Saturday, May 10, 2008

Children Dumping (2)


Na verdade, as crianças europeias nascidas de pais muçulmanos, não precisam de ser enviadas para fora para lhes fazerem a lavagem ao cérebro nos ideais da jihad e do martírio. Muitos jovens em Amsterdão frequentam escolas islâmicas privadas. Estas escolas que, assim como as mesquitas, recebem subsídios do estado Holandês, bem como de governos islâmicos, ensinam o ódio aos Judeus, a Israel, América e ao Ocidente. Ensinam que as mulheres devem ser subservientes ao homem e que os muçulmanos devem manter a distância relativamente aos infiéis. Ensinam aos jovens a ver as sociedades democráticas em que vivem como transitórias, destinadas a serem substituídas por um califado islâmico governado de acordo com a sharia. Reforçam a moral sexual que as crianças aprenderam em casa, que permite a poligamia (aos homens), que prescreve severas punições às mulheres adúlteras e às vitimas de violação (mas não aos violadores) e exigem que os homossexuais sejam enforcados.


Children Dumping (1)


Existe uma práctica - mal conhecida dos europeus - que consiste no embarque de crianças nascidas de pais muçulmanos, imigrantes por cá na Europa, para as terras onde esses mesmos pais nasceram, e onde as crianças vão frequentar escolas corânicas. Este propósito não é ambíguo, pois serve para evitar a sua integração nas democracias ocidentais, pela "re-educação" nos valores tradicionais e na intrepretação fundamentalista do Corão, a que vão estar sujeitas nessas escolas. As contas desta re-educação são pagas pelas mesquitas europeias - que por sua vez, recebem fundos dos governos europeus e dos governos islâmicos, numa espécie de "disciplina" que poderiamos chamar de: A Prática da Eurábia. Muitas crianças são enviadas logo aos 3 anos de idade. Apesar de terem nascido na Europa possuem uma quase nula ligação à cultura mainstream europeia; nos seus países de origem, vivem com parentes que também partilham o objectivo de que nunca essas crianças alguma vez se liguem às culturas europeias. Em 2004, alguns membros da organização norueguesa Human Rights Service, na sequência uma viagem ao Paquistão onde visitaram uma escola corânica em Gujarat, declararam o seguinte à imprensa norueguesa: " Do exterior, a escola parecia uma prisão. Era escura e fria e não tinha electricidade. As crianças, todas raparigas nascidas na Escandinávia, não pareciam bem; muitas estavam subnutridas. A escola não possuía carteiras, cadeiras, ou materiais didáticos, pelo menos à vista. As janelas eram gradeadas e tão altas que as meninas não podia observar o exterior e do exterior nada se via para o interior. Entre a primeira e a segunda sala não havia chão, só terra batida. Só em Oslo, desaparecem centenas de alunos muçulmanos, por ano, sem os directores conseguirem obter qualquer justificação pelo seu desaparecimento. Sabemos agora onde elas se encontram."

Friday, May 9, 2008

Happy Birthday Israel

Muitos anos de vida.

Wednesday, May 7, 2008

Quem Poderia Saber?


De acordo com o The Spectator de ontem, as Nações Unidas (UN) comportam-se como um clube de terror, ignorando ou desculpando actos de terrorismo e de tirania enquanto repetidamente se "atiram" ao Estado de Israel com grotescas condenações. O papel da missão na Faixa de Gaza, UNWRA é supervisionar os "campos de refugiados" que são fábricas de terroristas há muito tempo conhecidas. Israel, há muito que avisa que os terroristas operam sob a cobertura das instalações e dos veículos da UNWRA. A UN nega fortemente qualquer envolvimento em tais actividades. Só que agora a Reuteurs noticiou que o director de uma escola da UN na faixa de Gaza, um tal Awad al-Qiq, atingido mortalmente pela aviação israelita na semana passada, numa "oficina de mecânica", ensinava durante o dia e produzia rockets durante a noite para a jihad islâmica. Embrulhado numa bandeira daquela organização terrorista, foi a enterrar como um herói.

Quem haveria de saber?

Nem a sua própria família! Que choque terrível, suponho! E as Nações Unidas? Bom Deus, iam lá advinhar tal coisa! Nem um pequena pista, nada de nada!

O porta-voz da UNWRA, Christopher Gunness, declarou o seguinte:

" Temos uma politica de tolerância zero relativamente a actividades político-militantes nas nossas escolas. Claro que não somos a polícia do pensamento nem podemos policiar as mentes das pessoas.

Claro que não! Como é que alguém poderia esperar que um dos oficiais pagos pela UN fazia, numa base regular, morteiros e rockets para o Hamas? Ficamos a saber que para a UN "tolerância zero" para o terrorismo significa vigilância zero.

Tuesday, May 6, 2008

Boa Bob!


Bob Geldof declarou em Lisboa, num painel sobre Desenvolvimento Sustentável, organizado por um banco português (estão deveras ecologistas os senhores!?) que Angola é "gerida por criminosos". Pimba! Mostrou aos cínicos lambe-botas dos políticos e hipócritas agentes económicos portugueses, que os princípios devem preceder os interesses. É urgente uma grande limpeza nos sistemas democráticos ocidentais...

Ainda as Eleições Inglesas.

Conforme já aqui deixei dito o ex Mayor de Londres, Ken Livingstone (na foto), obteve quase 100% dos votos dos islâmicos. Infelizmente, para ele, 90% da cidade ainda não é muçulmana. O que não foi noticiado na imprensa portuguesa, é que esta campanha eleitoral, foi das mais sujas de sempre. Boris Johnson foi enxovalhado por militantes islâmicos, ao mesmo tempo que apelavam ao voto do socialista Red Ken. Os primeiros "fogachos" foram lançados em Janeiro quando foi proclamado que 50 organizações islâmicas escreveram para o The Guardian apoiando Livingstone. O jornal Bengali, "Janomot" declarava mesmo que com Boris a Mayor, o Corão seria banido ( o que seria uma boa ideia!). Quem esteve por trás desta campanha foi um grupo chamado British Muslim Iniciative (BMI), que se auto-intitulavam de apoiantes "pacíficos e respeitadores dos direitos humanos". Estes apoiantes presumivelmente incluiam Azzam Tamini e Anas Tikriti, cujas colunas no The Guardian eram proeminentemente publicitadas no web site dos BMI. Também publicitado naquele site é a organização apoiante, "Muslims 4 Ken", que de acordo com o Evening Standard, são nada mais nada menos que... Azzam Tamini e Anas Tikriti.
Este último, é o ex presidente do Muslim Association of Britain (MAB), que é, com efeito, um braço do extremista Muslim Brotherwood, com ligações ao Hamas. Tem sido referido que, Timini fazia os comunicados do Hamas nos anos 90. Com certeza apoiando também os bombistas suicidas contra inocentes em Israel.
Portanto concluímos daqui duas coisas importantes: primeiro que o Partido Trabalhista em geral e Livingstone em particular, recebeu apoio de gente com ligações ao terrorismo islâmico. Segundo, o jornal The Guardian, publica colunas de opinião desssa mesma gente.
Nada disto, para mim, é novidade! Mas para a maioria dos portugueses não fazem ideia do que estes fariseus políticos lhes podem, num futuro próximo, fazer nas suas costas distraídas.

Fundo Histórico (2)


A jihad é central na história e civilização islâmica. Não foi questionada ou modificada desde que os fundadores da jurisprudência islâmica a proposeram, nos séc VIII e IX - apesar de alguns académicos modernos, vivendo a maioria no Ocidente, terem tentado algumas interpretações críticas. O nascido Sírio, Bassam Tibi, Director e Professor de Relações Internacionais da Universidade de Gottingen, na Alemanha, escreveu uma crítica incisiva sobre a Jihad. O mufti de Marselha, Soheib Bensheikh, advogou a desacralização da sharia mas equilibrou estas visões progressistas com um anti-sionismo radical. O Sheikh Abdul Hadi Palazzi, um imam pró-israelita activo de Milão, criticava ferozmente Arafat e a liderança do Hamas, mas, não obstante, um firme adepto da ideia de jihad como luta moral.

Ibn Warraq, ex-muçulmano, é um dos poucos intelectuais proveniente do mundo muçulmano que tem a coragem de criticar o Islão de uma maneira sistemática - analisando cada dogma; examinando a linguagem, o conteúdo e a origem do al-Corão; e avaliando criticamente as fontes históricas do nosso conhecimento acerca do nascimento e difusão do Islão nos diversos livros que editou no Ocidente. O sua obra inicial intitulava-se Why I Am Not a Muslim (1995).

Todavia, as inclinações reformistas não são "o forte" do Islão e mantêm-se basicamente marginais, enquanto os regulamentos tradicionais da jihad são reiterados por luminárias como o Sheikh Yusef al-Qaradhawi, o líder espiritual dos Muslim Brotherwood e cabeça do European Council for Fatwa and Research, e o Sheikh Mohammad Sayyid al-Tantawi, o grande imam da Universidade do Cairo. Tais juristas, por exemplo, interpretaram as Forças de Coligação contra Saddam Hussein como uma ataque dos infiéis contra toda a umma muçulmana, mandantando todos os muçulmanos em conformidade com as regras da jihad. No Egipto, o Centro Islâmico de Pesquisa, em al-Azhar, colocou em circulação um comunicado, aprovado por Tantawi, enfatizando que a jihad era uma obrigação individual para cada muçulmano quando um inimigo luta numa terra islâmica, "porque, de outra maneira, a nossa nação muçulmana seria sujeita a nova invasão dos Cruzados atingindo a terra, a honra, as crenças".

Vivem mentalmente há 500 anos atrás?

Não, vivem há mil e quatrocentos.

Fundo Histórico (1)


Aproveitando o facto da Fundação Gulbenkian estar realizar, a partir de ontem, conferências sobre a arte islâmica, talvez não fosse mau reflectir um pouco, sobre o fundo histório das relações islâmicas com o Ocidente. Apesar de um extenso território islâmico fazer fronteira com a Europa e milhões de filhos de Alá se fixarem por cá, um grande número de políticos europeus preferem não reconhecer que este fenómeno possa ser problemático. Todavia, é contra os seus próprios interesses pretender ser cego e surdo relativamente à hostilidade proveniente desta vizinhança superpovoada que agora ecoa com brutalidade nas cidades da Europa Ocidental. Nem a política americana nem a perversidade israelita são responsáveis por esta hostilidade; ela foi, e é nutrida por uma cultura de aversão e ódio dirigida aos infiéis. Seria criminoso e suicida para aqueles a quem este ódio é dirigido negar a sua existência como tendência principal, entre a população de muçulmanos ileterados e os seus lideres religiosos, nos 56 estados (mais a Autoridade Palestiniana) que compõem a Conferência da Organização Islâmica.

A subserviência europeia, ou a sua política de enfraquecer Israel enquanto difamam os Estados Unidos da América e encobrem o sofrimento dos cristãos em países muçulmanos, não ajuda a ultrapassar aquele ódio, entrincheirado, quer na religião, quer na história e nas suas tradições. Os ocidentais devem ter a coragem moral em compreender esta realidade em vez de se esconderem atrás de um política apaziguadora que precisa de bodes espiatórios para sobreviver.
Entretanto a movimentação islâmica nos últimos tempos em Portugal não anúncia nada de bom.

Sunday, May 4, 2008

Esta Foto Diz Tudo

Na legenda da fotografia pode-se ler: O duplo discurso do Islão exposto.
Photoshop, ou não, é a realidade.

Saturday, May 3, 2008

A Caravana de Sean Penn

No momento em que muita gente "sacode a àgua do capote" na actual polémica em torno destes novos combustíveis, por provocar um aumento maciço no preço dos cereais, o actor encabeça esta bem disposta iniciativa: a Caravana denominada Mãos Sujas. Tal ajuntamento é constituído por um comboio de autocarros movidos a biodiesel que tentará realizar uma viagem de 2900 quilómetros até Nova Orleães. O objectivo de tal iniciativa é dar poder aos jovens !?
Esta caravana vai incompleta. Há muitas personalidades que deveriam ocupar os primeiros lugares do primeiro autocarro. Uma delas é Durão Barroso, por em tempos, ter apelado a uma maior produção de biocombustíveis de maneira a combater um fantasma - o aquecimento global - querendo baixar "alegremente" a produção de dióxido de carbono em cerca de 20% nos próximos anos. Irresponsável...? Nem pensar.
O actual secretário-geral das Nações Unidas, ou qualquer um dos clones passados, por ter atirado as culpas para a especulação (leia-se USA) em torno dos cereais, esquecendo-se de décadas e décadas de propaganda em torno da queima dos combustíveis fósseis e os seus efeitos potencialmente apocalipticos no clima terrestre, conforme a ficção científica alardeada pelo IPCC, motivando a produção de toda e qualquer forma de energia alternativa. Um senhor português que veio do Afeganistão e viu uma criancinha morrer (coisa rara em tal país!) envolvido numa confusão qualquer acerca de obter farinha (suponho) e chocado, de imediato culpou os especuladores (note-se os USA) pela situação horrenda que criaram.
Os Quercus deste mundo e do outro, os Green Peace, Friends of Earth, The Soil Association e demais seitas, por terem metido a viola no saco. Ámen.

A Debandada


Deputados dos partidos da esquerda portuguesa deixaram o hemicíclo quando este aprovou um voto de pesar pelo falecimento do Cónego Melo. É espantoso! Partidos como Bloco de Esquerda que não esconde as suas simpatias pelas actividades terroristas de grupos como Hamas e o Hezbollah e admiração babada pelo tirano de Havana, instalado à décadas, debandaram como virgens assustadas. Só é de lamentar o comportamento dos deputados do PS. Mas quem é que percebe este partido?

Menos Um Terrorista, Pelo Menos

Um atáque aéreo dos Estados Unidos matou o comandante da al-Qaeda na Somália, e pelo menos mais uma dezena de outros aficcionados, na passada Terça- Feira. Aden Hashi Ayro, liderava a milicia al shabaab, e estava implicado nos ataques às embaixadas americanas em África. Era também o responsável por ataques diários ás forças aliadas etíopes.

Menos Um Multiculturalista


Red Ken foi corrido da câmara de Londres. O conservador Boris Johnson, derrotou também os islâmicos que votaram 100% em Ken nas eleições. Infelizmente, para ele, 90% de Londres ainda não é muçulmana. As primeiras declarações feitas, por Boris, após ter sido oficializada a sua vitória, vão no sentido de diminuir o crime nas ruas de Londres. Poucas horas antes, mais um teenger foi esfaquedo até á morte. Outras das preocupações declaradas foi a de construir pontes entre as diferentes comunidades, e servir cada uma delas imparcialmente. De facto, os consulados de Ken Livingston, foram sempre de um notável rancor ideológico, pautadas aqui e ali, por atoardas anti-semitas que fizeram as delícias do Londonistão. Curioso é também verificar (mapa de resultados acima) que os conservadores ganharam nalguns redutos tradicionais da esquerda, como seja por exemplo Camdem, e na zona da City, Ken o Vermelho, saiu vitorioso. Para onde corre esta direita dos negócios?

Curioso também a intervenção de Teresa de Sousa no Jornal da Noite da Sic Notícias. Sempre muito bem documentada, a jornalista, explicou de uma maneira brilhante a derrota eleitoral dos trabalhistas, demonstrando uma investigação de uma certa profundidade. O que é estranho, é Teresa de Sousa não ter reparado, que outra das explicações para a derrota dos trabalhistas, residir no cansaço dos ingleses faces aos imigrantes e ás políticas de imigração multiculturalistas que estão a alterar substâncialmente a "paisagem" socio-cultural britânica.

Thursday, May 1, 2008

Entrevista com Pierre-André Taguieff (2)

Pergunta: Você usou a expressão " Nazificação" do Estado Judeu. O que é que quer dizer com isso?
PAT: A nazificação do Estado de Israel é o centro da propaganda anti-sionista que constitui o cerne do discurso Judeofóbico mundial. Israel foi acusado de "genocídio" dos palestinianos depois da Guerra do Seis Dias, depois de etnocídio e finalmente de limpeza étnica. Hoje, muitas pessoas estabelecem o paralelo entre o "judeocídio" cometido pelos nazis e o alegado "palestinocídio" cometido por Sionistas. Através desta propaganda, o que é questionado é a legitimidade do Estado de Israel, que é só, a única nação do mundo, cujo direito de existir tem sido desafiado. O que é que poderia ser ideologicamnete mais apropriado do que estigmatizar Israel, de sionismo ou extremismo, em nome da justa luta contra o racismo e o anti-semitismo, ou em nome do humanismo cosmopolita? Esta é a postura mais comum, dos partisans "ocidentais", os quais, eu chamo de radicais ou absolutos anti-sionistas (a expressão é também usada por Jean- Christophe Rufin, no seu estudo). No entanto, esta postura é encontrada basicamente na nova extrema esquerda e converge com algumas esferas islamistas e encontra-se com alguns movimentos da extrema direita, completamente anti-sionistas. Somando à demonização dos judeus feita pelos islâmicos, eu empenhei-me no estudo da conspiração anti-semita das novas esferas anti-capitalistas, ou esferas revolucionárias, que emergiram no Ocidente. Mergulharam totalmente na ideia de "complot" sionista, com fúria e inocência, enquanto culpam por todos os males do mundo, os misteriosos "Novos Senhores do Mundo", reciclando a ideia do mito dos Anciãos de Sião. O novo anti-judaismo do ínicio do terceiro milénio, denuncía o antí-semitismo como denuncía o sionismo, o que os coloca como anti-semitas e anti-sionistas, enquanto propagandeiam a ideia de serem anti-racistas e anti-fascistas, defensores dos direitos humanos e particularmente dos direitos das "vitimas". Tudo isto é muito atractivo para os pontos de vista do "eticamente correcto". É como uma máscara. O extremismo anti-sionista torna-se o revolucionarismo dos tolos, como aconteceu no tempo do " Caso Dreyfus" em que o nacionalismo anti-semita era, nem mais nem menos do que um socialismo dos tolos.

Tuesday, April 29, 2008

Sinais


"Tradition? The only good traditions are food traditions. The rest are repressive."
A Drª Laina Farhat-Holzman é escritora e historiadora. Nasceu em Roschester, Nova Iorque, esteve casada 15 anos com um iraniano do qual teve dois filhos. Num artigo colocado no seu blog GlobalThink, denominado - Is Islam in Global Flux? - defende objectivamente a ideia que a maré enchente do Islão "já era". Apoiando-se em números, mostra que é indisfarçável a quantidade de crentes que o Islão está a perder para outras religiões. This is most welcomed indeed! A seguir transcrevo os números que a autora refere no seu longo artigo, que por sua vez se baseou em fontes do Hawai Free Press.
  • O muçulmano italiano Magdim´s Allams baptizou-se publicamente no Vaticano pelas mãos do próprio Papa Bento XVI. Esta conversão está longe de ser uma excepção. Está acontecer uma autêntica "manada" de deserções. Claro que os islâmicos já prometeram vingança.
  • Em África, o número de Islâmicos desceu 316 milhões de um total de quase um bilião.
  • No Irão cerca de um milhão de pessoas abandonou sub-repticiamente o islamismo, convertendo-se ao cristianismo evangélico, nos últimos 5 anos, isto de acordo com o Pastor Hormoz Shariat. O parlamento iraniano está a debater a possibilidade de aplicar a pena de morte a quem se converter a outra religião.
  • No Iraque um fenómeno semelhante está a crescer. Depois de anos a fio de extremismo religioso, as pessoas começam a converter-se a outras religiões
  • No sul da Rússia o mesmo padrão emerge. De acordo com Roman Silantyev, secretário executivo do Conselho Inter Religioso da Rússia, 2 milhões de muçulmanos converteram-se ao Cristianismo, e no pós- soviético Kirguistão 100 mil converteram-se também.
  • No Kashmira, vítima de guerra imposta pelos muçulmanos, os evangélicos relatam milhares de conversões. Um jornal indiano noticia: "Urban Muslim Youth Out to Junk Faith."
  • Mesmo palestinianos estão a converter-se em silêncio. Um evangelista refere que: "I’ve been working among these people for thirty years, and I promise you I’ve never seen anything like this.”
  • O Times de Londres estima que 15% dos muçulmanos que vivem na Europa Ocidental deixaram o Islão. So no Reino Unido teriam sido 200 mil. Todos os que deixam esta religião são frequentemente ameaçados, perseguidos e atacados. Apesar de tudo estão a mudar de religião. Claramente que isto não é a vitória final sob uma religião que promete baixar uma sombra de obscurantismo sobre a Europa e sobre o Mundo. Muito longe disso. Talvez seja só um pequeno sinal de esperança.

Digital Future


Da pouca qualidade que resta do jornal Público, as opiniões de Desidério Murcho (DM) às terças feiras são boa uma razão para se comprar o dito. Hoje DM, pronunciou-se sobre o futuro digital radioso. Terminou assim a seu artigo:


" O nosso presente digital é feito de grandes companhias a ganhar muito dinheiro á custa da frivolidade populista e da exploração de criadores talentosos que tornaram a Internet interessante mas que vêem o dinheiro a passar ao lado. Como pode alguém pensar que este mundo é maravilhoso? Bem para o director da Wikipédia, por exemplo, é realmente maravilhoso. Esta enciclopédia é feita com o trabalho gratuito de muitas pessoas. Quem quiser, pode fazer donativos. E há sempre quem o faça - os tais um por cento. Mas precisamente porque a Wikipédia é gratuita, todo este dinheiro vai para o director, advogados e secretárias - mas não para quem realmente escreve a Wikipédia. É este o verdadeiro rosto da nova economia digital: escravatura de cara alegre."

Notícias da Europa (2)


A direita conquistou Roma. Cansados de multiculturalismo, os romanos desapearam a esquerda que governava a Cidade Eterna há 15 anos. O candidato da esquerda, Francesco Rutelli, não poupou os milhões de eleitores que votaram em Gianni Alemanno, insultando-os de racistas. Rutelli atribuiu a inesperada derrota à campanha xénofoba feita por Allemano, que prometeu expulsar 20 mil imigrantes ilegais e com cadastro policial. O que se depreende que a esquerda italiana, como de resto a esquerda europeia, concorda que os Estados suportem estes potenciais focos de violência, de insegurança e de despesa da sociedade. Suportar económica e financeiramente estes ilegais custa muito dinheiro a todos os contribuintes. Mas, já sabemos, que a esquerda é ligeirinha a gastar de qualquer maneira o dinheiro de todos nós. É UM REGABOFE!
Estes partidos da gauche europeia, já dependem mais dos votos dos imigrantes do que dos indígenas, e como tal, servem mais os interesses dos aliens, do que dos autóctones.
Londres também vai a votos e o reinado de Red Ken está por um fio. Nas últimas eleições Red Ken já só foi eleito com a maioria dos votos islâmicos, asiáticos e caribenhos. Esperemos que os londrinos se unam para o correrem de vez.

Tablighi Jamaat

A nova mesquita de Londres terá mais 67 000 lugares do que a Catedral de Liverpool.

Na senda de servir melhor os leitores deste blog, informando-os com a maior definição, levei a cabo uma pequena investigação sobre o grupo islâmico que esteve reunido este fim de semana em Lisboa. Os Tablighi Jamaat (TJ), são um grupo missionário islâmico global e de acordo com fontes do FBI, recrutam gente para al Qaeda, treinando-os como terroristas. Neste momento também se dedicam a recolher fundos por todo o mundo para a construção da gigantesca mesquita, será a maior da Europa, em Londres. Segundo os planos, a mesquita será construída no East End em terrenos vizinhos onde vão ser construídas as infra estruturas para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Conhecida como London Markaz, vai ser a maior casa de oração de todo o Reino Unido. Terá lugares para 70 000 pessoas, só menos 10 000 que o futuro estádio olímpico e 67 000 mais do que a maior estrutura cristã, que é a Catedral Anglicana de Liverpool (na imagem). TJ necessita de cerca de 100 milhões de libras em donativos.

Quem disse que a Eurábia não existe?

Sunday, April 27, 2008

Et Voilá! (2)


A Quercus "dança a lambada". Mau ambiente e demissões. Quando o dinheiro entra em cena, não há religião que fique indiferente. Parece que um angariador recebia comissões de 15% sobre os patrocinios e daí até à confusão, represálias e ameças á intregridade física de alguns sócios, foi só um "minuto verde". Uma sócia diz mesmo que: "nunca vi um clima de medo como aquele que se vive agora. Esta não é a minha Quercus". A senhora andava enganada. Ideologicamente o ambientalismo está próximo das ideologias totalitárias de esquerda.

Et Voilá! (1)


Um dos cavaleiros do apocalipse já anda por aí. É o espectro da fome devido à escassez dos alimentos. Advinhem quem são os maiores culpados! Os BIOCOMBÚSTÍVEIS. E os ecologistas estão por trás de tudo isto, porque estes combustíveis são considerados renováveis, o que não acontece, com os hidrocarbonetos, isto é, o petróleo. Os ecologistas e as preocupações ambientais extremas são os vilões desta história. O cidadão comum, perdido no meio de uma manipulação gigantesca e propagandeada em catadupa pela comunicação social, ainda não se apercebeu de que esta gente e a sua filosofia naturalista são perigosos. Mas está a chegar o dia, em que a própria natureza irá mostrar, não só o falhanço das preocupações ambientalistas extremas, como a natureza desta ideologia.