
Tuesday, July 8, 2008
Rivers of Blood (1)

Sunday, July 6, 2008
Crimes de Honra (2)

No julgamento, o pai de Heshu disse que não tolerava mais o seu modo de vida ocidentalizado, pois, a miúda queria sair com amigos e possuir um telemóvel. No entanto, a organização "moderada" chamada, Muslim Council of Britain (Conselho Muçulmano de Grã-Bretanha), fez sair uma declaração que afirmava não condenar o crime sobre Heshu, tendo ainda o porta voz da organização, um tal Inayat Bunglawala, afirmado que, "muitos muçulmanos compreendiam que o Pai de Yones estivesse aborrecido pela aparente rejeição da sua fé e por estar a crescer segundo um sistema de valores alheios e não os da sua própria família." Atenção, estes são os chamados islâmicos moderados! Se fazem isto às próprias filhas, por quererem ter uma vida normal, imaginem só o que poderão fazer, no futuro, aos ocidentais que não queiram viver segundo os ditames fascistas desta religião jurássica! Mais, o dito sistema de valores alheios a que o porta-voz daquela organização islâmica se referia, é o sistema de valores que o pai da defunta, um refugiado do Kurdistão, implorou de joelhos para que o abrigase. Foi revoltante, ver aquele parvalhão, referir-se simpaticamente a um "sistema de valores" de um homem, que armado com um facalhão, estripou a sua própria filha até á morte.
O que torna estes assassínios diferentes de todos os outros que acontecem diariamente na Europa, é que os membros desta sub-cultura consideram estes crimes defensáveis. De cordo com o jornal The Sun, a polícia de Yorkshire que investigou a crime da canção-de-amor-dedicada "encontrou uma muralha de silêncio nas raparigas da comunidade paquistanesa." Após o assassínio de Fadime Sahindal, os muçulmanos noruegueses, interpelados pela imprensa, recusaram-se a condenar o crime. Diversos muçulmanos alegaram que o pai fez o que tinha a fazer. Das duas uma, ou concordam com o tal "sistema de valores" e não condenaram os crimes ou têm medo de sofrer retalições vindas do seio da própria comunidade. De qualquer das maneiras é arrepiante.
Crimes de Honra (1).

Saturday, July 5, 2008
Fundo Histórico (6)

Há 40 anos, o académico francês Charles- Emmanuel Dufourcq sublinhou um aspecto básico, nas dificuldades da elaboração e manutenção dos tratados entre países cristãos e muçulmanos. Ele explicou que de acordo com o conceito jurídico da jihad, a guerra era o estado normal das relações entre os muçulmanos e os cristãos. Todos os tratados entre eles são chamados de "tratados de tréguas", que são de facto, declarações de paz, em vez de declarações de guerra. " Não é a guerra que é declarada mas a paz". A duração de cada tratado é especificado. Cada governante muçulmano, incluindo os sultões otomanos, do séc. XIX, promoviam tratados de "proclamações de paz" nas suas relações com governos e sociedades não-muçulmanas."
Os infiéis da terceira categoria, são aqueles que se renderam sem lutar contra os muçulmanos. As suas terras são integradas na dar al-islam, ou terras do Islão, e os seus conquistados cidadãos não-muçulmanos são protegidos da jihad por um tratado, o dhimma, que estabelece os seus direitos e deveres. A paz jihadista é fundada no princípio da "paz e segurança em troca de território". A paz e a segurança é concedida pelos exércitos jihadistas se os infiéis cederem o seu território e se submeterem às regras da dhimmitude. Foi assim que se expandiram, desde Marrocos á Indonésia, e é assim que estão a conquistar a Europa.
A dhimmitude é esta condição de subjugação com protecção dos não-muçulmanos nos seus próprios países, obtida pela cessação do seu teritório para a autoridade muçulmana. Sujeição, porque os infiéis se submetem à lei islâmica que os expropria, e protecção porque a mesma lei protege-os da jihad e garante-lhes direitos limitados num sistema de descriminação que eles devem aceitar, ou então enfrentar um conversão forçada, ou escravidão ou a morte. A dhimmitude é uma consequência directa da jihad.
(continua)
Fundo Histórico (5)

Wednesday, July 2, 2008
A Fortaleza do Sr. Malheiros (2)

A Fortaleza do Sr. Malheiros (1)

Tuesday, July 1, 2008
The Mist

Saturday, June 28, 2008
Choque Petrolífero (2)

Friday, June 27, 2008
Choque Petrolífero (1)

Mas o que nos diz a esquerda delirante sobre este fenómeno? A culpa é, garantem-nos "sérios", da especulação (leia-se dos americanos e da sociedade de consumo). Mas será de facto assim? Nada como transcrever as palavras de alguém que sabe das coisas da especulação e de mercados, como é o ex-Ministro das Finanças Campos Cunha: " o mercado do petróleo é um mercado complexo por estar sujeito a uma quase total cartelização da oferta. O dito ministro saudita, ao dizer que a subida dos preços do barril de petróleo é consequência dos especuladores seria de um cinismo hilariante, se não fosse triste. Bastava anunciar um aumento de produção e os preços caíriam..." Como é interessante a coincidência de pontos de vista entre os árabes e a esquerda europeia. Estão bem comprados! Claro que os árabes não estão interessados que os preços caiam. Entram nos seus cofres biliões de dólares por dia. Veja-se o luxo que ali vai para as bandas do Dubai. O dinheiro dá-lhes cada vez mais poder e maior financiamento da expansão do islamismo. Coisa que a esquerda croquete também ama. Aliás, o presidente da OPEP, notem bem, avisou o Banco Central Europeu que se aumentar as taxas de juro, o preço do barril do petróleo poderá ascender aos $170 este verão. Quem manda na Europa? Os Europeus? Cada vez menos.
Thursday, June 26, 2008
Ian McEwan Atacado Por Liberdade de Expressão

A Quarta Coluna de Trafalgar Square.(2)

A Quarta Coluna de Trafalgar Square.(1)

Monday, June 23, 2008
Danke Schon Deutschland

Obrigado Alemanha, por teres acabado com este fervor futeboleiro terceiro mundista que grassava por este país abaixo há dois meses.
Obrigado Alemanha, por teres acabado com este patriotismo de bandeirada.
Obrigado Alemanha, por teres acabado com esta bandalheira de nacionalismo.
Obrigado Alemanha, por teres acabado com este circo chamado Selecção Nacional.
Obrigado Alemanha, por teres mostrado que o sr. Gilberto Madaíl é um incompetente e só uma falta de vergonha vergonhosa o permite manter no cargo.
Obrigado Alemanha, por teres provado que o sr. Scolari é outro incompetente pago a peso de ouro e que pouco percebe de fútebol.
Obrigado Alemanha, por teres mostrado que com, trabalho, inteligência e estudo se bate o improviso e a fé.
Obrigado Alemanha, por não precisares de Nossas Senhoras do Caravaggio e nem de milagres de Fátima para seres uma das maiores potências mundiais.
Obrigado Alemanha, pelo bom aspecto do teus treinadores de fútebol.
Obrigado Alemanha, por mostrares como os Murtosas, Scolaris e Madaís são actores de telenovela de uma "venezuela" que fica na extremidade ocidental da Europa.
Obrigado Alemanha, por mostrares que o Sr. Cavaco e o Sr. Sócrates são actores na mesma telenovela.
Obrigada Alemanha, por teres mostrado que as nossas elites políticas embarcaram neste filme populista de mau gosto, por que são populistas de mau gosto.
Obrigado Alemanha, por mostrares que a seguir ao Scolari é o Sócrates que vai embora.
Obrigada Alemanha, pelos Kraftwerk e pelo teu fútebol frio mas eficaz que bate aos pontos o alegado samba português.
Obrigado Alemanha, por teres demonstrado que os portugueses são um povo triste e facilmente manipulável e que deviam viver numa terra chamada Paraguai.
Obrigado Alemanha, por focalizares novamente a nossa atenção neste governo desgraçado do menino d'oiro.
Obrigado Alemanha, por provares que temos o pior guarda-redes do mundo.
Obrigado Alemanha, porque não foste batida por uma equipa cujo treinador vai representar a selecção nacional portuguesa vestido em trajes menores.
Boa Sorte Alemanha
Sunday, June 8, 2008
Genghis Khan

O que é significativo é o silêncio dos islâmicos face a eventos culturais destinados a difundir as conquistas dos móngóis, como seja, por exemplo, o filme russo "Mongol". Genghis Khan à frente de um exército de 200 000 guerreiros quase levou a fé islâmica às cordas, tornando-a tão relevante e ameaçadora como o Tirannosaurus rex. Infelizmente morreu à beira de o conseguir.
Saturday, June 7, 2008
One Flu Over Cuckoo's Nest

Na actual economia globalizada, a mafia anti glob e os eco-guerreiros querem que nos preocupemos com a rapina que o Primeiro Mundo capitalista impõe ao Terceiro Mundo atrasado, bucólico, pastoral e primitivo. A globalização torna as peculiaridades desses remansos sociais longínquos, tão próximos, que basta que alguém apanhe um avião para interagirmos individual e colectivamente com ele. Como o virus H5N1 ou o mosquito do Nilo, o sucesso económico europeu resultante do comércio livre sem barreiras com Leste, também trás na volta, as doenças originárias do Oriente.
É esta a lição que devemos retirar do 11 de Setembro: a maior história de sucesso da globalização não foi o McDonald's ou a Microsoft, mas o islamismo praticado por beduínos lá dos confins do nada do deserto, que o exportaram para todo o lado - para Jacarta e Singapura, Alma-Ata, Grozny e Sarajevo, Lyon, Bergen e Manchester.... Consiste só numa virose avícola local mas voou para fora da gaiola. E agora, em vez de grupos terroristas mais ou menos paroquiais, tivemos pela primeira vez uma insurrecção global, como a que aconteceu em 2006, por causa das caricaturas dinamarquesas.
Como Dean Martin gostaria de dizer " How did all these people get in my room?"
Tuesday, June 3, 2008
Notícias da Eurábia (3)

Monday, June 2, 2008
Darfur: O genocídio permitido (2)
Anda o "cherne" preocupado com a ficção do aquecimento global enquanto no Darfur são assassinados africanos aos milhares...Os dois milhões e meio de refugiados que conseguiram escapar vivem actualmente em campos de refugiados ou em esconderijos solitários em vales do deserto.
E a comunidade internacional, seja lá isso o que for, o que faz? Nada... assobia para o lado, mandam uma "bocas" piedosas, para ficarem de bem com as suas consciências, e os africanos do Darfur estão sós sem poderem lutar contra uma jihad, apoiada pela China.
E os palhaços das Nações Unidas? Estarão na China a prestar vassalagem ao regime? E os palhaços da União Europeia? São amigos dos islâmicos...

Darfur: O genocídio permitido (1)

O Sudão alberga uma população africana, na sua maioria não árabe. Ou talvez seja melhor dizer, albergava porque durante os últimos anos, o governo árabe do general Bashir, tem estado a promover a identidade árabe nacional sudanesa, a jihad e a limpeza étnica.
Umar Hassan Ahmad al Bashir, expandiu a lei da sharia, encerrou os jornais, acabou com os partidos políticos da oposição e prendeu os dissidentes. O exército, o governo e os tribunais foram limpos de elementos que não fossem suficientemente leais à agenda de Bashir e da sua irmandade religiosa. O general criou relações amistosas com Bin Laden e com outros radicais islâmicos, que criaram campos de treino no Sudão.
Saturday, May 31, 2008
Katrina



