Tuesday, April 15, 2008

Europa: A Bela Adormecida (4)



Os imigrantes na Europa trazem com eles muitos costumes tribais que são flagrantemente inconsistentes com o entendimento Ocidental dos Direitos Humanos. Esses costumes são pontos de conflito latente ou potencial entre as comunidades islâmicas e as suas sociedades hospedeiras. No entanto, durante todo este tempo os media europeus e o sistema político pura e simplesmente deram o seu melhor para ignorar este conflito.

Talvez o mais bárbaro e menos publicitado desses costumes seja a mutilação genital feminina, uma prática universal em algumas culturas islâmicas. Como Hirsi Ali explica, os países árabes sentem-se no direito de controlar e resguardar a virgindade feminina "fechando a mulher em casa"; noutras regiões, todavia, quando a sociedade necessita do trabalho da mulher no exterior, a virgindade é resguardada pelo corte do clitóris da mulher. As especificidades desta prática variam - e não é agradável descreve-las -mas usualmente envolve a remoção parcial ou total do clitóris. Os grandes e os pequenos lábios também podem ser excisados sendo posteriormente a vagina fechada, numa espécie de cirurgía paleolítica, provocando inúmeras vezes hemorragias e infecções graves. A mutilação é feita sem anestesia e resulta numa vida de dores físicas e infecções crónicas e grande desconforto no actos de urinar e no acto sexual. Tradicionalmente a mutilação pode ser realizada desde a infância até à puberdade, mas na Europa é frequentemente realizada quando a menina é ainda bébé, porque simplesmente esta não se pode queixar.

Os pais dão muitas razões para a perpetuação deste costume bárbaro e brutal. No topo da lista está a convicção que a sexualidade da mulher é pecaminosa e de que os seus orgãos sexuais são impuros, sendo a mutilação então, a protecção contra o pecado. Tal pensamento ocorre nas subculturas patriarcais que ensina, violentamente, de geração em geração que a mulher é propriedade do homem e que o desejo, o prazer e a liberdade sexual, nada mais são do que uma ameaça à honra da família, sendo portanto o prazer sexual feminino obliterado o mais cedo possível.

Sunday, April 13, 2008

A França Já Não É Um País Ocidental

Esta poderá ser a bandeira da França num futuro próximo.

"French-bashing is everywhere in the american media. I am French, and i must say if Americans knew completely what´s happening in France, the French-bashing would be far harsher." Guy Milliere, jornalista francês.


Jacques Chirac foi amigo de Saddam Hussein mais de trinta anos. Permitiu-lhe a venda das centrais nucleares que, just in time, os israelitas destruiram. Ele vendeu ao Iraque aviões de guerra que foram usados para gasear milhares de Kurdos. Chirac não foi o único político desta estirpe em França. Todos os franceses sabem bem que Jacques Chirac, foi um dos políticos mais corruptos da história recente do país. Se ele não tivesse sido reeleito em 2002 provavelmente estaria na prisão neste momento, devido à quantidade de dinheiro "desviado" da altura em que ocupou a Mairie de Paris. Chirac não é o único político desta estirpe. Poucos políticos franceses falam acerca dos direitos humanos, liberdade ou democracia. Todos eles parecem pertencer ao mesmo partido político totalitário; todos eles são anti-americanos, anti-israelitas e "pacifistas" Olham para a civilização Ocidental como algo sujo e repugnante. Se lerem os jornais franceses, dizem todos o mesmo. Até parece que a única diferença entre a União Soviética de há 20 anos e a França actual é que a União Soviética só tinha um Pravda enquanto que a França tem pelo menos 10 jornais de propaganda ao melhor jeito daquele famoso jornal Soviético. Diferentes títulos, o mesmo conteúdo. As linhas editoriais destes jornais são claras; todas as ditaduras do médio oriente são enaltecidas, todos os extremismos islâmicos esquecidos enquanto que George Bush e´uma "besta", um "alcoólico", um "louco fanático". Os Arafats? Grandes lutadores da liberdade. Quando um general americano fala, é pura propaganda, quando o Tarek Aziz falava, era a pura das verdades. Todos os dias se lêem artigos de opinião anti-semitas. Incendeiam-se escolas judaicas e sinagogas, mataram-se crianças judias em Paris, em 19 Novembro de 2003, fizeram-se reféns... Tudo isto em França. No entanto o embaixador da União Europeia em Israel, perguntado sobre se a Europa nada fazia contra estes actos anti semitas, respondeu simplesmente que não sabia se havia um incremento de anti-judaísmo na Europa, só sabia que havia um sentimento anti-islâmico e anti-árabe por todo o mundo. O que o sr. embaixador não reparou, quando proferiu esta alarvidade, foi que, ao mudar o sujeito provocador da violência para o sujeito da vítima, é já, em si, a demonstração de uma vontade antí semita.
(continua)

Saturday, April 12, 2008

Entrevista com Pierre-André Taguieff (1)

Na sequência de algumas críticas de amigos pessoais e leitores deste blogg, considerando alguns dos meus pontos de vista radicais, vou deixando aqui excertos de uma entrevista ao Nouvelle Observateur, de Pierre-André Taguieff, que melhor do que eu, explica que o que está em causa é a luta pela sobrevivência da liberdade. E nesta luta, qualquer adjectivo é, no mínimo, desadequado.
Pierre-André Taguieff, nascido em Paris (1946) é um filósofo e politólogo, director de investigação ao CNRS. É o autor de numerosos ensaios de Sociologia.
"Pergunta: O islamismo denuncía a decadência do Ocidente e a sua fé no progresso, assunto a que você dedicou alguns ensaios. É a crença no progresso um sinal de decadência?
Resposta: A ideia do progresso, crença moderna que o futuro será melhor do que o passado e o presente, estruturou o imaginário político ocidental desde o século XVII. Todavia, 4 séculos depois, observamos que se questionou esta ideia de progresso, primeiro pelos teóricos antropologistas radicais do relativismo cultural, depois, desenvolvido pelos ecologistas e finalmente pelos movimentos anti-globalização. Os novos inimigos do mundo Ocidental, utilizando uma linguagem simplificada e maniqueísta denunciam os " mitos do progresso". De acordo com os islamistas, acreditar no progresso é um sintoma de decadência. Seria, como tal, necessário preservar todas as formas de cultura, incluindo o canibalismo, o apedrejamento das mulheres e a mutilação genital. Ou estabelecer a sharia em qualquer lado onde muçulmanos habitem. A constestação da ideia do progresso, demonizado por ter origens ocidentais, tem em si o desejo de apagar a ideia de futuro. Mas como é que seria o Mundo se não pensarmos no futuro e a única obssessão possível, ser a "trama" pelo domínio global de Americanos e Judeus? O sonho de uma união pacífica do Mundo é uma ilusão que está a ser estendida ao Ocidente enfraquecido por dúvidas e pelo criticismo interno do próprio Ocidente. O terrorismo islâmico é um hiper-terrorismo que começou uma guerra contra o Ocidente liberal e democrata (que é o campo dos cruzados e judeus, no entender deles). As pessoas cultivadas devem combinar o dever da História com o trabalho de memória. Grandes divisões estabelecer-se-ão entre aqueles que, dando livre curso aos seus medos, se submeterão a fanáticos criminosos que advogam um terceiro totalitarismo, e aqueles que ao resistirem a estes novos bárbaros, lutarem pela liberdade de todos."

A Eurábia Revelada (3)


Em 2003, a União Europeia, que cultivou durante anos excelentes relações com a Síria e os seus fantoches políticos no Líbano, recusou colocar na sua lista de organizações terroristas, o Hezbollah. Na guerra contra o terrorismo, os americanos pediram formalmente à União Europeia que bloqueassem os enormes fundos monetários dirigidos ao Hamas. A França recusou. Porque a União Europeia desprezava o perigo do terrorismo islâmico, os leaders europeus - especialmente os franceses - cultivavam (e apesar dos atentados em Madrid e em Londres), continuam a cultivar relações amistosas com os inúmeros estados árabes que subsidiam grupos terroristas, incluindo o Irão, o Iraque (ao tempo), a Síria, Líbia e a Autoridade Palestiniana. A posição da França no Conselho de Segurança da Nações Unidas relativamente á intervenção no Iraque, granjeou, a Jacques Chirac, a gratidão do mundo árabe e islâmico. A sua visita de estado à Argélia em Abril de 2003, foi um triunfo, onde criticou severamente os Estados Unidos da América, não se lhe ouvindo uma palavra acerca dos 150 000 mortos que ocorreram no país devido ao extremismo político-religioso dos últimos 10 anos.
A simpatia europeia, que ao nível das elites (em especial nos partidos de esquerda), quer ao nível da rua, e nos meios de comunicação, por Saddam Hussein era surpreendente, para dizer o mínimo. Como sabemos, Saddam Hussein ordenou o gaseamento de milhares de Curdos que resultou num massacre de cerca de 100 000 pessoas deste povo do Norte do Iraque. Em 1999, após a Primeira Guerra do Golfo, aquele ditador foi responsável por acções de grande violência militar contra os Xiitas do Sul do país. Em 4 de Junho de 1994, o regime de Saddam publicou o decreto 59, o qual ordenava que, de acordo com as leis tradicionais da Sharia, a amputação da mão direita por roubo até 10 euros, amputação do pé esquerdo para um segundo roubo feita pelo mesmo larápio e sentença de morte para um terceiro. O decreto 109 de 18 de Agosto de 1999, ordenava que o sujeito legalmente submetido a amputações fosse tatuado entre as sobrancelhas para que pessoas soubessem que os indivíduos tatuados eram amputados, por roubo e não por qualquer tipo de acidente. A selvajaria do rigime e a multidão de mutilados era evidente para qualquer visitante, fosse ele homem de negócios, político de visita, funcionário da ONU ou repórter. No entanto todos estes crimes continuavam a ser pouco conhecidos da opinião pública europeia. Em sondagens feitas na altura na Europa, milhões de europeus apoiavam o regime de Saddam contra a América e até mesmo demonstravam uma certa esperança que os americanos saíssem derrotados da guerra iminente. Porque é que a opinião pública europeia "alinhava" com um ditador sanguinário desta estirpe? Saudades do comunismo e/ou do nazismo, talvez!

Wednesday, April 9, 2008

Dedicatória


A todos aqueles que, enfiando-nos a burka, tentam por todos os meios convencer-nos que o islamismo é uma religião de paz e concórdia. Que o passado do islão no al andaluz, foi de progresso e tolerância. Tudo isto são balelas da propaganda saída das inúmeras conferências do Diálogo Euro-Árabe. A história mostra que o al andaluz foi tudo menos pacífico, tudo menos tolerante. A História mostra como os islâmicos trataram os dhimmis na Andaluzia. (num futuro próximo trarei aqui alguns factos, com datas dos massacres dos cristãos no al andaluz.) A História mostra mas muitos dos historiadores escondem, reintrepretam e manipulam. Até os livros de História das criancinhas portuguesas ditam a propaganda islâmica.
Mas a todas estas mentiras nós mostramos-lhe o dedo.
We´ll fight'em till the end.

Sunday, March 30, 2008

Porque é que os esquerdistas amam os islamistas?





Porque ideologicamente são muito próximos. Claro!

Friday, March 28, 2008

Fitna






Geert Wilders colocou um excelente video de 15 minutos, sobre o fascismo islâmico, on-line. Claro que o deputado holandês teve imensas dificuldades em publicar o vídeo nos circuitos comerciais e produzi-lo sob a forma de DVD, e até colocá-lo on-line na net. O próprio primeiro-ministro holandês tentou que ele desistisse do projecto. As dificuldades que qualquer pessoa(e os impropérios que têm de suportar ouvir) sente (algumas vezes na pele) na crítica ao Islão, é o exemplo acabado, da subserviência das instituições desta civilização de dhimmitude em que se tornou a Europa. Qualquer indivíduo que coloque questões sérias acerca dos problemas reais e sérios que a imigração islâmica coloca aos europeus, é logo rotulado de fascista, porco nazi, racista e outros mimos do género. O que é fantástico, é que, tanto Geert Wilders como Pym Fortuyn (antes de ser assassinado), assumem a mesma posição política que Hirsi Ali, mas nunca soube de alguém que a chamasse fascista ou nazi a esta fantástica activista anti-islão. Porquê? Talvez por ser negra e originária da Somália, quem sabe?

Fitna, o filme é uma peça de 15 minutos que mostra claramente a violência islâmica, em relação a outras religiões e culturas, baseando-se nos fundamentos do Corão para legitimar a sua selvajaria aniquiladora de cristãos, judeus, democratas, americanos, direitos das mulheres, homossexuais... Uma religião que geneticamente promove a morte a todos quantos se lhes opõem, nos seus muito proclamados desígnios de controlo, da Europa e do Mundo. Um filme que mostra claramente que estes tipos estão dispostos a transformar o planeta num gigantesco Afeganistão.
Nesta altura tentei visualizar novamente o filme mas devido a sérias ameaças que foram feitas à LiveLeak, foi retirado da net. Que belos defensores da democracia são estes islâmicos! ...e os seus amigos.
Enquanto os media do sistema continuam a desviar as atenções da população com a mentira do aquecimento global e com o controlo do déficit, entre outros fait divers, o silêncio ensurdecedor a que vão votar mais este atentado à livre expressão de ideias na Europa, pede uma urgente revolução dos povos europeus contra a Eurábia.

Wednesday, March 26, 2008

A Eurábia Revelada (2)




O Eixo Euro Árabe


Nós europeus estamos a assistir incrédulos e impotentes à transformação de uma civilização judaico-cristã, com importantes elementos pós-iluministas, numa civilização pós-judaico cristã, que é subserviente à ideologia da jihad e aos poderes islâmicos que a propagam. Esta nova civilização europeia em construção pode ser chamada "civilização da dhimmitude". O termo dhimmitude vem da palavra árabe "dhimmi". Refere-se aos subjugados, indíviduos ou povos não islâmicos que aceitam a subordinação humilhante relativamente aos poderes islâmicos ascendentes evitando assim a escravatura ou a morte. Todo o mundo muçulmano como o conhecemos actualmente, é produto de 1300 anos de dinâmica jihadista, por meio da qual, todas as prósperas civilizações não muçulmanas encontradas pelo caminho, foram reduzidas a um estado de disfuncional dhimmitude. Muitas foram completamente islamizadas e desapareceram. Outras, restam como relíquias fósseis do passado, incapazes de evoluírem. Desde o século VII e, durante mais de um milénio, a Europa e Bizâncio resistiram às ofensivas da jihad muçulmana - militarmente quando necessário - para proteger a nossa independência. A resposta da Europa pós Judaico-Cristã nos finais do século XX e início do século XXI, é radicalmente diferente. A Europa descontruída pela União Europeia, abandonou a resistência em troca da dhimmitude, a independência pela sujeição face ao mundo islâmico do Norte de Àfrica e do Médio Oriente. Os três maiores sintomas desta mutação fundamental na política europeia são o antiamericanismo propangadeado e primário, o antisemitismo / anti-Sionismo e o palestinianismo.


(continua)

Wednesday, March 19, 2008

A Eurábia Revelada (1)

A Eurábia emergiu nos alvores do terceiro milénio em todo o seu esplendor: antisemítica e conforme provaram as gigantescas manifestações que varreram a Europa Ocidental, também antí-americana. Estas manifestações marcaram a assustadora transformação da Europa em Eurábia. Começaram após o dia 30 de Setembro de 2000 - a data em que a guerra Al Aqsa de Arafat se intensificou. Não foi mera coincidência. Há muitas décadas que governos europeus, algumas Igrejas e a maiora dos media suportam a OLP. Este suporte, contudo, é só a parte mais visivel da política da União Europeia (UE) em relação a Israel, aos EUA e aos árabes, e consiste no arauto de uma grande transformação cultural e societal da Europa.
A efectiva convergência política aconteceu entre os anos de 2000 a 2003, entre a Liga Árabe, a UE e a Autoridade Palestiniana - o seu agente fundamental no Médio Oriente. Foi o resultado de um longo processo. Os políticos europeus sempre afirmaram que o "unilateralismo" americano, e a "injustiça" israelita eram as raízes de todo o terrorismo palestiniano e islâmico. Termos como "miséria", "humilhação" e "injustiça" eram utilizadas em doses massivas, quer pelos agentes políticos, quer pelos media, servindo como palavras de código para a alegada "arrogância" americana, ou a alegada "opressão" causada pela própria existência de Israel.
(continua)

Monday, March 17, 2008

A Débacle Inglesa


Exactamente, como foi previsto há cerca de 60 anos: É uma questão de História lembrar que, quando o Supremo Comandante das Forças Aliadas, General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fosse feito o maior número possível de fotos, e fez com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos. E explicou: " Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, nalgum ponto ao longo da história, algum bastardo se erguerá e dirá que isto nunca aconteceu". "Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam". (Edmund Burke).

Esta semana, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque "ofendia" a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu... Este é um presságio assustador sobre o medo que já atinge o mundo, e o quão facilmente cada país europeu se está a deixar levar. Estamos há mais de 60 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. Este post solidariza-se com uma corrente de memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, e 1900 padres católicos, homossexuais, ciganos e doentes mentais, que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados, mortos de fome e humilhados, pela selvajaria nazi. Hoje em dia, esta selvajaria fascista tem outro nome - Agora chama-se islamismo, mas as consequências serão piores, pois estes fascistas vivem axiológicamente no séc. VII, com acesso a tecnologias do sec. XXI. Por enquanto ainda se armam em vítimas, enquanto conquistam o espaço europeu com a complacência e a cumplicidade da maioria dos políticos, jornalistas e académicos europeus. A Europa hoje é já a um lugar de dhimmitude, isto é, a terra dos subjugados, de indíviduos ou povo(s) não muçulmanos que aceitam uma restritiva e humilhante subserviência à ideologia da jihad e dos poderes islâmicos que a propagam. A mais recente prova de dhimmitude aconteceu na Inglaterra. Após o anúncio do Arcebispo da Cantuária em que o Reino Unido devia legalizar a sharia, e como esta foi, com grande alarido, recusada, o governo inglês teve que compensar os islâmicos de alguma maneira. O que o governo cedeu, está acima neste post descrito, relativamente ao holocausto. Isto é dhimmitude.
Agora, mais do que nunca, com o Irão, entre outros, sustentando que o "Holocausto é um mito ", torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.

Acabo com uma palavra de ordem: ABAIXO A EURÁBIA. Abaixo o Fascismo Islâmico.

Saturday, March 15, 2008

Geert Wilders : Long Live For You


Nasceu um novo herói na Holanda. Depois de Pim Fortuyn (assassinado por um "amigo dos direitos dos animais"), de Theo Van Gogh (cineasta assassinado por um islâmico) e Hirsi Ali (ainda não assassinada mas vive na clandestinidade e com segurança a protegê-la) temos agora Geert Wilders, eleito pelo Partido da Liberdade que ele próprio fundou. Wilders é favorável à restrição da imigração, especialmente islâmica, e crítico do Islão e da islamização da Holanda. Bate-se para que o Corão seja banido pois, e com razão, é um manual tão útil para os fascistas islâmicos como o Mein Kampf o foi para os nazistas. Claro que a reacção dos jornalistas e políticos mainstream não fugiu à tradição tendo-o logo insultado como fascista, populista, racista etc. Até cá no canto Lusitano as reacções foram, "normais". Daniel Oliveira, um dos maiores demagogos à face da Terra, jornalista do Expresso e participante no Eixo do Mal, confesso simpatizante do Bloco de Esquerda, partido também confessadamente apoiante do Hezbollah, foi um dos que reagiu visivelmente fora de si. Apesar de afirmar que Geert Wilders é mais inteligente do que Le Pen, coloca-o na mesma prateleira de extrema direita deste último. Significa isto, que todo e qualquer indivíduo que tenha a coragem de denunciar a transformação da Europa em Eurábia, de lutar pela sua própria cultura e liberdade é um fascista, na opinião destes vendilhões das culturas e das liberdades europeias. A reacção violenta deste jornalistazeco não ocorreu na mesma medida quando Pim Fortuyn e Theo Van Gogh foram assassinados. Talvez estivesse distraído... Se este Geert Wilders também for abatido, é a Holanda e por conseguinte a Europa que entrarão em definitiva convulsão com os islâmicos. E logo se verá se Daniel Oliveira também sairá à rua para festejar o seu assassínio como fazem a maioria dos islâmicos europeus, quando o terrorismo islâmico é bem sucedido sobre alvos inocentes ocidentais.
Daniel de Oliveira termina a sua colunata no Expresso, afirmando que "temos de poder dizer ao senhor Wilders que reconhecemos o seu ódio: usou bigode estreito e marchou pela Europa." Só pode estar a brincar com a malta o sr. Oliveira! Esta, é pura intoxicação! Eu não acredito que o sr. Oliveira desconheça a história do nazismo. O sr. Oliveira sabe muito bem quem nos anos trinta e quarenta do século XX se aliou aos jihadistas - foram os Europeus Nazis. Quem se está aliar novamente na Europa contemporânea com os jihadistas? O sr. Oliveira saberá muito bem responder. O sr. Geert Wilders está muito mais próximo de ser um anti-fascista do que o sr. Oliveira algum dia o será. Gostava que, de resto, o sr. Oliveira utilizasse a sua colunata do Expresso para refletir sobre estas três perguntas, que eu proponho, se tiver coragem:
1- Porque é que gerações de europeus são ensinados nas universidades a deprezarem os USA e guardar tão completo ódio a Israel?
2- Porque é que a União Europeia propôs uma constituição que renuncia e nega as suas raízes judaico-cristãs?
3- É a guerra encoberta da União Europeia contra Israel, através dos seus aliados árabes palestinianos, o segredo da schadenfreude (malicious joy)?
O sr. Oliveira é um guardião da Eurábia.

Wednesday, February 13, 2008

Saturday, February 9, 2008

Danger Man



Este homem, Rowen Williams, é o arcebispo da Cantuária, e é um homem muito perigoso. Declarou anteontem que, "tarde ou cedo, a Inglaterra tem que incorporar a sharia, a lei islâmica, porque os muçulmanos não se reconhecem na lei inglesa." Acontece que a lei inglesa emana de um estado de direito democrático e é o pilar fundamental desse mesmo estado de direito democrático, para quem, todos os cidadãos têm os mesmos direitos e deveres na observância da lei, independentemente das suas crenças religiosas e políticas e da sua origem étnica. Adiantou que não gostaria de importar certas versões radicais da sharia mas, como muito bem escreveu Vasco Pulido Valente na edição de hoje do Público, "Quem aceita e recomenda a sharia, aceita e recomenda a sharia na forma e na interpretação que os muçulmanos lhe entenderem dar. Não cabe, como é óbvio, a um arcebispo herege meter o seu irrelevante bedelho no assunto."

Seria sempre bonito de se ver, mulheres alegadamente adúlteras a serem apedrejadas até à morte, em pleno Hyde Park, alegados homossexuais muçulmanos a serem decapitados em plena Oxford Street, pequenos larápios a ficarem sem mão na Charing Cross, vergastadas nas mulheres que apresentassem o hijab menos composto, à saída do Harrods ou do Harvey Nichols em Knightsbridge, quartos de hospitais onde, lado a lado, se curassem vítimas de acidentes e miúdas de pais muçulmanos, ficassem sem o clítoris, em rituais de excisão praticados "civilizadamente" com a devida higiene e cuidados médicos adequados. Tudo isto em nome do multiculturalismo. A Europa sucumbiu ao ópio do multiculturalismo. Um dia, daqui a alguns anos, arqueólogos hão-de desenterrar as ruínas de uma antiga civilização procurando pistas para a sua queda e ficarão maravilhados em descobrir em como isso foi fácil.

Vasco Pulido Valente disse que o arcebispo não está comprovadamente louco, mas eu duvido. Não podemos tolerar a intolerância sob pena de perdermos para sempre os valores da liberdade individual e do humanismo que alicerçam a civilização ocidental.

Friday, February 8, 2008

Faça Você Mesmo


Com a obra Curso de Engenharia para Totós, num semestre, o leitor fica habilitado a construir como Engenheiro Técnico, uma réplica da casa representada na imagem, situada numa clareira do pinhal de Leiria, cuja planta foi desenhada pela elevada craveira arquitectónica daquele que nós sabemos.

Plano Nacional de Leitura (2)


Uma proposta magnífica do governo, integrada na Campanha " Novas Oportunidades". Vamos fazer de Portugal um país de Engenheiros!
Frequência disponível em várias modalidades:
1. Sem pôr lá os pés!
2. Só aos fins-de-semana!
3. Um prof. para 4 cadeiras!
4. Permuta directa de favores (i.e. cargos)
5. Pontos da Farinha Amparo

Plano Nacional de Leitura (1)

Recomendamos.
Apresentamos aqui, em primeira edição, a obraprima de Maria de Lurdes Rodrigues, MonaVazia, ou Como lixei a escola pública. Aplaudido pela critica mais liberal, esta obra mostra como em apenas dois anos se pode abrir o caminho à futura gestão privada das escolas e como se transformam os educa-dores dos nossos filhos, os professores, em inimigos públicos da sociedade e culpados do estado em que se encontra a educação em Portugal.

Tuesday, February 5, 2008

Futuro Hi-Tech


Um sujeito entra num bar novo, hi-tech, e pede uma bebida. O barman é um robot que pergunta: - Qual o seu QI? O homem responde: - 150. Então o robot serve um cocktail perfeito e inicia uma conversa sobre a fraude do aquecimento global, espiritualidade, física quântica, interdependência ambiental, teoria das cordas, nanotecnologia e por aí. O tipo ficou impressionado, e resolveu testar o robot. Saiu, deu uma volta e retornou ao balcão. Novamente o robot pergunta: - Qual o seu QI? O homem responde: - Deve ser uns 100. Imediatamente o robot serve-lhe um whisky e começa a falar, agora sobre futebol, fórmula 1, super-modelos, comidas favoritas, armas, corpo da mulher e outros assuntos semelhantes. O sujeito ficou abismado. Sai do bar, pára e resolve voltar e fazer mais um teste. Novamente o robot pergunta-lhe: - Qual o seu QI? O homem disfarça e responde: - Uns 20, talvez!
Então o robot serve-lhe uma pinga de vinho, inclina-se no balcão e diz bem pausadamente: - E então meu, vamos votar no Sócrates de novo?

Recado de Um Pai a Uma Professora



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Queijo Milú

O queijo preferido do Primeiro Ministro de Portugal

Sunday, February 3, 2008

Andy Warhol


Ghettos de imigrantes não são novidade. Desempenharam até um grande papel na história dos USA, e para milhões de famílias imigrantes foram um local de transição até se tornarem americanos. Era comum encontrarem-se pessoas nesses ghettos que não falavam de todo inglês e que tinham os mesmos valores, atitudes e modos de vida típicos dos seus países originais. Na maioria dos casos a integração só ocorria na geração seguinte.
Um dos exemplos possíveis, entre milhões de outros, é o da família de Andy Warhol. Húngaros de nascença imigraram para a América, onde o pai trabalhava numa mina de carvão em Pittsburgh e enquanto a mãe, doméstica, cozinhava goulash para ele e para os dois irmãos mais velhos. Como todos sabemos Andy Warhol tornou-se um nome incontornável na arte no séc. XX.
Nada disto acontece hoje em dia na Europa. Os ghettos europeus existem há décadas. Habitam lá não só, as primeiras, como as segundas e terceiras gerações de imigrantes islâmicos. Apesar de terem nascido holandeses, franceses, alemães...a maioria não fala a língua do país onde nasceram. Nem inglês. Os seus valores culturais são os do mundo islâmico, e os seus líderes não foram eleitos como membros do parlamento, mas são imams e anciãos que governam essas comunidades como chefes tribais, impondo práticas tradicionais com incompreensível autoridade, enfatizando e relembrando a todo o momento que a cultura ocidental é imoral e maligna. Muitos daqueles líderes pregam contra a democracia da Europa, contra a aceitação da igualdade da mulher, contra as minorias sexuais...Rejeitam a liberdade de consciência, denúnciam a separação da igreja e do estado e insistem que os muçulmanos não têm a obrigação de obedecer às leis seculares dos países europeus. "Estes alemães, estes ateus, estes europeus não barbeiam os sovacos", pregava um iman em 2004 em Berlim. O inferno vive para os infiéis! Abaixo com todas as democracias e todos os democratas". Nesse mesmo ano, um pregador afirmou perante uma assistência, em Copenhagen que o secularismo era uma forma de opressão. "Nenhum muçulmano aceita o secularismo, a liberdade e a democracia".
Bem, digo eu, então ainda estão a tempo de atravessar novamente o mar Mediterrâneo. Há mar e mar, há ir, e não voltar.