Saturday, August 29, 2009

The Tea Party Express




Os americanos estão a ficar fartos de Hussein Obama.
A palavra de ordem do The Tea Party Express, é: Take our Country Back.
De que se queixam os organizadores deste tour? Queixam-se do mesmo que os portugueses, isto é, do socialismo. Estão contra o despesismo de uma enorme admnistração pública, contra a ingerência do governo na vida das pessoas, contra as políticas ambientais radicais, contra o aumento de impostos, contra um sistema estatal de saúde do tipo socialista, ineficaz e esbanjador.

Friday, August 28, 2009

Safari Na Eurábia

Os safaris na selva são menos perigosos do que os safaris nos enclaves muçulmanos das cidades europeias.

Está calor em Bruxelas. O ramadão, começou há poucos dias. Em Molenbeek, a fezada muçulmana proibe os filhos de Ala de comerem e beberem durante o dia, até ao pôr do Sol, neste mês, para eles sagrado. Interessante, de facto, esta religião nada tem a ver com a luz. Os polícias não-muçulmanos que patrulham Molenbeek, também não são autorizados a comer ou a beber enquanto permanecerem na área. Quem deu tal ordem foi o Presidente da Câmara de Molenbeek, o socialista (que mais haveria de ser!) Philippe Moreaux, que diz "é preciso respeitar a sensibilidade muçulmana" e não "provocar" os muçulmanos violando as restrições islâmicas do ramadão em público. Socialista, logo dhimmi. De facto, tal como já escrevemos, a lei islâmica já é a Lei nos arredores de Bruxelas.

Ali ao lado, mas muito longe desta realidade, estão os euro-deputados, essa espécie de criaturas que ainda ninguém conseguiu entender, para além dos chorudos ordenados que recebem, para que servem ... chegam de férias. São 736 deputados, o que torna o Parlamento Europeu no segundo maior do mundo, logo a seguir ao Parlamento Indiano. Um passeio por Molenbeek devia ser obrigatório para os 736.

Podem até aproveitar uns tours que a rapaziada jovem de Bruxelas organiza através de Molenbeek. Seguem num carro mal tratado e conduzido por um local, para não dar nas vistas, e porque, sobretudo e mais importante, conhece as saídas de emergência da localidade. Estes áreas são complicadas, para não-muçulmanos. Os "Eurabia Safaris" são também organizados noutras cidades europeias. Uma das mais afamadas embora não a mais perigosa, é o safari de Rosengaard, o enclave muçulmano da cidade sueca de Malmoe. Um dos pontos obrigatórios de atracção "turística" consiste numa rápida paragem para fotografar a “Jihadskörkortsteori” (escola de condução jihad).

As aéras governadas pela sharia estão rapidamente a espalhar-se por toda a Europa a que os franceses, num eufemismo orwelliano, lhes chamam ZUS (zones urbaines sensibles). Hoje mesmo em França, 8 dos 60 milhões vivem já nas 751 ZUS existentes.

Os meses do ramadão são especialmente sensíveis pois, uma vez o sol posto, a irracionalidade violenta de tal tribo, aparece no dercorrer das festividades nocturnas, especialmente entre os mais jovens. Espasmos violentos, vandalismo gratuito, carros e casas encendiadas são itens do cardápio nocturno do ramadão. A polícia tem ordens (concerteza dos socialistas in charge) de não actuar durante as festividades do mês do ramadão, para não ferir as sensibilidades religiosas dos invasores. Só estes têm sensibilidades. A mais ninguém na Europa lhes são reconhecidas. Se for um europeu alcoolizado, se for especialmente da classe média, fazendo qualquer tipo de cena pública menos própria, vai imediatamente de cana para a esquadra e não há sensibilidades para ninguém. A Europa durante o ramadão é uma espécie de Caixa de Pandora nocturna.

Sejam de direita ou de esquerda, os políticos europeus para os muçulmanos comportam-se todos como "progressistas". Já implicitamente aceitaram um sistema "legal de apartheid" com diferentes sistemas para muçulmanos e não-muçulmanos. Dificilmente este sistema de duas realidades politico-religiosas pode subsistir no mesmo território durante muito tempo. Um dos sistemas vai prevalecer sobre o outro. A decisão do socialista Presidente da Câmara de Molenbeek de proibir não-muçulmanos de se alimentar durante o dia, implica que num futuro próximo os não-muçulmanos também serão abrangidos pela lei da sharia.

Enquanto os muçulmanos festejam o ramadão os não-muçulmanos têm muito pouco que festejar mas muito que pensar no seu futuro imediato. Para acabarmos com o regabofe islâmico na Europa, temos que acabar primeiro com os nossos dhimmis, sejam eles políticos, jornalistas ou o que quer que sejam. Só depois respiraremos novamente liberdade e encararemos o futuro para os nossos filhos, com confiança.

Ídolos


Morreu o "teddy boy" Edward Kennedy. E coloca-se aqui a seguinte questão: O que é que motiva as pessoas das chamadas sociedades democráticas na criação de mitos reverenciais de ídolos com pés de barro? Não é só nos EUA que este fenómeno social acontece. Por cá a "coisa" tá bem representada. Até o manicómio xuxialista tem os seu "querido líder" na figura do Wild Beast Sócrates. Li algures uma coluna de opinião, em que o colunista afirmava que o EUA é o único país do mundo onde os únicos ricos são os socialistas. Quem escreveu isto não conhece Portugal. Por cá, para além de serem os únicos ricos, os socialistas empobrecem todos os demais. O eudeusamento de E. Kennedy pela comunicação social americana e não só, só é ultrapassado pelo eudeusamento de Hussein Obama, o muçulmano in disguise que ocupa a White House. A hiperbólica indulgência a este falso herói deve-se única e exclusivamente ao seu nome -Kennedy. Felizmente esta dinastia socialista expirou de vez. Aguardemos que outras dinastias socialistas "embarquem" também.

Thursday, August 27, 2009

Demografia e Pré-Campanha Eleitoral



Já aqui escrevi que a queda dos valores da taxa de reprodução no mundo ocidental, Portugal incluído, é a principal ameaça ao nosso futuro comum. O envelhecimento das populações ocidentais, é bem aproveitada pelos invasores islâmicos que se mostram prontos acabar com a nossa cultura,e com a nossa liberdade. Era de supor que os partidos portugueses já em pré-campanha eleitoral, manifestassem uma qualquer ideia programática,de forma a restaurar as taxas de reprodução dos tugas, em queda. Tanto quanto eu sei nem uma palavra se ouviu sobre o assunto. É muito mais fácil atirar dinheiro para cima de gente que não quer trabalhar, fechar os olhos á permanencia de ilegais e importar imigrantes que muitas vezes vêm trabalhar em condições sub-humanas.
A causa da actual decadência do mundo ocidental não reside unicamente no hedonismo suícida das suas populações. Reside sobretudo na irresponsabilidade dos modernaços políticos, sempre muito ocupados em agradar às diferentes minorias kulturais fracturantes, aos lobbys ecologistas, aos empresários do regime e ás flutuações das intenções de voto nas sondagens.

Tuesday, August 25, 2009

Pat Condel On Multiculturalism

Blobfish - O Profeta dos Mares.

Enclaves


Entretanto a islamização da Europa continua a "bom" ritmo.

Em Oslo, um casal gay norueguês passeava de mãos dadas na zona de Gronland, onde foram fisicamente agredidos por um muçulmano do Paquistão, que lhes gritou: " Esta é uma área muçulmana". O paqui, acrescentou ainda: "Gronland é uma área multicultural e estes homossexuais não têm nada que vir para aqui, porque nós não gostamos deles. Devia ser probido praticar a homossexualidade numa área de maioria muçulmana". Portanto, ficamos todos a saber que parte do território da Noruega já não é dos noruegueses. Tudo isto perante o silêncio bem acomodado dos partidos políticos instalados e instaladores da islamização.

Noutras partes da Europa, a agitação para a transferência das soberanias nacionais para a mão de muçulmanos, também já começou.

Em França, um alto funcionário público da admnistração francesa, encontrou-se com o imam de Roubaix nos limites daquela localidade como forma de respeito pela declaração de Roubaix como uma distrito muçulmano a que ele, como infiél, não tem acesso.

Na Grã Bretanha, imams pressionam o governo para que se oficialize a sharia, a lei islâmica, em certas áreas de Bradford e se ilegalize a lei inglesa.

Na dinamarca, líderes muçulmanos têm tentado que a sharia seja lei nalgumas zonas de Copenhaga.

E na Bélgica, os muçulmanos que vivem na zona de Sint-Jans-Molenbeek, nos arredores de Bruxelas, também declararam não reconhecer a lei belga e toda aquela área está sob jurisdição islâmica.

O que é preciso que eles façam mais, para que os governos europeus os mandem de volta para os camelos que deixaram, lá para os lados dos desertos donde saíram?

Monday, August 24, 2009

Onde Pára o Furacão?


Al Gore (e seus fiéis) no movie de ficção científica, "Uma verdade inconveniente", afirmava que no futuro, devido ao aquecimento global, os furacões no Atlântico, iriam ser mais frequentes e mais devastadores. Mas onde é que eles estão? Alguém leu uma única notícia do público "especialista" em tragédias climático-troposféricas, Ricardo Aquecimento Garcia, acerca dos furacões nesta temporada de tempestades atlânticas? Eu não sei, não estive por cá, e tive todo o prazer em não ler o Público.

Os "militantes" do Katrina afirmavam em 2005, (ver gráfico), que a grande quantidade de tempestades tropicais que naquele ano "bateram" nas costas americanas, eram uma evidência do aquecimento global. Como é que explicarão agora a "mingua" (ver gráfico) de tais terríficas turbulências e monstruosidades atmosféricas? Deixem-me tentar advinhar! Uh... ãh... talvez devido ao...coiso... ãh... isso...ao aquecimento global. Assim ficamos todos descansados. O consenso metereológico-climático-político é tão agradável, não é? E dá tanto dinheiro a alguns não é?
O aquecimento global deve explicar tudo. Desde a incompetência do Sócrates até ao sacríficio de aturar o europeísmo climatérico da Senhora Merkel pela bôca do Durão Barroso.

Sunday, August 23, 2009

Regressado de férias...


Depois de 1 mês em Tokyo, e mais uma semana de Jet Lag que até "vi estrelas", nada sei do que se passa em Portugal e no Mundo. Será que o Sócrates já se imulou na fogueira da vaidade e da incompetência? Se não... é pena!

Quero ver se arranjo coragem para ligar a TV e comprar jornais, e ver se me começo a irritar com a estúpidez mediática, porque esta doce ignorância, de férias, acerca do mundo, dá muita calma.

Thursday, July 16, 2009

Destination Moon



Um aniversário que importa assinalar. Hoje 16 de Julho faz 40 anos que o Saturno V com a Appolo XI foi lançado em direcção á lua. Comemoramos a superioridade civilizacional do Ocidente e dessa grande Nação Americana.


Para ver mais fotos podem clicar aqui.

O Último Atentado Contra a Liberdade


Segundo a imprensa diária portuguesa, a Chiado Editora comunicou ter recebido ameaças anónimas sobre a "Ùltima Madrugada do Islão", de André Ventura, cuja apresentação estava marcada para sábado. Na possibilidade de violência muçulmana, a referida editora, chegou mesmo a ter um comportamento totalmente dhimmi, ao pedir "pareceres", leia-se autorização, ao Xeque dos muçulmanos locais, o que demonstra que hoje, tudo na cultura ocidental tem que ter a aprovação dos muçulmanos. O livro tratava dos últimos anos da vida do conhecido terrorista "prémio nobel da paz", onde se mostra uma eventual homossexualidade e ligações ao tráfico de droga do defunto chefe da OLP. Como é que chegámos a isto? Como é que caímos tão baixo? O resultado de décadas de socialismo na Europa está à vista. Estamos desmoralizados, sem confiança na nossa própria cultura e sobretudo muito cobardes. Nós não precisamos de pedir desculpa pela nossa liberdade aos muçulmanos ou a quem quer que seja. Não precisamos de pedir autorização aos servos de Alá para nada. Nós somos livres e eles não. Eles odeiam a nossa liberdade e querem estender a Submissão ao nosso mundo.

Em Portugal muita gente morreu para sermos livres e independentes. Esta liberdade foi-nos dada numa bandeja pelas gerações anteriores que se sacrificaram por nós. Lutámos contra o Absolutismo e contra o Fascismo. Lutámos contra mouros e castelhanos e contra Napoleão. A liberdade não é nossa. Temos que a passar às gerações futuras. Morrendo por ela se for preciso. Os custos da liberdade são grandes e não são ensinadas na escola.

Uma boa educação tem que nos dar o sentido da crítica, mas nos dias de hoje quer nas ciências sociais, que nas humanidades e nos cursos científicos a grelha socialista multicultural mental imposta, proibe-nos o pensamento crítico acerca das culturas não europeias. Os estudantes aprendem a sentirem-se culpados, herdeiros do colonialismo e imperialismo aprendem a não julgar qualquer aspecto de outras culturas. Também aprendem que é mais importante mostrar respeito pelas diferenças entre culturas, do que se sentirem solidários com as vítimas dessas culturas. Assim, está na moda desprezar mesmo os aspectos mais nobres da tradição liberal Ocidental. Coíbe-nos mesmo de condenar os actos de violação dos direitos humanos fundamentais mais ultrajantes, como a mutilação genital das mulheres, casamentos forçados, e crimes de honra.

Este acto de violência (muçulmana ou esquerdista) anunciado sobre a Chiado Editora, mostra que o maior anátema para a mentalidade multiculturalista, é a liberdade de expressão. O multiculturalismo encoraja a auto-censura e a condenação de "discursos insensíveis" - especialmente discursos que são tidos como potencialmente ofensivos para um determinado grupo protegido. Nos dias que correm, os muçulmanos são o grupo mais altamente protegido de todos, porque são visto como "aliados" na luta contra os EUA, Israel e contra o capitalismo. Esta perversidade do multiculturalismo, é capaz de tratar os mais brutais jihadistas, imams incendiários e tirânicos patriacas, como se fossem delicadas flores de estufa, facilmente feridos por uma qualquer crítica feita pelos obstrusos Ocidentais. Pelo contrário: como é amplamente demonstrado desde que a jihad cultural começou, esses homens são poderosos e determinados. Eles não são relativistas. ELES NÃO SÃO MULTICULTURALISTAS. Eles têm um objectivo, uma visão determinada, e um sentido de identidade e de valores que os multiculturalistas ocidentais nem sequer imaginam. E eles sabem disso.É neste conhecimento da nossa fraqueza multicultural que reside a sua força e poder.

Tuesday, July 14, 2009

Geert Wilders no Parlamento Europeu


A imprensa diária portuguesa, saiu hoje com artigos generalistas sobre a alegada extrema direita que se senta a partir de hoje no Parlamento Europeu. São artigos genéricos e muito tendenciosos, em que misturam alhos com bugalhos. Artigos que pretendem demonstrar que posições políticas anti-islâmicas, são fascistas. Pergunto-me como partidos que combatem uma das formas mais virulentas de fascismo, o islamismo, podem ser considerados fascistas? De resto, sobre a extrema esquerda, que tem uma maior representação no mesmo Parlamento, nem uma palavra. E gostaria de recordar que a violência urbana que percorre a Europa, Atenas, Paris, Copenhaga, em cimeiras como a do G8, entre outras, são da responsabilidade da extrema esquerda europeia e dos seus aliados islâmicos. O jornal Público que diariamente dá voz, em colunas de opinião, a gente de extrema esquerda "bem pensante" não tem qualquer base moral para desqualificar, como fez, gente de posições políticas inversas. Se Geert Wilders, é considerado de extrema direita, então pelos mesmos critérios vagos e imprecisos poderíamos qualificar o jornal Público de extrema esquerda panfletária. A obrigação do bom jornalismo era entrevistar Geert Wilders, em vez de o insultar como extremista. Mas o jornal Público manipula os seus leitores ao mostrar unicamente opiniões da escola multiculturalista, como as do Maalouf e do insidioso Timothy Garton Ash e a sua "construtive accommodation" com a lei islâmica. Mas neuromante, faz o trabalho por eles.

Hoje, deixo aqui excertos de uma entrevista de Geert Wilders ao jornal holandês De Volkskrant (VK) para os meus leitores poderem avaliar por si mesmo.



VK: Van der Laan era favorável ao registo criminal étnico, mas aparentemente desistiu da ideia, agora que o PVV (partido de Geert) se tornou um grande partido. Van der Laan, perguntou-se se deviam montar uma base de dados electrónica para um possível abuso mais tarde.

Wilders: Puro medo político. Nós não precisamos do PvdA (socialistas) para isso. Se nós governarmos a Holanda e se pretendermos um tal registo, simplesmente o montaremos.

VK: No seu discurso de 14 de Junho na Dinamarca, acerca de expulsar milhares de muçulmanos da Europa, foi uma lapso de linguagem?


Wilders: Não.



VK: Foi no mínimo falta de geito. Mesmo o jornal De Telegraaf num comentário utilizou a expressão "malicioso".


Wilders: Posso oferecer uma contexto mais lato para essa afirmação. Eu não apontei só os criminosos muçulmanos. Tenho afirmado frequentemente, que sou favorável a contratos de assimilação. Em tal contrato, todos os imigrantes não ocidentais, com dupla nacionalidade ou com autorização de residência, devem assumir igualdade de direitos entre homem e mulher, rejeitar violência contra os homosexuais, rejeitarem a sharia. Quem se recusar a assinar o contrato não estará qualificado para viver aqui. O Islão é 90% de ideologia totalitária e 10% de religião. Se estendermos esses contratos a toda a Europa, milhões de muçulmanos irão embora.

VK: Segundo uma recente sondagem, muitos jovens muçulmanos querem deixar a Holanda.

Wilders: São óptimas notícias. Nós vivemos num país livre. Então vão, se não gostarem da Holanda.

VK: O Secretário de Estado Timmermans (socialista) chamou-o de indecente.

Wilders: Os socialistas continuam a jogar a carta da superioridade moral. Eu simplesmente lhe quero dizer, que o meu partido é muito melhor do que o dele. Ele faz tais afirmações só para não alienar o voto muçulmano. Mas estes são precisamente o tipo de Sharia Socialistas (SS) responsáveis pelo crescimento do muticulturalismo-de-estado. Agora não conseguem lutar contra as injustiças que o multiculturalismo trouxe: a precária posição das mulheres, dos ateus e dos homosexuais. Nós estamos a fazer o trabalho deles e a resolver os problemas que eles criaram. Antes de me insultarem, deviam antes era perguntarem-se, porque é que nós somos o número 1 no web site dos Gay Krant (revista gay)? Porque os homosexuais diariamente têm que lidar com as consequências da islamização. Eles veêm os socialistas chegar em carros de luxo com choffeur e guardas costas, completamente imunes aos efeitos da islamização. As pessoas que vivem vidas reais, têm problemas completamente diferentes. Não querem que a "elite" force a intolerância da outra Holanda.


VK: Outras das críticas recorrentes é a de que o PVV não é democrático. O PVV é um partido de um homem só, que levantas dúvidas quanto ao seu financiamento.

Wilders: Não partilho da ideia que um partido só é democrático se tiver militantes. Não acredito nas velhas estruturas partidárias, onde primeiro temos que polir os automóveis do chefe partidário local durante 20 anos, antes de assumir uma posição de relevo no partido. Isto conduz à prostituição política. Relativamente ao financiamento, obedeço ás regras e estou completamente dentro da lei. Podem escrever centenas de artigos acerca disso que eu não estou de todo interessado.


VK: É um risco a um partido com militantes de perder o controlo?

Wilders: Sim, e renderem o controlo para as pessoas erradas. O que aconteceu com o LPF ensinou-me a lição (o LPF era o partido de Pim Fortuyn no parlamento que acabou em guerras internas e dissolução, devido à ausência de liderança e á grande pressão, perseguido pelos media do mainstream e pela velha política - tradutor). Nós somos um grupo fechado e eu recruto os cidadãos pessoalmente. Vamos precisar de uma lista substancial para as eleições de 2011.

VK: Quantos assentos no parlamento esperam?

Wilders: Cerca de 30, que é o número que nos dão as sondagens. Podem ser menos, mas também podem ser 10 mais.

Monday, July 13, 2009

A Elite Esquerdista Bem Pensante


Mais uma prova da "infinita e divina tolerância da religião da paz". No Egipto, nesse mesmo país onde Obama dirigiu os maiores encómios ao Islão, uma igreja Cristã Copta, foi incendiada por muçulmanos. A igreja foi oficialmente inaugurada a 3 de Julho, e destruída pelo fogo islâmico a 11 de Julho. A paciência devia ter limites e começa a ser altura para utilizar a tão hedionda como biblica ideia do, "olho por olho, dente por dente". Se só a violência é a linguagem que esses bárbaros entendem, então deixemo-nos de mariquices multiculturalistas e pacifistas e vamos a eles.

Mas não é este o tema do presente post.

O sucesso eleitoral de Geert Wilders está a dar cólicas de medo à tradicional elite governante da Holanda, de tal maneira que estão a pensar em usar métodos extra-constitucionais, senão mesmo ilegais, para se verem livres dele.


Um ministro (sinistro) socialista do gabinete ministrial, incitou publicamente ao eleitorado holandês à revolta contra Geert Wilders. Sempre pensei que um apelo á revolta constituísse um acto criminoso, mas pelos vistos estou errado: é o politicamente correcto, da "elite" contra o direito. As palavras exactas do ministro socialista foram: " eu de facto acredito que uma revolta da elite é desesperadamente precisa".

O governo holandês está em pânico". O líder do PVV, Geert Wilders, acusou os membros do governo no Baixo Parlamento de o demonizarem e criarem um clima favorável ao seu assassínio, como aconteceu há anos com Pym Fortuyn. Diversos membros do gabinete ministrial abriram fogo contra Wilders, ao pressionarem o jornal Volkskrant, a não publicarem uma recente entrevista de Geert a este jornal. "É puro pânico. Até 4 de Junho, eles podiam dizer que eram apenas sondagens. Até que chegou a noite das eleições e, tornou-se realidade", afirmou Geert Wilders.

O líder do PVV, disse que usa regularmente colete à prova de bala, e acrescentou, que para as bisnagas dos socialistas, nem sequer precisa de o vestir." O perigo vem dos seus aliados islâmicos.

O Secretário de Estado dos Assuntos Económicos, o socialista Frans Timmermans, afirmou que achava partido o PVV "indecente". Lá como cá, a "caca" de que os socialistas são feitos è a mesma. Quem não cabe dentro dos ideaizinhos politicamente correctos, não pode ter liberdade de expressão e direitos constitucionais. O Ministro do Interior (PvDA, socialista), juntou-se ao arraial, e numa revista esquerdista (Vrij Nederland) afirmou que esperava (é melhor sentar-se!) por um contra-movimento das elites bem pensantes (sic) que se levante contra o PVV.

Democratas de longa data né?

Sunday, July 12, 2009

Society of Profissional Journalists


INGSOC é o acrónimo de Socialismo Inglês, em 1984, a obra mais conhecida de George Orwell.

O Estado controlava o pensamento dos cidadãos, entre muitos outros meios, pela manipulação da língua. Os especialistas do Ministério da Verdade criaram a Novilíngua, que é utilizada na propaganda socialista do regime, marcada pelo eufemismo e inversão dos significados da linguagem corrente. Tem por finalidade diminuir o alcance do pensamento e da critica dos cidadãos.

Hoje em dia a novilíngua é utilizada, sobretudo pelos meios de comunicação ao serviço do multiculturalismo politicamente correcto. Aqui vai um exemplo.

Em 2007 a convenção da Sociedade de Jornalistas Profissionais, aprovou um conjunto de normas para a cobertura de notícias ou artigos sobre os árabes e muçulmanos. A essência dessas normas - já postas em prática pela esmagadora maioria dos media do mainstream - são as de que os árabes e muçulmanos não devem ser retratados, em palavras ou imagens, como exóticos, monolíticos, e as vítimas dos "crimes de ódio" antí-árabes ou anti-muçulmanos, devem ser referidos completamente como...vítimas de, manisfesto ou público, ataque terrorista. Os jornalistas fizeram ainda um esforço extra para incluir, nos meios de comunicação, pessoas de pele escura, assim como devotos de outras religiões, que se dediquem a négócios e arte, e apresentá-los em colunas sociais e noticiários. Outras das regras aprovadas foram:

a) Quando se referirem ao terrorismo, lembrarem-se de incluir referências aos supremacistas brancos, aos radicais anti-aborto e a outros grupos radicais de brancos ou ocidentais

b) Nunca empolar os países muçulmanos em construções genéricas, como "a fúria da rua árabe" ou a "reacção do mundo muçulmano".

c) Evitar a utilização de palavras combinadas como " terrorismo islâmico " ou "muçulmanos extremistas".

d) Evitar a utilização de termos como "jihad" a não ser que tenham conhecimento do seu significado preciso... O significado básico de "jihad" é um apelo íntimo para as boas práticas para o bem do Islão e para o bem da pessoa.

Como facilmente se percebe há aqui imenso eufemismo, e inversão de significado da línguagem corrente. É caso para dizer que os media mainstream, aqueles que nos entram pelos olhos dentro (A SIC-NOTÍCIAS e o jornal Público são tristes exemplos) estão a trilhar os passos totalitários do INGSOC na propaganda às sociedades multiculturais-de-estado, cujo inimigo público desta ideologia, não é o traidor foragido Emmanuel Goldstein do 1984, mas tudo aquilo que representa a valorização e defesa das culturas ocidentais.
WHO CONTROLS THE PAST CONTROLS THE FUTURE
WHO CONTROLS THE PRESENT CONTROLS THE PAST

Saturday, July 11, 2009

Ataque à Livre Expressão Nos Estados Unidos


Robert Spencer, um dos maiores especialistas sobre a jihad islâmica, foi ontem impedido de falar numa conferência na Americam Library em Chicago. Por trás deste ataque à liberdade de expressão está a CAIR (Center for American Islamic Relations). A célula da CAIR-Chicago pressionou a ALA (American Library Association) para retirar Robert Spencer do paínel de oradores, pois consideram Robert Spencer é um elemento extremista e um islamófobo. As acusações habituais. A manipulação habitual. Todos aqueles que denúnciam a verdadeira face do Islão, (a censura é só um dos aspectos do fanatismo islâmico), são acusados de serem extremistas. George Orwell escreveu sobre isto no seu famoso 1984. Robert Spencer não é islamofobo. É simplesmente islamorealista. Outros participantes no painel retiraram-se também em solidariedade para com Robert Spencer. Foi o caso de Dr. Marcia Hermansen, professora de Estudos Islâmicos na Universidade de Loyola, que publicamente exprimiu o seu veemente desagrado nos seguintes termos :


"While i heartly endorse the principles of free speech and diversity of viewpoints there are part of the ALA mission, the way in which this information session about islam and muslims for Ethnic and Multi-cultural librarians was modified and politicized at the last moment raises serious concerns about the integrity of the session".

O Dr. Alia Ammar, neurofisiologista de Hindsdale, IL, afirmou o seguinte:


"Given the substancial changes in the composition, subject, and direction of the ALA panel to which i was invited to present as well the blatant misinformation provided regarding the purpose of the session, it would be untenable to present in your forum...The lack of profissionalism with which this matter has been handled has been wholly disappointing as the efforts of the originally invited panelists to reach a respectable solution to the problem were simply ignored. In light of these developments, i respectfully decline to participate in panel."

Nos posts imediatamente anteriores, afirmei que os multiculturalistas estão completamente lélés-da-cuca ou já completamente dhimmis, se inocentemente acham que os islâmicos respeitam as ideias dos outros, (incluindo as daqueles líricos), se elas colidiram com as intenções da islamização do ocidente, que obviamente passa pela imposição daquela religião-ideologia. Aqui vem dos EUA , um exemplo bem recente, da farsa, do poder de manipulação, do totalitarismo que os maometanos praticam, e da cobardia multicultural que os muitos académicos ocidentais demonstram perante este novo-antigo obscurantismo.
É preciso derrotá-los enquanto temos tempo.
PS
A tal organização CAIR, é responsável pela obtenção de fundos que são posteriormente enviados ao Hamas.

Friday, July 10, 2009

Amin Maalouf em Portugal (1)


As elites multiculturalistas andam deprimidas. Pois, são os chineses que desancam nos seus aliados islâmicos, o “povo” europeu que evidência a cada dia que passa, estar farto de muçulmanos arrogantes, os confrontos que se sucedem nas cidades do velho continente, entre nativos e imigrantes, a Europa a virar bem á direita nas últimas eleições e pasme-se o planeta Terra que se recusa aquecer. E para cúmulo do descaramento, Obama está em perda de popularidade nos EUA com a economia americana a continuar a afundar, o desemprego a subir vertiginosamente apesar das mezinhas mais ou menos socialistas do novo presidente. Até já os protectores dos animais estão insatisfeitos porque parece que o Presidente depois de muito pregar contra a crueldade infligida a patos e vaquinhas anda a comer “foie gras” em Paris e “veal” em Nova Iorque. Este cenário afasta os multiculturalistas de diferentes credos ideológicos da realidade do mundo, e como tal, a frustração instala-se. Necessitam de auto-confirmação que atenue a auto-flagelação. Desta vez o ritual-paliativo das boas consciências, dá pelo nome de Amin Maalouf, escritor libanês que vive há largos anos em Paris.
Maaloof, como todos os líricos idealistico-multiculturalistas, não vive neste planeta. Como todos os outros, toma os seus desejos por realidade. É um caso clínico a tratar com urgência. Todo o seu discurso passou por uma ideia de salvação, do planeta e da Humanidade. E acontece que para que a salvação se realize tem que existir um ente que necessite de ser salvo. Ora aqui é que a porca torce o rabo. A primeira vítima a ser salva, segundo Maalouf é o planeta Terra. Salvo, claro está, do aquecimento global produzido pela sociedade de consumo ocidental. Maalouf diz que leu muitos livros sobre o assunto e que ficou abismado com o estado do planeta. Leu muitos livros certamente mas não leu todos os livros. E sobretudo não investigou, que é uma tarefa intelectual diferente de ler. E mais, deveria ter vergonha de meter foice em seara alheia. Desde quando é que um ensaísta está preparado para “botar faladura” de climatologia, não percebendo o ABC desta ciência? Mas de rigor não trataram as intervenções de Maalouf. O aquecimento global produzido pelo dióxido de carbono capitalista, não existe, é uma fábula urbana neo-marxista, portanto neste capítulo Maalouf está a falar prá…. Adiante. Depois temos as identidades assassinas, segundo Maalouf. Era realmente bom que as identidades não fossem exclusivas, mas no mundo real isso não acontece. Mais uma vez confunde-se os desejos pela realidade. Uma pessoa sem identidade é uma pessoa basicamente alienada. Torna-se um indivíduo sem personalidade. O mesmo acontece com as nações e civilizações. Os portugueses não são iguais aos chineses, nem aos esquimós. Quanto á coexistência, ela resulta não da perda de identidade, mas do nível de educação e até de civilização de uma pessoa ou nação. É um contrato social que é estabelecido. Por isso, os europeus convivem bem com as diferenças culturais e civilizacionais, enquanto os islâmicos não. Os filhos de Alá auto-excluem-se e concentram-se em ghetos nas cidades europeias porque não têm nada a ver com os sistemas axiológicos do ocidente. Têm uma identidade paleolítica própria que é inconciliável com a maneira de viver dos europeus e ocidentais. Os japoneses, por exemplo, não perdendo nunca a sua identidade cultural e civilizacional, conseguem partilhar valores e o modo de vida ocidental mas sempre sob o lema da Era Meiji; “Japanese spirit, western culture”. E ainda existem variações individuais. Há portugueses que se sentem mais portugueses do que outros…etc.

Amin Maalouf em Portugal (2)

A seguir temos a abordagem ao caso do Escolhido, isto é, de Obama. Segundo Maalouf Obama não fala ao instinto, mas á razão. Eu nem sei bem o que isto significa! Aqui faltou acrescentar um ou dois exemplos de um político que fala ao instinto. Presumivelmente Bush falava ao instinto.
Os instintos são disposições inatas a acções particulares. São padrões herdados de respostas a determinadas situações. Nos seres humanos, elas são observadas em resposta a emoções (como sexo, agressão e o medo). Os instintos podem ser convocados em regimes totalitários. O medo da burguesia na Rússia bolchevique, a agressão e eliminação dos judeus, no caso da Alemanha nazi. Não percebo como um intelectual desta estirpe pode ser suficientemente desonesto, para deixar a ideia subliminar de que Bush apelava aos instintos. Simplesmente os EUA foram violentamente atacados em solo americano, pela primeira vez na sua história, e reagiram com bastante moderação. Um discurso inspirado e poético não é suficiente como retaliação. E se Maalouf, na senda da prática de Obama, por hipótese, assim o considera, é ainda mais tolo do que parece.
“E MIRACULOSOMENTE ELE VEIO”, afirmou Maalouf ao jornal Público. Mais uma vez temos aqui um apelo religioso salvífico. O Eleito, O Enviado, O Messias, O Escolhido, O abençoado. Tudo isto é a treta de um unanimismo que de crítico tem muito pouco. E meus amigos, a palavra democracia desapareceu do léxico oficial da Casa Branca. De facto a democracia não se compadece com unanimismos. Aliás, os índices de popularidade de Obama vão mal, tal como, anteriomente escrevi. A sua fraca e tardia reacção relativamente á fraude eleitoral e repressão dos manifestantes em Teerão são prova do que a política de Obama vai pelo apaziguamento dos regimes fascistas dos mullahs islâmicos.
Depois generaliza que “todo o mundo se revê” em Obama. Bem, isto é simplesmente mentira, e mais uma vez wishfull thinking. E não é preciso ir muito longe, no tempo e no espaço. A Rússia não gosta dele como há dias ficou provado. É só mais um presidente americano. E parece-me que a Rússia é um actor geo-estratégico muito importante. Maalouf tem um pensamento débil, mais baseado nas seus sonhos do que na realidade. Soçobra facilmente a uma segunda leitura crítica, no entanto, é altamente destacado na imprensa multiculturalista. É preocupante que esta espécie de ideologia marginal tenha uma influência tão grande no “mainstream” político nos países ocidentais. É uma ideologia completamente desfasada do “ground level”, do dia-a-dia das massas, isto é da realidade objectiva do homem comum. É uma ideologia que vai beber á utopia da Paz e Fraternidade Universal que, para se impor á realidade dos cidadãos, só o pode fazer com censura, propaganda, mentira, revisão da História e quiçá, opressão. É já o caso da Inglaterra, que desenvolveu um sistema multicultural de estado, que tornou a Velha Albion no país mais censor do Ocidente. Por lá se encerram blogs, cidadãos são presos por delito de opinião, manifestações proibidas ou reprimidas. Tudo em nome da coesão comunitária. Depois continua Amin em tons trágicos: “ Se Obama falhar é uma tragédia para o Mundo.” Não é ao contrário! Se Obama não perder as próximas eleições vai ser uma tragédia, pelo menos para o mundo Ocidental. Porque simplesmente não podemos esperar que o Islão se torne secular e que respeite os direitos dos homens e das mulheres e das minorias, sexuais ou não. O Islão por definição é uma religião-política que se expandiu pela espada. A prova disso é a própria bandeira da Arábia Saudita. A prova disso é nunca por nunca abandonar o desejo de instaurar um califado que reconstrua glórias passadas perdidas. Por isso, cabe à maior potência democrática do mundo combater com todos os meios este fascismo religioso.

Amin Maalouf em Portugal (3)

O muçulmano não coopera com o “Outro” não muçulmano se, das três uma; ou o converte à força; ou o transforma em dhimmi; ou o mata. Basta estar atento às prédicas dos imams nas mesquitas por essa Europa acima. O Islão democrático e secular é a antítese do próprio Islão. Seria o fim deste tal como o conhecemos. Há aqui neste idealismo a negação do “Outro” como uma entidade diferente. Somos todos “Um”. Isto, mais uma vez é completamente falso e perigosamente totalitário. Há “Outros” que são suficientemente diferentes e perigosos para os recebermos à mão armada. É o que os Israelitas fazem para sobreviverem, e por isso são tão odiados pelos camaradas multiculturalistas. Por se atreverem a sobreviver ao Islão que os cerca, por se atreverem em não se tornarem dhimmis ou mortos.
Esta aniquilação do “Outro” enquanto entidade diferente, entronca no maior tópico da filosofia barata do caro Amin Maalouf: A ideia peregrina da nação humana. Mais uma falsidade. Não existe nação humana alguma e muito menos civilização humana. Segundo a Wikipedia, civilização é o estágio da cultura social e da civilidade de um agrupamento humano caracterizado pelo progresso social, científico, político, económico e artístico. O vocábulo deriva do latim civita que designava cidade e civile (civil) o seu habitante. A civilização é um processo social em si, inerente aos agrupamentos humanos que tendem sempre a evoluir com a variação das disponibilidades económicas, principalmente alimentares e sua decorrente competição por estes com os agrupamentos vizinhos (sublinhado meu). Ora não só existem várias civilizações como estão intrinsecamente preparadas para se guerrearem entre si!
O senhor libanês continua de "vento em popa" e chega a “afirmar que o papel de trazer civilização e conhecimento foi abafado pelo desejo de dominar.” Uma civilização não dominadora, é uma civilização decadente e depois extinta, passando por uma rápida fase, como a Pepsi, de civilização light, onde os pacifismos e multiculturalismos imperam seguindo-se a irremediável dissolução. É em tal fase de crepúsculo que nos encontramos, a medir pela quantidade de lunáticos pseudo humanistas que ocupam as mais altas esferas comunicacionais do mundo ocidental. O que me parece então, é que esta malta quer-nos impor qualquer outra coisa diferente do mundo ocidental. Só que não têm coragem para o afirmar directamente. Contudo as "prateleiras dos supermercados das civilizações" ainda apresentam as democracias liberais ocidentais como o melhor produto. Aquele que garante a melhor qualidade de vida aos seus cidadãos. Não me apetece viver numa civilização com um sistema axiológico semelhante ao dos pardieiros muçulmanos.
De qualquer modo a ideia de Civilização Humana ou Nação Humana, como queiram, já existe. Propriamente na civilização islâmica. Para estes, os estados não têm sentido. O que lhes dá sentido enquanto muçulmanos é a Umma, isto é a comunidade muçulmana mundial. E queria deixar aqui bem claro ao senhor Amin Maalouf que eu, nem morto queria pertencer a tal ummidade e que gastarei os meus últimos raios de sol a lutar contra a perversão e calamidade de tal ideia. Governo Mundial, só no Star Trek!
E o que acho estranho é o senhor Amin Maalouf ter escolhido uma das mais belas cidades do mundo ocidental, onde se valoriza a liberdade da sua diferença, para viver. Se não existem civilizações diferentes, porque é que o senhor Amin não escolheu viver em Ryad, Entebe, Teerão, etc. Para mim é um mistério….

Thursday, July 9, 2009

Selvajaria Islâmica

Mulher vitíma de ácido da "religião da paz"

No Paquistão, bem como noutros países muçulmanos, a honra é um valor que está acima dos direitos humanos, especialmente acima dos direitos das mulheres. Às mulheres que "desonrem" as suas famílias esperam-nas severas consequências da sociedade patriarcal em que estão inseridas, que continuam a pensar com a mentalidade do tempo do Maomé, relegando a mulher para um situação social "abaixo de cão". Um novo relatório da AGHS Legal Cell mostra que a violência contra as mulheres com ácido está a aumentar no país. As mulheres que "desonrem" a família são frequentemente atacadas com ácido sulfúrico. O cheiro a enxofre é cada vez maior nos países islâmicos.... Muitas vítimas nem sequer se queixam às autoridades porque não lhes vele de nada, e têm medo de ainda mais violência. Portanto o número de ataques ás mulheres será ainda maior, segundo fontes daquela organização.

Andar na rua com um homem que não seja o marido, irmão ou filho, é ilícito e razão suficiente para um violento ataque á mulher por cometer adultério. Fugir de um casamento arranjado em que a mulher não tem qualquer sentimento de amor pelo futuro marido, é outra razão para atacar ou matar violentamente a mulher. Uma jovem de 15 anos que recuse casar com um marmanjo barbudo de 70 anos é razão suficiente para a jovem ser estripada.

De acordo com o relatório, só de Abril a Junho deste ano, mais de 220 mulheres foram identificadas como vítimas do ácido, 40 das quais morreram como resultado da extenção das queimaduras provocadas. Quando ácido é atirado a uma pessoa, a pele derrete e expõe o osso que se encontra por baixo da carne que por sua vez também se dissolve. Se o ácido atinge a região ocular, os olhos ficam permanente destruídos, deixando as vítimas cegas ou a ver só de um olho.


E o que torna as coisas piores, segundo aquele relatório, é que os cuidados médicos não são dados convenientemente ás vítimas como continuação da punição islâmica da mulher.

A violência contra as mulheres é endémica no Paquistão e nos países muçulmanos. No Bangladesh, outro país pouco recomendável, existe mesmo uma fundação de apoio às vítimas de ataque de ácido chamado, Acid Survivores Foundation, que tenta lutar contra os ataques químicos naquele país. Desejamos as melhores felicidades aos seus dinamizadores, mas há coisas que só indo à raiz do mal é que são solucionadas. E aqui o mal tem um nome, chama-se Islão. Banir esta religião-política da face do planeta é o grande desafio da humanidade para os tempos futuros. Parece que os chineses e a etnia Han, sabem bem como lidar com o problema. Só é pena que o resto do mundo ocidental esteja hipnotizado pelo relativismo cultural e não veja a enormidade maligna de tal religião.

Tuesday, July 7, 2009

Até da História se Apropriam


Quando os árabes Muçulmanos, uma camada de tribos guerreiras que não tinham uma escrita bem desenvolvida sequer, conquistaram o Egipto, a Síria e a Pérsia, tomaram o controle sobre os centros de maior acumulação do conhecimento da época. Afirmar que os muçulmanos ou a cultura islâmica esteve na base da criação das civilizações do Médio Oriente é completamente falso e não passa de propaganda jihadista e dos seus aliados esquerdistas. É como comparar um analfabeto que assalta a maior biblioteca do mundo, mata todos os livreiros e depois reclama que escreveu todos aqueles livros.