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Sunday, May 17, 2009

STOP THE ISLAMIZATION OF EUROPE

Este video foi retirado do YouTube. A farsa pseudo democrática continua. Os interreses dos islâmicos prevalecem. É o fim do Iluminismo e das sociedades livres europeias.

Como as legendas estão muito pequenas deixo aqui o texto proferido no discurso:

"Dear friends, first I would like to thank you for being here, and for your courage in taking part in this stop is Islamisation demonstration.For a long time I had been convinced that the dictator had been beaten down in Germany in 1945, and that democracy had won.I was mistaken. In practice, a right wing dictator has just been swapped for a left wing dictator.A National Socialist dictator was replaced by a politically correct, multi-culti dictator.And the violence, the attempts to silence us, the smears of “racism” and “fascism” against respectable citizens who are opposed to the Islamisation of their town, that is unacceptable to Cologne and to Germany.Dear friends, multiculturalism is that Islamic Trojan horse, and mass immigration has led to our European identity and civilisation being threatened, and multiculturalism has also led to the loss of our pride in our own cultural identity and uniqueness.That Islamisation of Europe spreads further every day, yet almost no one dares to protest through fear of the intellectual and psychological terror from the left.Friends, Islam is like a cuckoo which lays its eggs in the European nest, and multiculturalism forces us to nurture these Islam-eggs.The eyes of the political elites will only be opened when they are pushed out of the nest.Yes, mass immigration from the Third World threatens our identity and our standard of living.Yes, Islam wants to dominate all of Europe, and it uses the mass immigration as a terrifying weapon.Yes, Islam is incompatible with many aspects of Western European civilisation, our norms and values.The multi-culti society in Western Europe leads to cultural apartheid, to cultural ghettos where loyal ayatollahs are in control.In East ghettos the European norms and values are not recognised, and the locals had to suffer most of the ensuing lawlessness. Multi-culti societies are basically conflict societies, and “multicultural” equates to “multi-conflict” and “multi-criminal”.
Friends, our misplaced tolerance is undermining our own ability to defend ourselves, and makes it impossible for us to protect ourselves against catastrophic foreign influences and domination.The immigration tsunami opens the gates of our continent to backwardness, poverty and underdevelopment.The anti racist denounced every attempt to hold onto our own cultural identity and cultural uniqueness.The multi-culti mindset, under the mask of equality and tolerance, is leading to the colonisation of Europe by Islam.(Shout from crowd “we don’t want it!”)friends, we find ourselves at a crossroads, either we let this situation continue which will lead to the Islamisation of Europe, to a kind Eurabia, or we say a radical NO to radical Islam, and we make it clear to the Islamist that their ideology does not belong in Europe.Our response should be strong, clear and aggressive, and I would like to quote the Austrian bishop who said:“Charles Martel forced Islam back at Poitiers in 732, and in 1683 near Vienna, Islam was again forced out.And if it is necessary, then for a third time we should also force Islam back to the place it belongs, namely the far side of the Mediterranean Sea.”
Friends, it is clear in any case that the left wing intellectuals and politicians behave increasingly as collaborators with Islam, and through the multi-culti society and mass immigration they are pushing for Islamic domination over us.The ideologues of the 60s have, through decades of leftism and progressivism, developed a “down with us” mentality.In a masochistic desire for self-destruction, they have made sure that any opponents of the huge immigration invasion are seen as racists.Today we see that leftist so-called intellectuals even preferred to form an alliance with the radical representatives of Islam, rather than to repudiate their multi-culti delusions.Perhaps, dear friends we should send the collaborators on a fact-finding trip to Nigeria, to Saudi Arabia, or to Gaza, so they can be well informed as to how Islam deals with such collaborators.Dear friends, Cologne is today the capital of the European resistance movement against the Islamisation of Europe.We don’t want any Koran schools, nor Islamic centres or mosques on every street corner.We are tired of the women in burkas and chadors, an insult to every emancipated woman.We are tired of the Arabic and Turkish writing on the front of shops, windows and products.We are disgusted by the ritual slaughter of animals. We do not want any Islamic symbols or food or hijabs in our schools.We want the Islamisation of our towns and districts to stop.Europe, my dear friends and comrades, is indeed a continent of castles and cathedrals, and not of minarets and mosques."

Parece mentira mas não é: Acabei de saber que a história infantil dos 3 porquinhos foi censurada na Inglaterra para não ofender a moral do fascismo islâmico. E esta hã?

We won't submit, we won't let them take our freedom away, they will not tell us what to do.

Sunday, May 3, 2009

Jornalistas Corruptos em Acção

É um fenómeno global. A começar pela peixeira socialista Ana Gomes, que quando fala de Obama entra em êxtases orgásmicos de quem parece que acabou de copular. Lubrificada pela partilha dos "valores de esquerda", a retórica geralmente atrapalhada da eurodeputada ganha fluidez e intensidade... até à exaustão física e moral. Uau!
A maioria dos políticos (mesmo alguns palermas da direita europeia como o lírico Durão Barroso) e analistas deste terceiro calhau a contar do Sol, demonstram estar sentimentalmente ligados ao charme de Obama, acima de qualquer racionalidade dos factos políticos criados por esta ainda verde admnistração americana. Na verdade Obama ainda nada provou e as tão elogiadas medidas de combate à crise, não estão a resultar. Mas o enlevo continua. Daqui até á masturbação intelectual, is a New York Minute. Estranho, ou talvez não, é atitude dos jornalistas que se encaminham por tais vias eróticas e esquecem a principal função do bom jornalista que é o da imparcialidade. Não estão a ver a coisa? Então espreitem lá este pequeno filme e compararem os comportamentos (jornalistas levantam-se quando Obama entra na sala e com Bush permaneciam sentados) destes palhaços, nas conferências de imprensa de Bush e como se comportam actualmente com Obama. Tristes trastes...

Sunday, May 25, 2008

Casamentos (3)


Estes casamentos têm consequências sociais enormes. Permitem que mais e mais membros das extensas familias muçulmanas se estabeleçam na Europa e gozem da prosperidade ocidental. E travam, ou mesmos invertem, qualquer progresso de ocidentalização das esposas nascidas europeias. Por outras palavras, a doença da integração é prevenida injectando na parte europeia da família fortes elementos de "valores tradicionais" pelos recém chegados. Claro que estes valores tradicionais são os da hostilidade ao pluralismo, à tolerância, democracia e igualdade entre os sexos. Estas inoculações anti cultura ocidental, provam-se extremamente efectivas.
Para os machos-pais, este esforço de anti-integração é particularmente urgente, porque as raparigas crescem e tomam consciência da liberdade que as mulheres gozam nas sociedades ocidentais. Por isso, estes casamentos forçados ocorrem com raparigas cada vez mais jovens. Uma rapariga que desobedeça aos ditames dos machos da família pagará o preço mais duro; o da própria vida.
Se alguma esperança existe numa revolução das populações muçulmanas que habitam a Europa, ela reside na emancipação da mulher. É por aí que temos que seguir.

Casamentos (2)


O seu marido prospectivo, quase de certeza, será membro da famíla da rapariga, provavelmente seu primo, em primeiro ou segundo grau. Ela pode ou não ter-se encontrado com ele antes de casar. Ela pode ou não gostar dele. Provavelmente não quererá casar-se com ele. Mas de certeza que ela obedecerá. Porque ela sabe o que lhe pode acontecer á saúde se não quiser casar. (Os rapazes também são forçados a casarem-se, mas correm menos riscos se recusarem a fazê-lo.)

Storhaug e Karlsen chamam " comércio humano moderno" ao casamento arranjado ou forçado. Eles também apontaram um facto que a maioria dos políticos europeus preferem ignorar - que o casamento forçado também envolve sexo forçado, isto é violação, numa base diária. O Serviço dos Direitos Humanos da Noruega estudou 90 casos de casamento forçado e concluiu que só 3 mulheres não foram violadas - porque, das duas uma, ou fugiram a tempo ou o casamento só constituiu um pro forma.

As raparigas forçadas ao "casamento" que tentam lutar contra os "maridos" na noite de núpcias não podem esperar que a família venha em seu auxílio.Uma miúda disse que quando gritou por ajuda, os pais do marido, ainda celebravam o casamento na sala ao lado, aumentaram o volume da música." Outra rapariga disse, "Nunca esquecerei o dia seguite à noite de núpcias, quando, toda a gente via a minha cara de sofrimento. Mesmo a minha própria mãe não deu qualquer sinal de apoio ou conforto ao meu desgosto".

Casamentos (1)


Durante muito tempo, muitos académicos e políticos viam o casamento entre os nativos europeus e os emigrantes, como a chave da integração. Aqueles assumiram que quando os filhos dos imigrantes crescessem, casavam com europeus e teriam crianças europeias. Os Ghettos progressivamente desapareceriam. Mas isto não aconteceu! Porquê? Porque a quantidade de inter casamentos e de intregração permaneceu marginal - e os ghettos estão a expandir-se. Porquê? A resposta dá-se em duas palavras - reunificação familiar. Sob as leis europeias, se você for um emigrante ou um residente permanente, a sua esposa, as crianças e outros membros familiares podem também habitar na europa consigo. Muitas comunidades de imigrantes através de um truque pragmático na tradição dos casamentos arranjados exploraram a lei brilhantemente - e fazendo isto, mudaram a face, quer da Europa Ocidental, quer do casamento Muçulmano.

Imagine, se poder, uma rapariga cujos pais se mudaram de Marrocos para a Bélgica antes dela nascer. Ela é uma cidadã belga porque nasceu na Bélgica e tem todos os direitos e deveres que assistem qualquer cidadão belga. Mas quando a rapariga atingir os seus quinze anos, mais ou menos, o seu pai arranjar-lhe-á uma marroquino para casar em Marrocos, ou o menos provável, algum marroquino na comunidade belga, holandesa ou francesa de marroquinos.