Monday, September 14, 2009

Turismo Dhimmi


Uma jovem portuguesa que "culturalmente enriquece" lá para os lados da Síria, talvez para travar conhecimento com os familiares dos talibãs daquela nacionalidade importados pelo governo Sócrates, (quem sabe?), enviou umas larachas em jeito de crónica publicadas num diário português conhecido pelas suas posições pró-islâmicas. A menina tenta frequentemente, nas referidas escritas do além-multicultural, convencer a malta, de que os muçulmanos onde dominam são respeitadores do Cristianismo e demais religiões e cultos alheios. Conclusão: Não temos que nos preocupar! Esta jovem-dhimmi tem um grande jeito e grande problema simultâneamente. Tem jeito em convencer, pela rigorosa selecção de aspectos secundários e marginais, em convencer todos aqueles que se estão nas tintas para esta realidade política. O problema dela, chama-se História. Sabemos que estes submissos gostam de ajeitar a dita ao seus ideias multiculturalistas pró-Maomé. Todo o teclado da menina transpira "religião da paz" e "respeito" pelos outros. Mas será assim?

O processo histórico da islamização transformou a maioria cristã da Síria numa pequena minoria perseguida. A sua existência continua ameaçada. O partido Baath não é tão violento na perseguição dos cristãos como o são noutros regimes islâmicos da região. Contudo, continuam a ser intimidados pela maioria muçulmana. De acordo com a constituição Síria, o Islão é a principal "fonte de legislação". A descriminação contra os não-muçulmanos torna-se evidente pela recusa do regime, nos últimos 40 anos, de permitir a abertura de uma única escola cristã. Mas deste aspecto a nossa crónica turista não fala. Mais, nas escolas cristãs que ainda existem, a lei requer que o director seja um muçulmano. As missas de Domingo são rotineiramente controladas pela polícia. A violência contra cristãos e judeus continua, por lei, impune. Dhimmitude Oblige!

Já em 6 de Julho de 1920 o New York Times noticiava que os cristãos na Síria estavam em grave perigo de extermínio se não fosse a intervenção do governo francês.

Talvez as crónicas da inter-culturalmente-enriquecida Alexandra se podessem referir à Segunda Conferência Islâmica em Fevereiro de 1974, onde se comprou um certo "sossego" para as minorias cristãs. No terceiro ponto da declaração final constava que "os continuados e construtivos esforços levados a cabo pelas Igrejas Cristãs, no mundo Árabe, nomeadamente no Líbano, Egipto, Jordânia e Siria, em explicar a questão pelestiniana quer á opinião pública mundial quer nas conferências religiosas e granjear apoio internacional à soberania árabe sobre Jerusalém, bem como noutros lugares sagrados na Palestina seria muito bem-vindo e apreciado."

No mesmo ponto de vista, talvez também a camarada-enriquecida-turista Coelho, se possa referir à Conferência Anual do Dialogo Euro Árabe que ocorreu em Damasco em 11 de Julho de 1998, sob os auspícios de Hafiz al-Asad, e que teve como comunicado final a expressão de um profundo agradecimento ao povo e ao presidente sírio, pelos seus esforços no sucesso do Diálogo, e á Comissão Europeia pela sua contribuição financeira. Este "maravilhoso" comunicado final foi dirigido a um sanguinário ditador terrorista que ocupava outro país (o Líbano). Isto dá a medida do nível da moral da União e da Comissão Europeias.

E talvez a inter-dialogante Teresa se lembre das afirmações de ministro dos negócios estrangeiros sírio, Faraouk al-Sharaa acerca das deliberações parlamentares Euro-Árabes. Pois o senhor afirmava convicto que "os valores morais dos árabes no diálogo com outros guiam-se de acordo com a justiça e a tolerância, desde que a mensagem sublime do Islão seja transferida para todo o mundo". Grande tolerância...

O que aqui temos mais uma vez é a contínua propaganda ao Islão feito por um orgão de comunicação social que utiliza um linguagem política desenhada para transformar as mentiras em verdade e o assassínio, a escravatura, o desprezo pelos direitos humanos, a perseguição de minorias, a opressaõ da mulher, respeitáveis. Neste tempo que vivemos A Grande Mentira (ou Grandes Mentiras) estão disseminadas por todo o lado, não pelos ignorantes, mas com malícia pelas classes intelectuais, pelas elites governativas, pelos mais prestigiados elementos da imprensa, por professores universitários e diplomatas.


They Shall Not Pass!

Sunday, September 13, 2009

Um Anel Que Todos Governa.

One Ring to Rule Them All

Graças á popularidade da versão filmada do Senhor dos Anéis, a comparação entre a saga dos hobbits e a nossa luta contra a jihad muçulmana tornou-se um lugar comum. É difícil não nos reconhecer-mos nas palavras de Aragorn quando ele diz, " This day we fight! By all that you hold dear on this good earth, I bid you, stand, men of the West!". (Hoje lutamos, por tudo que nos é querido nesta boa Terra, imploro-vos, resistam, homens do Ocidente!)


Sauron é claramente um compósito muçulmano, de Osamas bin Ladens, mullahs Omares, Almedininjads, e as suas legiões de orcs jihadistas, como os Hamas, os talibans, guardas da revolução, os islamistas por essa Europa acima.
E quem colocaria no papel de Saruman? Eu voto por outro compósito, feito de Hugos Chavez, Obamas, Mugabes, Fedeis Castros mais o Kim, com uns pós de blokistas locais.

E quem nos representa nesta pequena e incompleta analogia? Os homens e mulheres do Ocidente, pois claro.


Inglaterra em P(r)é De Guerra

Mulher inglesa contestantando os pró-palestinianos nas ruas de Londres. Na T. Shirt, enquandrando a cruz dos templários da bandeira inglesa, pode-se ler, "no surrender to al-qaida". Foto do Daily Mail.

Mais uma demonstração de como o multiculturalismo-de-estado inglês, está a levar o país lentamente para uma situação de violência política grave. Alguns comentadores mais corajosos e sérios, chegam mesmo a afirmar que o país vive actualmente um cenário de pré-guerra civil, com as posições políticas a extremarem-se. Os grandes responsáveis deste tenebroso ambiente que se vive na Inglaterra são os trabalhistas, que permitiram que os islâmicos invadissem o país nos últimos anos permitindo-lhes que vivam segundo as leis fascistas do Corão em vez de os obrigarem a observar a leis, os costumes e as tradições ingleses. Em Roma sê romano não é válido para os muçulmanos na Europa porque o que eles querem é fazer cair Roma, como fizeram cair Constatinopla e Jerusalém.
Centenas de manifestantes pró-palestianos concentraram-se no chamado "al-quds day", gritando palavras de ordem apelando á destruição do estado de Israel. Só que desta vez tiveram a "companhia" de uma contra-manifestação dos movimentos anti-islâmicos ingleses, como o EDL, English Defense League, responsável pela mobilização dos anti-fascistas ingleses que espalharam comunicados pela população nos seguintes termos:

"We urge everybody who can to come to London to oppose this."

Claro que os chacais da comunicação social politicamente correcta apelidaram de extrema-direita todos aqueles que se opõem ao islamismo. É a receita dos idiotas úteis do costume.

Wednesday, September 9, 2009

Ai Como A Menina Tem O Dedo!


A mandatária para a juventude pelo PS gosta da "pinga" e de pato com laranja, sem caroços.


Carolina Patrocínio patrocina o mandato para a Juventude pelo Partido Socialista de José Sócrates. O que lhe falta em beleza sobra-lhe em arrogância e cabutinice.


Até há pouco tempo, não se lhe conhecia uma peregrina ideia sobre coisa alguma. Uma entrevista recente, e onde fala exaustivamente do que gosta e não gosta, embora mantendo o suspense quanto às suas ideias sobre a situação sócio/política nacional e internacional, as eleições que temos aí à porta e a sua importância para a juventude portuguesa, as saídas profissionais (ou a falta delas) para essa mesma juventude, etc, etc, etc... mesmo assim, deu-nos a conhecer outras características da jovem "apresentatriz". Deixamos aqui algum pechisbeque do "pensamento" larocas da "queridaaa":


Ficamos a saber que trabalha apenas para se divertir, pois "felizmente não precisa de trabalhar", (felizmente para nós também) que "detesta frutas que tenham que ser descascadas" e a frase que anda toda a gente a discutir, "só como cerejas se a minha empregada lhes tirar os caroços", aplicando-se o mesmo princípio às grainhas das uvas, que, segundo ela, "são uma grande trabalheira". Sou muito competitiva. Detesto perder! Prefiro fazer batota, a ter que perder!" Tal como o seu "mestre", José Socrates, esta é uma das tais que vai concluir o curso numa qualquer universidade privada num Domingo de Agosto, mesmo em fato de banho, pois é quase impossível arranjar na net uma fotografia da moça, vestida (ou despida) com outra indumentária.


Pelo menos Paris Hilton, é loura, bonita e descasca-se das grainhas. E é podre de rica.

Monday, September 7, 2009

Pura Maldade.

Neste momento milhares de pessoas são torturadas e violadas nas prisões iranianas. Onde estão os fariseus ocidentais dos direitos humanos?

Enquanto entre nós alguns se entretêm a imaginar violações aos direitos humanos realizados pela administração Bush, talvez para não repararem onde essas violações ocorrem a sério, nos calabouços iranianos, as vítimas do nazi-fascismo-islâmico são torturadas impiedosamente, sem que estes fariseus ocidentais se dignem a proferir uma única palavra de protesto. Antes preferem, como Obama fez, elogiar o Islão, como "uma grande religião comprometida com a justiça e o progresso". Se não fosse trágico para as vítimas deste fascismo, dava para rir. Actualmente as celas das prisões iranianas estão cheias de homens e mulheres que se manifestaram há 2 meses contra a fraude eleitoral, onde estão a ser torturados(as) impunemente.


Vamos então ver, como é que se pratica a justiça e o progresso do islão, pelas palavras "sábias" de Ayatollah Mohammad Taqi Mesbah-Yazdi a partir de uma entrevista que deu a um orgão de comunicação.

Perguntado se uma confissão obtida "por aplicação de pressão psicológica, emocional e física" era "válida e considerada conforme ao Islão," Mesbah-Yazdi respondeu:

"Obter a confissão de qualquer pessoa que seja contra os Velayat-e Faqih, "Guardiães da Justiça Islâmica", outro nome para o regime dos mullahs iranianos, "é permitida sob qualquer condição". O ayatollah deu resposta idêntica quando perguntado se as confissões obtidas pela utilização de estupefacientes e opiáceos no prisioneiro, são conformes ao islão.

Relativamente aos assaltos sexuais:

Pergunta:

"Pode um interrogador violar sexualmente um prisioneiro para obter um confissão?


Mesbah-Yazdi respondeu: "As precauções necessárias para o interrogador, são o ritual de rezar enquanto viola o prisioneiro. Se for uma prisioneira é permitido violá-la quer na vagina quer no anús. É melhor não ter testemunhas presentes neste caso. Se for um prisioneiro, é aceitável ter testemunhas enquanto a violação é cometida."

E neste caso da violação de prisioneiro masculinos não é considerado sodomia?

Ayatollah Mesbah-Yazdi: " Não, porque não é consensual. Se o prisioneiro mostrar que está a gostar de ser violado este tratamento não deve ser repetido."

Questionado acerca da violação de virgens o Ayotolha respondeu:

" Se o veredicto para a prisioneira fôr a execução, então a violação antes da execução dá ao algoz um prémio espiritual equivalente ao de ter feito a perigrinação a Meca (Haj), mas se a execução não for decretada, então o prémio da violação é equivalente a fazer a peregrinação a Karbala.

Se isto isto não é pura e simples maldade... Por falar nisto! Onde pára a Amnistia Internacional?
Porcos e sádicos.

Activismo Judicial


O sr. Narciso Machado, Juiz desembargador jubilado, decidiu num matutino nacional, publicamente dar as boas vindas ao sírios de Guantanamo. Para além de irem viver à nossa custa, ainda ninguém tem a certeza, nem americanos nem a secreta portuguesa, se os presos provenientes do Afeganistão, constituiem ou não um perigo público. Mas isto, não abala o universalismo do sr. Juiz.

Servindo-se da Declaração Universal dos Direitos Humanos, permitiu-se "atirar" à defunta e "facínora" admnistração Bush ao mesmo tempo que exaltava, Obama, o universalismo português e a Síria, "que costuma bem receber os estrangeiros deste canto ociental da Europa". Sua excelência o juiz desembargador Narciso Machado esqueceu-se, deliberadamente ou não, que o universalismo português se fez a tiro de canhão e que a Síria é um dos países onde os Direitos Humanos mais são violados. Diz ainda que como "legado greco-romano, nasceram as culturas judaicas, cristãs e islâmica", simbolizadas religiosamente em Jerúsalém. O sr. juiz vai-me desculpar, mas isto é pura e simplesmente mentira. Primeiro não há equivalência entre a cultura e a moral judaico-cristã e a islâmica. Nem em termos de evolução humana, nem em termos de respeito pelos direitos humanos, nem em termos da relação entre Homem e Deus. Quanto a Jerusalém, se ela significa alguma coisa é, exactamente a conquista assassína, violenta e violadora, do Patriarcado de Jerusalém, (bem como todo o norte de África e Peninsula Ibérica, e de Constatinopla já agora) pelos exércitos-jihadistas muçulmanos. Essa jihad ainda hoje está em curso e, se bem entendi, o sr. juiz dá-lhe caução.

Como é que um juiz pode utilizar o conceito dos Direitos Humanos de uma forma tão enviesada, dupla e contraditória? A resposta passa pela estatuto que os juízes europeus se atribuíram, de guardiães dos Direitos Humanos. Para estes juízes e para a chamada intelligentsia progressista, a lei dos direitos humanos é um artigo de fé, o progenitor legal de um "maravilhoso mundo novo", onde o prejuízo, a discriminação e a opressão estão confinados à História.

De facto, esta ilusão, tem minado a confiança das sociedades Ocidentais, tem estripado a sociedade dos seus valores tradicionais e ajudou a criar as condições para a incubação do extremismo islâmico e o seu consequente crescimento e exportação.

O activismo judicial ou judicialista melhor, tem as suas raízes no âmbito cada vez maior da Lei Europeia dos Direitos Humanos, e nos juízes do European Court of Human Rights em Estrasburgo. Esta organização nada tem haver com a União Europeia.

Esta lei europeia possibilitou aos juízes mostrarem os músculos e os dentes em novas direcções. Eles julgam-se o último reduto da democracia que luta contra os executivos do governo, especialmente se estes são de direita. Como resultado, eles tornam-se cada vez mais e mais políticos. Assim se explica, o violento ataque do sr. juiz Narciso Machado, ao ex-Presidente Bush, quase tornando-o pior de que o "maluquinho da Coreia", Ban Ki Moon, perdão, Kim Jong Il.

A Convenção dos Direitos Humanos Europeia, foi originalmente concebida noutra era. À sombra do stalinismo e do fascismo, o seu objectivo era de proteger o indivíduo do Estado. Agora, a aplicação da lei sofreu uma mutação. Longe de proteger a Civilização Europeia, tornou-se a sua potencial nemésis.

A emergência da cultura do Hiper-indivudualismo originou um igualitarismo radical de estilos de vida e de valores. A moralidade foi privatizada, e os constragimentos religiosos, das tradições ou dos valores culturais, passaram a ser vistos como ataques á autonomia individual. Os estilos de vida normais da cultura Judaico-Cristã, tornaram-se o pecado, e começaram a ser vistos como potencialmente decriminatórios. Todas as minorias passaram a ter o estatuto de vítimas para serem defendidas. Foi montado todo um sistema multicultural-de-estado, que envolve, desde ONGs, movimentos radicais de esquerda, escritórios de advogados, e sistema judicial e associações jihadistas islâmicas, que em última análise, mandam muito mais do que os governos. Isto é o que se passa por exemplo em Inglaterra. Em Portugal ainda não é bem assim, mas pela vontade de alguns, para lá caminha.

Para além disto, leis e valores supranacionais são impostos por instituições supranacionais, tais como o European Court of Human Rights, a União Europeia, as Nações Unidas e European Court of Justice que se vêem como única fonte de legitimidade. Em vez de sermos governados pela Lei, somos agora governados por advogados e juízes.

O sr. juiz invoca o Direito Internacional para atacar Bush. As leis internacionais possuem uma dúbia autoridade pois não são baseadas em nenhuma jurisdição democrática. São meras expressões de certas ideologias-políticas, sempre muito discutidas. Alguns dos juízes em tribunais internacionais nem sequer são juízes no seu próprio país, nem mesmo advogados sequer, mas diplomatas; as suas deliberações confundem-se com manobras políticas e interesses económicos.

Sunday, September 6, 2009

Dhimmi Carter

Segundo a France Press, o antigo Presidente dos EUA, o sr. Dhimmi Carter teve mais uma epifania política em formato de amendoím. Carter escreveu no Washington Post, que apoiava a maioria dos lideres palestinianos na criação de um só Estado, entre o Rio Jordão e o Mar Mediterrâneo que resolveria todos os problemas na região.


"By renouncing the dream of an independent Palestine, they would become fellow citizens with their Jewish neighbors and then demand equal rights within a democracy," explicou.


xxxiiiiiii! eeeiii!!! Mas que brilhante ideia! Ppppfff! Extroordinário!

Em vez de dois estados, um palestiniano árabe e outro judeu, criava-se um só estado com a esmagadora maioria de palestinianos árabes. Poof! Fim de Israel.

E todos sabemos quão amenas e pacíficas são as relações dos palestinianos de Gaza e da Judeia/Samaria (the west bank) com os israelitas.

Dhimmi Carter é, e sempre foi, um antí-semita. Este é só o último exemplo. Quer destruir Israel de uma forma ou de outra.

O Baldaia, Baldeia O Pluralismo De Expressão

Manuela Moura Guedes foi silenciada e ainda assim há jornalistas que a atacam...

Um cretino chamado Paulo Baldaia, escreveu no Jornal de Notícias que a "asfixia democrática é jornalismo sem regras" e que "o povo não ganha nada com isso".

Não está em causa o direito que este Baldeia tem em exprimir publicamente a sua profunda apologia á censura ou/e à autocensura. Tem o direito de ser um estúpido fascista sempre que lhe apetecer. Queria no entanto lembrar, que os cidadãos nascidos livres, têm o direito inalienável de, dizer, publicar ou noticiar aquilo que bem lhes apetecer, sem importar o que os Sócrates, os Santos Silvas, as ERC, e os Paulos Baldeias deste país, pensem. Sem reservas e usando a maior liberdade permitida. Temos mesmo o direito à ofensa. Manuela Moura Guedes tem o direito de ter a sua linha editorial quer tenha intenções razoáveis ou intenções extremamente não razoáveis, quer isso agrade ao Poder e ao governo instalado ou não. Recusamos conceder aos Paulos Baldaias e ás ERCês, o poder de decidir se o pensamento político, na mente ou no coração de qualquer cidadão português, seja legal ou ilegal, gratuito ou não, razoável ou não.
O que demonstrou este Putinesco episódio, é que em Portugal da dita “democracia socialista”, existe a figura do Crime de Pensamento e este governo mostrou, muitas vezes, reprimir, com uma grande falta de jeito diga-se, a livre expressão do pensamento político, de jornalistas, de sindicatos, de economistas, de todos quantos se opuseram á desastrosa governação do Sócrates. Paulo Baldeia não teve esses problemas com o poder socialista.

Quanto ao povo, era o que nos faltava que o Paulo Baldaia nos ensinasse o que é bom ou mau para o dito.

Saturday, September 5, 2009

Claustrofobia Democrática?

Claustrophobia Self-Portrait by `larafairie

A mafia socialista conseguiu silênciar a jornalista mais incómoda para o seu projecto de mexicanização da vida política portuguesa - Manuela Moura Guedes. Não é surpreendente. O estilo autoritário e narcisista do Sócrates, um aparelho partidário totalmente fanatizado e acrítico ao serviço do caudilho, todos os sectores, ou quase todos, da vida pública e económica controlados pela seita, a maioria dos orgãos de comunicação social "a seus pés", uma ERC fascista-socialista, só podia dar neste acto degradante do afastamento da jornalista.

Sócrates foi ao longo destes 5 anos um primeiro ministro que se distingiu pela constante manipulação da comunicação. A sua governação foi uma espécie de Power Point de propaganda. O resto foi pura incompetência e corrupção.

Não nos esquecemos que este "jovem" grisalho elogiou esse grande "democrata" russo chamado Putin dizendo publicamente na Rússia que a Europa não tinha moral para lhe dar lições de democracia. Agora percebemos porquê! Lá, as jornalistas incómodas são assassinadas, no Portugal de Sócrates são despedidas.

Temos agora, nas próximas eleições legislativas, uma bela chance de atirar com este tipo para a caixote do lixo da História, que felizmente tem por lá muito socialista em putrefacção.

Esperava também que a "rainha-mestra" do formigueiro socialista utilizasse esta oportunidade para exercitar o seu direito á "indignação", sempre muito usado para atacar George Bush e os Estados Unidos da América.
Deixêmo-nos de eufemismos. Isto não é claustrofobia democrática! Isto é autoritarismo! Puro e simples.

Sunday, August 30, 2009

Tanto Por Lá Como Por Cá

Michelle Malkin demonstra o quão corruptos são os socialistas americanos da admnistração Obama


Anda a maioria dos políticos, comentadores e jornalistas portugueses ainda "siderados" pelo "estatura" política de Obama, mas os americanos, incluindo largos sectores do partido democrata, já verificaram que o "man", de democrata e honesto, tem pouco.


Pela 4ª semana consecutiva, o livro Culture of Corruption: Obama And His Team Of Tax Cheats, Crooks and Croonies, de Michelle Malkin é o número 1 de vendas nos EUA. A sua colecção de factos bem detalhados de abusos de poder de gente que agora faz parte da admnistração de Hussein Obama, é infindável. O livro está disponível na Amazon.com, é barato e promete.


Em Portugal, onde o abuso de poder e a corrupção dos socialistas tem dimensões sicilianas, ninguém se dá ao trabalho de escrever livros denunciando os factos.
Que Bela democracia a nossa...
Post Scriptum
O muy socialista sr. Primeiro Ministro e seu Ministro dos Negócios Estrangeiros, lá conseguiram importar 2 Sírios de Guantanamo Bay. Os tipos vão ficar hospedados á nossa custa em casas do Estado.
Daqui a pouco tempo virão as suas mulheres, filhos e filhas, enteados, primos, tios, sobrinhos, irmãos e irmãs e os maridos destas. Agora são 2 num futuro próximo serão 200. Se dali sair confusão jihadista espero que o sr. Sócrates e o sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros sejam responsabilizados por isso.

Saturday, August 29, 2009

Indoctrinate - U(niversity)

Se o leitor pensa que vive numa sociedade global democrática, em que são respeitados todos os pontos de vista, em que a liberdade de expressão é um dado adquirido, em que a sua liberdade é um dado adquirido, é melhor pensar duas vezes.
Os vermes da comunicação social politicamente correcta, fazem o trabalho sujo dos partidos de esquerda, dos lobbys ambientalistas, das ONG's e das organizações globais como por exemplo, a ONU.
A censura imposta pelos meios de comunicação de massas, a notícias, a reportagens, colóquios, livros e autores, a cientistas e estudos científicos e até a formas de expressão artística, que vão contra a intoxicação do politicamente correcto, do ecologismo barato e mentiroso, do neo-marxismo e esquerdismo multiculturalista, não tem hipóteses de ver a "luz do dia". Nós vivemos mergulhados numa espécie de Fascismo Furtivo, pouco tangível, quase colorido nos seus aspectos arcoíristas folclóricos, aparentemente jovem e diverso, em que os jovens estão a embarcar, mas muito muito eficaz na repressão das ideias adversas ao seu domínio na esfera comunicacional. A sua função é a "Manipulação Prosac" embalarem-nos num conto de fadas em que os maus da fita são os capitalistas, a América, os Israelitas e o dióxido de carbono. Eles sabem tudo. Não pense, deixe que eles pensem por si. E eles explicam todo de uma maneira simples. Não se incomode, a vida para além de curta é bela...
Há uma grande quantidade de filmes e documentários que pura e simplesmente são censurados e não têm o direito a uma única palavra nas colunas de crítica cinematográfica dos meios de comunicação. É como se não existissem. Indoctinate-U é um só dos muitos documentários de qualidade alvo da descriminação "jornalistica". É um filme em que mostra a face totalitária e repressora do pensamento único esquerdista, que domina actualmente as Universidades dos países ocidentais, com destaque para as Universidades americanas. Aqui vai o trailer.

The Tea Party Express




Os americanos estão a ficar fartos de Hussein Obama.
A palavra de ordem do The Tea Party Express, é: Take our Country Back.
De que se queixam os organizadores deste tour? Queixam-se do mesmo que os portugueses, isto é, do socialismo. Estão contra o despesismo de uma enorme admnistração pública, contra a ingerência do governo na vida das pessoas, contra as políticas ambientais radicais, contra o aumento de impostos, contra um sistema estatal de saúde do tipo socialista, ineficaz e esbanjador.

Friday, August 28, 2009

Safari Na Eurábia

Os safaris na selva são menos perigosos do que os safaris nos enclaves muçulmanos das cidades europeias.

Está calor em Bruxelas. O ramadão, começou há poucos dias. Em Molenbeek, a fezada muçulmana proibe os filhos de Ala de comerem e beberem durante o dia, até ao pôr do Sol, neste mês, para eles sagrado. Interessante, de facto, esta religião nada tem a ver com a luz. Os polícias não-muçulmanos que patrulham Molenbeek, também não são autorizados a comer ou a beber enquanto permanecerem na área. Quem deu tal ordem foi o Presidente da Câmara de Molenbeek, o socialista (que mais haveria de ser!) Philippe Moreaux, que diz "é preciso respeitar a sensibilidade muçulmana" e não "provocar" os muçulmanos violando as restrições islâmicas do ramadão em público. Socialista, logo dhimmi. De facto, tal como já escrevemos, a lei islâmica já é a Lei nos arredores de Bruxelas.

Ali ao lado, mas muito longe desta realidade, estão os euro-deputados, essa espécie de criaturas que ainda ninguém conseguiu entender, para além dos chorudos ordenados que recebem, para que servem ... chegam de férias. São 736 deputados, o que torna o Parlamento Europeu no segundo maior do mundo, logo a seguir ao Parlamento Indiano. Um passeio por Molenbeek devia ser obrigatório para os 736.

Podem até aproveitar uns tours que a rapaziada jovem de Bruxelas organiza através de Molenbeek. Seguem num carro mal tratado e conduzido por um local, para não dar nas vistas, e porque, sobretudo e mais importante, conhece as saídas de emergência da localidade. Estes áreas são complicadas, para não-muçulmanos. Os "Eurabia Safaris" são também organizados noutras cidades europeias. Uma das mais afamadas embora não a mais perigosa, é o safari de Rosengaard, o enclave muçulmano da cidade sueca de Malmoe. Um dos pontos obrigatórios de atracção "turística" consiste numa rápida paragem para fotografar a “Jihadskörkortsteori” (escola de condução jihad).

As aéras governadas pela sharia estão rapidamente a espalhar-se por toda a Europa a que os franceses, num eufemismo orwelliano, lhes chamam ZUS (zones urbaines sensibles). Hoje mesmo em França, 8 dos 60 milhões vivem já nas 751 ZUS existentes.

Os meses do ramadão são especialmente sensíveis pois, uma vez o sol posto, a irracionalidade violenta de tal tribo, aparece no dercorrer das festividades nocturnas, especialmente entre os mais jovens. Espasmos violentos, vandalismo gratuito, carros e casas encendiadas são itens do cardápio nocturno do ramadão. A polícia tem ordens (concerteza dos socialistas in charge) de não actuar durante as festividades do mês do ramadão, para não ferir as sensibilidades religiosas dos invasores. Só estes têm sensibilidades. A mais ninguém na Europa lhes são reconhecidas. Se for um europeu alcoolizado, se for especialmente da classe média, fazendo qualquer tipo de cena pública menos própria, vai imediatamente de cana para a esquadra e não há sensibilidades para ninguém. A Europa durante o ramadão é uma espécie de Caixa de Pandora nocturna.

Sejam de direita ou de esquerda, os políticos europeus para os muçulmanos comportam-se todos como "progressistas". Já implicitamente aceitaram um sistema "legal de apartheid" com diferentes sistemas para muçulmanos e não-muçulmanos. Dificilmente este sistema de duas realidades politico-religiosas pode subsistir no mesmo território durante muito tempo. Um dos sistemas vai prevalecer sobre o outro. A decisão do socialista Presidente da Câmara de Molenbeek de proibir não-muçulmanos de se alimentar durante o dia, implica que num futuro próximo os não-muçulmanos também serão abrangidos pela lei da sharia.

Enquanto os muçulmanos festejam o ramadão os não-muçulmanos têm muito pouco que festejar mas muito que pensar no seu futuro imediato. Para acabarmos com o regabofe islâmico na Europa, temos que acabar primeiro com os nossos dhimmis, sejam eles políticos, jornalistas ou o que quer que sejam. Só depois respiraremos novamente liberdade e encararemos o futuro para os nossos filhos, com confiança.

Ídolos


Morreu o "teddy boy" Edward Kennedy. E coloca-se aqui a seguinte questão: O que é que motiva as pessoas das chamadas sociedades democráticas na criação de mitos reverenciais de ídolos com pés de barro? Não é só nos EUA que este fenómeno social acontece. Por cá a "coisa" tá bem representada. Até o manicómio xuxialista tem os seu "querido líder" na figura do Wild Beast Sócrates. Li algures uma coluna de opinião, em que o colunista afirmava que o EUA é o único país do mundo onde os únicos ricos são os socialistas. Quem escreveu isto não conhece Portugal. Por cá, para além de serem os únicos ricos, os socialistas empobrecem todos os demais. O eudeusamento de E. Kennedy pela comunicação social americana e não só, só é ultrapassado pelo eudeusamento de Hussein Obama, o muçulmano in disguise que ocupa a White House. A hiperbólica indulgência a este falso herói deve-se única e exclusivamente ao seu nome -Kennedy. Felizmente esta dinastia socialista expirou de vez. Aguardemos que outras dinastias socialistas "embarquem" também.

Thursday, August 27, 2009

Demografia e Pré-Campanha Eleitoral



Já aqui escrevi que a queda dos valores da taxa de reprodução no mundo ocidental, Portugal incluído, é a principal ameaça ao nosso futuro comum. O envelhecimento das populações ocidentais, é bem aproveitada pelos invasores islâmicos que se mostram prontos acabar com a nossa cultura,e com a nossa liberdade. Era de supor que os partidos portugueses já em pré-campanha eleitoral, manifestassem uma qualquer ideia programática,de forma a restaurar as taxas de reprodução dos tugas, em queda. Tanto quanto eu sei nem uma palavra se ouviu sobre o assunto. É muito mais fácil atirar dinheiro para cima de gente que não quer trabalhar, fechar os olhos á permanencia de ilegais e importar imigrantes que muitas vezes vêm trabalhar em condições sub-humanas.
A causa da actual decadência do mundo ocidental não reside unicamente no hedonismo suícida das suas populações. Reside sobretudo na irresponsabilidade dos modernaços políticos, sempre muito ocupados em agradar às diferentes minorias kulturais fracturantes, aos lobbys ecologistas, aos empresários do regime e ás flutuações das intenções de voto nas sondagens.

Tuesday, August 25, 2009

Pat Condel On Multiculturalism

Blobfish - O Profeta dos Mares.

Enclaves


Entretanto a islamização da Europa continua a "bom" ritmo.

Em Oslo, um casal gay norueguês passeava de mãos dadas na zona de Gronland, onde foram fisicamente agredidos por um muçulmano do Paquistão, que lhes gritou: " Esta é uma área muçulmana". O paqui, acrescentou ainda: "Gronland é uma área multicultural e estes homossexuais não têm nada que vir para aqui, porque nós não gostamos deles. Devia ser probido praticar a homossexualidade numa área de maioria muçulmana". Portanto, ficamos todos a saber que parte do território da Noruega já não é dos noruegueses. Tudo isto perante o silêncio bem acomodado dos partidos políticos instalados e instaladores da islamização.

Noutras partes da Europa, a agitação para a transferência das soberanias nacionais para a mão de muçulmanos, também já começou.

Em França, um alto funcionário público da admnistração francesa, encontrou-se com o imam de Roubaix nos limites daquela localidade como forma de respeito pela declaração de Roubaix como uma distrito muçulmano a que ele, como infiél, não tem acesso.

Na Grã Bretanha, imams pressionam o governo para que se oficialize a sharia, a lei islâmica, em certas áreas de Bradford e se ilegalize a lei inglesa.

Na dinamarca, líderes muçulmanos têm tentado que a sharia seja lei nalgumas zonas de Copenhaga.

E na Bélgica, os muçulmanos que vivem na zona de Sint-Jans-Molenbeek, nos arredores de Bruxelas, também declararam não reconhecer a lei belga e toda aquela área está sob jurisdição islâmica.

O que é preciso que eles façam mais, para que os governos europeus os mandem de volta para os camelos que deixaram, lá para os lados dos desertos donde saíram?

Monday, August 24, 2009

Onde Pára o Furacão?


Al Gore (e seus fiéis) no movie de ficção científica, "Uma verdade inconveniente", afirmava que no futuro, devido ao aquecimento global, os furacões no Atlântico, iriam ser mais frequentes e mais devastadores. Mas onde é que eles estão? Alguém leu uma única notícia do público "especialista" em tragédias climático-troposféricas, Ricardo Aquecimento Garcia, acerca dos furacões nesta temporada de tempestades atlânticas? Eu não sei, não estive por cá, e tive todo o prazer em não ler o Público.

Os "militantes" do Katrina afirmavam em 2005, (ver gráfico), que a grande quantidade de tempestades tropicais que naquele ano "bateram" nas costas americanas, eram uma evidência do aquecimento global. Como é que explicarão agora a "mingua" (ver gráfico) de tais terríficas turbulências e monstruosidades atmosféricas? Deixem-me tentar advinhar! Uh... ãh... talvez devido ao...coiso... ãh... isso...ao aquecimento global. Assim ficamos todos descansados. O consenso metereológico-climático-político é tão agradável, não é? E dá tanto dinheiro a alguns não é?
O aquecimento global deve explicar tudo. Desde a incompetência do Sócrates até ao sacríficio de aturar o europeísmo climatérico da Senhora Merkel pela bôca do Durão Barroso.

Sunday, August 23, 2009

Regressado de férias...


Depois de 1 mês em Tokyo, e mais uma semana de Jet Lag que até "vi estrelas", nada sei do que se passa em Portugal e no Mundo. Será que o Sócrates já se imulou na fogueira da vaidade e da incompetência? Se não... é pena!

Quero ver se arranjo coragem para ligar a TV e comprar jornais, e ver se me começo a irritar com a estúpidez mediática, porque esta doce ignorância, de férias, acerca do mundo, dá muita calma.