Tuesday, May 6, 2008

Fundo Histórico (1)


Aproveitando o facto da Fundação Gulbenkian estar realizar, a partir de ontem, conferências sobre a arte islâmica, talvez não fosse mau reflectir um pouco, sobre o fundo histório das relações islâmicas com o Ocidente. Apesar de um extenso território islâmico fazer fronteira com a Europa e milhões de filhos de Alá se fixarem por cá, um grande número de políticos europeus preferem não reconhecer que este fenómeno possa ser problemático. Todavia, é contra os seus próprios interesses pretender ser cego e surdo relativamente à hostilidade proveniente desta vizinhança superpovoada que agora ecoa com brutalidade nas cidades da Europa Ocidental. Nem a política americana nem a perversidade israelita são responsáveis por esta hostilidade; ela foi, e é nutrida por uma cultura de aversão e ódio dirigida aos infiéis. Seria criminoso e suicida para aqueles a quem este ódio é dirigido negar a sua existência como tendência principal, entre a população de muçulmanos ileterados e os seus lideres religiosos, nos 56 estados (mais a Autoridade Palestiniana) que compõem a Conferência da Organização Islâmica.

A subserviência europeia, ou a sua política de enfraquecer Israel enquanto difamam os Estados Unidos da América e encobrem o sofrimento dos cristãos em países muçulmanos, não ajuda a ultrapassar aquele ódio, entrincheirado, quer na religião, quer na história e nas suas tradições. Os ocidentais devem ter a coragem moral em compreender esta realidade em vez de se esconderem atrás de um política apaziguadora que precisa de bodes espiatórios para sobreviver.
Entretanto a movimentação islâmica nos últimos tempos em Portugal não anúncia nada de bom.

Sunday, May 4, 2008

Esta Foto Diz Tudo

Na legenda da fotografia pode-se ler: O duplo discurso do Islão exposto.
Photoshop, ou não, é a realidade.

Saturday, May 3, 2008

A Caravana de Sean Penn

No momento em que muita gente "sacode a àgua do capote" na actual polémica em torno destes novos combustíveis, por provocar um aumento maciço no preço dos cereais, o actor encabeça esta bem disposta iniciativa: a Caravana denominada Mãos Sujas. Tal ajuntamento é constituído por um comboio de autocarros movidos a biodiesel que tentará realizar uma viagem de 2900 quilómetros até Nova Orleães. O objectivo de tal iniciativa é dar poder aos jovens !?
Esta caravana vai incompleta. Há muitas personalidades que deveriam ocupar os primeiros lugares do primeiro autocarro. Uma delas é Durão Barroso, por em tempos, ter apelado a uma maior produção de biocombustíveis de maneira a combater um fantasma - o aquecimento global - querendo baixar "alegremente" a produção de dióxido de carbono em cerca de 20% nos próximos anos. Irresponsável...? Nem pensar.
O actual secretário-geral das Nações Unidas, ou qualquer um dos clones passados, por ter atirado as culpas para a especulação (leia-se USA) em torno dos cereais, esquecendo-se de décadas e décadas de propaganda em torno da queima dos combustíveis fósseis e os seus efeitos potencialmente apocalipticos no clima terrestre, conforme a ficção científica alardeada pelo IPCC, motivando a produção de toda e qualquer forma de energia alternativa. Um senhor português que veio do Afeganistão e viu uma criancinha morrer (coisa rara em tal país!) envolvido numa confusão qualquer acerca de obter farinha (suponho) e chocado, de imediato culpou os especuladores (note-se os USA) pela situação horrenda que criaram.
Os Quercus deste mundo e do outro, os Green Peace, Friends of Earth, The Soil Association e demais seitas, por terem metido a viola no saco. Ámen.

A Debandada


Deputados dos partidos da esquerda portuguesa deixaram o hemicíclo quando este aprovou um voto de pesar pelo falecimento do Cónego Melo. É espantoso! Partidos como Bloco de Esquerda que não esconde as suas simpatias pelas actividades terroristas de grupos como Hamas e o Hezbollah e admiração babada pelo tirano de Havana, instalado à décadas, debandaram como virgens assustadas. Só é de lamentar o comportamento dos deputados do PS. Mas quem é que percebe este partido?

Menos Um Terrorista, Pelo Menos

Um atáque aéreo dos Estados Unidos matou o comandante da al-Qaeda na Somália, e pelo menos mais uma dezena de outros aficcionados, na passada Terça- Feira. Aden Hashi Ayro, liderava a milicia al shabaab, e estava implicado nos ataques às embaixadas americanas em África. Era também o responsável por ataques diários ás forças aliadas etíopes.

Menos Um Multiculturalista


Red Ken foi corrido da câmara de Londres. O conservador Boris Johnson, derrotou também os islâmicos que votaram 100% em Ken nas eleições. Infelizmente, para ele, 90% de Londres ainda não é muçulmana. As primeiras declarações feitas, por Boris, após ter sido oficializada a sua vitória, vão no sentido de diminuir o crime nas ruas de Londres. Poucas horas antes, mais um teenger foi esfaquedo até á morte. Outras das preocupações declaradas foi a de construir pontes entre as diferentes comunidades, e servir cada uma delas imparcialmente. De facto, os consulados de Ken Livingston, foram sempre de um notável rancor ideológico, pautadas aqui e ali, por atoardas anti-semitas que fizeram as delícias do Londonistão. Curioso é também verificar (mapa de resultados acima) que os conservadores ganharam nalguns redutos tradicionais da esquerda, como seja por exemplo Camdem, e na zona da City, Ken o Vermelho, saiu vitorioso. Para onde corre esta direita dos negócios?

Curioso também a intervenção de Teresa de Sousa no Jornal da Noite da Sic Notícias. Sempre muito bem documentada, a jornalista, explicou de uma maneira brilhante a derrota eleitoral dos trabalhistas, demonstrando uma investigação de uma certa profundidade. O que é estranho, é Teresa de Sousa não ter reparado, que outra das explicações para a derrota dos trabalhistas, residir no cansaço dos ingleses faces aos imigrantes e ás políticas de imigração multiculturalistas que estão a alterar substâncialmente a "paisagem" socio-cultural britânica.

Thursday, May 1, 2008

Entrevista com Pierre-André Taguieff (2)

Pergunta: Você usou a expressão " Nazificação" do Estado Judeu. O que é que quer dizer com isso?
PAT: A nazificação do Estado de Israel é o centro da propaganda anti-sionista que constitui o cerne do discurso Judeofóbico mundial. Israel foi acusado de "genocídio" dos palestinianos depois da Guerra do Seis Dias, depois de etnocídio e finalmente de limpeza étnica. Hoje, muitas pessoas estabelecem o paralelo entre o "judeocídio" cometido pelos nazis e o alegado "palestinocídio" cometido por Sionistas. Através desta propaganda, o que é questionado é a legitimidade do Estado de Israel, que é só, a única nação do mundo, cujo direito de existir tem sido desafiado. O que é que poderia ser ideologicamnete mais apropriado do que estigmatizar Israel, de sionismo ou extremismo, em nome da justa luta contra o racismo e o anti-semitismo, ou em nome do humanismo cosmopolita? Esta é a postura mais comum, dos partisans "ocidentais", os quais, eu chamo de radicais ou absolutos anti-sionistas (a expressão é também usada por Jean- Christophe Rufin, no seu estudo). No entanto, esta postura é encontrada basicamente na nova extrema esquerda e converge com algumas esferas islamistas e encontra-se com alguns movimentos da extrema direita, completamente anti-sionistas. Somando à demonização dos judeus feita pelos islâmicos, eu empenhei-me no estudo da conspiração anti-semita das novas esferas anti-capitalistas, ou esferas revolucionárias, que emergiram no Ocidente. Mergulharam totalmente na ideia de "complot" sionista, com fúria e inocência, enquanto culpam por todos os males do mundo, os misteriosos "Novos Senhores do Mundo", reciclando a ideia do mito dos Anciãos de Sião. O novo anti-judaismo do ínicio do terceiro milénio, denuncía o antí-semitismo como denuncía o sionismo, o que os coloca como anti-semitas e anti-sionistas, enquanto propagandeiam a ideia de serem anti-racistas e anti-fascistas, defensores dos direitos humanos e particularmente dos direitos das "vitimas". Tudo isto é muito atractivo para os pontos de vista do "eticamente correcto". É como uma máscara. O extremismo anti-sionista torna-se o revolucionarismo dos tolos, como aconteceu no tempo do " Caso Dreyfus" em que o nacionalismo anti-semita era, nem mais nem menos do que um socialismo dos tolos.

Tuesday, April 29, 2008

Sinais


"Tradition? The only good traditions are food traditions. The rest are repressive."
A Drª Laina Farhat-Holzman é escritora e historiadora. Nasceu em Roschester, Nova Iorque, esteve casada 15 anos com um iraniano do qual teve dois filhos. Num artigo colocado no seu blog GlobalThink, denominado - Is Islam in Global Flux? - defende objectivamente a ideia que a maré enchente do Islão "já era". Apoiando-se em números, mostra que é indisfarçável a quantidade de crentes que o Islão está a perder para outras religiões. This is most welcomed indeed! A seguir transcrevo os números que a autora refere no seu longo artigo, que por sua vez se baseou em fontes do Hawai Free Press.
  • O muçulmano italiano Magdim´s Allams baptizou-se publicamente no Vaticano pelas mãos do próprio Papa Bento XVI. Esta conversão está longe de ser uma excepção. Está acontecer uma autêntica "manada" de deserções. Claro que os islâmicos já prometeram vingança.
  • Em África, o número de Islâmicos desceu 316 milhões de um total de quase um bilião.
  • No Irão cerca de um milhão de pessoas abandonou sub-repticiamente o islamismo, convertendo-se ao cristianismo evangélico, nos últimos 5 anos, isto de acordo com o Pastor Hormoz Shariat. O parlamento iraniano está a debater a possibilidade de aplicar a pena de morte a quem se converter a outra religião.
  • No Iraque um fenómeno semelhante está a crescer. Depois de anos a fio de extremismo religioso, as pessoas começam a converter-se a outras religiões
  • No sul da Rússia o mesmo padrão emerge. De acordo com Roman Silantyev, secretário executivo do Conselho Inter Religioso da Rússia, 2 milhões de muçulmanos converteram-se ao Cristianismo, e no pós- soviético Kirguistão 100 mil converteram-se também.
  • No Kashmira, vítima de guerra imposta pelos muçulmanos, os evangélicos relatam milhares de conversões. Um jornal indiano noticia: "Urban Muslim Youth Out to Junk Faith."
  • Mesmo palestinianos estão a converter-se em silêncio. Um evangelista refere que: "I’ve been working among these people for thirty years, and I promise you I’ve never seen anything like this.”
  • O Times de Londres estima que 15% dos muçulmanos que vivem na Europa Ocidental deixaram o Islão. So no Reino Unido teriam sido 200 mil. Todos os que deixam esta religião são frequentemente ameaçados, perseguidos e atacados. Apesar de tudo estão a mudar de religião. Claramente que isto não é a vitória final sob uma religião que promete baixar uma sombra de obscurantismo sobre a Europa e sobre o Mundo. Muito longe disso. Talvez seja só um pequeno sinal de esperança.

Digital Future


Da pouca qualidade que resta do jornal Público, as opiniões de Desidério Murcho (DM) às terças feiras são boa uma razão para se comprar o dito. Hoje DM, pronunciou-se sobre o futuro digital radioso. Terminou assim a seu artigo:


" O nosso presente digital é feito de grandes companhias a ganhar muito dinheiro á custa da frivolidade populista e da exploração de criadores talentosos que tornaram a Internet interessante mas que vêem o dinheiro a passar ao lado. Como pode alguém pensar que este mundo é maravilhoso? Bem para o director da Wikipédia, por exemplo, é realmente maravilhoso. Esta enciclopédia é feita com o trabalho gratuito de muitas pessoas. Quem quiser, pode fazer donativos. E há sempre quem o faça - os tais um por cento. Mas precisamente porque a Wikipédia é gratuita, todo este dinheiro vai para o director, advogados e secretárias - mas não para quem realmente escreve a Wikipédia. É este o verdadeiro rosto da nova economia digital: escravatura de cara alegre."

Notícias da Europa (2)


A direita conquistou Roma. Cansados de multiculturalismo, os romanos desapearam a esquerda que governava a Cidade Eterna há 15 anos. O candidato da esquerda, Francesco Rutelli, não poupou os milhões de eleitores que votaram em Gianni Alemanno, insultando-os de racistas. Rutelli atribuiu a inesperada derrota à campanha xénofoba feita por Allemano, que prometeu expulsar 20 mil imigrantes ilegais e com cadastro policial. O que se depreende que a esquerda italiana, como de resto a esquerda europeia, concorda que os Estados suportem estes potenciais focos de violência, de insegurança e de despesa da sociedade. Suportar económica e financeiramente estes ilegais custa muito dinheiro a todos os contribuintes. Mas, já sabemos, que a esquerda é ligeirinha a gastar de qualquer maneira o dinheiro de todos nós. É UM REGABOFE!
Estes partidos da gauche europeia, já dependem mais dos votos dos imigrantes do que dos indígenas, e como tal, servem mais os interesses dos aliens, do que dos autóctones.
Londres também vai a votos e o reinado de Red Ken está por um fio. Nas últimas eleições Red Ken já só foi eleito com a maioria dos votos islâmicos, asiáticos e caribenhos. Esperemos que os londrinos se unam para o correrem de vez.

Tablighi Jamaat

A nova mesquita de Londres terá mais 67 000 lugares do que a Catedral de Liverpool.

Na senda de servir melhor os leitores deste blog, informando-os com a maior definição, levei a cabo uma pequena investigação sobre o grupo islâmico que esteve reunido este fim de semana em Lisboa. Os Tablighi Jamaat (TJ), são um grupo missionário islâmico global e de acordo com fontes do FBI, recrutam gente para al Qaeda, treinando-os como terroristas. Neste momento também se dedicam a recolher fundos por todo o mundo para a construção da gigantesca mesquita, será a maior da Europa, em Londres. Segundo os planos, a mesquita será construída no East End em terrenos vizinhos onde vão ser construídas as infra estruturas para os Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Conhecida como London Markaz, vai ser a maior casa de oração de todo o Reino Unido. Terá lugares para 70 000 pessoas, só menos 10 000 que o futuro estádio olímpico e 67 000 mais do que a maior estrutura cristã, que é a Catedral Anglicana de Liverpool (na imagem). TJ necessita de cerca de 100 milhões de libras em donativos.

Quem disse que a Eurábia não existe?

Sunday, April 27, 2008

Et Voilá! (2)


A Quercus "dança a lambada". Mau ambiente e demissões. Quando o dinheiro entra em cena, não há religião que fique indiferente. Parece que um angariador recebia comissões de 15% sobre os patrocinios e daí até à confusão, represálias e ameças á intregridade física de alguns sócios, foi só um "minuto verde". Uma sócia diz mesmo que: "nunca vi um clima de medo como aquele que se vive agora. Esta não é a minha Quercus". A senhora andava enganada. Ideologicamente o ambientalismo está próximo das ideologias totalitárias de esquerda.

Et Voilá! (1)


Um dos cavaleiros do apocalipse já anda por aí. É o espectro da fome devido à escassez dos alimentos. Advinhem quem são os maiores culpados! Os BIOCOMBÚSTÍVEIS. E os ecologistas estão por trás de tudo isto, porque estes combustíveis são considerados renováveis, o que não acontece, com os hidrocarbonetos, isto é, o petróleo. Os ecologistas e as preocupações ambientais extremas são os vilões desta história. O cidadão comum, perdido no meio de uma manipulação gigantesca e propagandeada em catadupa pela comunicação social, ainda não se apercebeu de que esta gente e a sua filosofia naturalista são perigosos. Mas está a chegar o dia, em que a própria natureza irá mostrar, não só o falhanço das preocupações ambientalistas extremas, como a natureza desta ideologia.

Publicozinho

O jornal Público tem arte. Tem arte na manipulação do leitor. Não é de agora, embora com este director, a refinação tenha atingido níveis de excelência. Desta vez, é a notícia no dia 27 de Abril: Jovem estrela de cinema quer obrigar Egipto a enfrentar o tabu da sida. E continua, é uma voz solitária num país conservador....etc. Desculpem lá, país conservador é a Suiça. O Egipto, é uma país muçulmano, e como tal assassina homossexuais e atira os doentes de sida para as prisões.
No dia 9 de Abril, o tribunal do Cairo decidiu mandar para a prisão cinco homens, em que 4 deles tinham sida. Foram condenados a três anos por acusações de "deboche" ligadas à homossexualidade num processo descrito por grupos dos direitos humanos como "caça às bruxas". Esta, pelos vistos, é a face conservadora, isto é, moderada do Islão.

Alerta Máximo


Lisboa 25 de Abril 2008


Reunião de fundamentalistas islâmicos na mesquita de Lisboa. O movimento internacional Tabligh Jamaat reune-se em Lisboa até ao dia 27 de Abril. O que é que estes tipos veêm cá fazer? Rezar dizem eles. Mas não basta estarem virados para aquela pedra de Meca para poderem rezar? Muito estranho. Em declarações à comunicação social, o coordenador do gabinete de segurança considera que este grupo é fundamentalista, mas não terrorista, embora seja frequentemente infiltrado por terroristas, devido às suas constantes viagens que fazem pelo mundo. O sr. coordenador Leonel de Carvalho "nem as pensa". Só pode estar a brincar com a malta. Atenção o leitor, se é viajante assíduo, de Nova Iorque para Londres, daqui para Berlim, Nova Dheli, Tóquio, etc. Veja lá, não corra o risco de ser infiltrado por militantes extremistas islâmicos. Parafraseando o Zeca Afonso, já que é Abril: "O que faz falta é correr com esta malta, o que faz falta". O sr. coordenador "confiante e competente" acrescenta que a "Polícia Judiciária e o SIS já têm em marcha um alargado plano de vigilância." Uf! Ficamos muito mais descansados. Depois da incompetência demonstrada pela polícia Judiciária em casos de foro internacional é sem dúvida uma mais valia. E se da reunião dos islamistas tiverem saído planos para um ataque em qualquer local do mundo, a vigilância da PJ e do SIS de pouco deve valer mas...estão em alerta máximo. Poderia ser pior.

O porta voz dos islamistas, referiu também à comunicação social que têm uma relação, (reparem bem!) sã, com todas as polícias. Estão em sintonia (quem diria!) e nada tememos. (Pois claro nós é que temos a temer).

É a dhimmitude no seu melhor.

Wednesday, April 23, 2008

Brigitte Bardot


“I am fed up with being under the thumb of this population [Muslim immigrants] which is destroying us, destroying our country and imposing its acts,” Bardot said.
Estou farta de estar de baixo da pata desta população (imigrantes muçulmanos) que nos estão a destruir, destruir o nosso país e a imporem estes actos.
BB pode ser presa desta vez por ter dito que os muçulmanos estão a destruir a França. O que é verdade. É a 5ª vez que Brigitte Bardot é levada a tribunal pelas leis francesas, Orwelianas, devido ao Crime de Pensamento, destinadas a proteger os islâmicos e a Eurábia.
A França enfrenta possivelmente a pior das violências de imigrantes, do mundo. Gangs de imigrantes, a maioria vinda do Norte de África, incendeiam uma média de 100 carros por fim de semana. Em áreas de grande concentração muçulmana, escolas e edificíos públicos têm sido incendiados. Raramente há presos e raramente há imagens, sendo deliberadamente censuradas e escondidas do grande público.

Tuesday, April 22, 2008

Derrotistas

Estou farto de ouvir por aí vozes dos já defuntos e cansados esquerdistas europeus que consideram a islamização total da Europa inevitável, sendo já um facto consumado. Apoindo-se nas projecções estatísticas da demografia comparada, acham que não temos qualquer hipóteses. Eu não sou um guerreiro, mas quem é ? Nunca aprendi a lutar pela nossa liberdade, mas vamos ter que aprender. Não somos propriamente como aquela escritora loura belga que prefere ser violada sem resistir mas permanecer viva. Mas nem todas as louras são condescendentes com a Violação da Europa. Reparem bem nas senhoras da fotografia de baixo.
Parem com a islamização. Ora Bem!

O Respeitinho É Muito Bonito (2)

Se ao menos se eles tivessem um clube de ténis de mesa...

Tudo aconteceu, porque 3 fanáticos islâmicos foram apanhados a planear o assassínio de um cartonista. Imaginem o tédio com que esses tipos deviam estar. Já agora, também gostaria de informar a imprensa europeia que um ataque anti-semita feito por muçulmanos a judeus não é um conflito entre comunidades conforme noticiaram. Em caso de não terem notado, o Islão odeia os judeus muito antes do Estado de Israel se ter formado. O seu livro sagrado, o corão, diz-lhes que eles devem odiar os judeus. De facto, não é um conflito entre comunidades, mas um violento e não provocado ataque racista aos judeus só porque eles são judeus. O islão é que se tem que adaptar à Europa e não o contrário. Todos sabemos que a maioria dos islâmicos não se querem adaptar aos costumes dos países europeus onde trabalham. É por isso que muitas cidades europeias estão cercadas por ghettos de muçulmanos controladas por rufias e fanáticos religiosos, onde as leis indígenas não são bem vindas. Estas pessoas não fazem qualquer intenção de se integrar e querem nada menos do que o fim da nossa civilização, enquanto somos manipulados, graças a uma imprensa tendenciosa e a uma espécie terminal de políticos, que não desejava aos meus piores inimigos. Ou, pensando melhor... Esta situação é tão ameaçadora para a liberdade dos muçulmanos vulgares como para toda a gente, e é uma indicação clara daquilo que precisamos na Europa. Não é mais respeito pelo islão, é menos respeito pelo islão e mais respeito por nós próprios. Precisamos parar de fingir, que é o que fazemos, há demasiado tempo, fingir que todas as culturas são iguais, enquanto claramente vemos que não são. A cultura islâmica não é igual à cultura ocidental. Encoraja a violência contra as mulheres, contra os judeus e os homossexuais, sanciona a poligamia e o casamento de velhos com crianças, num nojento travesti das relações humanas. Qualquer ocidental que adoptasse estes valores acabava, rapidamente, na prisão. A CULTURA ISLÂMICA NÃO É IGUAL, É INFERIOR. Dado que o islão radical declara alto e a bom som a sua agenda totalitária, isto não é algo que possa ser encorajado, mas pelo contrário, desencorajado através de legislação firme e pela rigorosa observância da lei. LEMBRAM-SE DA LEI ? Sei que serei acusado de racista e islamofóbico pelos mesmos fariseus cabeçudos, pelas cigarras de luxo da esquerda política. Mas sabem, não me importo, porque essas palavras não têm valor neste contexto. A primeira, é neutralizada por ter sido tão desonestamente utilizada e a segunda é uma mentira descarada inventada pelas ligações politicas da esquerda com a ultradireita religiosa num casamento de conveniência que é simplesmente de desprezar de tão oportunista e velhaca.

Uma fobia é um medo irracional. Resistir ao islão não é irracional. Contemporizar com o islão é que é irracional. Favorecer a mentira que a cultura islâmica é de alguma maneira igual à cultura ocidental, é ignorar as vítimas daquela cultura. Isto é mais do que irracional, é criminoso. E se quiserem mesmo falar de racismo, não precisam de olhar para mais longe do que da ficção académica e venenosa do multiculturalismo. Uma ideologia racista condescendente. E os governos europeus, que o promovem, são governos racistas, os funcionários que contemporizam com o multiculturalismo são racistas, as universidades que a encorajam são racistas, os jornalistas que mentem acerca do assunto são racistas. E as pessoas comuns, que dizem uma coisa em privado e outra em público, são uns hipócritas racistas e cobardes. Se não conseguirmos dizer em público aquilo que pensamos, então já desistímos da nossa liberdade e da liberdade das gerações futuras, coisa que nós não temos o direito de fazer.

Nós não ganhamos esta liberdade de borla, ela foi-nos servida numa travessa por nossos antepassados que a pagaram bem caro com a vida, por lutarem para que hoje podessemos ser livres. Lutaram contra a tirania feudal, contra a inquisição, contra o comunismo e contra o nazi-fascismo. Somos só os guardiões da liberdade para a passar para as gerações futuras. A liberdade não é nossa para podermos desistir dela. É tempo de falarmos de nós, da Europa. É tempo de parar de choramingar e acusar os americanos por tudo e por nada, durante 5 minutos. Mostrar que somos vertebrados. Querem passar o resto das vossas vidas, cobardemente escondidos como ratos assustados, de um punhado de fanáticos religiosos violentos, que pensam que tem o direito de apontar o dedo para nosso peito e ditar a maneira como nós podemos viver, o que podemos ou não fazer, dizer e pensar, na nossa própria terra ? Quanto a vocês não sei, mas quanto a mim eles só terão uma resposta curta, duas pequenas palavrinhas, que não contêm as palavras alá ou akbar.

Este post, parte I e II, é a adapatação de um texto dito por Pat Condell, colocado no You Tube, intitulado " Appeasing Islam".

Monday, April 21, 2008

O Respeitinho É Muito Bonito (1)




De acordo com uma sondagem, recentemente realizada no Reino Unido, muitos muçulmanos afirmaram que a maneira do Ocidente melhorar as relações com o Islão é mostrar mais respeito. QUEM DISSE QUE OS MUÇULMANOS NÃO TÊM SENTIDO DE HUMOR? Dado que o islão está, oficialmente, acima de qualquer crítica do e no Ocidente, é difícil de imaginar como poderemos mostrar mais respeito, talvez fechando todos os bares, deixar crescer as barbas e bater nas mulheres que não se queiram vestir como freiras. Ah! pois claro! Silly me! Muitas pessoas aqui no Ocidente estão agora a reparar que o islão já foi demasiado respeitado, especialmente aqui na Europa, que de acordo com outra sondagem, as pessoas agora vêm-nos como uma ameaça à nossa cultura. Finalmente... Durante décadas as pessoas foram condicionadas pelas mentiras do multiculturalismo, a acreditar que aquilo em que devem acreditar é mais importante do que aquilo em que elas acreditam. No entanto, há pessoas que criticam o Islão em privado mas sabem se o fizerem em público, ou por outras palavras, se forem honestos relativamente às suas ideias, instantaneamente serão consideradas racistas, islamofóbicas, nazis, trastes imperialistas, fascistas etno-centristas, bastardos, que, com as suas botas cardadas pontapeiam na cara, as criancinhas, os inocentes e os fracos, portanto o melhor é não armar confusão. Querem bater nas vossas mulheres e mutilar as vossas filhas, estejam à vontade! Até vos subsidiamos! Porque nós queremos ser vossos amigos! Como dizem? Querem destruir a nossa sociedade corrupta? Bem, isso já não é da vossa conta. A culpa é nossa portanto cabe a nós... limitem-se aqui a ganhar bom dinheiro.

O filme, Fitna, realizado na Holanda, colocou o país num estado de Alerta Máximo de Atentado Terrorista. É mais uma prova que agora, tudo na Europa, tem que ser gerido no sentido da possibilidade da violência islâmica. TODAS AS PEÇAS, TODOS OS FILMES, TODAS AS EXPOSIÇÕES DE ARTE, TODAS AS REVISTAS, TODOS OS ARTIGOS, DE FACTO, TODA A NOSSA CULTURA É AGORA SUJEITA À APROVAÇÃO DOS MUÇULMANOS. Mas isto aqui é a Europa e temos uma história de apaziguamento. Os islamistas sabem disto e manipulam-nos como a um violino. Eles sabem que o Islão nunca será culpado, aconteça o que acontecer. Assim, por exemplo, quando há poucas semanas a imprensa dinamarquesa reimprimiu os famosos cartoons, seguiu-se uma semana de tumultos provocados por jovens muçulmanos. O chefe da polícia de Copenhaga recusou-se a admitir que os incidentes tivessem alguma coisa a haver com os cartoons. Justificou os tumultos, dizendo que, os jovens muçulmanos estavam aborrecidos. Claro! Atearam fogo à cidade todas as noites durante uma semana para terem alguma coisa com que se entreter. Se ao menos, eles tivessem um clube de ténis de mesa...

Saturday, April 19, 2008

Notícias da Eurábia


Um homem num centro de acolhimento de imigrantes foi atacado por um jovem de 23 anos que partilhava o seu apartamento nesse mesmo centro de acolhimento, em Halmstad na Suécia, por ter garrafas de cerveja no frigorífico. Um dia, quando a vítima regressava do trabalho, o seu vizinho de quarto atacou-o com uma faca, gritando: " não és um muçulmano decente. Matar-te-ei, ameaçou. O homem(também muçulmano) fugiu do apartamento e quando mais tarde teve coragem para regressar, encontrou-o vandalizado e regado com detergente. No tribunal, o jovem disse que queria limpar o apartamento de todo o mal. Acabou condenado a acompanhamento psiquiátrico e a pagar uma multa de 21, 200 kronor (cerca de 3200 euros).
Fonte - Jornal Hallands Nyheter de 17 Abril de 2008.

Notícias da Europa


Os britânicos temem a violência racista. Cada dois em três britânicos receiam que as tensões raciais possam conduzir a um surto de violência de consequências imprevisíveis. Metade da população inglesa acha que os imigrantes, especialmente os islâmicos, devem ser encorajados (monetariamente) a deixar o país. Numa sondagem feita pela BBC, 60% responderam que a Grã-Bretanha já tem demasiados imigrantes. Um quarto dos interrogados afirmaram que a área onde vivem já não parece mais a Inglaterra. A ameaça dos islâmicos e os seus ataques terroristas de Julho de 2005, levam os ingleses a pensar até que ponto a sociedade multicultural que construiram é funcional. A sondagem foi realizada para comemorar o 40º aniversário do discurso de Enoch Powell sobre a imigração, intitulado " Rivers of Blood".


Tuesday, April 15, 2008

Eurábia no seu melhor


Que a mutilação genital se faça nos países donde esses imigrantes são originários já é mau. Que se faça na Europa é inadmissível. Que se faça com o conhecimento e complacência das autoridades é um crime. A este propósito Oriana Fallaci conta no seu livro A Força da Razão o seguinte:
" É a castração feminina que os muçulmanos praticam em 28 países da África Islâmica e por causa da qual todos os anos 2 milhões de criaturas (número fornecido pela Organização Mundial de Saúde) morrem por sepsia ou hemorragia (...). De facto, na Europa, a prática é proibida pelo Código Penal e, na Itália, a Comissão de Justiça e Assuntos Sociais do Parlamento apresentou um projecto-lei que prevê a condenação de 6 a 12 anos de cadeia para quem a executar. Mas, ao que parece, decidido salvar o princípio e não a aboli-lo, no início do ano, um ginecologista somali propôs um compromissso que consiste em substituir a ablação do clítoris e dos pequenos lábios e também a sutura dos grandes lábios por uma "picadela de alfinete". "Trata-se de uma intervenção que só provoca uma ferida momentânea. Em suma -explicou- trata-se de uma soft-infibulation que permite salvar o rito, podendo, assim, a menina voltar imediatamente para casa e festejar aquela espécie de baptismo". Depois, pediu o imprimatur do diessino presidente da Região da Toscana que, em vez de, tout court, muito simplesmente lho negar, passou-o ao diessino assessor para a Saúde, que, por sua vez, o passou ao presidente da Ordem do Conselho Regional de Saúde que é também membro do Conselho de Administração da Agência Regional de Saúde e também Centro de Estudos para a Salvaguarda e para a Documentação da Saúde Florentina e também presidente do Conselho Unitário das Profissões da Toscana e também director da revista Toscana Médica e também relator da Comissão de Bioética da região Toscana e ainda redactor do Código Deontológico dos Médicos. E sabes o que disse este pluricondecorado que não deixarei que me trate sequer de uma unha encravada? Disse: " Os problemas deontológicos devem ser postos de parte para se respeitar este rito antiquíssimo. Pessoalmente, sou favorável a que o projecto do colega somali chegue a bom porto." E não só. Quando a leghista Carolina Lussana levou o assunto à Câmara de Deputados e, falando de costume bárbaro, solicitou que o mundo político inteiro interviesse, as colegas do Centro-Esquerda convidaram-na a fechar o bico. E só no momento em que os protestos explodiram à escala nacional é que o soft-infibulismo dos quatro foi rejeitado. O que não exclui o facto de que, por debaixo da mesa, os problemas deontológicos não possam ser igualmente postos de lado(...).
Não me incomodarei em explicar-vos que a ética se baseia em princípios, que os princípios não se podem iludir com os compromissos ou com ardis e que portanto, a questão não é tornar a infibulação menos dolorosa e menos perigosa: a questão é proibi-la, impedi-la e puni-la de qualquer modo que aconteça. Seria inútil explicar-vo-lo, visto que vós pusestes de lado os princípios, que lhes preferis os ritos-antiquíssimos.(...)"
Bravo Oriana, presto-te aqui a minha homenagem póstuma. Homenagem para esta lutadora da liberdade (lutou contra os nazis logo a partir dos onze anos de idade, juntamente com o pai na resistência italiana ao nazismo) que tarda em ser feita nos meios de comunicação europeus, muito ocupados em agradar ao fascismo islâmico. Para todos estes euárabes és e serás sempre uma voz muito incómoda.

Europa: A Bela Adormecida (4)



Os imigrantes na Europa trazem com eles muitos costumes tribais que são flagrantemente inconsistentes com o entendimento Ocidental dos Direitos Humanos. Esses costumes são pontos de conflito latente ou potencial entre as comunidades islâmicas e as suas sociedades hospedeiras. No entanto, durante todo este tempo os media europeus e o sistema político pura e simplesmente deram o seu melhor para ignorar este conflito.

Talvez o mais bárbaro e menos publicitado desses costumes seja a mutilação genital feminina, uma prática universal em algumas culturas islâmicas. Como Hirsi Ali explica, os países árabes sentem-se no direito de controlar e resguardar a virgindade feminina "fechando a mulher em casa"; noutras regiões, todavia, quando a sociedade necessita do trabalho da mulher no exterior, a virgindade é resguardada pelo corte do clitóris da mulher. As especificidades desta prática variam - e não é agradável descreve-las -mas usualmente envolve a remoção parcial ou total do clitóris. Os grandes e os pequenos lábios também podem ser excisados sendo posteriormente a vagina fechada, numa espécie de cirurgía paleolítica, provocando inúmeras vezes hemorragias e infecções graves. A mutilação é feita sem anestesia e resulta numa vida de dores físicas e infecções crónicas e grande desconforto no actos de urinar e no acto sexual. Tradicionalmente a mutilação pode ser realizada desde a infância até à puberdade, mas na Europa é frequentemente realizada quando a menina é ainda bébé, porque simplesmente esta não se pode queixar.

Os pais dão muitas razões para a perpetuação deste costume bárbaro e brutal. No topo da lista está a convicção que a sexualidade da mulher é pecaminosa e de que os seus orgãos sexuais são impuros, sendo a mutilação então, a protecção contra o pecado. Tal pensamento ocorre nas subculturas patriarcais que ensina, violentamente, de geração em geração que a mulher é propriedade do homem e que o desejo, o prazer e a liberdade sexual, nada mais são do que uma ameaça à honra da família, sendo portanto o prazer sexual feminino obliterado o mais cedo possível.

Sunday, April 13, 2008

A França Já Não É Um País Ocidental

Esta poderá ser a bandeira da França num futuro próximo.

"French-bashing is everywhere in the american media. I am French, and i must say if Americans knew completely what´s happening in France, the French-bashing would be far harsher." Guy Milliere, jornalista francês.


Jacques Chirac foi amigo de Saddam Hussein mais de trinta anos. Permitiu-lhe a venda das centrais nucleares que, just in time, os israelitas destruiram. Ele vendeu ao Iraque aviões de guerra que foram usados para gasear milhares de Kurdos. Chirac não foi o único político desta estirpe em França. Todos os franceses sabem bem que Jacques Chirac, foi um dos políticos mais corruptos da história recente do país. Se ele não tivesse sido reeleito em 2002 provavelmente estaria na prisão neste momento, devido à quantidade de dinheiro "desviado" da altura em que ocupou a Mairie de Paris. Chirac não é o único político desta estirpe. Poucos políticos franceses falam acerca dos direitos humanos, liberdade ou democracia. Todos eles parecem pertencer ao mesmo partido político totalitário; todos eles são anti-americanos, anti-israelitas e "pacifistas" Olham para a civilização Ocidental como algo sujo e repugnante. Se lerem os jornais franceses, dizem todos o mesmo. Até parece que a única diferença entre a União Soviética de há 20 anos e a França actual é que a União Soviética só tinha um Pravda enquanto que a França tem pelo menos 10 jornais de propaganda ao melhor jeito daquele famoso jornal Soviético. Diferentes títulos, o mesmo conteúdo. As linhas editoriais destes jornais são claras; todas as ditaduras do médio oriente são enaltecidas, todos os extremismos islâmicos esquecidos enquanto que George Bush e´uma "besta", um "alcoólico", um "louco fanático". Os Arafats? Grandes lutadores da liberdade. Quando um general americano fala, é pura propaganda, quando o Tarek Aziz falava, era a pura das verdades. Todos os dias se lêem artigos de opinião anti-semitas. Incendeiam-se escolas judaicas e sinagogas, mataram-se crianças judias em Paris, em 19 Novembro de 2003, fizeram-se reféns... Tudo isto em França. No entanto o embaixador da União Europeia em Israel, perguntado sobre se a Europa nada fazia contra estes actos anti semitas, respondeu simplesmente que não sabia se havia um incremento de anti-judaísmo na Europa, só sabia que havia um sentimento anti-islâmico e anti-árabe por todo o mundo. O que o sr. embaixador não reparou, quando proferiu esta alarvidade, foi que, ao mudar o sujeito provocador da violência para o sujeito da vítima, é já, em si, a demonstração de uma vontade antí semita.
(continua)

Saturday, April 12, 2008

Entrevista com Pierre-André Taguieff (1)

Na sequência de algumas críticas de amigos pessoais e leitores deste blogg, considerando alguns dos meus pontos de vista radicais, vou deixando aqui excertos de uma entrevista ao Nouvelle Observateur, de Pierre-André Taguieff, que melhor do que eu, explica que o que está em causa é a luta pela sobrevivência da liberdade. E nesta luta, qualquer adjectivo é, no mínimo, desadequado.
Pierre-André Taguieff, nascido em Paris (1946) é um filósofo e politólogo, director de investigação ao CNRS. É o autor de numerosos ensaios de Sociologia.
"Pergunta: O islamismo denuncía a decadência do Ocidente e a sua fé no progresso, assunto a que você dedicou alguns ensaios. É a crença no progresso um sinal de decadência?
Resposta: A ideia do progresso, crença moderna que o futuro será melhor do que o passado e o presente, estruturou o imaginário político ocidental desde o século XVII. Todavia, 4 séculos depois, observamos que se questionou esta ideia de progresso, primeiro pelos teóricos antropologistas radicais do relativismo cultural, depois, desenvolvido pelos ecologistas e finalmente pelos movimentos anti-globalização. Os novos inimigos do mundo Ocidental, utilizando uma linguagem simplificada e maniqueísta denunciam os " mitos do progresso". De acordo com os islamistas, acreditar no progresso é um sintoma de decadência. Seria, como tal, necessário preservar todas as formas de cultura, incluindo o canibalismo, o apedrejamento das mulheres e a mutilação genital. Ou estabelecer a sharia em qualquer lado onde muçulmanos habitem. A constestação da ideia do progresso, demonizado por ter origens ocidentais, tem em si o desejo de apagar a ideia de futuro. Mas como é que seria o Mundo se não pensarmos no futuro e a única obssessão possível, ser a "trama" pelo domínio global de Americanos e Judeus? O sonho de uma união pacífica do Mundo é uma ilusão que está a ser estendida ao Ocidente enfraquecido por dúvidas e pelo criticismo interno do próprio Ocidente. O terrorismo islâmico é um hiper-terrorismo que começou uma guerra contra o Ocidente liberal e democrata (que é o campo dos cruzados e judeus, no entender deles). As pessoas cultivadas devem combinar o dever da História com o trabalho de memória. Grandes divisões estabelecer-se-ão entre aqueles que, dando livre curso aos seus medos, se submeterão a fanáticos criminosos que advogam um terceiro totalitarismo, e aqueles que ao resistirem a estes novos bárbaros, lutarem pela liberdade de todos."

A Eurábia Revelada (3)


Em 2003, a União Europeia, que cultivou durante anos excelentes relações com a Síria e os seus fantoches políticos no Líbano, recusou colocar na sua lista de organizações terroristas, o Hezbollah. Na guerra contra o terrorismo, os americanos pediram formalmente à União Europeia que bloqueassem os enormes fundos monetários dirigidos ao Hamas. A França recusou. Porque a União Europeia desprezava o perigo do terrorismo islâmico, os leaders europeus - especialmente os franceses - cultivavam (e apesar dos atentados em Madrid e em Londres), continuam a cultivar relações amistosas com os inúmeros estados árabes que subsidiam grupos terroristas, incluindo o Irão, o Iraque (ao tempo), a Síria, Líbia e a Autoridade Palestiniana. A posição da França no Conselho de Segurança da Nações Unidas relativamente á intervenção no Iraque, granjeou, a Jacques Chirac, a gratidão do mundo árabe e islâmico. A sua visita de estado à Argélia em Abril de 2003, foi um triunfo, onde criticou severamente os Estados Unidos da América, não se lhe ouvindo uma palavra acerca dos 150 000 mortos que ocorreram no país devido ao extremismo político-religioso dos últimos 10 anos.
A simpatia europeia, que ao nível das elites (em especial nos partidos de esquerda), quer ao nível da rua, e nos meios de comunicação, por Saddam Hussein era surpreendente, para dizer o mínimo. Como sabemos, Saddam Hussein ordenou o gaseamento de milhares de Curdos que resultou num massacre de cerca de 100 000 pessoas deste povo do Norte do Iraque. Em 1999, após a Primeira Guerra do Golfo, aquele ditador foi responsável por acções de grande violência militar contra os Xiitas do Sul do país. Em 4 de Junho de 1994, o regime de Saddam publicou o decreto 59, o qual ordenava que, de acordo com as leis tradicionais da Sharia, a amputação da mão direita por roubo até 10 euros, amputação do pé esquerdo para um segundo roubo feita pelo mesmo larápio e sentença de morte para um terceiro. O decreto 109 de 18 de Agosto de 1999, ordenava que o sujeito legalmente submetido a amputações fosse tatuado entre as sobrancelhas para que pessoas soubessem que os indivíduos tatuados eram amputados, por roubo e não por qualquer tipo de acidente. A selvajaria do rigime e a multidão de mutilados era evidente para qualquer visitante, fosse ele homem de negócios, político de visita, funcionário da ONU ou repórter. No entanto todos estes crimes continuavam a ser pouco conhecidos da opinião pública europeia. Em sondagens feitas na altura na Europa, milhões de europeus apoiavam o regime de Saddam contra a América e até mesmo demonstravam uma certa esperança que os americanos saíssem derrotados da guerra iminente. Porque é que a opinião pública europeia "alinhava" com um ditador sanguinário desta estirpe? Saudades do comunismo e/ou do nazismo, talvez!

Wednesday, April 9, 2008

Dedicatória


A todos aqueles que, enfiando-nos a burka, tentam por todos os meios convencer-nos que o islamismo é uma religião de paz e concórdia. Que o passado do islão no al andaluz, foi de progresso e tolerância. Tudo isto são balelas da propaganda saída das inúmeras conferências do Diálogo Euro-Árabe. A história mostra que o al andaluz foi tudo menos pacífico, tudo menos tolerante. A História mostra como os islâmicos trataram os dhimmis na Andaluzia. (num futuro próximo trarei aqui alguns factos, com datas dos massacres dos cristãos no al andaluz.) A História mostra mas muitos dos historiadores escondem, reintrepretam e manipulam. Até os livros de História das criancinhas portuguesas ditam a propaganda islâmica.
Mas a todas estas mentiras nós mostramos-lhe o dedo.
We´ll fight'em till the end.

Sunday, March 30, 2008

Porque é que os esquerdistas amam os islamistas?





Porque ideologicamente são muito próximos. Claro!

Friday, March 28, 2008

Fitna






Geert Wilders colocou um excelente video de 15 minutos, sobre o fascismo islâmico, on-line. Claro que o deputado holandês teve imensas dificuldades em publicar o vídeo nos circuitos comerciais e produzi-lo sob a forma de DVD, e até colocá-lo on-line na net. O próprio primeiro-ministro holandês tentou que ele desistisse do projecto. As dificuldades que qualquer pessoa(e os impropérios que têm de suportar ouvir) sente (algumas vezes na pele) na crítica ao Islão, é o exemplo acabado, da subserviência das instituições desta civilização de dhimmitude em que se tornou a Europa. Qualquer indivíduo que coloque questões sérias acerca dos problemas reais e sérios que a imigração islâmica coloca aos europeus, é logo rotulado de fascista, porco nazi, racista e outros mimos do género. O que é fantástico, é que, tanto Geert Wilders como Pym Fortuyn (antes de ser assassinado), assumem a mesma posição política que Hirsi Ali, mas nunca soube de alguém que a chamasse fascista ou nazi a esta fantástica activista anti-islão. Porquê? Talvez por ser negra e originária da Somália, quem sabe?

Fitna, o filme é uma peça de 15 minutos que mostra claramente a violência islâmica, em relação a outras religiões e culturas, baseando-se nos fundamentos do Corão para legitimar a sua selvajaria aniquiladora de cristãos, judeus, democratas, americanos, direitos das mulheres, homossexuais... Uma religião que geneticamente promove a morte a todos quantos se lhes opõem, nos seus muito proclamados desígnios de controlo, da Europa e do Mundo. Um filme que mostra claramente que estes tipos estão dispostos a transformar o planeta num gigantesco Afeganistão.
Nesta altura tentei visualizar novamente o filme mas devido a sérias ameaças que foram feitas à LiveLeak, foi retirado da net. Que belos defensores da democracia são estes islâmicos! ...e os seus amigos.
Enquanto os media do sistema continuam a desviar as atenções da população com a mentira do aquecimento global e com o controlo do déficit, entre outros fait divers, o silêncio ensurdecedor a que vão votar mais este atentado à livre expressão de ideias na Europa, pede uma urgente revolução dos povos europeus contra a Eurábia.

Wednesday, March 26, 2008

A Eurábia Revelada (2)




O Eixo Euro Árabe


Nós europeus estamos a assistir incrédulos e impotentes à transformação de uma civilização judaico-cristã, com importantes elementos pós-iluministas, numa civilização pós-judaico cristã, que é subserviente à ideologia da jihad e aos poderes islâmicos que a propagam. Esta nova civilização europeia em construção pode ser chamada "civilização da dhimmitude". O termo dhimmitude vem da palavra árabe "dhimmi". Refere-se aos subjugados, indíviduos ou povos não islâmicos que aceitam a subordinação humilhante relativamente aos poderes islâmicos ascendentes evitando assim a escravatura ou a morte. Todo o mundo muçulmano como o conhecemos actualmente, é produto de 1300 anos de dinâmica jihadista, por meio da qual, todas as prósperas civilizações não muçulmanas encontradas pelo caminho, foram reduzidas a um estado de disfuncional dhimmitude. Muitas foram completamente islamizadas e desapareceram. Outras, restam como relíquias fósseis do passado, incapazes de evoluírem. Desde o século VII e, durante mais de um milénio, a Europa e Bizâncio resistiram às ofensivas da jihad muçulmana - militarmente quando necessário - para proteger a nossa independência. A resposta da Europa pós Judaico-Cristã nos finais do século XX e início do século XXI, é radicalmente diferente. A Europa descontruída pela União Europeia, abandonou a resistência em troca da dhimmitude, a independência pela sujeição face ao mundo islâmico do Norte de Àfrica e do Médio Oriente. Os três maiores sintomas desta mutação fundamental na política europeia são o antiamericanismo propangadeado e primário, o antisemitismo / anti-Sionismo e o palestinianismo.


(continua)

Wednesday, March 19, 2008

A Eurábia Revelada (1)

A Eurábia emergiu nos alvores do terceiro milénio em todo o seu esplendor: antisemítica e conforme provaram as gigantescas manifestações que varreram a Europa Ocidental, também antí-americana. Estas manifestações marcaram a assustadora transformação da Europa em Eurábia. Começaram após o dia 30 de Setembro de 2000 - a data em que a guerra Al Aqsa de Arafat se intensificou. Não foi mera coincidência. Há muitas décadas que governos europeus, algumas Igrejas e a maiora dos media suportam a OLP. Este suporte, contudo, é só a parte mais visivel da política da União Europeia (UE) em relação a Israel, aos EUA e aos árabes, e consiste no arauto de uma grande transformação cultural e societal da Europa.
A efectiva convergência política aconteceu entre os anos de 2000 a 2003, entre a Liga Árabe, a UE e a Autoridade Palestiniana - o seu agente fundamental no Médio Oriente. Foi o resultado de um longo processo. Os políticos europeus sempre afirmaram que o "unilateralismo" americano, e a "injustiça" israelita eram as raízes de todo o terrorismo palestiniano e islâmico. Termos como "miséria", "humilhação" e "injustiça" eram utilizadas em doses massivas, quer pelos agentes políticos, quer pelos media, servindo como palavras de código para a alegada "arrogância" americana, ou a alegada "opressão" causada pela própria existência de Israel.
(continua)

Monday, March 17, 2008

A Débacle Inglesa


Exactamente, como foi previsto há cerca de 60 anos: É uma questão de História lembrar que, quando o Supremo Comandante das Forças Aliadas, General Dwight D. Eisenhower encontrou as vítimas dos campos de concentração, ordenou que fosse feito o maior número possível de fotos, e fez com que os alemães das cidades vizinhas fossem guiados até aqueles campos e até mesmo enterrassem os mortos. E explicou: " Que se tenha o máximo de documentação - façam filmes - gravem testemunhos - porque, nalgum ponto ao longo da história, algum bastardo se erguerá e dirá que isto nunca aconteceu". "Tudo o que é necessário para o triunfo do mal, é que os homens de bem nada façam". (Edmund Burke).

Esta semana, o Reino Unido removeu o Holocausto dos seus currículos escolares porque "ofendia" a população muçulmana, que afirma que o Holocausto nunca aconteceu... Este é um presságio assustador sobre o medo que já atinge o mundo, e o quão facilmente cada país europeu se está a deixar levar. Estamos há mais de 60 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. Este post solidariza-se com uma corrente de memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, e 1900 padres católicos, homossexuais, ciganos e doentes mentais, que foram assassinados, massacrados, violentados, queimados, mortos de fome e humilhados, pela selvajaria nazi. Hoje em dia, esta selvajaria fascista tem outro nome - Agora chama-se islamismo, mas as consequências serão piores, pois estes fascistas vivem axiológicamente no séc. VII, com acesso a tecnologias do sec. XXI. Por enquanto ainda se armam em vítimas, enquanto conquistam o espaço europeu com a complacência e a cumplicidade da maioria dos políticos, jornalistas e académicos europeus. A Europa hoje é já a um lugar de dhimmitude, isto é, a terra dos subjugados, de indíviduos ou povo(s) não muçulmanos que aceitam uma restritiva e humilhante subserviência à ideologia da jihad e dos poderes islâmicos que a propagam. A mais recente prova de dhimmitude aconteceu na Inglaterra. Após o anúncio do Arcebispo da Cantuária em que o Reino Unido devia legalizar a sharia, e como esta foi, com grande alarido, recusada, o governo inglês teve que compensar os islâmicos de alguma maneira. O que o governo cedeu, está acima neste post descrito, relativamente ao holocausto. Isto é dhimmitude.
Agora, mais do que nunca, com o Irão, entre outros, sustentando que o "Holocausto é um mito ", torna-se imperativo fazer com que o mundo jamais esqueça.

Acabo com uma palavra de ordem: ABAIXO A EURÁBIA. Abaixo o Fascismo Islâmico.

Saturday, March 15, 2008

Geert Wilders : Long Live For You


Nasceu um novo herói na Holanda. Depois de Pim Fortuyn (assassinado por um "amigo dos direitos dos animais"), de Theo Van Gogh (cineasta assassinado por um islâmico) e Hirsi Ali (ainda não assassinada mas vive na clandestinidade e com segurança a protegê-la) temos agora Geert Wilders, eleito pelo Partido da Liberdade que ele próprio fundou. Wilders é favorável à restrição da imigração, especialmente islâmica, e crítico do Islão e da islamização da Holanda. Bate-se para que o Corão seja banido pois, e com razão, é um manual tão útil para os fascistas islâmicos como o Mein Kampf o foi para os nazistas. Claro que a reacção dos jornalistas e políticos mainstream não fugiu à tradição tendo-o logo insultado como fascista, populista, racista etc. Até cá no canto Lusitano as reacções foram, "normais". Daniel Oliveira, um dos maiores demagogos à face da Terra, jornalista do Expresso e participante no Eixo do Mal, confesso simpatizante do Bloco de Esquerda, partido também confessadamente apoiante do Hezbollah, foi um dos que reagiu visivelmente fora de si. Apesar de afirmar que Geert Wilders é mais inteligente do que Le Pen, coloca-o na mesma prateleira de extrema direita deste último. Significa isto, que todo e qualquer indivíduo que tenha a coragem de denunciar a transformação da Europa em Eurábia, de lutar pela sua própria cultura e liberdade é um fascista, na opinião destes vendilhões das culturas e das liberdades europeias. A reacção violenta deste jornalistazeco não ocorreu na mesma medida quando Pim Fortuyn e Theo Van Gogh foram assassinados. Talvez estivesse distraído... Se este Geert Wilders também for abatido, é a Holanda e por conseguinte a Europa que entrarão em definitiva convulsão com os islâmicos. E logo se verá se Daniel Oliveira também sairá à rua para festejar o seu assassínio como fazem a maioria dos islâmicos europeus, quando o terrorismo islâmico é bem sucedido sobre alvos inocentes ocidentais.
Daniel de Oliveira termina a sua colunata no Expresso, afirmando que "temos de poder dizer ao senhor Wilders que reconhecemos o seu ódio: usou bigode estreito e marchou pela Europa." Só pode estar a brincar com a malta o sr. Oliveira! Esta, é pura intoxicação! Eu não acredito que o sr. Oliveira desconheça a história do nazismo. O sr. Oliveira sabe muito bem quem nos anos trinta e quarenta do século XX se aliou aos jihadistas - foram os Europeus Nazis. Quem se está aliar novamente na Europa contemporânea com os jihadistas? O sr. Oliveira saberá muito bem responder. O sr. Geert Wilders está muito mais próximo de ser um anti-fascista do que o sr. Oliveira algum dia o será. Gostava que, de resto, o sr. Oliveira utilizasse a sua colunata do Expresso para refletir sobre estas três perguntas, que eu proponho, se tiver coragem:
1- Porque é que gerações de europeus são ensinados nas universidades a deprezarem os USA e guardar tão completo ódio a Israel?
2- Porque é que a União Europeia propôs uma constituição que renuncia e nega as suas raízes judaico-cristãs?
3- É a guerra encoberta da União Europeia contra Israel, através dos seus aliados árabes palestinianos, o segredo da schadenfreude (malicious joy)?
O sr. Oliveira é um guardião da Eurábia.

Wednesday, February 13, 2008

Saturday, February 9, 2008

Danger Man



Este homem, Rowen Williams, é o arcebispo da Cantuária, e é um homem muito perigoso. Declarou anteontem que, "tarde ou cedo, a Inglaterra tem que incorporar a sharia, a lei islâmica, porque os muçulmanos não se reconhecem na lei inglesa." Acontece que a lei inglesa emana de um estado de direito democrático e é o pilar fundamental desse mesmo estado de direito democrático, para quem, todos os cidadãos têm os mesmos direitos e deveres na observância da lei, independentemente das suas crenças religiosas e políticas e da sua origem étnica. Adiantou que não gostaria de importar certas versões radicais da sharia mas, como muito bem escreveu Vasco Pulido Valente na edição de hoje do Público, "Quem aceita e recomenda a sharia, aceita e recomenda a sharia na forma e na interpretação que os muçulmanos lhe entenderem dar. Não cabe, como é óbvio, a um arcebispo herege meter o seu irrelevante bedelho no assunto."

Seria sempre bonito de se ver, mulheres alegadamente adúlteras a serem apedrejadas até à morte, em pleno Hyde Park, alegados homossexuais muçulmanos a serem decapitados em plena Oxford Street, pequenos larápios a ficarem sem mão na Charing Cross, vergastadas nas mulheres que apresentassem o hijab menos composto, à saída do Harrods ou do Harvey Nichols em Knightsbridge, quartos de hospitais onde, lado a lado, se curassem vítimas de acidentes e miúdas de pais muçulmanos, ficassem sem o clítoris, em rituais de excisão praticados "civilizadamente" com a devida higiene e cuidados médicos adequados. Tudo isto em nome do multiculturalismo. A Europa sucumbiu ao ópio do multiculturalismo. Um dia, daqui a alguns anos, arqueólogos hão-de desenterrar as ruínas de uma antiga civilização procurando pistas para a sua queda e ficarão maravilhados em descobrir em como isso foi fácil.

Vasco Pulido Valente disse que o arcebispo não está comprovadamente louco, mas eu duvido. Não podemos tolerar a intolerância sob pena de perdermos para sempre os valores da liberdade individual e do humanismo que alicerçam a civilização ocidental.

Friday, February 8, 2008

Faça Você Mesmo


Com a obra Curso de Engenharia para Totós, num semestre, o leitor fica habilitado a construir como Engenheiro Técnico, uma réplica da casa representada na imagem, situada numa clareira do pinhal de Leiria, cuja planta foi desenhada pela elevada craveira arquitectónica daquele que nós sabemos.

Plano Nacional de Leitura (2)


Uma proposta magnífica do governo, integrada na Campanha " Novas Oportunidades". Vamos fazer de Portugal um país de Engenheiros!
Frequência disponível em várias modalidades:
1. Sem pôr lá os pés!
2. Só aos fins-de-semana!
3. Um prof. para 4 cadeiras!
4. Permuta directa de favores (i.e. cargos)
5. Pontos da Farinha Amparo

Plano Nacional de Leitura (1)

Recomendamos.
Apresentamos aqui, em primeira edição, a obraprima de Maria de Lurdes Rodrigues, MonaVazia, ou Como lixei a escola pública. Aplaudido pela critica mais liberal, esta obra mostra como em apenas dois anos se pode abrir o caminho à futura gestão privada das escolas e como se transformam os educa-dores dos nossos filhos, os professores, em inimigos públicos da sociedade e culpados do estado em que se encontra a educação em Portugal.

Tuesday, February 5, 2008

Futuro Hi-Tech


Um sujeito entra num bar novo, hi-tech, e pede uma bebida. O barman é um robot que pergunta: - Qual o seu QI? O homem responde: - 150. Então o robot serve um cocktail perfeito e inicia uma conversa sobre a fraude do aquecimento global, espiritualidade, física quântica, interdependência ambiental, teoria das cordas, nanotecnologia e por aí. O tipo ficou impressionado, e resolveu testar o robot. Saiu, deu uma volta e retornou ao balcão. Novamente o robot pergunta: - Qual o seu QI? O homem responde: - Deve ser uns 100. Imediatamente o robot serve-lhe um whisky e começa a falar, agora sobre futebol, fórmula 1, super-modelos, comidas favoritas, armas, corpo da mulher e outros assuntos semelhantes. O sujeito ficou abismado. Sai do bar, pára e resolve voltar e fazer mais um teste. Novamente o robot pergunta-lhe: - Qual o seu QI? O homem disfarça e responde: - Uns 20, talvez!
Então o robot serve-lhe uma pinga de vinho, inclina-se no balcão e diz bem pausadamente: - E então meu, vamos votar no Sócrates de novo?

Recado de Um Pai a Uma Professora



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Queijo Milú

O queijo preferido do Primeiro Ministro de Portugal

Sunday, February 3, 2008

Andy Warhol


Ghettos de imigrantes não são novidade. Desempenharam até um grande papel na história dos USA, e para milhões de famílias imigrantes foram um local de transição até se tornarem americanos. Era comum encontrarem-se pessoas nesses ghettos que não falavam de todo inglês e que tinham os mesmos valores, atitudes e modos de vida típicos dos seus países originais. Na maioria dos casos a integração só ocorria na geração seguinte.
Um dos exemplos possíveis, entre milhões de outros, é o da família de Andy Warhol. Húngaros de nascença imigraram para a América, onde o pai trabalhava numa mina de carvão em Pittsburgh e enquanto a mãe, doméstica, cozinhava goulash para ele e para os dois irmãos mais velhos. Como todos sabemos Andy Warhol tornou-se um nome incontornável na arte no séc. XX.
Nada disto acontece hoje em dia na Europa. Os ghettos europeus existem há décadas. Habitam lá não só, as primeiras, como as segundas e terceiras gerações de imigrantes islâmicos. Apesar de terem nascido holandeses, franceses, alemães...a maioria não fala a língua do país onde nasceram. Nem inglês. Os seus valores culturais são os do mundo islâmico, e os seus líderes não foram eleitos como membros do parlamento, mas são imams e anciãos que governam essas comunidades como chefes tribais, impondo práticas tradicionais com incompreensível autoridade, enfatizando e relembrando a todo o momento que a cultura ocidental é imoral e maligna. Muitos daqueles líderes pregam contra a democracia da Europa, contra a aceitação da igualdade da mulher, contra as minorias sexuais...Rejeitam a liberdade de consciência, denúnciam a separação da igreja e do estado e insistem que os muçulmanos não têm a obrigação de obedecer às leis seculares dos países europeus. "Estes alemães, estes ateus, estes europeus não barbeiam os sovacos", pregava um iman em 2004 em Berlim. O inferno vive para os infiéis! Abaixo com todas as democracias e todos os democratas". Nesse mesmo ano, um pregador afirmou perante uma assistência, em Copenhagen que o secularismo era uma forma de opressão. "Nenhum muçulmano aceita o secularismo, a liberdade e a democracia".
Bem, digo eu, então ainda estão a tempo de atravessar novamente o mar Mediterrâneo. Há mar e mar, há ir, e não voltar.

Tuesday, January 29, 2008

Europa: A Bela Adormecida (4)

Apesar da retórica do multiculturalismo do mainstream político europeu a verdade é que os imigrantes islâmicos continuam em viver em ghettos (que funcionam como colónias). Tomemos por exemplo, Amsterdão. Comparemos o seu Centrum com o Oud West. O contraste é notável. Em qualquer dia da semana, as ruas da baixa estão repletas de gente - mas a menos que estejam numa paragem de tram ou numa rua comercial com lojas baratas, como é Nieuwezijds Vooburgwal, dificilmente encontarão uma mulher envergando hijab. Na verdade, se viverem em Amsterdão e nunca deixarem o centro, podem até esquecer que o Islão existe. Basta percorrer os canais de Grachtengordel, com as suas típicas casas de tijolo alinhadas, plenas de nativos holandeses e turistas. No entanto, se tomarem um tram ou o metro, em qualquer direcção e saírem algumas estações à frente, o cenário muda, confrontar-se-ão com uma realidade completamente diferente.



Os subúrbios de Amsterdão são tão feios como o seu Centrum é belo. No sudoeste, uma área onde se pode olhar para qualquer direcção que nada mais se vê do que uma infindável vista de monstruosidades de cimento, separadas por alinhamentos de relva e ligados por uma linha elevada de comboios. Vagas de pessoas movimentam-se entre os edíficios. A maioria, senão mesmo a totalidade envergam burqa. Sinais em árabe e carrinhos de bébe proliferam. Aqui já não estaremos na Europa mas na Eurábia. Encontraremos este cerco em muitas outras cidades europeias.

Sunday, January 27, 2008

Carreiristas


A maioria dos políticos europeus começam as suas carreiras em juventudes partidárias nos bancos do liceu. Na maioria dos países desta velha Europa, o sistema político funciona como um clube privado. Durante o "estágio", o jovem político aprende "nas jotas", a ser um futuro membro da numenclatura. Aprendem de tudo, desde os fatos que devem vestir para as diversas ocasiões, aos restaurantes que devem frequentar. Aprendem a dar respostas evasivas a perguntas difíceis e delicadas. Aprendem a ser leais aos seus colegas de clube e a desdenhar como "populistas" todos aqueles que prestem demasiada atenção às opiniões da "populaça". Aprendem sobretudo, em não se considerarem servidores públicos, mas sim como a "nata" da sociedade, protectores e professores do povo. Se, seguirem tudo isto à risca, com ambição, podem aspirar a uma carreira como políticos de sucesso, ganhando eleições, perfilando-se depois, para prémios de prestígio de meia e fim de carreira, consoante os casos e os lugares vagos, quer na burocracia da UE, quer da ONU. Serão então aplaudidos como brilhantes pelos seus pares da elite social, nas academias abrir-se-ão portas a vários doutoramentos Honoris Causa, e a imprensa extasiada pela partilha dos mesmos dogmas, extasiada pela cívica compreensão de tomarem parte da mesma função, de preservar as elites no poder, para que aquelas possam continuar a guiar o povo, década após década, nas mesmas linhas de pensamento, nas mesmas receitas e mezinhas, acerca da brilhante visão dos líderes europeus e da idiotice americana. Faz tudo parte, de resto, do grande e longo legado da tradição feudal europeia.

Friday, January 25, 2008

Europa: A Bela Adormecida (3)


Burger King ou Burqa King? Há já quem chame à Europa, Eurabia. Hmm, já estamos a ver os multiculturalistas a chamar a isto ”um exagero islamofóbico so so right-wing.”. Digamos que os utilizadores do termo são antes pessoas preocupadas e incapazes perante alguns factos de alguma destas duas atitudes: a) bater palmas b) encolher os ombros. Mostrar sinais de contentamento ou nem sequer pensar mais no assunto quando Mohammed é o mais popular nome de bebé em grande parte da Europa, quando em Oxford a mesquita central reclama o direito a um muezzin para a chamada à oração, quando um condutor de autocarro belga é espancado até à morte por um grupo de jovens marroquinos, quando um realizador holandês é assassinado em Amsterdão por um extremista islâmico, quando nos subúrbios de Paris actuam livremente gangs de violadores árabes, quando em Linz, na Áustria, os muçulmanos pedem que todas as mulheres professoras, crentes ou infiéis, usem lenços na sala de aula, quando em Sevilha o Rei Fernando III, deixou de ser o santo patrono da festa anual porque o seu “ currículo” de luta contra os mouros pela independência de Espanha foi tido como passível de ofensa aos muçulmanos. Podíamos citar milhares de exemplos, retirados da realidade da Europa … ou será que devemos antes dizer Eurabia?

Europa: A Bela Adormecida (2)


O multiculturalismo contemporâneo dispensa cada um de saber qualquer coisa sobre as outras culturas desde que o seu comportamento face a elas seja caloroso e concordante. Afinal, se é completamente errada a afirmação de que uma cultura é melhor do que outra porque preocuparmo-nos em saber algo acerca das diferenças? Celebrar a diversidade com uma uniformidade de ignorância, é o lema. Talvez seja por isso que não se tenham dado conta de que o Islão não é só uma religião. È um projecto político e de facto um projecto com características de expansão imperialista e com o seu próprio código legal. Além do mais esta religião particular é historicamente um tanto ou quanto “ bloody violent”.
So let’s face it! Temos um movimento terrorista global situado dentro dum projecto político situado dentro duma religião altamente auto-segregadora cujos aderentes são a força mais rápida de crescimento demográfico no mundo actual.

E os políticos europeus? Estão concentrados nas suas futuras carreiras políticas, para poderem integrar essa organização filo islâmica que se chama ONU, ou UE, facilitando a islamização da Europa. Portanto não convém fazer ondas. Claro que toda uma civilização milenar como a europeia é descartável. Os seus percursos políticos são bastante mais prioritários.

Sunday, January 20, 2008

Europa: A Bela Adormecida (1)

O radicalismo islâmico vem destruindo o ocidente, metodicamente, há, pelo menos, três décadas. Contudo, poucos cidadãos, têm esta percepção ou fingem não ter, e não ver. Porquê? Porque é que os jornais e os noticiários escondem a dimensão de tal ameaça? Porque é que as pessoas nas cidades europeias não se sentem confortáveis em discutir algo que esteja relacionado com a imigração islâmica, e que diz respeito imediato à maneira como vivem? As respostas a estas questões residem no multiculturalismo férreo que impregna e regula a mentalidades dos políticos, dos media e dos meios académicos europeus. A tal fenómeno, chamemos, de sistema multicultural, só para nos entendermos. Tal sistema exerce um enorme controle nas notícias e opiniões que vêm (ou não) a público. Trata-se portanto de ideológica filtração de ideias, realizado, nas redacções dos jornais e nos corredores da política europeia. Censura talvez!? De facto, o jornalismo político na Europa está inclinado, senão mesmo enviesado, em olhar os políticos europeus como pares, isto é, como colegas de uma elite educada que conjuntamente trabalham para manter os seus partilhados ideais sociais-democratas. Se os jornalistas americanos estão sempre, admiravelmente, prontos a "pintar" os políticos americanos como incompetentes e rascas, os jornalistas europeus estão sempre, admiravelmente, prontos a "pintar" os políticos europeus como nobres estadistas - a elite brilhante, nas palavras de Tony Judt.