Saturday, July 19, 2008

Encerrado para Férias


Vou de férias para Tóquio


Ja mata né

Tuesday, July 8, 2008

Rivers of Blood (2)



Como resultado, a política de asilo tornou-se uma farsa. Graças aos tribunais, a Inglaterra é agora obrigada a garantir potencialmente asilo aos milhões de pessoas que posssam reclamar que são perseguidos por qualquer grupo. (Por isso Vale de Azevedo fugiu para Londres pois não é burro). Mesmo que aqueles imigrantes sejam perigosos para a segurança do Reino Unido, não podem ser enviados para a origem desde que aleguem que, em tal país, serão ameçados na sua integridade física ou na própria vida. Este impasse foi ainda agravado por uma série de julgamentos debaixo da cobertura da lei dos direitos humanos - tal com a lei que regula que o não pagamento da segurança social aos que procuram asilo nega de facto o direito que os asilados têm de possuir uma vida familiar - em que os advogados e juízes sabotaram todas as tentativas governamentais para acabar com os abusos.

As consequências da doutrina dos direitos humanos foram usadas para apoiar tão falsos como descarados processos contra o estado britânico, com consequências ruinosas. Aqueles a quem era negado asilo, simplesmente desapareciam no interior do Reino Unido e se fossem apanhados podiam sempre defender-se com a desculpa do perigo de vida nos países de origem. Como tal, nem podem ser deportados para o último país de trânsito como, por exemplo a França, uma vez que podem ser deportados, a partir daí para o país onde alegadamente serão ameaçados.

A absoluta proibição da tortura é uma coisa. Mas interpretar isto de maneira tal que um país é obrigado a aceitar pessoas que serão um sério perigo para o estado, é absurdo.

Deu-se o caso de um soldado Taliban que combateu os britânicos e os americanos no Afeganistão, ser-lhe concedido asilo, porque afirmou que tinha medo de ser perseguido pelo governo pró-ocidental de Kabul. Por outro lado, um grupo de piratas do ar afegãos, desviaram um avião para Stansted onde pediram asilo com os argumentos de que estavam a fugir dos talibans. No entanto, ainda permanecem na Inglaterra apesar de terem cometido um crime, apesar dos talibans terem sido derrotados, apesar dos esforços do governo para os mandar de volta para o Afeganistão.

Os advogados e os juízes estão a governar. O mesmo se passa em Itália e como iremos ver o mesmo se irá a passar em Portugal.

(continua)

Rivers of Blood (1)


Gabriel e Laurent, dois estudantes franceses foram selvaticamente esfaquedos no apartamento onde residiam na capital inglesa. Ao todo foram 243 facadas de ódio, corpos amarrados e incendiados juntamente com o apartamento. Segundo fontes credíveis, há um ataque com facas a cada hora que passa. Em 2007, quase 15000 pessoas foram feridas por armas brancas, o que dá uma média de 40 esfaqueamentos por dia e 31 mortos em 2008. Hoje os ingleses em geral e os londrinos em particular vivem com medo. Medo em Londres, é algo de novo. Nem Hitler com a sua Blitzkrieg consegiu vencer o espírito e o ânimo dos londrinos.

Como chegámos até aqui? A resposta não é fácil, penso mesmo que estamos perante um fenómeno multidimensional. Só os distraídos ou quem não conhece Londres e a Inglaterra é que não vê a telúrica mutação civilizacional que ocorreu naquele país a partir dos anos noventa.

Aqui vão alguns factos que podem explicar esta violência terceiro mundista na capital inglesa:

1º-A Britânia perdeu o controlo das suas fronteiras porque foi literalmente assaltada por um número cada vez maior de pessoas que procuravam asilo. Neste campo, a lei inglesa é tão delicada que todos entram mesmo que, não estando a fugir de perseguições políticas, só queiram melhorar as suas condições de vida.

2º- Esta política fraca teve origem num repúdio das elites da esquerda politica e intelectual, que considerou tabú, todos os temas relacionados com a imigração, desde o célebre discurso de Enoch Powell, em 1968, intitulado, Rivers of Blood.

3º- Quando os políticos finalmente decidiram resolver o problema de tal caos, falharam, porque, entretanto "levantou-se" a ideologia dos "direitos humanos", que não é, nem mais nem menos, do que um assalto á integridade da nação, juntamente com a obsseção de prevenir qualquer comportamento contra os auto designados "grupos vítima" que os prejudique, em Inglaterra ou em qualquer parte do mundo. Este credo da intelectualidade e da politica progressista, tornou-se ortodoxia bem no coração do sistema britânico - precisamente no sistema judicial - cujos regulamentos não só reduzem o sistema de asilo a um campo de batalha jurídica como contraria qualquer tentativa de impor alguma ordem ao sistema.

4º- Em 1989, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos extendeu o alcance da providência na Convenção Europeia dos Direitos Humanos que proibe a tortura e todos os tratamentos degradantes. Esta lei tornou impossível deportar ilegalmente os imigrantes mesmo aqueles suspeitos de actos de terrorismo, para qualquer lugar do mundo em que aqueles abusos referidos na Convenção, fossem praticados.

A aplicação para a lei inglesa foi mais zelosa do que noutra qualquer nação europeia. Ao mesmo tempo, os juízes ingleses começaram a interpretar de uma maneira muito mais ampla do que nos outros países, a Convenção das Nações Unidas para os Refugiados de 1951, de tal maneira que a definição de refugiado foi expandida desde a seu significado original - pessoas perseguidas por um estado - para pessoas que sejam ameaçadas por qualquer grupo social.

(continua)

Sunday, July 6, 2008

Crimes de Honra (2)



No julgamento, o pai de Heshu disse que não tolerava mais o seu modo de vida ocidentalizado, pois, a miúda queria sair com amigos e possuir um telemóvel. No entanto, a organização "moderada" chamada, Muslim Council of Britain (Conselho Muçulmano de Grã-Bretanha), fez sair uma declaração que afirmava não condenar o crime sobre Heshu, tendo ainda o porta voz da organização, um tal Inayat Bunglawala, afirmado que, "muitos muçulmanos compreendiam que o Pai de Yones estivesse aborrecido pela aparente rejeição da sua fé e por estar a crescer segundo um sistema de valores alheios e não os da sua própria família." Atenção, estes são os chamados islâmicos moderados! Se fazem isto às próprias filhas, por quererem ter uma vida normal, imaginem só o que poderão fazer, no futuro, aos ocidentais que não queiram viver segundo os ditames fascistas desta religião jurássica! Mais, o dito sistema de valores alheios a que o porta-voz daquela organização islâmica se referia, é o sistema de valores que o pai da defunta, um refugiado do Kurdistão, implorou de joelhos para que o abrigase. Foi revoltante, ver aquele parvalhão, referir-se simpaticamente a um "sistema de valores" de um homem, que armado com um facalhão, estripou a sua própria filha até á morte.

O que torna estes assassínios diferentes de todos os outros que acontecem diariamente na Europa, é que os membros desta sub-cultura consideram estes crimes defensáveis. De cordo com o jornal The Sun, a polícia de Yorkshire que investigou a crime da canção-de-amor-dedicada "encontrou uma muralha de silêncio nas raparigas da comunidade paquistanesa." Após o assassínio de Fadime Sahindal, os muçulmanos noruegueses, interpelados pela imprensa, recusaram-se a condenar o crime. Diversos muçulmanos alegaram que o pai fez o que tinha a fazer. Das duas uma, ou concordam com o tal "sistema de valores" e não condenaram os crimes ou têm medo de sofrer retalições vindas do seio da própria comunidade. De qualquer das maneiras é arrepiante.

Crimes de Honra (1).


Um dos maiores problemas que a Europa enfrenta são os chamados crimes de honra praticados pelos machos muçulmanos de importação. Qualquer listagem das mortes causadas em raparigas de origem muçulmana na Europa é sempre uma amostra, porque maior parte dos casos não são detectados e não saltam para os jornais e para a opinião pública.

Por exemplo, em janeiro de 2002, uma jovem sueca chamada Fadime Sahindal, tornou-se, pelas piores razões, uma estrela mediática porque se recusou submeter a um casamento arranjado e foi assassinada pelo pai. Mais tarde o seu namorado sueco morreu em condições misteriosas. Na altura da prisão, o pai, rapidamente confessou e conseguiu ter a coragem suficiente para chamar de puta à defunta filha. A história fez as manchetes por toda a Escandinávia. Isto é só a ponta do iceberg. Em 2004, na Inglaterra, o Ministério Público investigou 117 casos de mortes suspeitas e desaparecimentos para determinar se na origem estiveram os chamados - honor killings. Num período de seis meses entre 2004 e 2005, 11 raparigas foram vítimas de assassínios de honra, só na cidade holandesa de Haia. No sul de Londres em 2002, uma jovem rapariga que tinha sido violada foi posteriormente assassinada pela própria família para restaurar a sua honra perdida. O ano seguinte, em Birmingham, Sahjda Bibi, de 21 anos foi esfaqueada 22 vezes por um primo, ainda com o traje de noiva vestida, por ter casado com um homem divorciado e não com um parente próximo. No mesmo ano, em Yorkshire, uma teenager foi assassinada pelo pai paquistanês devido a um amor secreto, que só foi desvendado quando o namorado lhe dedicou uma canção de amor numa estação de rádio de dialecto paquistanês. Em Londres em 2003, uma rapariga de 16 anos chamada Heshu Yones - apaixonou-se por um libanês cristão e planeou fugir com ele - foi esfaqueada 11 vezes pelo pai, que depois lhe cortou a garganta. Numa carta de despedida ao seu pai, Heshu referiu-se às frequentes sovas que tinha levado do pai:



Bye Dad, sorry i was much trouble.

Me and you will probably never understand each other, but i´m sorry

I wasn't what you wanted, but there´s some things you can´t change.

Hey, for an older man you have a good strong punch and kick.

I hope you enjoyed testing your strength on me, it was fun being on the receiving end.

Well done.


(continua)

Saturday, July 5, 2008

Fundo Histórico (6)



Há 40 anos, o académico francês Charles- Emmanuel Dufourcq sublinhou um aspecto básico, nas dificuldades da elaboração e manutenção dos tratados entre países cristãos e muçulmanos. Ele explicou que de acordo com o conceito jurídico da jihad, a guerra era o estado normal das relações entre os muçulmanos e os cristãos. Todos os tratados entre eles são chamados de "tratados de tréguas", que são de facto, declarações de paz, em vez de declarações de guerra. " Não é a guerra que é declarada mas a paz". A duração de cada tratado é especificado. Cada governante muçulmano, incluindo os sultões otomanos, do séc. XIX, promoviam tratados de "proclamações de paz" nas suas relações com governos e sociedades não-muçulmanas."

Os infiéis da terceira categoria, são aqueles que se renderam sem lutar contra os muçulmanos. As suas terras são integradas na dar al-islam, ou terras do Islão, e os seus conquistados cidadãos não-muçulmanos são protegidos da jihad por um tratado, o dhimma, que estabelece os seus direitos e deveres. A paz jihadista é fundada no princípio da "paz e segurança em troca de território". A paz e a segurança é concedida pelos exércitos jihadistas se os infiéis cederem o seu território e se submeterem às regras da dhimmitude. Foi assim que se expandiram, desde Marrocos á Indonésia, e é assim que estão a conquistar a Europa.

A dhimmitude é esta condição de subjugação com protecção dos não-muçulmanos nos seus próprios países, obtida pela cessação do seu teritório para a autoridade muçulmana. Sujeição, porque os infiéis se submetem à lei islâmica que os expropria, e protecção porque a mesma lei protege-os da jihad e garante-lhes direitos limitados num sistema de descriminação que eles devem aceitar, ou então enfrentar um conversão forçada, ou escravidão ou a morte. A dhimmitude é uma consequência directa da jihad.

(continua)

Fundo Histórico (5)


Nesta rúbrica, disponibilizamos informação aos leitores de Neuromante sobre a natureza da jihad. Informação essa que não é dada por quem tem o dever de o fazer: os políticos ocidentais e os jornalistas. Tal desconhecimento da natureza guerreira da jihad do grande público possibilita:
- A vitimização dos agressores.
- A difusão do conceito da jihad como algo de íntimo e pessoal e não como uma vontade de guerra e conquista religiosa colectiva.
- A fácil manipulação da opinião pública.
A jihad classifica os infiéis em 3 categorias: 1) aqueles que se opõem ao chamamento islâmico pelas armas; 2) aqueles que pertencem aos países das tréguas; 3) aqueles que se renderam à dominação islâmica, trocando a sua terra por paz; tornando-se "dhimmis", são "protegidos" da guerra de jihad contra os não-muçulmanos por um tratado de submissão e protecção (dhimma).
Os infiéis da primeira categoria são chamados harbis; eles pertencem à região do dar al-harb, a região da guerra que prossegue até aos harbis reconhecerem a supremacia do Islão.
Os infiéis da segunda categoria estão numa situação que medeia duas guerras. Em princípio, as tréguas com os infiéis não podem exceder 10 anos, ao fim dos quais, a jihad deve continuar. Eles vivem na ragião do dar al-sulh, a região da trégua temporária. Há duas possíveis motivações para que as autoridades islâmicas decretem tréguas com os infiéis: a) os muçulmanos são demasiado fracos para ganhar a guerra; b) os líderes infiéis concordam em pagar um tributo à autoridade muçulmana para obter a cessação das hostilidades, que inclui violações, raptos, escravidão e assassíneos. Os países do dar al-sulh devem-se também abster de se opor ao desenvolvimento do Islão nas suas próprias terras. Se a jihad continuar contra outro país ou região, a região dar al-sulh, deve contribuir com contigentes militares fortalecendo os exércitos islâmicos. Mais, só os tratados que são conformes com as estipulações da jurisprudência islâmica são válidos, e devem ser renovados de 10 em 10 anos. Se estas condições não foram integralmente cumpridas os tratados deixam de ser válidos. A recusa de permitir a propagação do Islão nas terras da trégua é razão suficiente para casus belli, e a jihad pode recomeçar.


Wednesday, July 2, 2008

A Fortaleza do Sr. Malheiros (2)


O sr. Malheiros acha que só não tem papéis quem não consegue ter papéis, quem não sabe como obtê-los, quem não pode, quem está na posição de maior fragilidade imaginável, os humilhados e ofendidos do mundo (sic).Só lhe faltou transcrever a letra da Internacional Socialista! A demagogia deste senhor é bastante maior que a largura do estreito de Gibraltar.
O sr. que é jornalista, deve saber melhor do que eu, que as travessias em barcos precários pagam-se bem, que é preciso ter contactos, fuga às autoridades locais nas praias ou portos dos países do embarque clandestino, etc. Portanto, aquela conversa piedosa dos desgraçadinhos inconscientes não cola, porque eles não chegam cá através de ataques de sonambulismo.

Para além disso, o sr. Vitor Malheiros não conhece (?) o Londonistão e a desgraçada da decadência britânica, as cidades árabes que existem em torno dos grandes centros urbanos europeus, porque senão, não nos vinha com a conversa de que a livre circulação é só para os ricos e ociosos europeus. Os atentados de Madrid, de Londres, os incêndios de Copenhaga na sequência da republicação dos famosos cartoons,o próprio 11 de Setembro aí estão para o provar. Mas o que interessa a realidade a estes tipos?

Relativamente ao apoio ao desenvolvimento dos países de origem, eu só pergunto, ainda mais!? Será a Europa uma vaca leiteira ou a Santa Casa? Sai do nosso bolso, caso ainda não tenha reparado e acaba a maior parte das vezes nas contas de tiranos assassinos ou de grupos terroristas como o Hamas. Mas isso também não o deve preocupar. Mas, mais uma vez, pode começar a dar o exemplo, e apoiar os pobres através das muitas ONG's que tratam dessas situações. Faça-o como eu.

E depois acaba lançando a bomba atómica da retórica - a intimidação. "A questão é simples, diz ele (só na cabeça dele é que é simples!). Se a Europa não servir para defender os direitos humanos não serve para nada (sic). Bem, isto então, é desonestidade pura e simples. O sr. Malheiro só vê os direitos humanos dos imigrantes. Os naturais europeus e migrados com papéis, pelos vistos são ociosos, ricos, técnicos especializados, empresários, que não devem ter direitos, por exclusão de partes. Não terão o direito os naturais europeus, a terem uma vida inserida numa sociedade que defenda os seus próprios valores culturais ancestrais? Não terão o direito a viver numa sociedade onde ilegais não vegetem pelas ruas tornando-se alvos fáceis para toda a espécie de oportunismo criminoso, ou cometar crimes para sobreviverem? Os naturais europeus não terão o direito a recusar a entrada nas suas fronteiras de quem quiserem? Não terão direito de expulsar quem se encontre em situação ilegal? Não? Se não, então vamos todos acampar para casa do sr. Malheiro e atirá-lo pela porta fora. Queremos acesso total ao seu frigorífico e à sua cama. Ele que durma no vão de escadas.
Já que fala em respeito pelos direitos humanos, o sr. Malheiros poderia dizer o mesmo (e com maior justificação) da Organização das Nações Unidas, mas estas devem servir melhor as suas causas ideológicas.
Resta observar uma última questão. Muitos dos imigrantes vêm fugidos de países em que a retórica ideológica dominante das classes opressoras é a retórica do sr. Malheiros. A maior parte dos regimes criminosos de África provêm de partidos e movimentos que lutavam contra a exploração do homem pelo homem e pelos direitos humanos (de alguns claro!). Está bem á vista o resultado de tais ideologias. Não são precisos exemplos pois não!? Esses regimes exploram tão bem como o sr. Malheiro faz, a culpa do homem branco.


A Fortaleza do Sr. Malheiros (1)


O sr. Vitor Malheiros é um escriba regular do jornal Público. Na edição de hoje choramingando escreveu " A Europa-Fortaleza mostra a sua face: medo e impiedade". Até dá vontade de rir às gargalhadas (lol). Para a quantidade de muçulmanos e outros imigrantes que vivem dentro das suas muralhas esta fortaleza só pode ser muito fraquinha e sobretudo muito rota, como aliás o é, a filosofia multiculturalista barata do sr. Malheiros. Para ele, a imigração clandestina não pode ser observada como um crime mesmo que resulte do tráfico de imigrantes, que diversas mafias levam a cabo por esse mundo fora. Portanto o sr. Malheiros deve ter algum interesse na acção dessas mafias. Uma política robusta de combate à imigração clandestina pode atingir também a causa criminosa dessa imigração. O sr. Malheiros acha que "(...) os imigrantes pobres que têm a ousadia de vir meter o pé na porta para tentar trabalhar na Europa(...)". Mais uma vez, quem vem meter o pé na porta não são os pobres dos imigrantes, mas sim as redes de tráfico humano que os transporta sob condições esclavagistas para as praias do Sul da Europa. Tanta caridadezinha pelos pobres dos imigrantes mas não se lhe lê uma única palavra acerca de como é que os imigrantes cá chegam.

Para o sr. Malheiros também não interessa se existem ou não postos de trabalho para tal invasão da Europa por parte de pessoas que querem vir melhorar as suas condições de vida. Talvez passe pela cabeça do sr. Malheiro retirar os europeus dos seus empregos e substítuí-los pelos imigrantes ilegais. Caso seja o caso, espero que o sr. Malheiros comece a dar o exemplo e ponha o lugar á disposição; mais...acho mesmo que para dar o exemplo, o sr. Malheiros abra as portas da sua casa "à rua", para que possa abrigar alguns desses imigrantes. Não peça é aos estados europeus, isto é, aos contribuintes europeus que suportem todos os ilegais que quiserem vir estancionar na Europa. Já basta ter-mos que subsidiar as mesquitas e veja-se bem o resultado que está dar.

Tuesday, July 1, 2008

The Mist


Uau! Grande filme, a não perder. Está lá tudo o que caracteriza a decadência da nossa sociedade de consumo. Um perigo mortal mais pressentido do que visto, monstros alienígenas com vagas expressões humanóides cercam os personagens sitiados num supermercado, fanatismo e fundamentalismo religioso "salvador" e congregador, falta de esperança e de fé na Humanidade, etc. Uma alegoria aos tempos que correm. As cenas finais são arrepiantes de tão claustrofóbicas, com Vozes Búlgaras por banda sonora. O sobrevivente preferia ter morrido... Bom, este é um filme sobre a monstrousidade que se pode abater sobre nós durante o ocaso da civilização ocidental.

Saturday, June 28, 2008

Choque Petrolífero (2)


O sr. Al Gore, greenpeacessss e o resto da cambada ambientalista, próximos ideologicamente da extrema esquerda, conforme já demonstrámos em posts anteriores, também ajudam á missa da culpabilização dos americanos e da sociedade de consumo. Mas se pensarmos duas vezes nas palavras deles, facilmente podemos observar o quão demagógicas e manipulatórias podem ser. Vejamos o que Gore nos diz, a este propósito, no seu celebérrimo filme, Uma Verdade Inconveniente:

" Como se mostra nesta representação gráfica acerca da contribuição relativa de cada nação para o aquecimento global, os USA, são responsáveis por uma maior poluição por gases de efeito de estufa do que a América do Sul, África, Médio Oriente, Austrália, Japão e Ásia todos juntos". Uau! pensa a malta espectadora, completamente convencidos que os americanos são de facto uma espécie poluidora e a mais neste planeta. Ignorância oblige. Claro que Gore não gasta um segundo sequer a explicar porque é que os Estados Unidos produzem gases de efeito de estufa em tão grande quantidade. O que lhe interessa é o soundbyte, que as pessoas retenham sem pensar que o capitalismo americano é o mau da fita, e possam transmitir esta mensagem, de boca em boca, de mail em mail, de post em post, até tomar proporções globais, como uma autêntica epidemia ideologica e emocional. Nisto de manipular, Al Gore, como qualquer esquerdista, é de facto bom.

Mas será bem assim? De onde provêm essas emissões?

A resposta é simples: da actividade económica. Os USA são mais responsáveis por mais emissões porque têm sido o motor económmico do mundo dos últimos 60 anos.

O mundo seria um local muito mais pobre se a economia americana tivesse sido construída à custa de turbinas eólicas, painéis solares e bio-combustíveis em vez de gasolina.

Portanto o que Al Gore, os ambientalistas e a maior parte dos esquerdistas, nos propõem é o empobrecimento colectivo, a troco de nada, uma vez que o aquecimento global não passa de um fantasma útil, para convencer as pessoas simples e comuns que devem ficar alegremente mais pobres para salvar o planeta. No meio termo, são convertidos ao anti-americanismo militante possibilitando, por exclusão de partes, a assunção desses radicais como gente bem intencionada senão mesmo salvadora.

Isso....

(continua)

Friday, June 27, 2008

Choque Petrolífero (1)


Mais um record do preço do barril de petróleo. Já ultrapassou os 140 dólares. Estes preços são uma mina para os países da OPEP, na maioria constituída por países árabes e pela Venezuela do inenarrável Chavez.

Mas o que nos diz a esquerda delirante sobre este fenómeno? A culpa é, garantem-nos "sérios", da especulação (leia-se dos americanos e da sociedade de consumo). Mas será de facto assim? Nada como transcrever as palavras de alguém que sabe das coisas da especulação e de mercados, como é o ex-Ministro das Finanças Campos Cunha: " o mercado do petróleo é um mercado complexo por estar sujeito a uma quase total cartelização da oferta. O dito ministro saudita, ao dizer que a subida dos preços do barril de petróleo é consequência dos especuladores seria de um cinismo hilariante, se não fosse triste. Bastava anunciar um aumento de produção e os preços caíriam..." Como é interessante a coincidência de pontos de vista entre os árabes e a esquerda europeia. Estão bem comprados! Claro que os árabes não estão interessados que os preços caiam. Entram nos seus cofres biliões de dólares por dia. Veja-se o luxo que ali vai para as bandas do Dubai. O dinheiro dá-lhes cada vez mais poder e maior financiamento da expansão do islamismo. Coisa que a esquerda croquete também ama. Aliás, o presidente da OPEP, notem bem, avisou o Banco Central Europeu que se aumentar as taxas de juro, o preço do barril do petróleo poderá ascender aos $170 este verão. Quem manda na Europa? Os Europeus? Cada vez menos.

Thursday, June 26, 2008

Ian McEwan Atacado Por Liberdade de Expressão


Sábado 22 de Junho de 2008

O escritor lançou um forte ataque ao islamismo, dizendo que o "desprezava" e acusou os islamitas (e a aficcion esquerdista) de "quererem criar uma sociedade que eu detesto". As suas palavras, retiradas duma entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera, estão agitar os meios legais e intelectuais ingleses, podendo ser mesmo acusado de "crime de ódio".
"A dear friend had been called a racist," disse o escritor ao jornalista italiano e, continuou:

"As soon as a writer expresses an opinion against Islamism, immediately someone on the left leaps to his feet and claims that because the majority of Muslims are dark-skinned, he who criticises it is racist.

"This is logically absurd and morally unacceptable. Martin is not a racist. And I myself despise Islamism, because it wants to create a society that I detest, based on religious belief, on a text, on lack of freedom for women, intolerance towards homosexuality and so on – we know it well."

O jornalista lembrou-o que existem uma tantas escolas, por exemplo nos USA, de fundamentalismo cristão.
Ao que McEwan respondeu:

"I find them equally absurd". "I don't like these medieval visions of the world according to which God is coming to save the faithful and to damn the others. But those American Christians don't want to kill anyone in my city, that's the difference."
Como mais uma vez se vê, a esquerda e a liberdade de pensamento e de expressão, não se dão bem.

A Quarta Coluna de Trafalgar Square.(2)


Não só os transuentes vão subir ao quarto plinto. O projecto de Yinka Shonibare também será elevado, alternando temporalmente, com os passantes. Shonibare, um artista negro, propôs uma réplica do HMS Victory (o vaso de guerra de Nelson), dentro de uma garrafa, com as suas velas feitas de Batick, um tecido indonésio também usado pelas gentes da África Oriental, representando uma espécie de tributo ao multiculturalismo. Numa cidade que transpira multiculturalismo por todos os poros, precisa mais de um deodorant artístico do que, propriamente, mais um tributo ao multiculturalismo. Mas quem sou eu?

Gostava, no entanto, de saber quantos antepassados do General Suharto, esse "vulto humanista", combateram na Batalha de Trafalgar. Quantos antepassados desse outro "grande democrata" que se chama Omar al Bashir, se encontravam entre os mortos ou vivos dessa mesma batalha.

Porque é que eu tenho a sensação que os 2 projectos vencedores cumprem cotas raciais? O multiculturalismo cai cada vez mais baixo. O problema é que nos vai arrastar com ele para o "fundo"... da irrelevância.

A Quarta Coluna de Trafalgar Square.(1)


A Royal Society of Arts lançou um concurso para ocupar a quarta coluna deste monumento, que glorifica a vitória (e a morte) do Admiral Lord Nelson na batalha de Trafalgar, que opôs a marinha britânica contra as armadas francesas e espanholas simultâneamente. A batalha foi travada em 21 de Outubro de 1805 ao largo do Cabo Trafalgar no sudoeste espanhol. Este quarto pilar nunca foi ocupado por peça alguma.

Para surpresa, o projecto vencedor não foi um projecto, mas dois projectos. Um primeiro prémio ex aequo para Antony Gormley e Yinka Shonibare.

Antony Gormley, apresentou um projecto não-projecto. Aparentemente falido de ideias, resolveu apresentar como projecto, a quarta coluna vazia para ser ocupada "pelo povo". Obviamente que este "povo", não é povo que combateu na célebre batalha naval, ou na Blitzkrieg ou el Alemain ou em Waterloo. Este povo, que morreu em batalhas no decorrer da História, acreditava na força da sua razão e na preservação da sua liberdade. O "povo de Gormley", vive assustado pela violência dos beduínos imigrados na Europa. São simples consumidores-transuentes que têm o divino direito de fazer as figuras que quiserem (incluindo as tristes) em cima da colunata, durante uma hora. Depois, têm que dar lugar, a outro transuente, enquanto os parentes se vão babando de felicidade turística, ao ritmo dos disparos dos flashes consecutivos... para mais tarde recordar. Isto na melhor das hipóteses, porque na pior, é tornar-se um novo speaker's corner, desta vez em altitude, ocupado por radicais muçulmanos, que de megafone em punho atiram às trombas dos turistas as "virtualidades" da jihad islâmica, num verdadeiro monumento ao multiculturalismo.
Isto de um ponto de vista prático e funcional, porque de um ponto de vista filosófico, esta "obra prima", prima pela desqualificação de toda a História Inglesa. Chegámos então ao ano zero, entaládos, entre o deliberado (e político), esquecimento do Passado e o No Future. Só o presente-transuente conta. É tão zeitgeist que até mete dó. E se os mandassemos à merda?

Monday, June 23, 2008

Danke Schon Deutschland



Obrigado Alemanha, por teres acabado com este fervor futeboleiro terceiro mundista que grassava por este país abaixo há dois meses.

Obrigado Alemanha, por teres acabado com este patriotismo de bandeirada.

Obrigado Alemanha, por teres acabado com esta bandalheira de nacionalismo.

Obrigado Alemanha, por teres acabado com este circo chamado Selecção Nacional.

Obrigado Alemanha, por teres mostrado que o sr. Gilberto Madaíl é um incompetente e só uma falta de vergonha vergonhosa o permite manter no cargo.

Obrigado Alemanha, por teres provado que o sr. Scolari é outro incompetente pago a peso de ouro e que pouco percebe de fútebol.

Obrigado Alemanha, por teres mostrado que com, trabalho, inteligência e estudo se bate o improviso e a fé.

Obrigado Alemanha, por não precisares de Nossas Senhoras do Caravaggio e nem de milagres de Fátima para seres uma das maiores potências mundiais.

Obrigado Alemanha, pelo bom aspecto do teus treinadores de fútebol.

Obrigado Alemanha, por mostrares como os Murtosas, Scolaris e Madaís são actores de telenovela de uma "venezuela" que fica na extremidade ocidental da Europa.

Obrigado Alemanha, por mostrares que o Sr. Cavaco e o Sr. Sócrates são actores na mesma telenovela.

Obrigada Alemanha, por teres mostrado que as nossas elites políticas embarcaram neste filme populista de mau gosto, por que são populistas de mau gosto.

Obrigado Alemanha, por mostrares que a seguir ao Scolari é o Sócrates que vai embora.

Obrigada Alemanha, pelos Kraftwerk e pelo teu fútebol frio mas eficaz que bate aos pontos o alegado samba português.

Obrigado Alemanha, por teres demonstrado que os portugueses são um povo triste e facilmente manipulável e que deviam viver numa terra chamada Paraguai.

Obrigado Alemanha, por focalizares novamente a nossa atenção neste governo desgraçado do menino d'oiro.

Obrigado Alemanha, por provares que temos o pior guarda-redes do mundo.

Obrigado Alemanha, porque não foste batida por uma equipa cujo treinador vai representar a selecção nacional portuguesa vestido em trajes menores.

Boa Sorte Alemanha

Sunday, June 8, 2008

Genghis Khan


A maior "habilidade" dos islâmicos é saberem passar a mensagem de que são vítimas, quando são eles os agressores. É a táctica dos cobardes. Este costume vem desde que esta religião de beduínos apareceu á superfície da Terra. Vejam só, todo o Norte de África antes do sec. VII era cristão. Hoje é totalmente muçulmano. Esta religião expandiu-se pela jihad e ainda se está a expandir (veja-se o que acontece no Darfur). No entanto, queixam-se de serem as vítimas acusando o Ocidente e Israel por todas as frustações históricas que tornaram a civilização islâmica falhada e parasita. De Marrocos á Indonésia a pobreza e a intolerância são a norma. Por isso ainda chamam de cruzados todos aqueles que têm uma réstea de dignidade e não se deixam intimidar com a agressão global islâmica, desmascarando-a e combatendo-a de todas as maneiras possíveis.
O que é significativo é o silêncio dos islâmicos face a eventos culturais destinados a difundir as conquistas dos móngóis, como seja, por exemplo, o filme russo "Mongol". Genghis Khan à frente de um exército de 200 000 guerreiros quase levou a fé islâmica às cordas, tornando-a tão relevante e ameaçadora como o Tirannosaurus rex. Infelizmente morreu à beira de o conseguir.

Saturday, June 7, 2008

One Flu Over Cuckoo's Nest


Há dias, ao reler um jornal de há 3 anos que, a propósito de qualquer coisa hoje esquecida tinha guardado, reparei numa notícia sobre a GRIPE DAS AVES. LEMBRAM-SE! Um papagaio tinha morrido em Inglaterra vítima do H5N1, isto é o vírus da gripe, rezava a alarmante notícia na secção Mundo ou Internacional do tal diário, mas que bem podia estar numa secção de necrologia aviária, pois as notícias de mortes de pardais, pombas, perús, grifos, piriquitos, pintarroxos, cegonhas, gaivotas, frangos... enfim cucos, eram progressivamente numerosas e quotidianas, a merecerem, nitidamente, uma nova secção inteiramente destinada a tão importante quão mórbido assunto.
Na actual economia globalizada, a mafia anti glob e os eco-guerreiros querem que nos preocupemos com a rapina que o Primeiro Mundo capitalista impõe ao Terceiro Mundo atrasado, bucólico, pastoral e primitivo. A globalização torna as peculiaridades desses remansos sociais longínquos, tão próximos, que basta que alguém apanhe um avião para interagirmos individual e colectivamente com ele. Como o virus H5N1 ou o mosquito do Nilo, o sucesso económico europeu resultante do comércio livre sem barreiras com Leste, também trás na volta, as doenças originárias do Oriente.
É esta a lição que devemos retirar do 11 de Setembro: a maior história de sucesso da globalização não foi o McDonald's ou a Microsoft, mas o islamismo praticado por beduínos lá dos confins do nada do deserto, que o exportaram para todo o lado - para Jacarta e Singapura, Alma-Ata, Grozny e Sarajevo, Lyon, Bergen e Manchester.... Consiste só numa virose avícola local mas voou para fora da gaiola. E agora, em vez de grupos terroristas mais ou menos paroquiais, tivemos pela primeira vez uma insurrecção global, como a que aconteceu em 2006, por causa das caricaturas dinamarquesas.
Como Dean Martin gostaria de dizer " How did all these people get in my room?"

Tuesday, June 3, 2008

Notícias da Eurábia (3)


Brigitte Bardot foi, hoje, mais uma vez multada, num tribunal parisiense, por incitar ao "ódio racial". BB disse que os muçulmanos estão a destruir os valores culturais franceses.

Desde quando são os muçulmanos uma raça? Desde que lhes dê jeito para silenciar qualquer critica às suas actividades; na Europa eles são; ora uma raça, ora uma religião, ora uma cultura. Têm o melhor dos 3 mundos e nada dão em troca. Nós é que temos que nos adaptar na nossa própria terra aos costumes bárbaros deles... Em Roma sê romano já não faz qualquer sentido. Talvez em Roma sê islâmico seja o que se pretende.

Monday, June 2, 2008

Darfur: O genocídio permitido (2)

Anda o "cherne" preocupado com a ficção do aquecimento global enquanto no Darfur são assassinados africanos aos milhares...

Entregou os campos petrolíferos aos chineses que trouxeram o seu próprio pessoal de segurança e a suas próprias armas para as novas áreas despovoadas. Estava tudo a postos para o genocídio. Centenas de milhar de africanos não árabes foram mortos, as suas aldeias destruídas pelas milícias árabes, pagas e armadas pelo governo - os janjawid (combatentes da fé ou espíritos maus a cavalo). Estas milícias são apoiadas por tanques e auto-metralhadoras governamentais, mais helicópteros e bombardeiros do Sudão.
Os dois milhões e meio de refugiados que conseguiram escapar vivem actualmente em campos de refugiados ou em esconderijos solitários em vales do deserto.
E a comunidade internacional, seja lá isso o que for, o que faz? Nada... assobia para o lado, mandam uma "bocas" piedosas, para ficarem de bem com as suas consciências, e os africanos do Darfur estão sós sem poderem lutar contra uma jihad, apoiada pela China.
E os palhaços das Nações Unidas? Estarão na China a prestar vassalagem ao regime? E os palhaços da União Europeia? São amigos dos islâmicos...
E este clone do Kofi Annan, e de todos os outros secretários gerais, quando é que resolve dar atenção ao genocídio no Darfur?