Se ao menos se eles tivessem um clube de ténis de mesa... Este post, parte I e II, é a adapatação de um texto dito por Pat Condell, colocado no You Tube, intitulado " Appeasing Islam".
Se ao menos se eles tivessem um clube de ténis de mesa... 




Os imigrantes na Europa trazem com eles muitos costumes tribais que são flagrantemente inconsistentes com o entendimento Ocidental dos Direitos Humanos. Esses costumes são pontos de conflito latente ou potencial entre as comunidades islâmicas e as suas sociedades hospedeiras. No entanto, durante todo este tempo os media europeus e o sistema político pura e simplesmente deram o seu melhor para ignorar este conflito.
Talvez o mais bárbaro e menos publicitado desses costumes seja a mutilação genital feminina, uma prática universal em algumas culturas islâmicas. Como Hirsi Ali explica, os países árabes sentem-se no direito de controlar e resguardar a virgindade feminina "fechando a mulher em casa"; noutras regiões, todavia, quando a sociedade necessita do trabalho da mulher no exterior, a virgindade é resguardada pelo corte do clitóris da mulher. As especificidades desta prática variam - e não é agradável descreve-las -mas usualmente envolve a remoção parcial ou total do clitóris. Os grandes e os pequenos lábios também podem ser excisados sendo posteriormente a vagina fechada, numa espécie de cirurgía paleolítica, provocando inúmeras vezes hemorragias e infecções graves. A mutilação é feita sem anestesia e resulta numa vida de dores físicas e infecções crónicas e grande desconforto no actos de urinar e no acto sexual. Tradicionalmente a mutilação pode ser realizada desde a infância até à puberdade, mas na Europa é frequentemente realizada quando a menina é ainda bébé, porque simplesmente esta não se pode queixar.
Os pais dão muitas razões para a perpetuação deste costume bárbaro e brutal. No topo da lista está a convicção que a sexualidade da mulher é pecaminosa e de que os seus orgãos sexuais são impuros, sendo a mutilação então, a protecção contra o pecado. Tal pensamento ocorre nas subculturas patriarcais que ensina, violentamente, de geração em geração que a mulher é propriedade do homem e que o desejo, o prazer e a liberdade sexual, nada mais são do que uma ameaça à honra da família, sendo portanto o prazer sexual feminino obliterado o mais cedo possível.
Esta poderá ser a bandeira da França num futuro próximo.
Na sequência de algumas críticas de amigos pessoais e leitores deste blogg, considerando alguns dos meus pontos de vista radicais, vou deixando aqui excertos de uma entrevista ao Nouvelle Observateur, de Pierre-André Taguieff, que melhor do que eu, explica que o que está em causa é a luta pela sobrevivência da liberdade. E nesta luta, qualquer adjectivo é, no mínimo, desadequado. 





A Eurábia emergiu nos alvores do terceiro milénio em todo o seu esplendor: antisemítica e conforme provaram as gigantescas manifestações que varreram a Europa Ocidental, também antí-americana. Estas manifestações marcaram a assustadora transformação da Europa em Eurábia. Começaram após o dia 30 de Setembro de 2000 - a data em que a guerra Al Aqsa de Arafat se intensificou. Não foi mera coincidência. Há muitas décadas que governos europeus, algumas Igrejas e a maiora dos media suportam a OLP. Este suporte, contudo, é só a parte mais visivel da política da União Europeia (UE) em relação a Israel, aos EUA e aos árabes, e consiste no arauto de uma grande transformação cultural e societal da Europa.



Este homem, Rowen Williams, é o arcebispo da Cantuária, e é um homem muito perigoso. Declarou anteontem que, "tarde ou cedo, a Inglaterra tem que incorporar a sharia, a lei islâmica, porque os muçulmanos não se reconhecem na lei inglesa." Acontece que a lei inglesa emana de um estado de direito democrático e é o pilar fundamental desse mesmo estado de direito democrático, para quem, todos os cidadãos têm os mesmos direitos e deveres na observância da lei, independentemente das suas crenças religiosas e políticas e da sua origem étnica. Adiantou que não gostaria de importar certas versões radicais da sharia mas, como muito bem escreveu Vasco Pulido Valente na edição de hoje do Público, "Quem aceita e recomenda a sharia, aceita e recomenda a sharia na forma e na interpretação que os muçulmanos lhe entenderem dar. Não cabe, como é óbvio, a um arcebispo herege meter o seu irrelevante bedelho no assunto."
Seria sempre bonito de se ver, mulheres alegadamente adúlteras a serem apedrejadas até à morte, em pleno Hyde Park, alegados homossexuais muçulmanos a serem decapitados em plena Oxford Street, pequenos larápios a ficarem sem mão na Charing Cross, vergastadas nas mulheres que apresentassem o hijab menos composto, à saída do Harrods ou do Harvey Nichols em Knightsbridge, quartos de hospitais onde, lado a lado, se curassem vítimas de acidentes e miúdas de pais muçulmanos, ficassem sem o clítoris, em rituais de excisão praticados "civilizadamente" com a devida higiene e cuidados médicos adequados. Tudo isto em nome do multiculturalismo. A Europa sucumbiu ao ópio do multiculturalismo. Um dia, daqui a alguns anos, arqueólogos hão-de desenterrar as ruínas de uma antiga civilização procurando pistas para a sua queda e ficarão maravilhados em descobrir em como isso foi fácil.
Vasco Pulido Valente disse que o arcebispo não está comprovadamente louco, mas eu duvido. Não podemos tolerar a intolerância sob pena de perdermos para sempre os valores da liberdade individual e do humanismo que alicerçam a civilização ocidental.


Recomendamos.

Apesar da retórica do multiculturalismo do mainstream político europeu a verdade é que os imigrantes islâmicos continuam em viver em ghettos (que funcionam como colónias). Tomemos por exemplo, Amsterdão. Comparemos o seu Centrum com o Oud West. O contraste é notável. Em qualquer dia da semana, as ruas da baixa estão repletas de gente - mas a menos que estejam numa paragem de tram ou numa rua comercial com lojas baratas, como é Nieuwezijds Vooburgwal, dificilmente encontarão uma mulher envergando hijab. Na verdade, se viverem em Amsterdão e nunca deixarem o centro, podem até esquecer que o Islão existe. Basta percorrer os canais de Grachtengordel, com as suas típicas casas de tijolo alinhadas, plenas de nativos holandeses e turistas. No entanto, se tomarem um tram ou o metro, em qualquer direcção e saírem algumas estações à frente, o cenário muda, confrontar-se-ão com uma realidade completamente diferente.



O radicalismo islâmico vem destruindo o ocidente, metodicamente, há, pelo menos, três décadas. Contudo, poucos cidadãos, têm esta percepção ou fingem não ter, e não ver. Porquê? Porque é que os jornais e os noticiários escondem a dimensão de tal ameaça? Porque é que as pessoas nas cidades europeias não se sentem confortáveis em discutir algo que esteja relacionado com a imigração islâmica, e que diz respeito imediato à maneira como vivem? As respostas a estas questões residem no multiculturalismo férreo que impregna e regula a mentalidades dos políticos, dos media e dos meios académicos europeus. A tal fenómeno, chamemos, de sistema multicultural, só para nos entendermos. Tal sistema exerce um enorme controle nas notícias e opiniões que vêm (ou não) a público. Trata-se portanto de ideológica filtração de ideias, realizado, nas redacções dos jornais e nos corredores da política europeia. Censura talvez!? De facto, o jornalismo político na Europa está inclinado, senão mesmo enviesado, em olhar os políticos europeus como pares, isto é, como colegas de uma elite educada que conjuntamente trabalham para manter os seus partilhados ideais sociais-democratas. Se os jornalistas americanos estão sempre, admiravelmente, prontos a "pintar" os políticos americanos como incompetentes e rascas, os jornalistas europeus estão sempre, admiravelmente, prontos a "pintar" os políticos europeus como nobres estadistas - a elite brilhante, nas palavras de Tony Judt. 









