Sunday, March 30, 2008

Porque é que os esquerdistas amam os islamistas?





Porque ideologicamente são muito próximos. Claro!

Friday, March 28, 2008

Fitna






Geert Wilders colocou um excelente video de 15 minutos, sobre o fascismo islâmico, on-line. Claro que o deputado holandês teve imensas dificuldades em publicar o vídeo nos circuitos comerciais e produzi-lo sob a forma de DVD, e até colocá-lo on-line na net. O próprio primeiro-ministro holandês tentou que ele desistisse do projecto. As dificuldades que qualquer pessoa(e os impropérios que têm de suportar ouvir) sente (algumas vezes na pele) na crítica ao Islão, é o exemplo acabado, da subserviência das instituições desta civilização de dhimmitude em que se tornou a Europa. Qualquer indivíduo que coloque questões sérias acerca dos problemas reais e sérios que a imigração islâmica coloca aos europeus, é logo rotulado de fascista, porco nazi, racista e outros mimos do género. O que é fantástico, é que, tanto Geert Wilders como Pym Fortuyn (antes de ser assassinado), assumem a mesma posição política que Hirsi Ali, mas nunca soube de alguém que a chamasse fascista ou nazi a esta fantástica activista anti-islão. Porquê? Talvez por ser negra e originária da Somália, quem sabe?

Fitna, o filme é uma peça de 15 minutos que mostra claramente a violência islâmica, em relação a outras religiões e culturas, baseando-se nos fundamentos do Corão para legitimar a sua selvajaria aniquiladora de cristãos, judeus, democratas, americanos, direitos das mulheres, homossexuais... Uma religião que geneticamente promove a morte a todos quantos se lhes opõem, nos seus muito proclamados desígnios de controlo, da Europa e do Mundo. Um filme que mostra claramente que estes tipos estão dispostos a transformar o planeta num gigantesco Afeganistão.
Nesta altura tentei visualizar novamente o filme mas devido a sérias ameaças que foram feitas à LiveLeak, foi retirado da net. Que belos defensores da democracia são estes islâmicos! ...e os seus amigos.
Enquanto os media do sistema continuam a desviar as atenções da população com a mentira do aquecimento global e com o controlo do déficit, entre outros fait divers, o silêncio ensurdecedor a que vão votar mais este atentado à livre expressão de ideias na Europa, pede uma urgente revolução dos povos europeus contra a Eurábia.

Wednesday, March 26, 2008

A Eurábia Revelada (2)




O Eixo Euro Árabe


Nós europeus estamos a assistir incrédulos e impotentes à transformação de uma civilização judaico-cristã, com importantes elementos pós-iluministas, numa civilização pós-judaico cristã, que é subserviente à ideologia da jihad e aos poderes islâmicos que a propagam. Esta nova civilização europeia em construção pode ser chamada "civilização da dhimmitude". O termo dhimmitude vem da palavra árabe "dhimmi". Refere-se aos subjugados, indíviduos ou povos não islâmicos que aceitam a subordinação humilhante relativamente aos poderes islâmicos ascendentes evitando assim a escravatura ou a morte. Todo o mundo muçulmano como o conhecemos actualmente, é produto de 1300 anos de dinâmica jihadista, por meio da qual, todas as prósperas civilizações não muçulmanas encontradas pelo caminho, foram reduzidas a um estado de disfuncional dhimmitude. Muitas foram completamente islamizadas e desapareceram. Outras, restam como relíquias fósseis do passado, incapazes de evoluírem. Desde o século VII e, durante mais de um milénio, a Europa e Bizâncio resistiram às ofensivas da jihad muçulmana - militarmente quando necessário - para proteger a nossa independência. A resposta da Europa pós Judaico-Cristã nos finais do século XX e início do século XXI, é radicalmente diferente. A Europa descontruída pela União Europeia, abandonou a resistência em troca da dhimmitude, a independência pela sujeição face ao mundo islâmico do Norte de Àfrica e do Médio Oriente. Os três maiores sintomas desta mutação fundamental na política europeia são o antiamericanismo propangadeado e primário, o antisemitismo / anti-Sionismo e o palestinianismo.


(continua)

Wednesday, March 19, 2008

A Eurábia Revelada (1)

A Eurábia emergiu nos alvores do terceiro milénio em todo o seu esplendor: antisemítica e conforme provaram as gigantescas manifestações que varreram a Europa Ocidental, também antí-americana. Estas manifestações marcaram a assustadora transformação da Europa em Eurábia. Começaram após o dia 30 de Setembro de 2000 - a data em que a guerra Al Aqsa de Arafat se intensificou. Não foi mera coincidência. Há muitas décadas que governos europeus, algumas Igrejas e a maiora dos media suportam a OLP. Este suporte, contudo, é só a parte mais visivel da política da União Europeia (UE) em relação a Israel, aos EUA e aos árabes, e consiste no arauto de uma grande transformação cultural e societal da Europa.
A efectiva convergência política aconteceu entre os anos de 2000 a 2003, entre a Liga Árabe, a UE e a Autoridade Palestiniana - o seu agente fundamental no Médio Oriente. Foi o resultado de um longo processo. Os políticos europeus sempre afirmaram que o "unilateralismo" americano, e a "injustiça" israelita eram as raízes de todo o terrorismo palestiniano e islâmico. Termos como "miséria", "humilhação" e "injustiça" eram utilizadas em doses massivas, quer pelos agentes políticos, quer pelos media, servindo como palavras de código para a alegada "arrogância" americana, ou a alegada "opressão" causada pela própria existência de Israel.
(continua)

Monday, March 17, 2008

A Débacle Inglesa


Exactamente, como foi previsto há cerca de 60 anos: É uma questão de História lembrar que, quando o Supremo Comandante das Forças Aliadas, General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fosse feito o maior número possível de fotos, e fez com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos. E explicou: " Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, nalgum ponto ao longo da história, algum bastardo se erguerá e dirá que isto nunca aconteceu". "Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam". (Edmund Burke).

Esta semana, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque "ofendia" a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu... Este é um presságio assustador sobre o medo que já atinge o mundo, e o quão facilmente cada país europeu se está a deixar levar. Estamos há mais de 60 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. Este post solidariza-se com uma corrente de memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, e 1900 padres católicos, homossexuais, ciganos e doentes mentais, que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados, mortos de fome e humilhados, pela selvajaria nazi. Hoje em dia, esta selvajaria fascista tem outro nome - Agora chama-se islamismo, mas as consequências serão piores, pois estes fascistas vivem axiológicamente no séc. VII, com acesso a tecnologias do sec. XXI. Por enquanto ainda se armam em vítimas, enquanto conquistam o espaço europeu com a complacência e a cumplicidade da maioria dos políticos, jornalistas e académicos europeus. A Europa hoje é já a um lugar de dhimmitude, isto é, a terra dos subjugados, de indíviduos ou povo(s) não muçulmanos que aceitam uma restritiva e humilhante subserviência à ideologia da jihad e dos poderes islâmicos que a propagam. A mais recente prova de dhimmitude aconteceu na Inglaterra. Após o anúncio do Arcebispo da Cantuária em que o Reino Unido devia legalizar a sharia, e como esta foi, com grande alarido, recusada, o governo inglês teve que compensar os islâmicos de alguma maneira. O que o governo cedeu, está acima neste post descrito, relativamente ao holocausto. Isto é dhimmitude.
Agora, mais do que nunca, com o Irão, entre outros, sustentando que o "Holocausto é um mito ", torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.

Acabo com uma palavra de ordem: ABAIXO A EURÁBIA. Abaixo o Fascismo Islâmico.

Saturday, March 15, 2008

Geert Wilders : Long Live For You


Nasceu um novo herói na Holanda. Depois de Pim Fortuyn (assassinado por um "amigo dos direitos dos animais"), de Theo Van Gogh (cineasta assassinado por um islâmico) e Hirsi Ali (ainda não assassinada mas vive na clandestinidade e com segurança a protegê-la) temos agora Geert Wilders, eleito pelo Partido da Liberdade que ele próprio fundou. Wilders é favorável à restrição da imigração, especialmente islâmica, e crítico do Islão e da islamização da Holanda. Bate-se para que o Corão seja banido pois, e com razão, é um manual tão útil para os fascistas islâmicos como o Mein Kampf o foi para os nazistas. Claro que a reacção dos jornalistas e políticos mainstream não fugiu à tradição tendo-o logo insultado como fascista, populista, racista etc. Até cá no canto Lusitano as reacções foram, "normais". Daniel Oliveira, um dos maiores demagogos à face da Terra, jornalista do Expresso e participante no Eixo do Mal, confesso simpatizante do Bloco de Esquerda, partido também confessadamente apoiante do Hezbollah, foi um dos que reagiu visivelmente fora de si. Apesar de afirmar que Geert Wilders é mais inteligente do que Le Pen, coloca-o na mesma prateleira de extrema direita deste último. Significa isto, que todo e qualquer indivíduo que tenha a coragem de denunciar a transformação da Europa em Eurábia, de lutar pela sua própria cultura e liberdade é um fascista, na opinião destes vendilhões das culturas e das liberdades europeias. A reacção violenta deste jornalistazeco não ocorreu na mesma medida quando Pim Fortuyn e Theo Van Gogh foram assassinados. Talvez estivesse distraído... Se este Geert Wilders também for abatido, é a Holanda e por conseguinte a Europa que entrarão em definitiva convulsão com os islâmicos. E logo se verá se Daniel Oliveira também sairá à rua para festejar o seu assassínio como fazem a maioria dos islâmicos europeus, quando o terrorismo islâmico é bem sucedido sobre alvos inocentes ocidentais.
Daniel de Oliveira termina a sua colunata no Expresso, afirmando que "temos de poder dizer ao senhor Wilders que reconhecemos o seu ódio: usou bigode estreito e marchou pela Europa." Só pode estar a brincar com a malta o sr. Oliveira! Esta, é pura intoxicação! Eu não acredito que o sr. Oliveira desconheça a história do nazismo. O sr. Oliveira sabe muito bem quem nos anos trinta e quarenta do século XX se aliou aos jihadistas - foram os Europeus Nazis. Quem se está aliar novamente na Europa contemporânea com os jihadistas? O sr. Oliveira saberá muito bem responder. O sr. Geert Wilders está muito mais próximo de ser um anti-fascista do que o sr. Oliveira algum dia o será. Gostava que, de resto, o sr. Oliveira utilizasse a sua colunata do Expresso para refletir sobre estas três perguntas, que eu proponho, se tiver coragem:
1- Porque é que gerações de europeus são ensinados nas universidades a deprezarem os USA e guardar tão completo ódio a Israel?
2- Porque é que a União Europeia propôs uma constituição que renuncia e nega as suas raízes judaico-cristãs?
3- É a guerra encoberta da União Europeia contra Israel, através dos seus aliados árabes palestinianos, o segredo da schadenfreude (malicious joy)?
O sr. Oliveira é um guardião da Eurábia.

Wednesday, February 13, 2008

Saturday, February 9, 2008

Danger Man



Este homem, Rowen Williams, é o arcebispo da Cantuária, e é um homem muito perigoso. Declarou anteontem que, "tarde ou cedo, a Inglaterra tem que incorporar a sharia, a lei islâmica, porque os muçulmanos não se reconhecem na lei inglesa." Acontece que a lei inglesa emana de um estado de direito democrático e é o pilar fundamental desse mesmo estado de direito democrático, para quem, todos os cidadãos têm os mesmos direitos e deveres na observância da lei, independentemente das suas crenças religiosas e políticas e da sua origem étnica. Adiantou que não gostaria de importar certas versões radicais da sharia mas, como muito bem escreveu Vasco Pulido Valente na edição de hoje do Público, "Quem aceita e recomenda a sharia, aceita e recomenda a sharia na forma e na interpretação que os muçulmanos lhe entenderem dar. Não cabe, como é óbvio, a um arcebispo herege meter o seu irrelevante bedelho no assunto."

Seria sempre bonito de se ver, mulheres alegadamente adúlteras a serem apedrejadas até à morte, em pleno Hyde Park, alegados homossexuais muçulmanos a serem decapitados em plena Oxford Street, pequenos larápios a ficarem sem mão na Charing Cross, vergastadas nas mulheres que apresentassem o hijab menos composto, à saída do Harrods ou do Harvey Nichols em Knightsbridge, quartos de hospitais onde, lado a lado, se curassem vítimas de acidentes e miúdas de pais muçulmanos, ficassem sem o clítoris, em rituais de excisão praticados "civilizadamente" com a devida higiene e cuidados médicos adequados. Tudo isto em nome do multiculturalismo. A Europa sucumbiu ao ópio do multiculturalismo. Um dia, daqui a alguns anos, arqueólogos hão-de desenterrar as ruínas de uma antiga civilização procurando pistas para a sua queda e ficarão maravilhados em descobrir em como isso foi fácil.

Vasco Pulido Valente disse que o arcebispo não está comprovadamente louco, mas eu duvido. Não podemos tolerar a intolerância sob pena de perdermos para sempre os valores da liberdade individual e do humanismo que alicerçam a civilização ocidental.

Friday, February 8, 2008

Faça Você Mesmo


Com a obra Curso de Engenharia para Totós, num semestre, o leitor fica habilitado a construir como Engenheiro Técnico, uma réplica da casa representada na imagem, situada numa clareira do pinhal de Leiria, cuja planta foi desenhada pela elevada craveira arquitectónica daquele que nós sabemos.

Plano Nacional de Leitura (2)


Uma proposta magnífica do governo, integrada na Campanha " Novas Oportunidades". Vamos fazer de Portugal um país de Engenheiros!
Frequência disponível em várias modalidades:
1. Sem pôr lá os pés!
2. Só aos fins-de-semana!
3. Um prof. para 4 cadeiras!
4. Permuta directa de favores (i.e. cargos)
5. Pontos da Farinha Amparo

Plano Nacional de Leitura (1)

Recomendamos.
Apresentamos aqui, em primeira edição, a obraprima de Maria de Lurdes Rodrigues, MonaVazia, ou Como lixei a escola pública. Aplaudido pela critica mais liberal, esta obra mostra como em apenas dois anos se pode abrir o caminho à futura gestão privada das escolas e como se transformam os educa-dores dos nossos filhos, os professores, em inimigos públicos da sociedade e culpados do estado em que se encontra a educação em Portugal.

Tuesday, February 5, 2008

Futuro Hi-Tech


Um sujeito entra num bar novo, hi-tech, e pede uma bebida. O barman é um robot que pergunta: - Qual o seu QI? O homem responde: - 150. Então o robot serve um cocktail perfeito e inicia uma conversa sobre a fraude do aquecimento global, espiritualidade, física quântica, interdependência ambiental, teoria das cordas, nanotecnologia e por aí. O tipo ficou impressionado, e resolveu testar o robot. Saiu, deu uma volta e retornou ao balcão. Novamente o robot pergunta: - Qual o seu QI? O homem responde: - Deve ser uns 100. Imediatamente o robot serve-lhe um whisky e começa a falar, agora sobre futebol, fórmula 1, super-modelos, comidas favoritas, armas, corpo da mulher e outros assuntos semelhantes. O sujeito ficou abismado. Sai do bar, pára e resolve voltar e fazer mais um teste. Novamente o robot pergunta-lhe: - Qual o seu QI? O homem disfarça e responde: - Uns 20, talvez!
Então o robot serve-lhe uma pinga de vinho, inclina-se no balcão e diz bem pausadamente: - E então meu, vamos votar no Sócrates de novo?

Recado de Um Pai a Uma Professora



No comments...

Queijo Milú

O queijo preferido do Primeiro Ministro de Portugal

Sunday, February 3, 2008

Andy Warhol


Ghettos de imigrantes não são novidade. Desempenharam até um grande papel na história dos USA, e para milhões de famílias imigrantes foram um local de transição até se tornarem americanos. Era comum encontrarem-se pessoas nesses ghettos que não falavam de todo inglês e que tinham os mesmos valores, atitudes e modos de vida típicos dos seus países originais. Na maioria dos casos a integração só ocorria na geração seguinte.
Um dos exemplos possíveis, entre milhões de outros, é o da família de Andy Warhol. Húngaros de nascença imigraram para a América, onde o pai trabalhava numa mina de carvão em Pittsburgh e enquanto a mãe, doméstica, cozinhava goulash para ele e para os dois irmãos mais velhos. Como todos sabemos Andy Warhol tornou-se um nome incontornável na arte no séc. XX.
Nada disto acontece hoje em dia na Europa. Os ghettos europeus existem há décadas. Habitam lá não só, as primeiras, como as segundas e terceiras gerações de imigrantes islâmicos. Apesar de terem nascido holandeses, franceses, alemães...a maioria não fala a língua do país onde nasceram. Nem inglês. Os seus valores culturais são os do mundo islâmico, e os seus líderes não foram eleitos como membros do parlamento, mas são imams e anciãos que governam essas comunidades como chefes tribais, impondo práticas tradicionais com incompreensível autoridade, enfatizando e relembrando a todo o momento que a cultura ocidental é imoral e maligna. Muitos daqueles líderes pregam contra a democracia da Europa, contra a aceitação da igualdade da mulher, contra as minorias sexuais...Rejeitam a liberdade de consciência, denúnciam a separação da igreja e do estado e insistem que os muçulmanos não têm a obrigação de obedecer às leis seculares dos países europeus. "Estes alemães, estes ateus, estes europeus não barbeiam os sovacos", pregava um iman em 2004 em Berlim. O inferno vive para os infiéis! Abaixo com todas as democracias e todos os democratas". Nesse mesmo ano, um pregador afirmou perante uma assistência, em Copenhagen que o secularismo era uma forma de opressão. "Nenhum muçulmano aceita o secularismo, a liberdade e a democracia".
Bem, digo eu, então ainda estão a tempo de atravessar novamente o mar Mediterrâneo. Há mar e mar, há ir, e não voltar.

Tuesday, January 29, 2008

Europa: A Bela Adormecida (4)

Apesar da retórica do multiculturalismo do mainstream político europeu a verdade é que os imigrantes islâmicos continuam em viver em ghettos (que funcionam como colónias). Tomemos por exemplo, Amsterdão. Comparemos o seu Centrum com o Oud West. O contraste é notável. Em qualquer dia da semana, as ruas da baixa estão repletas de gente - mas a menos que estejam numa paragem de tram ou numa rua comercial com lojas baratas, como é Nieuwezijds Vooburgwal, dificilmente encontarão uma mulher envergando hijab. Na verdade, se viverem em Amsterdão e nunca deixarem o centro, podem até esquecer que o Islão existe. Basta percorrer os canais de Grachtengordel, com as suas típicas casas de tijolo alinhadas, plenas de nativos holandeses e turistas. No entanto, se tomarem um tram ou o metro, em qualquer direcção e saírem algumas estações à frente, o cenário muda, confrontar-se-ão com uma realidade completamente diferente.



Os subúrbios de Amsterdão são tão feios como o seu Centrum é belo. No sudoeste, uma área onde se pode olhar para qualquer direcção que nada mais se vê do que uma infindável vista de monstruosidades de cimento, separadas por alinhamentos de relva e ligados por uma linha elevada de comboios. Vagas de pessoas movimentam-se entre os edíficios. A maioria, senão mesmo a totalidade envergam burqa. Sinais em árabe e carrinhos de bébe proliferam. Aqui já não estaremos na Europa mas na Eurábia. Encontraremos este cerco em muitas outras cidades europeias.

Sunday, January 27, 2008

Carreiristas


A maioria dos políticos europeus começam as suas carreiras em juventudes partidárias nos bancos do liceu. Na maioria dos países desta velha Europa, o sistema político funciona como um clube privado. Durante o "estágio", o jovem político aprende "nas jotas", a ser um futuro membro da numenclatura. Aprendem de tudo, desde os fatos que devem vestir para as diversas ocasiões, aos restaurantes que devem frequentar. Aprendem a dar respostas evasivas a perguntas difíceis e delicadas. Aprendem a ser leais aos seus colegas de clube e a desdenhar como "populistas" todos aqueles que prestem demasiada atenção às opiniões da "populaça". Aprendem sobretudo, em não se considerarem servidores públicos, mas sim como a "nata" da sociedade, protectores e professores do povo. Se, seguirem tudo isto à risca, com ambição, podem aspirar a uma carreira como políticos de sucesso, ganhando eleições, perfilando-se depois, para prémios de prestígio de meia e fim de carreira, consoante os casos e os lugares vagos, quer na burocracia da UE, quer da ONU. Serão então aplaudidos como brilhantes pelos seus pares da elite social, nas academias abrir-se-ão portas a vários doutoramentos Honoris Causa, e a imprensa extasiada pela partilha dos mesmos dogmas, extasiada pela cívica compreensão de tomarem parte da mesma função, de preservar as elites no poder, para que aquelas possam continuar a guiar o povo, década após década, nas mesmas linhas de pensamento, nas mesmas receitas e mezinhas, acerca da brilhante visão dos líderes europeus e da idiotice americana. Faz tudo parte, de resto, do grande e longo legado da tradição feudal europeia.

Friday, January 25, 2008

Europa: A Bela Adormecida (3)


Burger King ou Burqa King? Há já quem chame à Europa, Eurabia. Hmm, já estamos a ver os multiculturalistas a chamar a isto ”um exagero islamofóbico so so right-wing.”. Digamos que os utilizadores do termo são antes pessoas preocupadas e incapazes perante alguns factos de alguma destas duas atitudes: a) bater palmas b) encolher os ombros. Mostrar sinais de contentamento ou nem sequer pensar mais no assunto quando Mohammed é o mais popular nome de bebé em grande parte da Europa, quando em Oxford a mesquita central reclama o direito a um muezzin para a chamada à oração, quando um condutor de autocarro belga é espancado até à morte por um grupo de jovens marroquinos, quando um realizador holandês é assassinado em Amsterdão por um extremista islâmico, quando nos subúrbios de Paris actuam livremente gangs de violadores árabes, quando em Linz, na Áustria, os muçulmanos pedem que todas as mulheres professoras, crentes ou infiéis, usem lenços na sala de aula, quando em Sevilha o Rei Fernando III, deixou de ser o santo patrono da festa anual porque o seu “ currículo” de luta contra os mouros pela independência de Espanha foi tido como passível de ofensa aos muçulmanos. Podíamos citar milhares de exemplos, retirados da realidade da Europa … ou será que devemos antes dizer Eurabia?

Europa: A Bela Adormecida (2)


O multiculturalismo contemporâneo dispensa cada um de saber qualquer coisa sobre as outras culturas desde que o seu comportamento face a elas seja caloroso e concordante. Afinal, se é completamente errada a afirmação de que uma cultura é melhor do que outra porque preocuparmo-nos em saber algo acerca das diferenças? Celebrar a diversidade com uma uniformidade de ignorância, é o lema. Talvez seja por isso que não se tenham dado conta de que o Islão não é só uma religião. È um projecto político e de facto um projecto com características de expansão imperialista e com o seu próprio código legal. Além do mais esta religião particular é historicamente um tanto ou quanto “ bloody violent”.
So let’s face it! Temos um movimento terrorista global situado dentro dum projecto político situado dentro duma religião altamente auto-segregadora cujos aderentes são a força mais rápida de crescimento demográfico no mundo actual.

E os políticos europeus? Estão concentrados nas suas futuras carreiras políticas, para poderem integrar essa organização filo islâmica que se chama ONU, ou UE, facilitando a islamização da Europa. Portanto não convém fazer ondas. Claro que toda uma civilização milenar como a europeia é descartável. Os seus percursos políticos são bastante mais prioritários.

Sunday, January 20, 2008

Europa: A Bela Adormecida (1)

O radicalismo islâmico vem destruindo o ocidente, metodicamente, há, pelo menos, três décadas. Contudo, poucos cidadãos, têm esta percepção ou fingem não ter, e não ver. Porquê? Porque é que os jornais e os noticiários escondem a dimensão de tal ameaça? Porque é que as pessoas nas cidades europeias não se sentem confortáveis em discutir algo que esteja relacionado com a imigração islâmica, e que diz respeito imediato à maneira como vivem? As respostas a estas questões residem no multiculturalismo férreo que impregna e regula a mentalidades dos políticos, dos media e dos meios académicos europeus. A tal fenómeno, chamemos, de sistema multicultural, só para nos entendermos. Tal sistema exerce um enorme controle nas notícias e opiniões que vêm (ou não) a público. Trata-se portanto de ideológica filtração de ideias, realizado, nas redacções dos jornais e nos corredores da política europeia. Censura talvez!? De facto, o jornalismo político na Europa está inclinado, senão mesmo enviesado, em olhar os políticos europeus como pares, isto é, como colegas de uma elite educada que conjuntamente trabalham para manter os seus partilhados ideais sociais-democratas. Se os jornalistas americanos estão sempre, admiravelmente, prontos a "pintar" os políticos americanos como incompetentes e rascas, os jornalistas europeus estão sempre, admiravelmente, prontos a "pintar" os políticos europeus como nobres estadistas - a elite brilhante, nas palavras de Tony Judt.