Thursday, September 4, 2008

A Embaixada de Portugal no Japão

A ponte de Niombashi em Tóquio

A imprensa diária noticía a vontade do governo em abrir espaços de livraria nos consulados para facilitar o acesso á literatura portuguesa. Óptimo! Podem, desde já, aproveitar tal vontade e começar por obrigar algumas embaixadas e seus embaixadores de Portugal por esse mundo fora, a fazerem qualquer coisa, não só pela poesia e prosas portuguesas, mas pela representação e colocação dos nossos produtos e empresas em mercados de grande dimesão, como é, por exemplo, o japonês.
A embaixada de Portugal em Tóquio não passa de uma apartamento pequeno que se situa por cima de uma loja de massagens. No elevador não cabem duas pessoas e a embaixada é tão pequena como o trabalho desenvolvido pelos embaixadores naquele país. Enquanto a embaixada não passa de um anexo a um salão de massagens a residência do embaixador é toda uma outra história. O sr. embaixador vive só num duplex de luxo onde o estado português, isto é todos nós, desembolsa 130 000 euros por mês. Atenção não são 130 000 iénes! São mesmo euros. Uma pequena fortuna mensal para uma ausência total de trabalho do sr. embaixador. Quem se queixa deste oriental dolce far niente do sr. embaixador são os poucos empresários portugueses que lutam no local para dar aos seus negócios e a Portugal uma representação minimamente digna.
Mas nem todos os embaixadores foram assim tão inertes como o actual. O anterior eram conhecido em Tóquio pela actividade da sua cintura pélvica. O sr. organizava grandes festarolas em que o prato principal não era sushi mas sim jovens de 15 e 16 anos de idade, de ambos os sexos, com que o sr. se divertia, isto é fornicava em orgias de fazer corar Calígula, à custa do erário nacional. Tudo isto era do conhecimento geral, em meios diplomáticos e político-empresariais da capital japonesa, claro está.
Uma vergonhinha!

Saturday, July 19, 2008

Encerrado para Férias


Vou de férias para Tóquio


Ja mata né

Tuesday, July 8, 2008

Rivers of Blood (2)



Como resultado, a política de asilo tornou-se uma farsa. Graças aos tribunais, a Inglaterra é agora obrigada a garantir potencialmente asilo aos milhões de pessoas que posssam reclamar que são perseguidos por qualquer grupo. (Por isso Vale de Azevedo fugiu para Londres pois não é burro). Mesmo que aqueles imigrantes sejam perigosos para a segurança do Reino Unido, não podem ser enviados para a origem desde que aleguem que, em tal país, serão ameçados na sua integridade física ou na própria vida. Este impasse foi ainda agravado por uma série de julgamentos debaixo da cobertura da lei dos direitos humanos - tal com a lei que regula que o não pagamento da segurança social aos que procuram asilo nega de facto o direito que os asilados têm de possuir uma vida familiar - em que os advogados e juízes sabotaram todas as tentativas governamentais para acabar com os abusos.

As consequências da doutrina dos direitos humanos foram usadas para apoiar tão falsos como descarados processos contra o estado britânico, com consequências ruinosas. Aqueles a quem era negado asilo, simplesmente desapareciam no interior do Reino Unido e se fossem apanhados podiam sempre defender-se com a desculpa do perigo de vida nos países de origem. Como tal, nem podem ser deportados para o último país de trânsito como, por exemplo a França, uma vez que podem ser deportados, a partir daí para o país onde alegadamente serão ameaçados.

A absoluta proibição da tortura é uma coisa. Mas interpretar isto de maneira tal que um país é obrigado a aceitar pessoas que serão um sério perigo para o estado, é absurdo.

Deu-se o caso de um soldado Taliban que combateu os britânicos e os americanos no Afeganistão, ser-lhe concedido asilo, porque afirmou que tinha medo de ser perseguido pelo governo pró-ocidental de Kabul. Por outro lado, um grupo de piratas do ar afegãos, desviaram um avião para Stansted onde pediram asilo com os argumentos de que estavam a fugir dos talibans. No entanto, ainda permanecem na Inglaterra apesar de terem cometido um crime, apesar dos talibans terem sido derrotados, apesar dos esforços do governo para os mandar de volta para o Afeganistão.

Os advogados e os juízes estão a governar. O mesmo se passa em Itália e como iremos ver o mesmo se irá a passar em Portugal.

(continua)

Rivers of Blood (1)


Gabriel e Laurent, dois estudantes franceses foram selvaticamente esfaquedos no apartamento onde residiam na capital inglesa. Ao todo foram 243 facadas de ódio, corpos amarrados e incendiados juntamente com o apartamento. Segundo fontes credíveis, há um ataque com facas a cada hora que passa. Em 2007, quase 15000 pessoas foram feridas por armas brancas, o que dá uma média de 40 esfaqueamentos por dia e 31 mortos em 2008. Hoje os ingleses em geral e os londrinos em particular vivem com medo. Medo em Londres, é algo de novo. Nem Hitler com a sua Blitzkrieg consegiu vencer o espírito e o ânimo dos londrinos.

Como chegámos até aqui? A resposta não é fácil, penso mesmo que estamos perante um fenómeno multidimensional. Só os distraídos ou quem não conhece Londres e a Inglaterra é que não vê a telúrica mutação civilizacional que ocorreu naquele país a partir dos anos noventa.

Aqui vão alguns factos que podem explicar esta violência terceiro mundista na capital inglesa:

1º-A Britânia perdeu o controlo das suas fronteiras porque foi literalmente assaltada por um número cada vez maior de pessoas que procuravam asilo. Neste campo, a lei inglesa é tão delicada que todos entram mesmo que, não estando a fugir de perseguições políticas, só queiram melhorar as suas condições de vida.

2º- Esta política fraca teve origem num repúdio das elites da esquerda politica e intelectual, que considerou tabú, todos os temas relacionados com a imigração, desde o célebre discurso de Enoch Powell, em 1968, intitulado, Rivers of Blood.

3º- Quando os políticos finalmente decidiram resolver o problema de tal caos, falharam, porque, entretanto "levantou-se" a ideologia dos "direitos humanos", que não é, nem mais nem menos, do que um assalto á integridade da nação, juntamente com a obsseção de prevenir qualquer comportamento contra os auto designados "grupos vítima" que os prejudique, em Inglaterra ou em qualquer parte do mundo. Este credo da intelectualidade e da politica progressista, tornou-se ortodoxia bem no coração do sistema britânico - precisamente no sistema judicial - cujos regulamentos não só reduzem o sistema de asilo a um campo de batalha jurídica como contraria qualquer tentativa de impor alguma ordem ao sistema.

4º- Em 1989, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos extendeu o alcance da providência na Convenção Europeia dos Direitos Humanos que proibe a tortura e todos os tratamentos degradantes. Esta lei tornou impossível deportar ilegalmente os imigrantes mesmo aqueles suspeitos de actos de terrorismo, para qualquer lugar do mundo em que aqueles abusos referidos na Convenção, fossem praticados.

A aplicação para a lei inglesa foi mais zelosa do que noutra qualquer nação europeia. Ao mesmo tempo, os juízes ingleses começaram a interpretar de uma maneira muito mais ampla do que nos outros países, a Convenção das Nações Unidas para os Refugiados de 1951, de tal maneira que a definição de refugiado foi expandida desde a seu significado original - pessoas perseguidas por um estado - para pessoas que sejam ameaçadas por qualquer grupo social.

(continua)

Sunday, July 6, 2008

Crimes de Honra (2)



No julgamento, o pai de Heshu disse que não tolerava mais o seu modo de vida ocidentalizado, pois, a miúda queria sair com amigos e possuir um telemóvel. No entanto, a organização "moderada" chamada, Muslim Council of Britain (Conselho Muçulmano de Grã-Bretanha), fez sair uma declaração que afirmava não condenar o crime sobre Heshu, tendo ainda o porta voz da organização, um tal Inayat Bunglawala, afirmado que, "muitos muçulmanos compreendiam que o Pai de Yones estivesse aborrecido pela aparente rejeição da sua fé e por estar a crescer segundo um sistema de valores alheios e não os da sua própria família." Atenção, estes são os chamados islâmicos moderados! Se fazem isto às próprias filhas, por quererem ter uma vida normal, imaginem só o que poderão fazer, no futuro, aos ocidentais que não queiram viver segundo os ditames fascistas desta religião jurássica! Mais, o dito sistema de valores alheios a que o porta-voz daquela organização islâmica se referia, é o sistema de valores que o pai da defunta, um refugiado do Kurdistão, implorou de joelhos para que o abrigase. Foi revoltante, ver aquele parvalhão, referir-se simpaticamente a um "sistema de valores" de um homem, que armado com um facalhão, estripou a sua própria filha até á morte.

O que torna estes assassínios diferentes de todos os outros que acontecem diariamente na Europa, é que os membros desta sub-cultura consideram estes crimes defensáveis. De cordo com o jornal The Sun, a polícia de Yorkshire que investigou a crime da canção-de-amor-dedicada "encontrou uma muralha de silêncio nas raparigas da comunidade paquistanesa." Após o assassínio de Fadime Sahindal, os muçulmanos noruegueses, interpelados pela imprensa, recusaram-se a condenar o crime. Diversos muçulmanos alegaram que o pai fez o que tinha a fazer. Das duas uma, ou concordam com o tal "sistema de valores" e não condenaram os crimes ou têm medo de sofrer retalições vindas do seio da própria comunidade. De qualquer das maneiras é arrepiante.

Crimes de Honra (1).


Um dos maiores problemas que a Europa enfrenta são os chamados crimes de honra praticados pelos machos muçulmanos de importação. Qualquer listagem das mortes causadas em raparigas de origem muçulmana na Europa é sempre uma amostra, porque maior parte dos casos não são detectados e não saltam para os jornais e para a opinião pública.

Por exemplo, em janeiro de 2002, uma jovem sueca chamada Fadime Sahindal, tornou-se, pelas piores razões, uma estrela mediática porque se recusou submeter a um casamento arranjado e foi assassinada pelo pai. Mais tarde o seu namorado sueco morreu em condições misteriosas. Na altura da prisão, o pai, rapidamente confessou e conseguiu ter a coragem suficiente para chamar de puta à defunta filha. A história fez as manchetes por toda a Escandinávia. Isto é só a ponta do iceberg. Em 2004, na Inglaterra, o Ministério Público investigou 117 casos de mortes suspeitas e desaparecimentos para determinar se na origem estiveram os chamados - honor killings. Num período de seis meses entre 2004 e 2005, 11 raparigas foram vítimas de assassínios de honra, só na cidade holandesa de Haia. No sul de Londres em 2002, uma jovem rapariga que tinha sido violada foi posteriormente assassinada pela própria família para restaurar a sua honra perdida. O ano seguinte, em Birmingham, Sahjda Bibi, de 21 anos foi esfaqueada 22 vezes por um primo, ainda com o traje de noiva vestida, por ter casado com um homem divorciado e não com um parente próximo. No mesmo ano, em Yorkshire, uma teenager foi assassinada pelo pai paquistanês devido a um amor secreto, que só foi desvendado quando o namorado lhe dedicou uma canção de amor numa estação de rádio de dialecto paquistanês. Em Londres em 2003, uma rapariga de 16 anos chamada Heshu Yones - apaixonou-se por um libanês cristão e planeou fugir com ele - foi esfaqueada 11 vezes pelo pai, que depois lhe cortou a garganta. Numa carta de despedida ao seu pai, Heshu referiu-se às frequentes sovas que tinha levado do pai:



Bye Dad, sorry i was much trouble.

Me and you will probably never understand each other, but i´m sorry

I wasn't what you wanted, but there´s some things you can´t change.

Hey, for an older man you have a good strong punch and kick.

I hope you enjoyed testing your strength on me, it was fun being on the receiving end.

Well done.


(continua)

Saturday, July 5, 2008

Fundo Histórico (6)



Há 40 anos, o académico francês Charles- Emmanuel Dufourcq sublinhou um aspecto básico, nas dificuldades da elaboração e manutenção dos tratados entre países cristãos e muçulmanos. Ele explicou que de acordo com o conceito jurídico da jihad, a guerra era o estado normal das relações entre os muçulmanos e os cristãos. Todos os tratados entre eles são chamados de "tratados de tréguas", que são de facto, declarações de paz, em vez de declarações de guerra. " Não é a guerra que é declarada mas a paz". A duração de cada tratado é especificado. Cada governante muçulmano, incluindo os sultões otomanos, do séc. XIX, promoviam tratados de "proclamações de paz" nas suas relações com governos e sociedades não-muçulmanas."

Os infiéis da terceira categoria, são aqueles que se renderam sem lutar contra os muçulmanos. As suas terras são integradas na dar al-islam, ou terras do Islão, e os seus conquistados cidadãos não-muçulmanos são protegidos da jihad por um tratado, o dhimma, que estabelece os seus direitos e deveres. A paz jihadista é fundada no princípio da "paz e segurança em troca de território". A paz e a segurança é concedida pelos exércitos jihadistas se os infiéis cederem o seu território e se submeterem às regras da dhimmitude. Foi assim que se expandiram, desde Marrocos á Indonésia, e é assim que estão a conquistar a Europa.

A dhimmitude é esta condição de subjugação com protecção dos não-muçulmanos nos seus próprios países, obtida pela cessação do seu teritório para a autoridade muçulmana. Sujeição, porque os infiéis se submetem à lei islâmica que os expropria, e protecção porque a mesma lei protege-os da jihad e garante-lhes direitos limitados num sistema de descriminação que eles devem aceitar, ou então enfrentar um conversão forçada, ou escravidão ou a morte. A dhimmitude é uma consequência directa da jihad.

(continua)

Fundo Histórico (5)


Nesta rúbrica, disponibilizamos informação aos leitores de Neuromante sobre a natureza da jihad. Informação essa que não é dada por quem tem o dever de o fazer: os políticos ocidentais e os jornalistas. Tal desconhecimento da natureza guerreira da jihad do grande público possibilita:
- A vitimização dos agressores.
- A difusão do conceito da jihad como algo de íntimo e pessoal e não como uma vontade de guerra e conquista religiosa colectiva.
- A fácil manipulação da opinião pública.
A jihad classifica os infiéis em 3 categorias: 1) aqueles que se opõem ao chamamento islâmico pelas armas; 2) aqueles que pertencem aos países das tréguas; 3) aqueles que se renderam à dominação islâmica, trocando a sua terra por paz; tornando-se "dhimmis", são "protegidos" da guerra de jihad contra os não-muçulmanos por um tratado de submissão e protecção (dhimma).
Os infiéis da primeira categoria são chamados harbis; eles pertencem à região do dar al-harb, a região da guerra que prossegue até aos harbis reconhecerem a supremacia do Islão.
Os infiéis da segunda categoria estão numa situação que medeia duas guerras. Em princípio, as tréguas com os infiéis não podem exceder 10 anos, ao fim dos quais, a jihad deve continuar. Eles vivem na ragião do dar al-sulh, a região da trégua temporária. Há duas possíveis motivações para que as autoridades islâmicas decretem tréguas com os infiéis: a) os muçulmanos são demasiado fracos para ganhar a guerra; b) os líderes infiéis concordam em pagar um tributo à autoridade muçulmana para obter a cessação das hostilidades, que inclui violações, raptos, escravidão e assassíneos. Os países do dar al-sulh devem-se também abster de se opor ao desenvolvimento do Islão nas suas próprias terras. Se a jihad continuar contra outro país ou região, a região dar al-sulh, deve contribuir com contigentes militares fortalecendo os exércitos islâmicos. Mais, só os tratados que são conformes com as estipulações da jurisprudência islâmica são válidos, e devem ser renovados de 10 em 10 anos. Se estas condições não foram integralmente cumpridas os tratados deixam de ser válidos. A recusa de permitir a propagação do Islão nas terras da trégua é razão suficiente para casus belli, e a jihad pode recomeçar.


Wednesday, July 2, 2008

A Fortaleza do Sr. Malheiros (2)


O sr. Malheiros acha que só não tem papéis quem não consegue ter papéis, quem não sabe como obtê-los, quem não pode, quem está na posição de maior fragilidade imaginável, os humilhados e ofendidos do mundo (sic).Só lhe faltou transcrever a letra da Internacional Socialista! A demagogia deste senhor é bastante maior que a largura do estreito de Gibraltar.
O sr. que é jornalista, deve saber melhor do que eu, que as travessias em barcos precários pagam-se bem, que é preciso ter contactos, fuga às autoridades locais nas praias ou portos dos países do embarque clandestino, etc. Portanto, aquela conversa piedosa dos desgraçadinhos inconscientes não cola, porque eles não chegam cá através de ataques de sonambulismo.

Para além disso, o sr. Vitor Malheiros não conhece (?) o Londonistão e a desgraçada da decadência britânica, as cidades árabes que existem em torno dos grandes centros urbanos europeus, porque senão, não nos vinha com a conversa de que a livre circulação é só para os ricos e ociosos europeus. Os atentados de Madrid, de Londres, os incêndios de Copenhaga na sequência da republicação dos famosos cartoons,o próprio 11 de Setembro aí estão para o provar. Mas o que interessa a realidade a estes tipos?

Relativamente ao apoio ao desenvolvimento dos países de origem, eu só pergunto, ainda mais!? Será a Europa uma vaca leiteira ou a Santa Casa? Sai do nosso bolso, caso ainda não tenha reparado e acaba a maior parte das vezes nas contas de tiranos assassinos ou de grupos terroristas como o Hamas. Mas isso também não o deve preocupar. Mas, mais uma vez, pode começar a dar o exemplo, e apoiar os pobres através das muitas ONG's que tratam dessas situações. Faça-o como eu.

E depois acaba lançando a bomba atómica da retórica - a intimidação. "A questão é simples, diz ele (só na cabeça dele é que é simples!). Se a Europa não servir para defender os direitos humanos não serve para nada (sic). Bem, isto então, é desonestidade pura e simples. O sr. Malheiro só vê os direitos humanos dos imigrantes. Os naturais europeus e migrados com papéis, pelos vistos são ociosos, ricos, técnicos especializados, empresários, que não devem ter direitos, por exclusão de partes. Não terão o direito os naturais europeus, a terem uma vida inserida numa sociedade que defenda os seus próprios valores culturais ancestrais? Não terão o direito a viver numa sociedade onde ilegais não vegetem pelas ruas tornando-se alvos fáceis para toda a espécie de oportunismo criminoso, ou cometar crimes para sobreviverem? Os naturais europeus não terão o direito a recusar a entrada nas suas fronteiras de quem quiserem? Não terão direito de expulsar quem se encontre em situação ilegal? Não? Se não, então vamos todos acampar para casa do sr. Malheiro e atirá-lo pela porta fora. Queremos acesso total ao seu frigorífico e à sua cama. Ele que durma no vão de escadas.
Já que fala em respeito pelos direitos humanos, o sr. Malheiros poderia dizer o mesmo (e com maior justificação) da Organização das Nações Unidas, mas estas devem servir melhor as suas causas ideológicas.
Resta observar uma última questão. Muitos dos imigrantes vêm fugidos de países em que a retórica ideológica dominante das classes opressoras é a retórica do sr. Malheiros. A maior parte dos regimes criminosos de África provêm de partidos e movimentos que lutavam contra a exploração do homem pelo homem e pelos direitos humanos (de alguns claro!). Está bem á vista o resultado de tais ideologias. Não são precisos exemplos pois não!? Esses regimes exploram tão bem como o sr. Malheiro faz, a culpa do homem branco.


A Fortaleza do Sr. Malheiros (1)


O sr. Vitor Malheiros é um escriba regular do jornal Público. Na edição de hoje choramingando escreveu " A Europa-Fortaleza mostra a sua face: medo e impiedade". Até dá vontade de rir às gargalhadas (lol). Para a quantidade de muçulmanos e outros imigrantes que vivem dentro das suas muralhas esta fortaleza só pode ser muito fraquinha e sobretudo muito rota, como aliás o é, a filosofia multiculturalista barata do sr. Malheiros. Para ele, a imigração clandestina não pode ser observada como um crime mesmo que resulte do tráfico de imigrantes, que diversas mafias levam a cabo por esse mundo fora. Portanto o sr. Malheiros deve ter algum interesse na acção dessas mafias. Uma política robusta de combate à imigração clandestina pode atingir também a causa criminosa dessa imigração. O sr. Malheiros acha que "(...) os imigrantes pobres que têm a ousadia de vir meter o pé na porta para tentar trabalhar na Europa(...)". Mais uma vez, quem vem meter o pé na porta não são os pobres dos imigrantes, mas sim as redes de tráfico humano que os transporta sob condições esclavagistas para as praias do Sul da Europa. Tanta caridadezinha pelos pobres dos imigrantes mas não se lhe lê uma única palavra acerca de como é que os imigrantes cá chegam.

Para o sr. Malheiros também não interessa se existem ou não postos de trabalho para tal invasão da Europa por parte de pessoas que querem vir melhorar as suas condições de vida. Talvez passe pela cabeça do sr. Malheiro retirar os europeus dos seus empregos e substítuí-los pelos imigrantes ilegais. Caso seja o caso, espero que o sr. Malheiros comece a dar o exemplo e ponha o lugar á disposição; mais...acho mesmo que para dar o exemplo, o sr. Malheiros abra as portas da sua casa "à rua", para que possa abrigar alguns desses imigrantes. Não peça é aos estados europeus, isto é, aos contribuintes europeus que suportem todos os ilegais que quiserem vir estancionar na Europa. Já basta ter-mos que subsidiar as mesquitas e veja-se bem o resultado que está dar.

Tuesday, July 1, 2008

The Mist


Uau! Grande filme, a não perder. Está lá tudo o que caracteriza a decadência da nossa sociedade de consumo. Um perigo mortal mais pressentido do que visto, monstros alienígenas com vagas expressões humanóides cercam os personagens sitiados num supermercado, fanatismo e fundamentalismo religioso "salvador" e congregador, falta de esperança e de fé na Humanidade, etc. Uma alegoria aos tempos que correm. As cenas finais são arrepiantes de tão claustrofóbicas, com Vozes Búlgaras por banda sonora. O sobrevivente preferia ter morrido... Bom, este é um filme sobre a monstrousidade que se pode abater sobre nós durante o ocaso da civilização ocidental.

Saturday, June 28, 2008

Choque Petrolífero (2)


O sr. Al Gore, greenpeacessss e o resto da cambada ambientalista, próximos ideologicamente da extrema esquerda, conforme já demonstrámos em posts anteriores, também ajudam á missa da culpabilização dos americanos e da sociedade de consumo. Mas se pensarmos duas vezes nas palavras deles, facilmente podemos observar o quão demagógicas e manipulatórias podem ser. Vejamos o que Gore nos diz, a este propósito, no seu celebérrimo filme, Uma Verdade Inconveniente:

" Como se mostra nesta representação gráfica acerca da contribuição relativa de cada nação para o aquecimento global, os USA, são responsáveis por uma maior poluição por gases de efeito de estufa do que a América do Sul, África, Médio Oriente, Austrália, Japão e Ásia todos juntos". Uau! pensa a malta espectadora, completamente convencidos que os americanos são de facto uma espécie poluidora e a mais neste planeta. Ignorância oblige. Claro que Gore não gasta um segundo sequer a explicar porque é que os Estados Unidos produzem gases de efeito de estufa em tão grande quantidade. O que lhe interessa é o soundbyte, que as pessoas retenham sem pensar que o capitalismo americano é o mau da fita, e possam transmitir esta mensagem, de boca em boca, de mail em mail, de post em post, até tomar proporções globais, como uma autêntica epidemia ideologica e emocional. Nisto de manipular, Al Gore, como qualquer esquerdista, é de facto bom.

Mas será bem assim? De onde provêm essas emissões?

A resposta é simples: da actividade económica. Os USA são mais responsáveis por mais emissões porque têm sido o motor económmico do mundo dos últimos 60 anos.

O mundo seria um local muito mais pobre se a economia americana tivesse sido construída à custa de turbinas eólicas, painéis solares e bio-combustíveis em vez de gasolina.

Portanto o que Al Gore, os ambientalistas e a maior parte dos esquerdistas, nos propõem é o empobrecimento colectivo, a troco de nada, uma vez que o aquecimento global não passa de um fantasma útil, para convencer as pessoas simples e comuns que devem ficar alegremente mais pobres para salvar o planeta. No meio termo, são convertidos ao anti-americanismo militante possibilitando, por exclusão de partes, a assunção desses radicais como gente bem intencionada senão mesmo salvadora.

Isso....

(continua)

Friday, June 27, 2008

Choque Petrolífero (1)


Mais um record do preço do barril de petróleo. Já ultrapassou os 140 dólares. Estes preços são uma mina para os países da OPEP, na maioria constituída por países árabes e pela Venezuela do inenarrável Chavez.

Mas o que nos diz a esquerda delirante sobre este fenómeno? A culpa é, garantem-nos "sérios", da especulação (leia-se dos americanos e da sociedade de consumo). Mas será de facto assim? Nada como transcrever as palavras de alguém que sabe das coisas da especulação e de mercados, como é o ex-Ministro das Finanças Campos Cunha: " o mercado do petróleo é um mercado complexo por estar sujeito a uma quase total cartelização da oferta. O dito ministro saudita, ao dizer que a subida dos preços do barril de petróleo é consequência dos especuladores seria de um cinismo hilariante, se não fosse triste. Bastava anunciar um aumento de produção e os preços caíriam..." Como é interessante a coincidência de pontos de vista entre os árabes e a esquerda europeia. Estão bem comprados! Claro que os árabes não estão interessados que os preços caiam. Entram nos seus cofres biliões de dólares por dia. Veja-se o luxo que ali vai para as bandas do Dubai. O dinheiro dá-lhes cada vez mais poder e maior financiamento da expansão do islamismo. Coisa que a esquerda croquete também ama. Aliás, o presidente da OPEP, notem bem, avisou o Banco Central Europeu que se aumentar as taxas de juro, o preço do barril do petróleo poderá ascender aos $170 este verão. Quem manda na Europa? Os Europeus? Cada vez menos.

Thursday, June 26, 2008

Ian McEwan Atacado Por Liberdade de Expressão


Sábado 22 de Junho de 2008

O escritor lançou um forte ataque ao islamismo, dizendo que o "desprezava" e acusou os islamitas (e a aficcion esquerdista) de "quererem criar uma sociedade que eu detesto". As suas palavras, retiradas duma entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera, estão agitar os meios legais e intelectuais ingleses, podendo ser mesmo acusado de "crime de ódio".
"A dear friend had been called a racist," disse o escritor ao jornalista italiano e, continuou:

"As soon as a writer expresses an opinion against Islamism, immediately someone on the left leaps to his feet and claims that because the majority of Muslims are dark-skinned, he who criticises it is racist.

"This is logically absurd and morally unacceptable. Martin is not a racist. And I myself despise Islamism, because it wants to create a society that I detest, based on religious belief, on a text, on lack of freedom for women, intolerance towards homosexuality and so on – we know it well."

O jornalista lembrou-o que existem uma tantas escolas, por exemplo nos USA, de fundamentalismo cristão.
Ao que McEwan respondeu:

"I find them equally absurd". "I don't like these medieval visions of the world according to which God is coming to save the faithful and to damn the others. But those American Christians don't want to kill anyone in my city, that's the difference."
Como mais uma vez se vê, a esquerda e a liberdade de pensamento e de expressão, não se dão bem.

A Quarta Coluna de Trafalgar Square.(2)


Não só os transuentes vão subir ao quarto plinto. O projecto de Yinka Shonibare também será elevado, alternando temporalmente, com os passantes. Shonibare, um artista negro, propôs uma réplica do HMS Victory (o vaso de guerra de Nelson), dentro de uma garrafa, com as suas velas feitas de Batick, um tecido indonésio também usado pelas gentes da África Oriental, representando uma espécie de tributo ao multiculturalismo. Numa cidade que transpira multiculturalismo por todos os poros, precisa mais de um deodorant artístico do que, propriamente, mais um tributo ao multiculturalismo. Mas quem sou eu?

Gostava, no entanto, de saber quantos antepassados do General Suharto, esse "vulto humanista", combateram na Batalha de Trafalgar. Quantos antepassados desse outro "grande democrata" que se chama Omar al Bashir, se encontravam entre os mortos ou vivos dessa mesma batalha.

Porque é que eu tenho a sensação que os 2 projectos vencedores cumprem cotas raciais? O multiculturalismo cai cada vez mais baixo. O problema é que nos vai arrastar com ele para o "fundo"... da irrelevância.

A Quarta Coluna de Trafalgar Square.(1)


A Royal Society of Arts lançou um concurso para ocupar a quarta coluna deste monumento, que glorifica a vitória (e a morte) do Admiral Lord Nelson na batalha de Trafalgar, que opôs a marinha britânica contra as armadas francesas e espanholas simultâneamente. A batalha foi travada em 21 de Outubro de 1805 ao largo do Cabo Trafalgar no sudoeste espanhol. Este quarto pilar nunca foi ocupado por peça alguma.

Para surpresa, o projecto vencedor não foi um projecto, mas dois projectos. Um primeiro prémio ex aequo para Antony Gormley e Yinka Shonibare.

Antony Gormley, apresentou um projecto não-projecto. Aparentemente falido de ideias, resolveu apresentar como projecto, a quarta coluna vazia para ser ocupada "pelo povo". Obviamente que este "povo", não é povo que combateu na célebre batalha naval, ou na Blitzkrieg ou el Alemain ou em Waterloo. Este povo, que morreu em batalhas no decorrer da História, acreditava na força da sua razão e na preservação da sua liberdade. O "povo de Gormley", vive assustado pela violência dos beduínos imigrados na Europa. São simples consumidores-transuentes que têm o divino direito de fazer as figuras que quiserem (incluindo as tristes) em cima da colunata, durante uma hora. Depois, têm que dar lugar, a outro transuente, enquanto os parentes se vão babando de felicidade turística, ao ritmo dos disparos dos flashes consecutivos... para mais tarde recordar. Isto na melhor das hipóteses, porque na pior, é tornar-se um novo speaker's corner, desta vez em altitude, ocupado por radicais muçulmanos, que de megafone em punho atiram às trombas dos turistas as "virtualidades" da jihad islâmica, num verdadeiro monumento ao multiculturalismo.
Isto de um ponto de vista prático e funcional, porque de um ponto de vista filosófico, esta "obra prima", prima pela desqualificação de toda a História Inglesa. Chegámos então ao ano zero, entaládos, entre o deliberado (e político), esquecimento do Passado e o No Future. Só o presente-transuente conta. É tão zeitgeist que até mete dó. E se os mandassemos à merda?

Monday, June 23, 2008

Danke Schon Deutschland



Obrigado Alemanha, por teres acabado com este fervor futeboleiro terceiro mundista que grassava por este país abaixo há dois meses.

Obrigado Alemanha, por teres acabado com este patriotismo de bandeirada.

Obrigado Alemanha, por teres acabado com esta bandalheira de nacionalismo.

Obrigado Alemanha, por teres acabado com este circo chamado Selecção Nacional.

Obrigado Alemanha, por teres mostrado que o sr. Gilberto Madaíl é um incompetente e só uma falta de vergonha vergonhosa o permite manter no cargo.

Obrigado Alemanha, por teres provado que o sr. Scolari é outro incompetente pago a peso de ouro e que pouco percebe de fútebol.

Obrigado Alemanha, por teres mostrado que com, trabalho, inteligência e estudo se bate o improviso e a fé.

Obrigado Alemanha, por não precisares de Nossas Senhoras do Caravaggio e nem de milagres de Fátima para seres uma das maiores potências mundiais.

Obrigado Alemanha, pelo bom aspecto do teus treinadores de fútebol.

Obrigado Alemanha, por mostrares como os Murtosas, Scolaris e Madaís são actores de telenovela de uma "venezuela" que fica na extremidade ocidental da Europa.

Obrigado Alemanha, por mostrares que o Sr. Cavaco e o Sr. Sócrates são actores na mesma telenovela.

Obrigada Alemanha, por teres mostrado que as nossas elites políticas embarcaram neste filme populista de mau gosto, por que são populistas de mau gosto.

Obrigado Alemanha, por mostrares que a seguir ao Scolari é o Sócrates que vai embora.

Obrigada Alemanha, pelos Kraftwerk e pelo teu fútebol frio mas eficaz que bate aos pontos o alegado samba português.

Obrigado Alemanha, por teres demonstrado que os portugueses são um povo triste e facilmente manipulável e que deviam viver numa terra chamada Paraguai.

Obrigado Alemanha, por focalizares novamente a nossa atenção neste governo desgraçado do menino d'oiro.

Obrigado Alemanha, por provares que temos o pior guarda-redes do mundo.

Obrigado Alemanha, porque não foste batida por uma equipa cujo treinador vai representar a selecção nacional portuguesa vestido em trajes menores.

Boa Sorte Alemanha

Sunday, June 8, 2008

Genghis Khan


A maior "habilidade" dos islâmicos é saberem passar a mensagem de que são vítimas, quando são eles os agressores. É a táctica dos cobardes. Este costume vem desde que esta religião de beduínos apareceu á superfície da Terra. Vejam só, todo o Norte de África antes do sec. VII era cristão. Hoje é totalmente muçulmano. Esta religião expandiu-se pela jihad e ainda se está a expandir (veja-se o que acontece no Darfur). No entanto, queixam-se de serem as vítimas acusando o Ocidente e Israel por todas as frustações históricas que tornaram a civilização islâmica falhada e parasita. De Marrocos á Indonésia a pobreza e a intolerância são a norma. Por isso ainda chamam de cruzados todos aqueles que têm uma réstea de dignidade e não se deixam intimidar com a agressão global islâmica, desmascarando-a e combatendo-a de todas as maneiras possíveis.
O que é significativo é o silêncio dos islâmicos face a eventos culturais destinados a difundir as conquistas dos móngóis, como seja, por exemplo, o filme russo "Mongol". Genghis Khan à frente de um exército de 200 000 guerreiros quase levou a fé islâmica às cordas, tornando-a tão relevante e ameaçadora como o Tirannosaurus rex. Infelizmente morreu à beira de o conseguir.

Saturday, June 7, 2008

One Flu Over Cuckoo's Nest


Há dias, ao reler um jornal de há 3 anos que, a propósito de qualquer coisa hoje esquecida tinha guardado, reparei numa notícia sobre a GRIPE DAS AVES. LEMBRAM-SE! Um papagaio tinha morrido em Inglaterra vítima do H5N1, isto é o vírus da gripe, rezava a alarmante notícia na secção Mundo ou Internacional do tal diário, mas que bem podia estar numa secção de necrologia aviária, pois as notícias de mortes de pardais, pombas, perús, grifos, piriquitos, pintarroxos, cegonhas, gaivotas, frangos... enfim cucos, eram progressivamente numerosas e quotidianas, a merecerem, nitidamente, uma nova secção inteiramente destinada a tão importante quão mórbido assunto.
Na actual economia globalizada, a mafia anti glob e os eco-guerreiros querem que nos preocupemos com a rapina que o Primeiro Mundo capitalista impõe ao Terceiro Mundo atrasado, bucólico, pastoral e primitivo. A globalização torna as peculiaridades desses remansos sociais longínquos, tão próximos, que basta que alguém apanhe um avião para interagirmos individual e colectivamente com ele. Como o virus H5N1 ou o mosquito do Nilo, o sucesso económico europeu resultante do comércio livre sem barreiras com Leste, também trás na volta, as doenças originárias do Oriente.
É esta a lição que devemos retirar do 11 de Setembro: a maior história de sucesso da globalização não foi o McDonald's ou a Microsoft, mas o islamismo praticado por beduínos lá dos confins do nada do deserto, que o exportaram para todo o lado - para Jacarta e Singapura, Alma-Ata, Grozny e Sarajevo, Lyon, Bergen e Manchester.... Consiste só numa virose avícola local mas voou para fora da gaiola. E agora, em vez de grupos terroristas mais ou menos paroquiais, tivemos pela primeira vez uma insurrecção global, como a que aconteceu em 2006, por causa das caricaturas dinamarquesas.
Como Dean Martin gostaria de dizer " How did all these people get in my room?"

Tuesday, June 3, 2008

Notícias da Eurábia (3)


Brigitte Bardot foi, hoje, mais uma vez multada, num tribunal parisiense, por incitar ao "ódio racial". BB disse que os muçulmanos estão a destruir os valores culturais franceses.

Desde quando são os muçulmanos uma raça? Desde que lhes dê jeito para silenciar qualquer critica às suas actividades; na Europa eles são; ora uma raça, ora uma religião, ora uma cultura. Têm o melhor dos 3 mundos e nada dão em troca. Nós é que temos que nos adaptar na nossa própria terra aos costumes bárbaros deles... Em Roma sê romano já não faz qualquer sentido. Talvez em Roma sê islâmico seja o que se pretende.

Monday, June 2, 2008

Darfur: O genocídio permitido (2)

Anda o "cherne" preocupado com a ficção do aquecimento global enquanto no Darfur são assassinados africanos aos milhares...

Entregou os campos petrolíferos aos chineses que trouxeram o seu próprio pessoal de segurança e a suas próprias armas para as novas áreas despovoadas. Estava tudo a postos para o genocídio. Centenas de milhar de africanos não árabes foram mortos, as suas aldeias destruídas pelas milícias árabes, pagas e armadas pelo governo - os janjawid (combatentes da fé ou espíritos maus a cavalo). Estas milícias são apoiadas por tanques e auto-metralhadoras governamentais, mais helicópteros e bombardeiros do Sudão.
Os dois milhões e meio de refugiados que conseguiram escapar vivem actualmente em campos de refugiados ou em esconderijos solitários em vales do deserto.
E a comunidade internacional, seja lá isso o que for, o que faz? Nada... assobia para o lado, mandam uma "bocas" piedosas, para ficarem de bem com as suas consciências, e os africanos do Darfur estão sós sem poderem lutar contra uma jihad, apoiada pela China.
E os palhaços das Nações Unidas? Estarão na China a prestar vassalagem ao regime? E os palhaços da União Europeia? São amigos dos islâmicos...
E este clone do Kofi Annan, e de todos os outros secretários gerais, quando é que resolve dar atenção ao genocídio no Darfur?

Darfur: O genocídio permitido (1)


Se num mapa localizar o Egipto, desça e encontra o Sudão. A sua zona ocidental chama-se Darfur. "Dar" significa terra. Os "fur" são povos tribais a sul que se dedicaram à agricultura. Um dos seus líderes foi Rei de toda a região no séc. XVI, daí a razão deste nome.
O Sudão alberga uma população africana, na sua maioria não árabe. Ou talvez seja melhor dizer, albergava porque durante os últimos anos, o governo árabe do general Bashir, tem estado a promover a identidade árabe nacional sudanesa, a jihad e a limpeza étnica.
Umar Hassan Ahmad al Bashir, expandiu a lei da sharia, encerrou os jornais, acabou com os partidos políticos da oposição e prendeu os dissidentes. O exército, o governo e os tribunais foram limpos de elementos que não fossem suficientemente leais à agenda de Bashir e da sua irmandade religiosa. O general criou relações amistosas com Bin Laden e com outros radicais islâmicos, que criaram campos de treino no Sudão.

Saturday, May 31, 2008

Katrina


Este blog, desde o primeiro post, preocupou-se com a denúncia da "marcha do irracionalismo" a que estamos assistir um pouco por todo mundo, com especial atenção à Europa. Neste âmbito denunciamos os fundamentalismos, ambientalistas, islâmicos e o politicamente correcto emanado pela esquerda em geral e por uma certa direita.

Destaco hoje, o furacão Katrina, que serviu de propaganda para os ideólogos do aquecimento global, com Al Gore á cabeça, e mostra como os ambientalistas se constituem como uma poderosa força retrógrada, cuja reacção, muitas das vezes, provoca vítimas inocentes, com é o caso. O que se passou em New Orleans não teve nada a ver com o aquecimento global nem com o dióxido de carbono de origem "antropogénica". Os decisores políticos americanos sabiam há décadas que os sistemas de canais, diques, muros e açudes não eram adequados para proteger a cidade. Nos anos sessenta e setenta, o Corpo de Engenheiros propôs a construção de grandes comportas de aço e betão para evitar que um furacão levasse as vagas do oceano até ao Lago Pontchartrain através de Nova Orleães.

Os políticos locais e a delegação do Congresso do Louisiana deram o seu acordo aquela proposta. Todavia, os grupos de pressão ambientalista processaram o Corpo, recorrendo à Lei de Política Nacional do Ambiente, com o objectivo de impedirem a construção das comportas de protecção contra as inundações. E tiveram sucesso...

O Katrina devastou New Orleans porque os açudes, batidos pelas vagas, abriram brechas e permitiram que também a água do Lago fosse despejada no interior da cidade, inundando-a. O sistema de controlo de cheias proposto pelo Corpo teria evitado a enorme perda de vidas e prejuízos económicos que bateram todos os records.
A irresponsabilidade e a litigação dos grupos ambientalistas foram o único factor "antropogénico", e não o aumento das concentrações de dióxido de carbono que transformou o Katrina numa horrenda catástrofe.
Haja alguém que processe os ambientalistas... por favor! Estes tipos não são a Madre Teresa de Calcutá! Podem e devem ser chamados à barra do tribunal, para o bem da sociedade, sempre que necessário. Infelizmente isso não acontece. Vá-se lá saber porquê!

Sunday, May 25, 2008

Casamentos (3)


Estes casamentos têm consequências sociais enormes. Permitem que mais e mais membros das extensas familias muçulmanas se estabeleçam na Europa e gozem da prosperidade ocidental. E travam, ou mesmos invertem, qualquer progresso de ocidentalização das esposas nascidas europeias. Por outras palavras, a doença da integração é prevenida injectando na parte europeia da família fortes elementos de "valores tradicionais" pelos recém chegados. Claro que estes valores tradicionais são os da hostilidade ao pluralismo, à tolerância, democracia e igualdade entre os sexos. Estas inoculações anti cultura ocidental, provam-se extremamente efectivas.
Para os machos-pais, este esforço de anti-integração é particularmente urgente, porque as raparigas crescem e tomam consciência da liberdade que as mulheres gozam nas sociedades ocidentais. Por isso, estes casamentos forçados ocorrem com raparigas cada vez mais jovens. Uma rapariga que desobedeça aos ditames dos machos da família pagará o preço mais duro; o da própria vida.
Se alguma esperança existe numa revolução das populações muçulmanas que habitam a Europa, ela reside na emancipação da mulher. É por aí que temos que seguir.

Casamentos (2)


O seu marido prospectivo, quase de certeza, será membro da famíla da rapariga, provavelmente seu primo, em primeiro ou segundo grau. Ela pode ou não ter-se encontrado com ele antes de casar. Ela pode ou não gostar dele. Provavelmente não quererá casar-se com ele. Mas de certeza que ela obedecerá. Porque ela sabe o que lhe pode acontecer á saúde se não quiser casar. (Os rapazes também são forçados a casarem-se, mas correm menos riscos se recusarem a fazê-lo.)

Storhaug e Karlsen chamam " comércio humano moderno" ao casamento arranjado ou forçado. Eles também apontaram um facto que a maioria dos políticos europeus preferem ignorar - que o casamento forçado também envolve sexo forçado, isto é violação, numa base diária. O Serviço dos Direitos Humanos da Noruega estudou 90 casos de casamento forçado e concluiu que só 3 mulheres não foram violadas - porque, das duas uma, ou fugiram a tempo ou o casamento só constituiu um pro forma.

As raparigas forçadas ao "casamento" que tentam lutar contra os "maridos" na noite de núpcias não podem esperar que a família venha em seu auxílio.Uma miúda disse que quando gritou por ajuda, os pais do marido, ainda celebravam o casamento na sala ao lado, aumentaram o volume da música." Outra rapariga disse, "Nunca esquecerei o dia seguite à noite de núpcias, quando, toda a gente via a minha cara de sofrimento. Mesmo a minha própria mãe não deu qualquer sinal de apoio ou conforto ao meu desgosto".

Casamentos (1)


Durante muito tempo, muitos académicos e políticos viam o casamento entre os nativos europeus e os emigrantes, como a chave da integração. Aqueles assumiram que quando os filhos dos imigrantes crescessem, casavam com europeus e teriam crianças europeias. Os Ghettos progressivamente desapareceriam. Mas isto não aconteceu! Porquê? Porque a quantidade de inter casamentos e de intregração permaneceu marginal - e os ghettos estão a expandir-se. Porquê? A resposta dá-se em duas palavras - reunificação familiar. Sob as leis europeias, se você for um emigrante ou um residente permanente, a sua esposa, as crianças e outros membros familiares podem também habitar na europa consigo. Muitas comunidades de imigrantes através de um truque pragmático na tradição dos casamentos arranjados exploraram a lei brilhantemente - e fazendo isto, mudaram a face, quer da Europa Ocidental, quer do casamento Muçulmano.

Imagine, se poder, uma rapariga cujos pais se mudaram de Marrocos para a Bélgica antes dela nascer. Ela é uma cidadã belga porque nasceu na Bélgica e tem todos os direitos e deveres que assistem qualquer cidadão belga. Mas quando a rapariga atingir os seus quinze anos, mais ou menos, o seu pai arranjar-lhe-á uma marroquino para casar em Marrocos, ou o menos provável, algum marroquino na comunidade belga, holandesa ou francesa de marroquinos.

Thursday, May 22, 2008

Notícias da Eurábia


22/5/08

Mais um atentado falhado na Inglaterra

Fundo Histórico (4)


O universalismo da jihad foi proclamado desde o nascimento do Islão. A jihad não é uma manifestação limitada no tempo ou declarada contra qualquer grupo específico. É muito mais do que isso. Ela assemelha-se à missão de Maomé (Corão 34:28), é uma manifestação universal do islamismo e dura até a única religião sobrevivente, ser a de Alá (Corão 2:189). Esta luta contínua na "senda de Alá" despoleta o processo que Samuel Huntington chamou de "fronteiras de sangue do Islão". A contínua expansão do Islão através de ataques e conquistas aos seus vizinhos, está de acordo com os mandamentos do Corão que incita a "combater os não crentes que escarnecem das palavras do profeta" (Corão 9:124).

Os próprios académicos islâmicos não escondeu ao que vêm. Por exemplo, Ismail Raji al-Faruqui, que ensina na Universidade de Chicago e Syracusa, e foi professor no Departamento de Religião na Universidade de Temple, escreveu que, todos os muçulmanos esperam que um estado islâmico, um dia, governe o Mundo. Faruqui afirmou: " a doutrina da jihad é válida no Islão".

Devemos continuar a fingir que não é nada connosco?

O meu cão


Este é o meu cão e chama-se Chomsky. É treinado e obedece à voz do dono.

Tuesday, May 20, 2008

A Xenofobia Sul Africana

Assim como somos céleres a criticar quando julgamos ser necessário criticar, também somos céleres em elogiar quando os factos a isso obrigam. Por coincidência, o jornal Público saiu hoje com um longo artigo de fundo sobre o racismo na África do Sul, por parte de populações negras, sobre outras populações negras emigrantes.

Monday, May 19, 2008

África do Sul 12- Itália 0


O jornal Público continua a saga de mostrar o mundo a preto e branco apesar da profusão de fotografias a cores que decoram as suas páginas. Hoje, mais um pérola da contradicção multiculturalista. Assim, na secção Mundo, transcrevendo o El País, acusa a direita italiana de xenófobia com ligações à mafia, noticiando que "grupos de homens sem rosto, perseguem comunidade cigana, que foge atormentada...". Noticiam ainda, mais á frente, que o ataque ter-se-ia devido a uma tentativa de rapto de um bébé por uma jovem romena. Mas acrescenta que "não terá sido por isso". Claro que não foi só por isso! Será que as pessoas ficaram estúpidas de repente? Este fenómeno de estupidificação repentina, é endógeno na redacção dos jornais!
Nas últimas semanas, vários incidentes de rapto e de violações envolveram as comunidades ciganas com origem romena. Os italianos estão a sentir na pele os resultados de décadas de imigrição; primeiro de muçulmanos e ultimamente de romenos. Aliás, basta ler os livros de Oriana Fallaci (que foram completamente ignorados pelo jornal Público) para ver, até que ponto chegou o desrespeito dos imigrantes pela cultura italiana. Parece certo, para os jornalistas do Público, que os nativos italianos não têm o direito de se sentir atormentados e inseguros. Só os outros. Tudo se resume a um complot fascista da Aliança Nacional com a Camorra. Isto apesar de 70% da população quererem a expulsão dos imigantes. Para o Público, e o seu congénere El País, 70% dos italianos ficaram " racistas de todo", num pequeno lapso de tempo. A banalização das palavras "racista e xenofobia " estão a torná-las completamente inócuas. Os verdadeiros racistas, que devem ser combatidos aliás, diga-se, devem-se sentir cada vez mais seguros e confiantes, pois aqueles conceitos já pouco significam.

Numa coluna desavergonhadamente colocada ao lado desta, está outra notícia sobre violência contra imigrantes. Mas desta vez o caso passou-se na África do Sul e "só" teve como resultado a morte de 12 imigrantes em Joanesburgo. O teor da notícia é escandaloso, por comparação com a notícia sobre Itália. Assim, os assassinos, nunca são chamados de xenófobos ou racistas, nem de criminosos, mas de gangs de jovens. No bairro de Cleveland, morreram cinco imigrantes, três espancados até á morte e dois queimados vivos. A palavra "xenofobia" só foi utilizada na transcrição das palavras de Jacob Zuma, líder do ANC. Se um qualquer gang de jovens, brancos claro, europeus assassinasse um imigrante... imaginem as parangonas no jornal Público:
"Hordas de SS, SA, Totenkopfs, marcham com as suas botas cardadas e bigodinhos estreitos pela ruas da Europa" ou " Os camisas negras atacam de novo de stukas entre os dentes" etc...

Neste pasquim, o politicamente correcto confunde-se com ódio contra a civilização ocidental e a primeira vítima, foi o único jornal diário de qualidade que havia neste país.

Saturday, May 17, 2008

You Are Most Welcomed!



Al- Qaeda ameçou atacar durante o Euro 2008. Os austríacos estão já a preparar-se para os receber, numa operação de treino, do Comité de Boas Vindas, chamada Cobra Drill for Euro 2008. Aqui estão duas imagens dos intensos exercícios destinados a aprofundar as relações, a amizade e a troca de experiências inter-civilizacionais.



Ken Livingstone Again

O homem não "larga o osso". Na primeira assembleia dirigida por Boris o novo Mayor de Londres, Ken, the Red, disse á imprensa que, iria vigiar a acção de Boris Johnson de muito perto, e que não iria tão cedo deixar a política. Derrotado mas não convencido.

Red Ken sempre despertou amores e ódios. Amores nos islâmicos, nos socialistas e sindicalistas, e ódios nos cidadãos londrinos normais.

Numa curta trip pela blogosfera londrina coleccionei estas fotomontagens, que valem a pena ser observadas pelos amigos e leitores de Neuromante.









Fundo Histórico (3)


as Cruzadas não são uma equivalência moral entre o Ocidente Cristão e o Islão


Poucos europeus se dão conta do que a jihad realmente significa. Ánalises deliberadamente tendiosas e até historicamente falseadas, são difundidas para o grande público, pela comunicação social e por alguns académicos, "ensinando" que as Cruzadas são uma equivalência moral entre o Ocidente Cristão e o Islão, destinadas a acalmar, diria mesmo, a pastorear, as preocupações das populações e a despistar qualquer estado de vigilância defensiva dos cidadãos europeus. Ignora-se, concerteza, que a jihad é uma ideologia e uma praxis muito regulamentada, com uma jurisprudência própria, que está muito para além da ideia que a maioria dos ocidentais possui, que os jihadistas são um bando de "morcões" esfarrapados, vítimas da opressão capitalista e do desprezo do ocidente e... blá blá blá... Muito longe disso!...


Logo no séc. VIII, foi estabelecido um conjunto formal de regras destinadas e regulamentar as relações entre islâmicos e não islâmicos, conquistados ou ainda não. Eram regras práticas, religiosas, judiciais e até tácticas militares, que compõem o conceito da jihad. Essas regras foram baseadas na interpretação do Corão e do hadith (as palavras e os actos de Maomé). O conceito e a doutrina da jihad destina-se a regular a beligerância relativamente a outros povos, outras terras e religiões, sempre tão avidamente invejadas pelos muçulmanos, regula armistícios temporários e muito muito importante, são regras destinadas a regulamentar a submissão dos conquistados e a divisão dos saques.

Wednesday, May 14, 2008

Winston Churchill

Winston Churchill guiou a Inglaterra contra o nazismo. Sabia muito bem, ao contrário de muitos dos seus actuais conterrâneos, a pobreza e os perigos que o islamismo pode gerar, para os seus seguidores e para os seus vizinhos. Agora para os seus hospedeiros. Até porque na I Guerra Mundial combateu os Turcos e na II Guerra Mundial, viu muitos muçulmanos porem-se ao lado de Hitler. Deixo aqui alguns pensamentos de Churchill na língua original, pois é importante manter a força das suas palavras.
"How dreadful are the curses which Mohammedanism lays on its votaries! Besides the fanatical frenzy, which is as dangerous in a man as hydrophobia (rabies) in a dog, there is this fearful fatalistic apathy. The effects are apparent in many countries; improvident habits, slovenly systems of agriculture, sluggish methods of commerce, and insecurity of property exist wherever the followers of the Prophet rule or live."
"A degraded sensualism deprives this life of its grace and refinement, the next of its dignity and sanctity. The fact that in Mohammedan law every woman must belong to some man as his absolute property, either as a child, a wife or a concubine, must delay the final extinction of slavery until the faith of Islam has ceased to be a great power among men. "
"Individual Moslems may show splendid qualities, but the influence of the religion paralyses the social development of those who follow it."
"No stronger retrograde force exists in the world. Far from being moribund, Mohammedanism is a militant and proselytizing faith. It has already spread throughout Central Africa, raising fearless warriors at every step. Were it not that Christianity is sheltered in the strong arms of science, the science against which it had vainly struggled, the civilization of modern Europe might fall, as fell the civilization of ancient Rome."

Monday, May 12, 2008

Pearl Harbour vs 11 de Setembro (2)



As leituras dos soldados-cadetes iam de obras de escritores clássicos, como Aristóteles, Platão, Sócrates e Zenão de Cítio, até aos escritores franceses, alemães e russos cujas obras liam frequentemente na língua original, como Rousseau, Goethe, Kant, Hegel, Nietszche, Dostoievky, Lenine, Tolstoi, etc. As suas questões sobre a responsabilidade do indivíduo para com a sociedade levaram-nos a autores modernos como Thomas Mann, Romain Rolland e Roger Martin du Gard. Procuraram apoio psicológico numa estética do niilismo que lhes oferecia vias poéticas para evitar compreender a morte em que viviam.

Estão a anos-luz dos fanáticos selvagens islâmicos que muito deliberadamente se serviram de aviões carregados de civis, aviões esses que utilizaram como armas sobre alvos civis, gritando Alá Akbar! e sonhando com não sei quantas virgens que teriam à espera, sem sequer terem bebido ao amanhecer, that one last drink for the "road".

Pearl Harbour vs 11 de Setembro (1)


Como disse Walter Benjamin, há muitos factos históricos atirados para o "caixote do lixo da História". Mas é perigoso quando uma caricatura substitui por completo um facto histórico. Com a classificação do 11 de Setembro como "homeland Attack", estabeleceram-se analogias diversas com a abertura da frente do Pacífico na II Guerra Mundial iniciada, como sabemos, com o ataque aéreo do Japão á base naval americana de Pearl Harbour. Com isso, os Kamikaze, que no Ocidente são vistos como fanáticos nacionalistas e imperialistas de sorriso nos lábios ao amanhecer, erguendo a sua taça de saké rumo a uma morte certa, passaram a ser o arquétipo de bombistas suicidas. Não pode haver maior injustiça. Em primeiro lugar, em 1941 não tinha sido criada a força de combate japonesa denominada Tokkotai de que faziam parte os pilotos kamikaze. Assim em Pearl Harbour, os pilotos japoneses executaram a sua missão com os aviões equipados para regressar aos porta-aviões. Os Tokkotai que voaram em 1944 e 45 não eram bombistas suicidas. Eram enviados em missões de bombardeamento, sem regresso e morriam necessáriamente em combate.
Dos cerca de quatro mil pilotos Tokkotai, perto de 3000 eram adolescentes escolhidos num programa de recrutamento especial destinado a formar rapazes muito novos. À volta de mil, eram "soldados-cadetes", estudantes universitários a quem o governo encurtava a formação para os integrar nas fileiras. Eram muito introspectivos e cosmopolitas. Muitos deles eram politicamente liberais ou mesmo radicais de esquerda, em segredo. Não se ofereceram como voluntários, é mais correcto dizer, que não lhes foi dada qualquer alternativa. Deixaram escritos: ensaios, poemas, diários, cartas. Estes são testemunhos da luta que travaram para encontrar sentido numa morte que sentiam ser-lhes imposta por decreto.

Saturday, May 10, 2008

A Ficção Científica de Al Gore



Já está na livrarias o livro " A Ficção Científica de Al Gore". Juntamente com o filme da Channel Four, The Great Global Warming Swindle, constituem os mais arrasadores documentos, cientificamente fundamentados, que desmascaram a gigantesca aldrabice climática de Al Gore. A primeira edição do livro esgotou completamente e a segunda edição está nas bancas a partir deste fim de semana. A não perder. Todos as pessoas com responsabilidades na educação de crianças ou adultos, possuem agora um óptimo documento em português para se basearem na informação cientificamente precisa, ensinando que, como com orçamentos colossais e propaganda adequada, se influenciam milhões de pessoas em todo o mundo. Até quando os meios de comunicação responsáveis vão ficar silenciosos, e assobiar para o lado, perante esta avalanche de informações que desmacaram a hipótese do aquecimento global como a maior fraude cientifica de todos os tempos? Esperemos que os jornalistas, os cientistas, os políticos e os membros de grupos ambientalistas e do IPCC, possam ser processados judicialmente, por terem tomado parte activa nesta fraude, que ganha contornos escandalosos, de ter sido um fenómeno de manipulação de massas a nível global. Esperemos também que a fundação Nobel ganhe um pingo de vergonha na cara e retire o prémio Nobel a Al Gore que nada fez para o merecer, bem pelo contrário.

Children Dumping (3)


Tais escolas não são únicas na Holanda, elas existem por toda a Europa Ocidental. Nem sequer as crianças de pais muçulmanos necessitam de academias privadas para serem tranformadas em fanáticos, inculcadas nos valores do maior conservadorismo e tradicionalismo islâmicos. Na Alemanha, muitas escolas públicas já podem aprender o Corão em aulas de Religião. Muito professores alemães, estão desapontados com os resultados de tal decisão governamental. Um desses professores contou ao jornalista, Richard Bernstein, do NY Times, que algumas raparigas, devido á influência de professores muçulmanos, deixaram de fazer ginástica e de praticar natação e algumas começaram mesmo a usar hijab. Alguns livros apresentam mesmo textos preocupantes, que ensinam que os muçulmanos estão ameaçados pelos Judeus e Cristãos desde o tempo dos cruzados, e incitam os jovens a preparar-se para a jihad.

Marion Berning, uma directora de uma escola berlinense, entrou numa classe com o pretexto de arranjar uma janela. Enquanto lá esteve, o professor islâmico, explicava a uma turma de dóceis raparigas e de rudes rapazes, que as "mulheres são para ficar em casa atratar dos filhos". Desde que essas aulas começaram, Berning começou a ver os seus alunos muçulmanos e não muçulmanos deixarem de conviver, que as lutas no recreio entre eles aumentaram e cada vez mais alunas muçulmanas desistem das aulas de ginástica.

Esta triste história repete-se por toda a Europa. Em Milão, por exemplo, as autoridades escolares cederam relativamente às pretenções de pais muçulmanos de que os seu filhos fossem separados em turmas e poupados à "atmosfera secular" da escola, isto é, foram isolados do Ocidente democrático em que vivem.

Children Dumping (2)


Na verdade, as crianças europeias nascidas de pais muçulmanos, não precisam de ser enviadas para fora para lhes fazerem a lavagem ao cérebro nos ideais da jihad e do martírio. Muitos jovens em Amsterdão frequentam escolas islâmicas privadas. Estas escolas que, assim como as mesquitas, recebem subsídios do estado Holandês, bem como de governos islâmicos, ensinam o ódio aos Judeus, a Israel, América e ao Ocidente. Ensinam que as mulheres devem ser subservientes ao homem e que os muçulmanos devem manter a distância relativamente aos infiéis. Ensinam aos jovens a ver as sociedades democráticas em que vivem como transitórias, destinadas a serem substituídas por um califado islâmico governado de acordo com a sharia. Reforçam a moral sexual que as crianças aprenderam em casa, que permite a poligamia (aos homens), que prescreve severas punições às mulheres adúlteras e às vitimas de violação (mas não aos violadores) e exigem que os homossexuais sejam enforcados.


Children Dumping (1)


Existe uma práctica - mal conhecida dos europeus - que consiste no embarque de crianças nascidas de pais muçulmanos, imigrantes por cá na Europa, para as terras onde esses mesmos pais nasceram, e onde as crianças vão frequentar escolas corânicas. Este propósito não é ambíguo, pois serve para evitar a sua integração nas democracias ocidentais, pela "re-educação" nos valores tradicionais e na intrepretação fundamentalista do Corão, a que vão estar sujeitas nessas escolas. As contas desta re-educação são pagas pelas mesquitas europeias - que por sua vez, recebem fundos dos governos europeus e dos governos islâmicos, numa espécie de "disciplina" que poderiamos chamar de: A Prática da Eurábia. Muitas crianças são enviadas logo aos 3 anos de idade. Apesar de terem nascido na Europa possuem uma quase nula ligação à cultura mainstream europeia; nos seus países de origem, vivem com parentes que também partilham o objectivo de que nunca essas crianças alguma vez se liguem às culturas europeias. Em 2004, alguns membros da organização norueguesa Human Rights Service, na sequência uma viagem ao Paquistão onde visitaram uma escola corânica em Gujarat, declararam o seguinte à imprensa norueguesa: " Do exterior, a escola parecia uma prisão. Era escura e fria e não tinha electricidade. As crianças, todas raparigas nascidas na Escandinávia, não pareciam bem; muitas estavam subnutridas. A escola não possuía carteiras, cadeiras, ou materiais didáticos, pelo menos à vista. As janelas eram gradeadas e tão altas que as meninas não podia observar o exterior e do exterior nada se via para o interior. Entre a primeira e a segunda sala não havia chão, só terra batida. Só em Oslo, desaparecem centenas de alunos muçulmanos, por ano, sem os directores conseguirem obter qualquer justificação pelo seu desaparecimento. Sabemos agora onde elas se encontram."

Friday, May 9, 2008

Happy Birthday Israel

Muitos anos de vida.

Wednesday, May 7, 2008

Quem Poderia Saber?


De acordo com o The Spectator de ontem, as Nações Unidas (UN) comportam-se como um clube de terror, ignorando ou desculpando actos de terrorismo e de tirania enquanto repetidamente se "atiram" ao Estado de Israel com grotescas condenações. O papel da missão na Faixa de Gaza, UNWRA é supervisionar os "campos de refugiados" que são fábricas de terroristas há muito tempo conhecidas. Israel, há muito que avisa que os terroristas operam sob a cobertura das instalações e dos veículos da UNWRA. A UN nega fortemente qualquer envolvimento em tais actividades. Só que agora a Reuteurs noticiou que o director de uma escola da UN na faixa de Gaza, um tal Awad al-Qiq, atingido mortalmente pela aviação israelita na semana passada, numa "oficina de mecânica", ensinava durante o dia e produzia rockets durante a noite para a jihad islâmica. Embrulhado numa bandeira daquela organização terrorista, foi a enterrar como um herói.

Quem haveria de saber?

Nem a sua própria família! Que choque terrível, suponho! E as Nações Unidas? Bom Deus, iam lá advinhar tal coisa! Nem um pequena pista, nada de nada!

O porta-voz da UNWRA, Christopher Gunness, declarou o seguinte:

" Temos uma politica de tolerância zero relativamente a actividades político-militantes nas nossas escolas. Claro que não somos a polícia do pensamento nem podemos policiar as mentes das pessoas.

Claro que não! Como é que alguém poderia esperar que um dos oficiais pagos pela UN fazia, numa base regular, morteiros e rockets para o Hamas? Ficamos a saber que para a UN "tolerância zero" para o terrorismo significa vigilância zero.

Tuesday, May 6, 2008

Boa Bob!


Bob Geldof declarou em Lisboa, num painel sobre Desenvolvimento Sustentável, organizado por um banco português (estão deveras ecologistas os senhores!?) que Angola é "gerida por criminosos". Pimba! Mostrou aos cínicos lambe-botas dos políticos e hipócritas agentes económicos portugueses, que os princípios devem preceder os interesses. É urgente uma grande limpeza nos sistemas democráticos ocidentais...

Ainda as Eleições Inglesas.

Conforme já aqui deixei dito o ex Mayor de Londres, Ken Livingstone (na foto), obteve quase 100% dos votos dos islâmicos. Infelizmente, para ele, 90% da cidade ainda não é muçulmana. O que não foi noticiado na imprensa portuguesa, é que esta campanha eleitoral, foi das mais sujas de sempre. Boris Johnson foi enxovalhado por militantes islâmicos, ao mesmo tempo que apelavam ao voto do socialista Red Ken. Os primeiros "fogachos" foram lançados em Janeiro quando foi proclamado que 50 organizações islâmicas escreveram para o The Guardian apoiando Livingstone. O jornal Bengali, "Janomot" declarava mesmo que com Boris a Mayor, o Corão seria banido ( o que seria uma boa ideia!). Quem esteve por trás desta campanha foi um grupo chamado British Muslim Iniciative (BMI), que se auto-intitulavam de apoiantes "pacíficos e respeitadores dos direitos humanos". Estes apoiantes presumivelmente incluiam Azzam Tamini e Anas Tikriti, cujas colunas no The Guardian eram proeminentemente publicitadas no web site dos BMI. Também publicitado naquele site é a organização apoiante, "Muslims 4 Ken", que de acordo com o Evening Standard, são nada mais nada menos que... Azzam Tamini e Anas Tikriti.
Este último, é o ex presidente do Muslim Association of Britain (MAB), que é, com efeito, um braço do extremista Muslim Brotherwood, com ligações ao Hamas. Tem sido referido que, Timini fazia os comunicados do Hamas nos anos 90. Com certeza apoiando também os bombistas suicidas contra inocentes em Israel.
Portanto concluímos daqui duas coisas importantes: primeiro que o Partido Trabalhista em geral e Livingstone em particular, recebeu apoio de gente com ligações ao terrorismo islâmico. Segundo, o jornal The Guardian, publica colunas de opinião desssa mesma gente.
Nada disto, para mim, é novidade! Mas para a maioria dos portugueses não fazem ideia do que estes fariseus políticos lhes podem, num futuro próximo, fazer nas suas costas distraídas.