Sunday, October 5, 2008

Corrupção


Para Que A Plebe Saiba


Fernando Nogueira:

Antes-Ministro da Presidência, Justiça e Defesa

Agora - Presidente do BCP Angola


José de Oliveira e Costa:

Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais

Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN)


Rui Machete:

Antes - Ministro dos Assuntos Sociais

Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD


Armando Vara:

Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro

Agora - Vice-Presidente do BCP


Paulo Teixeira Pinto:

Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros

Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de 'trabalho', saiu com 10 milhões de indemnização !!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...)


António Vitorino:

Antes -Ministro da Presidência e da Defesa

Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta - (e ainda umas 'patacas' como comentador RTP)


Celeste Cardona:

Antes - Ministra da Justiça

Agora - Vogal do CA da CGD


José Silveira Godinho:

Antes - Secretário de Estado das Finanças

Agora - Administrador do BES


João de Deus Pinheiro:

Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros

Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.


Elias da Costa:

Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação -

Agora - Vogal do CA do BES


Ferreira do Amaral:

Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte)

Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.


(...) a lista não pára aqui.

Presos Políticos em Portugal


Paulo Maia 7 - Albert Speer 20.


A Justiça portuguesa condenou várias pessoas a elevadas penas, por descriminação racial. A maior pena foi a de Paulo Maia por terem sido provadas as acusações de discriminação racial, sequestro, ofensas á integridade física, detenção de arma proíbida. Sete anos de prisão. Ficamos a saber que este indíviduo apanhou um terço do tempo de prisão de Albert Speer, o nazi inteligente, que se arrependeu a tempo, durante os julgamentos de Nuremberga. Albert Speer foi um dos nazis preferidos de Hitler, esteve com aquele ditador genocida até ao último momento, foi Ministro do Armamento e tudo indica que era conhecedor dos campos de extermínio nazi. A Justiça portuguesa foi célere e implacável. Só é pena não ser tão célere noutros processos, como o da Casa Pia entre outros.

Neste país há partidos políticos representados na Assembleia da República cuja ideologia, de crime, terror e repressão provocou 300 milhões de mortos em todo o mundo. O comunismo matou mais do que o nazismo. Comparem, a título de exemplo, as penas dadas aos militantes das FP 25. Mataram 18 pessoas, em atentados a tiro , à bomba e em confrontos com a polícia durante roubos a bancos e tentativas de fuga. O julgamento dos seus crimes foi incompleto, por prescrição do processo judicial. Justiça? Deixa-me rir enquanto posso! É, mais uma vez, a palhaçada neste país.

A Justiça está ao serviço de uma nova ideologia repressora; o multiculturalismo.

Wednesday, October 1, 2008

Comissão Europeia Levanta A Voz Ao Congresso Americano


Devido à crise financeira iniciada nos Estados Unidos da América, a Comissão Europeia considerou, ontem, uma decepção a rejeição do plano de 700 mil milhões de dólares para "limpar os activos tóxicos" e resolver a crise instalada. O comissário Laitenberger exigiu que os americanos resolvam a crise que iniciaram. Dá para acreditar? Alguém diga a estes senhores que as economias mundiais estão interligadas, que nesta matéria, bem como noutras, os europeus só têm telhados de vidro. Alguém diga, já agora a este eurocratas, " que estão no bem bom", como dizia o outro na SIC Notícias, a propósito dos congressistas americanos, que este tipo de afirmações são uma grosseira ingererência na vida politica de um país amigo, que tem resolvido os piores pesadelos de que há memória, todos, ou quase todos, da responsabilidade dos europeus. Digam-lhes que sem as forças armadas americanas a Europa fica numa situação pouco recomendável e insustentável, nos futuros dias bélicos que estão para chegar.
A comissão europeia, responsável pelo mais pernicioso multiculturalismo que está a resultar na subida da captação eleitoral da alegada extrema direita, responsável pela lamentável e rápida islamização da europa, responsável pela paralisia das economias africanas, devido ao proteccionismo agrícola da PAC, responsável pela ficção do modelo social europeu que nos faz depender de imigrantes e que nos empobrecem diariamente, responsável por um "combate" cada vez mais fanático e irrialista a um fantasma chamado "aquecimento global"....
Se não fosse o Plano Marshall e a NATO, provavelmente a União Europeia não existia, ou já estariamos todos, na melhor das hipóteses, a falar russo.
E se os americanos, durante II Guerra Mundial, tivessem dito aos europeus... Resolvam esta crise o mais depressa possível que a responsabilidade é toda vossa. Teria sido lindo.
Para os europeus os americanos têm sempre a culpa do que acontece. É agora a altura de lhes mostrar o dedo.

Sunday, September 21, 2008

As verdades Censuradas


O que se passa de facto neste país, cujo regime político é já uma oligarquia, senão mesmo uma cleptocracia ?

Portugal visto de Espanha.

(DES)DITOSA PÁTRIA MINHA AMADA.....
LISBOA, 21 sep (IPS) - Indicadores económicos y sociales periódicamente divulgados por la Unión Europea (UE) colocan a Portugal en niveles de pobreza e injusticia social inadmisibles para un país que integra desde 1986 el 'club de los ricos' del continente.
Pero el golpe de gracia lo dio la evaluación de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE): en los próximos años Portugal se distanciará aún más de los países avanzados.
La productividad más baja de la UE, la escasa innovación y vitalidad del sector empresarial, educación y formación profesional deficientes, mal uso de fondos públicos, con gastos excesivos y resultados magros son los datos señalados por el informe anual sobre Portugal de la OCDE, que reúne a 30 países industriales.
A diferencia de España, Grecia e Irlanda (que hicieron también parte del 'grupo de los pobres' de la UE), Portugal no supo aprovechar para su desarrollo los cuantiosos fondos comunitarios que fluyeron sin cesar desde Bruselas durante casi dos décadas, coinciden analistas políticos y económicos.
En 1986, Madrid y Lisboa ingresaron a la entonces Comunidad Económica Europea con índices similares de desarrollo relativo, y sólo una década atrás, Portugal ocupaba un lugar superior al de Grecia e Irlanda en el ranking de la UE. Pero en 2001, fue cómodamente superado por esos dos países, mientras España ya se ubica a poca distancia del promedio del bloque.
'La convergencia de la economía portuguesa con las más avanzadas de la OCE pareció detenerse en los últimos años, dejando una brecha significativa en los ingresos por persona', afirma la organización.
En el sector privado, 'los bienes de capital no siempre se utilizan o se ubican con eficacia y las nuevas tecnologías no son rápidamente adoptadas', afirma la OCDE.
'La fuerza laboral portuguesa cuenta con menos educación formal que los trabajadores de otros países de la UE, inclusive los de los nuevos miembros de Europa central y oriental', señala el documento.
Todos los análisis sobre las cifras invertidas coinciden en que el problema central no está en los montos, sino en los métodos para distribuirlos.
Portugal gasta más que la gran mayoría de los países de la UE en remuneración de empleados públicos respecto de su producto interno bruto, pero no logra mejorar significativamente la calidad y eficiencia de los servicios.
Con más profesores por cantidad de alumnos que la mayor parte de los miembros de la OCDE, tampoco consigue dar una educación y formación profesional competitivas con el resto de los países industrializados.
En los últimos 18 años, Portugal fue el país que recibió más beneficios por habitante en asistencia comunitaria. Sin embargo, tras nueve años de acercarse a los niveles de la UE, en 1995 comenzó a caer y las perspectivas hoy indican mayor distancia.
Dónde fueron a parar los fondos comunitarios?, es la pregunta insistente en debates televisados y en columnas de opinión de los principales periódicos del país. La respuesta más frecuente es que el dinero engordó la billetera de quienes ya tenían más.
Los números indican que Portugal es el país de la UE con mayor desigualdad social y con los salarios mínimos y medios más bajos del bloque, al menos hasta el 1 de mayo, cuando éste se amplió de 15 a 25 naciones.
También es el país del bloque en el que los administradores de empresas públicas tienen los sueldos más altos.
El argumento más frecuente de los ejecutivos indica que 'el mercado decide los salarios'. Consultado por IPS, el ex ministro de Obras Públicas (1995-2002) y actual diputado socialista João Cravinho desmintió esta teoría. 'Son los propios administradores quienes fijan sus salarios, cargando las culpas al mercado', dijo.
En las empresas privadas con participación estatal o en las estatales con accionistas minoritarios privados, 'los ejecutivos fijan sus sueldos astronómicos (algunos llegan a los 90.000 dólares mensuales, incluyendo bonos y regalías) con la complicidad de los accionistas de referencia', explicó Cravinho.
Estos mismos grandes accionistas, 'son a la vez altos ejecutivos, y todo este sistema, en el fondo, es en desmedro del pequeño accionista, que ve como una gruesa tajada de los lucros va a parar a cuentas bancarias de los directivos', lamentó el ex ministro.
La crisis económica que estancó el crecimiento portugués en los últimos dos años 'está siendo pagada por las clases menos favorecidas', dijo.
Esta situación de desigualdad aflora cada día con los ejemplos más variados. El último es el de la crisis del sector automotriz.
Los comerciantes se quejan de una caída de casi 20 por ciento en las ventas de automóviles de baja cilindrada, con precios de entre 15.000 y 20.000 dólares. Pero los representantes de marcas de lujo como Ferrari, Porsche, Lamborghini, Maserati y Lotus (vehículos que valen más de 200.000 dólares), lamentan no dar abasto a todos los pedidos, ante un aumento de 36 por ciento en la demanda. Estudios sobre la tradicional industria textil lusa, que fue una de las más modernas y de más calidad del mundo, demuestran su estancamiento, pues sus empresarios no realizaron los necesarios ajustes para actualizarla.
Pero la zona norte donde se concentra el sector textil, tiene más autos Ferrari por metro cuadrado que Italia.
Un ejecutivo español de la informática, Javier Felipe, dijo a IPS que según su experiencia con empresarios portugueses, éstos 'están más interesados en la imagen que proyectan que en el resultado de su trabajo'.
Para muchos 'es más importante el automóvil que conducen, el tipo de tarjeta de crédito que pueden lucir al pagar una cuenta o el modelo del teléfono celular, que la eficiencia de su gestión', dijo Felipe, aclarando que hay excepciones.
Todo esto va modelando una mentalidad que, a fin de cuentas, afecta al desarrollo de un país', opinó.
La evasión fiscal impune es otro aspecto que ha castrado inversiones del sector público con potenciales efectos positivos en la superación de la crisis económica y el desempleo, que este año llegó a 7,3 por ciento de la población económicamente activa.
Los únicos contribuyentes a cabalidad de las arcas del Estado son los trabajadores contratados, que descuentan en la fuente laboral. En los últimos dos años, el gobierno decidió cargar la mano fiscal sobre esas cabezas, manteniendo situaciones 'obscenas' y 'escandalosas', según el economista y comentarista de televisión Antonio Pérez Metello.
'En lugar de anunciar progresos en la recuperación de los impuestos de aquellos que continúan riéndose en la cara del fisco, el gobierno (conservador) decide sacar una tajada aun mayor de esos que ya pagan lo que es debido, y deja incólume la nebulosa de los fugitivos fiscales, sin coherencia ideológica, sin visión de futuro', criticó Metello.
La prueba está explicada en una columna de opinión de José Vitor Malheiros, aparecida este martes en el diario Público de Lisboa, que fustiga la falta de honestidad en la declaración de impuestos de los lamados profesionales liberales.
Según esos documentos entregados al fisco, médicos y dentistas declararon ingresos anuales promedio de 17.680 euros (21.750 dólares), los abogados de 10.864 (13.365 dólares), los arquitectos de 9.277 (11.410 dólares) y los ingenieros de 8.382 (10.310 dólares).
Estos números indican que por cada seis euros que pagan al fisco, 'le roban nueve a la comunidad', pues estos profesionales no dependientes deberían contribuir con 15 por ciento del total del impuesto al ingreso por trabajo singular y sólo tributan seis por ciento, dijo Malheiros.
Con la devolución de impuestos al cerrar un ejercicio fiscal, éstos 'roban más de lo que pagan, como si un carnicero nos vendiese 400 gramos de bife y nos hiciese pagar un kilogramo, y existen 180.000 de estos profesionales liberales que, en promedio, nos roban 600 gramos por kilo', comentó con sarcasmo.

Si un país 'permite que un profesional liberal con dos casas y dos automóviles de lujo declare ingresos de 600 euros (738 dólares) por mes, año tras año, sin ser cuestionado en lo más mínimo por el fisco, y encima recibe un subsidio del Estado para ayudar a pagar el colegio privado de sus hijos, significa que el sistema no tiene ninguna moralidad', sentenció.

Grande Filme


O patético primeiro-ministro português perdeu de vez o contacto com a realidade. A propaganda que este governo desenvolveu ao longo deste anos, destinada a encobrir o total falhanço das suas políticas avulsas em todos os sectores da vida portuguesa, só a ele, e à sua aficcion, convenceu. Circula por aí, um filme de propaganda política, em exibição num computador Magalhães perto de si, com o objectivo de convencer os incautos de que este governo deixou "marcas de modernidade para a posteridade." Ha! Ha! Ha!
O que acontece de facto, é que em 2008 estamos todos muito mais pobres do que em 2005, antes do Sócrates ganhar as eleições, depois de sucessivos golpes palacianos, que envolveram os afastamentos de Ferro Rodrigues e de Santana Lopes e o colocaram no poder. O que acontece de facto, é que este primeiro ministro e a sua corja de ministros, afogou os portugueses em impostos e coimas, inventou um super-polícia que ainda ninguém percebeu com que finalidade. Influências do seu muito estimado amigo e caudilho Hugo Chavez ? Peut etre! Este "socialista" é inquietante no mínimo! Depois de ter estoirado de vez com a economia, aniquilar o serviço nacional de saúde com a utopia de "saúde para todos", o que resultou em "saúde para ninguém"; destruiu a Educação, à boa maneira da revolução cultural maiosta, tendo só faltado mandar os professores não titulares limpar as retretes da escola; já para não falar de uma taxa de desemprego das mais altas da Europa; da incapacidade de atrair investimento externo; de impor uma legislação laboral destinada a liberalizar completamente o despedimento individual, esquecendo-se que a maioria dos patrões deste país não possuem a minima das éticas sociais, o que pode conduzir a um ainda maior empobrecimento da sociedade...
Sócrates prepara-se agora para nos "lavar o cérebro" com objectivo de ganhar as eleições e ser novamente Primeiro-Ministro. Não consigo imaginar pesadelo maior. Talvez só uma III Guerra Mundial será pior.
As marcas de modernidade do filme de propaganda que por aí circula, são como o arroz de carne da tropa, também chamado arroz à Tony de Matos. Procuro-te (a carne) mas não te encontro...
Porreiro Pá!
Peace Brothers.

Monday, September 15, 2008

O Cómico Pinho

Mais um banco de grande dimensão que faliu nos Estados Unidos da América. Com a particularidade, de este banco ter sobrevivido ao crash bolsista de 1929, mas não sobreviveu à crise do crédito mal parado em 2008. Vejam só o que nos espera!
Para o Ministro da Economia, Manel Pinho, esta falência é má para a economia mundial, mas não afectará a Europa e muito menos Portugal. AH AH AH AH! Deveras divertido o "man"! Continua a fuga para frente de uma economia e de um governo medíocre. Para este e outros senhores do nosso governo e não só, quando interessa a globalização é incontornável quando não interessa fica na fronteira. Alguém diga ao ministro que tem um belo futuro no circo.
Foi você que votou nestes palhaços? Eu confesso que votei, mas enquanto me lembrar deste "regime do Sócrates" o Partido Socialista não vê mais um voto meu, e não me venham com tretas que não há melhor. Pior que isto é difícil.

Tuesday, September 9, 2008

11 de Setembro

Tributo ás vítimas inocentes

Sunday, September 7, 2008

O Ano do Rato (2)

Poster anti Olímpiadas de Berlim de 1936

Acontece também que neste ano do Rato há eleições nos Estados Unidos, onde presenciámos o maior caos nas primárias da história da América recente - onde ninguém soube durante bastante tempo, quem seria o presuntivo nomeado Democrata. Mesmo assim, entre os acontecimentos caóticos do Ano do Rato de 2008, a campanha presidencial, por comparação, nem foi dos piores eventos. Lembremo-nos que este ano começou com um grande acto de apaziguamento, uma enormidade amplificada pela pequenez do território em questão. Em Fevereiro, os Estados Unidos e as maiores potências europeias, recompensaram os separatistas do Kosovo, que durante os anos 80 e 90 provocaram actos de terrorismo naquele território, com o reconhecimento da independência daquela parte da Sérvia. Os albaneses ameçavam o ocidente e o ocidente ameaçava os sérvios. Muitos analistas previram que
as repercussões em todo o mundo não demorariam. Foi só uma questão de meses para que a Rússia usasse aquele prececente para reconhecer a independência da Ossétia do Sul.

O exemplo sintomático, veio da Replública Checa que só reconheceu o Kosovo independente, após ter sucumbido às pressões dos Estados Unidos e da União Europeia, pois este processo de independência lembrou-lhes, quase por reflexo, os Acordos de Munique, onde devido às pressões dos maiores estados europeus, ficaram, primeiro sem os Sudetas, e logo a seguir perderam a independência para os nazis.

O Ano do Rato (1)


A cada 12 anos, o Ano do Rato regressa. De acordo com o calendário chinês, 2008 é Ano do Rato, e parece significar simplesmente, "CAOS". Na verdade este ano do rato viu os Jogos Olímpicos realizarem-se na própria China. A natureza comuno-fascista foi orgulhosamente mostrada durante a cerimónia, demonstrando uma precisão sobrehumana na cadência da marcha de cada performer. Com a excepção da rapariguinha de 7 anos, cantora do Hino Nacional Chinês, Yang Peiyi, que foi afastada da ceremónia inaugural, por ter uma dentição imperfeita (o hino foi cantado em playback por outra menina de bons dentes), as mulheres e raparigas (não abortadas) participantes tiveram grande destaque nas imagens televisivas. A abominação Olímpica que testemunhámos incluiu espancamentos das atletas chinesas de ginástica durante os treinos; casas de milhares de pessoas destruídas para se construir o estádio olimpíco, com espancamentos e prisão incluídos para aqueles que pediram compensação ou que protestaram; activistas dos direitos humanos foram encarcerados; transmissões e websites bloqueados; acessos negados a jornalistas; os atletas do Reino Unido terem que assinar uma ordem escrita onde se dispunham a não realizar qualquer comentário de natureza política e a não reportar, mesmo a familiares e amigos, qualquer mau tratamento por parte das autoridades chinesas que testemunhassem, muito menos enviarem e-mails ou blogarem acerca dos assuntos presenciados. Já para não falar do Tibete.

Claro, que para o Comité Olimpico Internacional (COI), isto não é sequer problema, pois esta organização já realizou os Jogos Olímpicos em pleno regime Nazi, e mandou continuar os jogos em Munique de 1972, após 15 atletas israelitas terem sido assassinados por terroristas palestinianos. O COI talvez seja, depois dos cartéis de narcotráfico e dos grupos terroristas, a organização internacional mais imoral e abjecta do planeta.

Em 1936 os Jogos ocorreram em Berlim e os atletas britânicos receberam ordens para fazer a saudação nazi. Um pequeno cálculo permite-nos concluir que, como 2008, 1936 foi também um ano do Rato. E sabemos que Caos trouxe à humanidade.

Coincidências... !?

Furacões entusiamam novamente Warmers.


Os warmers, são aquela espécie de "ratas da sacristia do apocalipse climático" que acreditam no aquecimento global, provocado pelas emissões humanas de gases de estufa. Andavam muito deprimidos porque o planeta Terra recusa-se a aquecer, as famosas ondas de calor como a de 2003 desapareceram, chove muito mais e os verões, pelos menos nesta área geográfica de Portugal, estão mais frios e como tal, não ocorreram os incêndios florestais de Verão que lhes motivasse tais previsões apocalípticas. Mais, na época de 2007, os furacões praticamente não ocorreram.
Andavam murchos e calados. As páginas e páginas nos jornais, os programas de TV dedicados ao assunto, estavam praticamente em extinção.
Mas eis que surgiu, a semana passada, a possibilidade de um novo Katrina.
New Orleans é evacuada. Uau! Entusiasmados, os warmers regressam ás paginas de jornais e aos noticiáris declarando que os furacões mais intensos vão tornar-se cada vez mais fortes pois os oceanos estão mais quentes devido ao aquecimento global e blá blá blá.
Errado. Segundo estudos do NOAA a temperatura do oceano Atlântico não indica qualquer aumento.
Desde 1851, nos EUA, a década com maior número de furacões foi a de 1941-1950 com a presença de 24 furacões. Quanto aos mais intensos, de níveis 3 a 5, essa mesma década também detém o recorde de 10.
Alguns jovens cientistas, com elevadas preocupações ao nível das suas carreiras futuras, concluem imediatamente que fenómenos atmosféricos como o Katrina, são evidências do aquecimento global e dos castigos climáticos que nos esperam.
Mas esses mesmos jovens, não sabem explicar os mecanismos da ciclogénese ou da pluviogénese. Mas continuam a falar em superfícies frontais e centros de acção, oscilações e índices que também não sabem explicar as respectivas géneses. Não são capazes de prever o que vai acontecer no próximo Inverno. Mas dizem-se capazes de prever o que vai acontecer daqui a 50, 80 e 100 anos e estão sempre prontos a gastar dinheiro com modelos e cenários sem sentido. Parece que é mais fácil prever do que explicar…
Em itálico, excertos retirados do blog Mitos Climáticos.

Thursday, September 4, 2008

A Embaixada de Portugal no Japão

A ponte de Niombashi em Tóquio

A imprensa diária noticía a vontade do governo em abrir espaços de livraria nos consulados para facilitar o acesso á literatura portuguesa. Óptimo! Podem, desde já, aproveitar tal vontade e começar por obrigar algumas embaixadas e seus embaixadores de Portugal por esse mundo fora, a fazerem qualquer coisa, não só pela poesia e prosas portuguesas, mas pela representação e colocação dos nossos produtos e empresas em mercados de grande dimesão, como é, por exemplo, o japonês.
A embaixada de Portugal em Tóquio não passa de uma apartamento pequeno que se situa por cima de uma loja de massagens. No elevador não cabem duas pessoas e a embaixada é tão pequena como o trabalho desenvolvido pelos embaixadores naquele país. Enquanto a embaixada não passa de um anexo a um salão de massagens a residência do embaixador é toda uma outra história. O sr. embaixador vive só num duplex de luxo onde o estado português, isto é todos nós, desembolsa 130 000 euros por mês. Atenção não são 130 000 iénes! São mesmo euros. Uma pequena fortuna mensal para uma ausência total de trabalho do sr. embaixador. Quem se queixa deste oriental dolce far niente do sr. embaixador são os poucos empresários portugueses que lutam no local para dar aos seus negócios e a Portugal uma representação minimamente digna.
Mas nem todos os embaixadores foram assim tão inertes como o actual. O anterior eram conhecido em Tóquio pela actividade da sua cintura pélvica. O sr. organizava grandes festarolas em que o prato principal não era sushi mas sim jovens de 15 e 16 anos de idade, de ambos os sexos, com que o sr. se divertia, isto é fornicava em orgias de fazer corar Calígula, à custa do erário nacional. Tudo isto era do conhecimento geral, em meios diplomáticos e político-empresariais da capital japonesa, claro está.
Uma vergonhinha!

Saturday, July 19, 2008

Encerrado para Férias


Vou de férias para Tóquio


Ja mata né

Tuesday, July 8, 2008

Rivers of Blood (2)



Como resultado, a política de asilo tornou-se uma farsa. Graças aos tribunais, a Inglaterra é agora obrigada a garantir potencialmente asilo aos milhões de pessoas que posssam reclamar que são perseguidos por qualquer grupo. (Por isso Vale de Azevedo fugiu para Londres pois não é burro). Mesmo que aqueles imigrantes sejam perigosos para a segurança do Reino Unido, não podem ser enviados para a origem desde que aleguem que, em tal país, serão ameçados na sua integridade física ou na própria vida. Este impasse foi ainda agravado por uma série de julgamentos debaixo da cobertura da lei dos direitos humanos - tal com a lei que regula que o não pagamento da segurança social aos que procuram asilo nega de facto o direito que os asilados têm de possuir uma vida familiar - em que os advogados e juízes sabotaram todas as tentativas governamentais para acabar com os abusos.

As consequências da doutrina dos direitos humanos foram usadas para apoiar tão falsos como descarados processos contra o estado britânico, com consequências ruinosas. Aqueles a quem era negado asilo, simplesmente desapareciam no interior do Reino Unido e se fossem apanhados podiam sempre defender-se com a desculpa do perigo de vida nos países de origem. Como tal, nem podem ser deportados para o último país de trânsito como, por exemplo a França, uma vez que podem ser deportados, a partir daí para o país onde alegadamente serão ameaçados.

A absoluta proibição da tortura é uma coisa. Mas interpretar isto de maneira tal que um país é obrigado a aceitar pessoas que serão um sério perigo para o estado, é absurdo.

Deu-se o caso de um soldado Taliban que combateu os britânicos e os americanos no Afeganistão, ser-lhe concedido asilo, porque afirmou que tinha medo de ser perseguido pelo governo pró-ocidental de Kabul. Por outro lado, um grupo de piratas do ar afegãos, desviaram um avião para Stansted onde pediram asilo com os argumentos de que estavam a fugir dos talibans. No entanto, ainda permanecem na Inglaterra apesar de terem cometido um crime, apesar dos talibans terem sido derrotados, apesar dos esforços do governo para os mandar de volta para o Afeganistão.

Os advogados e os juízes estão a governar. O mesmo se passa em Itália e como iremos ver o mesmo se irá a passar em Portugal.

(continua)

Rivers of Blood (1)


Gabriel e Laurent, dois estudantes franceses foram selvaticamente esfaquedos no apartamento onde residiam na capital inglesa. Ao todo foram 243 facadas de ódio, corpos amarrados e incendiados juntamente com o apartamento. Segundo fontes credíveis, há um ataque com facas a cada hora que passa. Em 2007, quase 15000 pessoas foram feridas por armas brancas, o que dá uma média de 40 esfaqueamentos por dia e 31 mortos em 2008. Hoje os ingleses em geral e os londrinos em particular vivem com medo. Medo em Londres, é algo de novo. Nem Hitler com a sua Blitzkrieg consegiu vencer o espírito e o ânimo dos londrinos.

Como chegámos até aqui? A resposta não é fácil, penso mesmo que estamos perante um fenómeno multidimensional. Só os distraídos ou quem não conhece Londres e a Inglaterra é que não vê a telúrica mutação civilizacional que ocorreu naquele país a partir dos anos noventa.

Aqui vão alguns factos que podem explicar esta violência terceiro mundista na capital inglesa:

1º-A Britânia perdeu o controlo das suas fronteiras porque foi literalmente assaltada por um número cada vez maior de pessoas que procuravam asilo. Neste campo, a lei inglesa é tão delicada que todos entram mesmo que, não estando a fugir de perseguições políticas, só queiram melhorar as suas condições de vida.

2º- Esta política fraca teve origem num repúdio das elites da esquerda politica e intelectual, que considerou tabú, todos os temas relacionados com a imigração, desde o célebre discurso de Enoch Powell, em 1968, intitulado, Rivers of Blood.

3º- Quando os políticos finalmente decidiram resolver o problema de tal caos, falharam, porque, entretanto "levantou-se" a ideologia dos "direitos humanos", que não é, nem mais nem menos, do que um assalto á integridade da nação, juntamente com a obsseção de prevenir qualquer comportamento contra os auto designados "grupos vítima" que os prejudique, em Inglaterra ou em qualquer parte do mundo. Este credo da intelectualidade e da politica progressista, tornou-se ortodoxia bem no coração do sistema britânico - precisamente no sistema judicial - cujos regulamentos não só reduzem o sistema de asilo a um campo de batalha jurídica como contraria qualquer tentativa de impor alguma ordem ao sistema.

4º- Em 1989, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos extendeu o alcance da providência na Convenção Europeia dos Direitos Humanos que proibe a tortura e todos os tratamentos degradantes. Esta lei tornou impossível deportar ilegalmente os imigrantes mesmo aqueles suspeitos de actos de terrorismo, para qualquer lugar do mundo em que aqueles abusos referidos na Convenção, fossem praticados.

A aplicação para a lei inglesa foi mais zelosa do que noutra qualquer nação europeia. Ao mesmo tempo, os juízes ingleses começaram a interpretar de uma maneira muito mais ampla do que nos outros países, a Convenção das Nações Unidas para os Refugiados de 1951, de tal maneira que a definição de refugiado foi expandida desde a seu significado original - pessoas perseguidas por um estado - para pessoas que sejam ameaçadas por qualquer grupo social.

(continua)

Sunday, July 6, 2008

Crimes de Honra (2)



No julgamento, o pai de Heshu disse que não tolerava mais o seu modo de vida ocidentalizado, pois, a miúda queria sair com amigos e possuir um telemóvel. No entanto, a organização "moderada" chamada, Muslim Council of Britain (Conselho Muçulmano de Grã-Bretanha), fez sair uma declaração que afirmava não condenar o crime sobre Heshu, tendo ainda o porta voz da organização, um tal Inayat Bunglawala, afirmado que, "muitos muçulmanos compreendiam que o Pai de Yones estivesse aborrecido pela aparente rejeição da sua fé e por estar a crescer segundo um sistema de valores alheios e não os da sua própria família." Atenção, estes são os chamados islâmicos moderados! Se fazem isto às próprias filhas, por quererem ter uma vida normal, imaginem só o que poderão fazer, no futuro, aos ocidentais que não queiram viver segundo os ditames fascistas desta religião jurássica! Mais, o dito sistema de valores alheios a que o porta-voz daquela organização islâmica se referia, é o sistema de valores que o pai da defunta, um refugiado do Kurdistão, implorou de joelhos para que o abrigase. Foi revoltante, ver aquele parvalhão, referir-se simpaticamente a um "sistema de valores" de um homem, que armado com um facalhão, estripou a sua própria filha até á morte.

O que torna estes assassínios diferentes de todos os outros que acontecem diariamente na Europa, é que os membros desta sub-cultura consideram estes crimes defensáveis. De cordo com o jornal The Sun, a polícia de Yorkshire que investigou a crime da canção-de-amor-dedicada "encontrou uma muralha de silêncio nas raparigas da comunidade paquistanesa." Após o assassínio de Fadime Sahindal, os muçulmanos noruegueses, interpelados pela imprensa, recusaram-se a condenar o crime. Diversos muçulmanos alegaram que o pai fez o que tinha a fazer. Das duas uma, ou concordam com o tal "sistema de valores" e não condenaram os crimes ou têm medo de sofrer retalições vindas do seio da própria comunidade. De qualquer das maneiras é arrepiante.

Crimes de Honra (1).


Um dos maiores problemas que a Europa enfrenta são os chamados crimes de honra praticados pelos machos muçulmanos de importação. Qualquer listagem das mortes causadas em raparigas de origem muçulmana na Europa é sempre uma amostra, porque maior parte dos casos não são detectados e não saltam para os jornais e para a opinião pública.

Por exemplo, em janeiro de 2002, uma jovem sueca chamada Fadime Sahindal, tornou-se, pelas piores razões, uma estrela mediática porque se recusou submeter a um casamento arranjado e foi assassinada pelo pai. Mais tarde o seu namorado sueco morreu em condições misteriosas. Na altura da prisão, o pai, rapidamente confessou e conseguiu ter a coragem suficiente para chamar de puta à defunta filha. A história fez as manchetes por toda a Escandinávia. Isto é só a ponta do iceberg. Em 2004, na Inglaterra, o Ministério Público investigou 117 casos de mortes suspeitas e desaparecimentos para determinar se na origem estiveram os chamados - honor killings. Num período de seis meses entre 2004 e 2005, 11 raparigas foram vítimas de assassínios de honra, só na cidade holandesa de Haia. No sul de Londres em 2002, uma jovem rapariga que tinha sido violada foi posteriormente assassinada pela própria família para restaurar a sua honra perdida. O ano seguinte, em Birmingham, Sahjda Bibi, de 21 anos foi esfaqueada 22 vezes por um primo, ainda com o traje de noiva vestida, por ter casado com um homem divorciado e não com um parente próximo. No mesmo ano, em Yorkshire, uma teenager foi assassinada pelo pai paquistanês devido a um amor secreto, que só foi desvendado quando o namorado lhe dedicou uma canção de amor numa estação de rádio de dialecto paquistanês. Em Londres em 2003, uma rapariga de 16 anos chamada Heshu Yones - apaixonou-se por um libanês cristão e planeou fugir com ele - foi esfaqueada 11 vezes pelo pai, que depois lhe cortou a garganta. Numa carta de despedida ao seu pai, Heshu referiu-se às frequentes sovas que tinha levado do pai:



Bye Dad, sorry i was much trouble.

Me and you will probably never understand each other, but i´m sorry

I wasn't what you wanted, but there´s some things you can´t change.

Hey, for an older man you have a good strong punch and kick.

I hope you enjoyed testing your strength on me, it was fun being on the receiving end.

Well done.


(continua)

Saturday, July 5, 2008

Fundo Histórico (6)



Há 40 anos, o académico francês Charles- Emmanuel Dufourcq sublinhou um aspecto básico, nas dificuldades da elaboração e manutenção dos tratados entre países cristãos e muçulmanos. Ele explicou que de acordo com o conceito jurídico da jihad, a guerra era o estado normal das relações entre os muçulmanos e os cristãos. Todos os tratados entre eles são chamados de "tratados de tréguas", que são de facto, declarações de paz, em vez de declarações de guerra. " Não é a guerra que é declarada mas a paz". A duração de cada tratado é especificado. Cada governante muçulmano, incluindo os sultões otomanos, do séc. XIX, promoviam tratados de "proclamações de paz" nas suas relações com governos e sociedades não-muçulmanas."

Os infiéis da terceira categoria, são aqueles que se renderam sem lutar contra os muçulmanos. As suas terras são integradas na dar al-islam, ou terras do Islão, e os seus conquistados cidadãos não-muçulmanos são protegidos da jihad por um tratado, o dhimma, que estabelece os seus direitos e deveres. A paz jihadista é fundada no princípio da "paz e segurança em troca de território". A paz e a segurança é concedida pelos exércitos jihadistas se os infiéis cederem o seu território e se submeterem às regras da dhimmitude. Foi assim que se expandiram, desde Marrocos á Indonésia, e é assim que estão a conquistar a Europa.

A dhimmitude é esta condição de subjugação com protecção dos não-muçulmanos nos seus próprios países, obtida pela cessação do seu teritório para a autoridade muçulmana. Sujeição, porque os infiéis se submetem à lei islâmica que os expropria, e protecção porque a mesma lei protege-os da jihad e garante-lhes direitos limitados num sistema de descriminação que eles devem aceitar, ou então enfrentar um conversão forçada, ou escravidão ou a morte. A dhimmitude é uma consequência directa da jihad.

(continua)

Fundo Histórico (5)


Nesta rúbrica, disponibilizamos informação aos leitores de Neuromante sobre a natureza da jihad. Informação essa que não é dada por quem tem o dever de o fazer: os políticos ocidentais e os jornalistas. Tal desconhecimento da natureza guerreira da jihad do grande público possibilita:
- A vitimização dos agressores.
- A difusão do conceito da jihad como algo de íntimo e pessoal e não como uma vontade de guerra e conquista religiosa colectiva.
- A fácil manipulação da opinião pública.
A jihad classifica os infiéis em 3 categorias: 1) aqueles que se opõem ao chamamento islâmico pelas armas; 2) aqueles que pertencem aos países das tréguas; 3) aqueles que se renderam à dominação islâmica, trocando a sua terra por paz; tornando-se "dhimmis", são "protegidos" da guerra de jihad contra os não-muçulmanos por um tratado de submissão e protecção (dhimma).
Os infiéis da primeira categoria são chamados harbis; eles pertencem à região do dar al-harb, a região da guerra que prossegue até aos harbis reconhecerem a supremacia do Islão.
Os infiéis da segunda categoria estão numa situação que medeia duas guerras. Em princípio, as tréguas com os infiéis não podem exceder 10 anos, ao fim dos quais, a jihad deve continuar. Eles vivem na ragião do dar al-sulh, a região da trégua temporária. Há duas possíveis motivações para que as autoridades islâmicas decretem tréguas com os infiéis: a) os muçulmanos são demasiado fracos para ganhar a guerra; b) os líderes infiéis concordam em pagar um tributo à autoridade muçulmana para obter a cessação das hostilidades, que inclui violações, raptos, escravidão e assassíneos. Os países do dar al-sulh devem-se também abster de se opor ao desenvolvimento do Islão nas suas próprias terras. Se a jihad continuar contra outro país ou região, a região dar al-sulh, deve contribuir com contigentes militares fortalecendo os exércitos islâmicos. Mais, só os tratados que são conformes com as estipulações da jurisprudência islâmica são válidos, e devem ser renovados de 10 em 10 anos. Se estas condições não foram integralmente cumpridas os tratados deixam de ser válidos. A recusa de permitir a propagação do Islão nas terras da trégua é razão suficiente para casus belli, e a jihad pode recomeçar.


Wednesday, July 2, 2008

A Fortaleza do Sr. Malheiros (2)


O sr. Malheiros acha que só não tem papéis quem não consegue ter papéis, quem não sabe como obtê-los, quem não pode, quem está na posição de maior fragilidade imaginável, os humilhados e ofendidos do mundo (sic).Só lhe faltou transcrever a letra da Internacional Socialista! A demagogia deste senhor é bastante maior que a largura do estreito de Gibraltar.
O sr. que é jornalista, deve saber melhor do que eu, que as travessias em barcos precários pagam-se bem, que é preciso ter contactos, fuga às autoridades locais nas praias ou portos dos países do embarque clandestino, etc. Portanto, aquela conversa piedosa dos desgraçadinhos inconscientes não cola, porque eles não chegam cá através de ataques de sonambulismo.

Para além disso, o sr. Vitor Malheiros não conhece (?) o Londonistão e a desgraçada da decadência britânica, as cidades árabes que existem em torno dos grandes centros urbanos europeus, porque senão, não nos vinha com a conversa de que a livre circulação é só para os ricos e ociosos europeus. Os atentados de Madrid, de Londres, os incêndios de Copenhaga na sequência da republicação dos famosos cartoons,o próprio 11 de Setembro aí estão para o provar. Mas o que interessa a realidade a estes tipos?

Relativamente ao apoio ao desenvolvimento dos países de origem, eu só pergunto, ainda mais!? Será a Europa uma vaca leiteira ou a Santa Casa? Sai do nosso bolso, caso ainda não tenha reparado e acaba a maior parte das vezes nas contas de tiranos assassinos ou de grupos terroristas como o Hamas. Mas isso também não o deve preocupar. Mas, mais uma vez, pode começar a dar o exemplo, e apoiar os pobres através das muitas ONG's que tratam dessas situações. Faça-o como eu.

E depois acaba lançando a bomba atómica da retórica - a intimidação. "A questão é simples, diz ele (só na cabeça dele é que é simples!). Se a Europa não servir para defender os direitos humanos não serve para nada (sic). Bem, isto então, é desonestidade pura e simples. O sr. Malheiro só vê os direitos humanos dos imigrantes. Os naturais europeus e migrados com papéis, pelos vistos são ociosos, ricos, técnicos especializados, empresários, que não devem ter direitos, por exclusão de partes. Não terão o direito os naturais europeus, a terem uma vida inserida numa sociedade que defenda os seus próprios valores culturais ancestrais? Não terão o direito a viver numa sociedade onde ilegais não vegetem pelas ruas tornando-se alvos fáceis para toda a espécie de oportunismo criminoso, ou cometar crimes para sobreviverem? Os naturais europeus não terão o direito a recusar a entrada nas suas fronteiras de quem quiserem? Não terão direito de expulsar quem se encontre em situação ilegal? Não? Se não, então vamos todos acampar para casa do sr. Malheiro e atirá-lo pela porta fora. Queremos acesso total ao seu frigorífico e à sua cama. Ele que durma no vão de escadas.
Já que fala em respeito pelos direitos humanos, o sr. Malheiros poderia dizer o mesmo (e com maior justificação) da Organização das Nações Unidas, mas estas devem servir melhor as suas causas ideológicas.
Resta observar uma última questão. Muitos dos imigrantes vêm fugidos de países em que a retórica ideológica dominante das classes opressoras é a retórica do sr. Malheiros. A maior parte dos regimes criminosos de África provêm de partidos e movimentos que lutavam contra a exploração do homem pelo homem e pelos direitos humanos (de alguns claro!). Está bem á vista o resultado de tais ideologias. Não são precisos exemplos pois não!? Esses regimes exploram tão bem como o sr. Malheiro faz, a culpa do homem branco.


A Fortaleza do Sr. Malheiros (1)


O sr. Vitor Malheiros é um escriba regular do jornal Público. Na edição de hoje choramingando escreveu " A Europa-Fortaleza mostra a sua face: medo e impiedade". Até dá vontade de rir às gargalhadas (lol). Para a quantidade de muçulmanos e outros imigrantes que vivem dentro das suas muralhas esta fortaleza só pode ser muito fraquinha e sobretudo muito rota, como aliás o é, a filosofia multiculturalista barata do sr. Malheiros. Para ele, a imigração clandestina não pode ser observada como um crime mesmo que resulte do tráfico de imigrantes, que diversas mafias levam a cabo por esse mundo fora. Portanto o sr. Malheiros deve ter algum interesse na acção dessas mafias. Uma política robusta de combate à imigração clandestina pode atingir também a causa criminosa dessa imigração. O sr. Malheiros acha que "(...) os imigrantes pobres que têm a ousadia de vir meter o pé na porta para tentar trabalhar na Europa(...)". Mais uma vez, quem vem meter o pé na porta não são os pobres dos imigrantes, mas sim as redes de tráfico humano que os transporta sob condições esclavagistas para as praias do Sul da Europa. Tanta caridadezinha pelos pobres dos imigrantes mas não se lhe lê uma única palavra acerca de como é que os imigrantes cá chegam.

Para o sr. Malheiros também não interessa se existem ou não postos de trabalho para tal invasão da Europa por parte de pessoas que querem vir melhorar as suas condições de vida. Talvez passe pela cabeça do sr. Malheiro retirar os europeus dos seus empregos e substítuí-los pelos imigrantes ilegais. Caso seja o caso, espero que o sr. Malheiros comece a dar o exemplo e ponha o lugar á disposição; mais...acho mesmo que para dar o exemplo, o sr. Malheiros abra as portas da sua casa "à rua", para que possa abrigar alguns desses imigrantes. Não peça é aos estados europeus, isto é, aos contribuintes europeus que suportem todos os ilegais que quiserem vir estancionar na Europa. Já basta ter-mos que subsidiar as mesquitas e veja-se bem o resultado que está dar.

Tuesday, July 1, 2008

The Mist


Uau! Grande filme, a não perder. Está lá tudo o que caracteriza a decadência da nossa sociedade de consumo. Um perigo mortal mais pressentido do que visto, monstros alienígenas com vagas expressões humanóides cercam os personagens sitiados num supermercado, fanatismo e fundamentalismo religioso "salvador" e congregador, falta de esperança e de fé na Humanidade, etc. Uma alegoria aos tempos que correm. As cenas finais são arrepiantes de tão claustrofóbicas, com Vozes Búlgaras por banda sonora. O sobrevivente preferia ter morrido... Bom, este é um filme sobre a monstrousidade que se pode abater sobre nós durante o ocaso da civilização ocidental.

Saturday, June 28, 2008

Choque Petrolífero (2)


O sr. Al Gore, greenpeacessss e o resto da cambada ambientalista, próximos ideologicamente da extrema esquerda, conforme já demonstrámos em posts anteriores, também ajudam á missa da culpabilização dos americanos e da sociedade de consumo. Mas se pensarmos duas vezes nas palavras deles, facilmente podemos observar o quão demagógicas e manipulatórias podem ser. Vejamos o que Gore nos diz, a este propósito, no seu celebérrimo filme, Uma Verdade Inconveniente:

" Como se mostra nesta representação gráfica acerca da contribuição relativa de cada nação para o aquecimento global, os USA, são responsáveis por uma maior poluição por gases de efeito de estufa do que a América do Sul, África, Médio Oriente, Austrália, Japão e Ásia todos juntos". Uau! pensa a malta espectadora, completamente convencidos que os americanos são de facto uma espécie poluidora e a mais neste planeta. Ignorância oblige. Claro que Gore não gasta um segundo sequer a explicar porque é que os Estados Unidos produzem gases de efeito de estufa em tão grande quantidade. O que lhe interessa é o soundbyte, que as pessoas retenham sem pensar que o capitalismo americano é o mau da fita, e possam transmitir esta mensagem, de boca em boca, de mail em mail, de post em post, até tomar proporções globais, como uma autêntica epidemia ideologica e emocional. Nisto de manipular, Al Gore, como qualquer esquerdista, é de facto bom.

Mas será bem assim? De onde provêm essas emissões?

A resposta é simples: da actividade económica. Os USA são mais responsáveis por mais emissões porque têm sido o motor económmico do mundo dos últimos 60 anos.

O mundo seria um local muito mais pobre se a economia americana tivesse sido construída à custa de turbinas eólicas, painéis solares e bio-combustíveis em vez de gasolina.

Portanto o que Al Gore, os ambientalistas e a maior parte dos esquerdistas, nos propõem é o empobrecimento colectivo, a troco de nada, uma vez que o aquecimento global não passa de um fantasma útil, para convencer as pessoas simples e comuns que devem ficar alegremente mais pobres para salvar o planeta. No meio termo, são convertidos ao anti-americanismo militante possibilitando, por exclusão de partes, a assunção desses radicais como gente bem intencionada senão mesmo salvadora.

Isso....

(continua)

Friday, June 27, 2008

Choque Petrolífero (1)


Mais um record do preço do barril de petróleo. Já ultrapassou os 140 dólares. Estes preços são uma mina para os países da OPEP, na maioria constituída por países árabes e pela Venezuela do inenarrável Chavez.

Mas o que nos diz a esquerda delirante sobre este fenómeno? A culpa é, garantem-nos "sérios", da especulação (leia-se dos americanos e da sociedade de consumo). Mas será de facto assim? Nada como transcrever as palavras de alguém que sabe das coisas da especulação e de mercados, como é o ex-Ministro das Finanças Campos Cunha: " o mercado do petróleo é um mercado complexo por estar sujeito a uma quase total cartelização da oferta. O dito ministro saudita, ao dizer que a subida dos preços do barril de petróleo é consequência dos especuladores seria de um cinismo hilariante, se não fosse triste. Bastava anunciar um aumento de produção e os preços caíriam..." Como é interessante a coincidência de pontos de vista entre os árabes e a esquerda europeia. Estão bem comprados! Claro que os árabes não estão interessados que os preços caiam. Entram nos seus cofres biliões de dólares por dia. Veja-se o luxo que ali vai para as bandas do Dubai. O dinheiro dá-lhes cada vez mais poder e maior financiamento da expansão do islamismo. Coisa que a esquerda croquete também ama. Aliás, o presidente da OPEP, notem bem, avisou o Banco Central Europeu que se aumentar as taxas de juro, o preço do barril do petróleo poderá ascender aos $170 este verão. Quem manda na Europa? Os Europeus? Cada vez menos.

Thursday, June 26, 2008

Ian McEwan Atacado Por Liberdade de Expressão


Sábado 22 de Junho de 2008

O escritor lançou um forte ataque ao islamismo, dizendo que o "desprezava" e acusou os islamitas (e a aficcion esquerdista) de "quererem criar uma sociedade que eu detesto". As suas palavras, retiradas duma entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera, estão agitar os meios legais e intelectuais ingleses, podendo ser mesmo acusado de "crime de ódio".
"A dear friend had been called a racist," disse o escritor ao jornalista italiano e, continuou:

"As soon as a writer expresses an opinion against Islamism, immediately someone on the left leaps to his feet and claims that because the majority of Muslims are dark-skinned, he who criticises it is racist.

"This is logically absurd and morally unacceptable. Martin is not a racist. And I myself despise Islamism, because it wants to create a society that I detest, based on religious belief, on a text, on lack of freedom for women, intolerance towards homosexuality and so on – we know it well."

O jornalista lembrou-o que existem uma tantas escolas, por exemplo nos USA, de fundamentalismo cristão.
Ao que McEwan respondeu:

"I find them equally absurd". "I don't like these medieval visions of the world according to which God is coming to save the faithful and to damn the others. But those American Christians don't want to kill anyone in my city, that's the difference."
Como mais uma vez se vê, a esquerda e a liberdade de pensamento e de expressão, não se dão bem.

A Quarta Coluna de Trafalgar Square.(2)


Não só os transuentes vão subir ao quarto plinto. O projecto de Yinka Shonibare também será elevado, alternando temporalmente, com os passantes. Shonibare, um artista negro, propôs uma réplica do HMS Victory (o vaso de guerra de Nelson), dentro de uma garrafa, com as suas velas feitas de Batick, um tecido indonésio também usado pelas gentes da África Oriental, representando uma espécie de tributo ao multiculturalismo. Numa cidade que transpira multiculturalismo por todos os poros, precisa mais de um deodorant artístico do que, propriamente, mais um tributo ao multiculturalismo. Mas quem sou eu?

Gostava, no entanto, de saber quantos antepassados do General Suharto, esse "vulto humanista", combateram na Batalha de Trafalgar. Quantos antepassados desse outro "grande democrata" que se chama Omar al Bashir, se encontravam entre os mortos ou vivos dessa mesma batalha.

Porque é que eu tenho a sensação que os 2 projectos vencedores cumprem cotas raciais? O multiculturalismo cai cada vez mais baixo. O problema é que nos vai arrastar com ele para o "fundo"... da irrelevância.

A Quarta Coluna de Trafalgar Square.(1)


A Royal Society of Arts lançou um concurso para ocupar a quarta coluna deste monumento, que glorifica a vitória (e a morte) do Admiral Lord Nelson na batalha de Trafalgar, que opôs a marinha britânica contra as armadas francesas e espanholas simultâneamente. A batalha foi travada em 21 de Outubro de 1805 ao largo do Cabo Trafalgar no sudoeste espanhol. Este quarto pilar nunca foi ocupado por peça alguma.

Para surpresa, o projecto vencedor não foi um projecto, mas dois projectos. Um primeiro prémio ex aequo para Antony Gormley e Yinka Shonibare.

Antony Gormley, apresentou um projecto não-projecto. Aparentemente falido de ideias, resolveu apresentar como projecto, a quarta coluna vazia para ser ocupada "pelo povo". Obviamente que este "povo", não é povo que combateu na célebre batalha naval, ou na Blitzkrieg ou el Alemain ou em Waterloo. Este povo, que morreu em batalhas no decorrer da História, acreditava na força da sua razão e na preservação da sua liberdade. O "povo de Gormley", vive assustado pela violência dos beduínos imigrados na Europa. São simples consumidores-transuentes que têm o divino direito de fazer as figuras que quiserem (incluindo as tristes) em cima da colunata, durante uma hora. Depois, têm que dar lugar, a outro transuente, enquanto os parentes se vão babando de felicidade turística, ao ritmo dos disparos dos flashes consecutivos... para mais tarde recordar. Isto na melhor das hipóteses, porque na pior, é tornar-se um novo speaker's corner, desta vez em altitude, ocupado por radicais muçulmanos, que de megafone em punho atiram às trombas dos turistas as "virtualidades" da jihad islâmica, num verdadeiro monumento ao multiculturalismo.
Isto de um ponto de vista prático e funcional, porque de um ponto de vista filosófico, esta "obra prima", prima pela desqualificação de toda a História Inglesa. Chegámos então ao ano zero, entaládos, entre o deliberado (e político), esquecimento do Passado e o No Future. Só o presente-transuente conta. É tão zeitgeist que até mete dó. E se os mandassemos à merda?

Monday, June 23, 2008

Danke Schon Deutschland



Obrigado Alemanha, por teres acabado com este fervor futeboleiro terceiro mundista que grassava por este país abaixo há dois meses.

Obrigado Alemanha, por teres acabado com este patriotismo de bandeirada.

Obrigado Alemanha, por teres acabado com esta bandalheira de nacionalismo.

Obrigado Alemanha, por teres acabado com este circo chamado Selecção Nacional.

Obrigado Alemanha, por teres mostrado que o sr. Gilberto Madaíl é um incompetente e só uma falta de vergonha vergonhosa o permite manter no cargo.

Obrigado Alemanha, por teres provado que o sr. Scolari é outro incompetente pago a peso de ouro e que pouco percebe de fútebol.

Obrigado Alemanha, por teres mostrado que com, trabalho, inteligência e estudo se bate o improviso e a fé.

Obrigado Alemanha, por não precisares de Nossas Senhoras do Caravaggio e nem de milagres de Fátima para seres uma das maiores potências mundiais.

Obrigado Alemanha, pelo bom aspecto do teus treinadores de fútebol.

Obrigado Alemanha, por mostrares como os Murtosas, Scolaris e Madaís são actores de telenovela de uma "venezuela" que fica na extremidade ocidental da Europa.

Obrigado Alemanha, por mostrares que o Sr. Cavaco e o Sr. Sócrates são actores na mesma telenovela.

Obrigada Alemanha, por teres mostrado que as nossas elites políticas embarcaram neste filme populista de mau gosto, por que são populistas de mau gosto.

Obrigado Alemanha, por mostrares que a seguir ao Scolari é o Sócrates que vai embora.

Obrigada Alemanha, pelos Kraftwerk e pelo teu fútebol frio mas eficaz que bate aos pontos o alegado samba português.

Obrigado Alemanha, por teres demonstrado que os portugueses são um povo triste e facilmente manipulável e que deviam viver numa terra chamada Paraguai.

Obrigado Alemanha, por focalizares novamente a nossa atenção neste governo desgraçado do menino d'oiro.

Obrigado Alemanha, por provares que temos o pior guarda-redes do mundo.

Obrigado Alemanha, porque não foste batida por uma equipa cujo treinador vai representar a selecção nacional portuguesa vestido em trajes menores.

Boa Sorte Alemanha

Sunday, June 8, 2008

Genghis Khan


A maior "habilidade" dos islâmicos é saberem passar a mensagem de que são vítimas, quando são eles os agressores. É a táctica dos cobardes. Este costume vem desde que esta religião de beduínos apareceu á superfície da Terra. Vejam só, todo o Norte de África antes do sec. VII era cristão. Hoje é totalmente muçulmano. Esta religião expandiu-se pela jihad e ainda se está a expandir (veja-se o que acontece no Darfur). No entanto, queixam-se de serem as vítimas acusando o Ocidente e Israel por todas as frustações históricas que tornaram a civilização islâmica falhada e parasita. De Marrocos á Indonésia a pobreza e a intolerância são a norma. Por isso ainda chamam de cruzados todos aqueles que têm uma réstea de dignidade e não se deixam intimidar com a agressão global islâmica, desmascarando-a e combatendo-a de todas as maneiras possíveis.
O que é significativo é o silêncio dos islâmicos face a eventos culturais destinados a difundir as conquistas dos móngóis, como seja, por exemplo, o filme russo "Mongol". Genghis Khan à frente de um exército de 200 000 guerreiros quase levou a fé islâmica às cordas, tornando-a tão relevante e ameaçadora como o Tirannosaurus rex. Infelizmente morreu à beira de o conseguir.

Saturday, June 7, 2008

One Flu Over Cuckoo's Nest


Há dias, ao reler um jornal de há 3 anos que, a propósito de qualquer coisa hoje esquecida tinha guardado, reparei numa notícia sobre a GRIPE DAS AVES. LEMBRAM-SE! Um papagaio tinha morrido em Inglaterra vítima do H5N1, isto é o vírus da gripe, rezava a alarmante notícia na secção Mundo ou Internacional do tal diário, mas que bem podia estar numa secção de necrologia aviária, pois as notícias de mortes de pardais, pombas, perús, grifos, piriquitos, pintarroxos, cegonhas, gaivotas, frangos... enfim cucos, eram progressivamente numerosas e quotidianas, a merecerem, nitidamente, uma nova secção inteiramente destinada a tão importante quão mórbido assunto.
Na actual economia globalizada, a mafia anti glob e os eco-guerreiros querem que nos preocupemos com a rapina que o Primeiro Mundo capitalista impõe ao Terceiro Mundo atrasado, bucólico, pastoral e primitivo. A globalização torna as peculiaridades desses remansos sociais longínquos, tão próximos, que basta que alguém apanhe um avião para interagirmos individual e colectivamente com ele. Como o virus H5N1 ou o mosquito do Nilo, o sucesso económico europeu resultante do comércio livre sem barreiras com Leste, também trás na volta, as doenças originárias do Oriente.
É esta a lição que devemos retirar do 11 de Setembro: a maior história de sucesso da globalização não foi o McDonald's ou a Microsoft, mas o islamismo praticado por beduínos lá dos confins do nada do deserto, que o exportaram para todo o lado - para Jacarta e Singapura, Alma-Ata, Grozny e Sarajevo, Lyon, Bergen e Manchester.... Consiste só numa virose avícola local mas voou para fora da gaiola. E agora, em vez de grupos terroristas mais ou menos paroquiais, tivemos pela primeira vez uma insurrecção global, como a que aconteceu em 2006, por causa das caricaturas dinamarquesas.
Como Dean Martin gostaria de dizer " How did all these people get in my room?"

Tuesday, June 3, 2008

Notícias da Eurábia (3)


Brigitte Bardot foi, hoje, mais uma vez multada, num tribunal parisiense, por incitar ao "ódio racial". BB disse que os muçulmanos estão a destruir os valores culturais franceses.

Desde quando são os muçulmanos uma raça? Desde que lhes dê jeito para silenciar qualquer critica às suas actividades; na Europa eles são; ora uma raça, ora uma religião, ora uma cultura. Têm o melhor dos 3 mundos e nada dão em troca. Nós é que temos que nos adaptar na nossa própria terra aos costumes bárbaros deles... Em Roma sê romano já não faz qualquer sentido. Talvez em Roma sê islâmico seja o que se pretende.

Monday, June 2, 2008

Darfur: O genocídio permitido (2)

Anda o "cherne" preocupado com a ficção do aquecimento global enquanto no Darfur são assassinados africanos aos milhares...

Entregou os campos petrolíferos aos chineses que trouxeram o seu próprio pessoal de segurança e a suas próprias armas para as novas áreas despovoadas. Estava tudo a postos para o genocídio. Centenas de milhar de africanos não árabes foram mortos, as suas aldeias destruídas pelas milícias árabes, pagas e armadas pelo governo - os janjawid (combatentes da fé ou espíritos maus a cavalo). Estas milícias são apoiadas por tanques e auto-metralhadoras governamentais, mais helicópteros e bombardeiros do Sudão.
Os dois milhões e meio de refugiados que conseguiram escapar vivem actualmente em campos de refugiados ou em esconderijos solitários em vales do deserto.
E a comunidade internacional, seja lá isso o que for, o que faz? Nada... assobia para o lado, mandam uma "bocas" piedosas, para ficarem de bem com as suas consciências, e os africanos do Darfur estão sós sem poderem lutar contra uma jihad, apoiada pela China.
E os palhaços das Nações Unidas? Estarão na China a prestar vassalagem ao regime? E os palhaços da União Europeia? São amigos dos islâmicos...
E este clone do Kofi Annan, e de todos os outros secretários gerais, quando é que resolve dar atenção ao genocídio no Darfur?

Darfur: O genocídio permitido (1)


Se num mapa localizar o Egipto, desça e encontra o Sudão. A sua zona ocidental chama-se Darfur. "Dar" significa terra. Os "fur" são povos tribais a sul que se dedicaram à agricultura. Um dos seus líderes foi Rei de toda a região no séc. XVI, daí a razão deste nome.
O Sudão alberga uma população africana, na sua maioria não árabe. Ou talvez seja melhor dizer, albergava porque durante os últimos anos, o governo árabe do general Bashir, tem estado a promover a identidade árabe nacional sudanesa, a jihad e a limpeza étnica.
Umar Hassan Ahmad al Bashir, expandiu a lei da sharia, encerrou os jornais, acabou com os partidos políticos da oposição e prendeu os dissidentes. O exército, o governo e os tribunais foram limpos de elementos que não fossem suficientemente leais à agenda de Bashir e da sua irmandade religiosa. O general criou relações amistosas com Bin Laden e com outros radicais islâmicos, que criaram campos de treino no Sudão.

Saturday, May 31, 2008

Katrina


Este blog, desde o primeiro post, preocupou-se com a denúncia da "marcha do irracionalismo" a que estamos assistir um pouco por todo mundo, com especial atenção à Europa. Neste âmbito denunciamos os fundamentalismos, ambientalistas, islâmicos e o politicamente correcto emanado pela esquerda em geral e por uma certa direita.

Destaco hoje, o furacão Katrina, que serviu de propaganda para os ideólogos do aquecimento global, com Al Gore á cabeça, e mostra como os ambientalistas se constituem como uma poderosa força retrógrada, cuja reacção, muitas das vezes, provoca vítimas inocentes, com é o caso. O que se passou em New Orleans não teve nada a ver com o aquecimento global nem com o dióxido de carbono de origem "antropogénica". Os decisores políticos americanos sabiam há décadas que os sistemas de canais, diques, muros e açudes não eram adequados para proteger a cidade. Nos anos sessenta e setenta, o Corpo de Engenheiros propôs a construção de grandes comportas de aço e betão para evitar que um furacão levasse as vagas do oceano até ao Lago Pontchartrain através de Nova Orleães.

Os políticos locais e a delegação do Congresso do Louisiana deram o seu acordo aquela proposta. Todavia, os grupos de pressão ambientalista processaram o Corpo, recorrendo à Lei de Política Nacional do Ambiente, com o objectivo de impedirem a construção das comportas de protecção contra as inundações. E tiveram sucesso...

O Katrina devastou New Orleans porque os açudes, batidos pelas vagas, abriram brechas e permitiram que também a água do Lago fosse despejada no interior da cidade, inundando-a. O sistema de controlo de cheias proposto pelo Corpo teria evitado a enorme perda de vidas e prejuízos económicos que bateram todos os records.
A irresponsabilidade e a litigação dos grupos ambientalistas foram o único factor "antropogénico", e não o aumento das concentrações de dióxido de carbono que transformou o Katrina numa horrenda catástrofe.
Haja alguém que processe os ambientalistas... por favor! Estes tipos não são a Madre Teresa de Calcutá! Podem e devem ser chamados à barra do tribunal, para o bem da sociedade, sempre que necessário. Infelizmente isso não acontece. Vá-se lá saber porquê!

Sunday, May 25, 2008

Casamentos (3)


Estes casamentos têm consequências sociais enormes. Permitem que mais e mais membros das extensas familias muçulmanas se estabeleçam na Europa e gozem da prosperidade ocidental. E travam, ou mesmos invertem, qualquer progresso de ocidentalização das esposas nascidas europeias. Por outras palavras, a doença da integração é prevenida injectando na parte europeia da família fortes elementos de "valores tradicionais" pelos recém chegados. Claro que estes valores tradicionais são os da hostilidade ao pluralismo, à tolerância, democracia e igualdade entre os sexos. Estas inoculações anti cultura ocidental, provam-se extremamente efectivas.
Para os machos-pais, este esforço de anti-integração é particularmente urgente, porque as raparigas crescem e tomam consciência da liberdade que as mulheres gozam nas sociedades ocidentais. Por isso, estes casamentos forçados ocorrem com raparigas cada vez mais jovens. Uma rapariga que desobedeça aos ditames dos machos da família pagará o preço mais duro; o da própria vida.
Se alguma esperança existe numa revolução das populações muçulmanas que habitam a Europa, ela reside na emancipação da mulher. É por aí que temos que seguir.

Casamentos (2)


O seu marido prospectivo, quase de certeza, será membro da famíla da rapariga, provavelmente seu primo, em primeiro ou segundo grau. Ela pode ou não ter-se encontrado com ele antes de casar. Ela pode ou não gostar dele. Provavelmente não quererá casar-se com ele. Mas de certeza que ela obedecerá. Porque ela sabe o que lhe pode acontecer á saúde se não quiser casar. (Os rapazes também são forçados a casarem-se, mas correm menos riscos se recusarem a fazê-lo.)

Storhaug e Karlsen chamam " comércio humano moderno" ao casamento arranjado ou forçado. Eles também apontaram um facto que a maioria dos políticos europeus preferem ignorar - que o casamento forçado também envolve sexo forçado, isto é violação, numa base diária. O Serviço dos Direitos Humanos da Noruega estudou 90 casos de casamento forçado e concluiu que só 3 mulheres não foram violadas - porque, das duas uma, ou fugiram a tempo ou o casamento só constituiu um pro forma.

As raparigas forçadas ao "casamento" que tentam lutar contra os "maridos" na noite de núpcias não podem esperar que a família venha em seu auxílio.Uma miúda disse que quando gritou por ajuda, os pais do marido, ainda celebravam o casamento na sala ao lado, aumentaram o volume da música." Outra rapariga disse, "Nunca esquecerei o dia seguite à noite de núpcias, quando, toda a gente via a minha cara de sofrimento. Mesmo a minha própria mãe não deu qualquer sinal de apoio ou conforto ao meu desgosto".

Casamentos (1)


Durante muito tempo, muitos académicos e políticos viam o casamento entre os nativos europeus e os emigrantes, como a chave da integração. Aqueles assumiram que quando os filhos dos imigrantes crescessem, casavam com europeus e teriam crianças europeias. Os Ghettos progressivamente desapareceriam. Mas isto não aconteceu! Porquê? Porque a quantidade de inter casamentos e de intregração permaneceu marginal - e os ghettos estão a expandir-se. Porquê? A resposta dá-se em duas palavras - reunificação familiar. Sob as leis europeias, se você for um emigrante ou um residente permanente, a sua esposa, as crianças e outros membros familiares podem também habitar na europa consigo. Muitas comunidades de imigrantes através de um truque pragmático na tradição dos casamentos arranjados exploraram a lei brilhantemente - e fazendo isto, mudaram a face, quer da Europa Ocidental, quer do casamento Muçulmano.

Imagine, se poder, uma rapariga cujos pais se mudaram de Marrocos para a Bélgica antes dela nascer. Ela é uma cidadã belga porque nasceu na Bélgica e tem todos os direitos e deveres que assistem qualquer cidadão belga. Mas quando a rapariga atingir os seus quinze anos, mais ou menos, o seu pai arranjar-lhe-á uma marroquino para casar em Marrocos, ou o menos provável, algum marroquino na comunidade belga, holandesa ou francesa de marroquinos.

Thursday, May 22, 2008

Notícias da Eurábia


22/5/08

Mais um atentado falhado na Inglaterra

Fundo Histórico (4)


O universalismo da jihad foi proclamado desde o nascimento do Islão. A jihad não é uma manifestação limitada no tempo ou declarada contra qualquer grupo específico. É muito mais do que isso. Ela assemelha-se à missão de Maomé (Corão 34:28), é uma manifestação universal do islamismo e dura até a única religião sobrevivente, ser a de Alá (Corão 2:189). Esta luta contínua na "senda de Alá" despoleta o processo que Samuel Huntington chamou de "fronteiras de sangue do Islão". A contínua expansão do Islão através de ataques e conquistas aos seus vizinhos, está de acordo com os mandamentos do Corão que incita a "combater os não crentes que escarnecem das palavras do profeta" (Corão 9:124).

Os próprios académicos islâmicos não escondeu ao que vêm. Por exemplo, Ismail Raji al-Faruqui, que ensina na Universidade de Chicago e Syracusa, e foi professor no Departamento de Religião na Universidade de Temple, escreveu que, todos os muçulmanos esperam que um estado islâmico, um dia, governe o Mundo. Faruqui afirmou: " a doutrina da jihad é válida no Islão".

Devemos continuar a fingir que não é nada connosco?

O meu cão


Este é o meu cão e chama-se Chomsky. É treinado e obedece à voz do dono.

Tuesday, May 20, 2008

A Xenofobia Sul Africana

Assim como somos céleres a criticar quando julgamos ser necessário criticar, também somos céleres em elogiar quando os factos a isso obrigam. Por coincidência, o jornal Público saiu hoje com um longo artigo de fundo sobre o racismo na África do Sul, por parte de populações negras, sobre outras populações negras emigrantes.

Monday, May 19, 2008

África do Sul 12- Itália 0


O jornal Público continua a saga de mostrar o mundo a preto e branco apesar da profusão de fotografias a cores que decoram as suas páginas. Hoje, mais um pérola da contradicção multiculturalista. Assim, na secção Mundo, transcrevendo o El País, acusa a direita italiana de xenófobia com ligações à mafia, noticiando que "grupos de homens sem rosto, perseguem comunidade cigana, que foge atormentada...". Noticiam ainda, mais á frente, que o ataque ter-se-ia devido a uma tentativa de rapto de um bébé por uma jovem romena. Mas acrescenta que "não terá sido por isso". Claro que não foi só por isso! Será que as pessoas ficaram estúpidas de repente? Este fenómeno de estupidificação repentina, é endógeno na redacção dos jornais!
Nas últimas semanas, vários incidentes de rapto e de violações envolveram as comunidades ciganas com origem romena. Os italianos estão a sentir na pele os resultados de décadas de imigrição; primeiro de muçulmanos e ultimamente de romenos. Aliás, basta ler os livros de Oriana Fallaci (que foram completamente ignorados pelo jornal Público) para ver, até que ponto chegou o desrespeito dos imigrantes pela cultura italiana. Parece certo, para os jornalistas do Público, que os nativos italianos não têm o direito de se sentir atormentados e inseguros. Só os outros. Tudo se resume a um complot fascista da Aliança Nacional com a Camorra. Isto apesar de 70% da população quererem a expulsão dos imigantes. Para o Público, e o seu congénere El País, 70% dos italianos ficaram " racistas de todo", num pequeno lapso de tempo. A banalização das palavras "racista e xenofobia " estão a torná-las completamente inócuas. Os verdadeiros racistas, que devem ser combatidos aliás, diga-se, devem-se sentir cada vez mais seguros e confiantes, pois aqueles conceitos já pouco significam.

Numa coluna desavergonhadamente colocada ao lado desta, está outra notícia sobre violência contra imigrantes. Mas desta vez o caso passou-se na África do Sul e "só" teve como resultado a morte de 12 imigrantes em Joanesburgo. O teor da notícia é escandaloso, por comparação com a notícia sobre Itália. Assim, os assassinos, nunca são chamados de xenófobos ou racistas, nem de criminosos, mas de gangs de jovens. No bairro de Cleveland, morreram cinco imigrantes, três espancados até á morte e dois queimados vivos. A palavra "xenofobia" só foi utilizada na transcrição das palavras de Jacob Zuma, líder do ANC. Se um qualquer gang de jovens, brancos claro, europeus assassinasse um imigrante... imaginem as parangonas no jornal Público:
"Hordas de SS, SA, Totenkopfs, marcham com as suas botas cardadas e bigodinhos estreitos pela ruas da Europa" ou " Os camisas negras atacam de novo de stukas entre os dentes" etc...

Neste pasquim, o politicamente correcto confunde-se com ódio contra a civilização ocidental e a primeira vítima, foi o único jornal diário de qualidade que havia neste país.

Saturday, May 17, 2008

You Are Most Welcomed!



Al- Qaeda ameçou atacar durante o Euro 2008. Os austríacos estão já a preparar-se para os receber, numa operação de treino, do Comité de Boas Vindas, chamada Cobra Drill for Euro 2008. Aqui estão duas imagens dos intensos exercícios destinados a aprofundar as relações, a amizade e a troca de experiências inter-civilizacionais.