Monday, June 2, 2008

Darfur: O genocídio permitido (1)


Se num mapa localizar o Egipto, desça e encontra o Sudão. A sua zona ocidental chama-se Darfur. "Dar" significa terra. Os "fur" são povos tribais a sul que se dedicaram à agricultura. Um dos seus líderes foi Rei de toda a região no séc. XVI, daí a razão deste nome.
O Sudão alberga uma população africana, na sua maioria não árabe. Ou talvez seja melhor dizer, albergava porque durante os últimos anos, o governo árabe do general Bashir, tem estado a promover a identidade árabe nacional sudanesa, a jihad e a limpeza étnica.
Umar Hassan Ahmad al Bashir, expandiu a lei da sharia, encerrou os jornais, acabou com os partidos políticos da oposição e prendeu os dissidentes. O exército, o governo e os tribunais foram limpos de elementos que não fossem suficientemente leais à agenda de Bashir e da sua irmandade religiosa. O general criou relações amistosas com Bin Laden e com outros radicais islâmicos, que criaram campos de treino no Sudão.

Saturday, May 31, 2008

Katrina


Este blog, desde o primeiro post, preocupou-se com a denúncia da "marcha do irracionalismo" a que estamos assistir um pouco por todo mundo, com especial atenção à Europa. Neste âmbito denunciamos os fundamentalismos, ambientalistas, islâmicos e o politicamente correcto emanado pela esquerda em geral e por uma certa direita.

Destaco hoje, o furacão Katrina, que serviu de propaganda para os ideólogos do aquecimento global, com Al Gore á cabeça, e mostra como os ambientalistas se constituem como uma poderosa força retrógrada, cuja reacção, muitas das vezes, provoca vítimas inocentes, com é o caso. O que se passou em New Orleans não teve nada a ver com o aquecimento global nem com o dióxido de carbono de origem "antropogénica". Os decisores políticos americanos sabiam há décadas que os sistemas de canais, diques, muros e açudes não eram adequados para proteger a cidade. Nos anos sessenta e setenta, o Corpo de Engenheiros propôs a construção de grandes comportas de aço e betão para evitar que um furacão levasse as vagas do oceano até ao Lago Pontchartrain através de Nova Orleães.

Os políticos locais e a delegação do Congresso do Louisiana deram o seu acordo aquela proposta. Todavia, os grupos de pressão ambientalista processaram o Corpo, recorrendo à Lei de Política Nacional do Ambiente, com o objectivo de impedirem a construção das comportas de protecção contra as inundações. E tiveram sucesso...

O Katrina devastou New Orleans porque os açudes, batidos pelas vagas, abriram brechas e permitiram que também a água do Lago fosse despejada no interior da cidade, inundando-a. O sistema de controlo de cheias proposto pelo Corpo teria evitado a enorme perda de vidas e prejuízos económicos que bateram todos os records.
A irresponsabilidade e a litigação dos grupos ambientalistas foram o único factor "antropogénico", e não o aumento das concentrações de dióxido de carbono que transformou o Katrina numa horrenda catástrofe.
Haja alguém que processe os ambientalistas... por favor! Estes tipos não são a Madre Teresa de Calcutá! Podem e devem ser chamados à barra do tribunal, para o bem da sociedade, sempre que necessário. Infelizmente isso não acontece. Vá-se lá saber porquê!

Sunday, May 25, 2008

Casamentos (3)


Estes casamentos têm consequências sociais enormes. Permitem que mais e mais membros das extensas familias muçulmanas se estabeleçam na Europa e gozem da prosperidade ocidental. E travam, ou mesmos invertem, qualquer progresso de ocidentalização das esposas nascidas europeias. Por outras palavras, a doença da integração é prevenida injectando na parte europeia da família fortes elementos de "valores tradicionais" pelos recém chegados. Claro que estes valores tradicionais são os da hostilidade ao pluralismo, à tolerância, democracia e igualdade entre os sexos. Estas inoculações anti cultura ocidental, provam-se extremamente efectivas.
Para os machos-pais, este esforço de anti-integração é particularmente urgente, porque as raparigas crescem e tomam consciência da liberdade que as mulheres gozam nas sociedades ocidentais. Por isso, estes casamentos forçados ocorrem com raparigas cada vez mais jovens. Uma rapariga que desobedeça aos ditames dos machos da família pagará o preço mais duro; o da própria vida.
Se alguma esperança existe numa revolução das populações muçulmanas que habitam a Europa, ela reside na emancipação da mulher. É por aí que temos que seguir.

Casamentos (2)


O seu marido prospectivo, quase de certeza, será membro da famíla da rapariga, provavelmente seu primo, em primeiro ou segundo grau. Ela pode ou não ter-se encontrado com ele antes de casar. Ela pode ou não gostar dele. Provavelmente não quererá casar-se com ele. Mas de certeza que ela obedecerá. Porque ela sabe o que lhe pode acontecer á saúde se não quiser casar. (Os rapazes também são forçados a casarem-se, mas correm menos riscos se recusarem a fazê-lo.)

Storhaug e Karlsen chamam " comércio humano moderno" ao casamento arranjado ou forçado. Eles também apontaram um facto que a maioria dos políticos europeus preferem ignorar - que o casamento forçado também envolve sexo forçado, isto é violação, numa base diária. O Serviço dos Direitos Humanos da Noruega estudou 90 casos de casamento forçado e concluiu que só 3 mulheres não foram violadas - porque, das duas uma, ou fugiram a tempo ou o casamento só constituiu um pro forma.

As raparigas forçadas ao "casamento" que tentam lutar contra os "maridos" na noite de núpcias não podem esperar que a família venha em seu auxílio.Uma miúda disse que quando gritou por ajuda, os pais do marido, ainda celebravam o casamento na sala ao lado, aumentaram o volume da música." Outra rapariga disse, "Nunca esquecerei o dia seguite à noite de núpcias, quando, toda a gente via a minha cara de sofrimento. Mesmo a minha própria mãe não deu qualquer sinal de apoio ou conforto ao meu desgosto".

Casamentos (1)


Durante muito tempo, muitos académicos e políticos viam o casamento entre os nativos europeus e os emigrantes, como a chave da integração. Aqueles assumiram que quando os filhos dos imigrantes crescessem, casavam com europeus e teriam crianças europeias. Os Ghettos progressivamente desapareceriam. Mas isto não aconteceu! Porquê? Porque a quantidade de inter casamentos e de intregração permaneceu marginal - e os ghettos estão a expandir-se. Porquê? A resposta dá-se em duas palavras - reunificação familiar. Sob as leis europeias, se você for um emigrante ou um residente permanente, a sua esposa, as crianças e outros membros familiares podem também habitar na europa consigo. Muitas comunidades de imigrantes através de um truque pragmático na tradição dos casamentos arranjados exploraram a lei brilhantemente - e fazendo isto, mudaram a face, quer da Europa Ocidental, quer do casamento Muçulmano.

Imagine, se poder, uma rapariga cujos pais se mudaram de Marrocos para a Bélgica antes dela nascer. Ela é uma cidadã belga porque nasceu na Bélgica e tem todos os direitos e deveres que assistem qualquer cidadão belga. Mas quando a rapariga atingir os seus quinze anos, mais ou menos, o seu pai arranjar-lhe-á uma marroquino para casar em Marrocos, ou o menos provável, algum marroquino na comunidade belga, holandesa ou francesa de marroquinos.

Thursday, May 22, 2008

Notícias da Eurábia


22/5/08

Mais um atentado falhado na Inglaterra

Fundo Histórico (4)


O universalismo da jihad foi proclamado desde o nascimento do Islão. A jihad não é uma manifestação limitada no tempo ou declarada contra qualquer grupo específico. É muito mais do que isso. Ela assemelha-se à missão de Maomé (Corão 34:28), é uma manifestação universal do islamismo e dura até a única religião sobrevivente, ser a de Alá (Corão 2:189). Esta luta contínua na "senda de Alá" despoleta o processo que Samuel Huntington chamou de "fronteiras de sangue do Islão". A contínua expansão do Islão através de ataques e conquistas aos seus vizinhos, está de acordo com os mandamentos do Corão que incita a "combater os não crentes que escarnecem das palavras do profeta" (Corão 9:124).

Os próprios académicos islâmicos não escondeu ao que vêm. Por exemplo, Ismail Raji al-Faruqui, que ensina na Universidade de Chicago e Syracusa, e foi professor no Departamento de Religião na Universidade de Temple, escreveu que, todos os muçulmanos esperam que um estado islâmico, um dia, governe o Mundo. Faruqui afirmou: " a doutrina da jihad é válida no Islão".

Devemos continuar a fingir que não é nada connosco?

O meu cão


Este é o meu cão e chama-se Chomsky. É treinado e obedece à voz do dono.

Tuesday, May 20, 2008

A Xenofobia Sul Africana

Assim como somos céleres a criticar quando julgamos ser necessário criticar, também somos céleres em elogiar quando os factos a isso obrigam. Por coincidência, o jornal Público saiu hoje com um longo artigo de fundo sobre o racismo na África do Sul, por parte de populações negras, sobre outras populações negras emigrantes.

Monday, May 19, 2008

África do Sul 12- Itália 0


O jornal Público continua a saga de mostrar o mundo a preto e branco apesar da profusão de fotografias a cores que decoram as suas páginas. Hoje, mais um pérola da contradicção multiculturalista. Assim, na secção Mundo, transcrevendo o El País, acusa a direita italiana de xenófobia com ligações à mafia, noticiando que "grupos de homens sem rosto, perseguem comunidade cigana, que foge atormentada...". Noticiam ainda, mais á frente, que o ataque ter-se-ia devido a uma tentativa de rapto de um bébé por uma jovem romena. Mas acrescenta que "não terá sido por isso". Claro que não foi só por isso! Será que as pessoas ficaram estúpidas de repente? Este fenómeno de estupidificação repentina, é endógeno na redacção dos jornais!
Nas últimas semanas, vários incidentes de rapto e de violações envolveram as comunidades ciganas com origem romena. Os italianos estão a sentir na pele os resultados de décadas de imigrição; primeiro de muçulmanos e ultimamente de romenos. Aliás, basta ler os livros de Oriana Fallaci (que foram completamente ignorados pelo jornal Público) para ver, até que ponto chegou o desrespeito dos imigrantes pela cultura italiana. Parece certo, para os jornalistas do Público, que os nativos italianos não têm o direito de se sentir atormentados e inseguros. Só os outros. Tudo se resume a um complot fascista da Aliança Nacional com a Camorra. Isto apesar de 70% da população quererem a expulsão dos imigantes. Para o Público, e o seu congénere El País, 70% dos italianos ficaram " racistas de todo", num pequeno lapso de tempo. A banalização das palavras "racista e xenofobia " estão a torná-las completamente inócuas. Os verdadeiros racistas, que devem ser combatidos aliás, diga-se, devem-se sentir cada vez mais seguros e confiantes, pois aqueles conceitos já pouco significam.

Numa coluna desavergonhadamente colocada ao lado desta, está outra notícia sobre violência contra imigrantes. Mas desta vez o caso passou-se na África do Sul e "só" teve como resultado a morte de 12 imigrantes em Joanesburgo. O teor da notícia é escandaloso, por comparação com a notícia sobre Itália. Assim, os assassinos, nunca são chamados de xenófobos ou racistas, nem de criminosos, mas de gangs de jovens. No bairro de Cleveland, morreram cinco imigrantes, três espancados até á morte e dois queimados vivos. A palavra "xenofobia" só foi utilizada na transcrição das palavras de Jacob Zuma, líder do ANC. Se um qualquer gang de jovens, brancos claro, europeus assassinasse um imigrante... imaginem as parangonas no jornal Público:
"Hordas de SS, SA, Totenkopfs, marcham com as suas botas cardadas e bigodinhos estreitos pela ruas da Europa" ou " Os camisas negras atacam de novo de stukas entre os dentes" etc...

Neste pasquim, o politicamente correcto confunde-se com ódio contra a civilização ocidental e a primeira vítima, foi o único jornal diário de qualidade que havia neste país.

Saturday, May 17, 2008

You Are Most Welcomed!



Al- Qaeda ameçou atacar durante o Euro 2008. Os austríacos estão já a preparar-se para os receber, numa operação de treino, do Comité de Boas Vindas, chamada Cobra Drill for Euro 2008. Aqui estão duas imagens dos intensos exercícios destinados a aprofundar as relações, a amizade e a troca de experiências inter-civilizacionais.



Ken Livingstone Again

O homem não "larga o osso". Na primeira assembleia dirigida por Boris o novo Mayor de Londres, Ken, the Red, disse á imprensa que, iria vigiar a acção de Boris Johnson de muito perto, e que não iria tão cedo deixar a política. Derrotado mas não convencido.

Red Ken sempre despertou amores e ódios. Amores nos islâmicos, nos socialistas e sindicalistas, e ódios nos cidadãos londrinos normais.

Numa curta trip pela blogosfera londrina coleccionei estas fotomontagens, que valem a pena ser observadas pelos amigos e leitores de Neuromante.









Fundo Histórico (3)


as Cruzadas não são uma equivalência moral entre o Ocidente Cristão e o Islão


Poucos europeus se dão conta do que a jihad realmente significa. Ánalises deliberadamente tendiosas e até historicamente falseadas, são difundidas para o grande público, pela comunicação social e por alguns académicos, "ensinando" que as Cruzadas são uma equivalência moral entre o Ocidente Cristão e o Islão, destinadas a acalmar, diria mesmo, a pastorear, as preocupações das populações e a despistar qualquer estado de vigilância defensiva dos cidadãos europeus. Ignora-se, concerteza, que a jihad é uma ideologia e uma praxis muito regulamentada, com uma jurisprudência própria, que está muito para além da ideia que a maioria dos ocidentais possui, que os jihadistas são um bando de "morcões" esfarrapados, vítimas da opressão capitalista e do desprezo do ocidente e... blá blá blá... Muito longe disso!...


Logo no séc. VIII, foi estabelecido um conjunto formal de regras destinadas e regulamentar as relações entre islâmicos e não islâmicos, conquistados ou ainda não. Eram regras práticas, religiosas, judiciais e até tácticas militares, que compõem o conceito da jihad. Essas regras foram baseadas na interpretação do Corão e do hadith (as palavras e os actos de Maomé). O conceito e a doutrina da jihad destina-se a regular a beligerância relativamente a outros povos, outras terras e religiões, sempre tão avidamente invejadas pelos muçulmanos, regula armistícios temporários e muito muito importante, são regras destinadas a regulamentar a submissão dos conquistados e a divisão dos saques.

Wednesday, May 14, 2008

Winston Churchill

Winston Churchill guiou a Inglaterra contra o nazismo. Sabia muito bem, ao contrário de muitos dos seus actuais conterrâneos, a pobreza e os perigos que o islamismo pode gerar, para os seus seguidores e para os seus vizinhos. Agora para os seus hospedeiros. Até porque na I Guerra Mundial combateu os Turcos e na II Guerra Mundial, viu muitos muçulmanos porem-se ao lado de Hitler. Deixo aqui alguns pensamentos de Churchill na língua original, pois é importante manter a força das suas palavras.
"How dreadful are the curses which Mohammedanism lays on its votaries! Besides the fanatical frenzy, which is as dangerous in a man as hydrophobia (rabies) in a dog, there is this fearful fatalistic apathy. The effects are apparent in many countries; improvident habits, slovenly systems of agriculture, sluggish methods of commerce, and insecurity of property exist wherever the followers of the Prophet rule or live."
"A degraded sensualism deprives this life of its grace and refinement, the next of its dignity and sanctity. The fact that in Mohammedan law every woman must belong to some man as his absolute property, either as a child, a wife or a concubine, must delay the final extinction of slavery until the faith of Islam has ceased to be a great power among men. "
"Individual Moslems may show splendid qualities, but the influence of the religion paralyses the social development of those who follow it."
"No stronger retrograde force exists in the world. Far from being moribund, Mohammedanism is a militant and proselytizing faith. It has already spread throughout Central Africa, raising fearless warriors at every step. Were it not that Christianity is sheltered in the strong arms of science, the science against which it had vainly struggled, the civilization of modern Europe might fall, as fell the civilization of ancient Rome."

Monday, May 12, 2008

Pearl Harbour vs 11 de Setembro (2)



As leituras dos soldados-cadetes iam de obras de escritores clássicos, como Aristóteles, Platão, Sócrates e Zenão de Cítio, até aos escritores franceses, alemães e russos cujas obras liam frequentemente na língua original, como Rousseau, Goethe, Kant, Hegel, Nietszche, Dostoievky, Lenine, Tolstoi, etc. As suas questões sobre a responsabilidade do indivíduo para com a sociedade levaram-nos a autores modernos como Thomas Mann, Romain Rolland e Roger Martin du Gard. Procuraram apoio psicológico numa estética do niilismo que lhes oferecia vias poéticas para evitar compreender a morte em que viviam.

Estão a anos-luz dos fanáticos selvagens islâmicos que muito deliberadamente se serviram de aviões carregados de civis, aviões esses que utilizaram como armas sobre alvos civis, gritando Alá Akbar! e sonhando com não sei quantas virgens que teriam à espera, sem sequer terem bebido ao amanhecer, that one last drink for the "road".

Pearl Harbour vs 11 de Setembro (1)


Como disse Walter Benjamin, há muitos factos históricos atirados para o "caixote do lixo da História". Mas é perigoso quando uma caricatura substitui por completo um facto histórico. Com a classificação do 11 de Setembro como "homeland Attack", estabeleceram-se analogias diversas com a abertura da frente do Pacífico na II Guerra Mundial iniciada, como sabemos, com o ataque aéreo do Japão á base naval americana de Pearl Harbour. Com isso, os Kamikaze, que no Ocidente são vistos como fanáticos nacionalistas e imperialistas de sorriso nos lábios ao amanhecer, erguendo a sua taça de saké rumo a uma morte certa, passaram a ser o arquétipo de bombistas suicidas. Não pode haver maior injustiça. Em primeiro lugar, em 1941 não tinha sido criada a força de combate japonesa denominada Tokkotai de que faziam parte os pilotos kamikaze. Assim em Pearl Harbour, os pilotos japoneses executaram a sua missão com os aviões equipados para regressar aos porta-aviões. Os Tokkotai que voaram em 1944 e 45 não eram bombistas suicidas. Eram enviados em missões de bombardeamento, sem regresso e morriam necessáriamente em combate.
Dos cerca de quatro mil pilotos Tokkotai, perto de 3000 eram adolescentes escolhidos num programa de recrutamento especial destinado a formar rapazes muito novos. À volta de mil, eram "soldados-cadetes", estudantes universitários a quem o governo encurtava a formação para os integrar nas fileiras. Eram muito introspectivos e cosmopolitas. Muitos deles eram politicamente liberais ou mesmo radicais de esquerda, em segredo. Não se ofereceram como voluntários, é mais correcto dizer, que não lhes foi dada qualquer alternativa. Deixaram escritos: ensaios, poemas, diários, cartas. Estes são testemunhos da luta que travaram para encontrar sentido numa morte que sentiam ser-lhes imposta por decreto.

Saturday, May 10, 2008

A Ficção Científica de Al Gore



Já está na livrarias o livro " A Ficção Científica de Al Gore". Juntamente com o filme da Channel Four, The Great Global Warming Swindle, constituem os mais arrasadores documentos, cientificamente fundamentados, que desmascaram a gigantesca aldrabice climática de Al Gore. A primeira edição do livro esgotou completamente e a segunda edição está nas bancas a partir deste fim de semana. A não perder. Todos as pessoas com responsabilidades na educação de crianças ou adultos, possuem agora um óptimo documento em português para se basearem na informação cientificamente precisa, ensinando que, como com orçamentos colossais e propaganda adequada, se influenciam milhões de pessoas em todo o mundo. Até quando os meios de comunicação responsáveis vão ficar silenciosos, e assobiar para o lado, perante esta avalanche de informações que desmacaram a hipótese do aquecimento global como a maior fraude cientifica de todos os tempos? Esperemos que os jornalistas, os cientistas, os políticos e os membros de grupos ambientalistas e do IPCC, possam ser processados judicialmente, por terem tomado parte activa nesta fraude, que ganha contornos escandalosos, de ter sido um fenómeno de manipulação de massas a nível global. Esperemos também que a fundação Nobel ganhe um pingo de vergonha na cara e retire o prémio Nobel a Al Gore que nada fez para o merecer, bem pelo contrário.

Children Dumping (3)


Tais escolas não são únicas na Holanda, elas existem por toda a Europa Ocidental. Nem sequer as crianças de pais muçulmanos necessitam de academias privadas para serem tranformadas em fanáticos, inculcadas nos valores do maior conservadorismo e tradicionalismo islâmicos. Na Alemanha, muitas escolas públicas já podem aprender o Corão em aulas de Religião. Muito professores alemães, estão desapontados com os resultados de tal decisão governamental. Um desses professores contou ao jornalista, Richard Bernstein, do NY Times, que algumas raparigas, devido á influência de professores muçulmanos, deixaram de fazer ginástica e de praticar natação e algumas começaram mesmo a usar hijab. Alguns livros apresentam mesmo textos preocupantes, que ensinam que os muçulmanos estão ameaçados pelos Judeus e Cristãos desde o tempo dos cruzados, e incitam os jovens a preparar-se para a jihad.

Marion Berning, uma directora de uma escola berlinense, entrou numa classe com o pretexto de arranjar uma janela. Enquanto lá esteve, o professor islâmico, explicava a uma turma de dóceis raparigas e de rudes rapazes, que as "mulheres são para ficar em casa atratar dos filhos". Desde que essas aulas começaram, Berning começou a ver os seus alunos muçulmanos e não muçulmanos deixarem de conviver, que as lutas no recreio entre eles aumentaram e cada vez mais alunas muçulmanas desistem das aulas de ginástica.

Esta triste história repete-se por toda a Europa. Em Milão, por exemplo, as autoridades escolares cederam relativamente às pretenções de pais muçulmanos de que os seu filhos fossem separados em turmas e poupados à "atmosfera secular" da escola, isto é, foram isolados do Ocidente democrático em que vivem.

Children Dumping (2)


Na verdade, as crianças europeias nascidas de pais muçulmanos, não precisam de ser enviadas para fora para lhes fazerem a lavagem ao cérebro nos ideais da jihad e do martírio. Muitos jovens em Amsterdão frequentam escolas islâmicas privadas. Estas escolas que, assim como as mesquitas, recebem subsídios do estado Holandês, bem como de governos islâmicos, ensinam o ódio aos Judeus, a Israel, América e ao Ocidente. Ensinam que as mulheres devem ser subservientes ao homem e que os muçulmanos devem manter a distância relativamente aos infiéis. Ensinam aos jovens a ver as sociedades democráticas em que vivem como transitórias, destinadas a serem substituídas por um califado islâmico governado de acordo com a sharia. Reforçam a moral sexual que as crianças aprenderam em casa, que permite a poligamia (aos homens), que prescreve severas punições às mulheres adúlteras e às vitimas de violação (mas não aos violadores) e exigem que os homossexuais sejam enforcados.


Children Dumping (1)


Existe uma práctica - mal conhecida dos europeus - que consiste no embarque de crianças nascidas de pais muçulmanos, imigrantes por cá na Europa, para as terras onde esses mesmos pais nasceram, e onde as crianças vão frequentar escolas corânicas. Este propósito não é ambíguo, pois serve para evitar a sua integração nas democracias ocidentais, pela "re-educação" nos valores tradicionais e na intrepretação fundamentalista do Corão, a que vão estar sujeitas nessas escolas. As contas desta re-educação são pagas pelas mesquitas europeias - que por sua vez, recebem fundos dos governos europeus e dos governos islâmicos, numa espécie de "disciplina" que poderiamos chamar de: A Prática da Eurábia. Muitas crianças são enviadas logo aos 3 anos de idade. Apesar de terem nascido na Europa possuem uma quase nula ligação à cultura mainstream europeia; nos seus países de origem, vivem com parentes que também partilham o objectivo de que nunca essas crianças alguma vez se liguem às culturas europeias. Em 2004, alguns membros da organização norueguesa Human Rights Service, na sequência uma viagem ao Paquistão onde visitaram uma escola corânica em Gujarat, declararam o seguinte à imprensa norueguesa: " Do exterior, a escola parecia uma prisão. Era escura e fria e não tinha electricidade. As crianças, todas raparigas nascidas na Escandinávia, não pareciam bem; muitas estavam subnutridas. A escola não possuía carteiras, cadeiras, ou materiais didáticos, pelo menos à vista. As janelas eram gradeadas e tão altas que as meninas não podia observar o exterior e do exterior nada se via para o interior. Entre a primeira e a segunda sala não havia chão, só terra batida. Só em Oslo, desaparecem centenas de alunos muçulmanos, por ano, sem os directores conseguirem obter qualquer justificação pelo seu desaparecimento. Sabemos agora onde elas se encontram."