Num futuro próximo, será assim que teremos de sobreviver nos enclaves cristãos da Europa islamizada. Os nossos actuais e corruptos governantes, viverão nas ilhas do mar do Sul... Pensem nisto. Wake Up People
Num futuro próximo, será assim que teremos de sobreviver nos enclaves cristãos da Europa islamizada. Os nossos actuais e corruptos governantes, viverão nas ilhas do mar do Sul... Pensem nisto. 



Ricardo Garcia (RG) continua a sua saga bem remunerada da denúncia do aquecimento global. Agora coloca-se na posição de grande educador ecologista sugerindo formas de atenuar a produção de dióxido de carbono nas actividades diárias do português. Não esquecendo o famoso fadinho do "povo que lavas no rio" lá apareceu RG, cantando e rindo, noutra das suas tiradas pseudo-científicas, a propor ao people, que o simples gesto de secar ou melhor, corar a roupa ao vento, concerteza pendurada em estendais à janela, como nos esteticamente elegantes bairros sociais, contribuiria para uma menor pegada ecológica.
Eu vou mais longe e proponho que a malta deixe de lavar a roupa e não tome mais banho. Se o planeta está em tal estertor ecológico, não percebo que medidas simplórias são estas, propostas pelos maiores oportunistas do movimento Back To Nature. Com as medidas simples que eu aqui proponho, quer a produção de CO2 quer o gasto de energia em actividades superfulas como as da higiene diária, tornam-se-iam um grande avanço na salvação do planeta.
Será de todo imprescindível não comprar mais máquinas ou lâminas de barbear, pois a actividade diária de escanhuar contribui imenso para aqueles gastos energéticos e para a dita "patada" ecológica. Ficaremos hirsutos que nem talibans mas contribuiremos para a falência das multinacionais da depilação facial e não só, poupando assim imensa energia e algum planeta.
Cozinhar os alimentos está completamente condenado à extinção. Imaginem a quantidade de gás e de electricidade que gastamos em tal actividade criminosa para os ecossistemas. Os mais delicados podem sempre tentar confeccionar um anti pasto de sushi com o arroz crú acompanhado de bife tártaro acabado de sair da embalagem de plástico do supermercado directamente para as suas bocas. E quanto ao sorriso pepsodente...nem cheirá-lo.
continua







Nunca os céus se tingiram tanto de cinzento como neste inicio de 2009. Isto tanto no sentido literal como metafórico. Ler um jornal tornou-se uma experiência Schopenhauriana, vivemos um mundo de violência, crime, corrupção, pobreza, opressão política, exploraçâo económica e como Schopenhauer começamos a pensar que qualquer optimismo é pura ilusão. Brian Eno, respondendo á questão do ano " o que é que vai mudar tudo?", colocada pelo site edge.org, alertou para o fim do optimismo : "... E se, em vez de sentirmos que estamos à beira de um novo continente, ...começássemos a sentir que estamos num barquinho superlotado, em águas hostis, lutando para permanecer a bordo, e dispostos a matar por comida e água?..." Pensando concerteza num futuro pouco radioso e sem TGV's, os Noruegueses vão construir escavando montanha adentro numa remota ilha do Pólo Norte o já chamado Doomsday Vault, um silo capaz de albergar e conservar sementes de todas as variedades conhecidas como salvaguarda para a agricultura mundial no caso de uma catástrofe humana ou natural. E para quem se quiser afundar no zeitgeist Cormac Mccarthy oferece-nos THE ROAD, a escuridão pós- apocalíptica palpável num romance que segue pai e filho através dum mundo permanentemente frio e devastado donde todos os pássaros, todos os animais desapareceram. Caminham, sem tréguas, por entre vestígios dum mundo perdido procurando comida e escondendo-se de grupos de canibais "... each the other world's entire...".
Doomsday Vault, o interior
Natur uber alles

"Make yourselves sheep and the wolves will eat you." Benjamin Franklin