguém nas comunidades cristãs imaginava que os seus vizinhos muçulmanos os iriam chacinar num futuro próximo. O problema tornou-se mais complicado quando o Líbano, em 1968, aceitou receber a segunda vaga de refugiados palestinianos. A primeira vaga chegou ao Líbano em 1948 e 1949, quando Israel declarou a sua independência, e no minuto seguinte cinco exércitos de árabes combinados o invadiram. A segunda vaga, chegou depois da Guerra dos Seis Dias em 1967. Os árabes colocaram os seus exércitos em prontidão de ataque para fazer desaparecer Israel do mapa. Os palestinianos saíram para o Líbano e Jordãnia, convencidos que poderiam voltar após a derrota de Israel. Os árabes levaram um "banho" militar, e tantos os jordanos como os libaneses ficaram com o problema dos palestinianos refugiados na mão. Rapidamente a OLP desestabilizou a Jordânia, constituindo-se como um Estado dentro do Estado. O rei Hussein pôs o seu exército em acção e correu com a OLP de Yasser Arafat, num tumulto de sangue que ficou conhecido como o Setembro Negro. Nessa altura, muitos guerrelheiros palestinianos foram-se proteger junto das tropas israelistas da fúria assassina dos jordanos.
A Europa Pode-se Tornar Um Novo Líbano (2)

Os árabes invadiram a Fenícia no século VII, (agora chama-se Líbano), e resistiram com sucesso durante séculos, a perseguições, massacres, limpeza étnica, praticados pelos muçulmanos onde quer que se instalem. Obrigados a praticar a cultura árabe, (os libaneses cristãos falam árabe) praticavam também a cultura ocidental. Os próprios ocidentais, erradamente consideram-nos árabes.
Os libaneses tinham orgulho no multiculturalismo vivido naquelas paragens (um erro fatal, digo eu). Orgulhavam-se das diferentes raças, desde as pessoas de cor escura, até aos olhos azuis e cabelos loiros. Devido á posição geográfica do Líbano, na transição do Ocidente para o Oriente, a miscigenação era grande. Os mercadores libaneses levavam noivas da Europa para casar com libaneses. Desde tribos de beduínos, ciganos, xiitas, sunitas, uma variedade grande de seitas cristãs, pessoas que vestiam de maneira completamente diferente, desde o tradicional beduíno até ao Christian Dior e Yves Saint Laurent, desde o conservador até ao dandy. No fundo tirando os beduínos, o mesmo se passa na Europa actual, para assombro dos multiculturalistas.
No entanto, por baixo das aparências, as relações entre as diferentes religiões e etnias estavam longe de ser perfeitas. Apesar da prosperidade do país a experiência democrática era penosa e precária devido aos ódios antigos e persistentes. As sucessivas gerações de cristãos tinham bem presentes os massacres e violações perpetradas pelos muçulmanos ao longo dos séculos, e estes nunca esquecem a obrigação básica de qualquer muçulmano – o domínio absoluto do Islão. A tolerância, embora superficial, das diferentes comunidades resultava só de uma situação: os muçulmanos eram minoritários.
A Europa Pode-se Tornar Um Novo Líbano (1)
Contudo, é na Europa que o maior crescimento da religião islâmica se está a verificar. Conduzidos pela emigração e por altíssimas taxas de reprodução, o número de muçulmanos triplicou nos últimos 30 anos. As previsões demográficas prevêm que as suas taxas de reprodução continuam elevadas e as dos europeus baixas. Este crescimento colocar-nos-á ainda mais nas mãos dos radicais, muito mais do que hoje já acontece. Será o início da guerra com o Islão. Esta alteração demográfica é uma duplicação exacta do que aconteceu no Líbano, e já está a produzir grandes efeitos por toda a Europa. Para os distraídos, os cépticos ou ainda os dhimmis de esquerda e de direita, podem tomar conhecimento, ao pormenor do que aconteceu naquele país, lendo o arrepiante livro "Because They Hate", de Brigitte Gabriel, uma mulher que viveu na pele a guerra civil líbanesa a partir dos 12 anos de idade. Ao atingirem a maioria demográfica no Líbano, os muçulmanos destruiram a igualdade entre as religiões e mudaram completamente o tecido social do país, uma vez chamado a Suíça do Médio Oriente. Podemos antever o que nos espera, pelas pressões que os muçulmanos na Europa já hoje fazem, impedindo qualquer crítica ao Islão, pelos constantes apelos á jihad contra nós feitos em mesquitas, pelas tentativas, a maioria das vezes bem conseguidas, em afastar as culturas hospedeiras para que os valores culturais islâmicos se instalem. Estão a exigir que as empresas Europeias, (nomeadamente na Inglaterra e nos USA) deêm tempo aos empregados muçulmanos para as 5 orações diárias. A Dell Computers, entre outras já cedeu a tais pretensões. E isto é só um pequeno exemplo. Nas estações de rádio e de televisão, os convidados conjuntamente com os jornalistas, observam com rigor submisso, todo e qualquer comentário sobre o Islão que possa ofender os crentes desta religião. Foi o caso de Michael Graham, humorista e comentador político que foi despedido da ABC, por ter ligado o Islão ao terrorismo, devido ás pressões da famosa CAIR (Council on American-Islamic Relations).
Thursday, January 7, 2010
Limpeza étnico-Religiosa Prossegue No Egipto

Enquanto a esquerda europeia militou contra a interdição dos minaretes na Suiça, perante mais um acto assassino contra os cristão Coptas no Egipto, não se lhes ouve um piu. A ESQUERDA EUROPEIA É DHIMMI E FAZ TODOS OS POSSÍVEIS PARA LEVAR A ÁGUA DO ISLÃO AO SEU MOINHO.
Três homens num carro metralharam uma multidão de pessoas que saíam de uma igreja Copta onde assitiram á missa do galo, matando sete jovens. O Ministro do Interior Egípcio em declarações à imprensa disse que suspeita que o ataque de quarta feira foi uma retaliação à violação de uma rapariga muçulmana por um cristão. Segundo a mesma fonte, um dos atacantes teria sido identificado.
O ataque aconteceu na pequena cidade de Nag Hamadi na província de Qena a cerca de 64km das famosas ruínas de Luxor.
Este acto hediondo foi antecedido por semanas de terror como só os muçulmanos sabem fazer, com ameaças de morte aos cristãos daquela diocese, de distúrbios onde foram incendiadas casas de Coptas culminando com este assassinio a la Al Capone style.
Os cristãos coptas no Egipto não são árabes. São os verdadeiros descendentes dos antigos egípcios. São descriminados a todos os níveis e a limpeza étnica feita pelos islâmicos sobre os Coptas continua.
Esperemos que o socialista Dr. Jorge Sampaio que tanto se ufanou contra a proibição dos minaretes, agora como Alto Representante da ONU para a Aliança das Civilizações diga lá qualquer coisinha em defesa daquela gente oprimida pelos filhos de Ala.
Friday, January 1, 2010
Ano Novo Vida Antiga.
São os muçulmanos moderados no seu melhor.
A al-Bebeceera dá notícias das actividades terroristas dos seus
Saturday, December 5, 2009
Pressão Sobre A Suiça (2)
Ali Gomaa vive num país onde os edifícios de qualquer religião não islâmica estão completamente degradados (ao contrário do que acontece com as mesquitas na Europa) e assim continuam. Só em circunstâncias muito especiais, para turista ocidental ver, é que são reparadas.
Ali Gomaa vive num país que faz parte de uma população árabe e muçulmana mundial, em que alguns desses países proibem totalmente a existência de igrejas (Arábia Saudita, por exemplo). A maioria dos outros países muçulmanos tornam impossível, quer a manutenção das antigas quer a construção de novos igrejas.
Bem, e relativamente ás sinagogas, aos templos budistas e hindus, nem vale a pena escrever, uma vez que sendo associados aos judaismo, hinduismo e budismo, são considerados artefactos de um tempo passado que o islão pura e simplesmente destruiu.
Ali Sina, considerado apóstata porque deixou o islão, escreveu "que todas as grandes religiões observam a regra dourada do código de conduta (faz aos outros aquilo que queres que te façam a ti) com a excepção do islão. A regra de ouro para o islão é, tudo aquilo que promove a expansão do islamismo e a sua dominação, é sagrado. E o verdadeiro objecto de adoração no islão, é o islão. Para os seus crentes a Verdade é o Islão, verdade essa que lhes dá o direito de dominarem os outros, permitindo todo o tipo de meios (e de armas), para atingir os seus fins - a subjugação dos infiéis.
Ali Gomaa não está a ser hipócrita quando ataca a Suíça por ter votado contra os minaretes. Nunca lhe ocorreu, porque simplemente não lhe entra na cabeça, que as mesmas regras se devem aplicar ao islão como se aplicam ás outras religiões. Ele nunca considerou que as maneiras como os muçulmanos tratam as estruturas das outras religiões possam vir ser as mesmas com que os outros povos tratam as estruturas religiosas muçulmanas, uma vez que o Ocidente, agora começou a perceber o que realmente está em causa. As mesquitas não são só locais de culto, mas funcionam como postos avançados de recrutas para a jihad, onde os seus militantes e escravos são tratados com lavagens ao cérebro diárias para a glória do islão.
No universo mental de Ali gomaa e de milhões de muçulmanos, eles não admitem que em qualquer parte do mundo se imponham limites aquilo que os muçulmanos podem ou não fazer. Bem como, é inadmissivel que os não muçulmanos nas terras dominadas por muçulmanos possam reinvidicar direitos iguais. Ambas as situações são ofensivas porque se julgam superiores.
Thursday, December 3, 2009
Pressão Sobre A Suiça (1)
Por outro lado, os estados autoritários, especialmente os comunistas ou ex-comunistas, violam a liberdade religiosa bem como outros direitos cívicos com a finalidade de manterem o controle político das populações. Contudo, as nações islâmicas são únicas na voluntariedade à perseguição de minorias religiosas com fins religiosos. Membros de confissões minoritárias nos países muçulmanos são frequente e deliberadamente atacados, encarcerados e mortos. Mesmos nos estados muçulmanos mais moderados, como o de Marrocos por exemplo, o governo deteve ex-muçulmanos convertidos ao cristianismo, expulsou missionários cristãos e proibiu "material não islâmico e o proselitismo".
O mufti egípcio Ali Gomaa a propósito da proibição dos minaretes afirmou :"This proposal...is not considered just an attack on freedom of beliefs, but also an attempt to insult the feelings of the Muslim community in and outside Switzerland." Devo informar que Ali Gomaa é um exemplo, ou melhor um espécime, cujos padrões mentais devem ser cuidadosamente analisados. Reparem bem na fúria do ataque ao Ocidente, neste caso à Suíça.
Neste país, o Islão não tem História, não tem ligações orgânicas, os muçulmanos chegaram sob pretenções diversas, "acamparam" e comportam-se, bem no centro do seu histórico inimigo, com todas as suas razões, que de qualquer maneira não devem e nem podem ser questionadas, nem ponderados os impactos que a sua presença ali origina, na cultura, nos costumes, na demografia, na paisagem e nas políticas locais. Sentem-se no direito de empregar quaisquer instrumentos de pressão e de dominação, incluindo a chantagem dos países milionários do petróleo.
Os minaretes são completamente desnecessários nesta Era dos computadores e no país dos relógios, para avisar os cretes da hora de oração. Muitos dos muçulmanos que vivem na Suíça poderão observar as 5 horas de prostação diária para Meca em caros Rolex, e dispensar os uivos dos muezzins eletronicamente amplificados, do alto dos minaretes.
Não há necessidade do minarete. Mas o minarete é um poderoso símbolo de dominância e sempre foi visto como tal. Todos nós o sabemos, menos os idiotas úteis que fingem que não sabem. Eles substituem as torres e os campanários da Igrejas que estejam na vizinhança. Para o Islão sempre foi importante construir mesquitas em pontos altos. O mesmo aconteceu na Europa onde o Islão temporariamente dominou e actualmente pode ser visto em Granada, por exemplo, onde a mesquita há poucos anos abriu e onde os estridentes e sinistros discursos podem ser ouvidos a quilómetros.
O Islão é baseado na ideia que toda a humanidade se divide entre crentes do Ala e os não crentes, entre muçulmanos e infiéis, e entre os dois deve existir uma eterna hostilidade, um estado de guerra permanente (nem sempre de guerra aberta), até inexoravelmente o islão dominar por todo o lado. Para esta turba, o islão é a verdade e a única verdade. Não existem outras verdades, o único Jesus que conta é o muçulmano e não o cristão, e o único Moisés que conta é o muçulmano e não o Judeu.
E o mesmo raciocínio serve para tudo o mais, as personagens, as histórias... Apropriaram-se e distorceram a história das religiões alheias desde a fundação da ideologia islâmica.
Sunday, November 29, 2009
Dois Em Um
Monday, November 9, 2009
A Indústria do: "Porque É Que Eles Nos Odeiam?"
Saturday, November 7, 2009
Massacre Em Fort Hood

O que é verdadeiramente pornográfico é que esperam que acreditemos nesta cândida versão jornalistica. Esperam que acreditemos que um indivíduo que se alistou nas forças americanas num contexto de 2 guerras no Iraque e do Afeganistão, agora ficasse surpreendido e traumatizado só com a ideia de ir fazer uma comissão num desses países. Nunca lhe teria ocorrido que ser enviado para um desses teatros seria uma possibilidade? É ridiculo! Ele saberia dessa possibilidade há anos. E poderia até pedir a demissão das forças armadas, ou não assinar mais nenhum contrato com elas.
Aquele indivíduo era totalmente devoto, ia à mesquita todos os dias, teve inclusivamente um processo disciplinar na escola médica militar, por doutrinação e proselitismo, portanto é alguém que levava o Islão muito a sério. Ele sabia igualmente que o Corão proibe os muçulmanos de combaterem outros muçulmanos.
A maioria destes profissionaizecos da comunicação social são uns hipócritas e uns imbecis irresponsáveis.
Wednesday, October 7, 2009
There Is No Fun In Islam
Até que o politicamente correcto triunfe totalmente no ocidente a civilização ocidental é de longe superior á islâmica.Thursday, October 1, 2009
Irão Atómico? Não Obrigado!
Os fascistas islâmicos do Irão estão á beira de conseguir armamento atómico. Para além de poderem aniquilar de uma só vez Israel, as ogivas nucleares podem atingir a Europa, quer a partir do Irão quer a partir do Líbano, pelas mãos do grupo terrorista Hezbollah ou do Hamas.
Sunday, September 27, 2009
Um Anel Que A Todos Governa
Neuromante não inventa sobre os muçulmanos. Limita-se a observar as suas acções e as suas palavras.
Este curto filme mostra a disposição jihadista dos chamados muçulmanos moderados.
Livrai-nos deste mal.
Tuesday, September 22, 2009
Rifqa Barry
Rifqa em tribunal. Se este a enviar para casa dos pais muçulmanos, poderá enfrentar um assassinio de honra.Sunday, September 20, 2009
Processados em Inglaterra por defenderem Jesus.

Alegadamente, o sr. Vogelenzang de 53 anos, teria dito que o Maomé era um senhor da guerra (o que é verdade). A sua mulher, de 54 anos, foi referida como tendo dito que o vestúario das mulheres muçulmanas são uma forma de prisão (bondage foi a palavra utilizada) - o que é verdade também.
Monday, September 7, 2009
Pura Maldade.
Neste momento milhares de pessoas são torturadas e violadas nas prisões iranianas. Onde estão os fariseus ocidentais dos direitos humanos?Enquanto entre nós alguns se entretêm a imaginar violações aos direitos humanos realizados pela administração Bush, talvez para não repararem onde essas violações ocorrem a sério, nos calabouços iranianos, as vítimas do nazi-fascismo-islâmico são torturadas impiedosamente, sem que estes fariseus ocidentais se dignem a proferir uma única palavra de protesto. Antes preferem, como Obama fez, elogiar o Islão, como "uma grande religião comprometida com a justiça e o progresso". Se não fosse trágico para as vítimas deste fascismo, dava para rir. Actualmente as celas das prisões iranianas estão cheias de homens e mulheres que se manifestaram há 2 meses contra a fraude eleitoral, onde estão a ser torturados(as) impunemente.
Mesbah-Yazdi respondeu: "As precauções necessárias para o interrogador, são o ritual de rezar enquanto viola o prisioneiro. Se for uma prisioneira é permitido violá-la quer na vagina quer no anús. É melhor não ter testemunhas presentes neste caso. Se for um prisioneiro, é aceitável ter testemunhas enquanto a violação é cometida."




