Friday, February 6, 2009

Our Hitler



Já é inaceitável deixar o Irão tratar o holocausto como uma fantasia criada pelos judeus, sem dúvida destinada a fortalecer o Estado de Israel, que segundo eles deveria ser aniquilado. Mas quando a negação da Shoah vem da boca dum membro da Igreja Católica e sobretudo quando o perdão por essa afirmação lhe é concedido, a situação passa de alerta laranja a vermelho sangue. Assusta pensar como temos a memória curta."Morality after fifty million dead? Silence? Should we keep silent? ". Se deixarmos que proliferem os negacionistas e que a história se apague ou seja reescrita, seremos todos cúmplices e mais uma vez se pode dizer : " (...) what would Hitler be without us? "
Os excertos foram retirados do script do filme OUR HITLER de Hans- Jurgen Syberberg.

Saturday, January 31, 2009

Fartos Deste Lírico (2)




Agora percebemos porque é que o Zézito precisava do inglês técnico!

Fartos Deste Lírico (1)

Com especial atenção das:

FORÇAS OCULTAS

Sunday, January 25, 2009

Apocalypse Now


Nunca os céus se tingiram tanto de cinzento como neste inicio de 2009. Isto tanto no sentido literal como metafórico. Ler um jornal tornou-se uma experiência Schopenhauriana, vivemos um mundo de violência, crime, corrupção, pobreza, opressão política, exploraçâo económica e como Schopenhauer começamos a pensar que qualquer optimismo é pura ilusão. Brian Eno, respondendo á questão do ano " o que é que vai mudar tudo?", colocada pelo site edge.org, alertou para o fim do optimismo : "... E se, em vez de sentirmos que estamos à beira de um novo continente, ...começássemos a sentir que estamos num barquinho superlotado, em águas hostis, lutando para permanecer a bordo, e dispostos a matar por comida e água?..." Pensando concerteza num futuro pouco radioso e sem TGV's, os Noruegueses vão construir escavando montanha adentro numa remota ilha do Pólo Norte o já chamado Doomsday Vault, um silo capaz de albergar e conservar sementes de todas as variedades conhecidas como salvaguarda para a agricultura mundial no caso de uma catástrofe humana ou natural. E para quem se quiser afundar no zeitgeist Cormac Mccarthy oferece-nos THE ROAD, a escuridão pós- apocalíptica palpável num romance que segue pai e filho através dum mundo permanentemente frio e devastado donde todos os pássaros, todos os animais desapareceram. Caminham, sem tréguas, por entre vestígios dum mundo perdido procurando comida e escondendo-se de grupos de canibais "... each the other world's entire...".
"... The frailt of everything revealed at last. Old and troubling issues resolved into nothingness and night...."
Num mundo irremediávelmente perdido, Mccarthy parece perguntar qual será a última esperança. Excelente questão.


Doomsday Vault, o interior

Saturday, January 24, 2009

Who Still Believes In Global Warming? (2)


No comments...

O Pesadelo Verde de Obama (2)

Natur uber alles
O site da Casa Branca revela também que o plano prevê a criação de milhares de novos postos de trabalho "verdes", sem explicar que tipo de empregos realmente são, o que leva alguns críticos e jornalistas independentes a temerem que em causa esteja a ideia peregrina da campanha eleitoral de Obama, onde prometeu uma “national civilian security force,” que será tão poderosa como o exército americano e que consistirá em “green brigades tasked with regulating and surveilling every aspect of people’s behavior" para assegurar o cumprimento das novas leis ambientais. Tais brigadas esverdeadas pidescas não actuarão sobre os problemas ambientais mas certificar-se-ão de que as vidas e os hábitos ( e sobretudo os vícios, digo eu!) privados dos cidadãos não prejudicarão o ambiente. Talvez sejam só os críticos de Obama a exagerar...
Quanto a mim, só espero que os senhores estejam mesmo a brincar com o "pagode" (embora do puritanismo americano tudo seja possível!), pois se esta paranóia verdusca for levada à sério, teremos na prática aquilo que há muitos anos profetizo - UM FASCISMO DE MATRIZ ECOLOGISTA PARA O SÉC. XXI.

O Pesadelo Verde de Obama (1)


Os planos da política ambiental de Obama, foram oficialmente anunciados no site White House. gov, e são preocupantes. Se esta politica se concretizar inflingirá uma nova grande depressão na economia com efeitos catastróficos em todo o mundo. De acordo com o programa New Energy For America a nova admnistração implementará um programa em larga escala de redução de gases de efeito de estufa que atingirá de 80% em 2050. E pode ser mais do que um pesadelo económico-social pois tem todas as possibilidades de resvalar para um controlo do dia a dia dos cidadãos já que esse mesmo plano prevê a criação de empregos do tipo stasi verde na administração pública americana. Este projecto político-económico criará as condições para uma grande depressão económica que afundaria os EUA num status terceiro mundista.

A agenda ecológica de Obama ao cortar 80% das emissões de carbono é um grande salto em direcção ao - Derradeiro Objectivo, que consiste na redução para 0% das emissões de carbono - definido pelo Carnegie Institute, no início do ano, e que alcançou foros de sóbria credibilidade pelos meios de comunicação corporativos e situacionistas. Uma proposta completamente irrealista que ao ser concretizada lançaria a humanidade para condições de vida próximas das da idade da pedra.

Obama já desaponta os "pacifistas".


Washington Post Saturday, Jan 24, 2009


Two remote U.S. missile strikes that killed at least 20 people at suspected terrorist hideouts in northwestern Pakistan yesterday offered the first tangible sign of President Obama’s commitment to sustained military pressure on the terrorist groups there, even though Pakistanis broadly oppose such unilateral U.S. actions.

Among white leftists, there is strong feeling that Obama has already broken his campaign promises to seek peace. The left-wing “blogosphere” is awash in criticism, anger, and disappointment in President Obama.

Wednesday, January 21, 2009

Who Still Believes In Global Warming? (1)

"Make yourselves sheep and the wolves will eat you." Benjamin Franklin

O Senador Jim Inhofe comparou o livro (que originou o filme) Uma Verdade Inconveniente de Al Gore ao Mein Kampf de Hitler. Ambos os livros são pródigos em mentiras que manipulam as emoções e os medos dos leitores (e dos espectadores) mesmo ao arrepio dos factos e evidências. Lembremo-nos que em 1923 o livro de Hitler foi recebido com desdém pela opinião pública e a imprensa ridicularizou-o. Os nazis justificaram tal recepção ao livro como a manipulação de uma imprensa dominada pelos judeus. No sé. XXI, o livro de Al Gore foi recebido com entusiamo pela imprensa, que passou a ser a emissora regular das suas mentiras (e as do IPCC). Os cépticos foram acusados por Al Gore e pela imprensa como estando a soldo de interesses das empresas petrolíferas. As técnicas de silenciamento (a mentira e o insulto) daqueles que não concordam com as tais ideias, são semelhante nos nazis e nos partidários do aquecimento global.

Os fundos atribuídos às universidades americanas falam por si:


aos cépticos foram atribuídos - 19 milhões $

aos adeptos do global warming - 50 mil milhões $. Parte deste dinheiro foi direitinho para os lobbys ambientais e para o Sierra Club.

Nem Madonna Escapa aos Fascistas Islâmicos


Um grupo de radicais islâmicos ameaçou Madonna de sequestro e assassínio dos seus 3 filhos. Madonna tornou-se um alvo devido á sua deliberada adesão a uma seita esotérica judaica. O grupo apela na internet que a cantora seja decapitada pelo seu apoio a Israel. Um fascista chamado Muhammad Abdel-Al, (mais um mahummad), garante que "terá a honra de ser o primeiro a cortar a cabeça" a Madonna se esta continuar a "difundir a sua cultura satânica contra o islão".

A autora de Like A Virgin levou a ameaça a sério e contratou dois guarda costas bem treinados em luta anti-terrorista.

Quem não estiver farto destes tipos que ponha o dedo no ar.

Sunday, January 18, 2009

Fresh Air (2)


Eduardo Cintra Torres na sua página, Olho Vivo, de um diário nacional, esteve absolutamente fantástico. Parece que se começam a levantar algumas vozes interessantes contra este sufoco comunicacional do regime de Sócrates.

Intitulado - Parte do Problema - desferiu uma crítica certeira na incompetência e cabotinice da apresentadora Fátima Campos Ferreira, que há muitos anos mostra desconhecer que o contraditório é a regra básica da democracia e da comunicação em democracia. Como ECT diz e bem, a srª Fátima apresentou mais "um festival de unanimidade" desta feita a propósito dessa magna figura nacional que é o Cristiano Ronaldo. Um programa, como todos os outros, "feito com o governo, para o governo e para a agenda do governo". Esta situação só comparável à Tele Sur, a televisão de propaganda de Hugo Chavez na Venezuela, o amigo de Sócrates. Mas ECT continuava absolutamente olímpico, e passo a transcrever:

"Ferreira repete semanalmente que os portugueses são os mais espectaculares do mundo, temos os cientistas, atletas, artistas, empreendedores, todos melhores do mundo - mas não passamos da cepa torta," conclui. "(...) Ao fim de anos de crise e retrocessos económicos e democráticos, o programa revela-se como parte do problema e não da solução."

Conheço alguns impedernidos elementos do Partido Socialista que têm este discurso da srª Fátima Campos Ferreira numa base diária. Diríamos que são nacionais socialistas.

Fresh Air (1)

muçulmanas de férias em Roma

O Cardeal Patriarca D. José Policarpo mostrou uma imensa coragem ao avisar para os riscos de casamentos de cristãs portuguesas com muçulmanos. Cuidado com os amores, advertiu as portuguesas para o monte de sarilhos em que se podem meter se casarem com muçulmanos.

Considerou também “muito difícil” o diálogo com os muçulmanos em Portugal, observando que o diálogo serve para a comunidade muçulmana demarcar os seus espaços num país maioritariamente católico.


Não tardou a reacção dos politicamente correctos islamófilos da nossa praça que encheram os jornais de palavras condenatórias dos avisos "à navegação e aos casamentos" de D. José Policarpo. O argumento que mais utilizaram foi o de que não estava correcto, generalizar. E mostraram, como "prova" exemplos de 3 ou 4 felizes mulheres portuguesas casadas com mouros. Tão intensamente felizes que até parecia que viviam na Disneylândia.

Claro que isto é uma amostra inconsistente. Primeiro aqueles casais vivem em Portugal o que é muito diferente de viverem num país muçulmano. Em segundo lugar, aqueles casais são só a excepção. E em matéria de excepção os mesmos jornalistas, comentadores e políticos, todos os dias utilizam generalismos na linguagem ou na escrita. Assim quando se referem à Alemanha nazi, estão a decretar que todos os alemães eram nazis. O que é falso. Havia milhares de excepções, mas nem por isso a Alemanha à época deixava de ser nazi. O mesmo se passava com a África do Sul racista. Nem todos os brancos eram racistas, o que não significava que a África do Sul não fosse, à época, de facto racista. O mesmo acontece com os casais muçulmanos. Apesar de existirem muçulmanos que respeitem as suas mulheres não anula que nos países muçulmanos as mulheres passem um mau bocado, isto para ser ligeiro. O que os islamófilos não dizem, é que a mulher no Islão é considerada um ser inferior propriedade do macho. Mas para quem tiver dúvidas basta visualizar alguns dos muitos excertos das televisões muçulmanas colocados no YouTube.
Clicando no seguinte endereço verão um excerto de uma prédica televisiva imitida pela televisão do Qatar intitulada: " Wife beating in Islam". Ficarão completamente esclarecidos acerca do lugar que o Corão reserva às mulheres. Aqueles beduínos barbudos saídos da gruta do Ali Bába, só podem estar aterrorizados com as mulheres.
Wake Up People!

Wednesday, January 14, 2009

Killing An Arab


O politicamente correcto (PC) é uma forma de censura poderosa.

Tendo perdido o vinil do primeiro album (Tree Imaginary Boys) da banda Pós-Punk/Goth Rock inglesa, The Cure, uma das minhas bandas preferidas dos oitenta, adquiri recentemente a re-edição em CD do mesmo album e verifiquei com espanto que o primeiro hit da banda, Killing An Arab, não figurava. Uma breve pesquisa na Net e o mistério foi imediatamente esclarecido.

Por pressão da editora ou com medo de ofender os árabes (ou ambas), Robert Smith pura e simplesmente retirou a dita música da edição em CD. Este tema resultou da inspiração a partir da leitura do Estrangeiro de Albert Camus. Será que também alteraram o livro do filósofo? Infelizmente a paranóia não ficou por aqui. O próprio Robert Smith, o único músico que resta da formação inicial, nos concertos ao vivo quando canta killing an arab, altera a letra e passa a cantar Kissing An Arab ou numa variante Killing Another. Dá para imaginar?

Mais. Nos EUA onde o PC nasceu, a edição de uma compilação da banda chamada Standing On A Beach, saiu para o mercado com um sticker que anúnciava -Conteúdo com possível aproveitamento racista -

Mas o medo de se ser acusado de racismo não se limita só aos The Cure. Uma banda electrónica alemã, berlinense suponho, chamada Nova Huta,(com ligações a Portugal) tem uma cover muito bem rasgada de Killing An Arab, só que que a intitula - Killing An Error. Todos têm medo dos beduínos. Porque será?

Esta hipocrisia PC acontece ao mesmo tempo que os países ocidentais permitem que nas mesquitas, imams árabes radicais façam apelos inflamados e assassinos à jihad contra a civilização ocidental, retirados ou inspirados do Corão, com todas as letras, sem censura , cautelas ou caldos de galinha. Na Holanda, uma banda de hip hop composta de jovens marroquinos afirma explicitamente numa lírica que iriam massacrar e matar a sudanesa Ayaan Hirsi Ali, e espalhar o seu corpo pelos 7 continentes, só por ser uma mulher activista e deputada, ex muçulmana, que denuncia os atropelos ao direitos humanos feitos diariamente na "rua árabe".

Os marroquinos hip hopers não tiveram que alterar a letra daquele ódio músicado.

Mas pelos vistos a "modinha" dos The Cure é bem mais perigosa! Ou como diz Inês Pedrosa na sua belíssima crónica do fim de semana passado:
"Os mísseis do Hamas são de chocolate"

Monday, January 12, 2009

Isto Não Está Um Forno


Não posso deixar de transcrever a seguinte piada que li no blog MITOS CLIMÁTICOS, e pedir as devidas desculpas ao seu autor por este pequeno abuso.

Aliás esta piada devia ser inteiramente dedicada a todos os warmers em geral e a um tal Ricardo Garcia que enche as páginas do Público com as maiores enormidades (pseudo)científicas para além de ser desonesto e um mentiroso nato. Mas a culpa é de quem lhe paga.


Passemos então à transcrição do MITOS CLIMÁTICOS:


"Um amigo dos EUA enviou-me esta bonita imagem do Deserto de Mojave cheio de neve. Ele diz que, se o aquecimento global é a causa do frio e dos nevões em locais tão quentes como este, então vai passar a colocar a cerveja dentro do forno para que congele durante a noite."


De facto, é uma piada pertinente.

O aquecimento global está rapidamente a transformar-se na risota global.

Cada vez mais pessoas se apercebem que a idiotice do aquecimento global não passa de má ficção científica que dá muito mais que o euromilhões.

Sunday, January 11, 2009

Um País Tropical



Vivemos num país de mitos. Só que nisto não há nada de Wagneriano, deve ser por isso que nunca encontrei um taxista que ouvisse música clássica e é raro vislumbrar uma alma que não ache a ópera uma maçada. Aqui os mitos são pequeninos, prosaicos e ridículos. Uma floresta é uma floresta é uma floresta. Não há Excalibur que nos salve e ninguém para desenterrá-lo. Um dos mitos de que falo é o de que vivemos num país de clima muito ameno. Deve ser por isso que, longe de todos os vizinhos europeus, e basta ir aqui ao lado á Galiza, nunca nos preocupámos com aquecimentos centrais e quando os temos achámos que para além de se gastar muito, acaba-se sempre por ter de sair à rua e as diferenças de temperatura fazem mal. Assim preferimos andar com camadas de roupa, género cebola, fora e dentro de casa. Conheço alguém que só consegue ver televisão em casa do sogro de Kispo enfiado. Um conforto! Vai nevando por aí fora e a única coisa em que somos especialistas é nos alertas laranjas. Limpa neves? Isso só no Shining. E lá ficam uns desgraçados isolados em aldeias e estradas... porque nós já estamos preocupados é com o Carnaval e a Sónia Araújo no desfile de Estarreja, quiçá de bíquini, porque o mito do país tropical importou um Carnaval brasileiríssimo com o povo a tiritar e as meninas a acenar. Pelo meio, com muitos Magalhães e um enorme choque tecnológico, nas escolas o frio é o mesmo de há 40 anos atrás. Um frio que não deixa pensar... deve ser por isso que os mitos vão perdurando.

Sunday, January 4, 2009

Godspeed Israel



O grupo terrorista Hamas acabou unilateralmente com o cessar fogo vigente e desatou a lançar rockets sobre as cidades do sul de Israel. O governo israelita respondeu-lhes á letra e, esperemos que acabem completamente com aqueles fanáticos, até surgirem outros, pelo menos. Tudo leva a supor que o Irão está por trás desta ofensiva do Hamas. É pena que não se metam também ao barulho pois talvez desaparecessem do mapa de uma vez por todas. Assim se atingiria a paz na região.

Na Europa (aquele sítio que envia nossos impostos, sem o mínimo controle, como ajuda aos palestinianos e só param nas mãos dos arafates que constroem os rockets Kassam), os manifestantes dhimmis do costume! A esquerda europeia não perde "uma" para mostrar o seu, já aparentemente cansado, folclore nas ruas das principais cidades. Bonito de se ver (o filme está no YouTube) foi o secretário geral do partido socialista holandês, encabeçando uma manifestação de apoio ao Hamas, gritando, com ares de estar com azia: "intifada, intifada, intifada, Palestina frei". É de gritos e seria de rir se não fosse trágico. Vale a pena ver também as fotografias de Dublin, com crianças vestidas de terroristas kamikazes á frente das manifestações onde se incendiaram bandeiras de Israel. Qualquer semelhança com uma rua de uma capital europeia é pura coincidência.

Nos jornais, a manipulação dos tendenciosos do costume; artigos situados entre o choroso e o esquecido abundam, colocando sempre o agravo nas acções militares de Israel, enquanto que as acções dos terroristas palestinianos são totalmente branqueadas. Dhimmitude oblige!

Bom de ler é o artigo de Pacheco Pereira sobre este tipo de choradeira, pró-Hamas, manipuladora da opinião pública. Dá-lhes até ao osso.

Na TV "a lata" desinformadora do costume. Cheguei a ouvir uma pivot da SIC Notícias a afirmar que em 30 saídas da aviação israelita, atingiram 3 crianças que estavam a brincar. Isto é que é falta de pontaria! Ou então não!

Israel sabe há muitos anos com o que conta desta Europa cada vez mais islamizada. A ocidente (neste caso a Norte) nada de novo!

Wednesday, December 24, 2008

Closed!!!

Neuromante strikes New Years Eve!!!
No one wants to work, so i'm going to Vegas - see you next year!
Bom Natal e Bom Novo Ano para todos excepto para o Sócrates, são os meus sinceros e singelos desejos.

Saturday, December 20, 2008

O legado de Goebbles.



O movimento ambientalista internacional, especialmente a sua vertente de cruzados do aquecimento global, também anglo-saxonicamente apelidados de "warmers", utilizam as técnicas de propaganda do propagandaminister do III Reich. Joseph Goebbles exerceu uma controle total (totalitário) sobre os meios de comunicação e sobre as escolas e demais instituições educacionais. Aos jornalistas e aos professores dissidentes ou aos apenas cépticos da ideologia nazi, o mínimo que lhe poderia acontecer nas fases iniciais da implantação do nazi-fascismo, era o de ficarem sem emprego. Nas fases mais adiantadas do nazismo, seriam destinados aos campos de concentração com as consequências que todos hoje conhecemos. Uma das expressões inventadas por Goebbles que ficou para a posteridade foi: "uma mentira repetida 1000 vezes transforma-se em verdade". É o que hoje fazem os partidários do "man made global warming", ou seja os partidários do aquecimento global provocado pelas actividades humanas.

Na edição do expresso de hoje, um tal Humberto D. Rosa, afirma no ínicio da sua crónica, que as alterações climáticas (o aquecimento global, claro está!) são "reais e científicamente comprovadas". Este homenzinho não é um simples mentiroso. É sobretudo um dos muitos seguidores de Goebbles e das tácticas de Gestapo. Uma mentira, milhões de vezes difundida numa imprensa tendenciosa, torna-se realidade. De facto se alguma coisa não está cientificamente comprovada é o aquecimento global, uma idiotice chapada com que alguns tecnocratas e/ou moralistas ganham a vida.

(continua)

Saturday, December 13, 2008

O Fogo Grego (2)


Fazendo tábua rasa das especificidades dos diferentes países que compõem o chamado Sul da Europa, todos eles apresentam características sócio-políticas e uma herança cultural, que inibe o desenvolvimento daquilo que se pode chamar de capitalismo evoluído, que poderíamos definir como um sistema capitalista atento ás injustiças sociais, um sistema que arranja mecanismos de proteger os mais desfavorecidos para se autoproteger de movimentos contestários extremos ou até de pulsões revolucionárias. Uma forte classe média e uma classe empresarial eticamente quase correcta, foram os meios que garantiram que os países mais ricos vivessem décadas de estabilidade sócio-política.

Em Portugal e na Grécia, o longo legado do feudalismo, da religião, das ditaduras militares e mais recentemente do "pato-bravismo" político e da falta de ética assustadora da maioria dos empresários condiciona em muito a qualidade da democracia destes países; as ligações perigosas (só para nós!) entre os negócios e o estado são uma receita para o desastre anúnciado.

A falta de ética dos empresários está a tornar as coisas particularmente difíceis e graves no caso dos mais jovens, especialmente de toda uma geração de recém licenciados, que ganham 600 euros (geração dos 600 euros). Já para não falar daqueles que estão no desemprego . À falta de ética do patronato português chama-se exploração ( uma palavra fora de uso das redacções dos nossos orgãos de comunicação social). Salários de 600 euros...

O aparente extertor dos sindicatos, a morte do comunismo e as costas largas da globalização, encorajaram, a partir dos anos 90 um novo desabrochar da natureza exploradora, senão mesmo potencialmente esclavagista, da maioria dos empresários portugueses, com aqueles líricos carrapatosos que se auto-intitulam "Compromisso Portugal" , incluídos.

A incapacidade dos políticos e empresários promoverem o "elevador social" das democracias capitalistas evoluídas está na base do alheamento, na base da desmotivação, do desinteresse dos trabalhadores portugueses, que sabem bem por experiência e tradição, que por muito que trabalhem não passarão da "cepa torta".

A conversa da meritocracia , da avaliação tecnocrata da qualidade não passa de uma sedução comunicacional que serve os interesses daqueles que continuam ocupados na exploração do maior número de pessoas possível. O mérito implica avaliação por um mérito ainda maior. Mas aqui é que o processo da aplicação da meritocracia em Portugal falha, tornando-se desonesto e corrupto na origem. As pessoas que estão na parte inferior das pirâmides organizacionais em Portugal, não reconhecem, salvé algumas excepções, o mérito na parte superior da pirâmide, porque raramente vêm em toda a sua carreira profissional um único gesto ou episódio de rara qualidade e criatividade daqueles a quem está destinado o papel de avaliadores. São avaliadores porque têm um curso, ou porque são do mesmo partido do chefe, ou porque tiveram sorte, ou porque foi cunha, ou porque são lambe-botas, ou na melhor das hipóteses, porque têm a experiência dada pela antiguidade. E a experiência profissional interliga com informalidade entre avaliadores e avaliados.

O conceito não pode ser aplicado a Portugal porque implica uma revolução da estrutura sócio-económica do país. Estes conceitos são oriundos de países cuja estrutura organizacional do tecido produtivo e das várias éticas profissionais envolvidas nos processos de desenvolvimento, passam pela livre criatividade e pela qualidade do arrojo na inovação. Ora isto não reside em Portugal! Livre criatividade? O que é isso? Livre? Isto dito de uma maneira curta e grossa: estas regras não são aplicáveis num país mafioso, com elevados índices de iliteracia, com brandos costumes e sobretudo num país de informalidades sócio económicas e não só.

Esta "conversa" do mérito destina-se só a promover a ilusão de Europa, e não é mais do que um meio de propaganda política, de fingimento ou se quiserem, mais uma vez, de simulação. A simulação de empenho político, a simulação de Europa, a simulação de democracia, a suprema simulação da modernidade. A simulação de que se resolvem os problemas.

Estou convencido que a raiva Grega que explodiu na semana passada não é só um epifenomeno social conjuntural. É algo de mais profundo que talvez resida na certeza de que estamos a empobrecer enquanto alguns ficam estupidamente ricos. É uma sensibilidade acrescida da injustiça, a sensação de que o regime em que nós acreditávamos e defendia-mos, já não existe. Só a sua encenação e a sua encenação dá muito dinheiro, especialmente na área das agências de comunicação. Como o aquecimento global, a democracia é virtual e para a maioria das pessoas sente-se mais do que se explica.

É a experiência na primeira pessoa da deprimente "palavra de ordem" ou de desordem se preferirem, dos punks:

"No Future"!

Saber se os portugueses são capazes de imitar os gregos, éis a questão!

O Fogo Grego (1)


Nos últimos dias o mundo assistiu, sem incredulidade, á revolta dos jovens gregos que colocaram o berço do mundo ocidental a ferro e fogo. A deflagração de tal crise foi atribuída á morte, mais ou menos banal, de um jovem pela polícia, o que não explica de forma alguma a violência de tal incêndio. As causas de tal revolta são complexas e diversas. Por um dos lados, o sistema político, alegadamente chamado democrata faliu. A corrupção nos países do Sul da Europa, nomeadamente na Grécia e em Portugal, já para não falarmos na Roménia, Bulgária entre outros, é agora descarada. Tanto lá como cá, os partidos chamados do "arco do poder" deixaram caír as ideologias (a única ideologia detectável é o ecologismo "back to nature" que também concorre para a falência dos regimes democráticos como iremos ver), e transformaram-se em gangues (os seus aparelhos partidários) que disputam, com ferocidade, os tachos que a governação dispõe. A ideia do "governamos agora para depois nos governarmos" até já está ultrapassada, pois o que acontece é que " governa-mo-nos agora e depois também". Ninguém, neste momento, consegue perceber onde estão localizadas as fronteiras da política, dos negócios e da comunicação social, o chamado quarto poder. Entre nós o caso do BPN, do BPP (entre outros) e da jornalista Fernanda Câncio são paradigmáticos desta promiscuidade entre as diferentes esferas do poder, cujos limites, deviam não só ser respeitados como serem claros á opinião pública, para a saúde do próprio regime democrático. Ser juntarmos a tudo isto a falência da Justiça que se tornou incapaz de julgar os poderosos, (não há gente poderosa presa em Portugal) ficamos com um sistema político cada vez mais próximo de uma cleptocracia, cada vez mais totalitária como irei demonstrar, embore se apresente com o discurso da democracia e com os rituais, cada vez mais periódicos, de simulação de um sistema democrático funcional.

Esta encenação de democracia não passa despercebida aos cidadãos que entendem que este sistema já não permite os chamados "elevadores" sociais aos cidadãos não filiados nos partidos políticos dominantes, nem o mesmo acesso aos meios de comunicação, apesar da internet. Em vez da repressão policial e armada com que tradicionalmemte as ditaduras do séc. XX respondiam a todos os dissidentes e contestatários, a ditadura destes sistemas de encenação democrática respondem pelo desprezo em liberdade, de todos os tipos de manifestações ou opiniões, desde que se possam continuar a governar.