Friday, July 10, 2009

Amin Maalouf em Portugal (2)

A seguir temos a abordagem ao caso do Escolhido, isto é, de Obama. Segundo Maalouf Obama não fala ao instinto, mas á razão. Eu nem sei bem o que isto significa! Aqui faltou acrescentar um ou dois exemplos de um político que fala ao instinto. Presumivelmente Bush falava ao instinto.
Os instintos são disposições inatas a acções particulares. São padrões herdados de respostas a determinadas situações. Nos seres humanos, elas são observadas em resposta a emoções (como sexo, agressão e o medo). Os instintos podem ser convocados em regimes totalitários. O medo da burguesia na Rússia bolchevique, a agressão e eliminação dos judeus, no caso da Alemanha nazi. Não percebo como um intelectual desta estirpe pode ser suficientemente desonesto, para deixar a ideia subliminar de que Bush apelava aos instintos. Simplesmente os EUA foram violentamente atacados em solo americano, pela primeira vez na sua história, e reagiram com bastante moderação. Um discurso inspirado e poético não é suficiente como retaliação. E se Maalouf, na senda da prática de Obama, por hipótese, assim o considera, é ainda mais tolo do que parece.
“E MIRACULOSOMENTE ELE VEIO”, afirmou Maalouf ao jornal Público. Mais uma vez temos aqui um apelo religioso salvífico. O Eleito, O Enviado, O Messias, O Escolhido, O abençoado. Tudo isto é a treta de um unanimismo que de crítico tem muito pouco. E meus amigos, a palavra democracia desapareceu do léxico oficial da Casa Branca. De facto a democracia não se compadece com unanimismos. Aliás, os índices de popularidade de Obama vão mal, tal como, anteriomente escrevi. A sua fraca e tardia reacção relativamente á fraude eleitoral e repressão dos manifestantes em Teerão são prova do que a política de Obama vai pelo apaziguamento dos regimes fascistas dos mullahs islâmicos.
Depois generaliza que “todo o mundo se revê” em Obama. Bem, isto é simplesmente mentira, e mais uma vez wishfull thinking. E não é preciso ir muito longe, no tempo e no espaço. A Rússia não gosta dele como há dias ficou provado. É só mais um presidente americano. E parece-me que a Rússia é um actor geo-estratégico muito importante. Maalouf tem um pensamento débil, mais baseado nas seus sonhos do que na realidade. Soçobra facilmente a uma segunda leitura crítica, no entanto, é altamente destacado na imprensa multiculturalista. É preocupante que esta espécie de ideologia marginal tenha uma influência tão grande no “mainstream” político nos países ocidentais. É uma ideologia completamente desfasada do “ground level”, do dia-a-dia das massas, isto é da realidade objectiva do homem comum. É uma ideologia que vai beber á utopia da Paz e Fraternidade Universal que, para se impor á realidade dos cidadãos, só o pode fazer com censura, propaganda, mentira, revisão da História e quiçá, opressão. É já o caso da Inglaterra, que desenvolveu um sistema multicultural de estado, que tornou a Velha Albion no país mais censor do Ocidente. Por lá se encerram blogs, cidadãos são presos por delito de opinião, manifestações proibidas ou reprimidas. Tudo em nome da coesão comunitária. Depois continua Amin em tons trágicos: “ Se Obama falhar é uma tragédia para o Mundo.” Não é ao contrário! Se Obama não perder as próximas eleições vai ser uma tragédia, pelo menos para o mundo Ocidental. Porque simplesmente não podemos esperar que o Islão se torne secular e que respeite os direitos dos homens e das mulheres e das minorias, sexuais ou não. O Islão por definição é uma religião-política que se expandiu pela espada. A prova disso é a própria bandeira da Arábia Saudita. A prova disso é nunca por nunca abandonar o desejo de instaurar um califado que reconstrua glórias passadas perdidas. Por isso, cabe à maior potência democrática do mundo combater com todos os meios este fascismo religioso.

Amin Maalouf em Portugal (3)

O muçulmano não coopera com o “Outro” não muçulmano se, das três uma; ou o converte à força; ou o transforma em dhimmi; ou o mata. Basta estar atento às prédicas dos imams nas mesquitas por essa Europa acima. O Islão democrático e secular é a antítese do próprio Islão. Seria o fim deste tal como o conhecemos. Há aqui neste idealismo a negação do “Outro” como uma entidade diferente. Somos todos “Um”. Isto, mais uma vez é completamente falso e perigosamente totalitário. Há “Outros” que são suficientemente diferentes e perigosos para os recebermos à mão armada. É o que os Israelitas fazem para sobreviverem, e por isso são tão odiados pelos camaradas multiculturalistas. Por se atreverem a sobreviver ao Islão que os cerca, por se atreverem em não se tornarem dhimmis ou mortos.
Esta aniquilação do “Outro” enquanto entidade diferente, entronca no maior tópico da filosofia barata do caro Amin Maalouf: A ideia peregrina da nação humana. Mais uma falsidade. Não existe nação humana alguma e muito menos civilização humana. Segundo a Wikipedia, civilização é o estágio da cultura social e da civilidade de um agrupamento humano caracterizado pelo progresso social, científico, político, económico e artístico. O vocábulo deriva do latim civita que designava cidade e civile (civil) o seu habitante. A civilização é um processo social em si, inerente aos agrupamentos humanos que tendem sempre a evoluir com a variação das disponibilidades económicas, principalmente alimentares e sua decorrente competição por estes com os agrupamentos vizinhos (sublinhado meu). Ora não só existem várias civilizações como estão intrinsecamente preparadas para se guerrearem entre si!
O senhor libanês continua de "vento em popa" e chega a “afirmar que o papel de trazer civilização e conhecimento foi abafado pelo desejo de dominar.” Uma civilização não dominadora, é uma civilização decadente e depois extinta, passando por uma rápida fase, como a Pepsi, de civilização light, onde os pacifismos e multiculturalismos imperam seguindo-se a irremediável dissolução. É em tal fase de crepúsculo que nos encontramos, a medir pela quantidade de lunáticos pseudo humanistas que ocupam as mais altas esferas comunicacionais do mundo ocidental. O que me parece então, é que esta malta quer-nos impor qualquer outra coisa diferente do mundo ocidental. Só que não têm coragem para o afirmar directamente. Contudo as "prateleiras dos supermercados das civilizações" ainda apresentam as democracias liberais ocidentais como o melhor produto. Aquele que garante a melhor qualidade de vida aos seus cidadãos. Não me apetece viver numa civilização com um sistema axiológico semelhante ao dos pardieiros muçulmanos.
De qualquer modo a ideia de Civilização Humana ou Nação Humana, como queiram, já existe. Propriamente na civilização islâmica. Para estes, os estados não têm sentido. O que lhes dá sentido enquanto muçulmanos é a Umma, isto é a comunidade muçulmana mundial. E queria deixar aqui bem claro ao senhor Amin Maalouf que eu, nem morto queria pertencer a tal ummidade e que gastarei os meus últimos raios de sol a lutar contra a perversão e calamidade de tal ideia. Governo Mundial, só no Star Trek!
E o que acho estranho é o senhor Amin Maalouf ter escolhido uma das mais belas cidades do mundo ocidental, onde se valoriza a liberdade da sua diferença, para viver. Se não existem civilizações diferentes, porque é que o senhor Amin não escolheu viver em Ryad, Entebe, Teerão, etc. Para mim é um mistério….

Thursday, July 9, 2009

Selvajaria Islâmica

Mulher vitíma de ácido da "religião da paz"

No Paquistão, bem como noutros países muçulmanos, a honra é um valor que está acima dos direitos humanos, especialmente acima dos direitos das mulheres. Às mulheres que "desonrem" as suas famílias esperam-nas severas consequências da sociedade patriarcal em que estão inseridas, que continuam a pensar com a mentalidade do tempo do Maomé, relegando a mulher para um situação social "abaixo de cão". Um novo relatório da AGHS Legal Cell mostra que a violência contra as mulheres com ácido está a aumentar no país. As mulheres que "desonrem" a família são frequentemente atacadas com ácido sulfúrico. O cheiro a enxofre é cada vez maior nos países islâmicos.... Muitas vítimas nem sequer se queixam às autoridades porque não lhes vele de nada, e têm medo de ainda mais violência. Portanto o número de ataques ás mulheres será ainda maior, segundo fontes daquela organização.

Andar na rua com um homem que não seja o marido, irmão ou filho, é ilícito e razão suficiente para um violento ataque á mulher por cometer adultério. Fugir de um casamento arranjado em que a mulher não tem qualquer sentimento de amor pelo futuro marido, é outra razão para atacar ou matar violentamente a mulher. Uma jovem de 15 anos que recuse casar com um marmanjo barbudo de 70 anos é razão suficiente para a jovem ser estripada.

De acordo com o relatório, só de Abril a Junho deste ano, mais de 220 mulheres foram identificadas como vítimas do ácido, 40 das quais morreram como resultado da extenção das queimaduras provocadas. Quando ácido é atirado a uma pessoa, a pele derrete e expõe o osso que se encontra por baixo da carne que por sua vez também se dissolve. Se o ácido atinge a região ocular, os olhos ficam permanente destruídos, deixando as vítimas cegas ou a ver só de um olho.


E o que torna as coisas piores, segundo aquele relatório, é que os cuidados médicos não são dados convenientemente ás vítimas como continuação da punição islâmica da mulher.

A violência contra as mulheres é endémica no Paquistão e nos países muçulmanos. No Bangladesh, outro país pouco recomendável, existe mesmo uma fundação de apoio às vítimas de ataque de ácido chamado, Acid Survivores Foundation, que tenta lutar contra os ataques químicos naquele país. Desejamos as melhores felicidades aos seus dinamizadores, mas há coisas que só indo à raiz do mal é que são solucionadas. E aqui o mal tem um nome, chama-se Islão. Banir esta religião-política da face do planeta é o grande desafio da humanidade para os tempos futuros. Parece que os chineses e a etnia Han, sabem bem como lidar com o problema. Só é pena que o resto do mundo ocidental esteja hipnotizado pelo relativismo cultural e não veja a enormidade maligna de tal religião.

Tuesday, July 7, 2009

Até da História se Apropriam


Quando os árabes Muçulmanos, uma camada de tribos guerreiras que não tinham uma escrita bem desenvolvida sequer, conquistaram o Egipto, a Síria e a Pérsia, tomaram o controle sobre os centros de maior acumulação do conhecimento da época. Afirmar que os muçulmanos ou a cultura islâmica esteve na base da criação das civilizações do Médio Oriente é completamente falso e não passa de propaganda jihadista e dos seus aliados esquerdistas. É como comparar um analfabeto que assalta a maior biblioteca do mundo, mata todos os livreiros e depois reclama que escreveu todos aqueles livros.

Sunday, July 5, 2009

Hasta la Vista Baby


As Honduras deixam a Organização dos Estados Americanos.

Fonte Libertad Digital: HONDURAS RENUNCIA A SU PRESENCIA EN EL ORGANISMO

“En la OEA ya no existe espacio para los estados que aman su libertad”


E já agora podiam ter mostrado o dedo ao Hussein Obama, e não só...

Birmingham Contra o Fascismo Islâmico

Grande manifestação contra o islamismo em Birmingham. A Europa está a despertar, finalmente. Bom de ver, foram os milhares de jovens que se manifestaram contra esta religião-política totalitária, bárbara, retrógada e muito muito fascista. Claro que os meios de comunicação não noticiaram o evento. Mas não perdem pela demora... A utopia multiculturalista e politicamente correcta, que tem na maioria dos jornalistas, os seus arautos mais convictos e determinados,(é o exemplo acabado de José Manuel Fernandes,que perdeu um grande futuro como professor de Biologia-Geologia), está lentamente a derrocar. Bem pode o tão orgulhoso como falso "quarto poder" censurar a realidade que não convém às suas convicções fantasiosas. A maioria dos jornalistas não são só, neste momento histórico ,o mensageiro. São também actores políticos credenciados, embora de uma espécie próxima de Ali o Cómico, cuja trave mestra das suas linhas editorias é o "wishfull thinking", uma espécie de dissonância cognitiva, em que aquilo que o mundo devia ser tem mais importância (e toma o lugar), do que aquilo que o mundo é. Quanto aos eventos que caem foram desta grelha ideológica, os senhores jornalistas, frustados e confusos, racionalizam da pior maneira. Podiam demitir-se e dedicarem o resto das suas viduscas á pesca e á culinária (no caso da jornalista Teresa de Sousa). Mas, infelizmente não: desatam a insultar, de fascistas, de extremistas de direita, de xénofobos e racistas, a todos quantos têm a coragem de mostrar, nas ruas, em blogs, em colunas de opinião e em livros ou filmes, que o mundo e a realidade percebida pelas pessoas, não é como eles a "desenham" em computador, nas suas linhas editorias-ideológicas.
Mas um dia, num futuro próximo, essa realidade que eles censuram, entrar-lhes-á de tumulto pela porta das redacções dentro, e então como lemingues á beira da falésia, sairão, pela janela sem terem o tempo necessário ao "dignificador" acto de virar a casaca.


Thursday, July 2, 2009

Hells Angels Tratam-lhes Da Saúde

Danish Hell's Angels fight against islamic street gangs. Nice showdown guys!


O grupo motorizado dinamarquês, os famosos Hells Angels, são a principal força de combate aos gangues de imigrantes muçulmanos que nos últimos anos têm aterrorizado a capital dinamarquesa. Neste momente, os Hells Angels dominam a situação com o suporte do grupo AK81, (Alti Klaar, que em dinamarquês significa, "sempre pronto") estando a ganhar, a cada dia que passa, maior apoio dos dinamarqueses.
Já aqui noticiamos há alguns meses que Copenhagen esteve a ferro e fogo durante uma semana por causa da re-impressão dos cartoons do Maomé. A violência urbana, ataques á navalhada, assaltos e violações tornaram os cidadãos absolutamente inseguros. A polícia está de mãos atadas devido à ideologia do politicamnete correcto. Assim, os Hells Angels apareceram na altura certa e parece que estão "acertar-lhes o passo" e a refriar os ânimos exaltados dos islâmicos, confiantes na decadência do Ocidente.
Em grupo, os imigrante islâmicos mudam de caracter, tornam-se arrogantes e corajosos. Em grupo atacam sem aviso e sem razão(por isso são apelidados de chacais). Eles odeiam a Cristandade e os seus símbolos. A maneira como os dinamarqueses vivem e a sua mentalidade. Frequentemente afirmam que é o "racismo" é a principal causa daquele ódio. Mas este argumento tem o valor do "cavalo de Tróia". Consideram a Dinamarca um país de putas, e quanto maior for o prejuizo e a dor infligido às vitimas, melhor eles se sentem.
É o multuculturalismo em todo o seu esplendor.
Todos os aliados são poucos para derrotar este fascismo das arábias que ameça a nossa liberdade colectiva e individual.






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Wednesday, July 1, 2009

Atenção Turistas...

Pensem Duas Vezes Antes de Passarem Férias Em Birmingham

IR DE FÉRIAS PARA INGLATERRA COMEÇA A SER PERIGOSO. ESPECIALMENTE EM BIRMINGHAM. AQUILO JÁ É MÉDIO ORIENTE. VEJAM SÓ ESTE CLIP DE PROMOÇÃO TURÍSTICA QUE SE SEGUE.
É PREFERIVEL O MÉXICO COM O SEU H1N1.

Monday, June 29, 2009

Dois pesos e duas medidas


Obama recusa "intrometer-se" no Irão onde milhões de iranianos arriscam a vida pela ideia de eleições livres. As bestas nazis islâmicas esmagam os dissidentes enquanto Obama assobia para o lado ao falar de um "debate vivo". Mas nas Honduras, Obama e as "putas" nas Nações Unidas não têm escrúpulos em interferirem naquele país, para devolver o poder a um fantoche de Chavez. A história do que aconteceu nas Honduras tem que ser contada ao mundo.

As forças armadas hondurenhas tiraram o presidente Manuel Zelaya, pela manhã, da sua cama e exilaram-no na Costa Rica, acabando com a controversa revisão constitucional inspirada nos golpes constitucionais a la Hugo Chavez.

Os EUA entre outros países condenaram de imediato o golpe. Obama mostrou-se "profundamente preocupado" e apelou aos actores políticos nas Honduras para "respeitar as normas democráticas".

Hugo Chavez, o master do sr. Zelaya, colocou o exército venezuelano de prevenção e afirmou que considerará como um "acto de guerra" quaisquer represálias sobre o pessoal diplomático venezuelano.

Éé preciso sublinhar que Manuel Zelaya foi preso pelos militares porque o Supremo Tribunal das Honduras assim o ordenou. Mais tarde o Congresso das Honduras formalmente destituiu Zelaya nomeando o líder daquele orgão político, Roberto Micheletti, seu sucessor até ao termo do mandato de Zelaya que expirava em Janeiro. De facto o presidente Zelaya preparava-se para o truque dos refendos á Constituição das Honduras que lhe permitissem ocupar o poder para além do qual a actual Constituição permite. Já vimos este número repetido várias vezes pelo "democrata" esquerdista Hugo Chavez, amigo de Sócrates, pelo equatoriano Rafael Correa e pelo sempre indío Evo Morales.

Concluindo:

As Honduras lutam pelam Constituição enquanto Obama se coloca ao lado de Hugo Chavez contra o povo hondurenho.

Sunday, June 28, 2009

Pat Condell: Be my burka baby

Mandem-nos Para o inferno (2)

Gravura da época que representa aspecto das Guerras Barbáricas


Durante algum tempo a jovem nação americana juntou-se aos governos europeus pagando "tributo" aos piratas, isto é, pagando-lhes para que eles deixassem sossegada a navegação e de escravizar os marinheiros. Mas assim que os americanos desenvolveram forças navais capazes de lidar com o problema, mandaram a Navy e os marines, pôr fim a tal pirataria no Mar Mediterrâneo, naquilo que ficou para a História conhecido como The First and Second Barbary Wars (1801-05, 1815). Estas primeiras guerras externas também não são muito valorizadas nos livros de História Americana.
Depois de terem sido derrotados, os piratas deixaram os navios americanos em paz. Mas o espírito da jihad, como um vírus maligno, sobreviveu, de formas diferentes. Pirataria no passado (e no presente) e terrorismo nos nossos dias.
Nos finais dos anos 80, uma nova forma do vírus "deu à costa". A novidade apareceu no Dia de São Valentim de 1989, na forma de um anúncio servido pelo Ayotollah Seyyed Ruhollah Khomeini que em 1979 ocupou o poder deixado pelo Shah Mohammed Rerza Pahlavi. O supremo lider iraniano (eleito homem daquele ano pela revista Time) que prontamente sujeitou aquele imenso país e povo á lei da sharia, emitiu uma fatwa ao escritor novelista indo-britânico, Salmon Rushdie, que deveria ser morto por ter insultado o islão no famoso livro Os Versículos Satânicos. Os iranianos ouviram-no na rádio " Eu informo o orgulhoso povo muçulmano do mundo que o autor do livro Os versículos Satãnicos, que é contra o Islão, o profeta e o Corão, e todos aqueles que se envolveram na públicação e difusão do livro são sentenciados á morte. Eu apelo a todos os muçulmanos que o executem seja lá onde o encontrarem". Dias depois, responsáveis iranianos acertavam um preço pela cabeça dele. O escritor teve que se esconder. Desde então é guardado pela polícia inglesa dia e noite. Trinta pessoas foram assassinadas em todo o mundo por ordem desta fatwa.
Nada como isto tinha acontecido até então. A fatwa de Khomeini reflete o reconhecimento que os alvos jihadistas não incluem só navios ocidentais e edifícios. Também incluem, até fundamentalmente incluem, as liberdades ocidentais, e em especial a liberdade básica: a liberdade de expressão. O que emergiu deste reconhecimento foi uma nova fase da jihad cuja vantagem não requer jihadistas para travarem combate até à morte mas, antes, actividades de baixo risco como escrever cartas de queixa a funcionários e governantes, participando no "diálogo intercultural, participando em ocasionais manifestações, marchas, queima de bandeiras, actos de invasão de embaixadas e motins de fim de semana. Nao só os participantes desta nova jihad não correm riscos (há pouca probablidade de serem presos e ainda menos convicção), mas para além disso, ainda gozam da assistência de não-muçulmanos que, quando não apoiam estes novos jihadistas devido a um taralhouco sentido de simpatia, ou de medo, são motivados pela ideologia - nomeadamente a perniciosa doutrina do multiculturalismo, que ensina pessoas livres a diminuir ou depreciar a sua própria liberdade devendo-se ajoelhar perante tiranos, e como todos os dias verificamos, são utilíssimos aos jihadistas culturais que parecem ter sido inventados pelo próprio Osama bin Laden. É o caso do Bloco de Esquerda e Ana Gomes entre muitos outros.

Mandem-nos para o Inferno (1)


Thomas Jefferson foi um dos primeiros americanos a combater o Islão




Nós no Ocidente vivemos no meio de uma jihad, e a maioria das pessoas nem sequer imagina.

O Islão divide o mundo em 2 partes. A parte governada pela sharia, ou lei islâmica chama-se Dar al-Islam, ou Casa da Submissão. Tudo o resto é denominado Dar El-Harb, ou Casa da Guerra. É assim chamada porque, de acordo com o Corão, está destinada a ser governada pela sharia, sendo preciso fazer a guerra - a guerra santa, jihad -para a trazer para a Casa da Submissão, ou seja o Islão.


A jihad começou com o Maomé. Quando nasceu, as terras que hoje pertencem ao mundo árabe, eram povoadas na sua maioria por cristãos e judeus. Um século após a sua morte, os habitantes daquelas áreas foram mortos, expulsos, subjugados ao Islão como membros de uma classe inferior conhecidos como dhimmis, ou convertidos á "religião da paz" pela ponta da espada.


As cruzadas do séc. XII E XIII não foram guerras de conquista feitas pelos povos europeus mas antes tentativas de reaver territórios que antes pertenciam à cristandade.

O primeiro grande conflito externo da jovem nação americana depois da Revolução americana foi com os piratas do Mar Mediterrâneo, que eram apoiados pelos governos muçulmanos do Norte de África - tal como os grupos terroristas hoje são sponsorizados por países como a Líbia, o Irão e a Síria. Os piratas daquela época rapinavam navios europeus e vendiam as tripulações como escravos. (Entre os séc. XVI e XIX, mais de um milhão de europeus - incluino pessoas como Cervantes, Saint Vicent de Paul e Jean François Regnard. - tornaram-se bens móveis no Norte de África - detalhe que raramente aparece nos livros de história...

Em 1786, John Adanms e Thomas Jefferson, eram embaixadores respectivamente na Ingleterra e em França, encontraram-se em Londres com o enviado de Tripoli à Grã Bretanha e perguntaram-lhe porque é que os piratas assaltavam os navios americanos. O árabe explicou, contaram posteriormente aqueles 2 Founding Fathers ao Congresso, que as acções dos piratas eram

baseadas nas leis do Profeta, que estava escrito nas leis do Corão, que todas as nações que não admitissem a sua autoridade eram pecadoras, que tinham portanto o direito de lhes fazer guerra onde quer que se encontrassem, e de escravizar tantos quantos fossem presos e que cada muçulmano que fosse chacinado na batalha TERIA O PARAÍSO COMO GARANTIA.

Aonde é que já ouvimos isto?

Portanto aos olhos daquele enviado do séc XVIII, assim como dos governos muçulmanos da época, os piratas não cometiam qualquer crime mas sim a jihad (especificamente a al-jihad fil-bahr, a guerra santa no mar).

Tuesday, June 23, 2009

Talibans em Portugal

O sr. Silva faz parte do comité de boas vindas aos talibans do sr. Amado



O sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luis Amado, insiste em trazer para Portugal talibans presos em Guantanamo Bay. Ninguém na Europa está interessada em tal gente mas este tipo continua a carregar na mesma tecla. É caso para perguntar ao sr. Ministro, se os irá alojar em sua própria casa. Se a resposta for afirmativa, colocamos desde já a viola no saco e andor, vamos comer leitão à bairrada. Mas claro que não. Esta gente socialista só oferece o socialismo e outras chatices ao povo, porque eles vivem muito acima do dito (povo e socialismo). São uns filhos da p.... de idealistas e o povo depois é que tem se se amanhar com os seus ideais.

Uma manifestação contra a importação de talibans está a ser organizada.
Não queremos cá esta gente.
A Ministra da Educação e a Dona Câncio que vivam com eles.

São Socialistas e Basta!


O sr. António Vitorino, luminária ideológica dos socialistas, desafiou a oposição de direita a ter coragem e mostrar o seu programa político neo-liberal (coisa que ele sabe muito bem não existir em Portugal). Empolgando o tom do discurso, António Vitorino, tentou a seguir mostrar a superioridade moral do programa político socialista democrático, tecendo um conjunto de ideias genéricas sobre uma alegada política de justiça social que só eles, socialistas, são "capazes de pôr em prática". É caso para risota e gargalhada geral. Nós sabemos bem que justiça social é esta. Experimentámo-la na pele neste últimos 5 anos de governo socialista - AUMENTO DE IMPOSTOS - É NISTO QUE OS SOCIALISTAS SÃO BONS. Roubam o dinheiro aos cidadãos e onde é que ele é aplicado? Numa melhor qualidade de cuidados de saúde, educação, melhor justiça, melhores forças armadas, maior segurança? NÃO. O nosso dinheiro é desbaratado, em subsidios a empresas amigas do partido, em rendimentos mínimos garantidos a marginais, importação de terroristas de Guantanamo que vão viver à nossa custa e em obras para povos estrangeiros.
O novo estádio da cidade de Al-Kadher, nos arredores de Belém, na Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser inaugurado na próxima 2ª feira. O recinto custou 2 milhões de dólares, tem capacidade para 6000 espectadores, é certificado pela FIFA, dispõe de piso sintético e iluminação, sendo uma boa estrutura para os comícios do Hamas atacar de morte Israel e o mundo ocidental. A cerimónia de inauguração abrirá entre os costumeiros uivos de Alahu Snakbar, com uma marcha de escuteiros (presumo suicidas) locais, conduzindo as bandeiras de Portugal e da Palestina, e execução dos respectivos hinos nacionais.
Já fechámos urgências, centros de saúde e escolas primárias, mas os socialistas "armados ao pingarelho" com o nosso dinheiro, ofereceram um estádio á palestina.
Devíamos fechar o Hospital de Santa Maria e oferecer um pavilhão multiusos ao Afeganistão. A seguir fechávamos a Cidade Universitária e oferecíamos um complexo desportivo à Somália para eles praticarem pirataria olímpica e por último fechávamos a Assembleia da República e oferecíamos, pelo menos, os socialistas aos crocodilos do Nilo.






Monday, June 22, 2009

Presidentes...



"No nosso país, não podemos aceitar que mulheres sejam prisioneiras atrás de um gradeamento privadas da sua vida social e de toda a sua identidade. A burqa não é um símbolo religioso, é um símbolo de subserviência e de inferioridade- eu quero dizer isto solenemente, não será bemvindo no território da República Francesa" - Sarkozy


" A liberdade americana é indivisivel da liberdade religiosa. É por isso que temos uma mesquita em cada estado da nossa união e mais de 1200 mesquitas dentro das nossas fronteiras. É por isso que o governo dos EUA protegerá todas as mulheres e raparigas que quiserem envergar hijab e punir aqueles que o negarem." - Obama



De uma só penada Obama, no famoso discurso da Universidade do Azar, atirou os direitos das mulheres às urtigas. Vestirem hijab ou burqa no mundo islâmico, não é uma questão de opção individual. É uma obrigação das mulheres que são consideradas seres inferiores.



Vive la France

Friday, June 19, 2009

BEWARE OF MASTURBATING MUSLIMS


Israelita na praia relaxa á beira mar enquanto palestinianos "esgalham o pessegueiro".


Cuidado com os onanistas muçulmanos. A história conta-se rapidamente:

Na praia de New Kaliya ao longo do Mar Morto, grupos de jovens palestinianos muçulmanos formam círculos à volta das banhistas israelitas, insultando-as com obscenidades de toda a ordem, e masturbando-se publicamente, à vista desarmada e mesmo ao sol. Será que em simultâneo aos actos masturbatórios pronunciam aquele famoso slogan do Ala Snakbar? As tentativas de violação em grupo a raparigas israelitas e a turistas ocidentais, repetem-se diariamente.
A prática onanista durou até há poucos dias, porque foram proibidos de entrar na praia a não ser acompanhados pelos seus pais.

Para além de todas as outras, a repressão sexual também é esmagadora entre os filhos de Ala. Como escrevia Michel Houlbecq, " o conflito do médio-oriente resolve-se quando bombardearem as populações palestinianas com... mini-saias".



Swimming hijab

Claro que as israelitas não deixam a segurança por mãos alheias e vão prevenidas para a praia com muito mais do que um protector solar.


Thursday, June 18, 2009

Stealth Jihad

Gastem só 5 minutos do vosso tempo para ver e ouvir esta curta participação de Robert Spencer na NBC.

Depois digam que eu não vos avisei

Tuesday, June 9, 2009

Ministra saudita não pode aparecer na Televisão sem autorização.


A primeira mulher a ser ministra num gabinete saudita não pode aparecer na TV sem autorização prévia. Noura al-Faiz's foi em Fevereiro convidada para Ministra da Educação Feminina. Um grande passo para a integração das mulheres na sociedade feudal saudita. O islão aqui praticado inibe as mulheres de conduzir,votar e sair ou conviver com homens que não tenham relações de parentesco. "Não posso o tirar o véu e não posso aparecer na TV a não ser que tenha permissão prévia.", disse Faiz ao diário Shamss.

Sunday, June 7, 2009

O Azar de Alexandra


A crónica de Alexandra Lucas Coelho no Público deste Domingo, dia de eleições para o Parlamento Europeu, respirava por todos os poros aquele contentamento "naif" da esquerda multiculturalista motivado pelo famoso discurso "histórico" de Obama. "Não há nós e eles porque todos somos nós". Não, Alexandra, há-de haver sempre "Nós" e "Eles". Só a visão obliterada do relativismo cultural impede alguns de reconhecer que a cultura deles exclui e despreza intrinsecamente a nossa. Somos nós que os aceitamos, com as suas burkas, as suas mesquitas, as suas inúmeras horas de oração, os seus talhos com animais mortos de forma desumana, os seus minaretes, os seus crimes de honra, as suas meninas sexualmente mutiladas, as suas esposas muitas vezes violadas e espancadas. "Eles" não aceitam a nossa maneira de viver a nossa cultura, a nossa religião ou a ausência dela.

São eles que no seio de quem os acolheu e vivendo muitas vezes unicamente do dinheiro do "Welfare State" dos países de acolhimento, são pródigos no incitamento à violência e na concretização desta. Somos nós que minados pelo virús politicamente correcto do multiculturalismo recuamos perante as susceptibilidades deles e deixamos de desenhar cartoons, de publicar livros ,de fazer filmes, e de produzir óperas. Estamos a começar a deixar de ser "Nós". E quando isso não chega temos, na melhor das hipóteses, que viver escondidos, na sombra, como o sr. Salmon Rushdie ou Hirsi Ali, por medo "deles" e na pior das hipóteses ser brutalmente assassinados como Theo Van Gogh. Sabe Alexandra quais foram as últimas palavras de Theo Van Gogh? " Can't we work this out?" Não, não podíamos e continuamos a não poder. Al Khamenei disse após o discurso de Obama que os EUA são profundamente odiados no Médio Oriente e que não são discursos que vão mudar a sua imagem no mundo Muçulmano. Depois do discurso do Cairo, Obama foi depositar, no dia seguinte, uma rosa branca no antigo campo de concentração de Buchenwald e declarou não ter paciência para pessoas que negam a história, referindo-se a Ahmadinejad, o Iraniano, que persiste na negação do Holocausto. Todos nós temos os nossos "dogs and demons" e Obama um dia, que provavelmente não vem longe, também terá que escolher. Como todos nós hoje ao votarmos. Como diria o pintor da corte de um Imperador chinês, os cães são difíceis de pintar. Já os demónios são mais fáceis. É fácil discursar, difícil é nós continuarmos a ser "nós" apesar "deles".

Saturday, June 6, 2009

Afinal Quem São Os Fascistas?

Congratulations Geert Wilders
Antes de mais congratulo-me com os resultados eleitorias que Geert Wilders conseguiu nas eleições holandesas. São uma luz de esperança nesta Europa cada vez mais islamizada e uma chatice para a ditadura do Politicamente Correcto representada na Europa pelos partidos da esquerda e sobretudo pela maioria dos jornalistas, como por exemplo o sr. José Fernandes, Director do jornal o Público.

Os jornalistas deste diário são muito ligeiros na utilização da palavra "fascista". E isto tem várias consequências:

Primeiro, apelidaram de fascistas os milhões de eleitores holandeses que votaram no partido de GW. Talvez a maioria deles possa dar lições de democracia a estes jornaleiros.

Segundo, bem... é mentira que Geet Wilders seja fascista, o que significa que este jornal (entre outros) mente com intenções políticas óbvias - denegrir a imagem de todos aqueles que se atrevem a questionar e a criticar o islão na Europa. Esta técnica do insulto era bem utilizada em jornais "democráticos" como por exemplo, o Pravda na defesa do regime soviético. Portanto neste campo da defesa do PC o jornal Público não se distingue do Pravda.

Terceiro, para além de fascista, o Público chama-lhe islamófobo. Parece mal que tendo o sr. Fernandes, uma licenciatura em Biologia, não saiba o que significa uma fobia. De facto uma fobia é um medo irracional de qualquer coisa. Lembram-se da aracnofobia? Pois é, o medo irracional de aranhas... Ora ter medo do Islão não é irracional. É bem pelo contrário um medo bastante racional, porque a tradição do Islão é a conquista, a repressão e o massacre dos infiéis. A História antiga e a moderna são disso testemunhas. Claro que estes jornaleiros para além do insulto fácil também são revisionistas, o que os aproxima mais uma vez de totalitarismos bastantes eficientes na reescrita da História.

Quarto, qualquer pessoa que diga a verdade sobre o islão torna-se um alvo marcado por estes pixotes multiculturalistas que escrevem uma coisas nos jornais, o que em nada abona pela sensibilidade democrática dos ditos...pixotes. Mais do que políticos e académicos, quem faz o trabalho da repressão ideológica são os media.

Quinto, Geert Wilders denuncía os subsidios generosos que as famílias muçulmanas, escolas corânicas, mesquitas e centros comunitários obtêm do estado holandês, recusando-se a abdicar de valores islâmicos brutais que tornam bairros inteiros das cidades holandesas em autênticos enclaves jihadistas, cujos direitos humanos de crianças, mulheres são sistematicamente negados. Para além disso, é a nossa maneira de viver que está em causa, desde o ataque sistemático ao secularismo das sociedades europeias ao ataque diário às nossas liberdades civis. Há zonas em que as mulheres europeias já têm que sair à rua de lenços para não serem importunadas na sua dignidade por muçulmanos moderados.
Sexto, Geert Wilders, como de resto o defunto Pym Fortuyn, assassinado por um esquerdista multiculturalista, recusa tolerar a intolerância. Lembro aos senhores escribas do Público que quem tolerou a intolerância, acabou mal na Alemanha em 1933.

Sétimo, não há uma única palavra a favor de um estado totalitário, a favor da discriminação de qualquer tipo de raça ou género. Pelo contrário Geert Wilders nos seus périplos pelo mundo livre fora (com a exclusão da Inglaterra onde uma corrupta ex ministra socialista não o deixou entrar não se ouvindo uma voz do Público de denúncia a este acto de censura fascista) encontra-se frequentemente com gente de muitas raças (desde indianos a judeus) dando um cunho internacionalista e global à sua luta contra a islamização. É pouco provável ver um fascista conviver e defender os judeus mas já muito mais frequente ver o jornal Público a defender ou a dar voz a islamo-fascistas, ditadores e demagogos de extrema esquerda. Todos os dias a bem dizer.

Oitavo, Geert Wilders comparou, e bem, o corão com o Mein Kampf do Hitler. Ora o livro sagrado dos muçulmanos é o mais lido no mundo muçulmano e o segundo mais lido é exactamente o Mein Kampf de Hitler e o terceiro mais lido é aquela história dos Anciãos de Sião que é um livro antí semita por excelência. Nunca se leu uma palavra no Público sobre o antí-semitismo genético dos muçulmanos, nem a denúncia das leituras pouco recomendáveis da rua árabe. O Corão é um livro de guerra contra todos aqueles que não adoram o mesmo Deus dos islâmicos. Alá está para os islâmicos como Hitler estava para os nazis.

É caso para perguntar, a esses "merdas" de jornalistas quem são os fascistas afinal?

Sunday, May 31, 2009

Demografia


A grande crise que a Europa atravessa é a crise demográfica, não a actual crise económica. Todos nós percebemos que se não começarmos a fazer filhos a civilização ocidental tem os dias contados. Estamos a chegar ao ponto de não retorno. Era previsivel que em tempo de eleições os nossos políticos tivessem alguma coisa a propor ao eleitorado sobre o assunto. Nem uma palavra. Para a esquerda europeia, apostada em defender os interesses dos imigrantes, principalmente dos muçulmanos, esta situação de falência demográfica europeia excita-os. Como idiotas úteis que são, serão as primeiras vítimas, se a natureza da nossa civilização se alterar na direcção do triunfo do islão. O sr. Miguel Portas terá então a oportunidade de ofecer o cúzinho e o pescoço aos Hezbollahs se o islão triunfar na Europa. Não desespere do rabinho pois só faltam 20 anos.
Agitam-se estudos que concluem que os imigrantes são muito necessários para manter saudável o cancro do Wellfare State e para fazer crescer o PIB. O que esses senhores não dizem é que podemos perder a liberdade se a invasão de africanos, e muçulmanos na Europa continuar e se a demografia dos nativos europeus não crescer. Eu por mim prefiro ser mais pobre mas livre... e viver como sempre vivi.
Conheço muitos casais que desejariam ter mais filhos, mas as condições económicas e a sociedade competitiva pseudo meritocrática, não lhes permitem.
Deixo aqui 3 singelas ideias para combater a queda demográfica que ajudariam a evitar a Queda da Europa:
1º- Substituir o Rendimento Minimo Garantido (RMG) por um RAP, isto é, um Rendimento Assegurado para Reprodução.
2º- Aumentar para valores significativos o abono de família. É preferivel existirem familias com Rendimentos Assegurados para Reproduzirem do que familias mais ou menos marginais com RMG, que se dedicam á preguiça e ao crime.
3º. Rever a legislação laboral que assegurem apoio efectivo a grávidas e a casais com recém nascidos e filhos até aos 4 anos.
Se os empresários se queixarem é porque só estão interessados no lucro. Há uma coisa muito mais importante que a economia. É a liberdade e a nossa civilização ocidental.

Não... Não É Um Anúncio A Shampô.


Notícias da Eurábia:

A etnologa Maria Bäckman, no seu estudo “Whiteness and gender,” seguiu um grupo de raparigas suecas do subúrbio de Rinkeby nas imediações de Estocolmo, onde os nativos suecos são agora uma minoria na sua própria terra. A maioria dos habitantes daquelas paragens, são agora imigrantes do médio oriente e da Turquia. Backmann relata que muitas das raparigas suecas que entrevistou afirmaram que mudaram a cor de cabelo louro para escuro para não serem abordadas por estrangeiros imigrantes. O lugar comum destes machistas muçulmanos é de que as suecas por serem louras e vestirem de uma maneira sexy, são imediatamente rotuladas de "raparigas fáceis". Algumas relataram que muitos imigrantes as abordaram na rua como se fossem putas.

Saturday, May 23, 2009

Já Não Há Pachorra!


para aturar mais estes camelos!
Pelo segundo dia consecutivo os balandraus islâmicos põem Atenas a ferro e fogo. A policía teve mesmo que disparar gás lacrimogéneo para dispersar centenas de muçulmanos histéricos que violentamente se manifestavam no centro daquela cidade grega. Dezenas de carros esmagados, 14 pessoas feridas e 46 presos. Tudo porque um polícia teve o descaramente de virar um corão para baixo enquanto verificava os documentos de 4 sírios.
O ministro do interior Christos Markoyiannakis afirmou:
“this isolated incident cannot justify these acts of violence”.

Enough is enough...

Wednesday, May 20, 2009

Notícias da Eurábia


A comunicação social "muito democraticamente" não refere qualquer notícia sobre a islamização da Europa. Neuromante tenta dar uma imagem do que se passa actualmente nas "nossas costas" e do futuro muito negro que rapidamente se aproxima para todos nós ocidentais, se continuarmos a confiar o nosso futuro aos políticos decadentes corruptos e dhimmis que nos governam.

Assim, com os mealheiros em forma de porquinho retirados dos bancos ingleses, a história dos 3 porquinhos retirada e censurado nos jardins escolas também ingleses para não incomodar os filhos de Ala(dhimmitude oblige) a Eurábia "vai de vento em popa".

Na recente Taça Davis que ocorreu em Malmo, a cidade com mais islâmicos da Suécia, o sorteio colocou à frente da selecção de ténis da Suécia, Israel.

A partida estava há muito marcada para o estádio Baltiska Hallen daquela cidade. A autarquia já dominada pelos interesses islâmicos proibiu a entrada de espectadores como forma de protesto contra a incursão em Gaza das tropas israelitas. Podíamos esperar ver Amir Hadad e Andy Ram, a dupla israelita contra Simon Aspelin and Robert Lindstedt, a dupla sueca. Esperávamos mas não vimos porque o estádio, com a excepção de alguns repórteres, estava vazio. E no exterior cerca de 10000 manifestantes gritavam muito islamicamente descontrolados com é seu timbre “Stop the match!” e no centro daquela manada prometiam, aos urros e coices “We want to kill all Jews worldwide”

Estariam Aspelin Lindstedt a perguntar-se se não lhes podiam ter calhado no sorteio a equipa do Zimbabwe ou do Sudão? Mas apesar de tudo segundo os jornalistas desportivos presentes foi uma esplendida partida de ténis, emocionante e disputada com desportivismo de ambos os lados. No fim os israelitas ganharam por 3-2 e foram despachados para o aeroporto.

Lembram-se da cimeira Road Map que ocorreu na Jordânia: os líderes dos US, de Israel, da Autoridade Palestiniana, o topo de gama dos ditadores da Liga Árabe. No interior do resort onde ocorreu a cimeira os gestos graciosos e risos delicados imperavam. No exterior flutuavam a bandeira do Egipto, da Jordânia, dos USA, de todos os países ao mais alto nível representados, menos a bandeira de Israel. O pepsodente rei da Jordânia explicou a ausência da bandeira israelita, como uma forma de evitar mal entendidos, de como poderia ser considerado uma provocação publicitar a bandeira da entidade zionista.

O ténis em Malmoe observou as mesmas convenções. Tenho a certeza que os responsáveis suecos foram elegantes hospedeiros dentro das paredes do estádio, o carro que transportou os jogadores israelitas ao aeroporto, de certeza topo de gama. Como é que as maneiras furtivas do Médio Oriente se transferiram para o resto do Mundo?


Malmo slapped with five-year Davis Cup ban
Malmo has been banned from hosting a Davis Cup tie until 2014 after the Davis Cup Committee came down hard on the Swedish city following last month's closed-door tie loss to Israel.
Ainda há gente com corajem!

Tuesday, May 19, 2009

Robert Spencer Lecture Part II

Robert Spencer in Copenhagen,II from IFPS on Vimeo.

Uma Lição de História por Robert Spencer

Para os palermas que acham que o Al Andaluz foi uma época de concórdia, para os tolos como o estúpido Bill Clinton que acham que o problema está nas Cruzadas, ouçam bem esta lição de história por Robert Spencer em Copenhaga, Free Press Society.

Robert Spencer in Copenhagen, I from IFPS on Vimeo.

Monday, May 18, 2009

Dança na Central Station de Antuérpia


Sem fascistas islâmicos a bordo

Para quem quiser cantar aqui está a letra:

Let´s start at the very beginning (é uma optima ideia)
A very good place to start
When you read you begin with A-B-C
When you sing you begin with do-re-mi

Do-re-mi, do-re-mi
The first three notes just happen to be
Do-re-mi, do-re-mi

Do-re-mi-fa-so-la-ti

Doe, a deer, a female deer
Ray, a drop of golden sun
Me, a name i call myself
Far, a long, long way to run
So, a needle pulling thread
La, a note to follow so
Tea, a drink with jam and bread
That will bring us back to Do (oh-oh-oh)

The Spanish and the Portuguese — Once and Future Dhimmis? (2)


Observer Soeren Kern thinks that “Since Spanish Socialists (more often than not) have trouble winning arguments on their own merit, the preferred tactic is to demonize their opponents instead.” He’s undoubtedly correct about that, although I do no see how that makes Spanish Socialists different from their counterparts elsewhere. According to Kern:“Italian voters in April [2008] returned Prime Minister Silvio Berlusconi to a third term in office. The center-right leader was given a strong mandate to crack down on runaway immigration and spiraling street crime, two hot-button issues that are intrinsically linked, not just in the minds of Italians, but in those of many other Europeans too, especially in Spain. As a result, Spanish Socialists are (rightly) worried that Berlusconi’s get-tough approach will jeopardize their own fantastical vision of turning Europe into a post-modern multicultural utopia. It therefore comes as no big surprise that Spanish Socialist Deputy Prime Minister María Teresa Fernández de la Vega, who is also commonly known as Spain’s high-priestess of political correctness, recently lashed out at the no-nonsense immigration policies of the new Italian government. Her pontifical rebuke declared that the Spanish executive ‘rejects violence, racism and xenophobia, and therefore cannot agree with what is happening in Italy.’“ Moreover, “By rewarding illegal immigrants with Spanish (and thus European) documentation, Zapatero has unleashed what is known as the ‘ call effect ‘ to people as far away as Kashmir who now believe that Spain is an easy gateway into Europe.”Gustavo de Aristegui, the foreign affairs spokesman for the conservative (but in my view still a bit too soft) Popular Party, explains in his book The Jihad in Spain: The obsession to reconquer Al-Ándalus that, in schools throughout the Muslim world, maps are used with Spain and Portugal colored green because they are still considered part of dar al-Islam, or the House of Islam. According to antiterrorist sources, eight Jihadist groups have settled in Spain, located mostly in Catalonia, Madrid, Andalusia and Valencia. Their threat is real, since most of these sleeping cells “can be activated at any time and perpetrate criminal attacks.”

As AMDG from the blog La Yijad en Eurabia says: “The fact that Spain is one of the targets of the Third Jihad is not surprising. Muslims have the religious obligation to expand Islam — mostly political Islam; conversion can be forced later on in many ways — and in particular they have the compelling obligation to retrieve those lands on which Islam once ruled. Al Andalus — that is Spain, and not only the south of Spain, the modern Andalucía — was once under Mohammedan yoke and is therefore among the priorities of the Jihad. The answer by Spaniards to this threat cannot be more discouraging. Spanish government withdrew its troops from Iraq immediately after the first terrorist attack, even if they were not combat troops. Their next initiative was the proposal of the Alliance of Civilizations.”The Socialist PM José Luis Rodríguez Zapatero was swept to power by the Jihadist train bombings in Madrid in March 2004, the largest peacetime attacks in Spain’s modern history. He has been surrendering his country to Muslims every day since then. Zapatero, who has said that “sexual equality is a lot more effective against terrorism than military strength,” appointed a pregnant woman as Minister of Defense in April 2008, thus signaling to everybody that his country has no intentions of defending itself.

The Spanish and the Portuguese — Once and Future Dhimmis? (1)

Portuguese people are ready again to fight muslims
This essay was first published at the Gates of Vienna blog in June 2008. It is republished here with some additions.


In May 2008, the President of the European Commission, José Manuel Barroso, stated that Islam is part and parcel of Europe and condemned the concept of a clash of civilizations. “Islam today is part of Europe. It is important to understand this. One should not see Islam as outside Europe. We already have an important presence of Islam and Muslims among our citizens,” Barroso told a press conference after a dialogue between EU leaders and twenty high-level representatives of Christianity, Judaism and Islam in Europe. The Grand Mufti of Bosnia-Herzegovina, Dr. Mustafa Ceric, responded that Islam is indeed part of Europe but unfortunately Turkey is not yet part of Europe. “Following this logic Europe has to prove that Islam is part of Europe by not delaying the acceptance of Turkey to the EU,” he said.I find this especially sad since Mr. Barroso, prior to becoming the unelected leader of the EU, was Prime Minister of Portugal, a country that was for centuries under the Islamic yoke. Do the Portuguese miss their past status as dhimmis? The reaction of the Nordic countries to mass immigration and Muslim intimidation, with the exception of Denmark, has been pathetic. I’m certainly not proud of it, but at the very least countries such as Norway, Finland and the Baltic nations have had little historical exposure to Muslims. The Portuguese and the Spanish do not have this excuse, after centuries of Islamic occupation and hard struggles to regain control over their lands, which makes their current actions all the more difficult to understand.Some Portuguese readers assured me that the situation was worse in other Western European countries than in Portugal, partly because other nations have more developed welfare states and are thus more attractive for those seeking welfare payments. I admit I know less about the situation in Portugal than in Spain, which is why I will concentrate mainly on Spain here. I do of course not believe that all Portuguese are like Barroso, just like not all Spaniards are like Zapatero (thank God). If all Europeans were like are so-called leaders, we would already be lost. But on the other hand, I haven’t seen anything indicating that Portugal is immune from the problems of the rest of Western Europe.

Sunday, May 17, 2009

STOP THE ISLAMIZATION OF EUROPE

Este video foi retirado do YouTube. A farsa pseudo democrática continua. Os interreses dos islâmicos prevalecem. É o fim do Iluminismo e das sociedades livres europeias.

Como as legendas estão muito pequenas deixo aqui o texto proferido no discurso:

"Dear friends, first I would like to thank you for being here, and for your courage in taking part in this stop is Islamisation demonstration.For a long time I had been convinced that the dictator had been beaten down in Germany in 1945, and that democracy had won.I was mistaken. In practice, a right wing dictator has just been swapped for a left wing dictator.A National Socialist dictator was replaced by a politically correct, multi-culti dictator.And the violence, the attempts to silence us, the smears of “racism” and “fascism” against respectable citizens who are opposed to the Islamisation of their town, that is unacceptable to Cologne and to Germany.Dear friends, multiculturalism is that Islamic Trojan horse, and mass immigration has led to our European identity and civilisation being threatened, and multiculturalism has also led to the loss of our pride in our own cultural identity and uniqueness.That Islamisation of Europe spreads further every day, yet almost no one dares to protest through fear of the intellectual and psychological terror from the left.Friends, Islam is like a cuckoo which lays its eggs in the European nest, and multiculturalism forces us to nurture these Islam-eggs.The eyes of the political elites will only be opened when they are pushed out of the nest.Yes, mass immigration from the Third World threatens our identity and our standard of living.Yes, Islam wants to dominate all of Europe, and it uses the mass immigration as a terrifying weapon.Yes, Islam is incompatible with many aspects of Western European civilisation, our norms and values.The multi-culti society in Western Europe leads to cultural apartheid, to cultural ghettos where loyal ayatollahs are in control.In East ghettos the European norms and values are not recognised, and the locals had to suffer most of the ensuing lawlessness. Multi-culti societies are basically conflict societies, and “multicultural” equates to “multi-conflict” and “multi-criminal”.
Friends, our misplaced tolerance is undermining our own ability to defend ourselves, and makes it impossible for us to protect ourselves against catastrophic foreign influences and domination.The immigration tsunami opens the gates of our continent to backwardness, poverty and underdevelopment.The anti racist denounced every attempt to hold onto our own cultural identity and cultural uniqueness.The multi-culti mindset, under the mask of equality and tolerance, is leading to the colonisation of Europe by Islam.(Shout from crowd “we don’t want it!”)friends, we find ourselves at a crossroads, either we let this situation continue which will lead to the Islamisation of Europe, to a kind Eurabia, or we say a radical NO to radical Islam, and we make it clear to the Islamist that their ideology does not belong in Europe.Our response should be strong, clear and aggressive, and I would like to quote the Austrian bishop who said:“Charles Martel forced Islam back at Poitiers in 732, and in 1683 near Vienna, Islam was again forced out.And if it is necessary, then for a third time we should also force Islam back to the place it belongs, namely the far side of the Mediterranean Sea.”
Friends, it is clear in any case that the left wing intellectuals and politicians behave increasingly as collaborators with Islam, and through the multi-culti society and mass immigration they are pushing for Islamic domination over us.The ideologues of the 60s have, through decades of leftism and progressivism, developed a “down with us” mentality.In a masochistic desire for self-destruction, they have made sure that any opponents of the huge immigration invasion are seen as racists.Today we see that leftist so-called intellectuals even preferred to form an alliance with the radical representatives of Islam, rather than to repudiate their multi-culti delusions.Perhaps, dear friends we should send the collaborators on a fact-finding trip to Nigeria, to Saudi Arabia, or to Gaza, so they can be well informed as to how Islam deals with such collaborators.Dear friends, Cologne is today the capital of the European resistance movement against the Islamisation of Europe.We don’t want any Koran schools, nor Islamic centres or mosques on every street corner.We are tired of the women in burkas and chadors, an insult to every emancipated woman.We are tired of the Arabic and Turkish writing on the front of shops, windows and products.We are disgusted by the ritual slaughter of animals. We do not want any Islamic symbols or food or hijabs in our schools.We want the Islamisation of our towns and districts to stop.Europe, my dear friends and comrades, is indeed a continent of castles and cathedrals, and not of minarets and mosques."

Parece mentira mas não é: Acabei de saber que a história infantil dos 3 porquinhos foi censurada na Inglaterra para não ofender a moral do fascismo islâmico. E esta hã?

We won't submit, we won't let them take our freedom away, they will not tell us what to do.

Resistence Against Islamization Of Europe

A resistência europeia à islamização da Europa começa a estar organizada e activa na maioria dos países europeus. Á medida que se vai tornando evidente para o cidadão comum, que os filhos de Ala querem acabar com a nossa cultura e civilização, a resistência cresce cada vez mais. Os comícios ( como o do filme anterior que ocorreu em Colónia, a capital da resitência á islamização) e desfiles são frequentes e alguns acabam reprimidos pela polícia ao serviço do credo multiculturalista. O caminho não é fácil, para quem quiser tomar parte activa nesta via de denúncia e resistência pela preservação dos nosssos valores civilizacionais. Seremos confrontados com a arrogância dos idiotas úteis, seremos vilipendiados de racistas e fascistas, seremos agredidos. Mas a força da convicção de que a nossa cultura e maneira de viver livre é incompatival com as trevas islâmicas, tem muita força e permitir-nos-á ultrapassar as dificuldades e garantir um futuro de liberdade para os nossos filhos e netos. Tudo o que temos de conseguir, é primeiro derrotar esta esquerda suicida que se alia ao islâmicos e depois mandá-los de volta para o deserto, onde eles pertencem. Espera-nos um futuro próximo de sangue, suor e lágrimas, mas a causa é nobre. Trata-se da nossa liberdade.

WAKE UP PEOPLE
STOP THE ISLAMIZATION OF THE EUROPE

Sunday, May 3, 2009

Atlas Shrugs


Atlas Shrugs é um blog a não perder para quem se interessa pela denúncia e pela luta contra a islamização da Europa e do Mundo, facilitada pela esquerda internacional e por políticos fracos que caracterizam estes tempos de má memória. Aquele blog está mais centrado na ameaça dos islâmicos ao American Way of Life, e é dirigido por Pamela Geller (na foto) que se diga de passagem, é muito melhor do que eu. A luta contra a islamização está a crescer nos 4 cantos do mundo o que nos dá uma reserva de esperança de podermos derrotar de uma vez por todas este fascismo anacrónico, tal como os Livres derrotaram o fascismo na II Guerra Mundial.

Wake Up People

Jornalistas Corruptos em Acção

É um fenómeno global. A começar pela peixeira socialista Ana Gomes, que quando fala de Obama entra em êxtases orgásmicos de quem parece que acabou de copular. Lubrificada pela partilha dos "valores de esquerda", a retórica geralmente atrapalhada da eurodeputada ganha fluidez e intensidade... até à exaustão física e moral. Uau!
A maioria dos políticos (mesmo alguns palermas da direita europeia como o lírico Durão Barroso) e analistas deste terceiro calhau a contar do Sol, demonstram estar sentimentalmente ligados ao charme de Obama, acima de qualquer racionalidade dos factos políticos criados por esta ainda verde admnistração americana. Na verdade Obama ainda nada provou e as tão elogiadas medidas de combate à crise, não estão a resultar. Mas o enlevo continua. Daqui até á masturbação intelectual, is a New York Minute. Estranho, ou talvez não, é atitude dos jornalistas que se encaminham por tais vias eróticas e esquecem a principal função do bom jornalista que é o da imparcialidade. Não estão a ver a coisa? Então espreitem lá este pequeno filme e compararem os comportamentos (jornalistas levantam-se quando Obama entra na sala e com Bush permaneciam sentados) destes palhaços, nas conferências de imprensa de Bush e como se comportam actualmente com Obama. Tristes trastes...

Thursday, April 30, 2009

A Energia Eólica É Um Desastre... Completo (1)


Sócrates, e a sua seita governamental, andam a fazer dos portugueses parvos em todas a dimensões do real, inclusivé no ambiental. Tentam justificar as negociatas MUITÍSSIMO LUCRATIVAS das energias alternativas (solar e geradores eólicos) com o combate ao Aquecimento Global. E os tolos caem que nem patos. Infelizmente os patos são aos milhões, cá nesta santa terrinha. Antes de mais é preciso dizer que não há qualquer evidência de que a energia eólica indústrial tenha qualquer impacto significativo na redução das emissões de carbono. A experiência europeia, é de resto, elucidativa. A Dinamarca, é o país do mundo onde a exploração da energia eólica é mais intensiva, com 6 000 turbinas a gerar 19% da sua electricidade, e, no entanto, não encerrou uma única central energética a carvão. Pelo contrário, é necessário mais 50% de electricidade gerada nas centrais térmicas, para compensar a imprevisibilidade do vento. Como tal, as tão demonizadas emissões de carbono cresceram 36% só em 2006. Claro que Sócrates e companhia não libertam estes números para a opinião pública (espero que por ignorância), porque para eles, os cidadãos só servem para enfiar o papelito de 4 em 4 anos na urna, para que o banquete à mesa do Orçamento siga, com todo o fingimento que a normalidade democrática possibilita.

Mas, tal como D. Quixote, continuemos em direcção aos moinhos.


Flemming Nissen, o chairman da ELSAM, uma das maiores companhias de distribuição de energia da Dinamarca, mas sem o monopólio da EDP, afirmou claramente que as turbinas eólicas não reduzem as emissões de dióxido de carbono. A experiência alemã neste campo é semelhante. O Der Spiegel noticiou que as emissões alemãs não só não reduziram uma simples grama de dióxido de carbono, como foram construídas novas centrais de carvão e gás para assegurar uma produção e distribuição de energia de uma maneira regular.
Na verdade, estudos recentes demonstraram que a energia do vento pode acentuar o alegado efeito de estufa, uma vez que o seu caracter intermitente na produção eléctrica, tem que ser compensado pelas centrais a carvão. Para além disso, tem iminentes impactos negativos pelo menos na paisagem e nas aves. A exploração indústrial do vento não consiste também, numa alternativa economicamente viável relativamente a outras opções. O exemplo da Dinamarca é outra vez educativo. O preço da energia neste país é de 11,23¢/kwh e em Portugal em 2006, 13,40c/Kwh. No Ontario o preço da electricidade é 6¢/Kwh.
Niels Gram presidente da Danish Federation of Industries afirmou claramente o seguinte : “windmills are a mistake and economically make no sense.”
Aase Madsen, o presidente da Comissão da Política energética do Parlamento Dinamarquês classificou o aproveitamento indústrial da energia eólica como: “a terribly expensive disaster.” E são ricos!
Patrões e políticos dinamarqueses já denúnciaram a ineficácia cara da energia eólica. E cá em Portugal? Quantos mais vão enriquecer á custa desta oportunidade eólica, renovável e verdusca? Advinhem que vai pagar ainda mais cara a electricidade?
(continua)

FREE SPEECH SUMMIT: GEERT WILDERS IN FLORIDA PART 1

Wednesday, April 29, 2009

Niuka


Segundo a mitologia Taoísta, no Grande Começo, Espírito e Matéria defrontaram-se num combate mortal. Por fim, o Imperador Amarelo, o Sol do Céu, triunfou sobre Shuhyung, o demónio da escuridão e da terra. Mas,o Titã, na sua luta mortal, estilhaçou em mil fragmentos a abóbada celeste. As estrelas perderam o seu ninho, a lua vagueava sem sentido. Em desespero, o Imperador Amarelo lançou uma busca sem tréguas procurando alguém capaz de reparar tal desastre. E, do mar surgiu uma criatura resplandescente, com cauda de dragão e armadura de fogo, a divina NIUKA. Misturando o arco-íris no seu caldeirão mágico ela reparou a cúpula de jade Mas é dito também que, talvez apressada, esqueceu duas pequenas fendas, dando lugar ao dualismo do amor: duas almas navegando no espaço sem nunca repousar até se juntarem, completando assim o Universo.
Nos dias que vivemos de crise económica e social, violência, incerteza e insegurança, com uma possível pandemia a servir de cereja em cima do bolo, enfeitado de piratas e tendo como velas, bombistas islâmicos suicidas, não há provavelmente deuses que nos salvem, mas servia-nos bem uma Niuka para reparar um céu que talvez nunca mais volte a ser igual ...

Friday, April 17, 2009

A Excursão à Energia Solar

Os Gatubarões do Primeiro Ministro José Socrates

O primeiro ministro de Portugal organizou uma excursão de 75 alunos de 15 países, para visitarem a central fotovoltaica da merdaleja, a maior do mundo, na opinião do inginheiro. Os referidos excursionistas não foram alojados num ecologicamente correcto parque de campismo, mas, bem pelo contrário, pernoitaram num dos hotéis mais caros da capital. Advinhem quem pagou?
A basófia caraterística do natural da Cova da Beira não deixou créditos por mãos alheias e no meio das costumeiras baboseiras propagandísticas disparou a direito e certeiro no provincianismo: "esta é maior estação fotovoltaica do mundo, ou vamos à frente na energia solar, ou somos os maiores." Uma enormidade destas.
Não sei se existe algum campeonato do mundo de estações fotovoltaicas mas pelo sim, pelo não já vamos à frente. Aos nossos jornalistas, que não passam de meios que o inginheiro usa para a sua propaganda, não lhes ocorreu perguntarem por exemplo, quanto custou tal acto de folclore excursionista? Como é que a maior estação fotovoltaica do mundo gera energia durante a noite? E nos dias e semanas de céu encoberto? Como é que transmitem a energia eléctrica a grandes distâncias sem perdas significativas de energia nos fios eléctricos?, etc. Como dizia Pacheco Pereira no Público "a energia das ondas está em terra, avariada, tudo indica que, definitivamente". E na parte fotovoltaica, temos uma empresa espanhola, que pegou num projecto falido, que nunca chegou a ser o maior em coisa nenhuma."
Gato por lebre? de maneira alguma! Aliás ainda veremos o Sócrates a afirmar um dia destes, que somos os maiores em engenharia genética, pois até já produzimos uma nova espécie de peixe. Ou será de gato? São os gatubarões. Não conhece? Está na fotografia. Só pode ser realidade.

Monday, April 13, 2009

Liberdade


Esta imagem é dedicada a todos os balandraus islâmicos, pois representa as 2 coisas que eles mais temem no mundo.

Sunday, April 12, 2009

De Que Cor é a Aura da Srª Ministra?


O Ministério da Educação acreditou um curso de formação para professores, curso este ministrado pela Fundação Indigo, uma instituição baseada na teoria de que a "aura" das crianças tem diferentes cores, em função da energia e da ligação que mantêm com o Universo, assim noticiava o Expresso de 4 de Abril, notícia até então, não desmentida. A dita acção de formação de professores, dá créditos para a progressão na carreira docente.

Há muitos anos que sabíamos de que o Ministério da Educação não passa de uma emanação das forças ocultas do eduquês, mas não acreditávamos que este triunvirato de incompetentes (a Ministra e os 2 anões), que actualmente ocupa o edificio da 24 de Julho (a precisar de ser eleitoralmente exorcizado), fosse tão longe no completo desprezo pela profissão de professor e no mais profundo desrespeito pela escola pública. Só tenho uma grande curiosidade, em saber, se no tal curso, os ditos professores foram ensinados a admnistrar o Elixir Protónico aos alunos, destinado a aumentar o tamanho, não disso que estão a pensar, mas da magnitude da aura...

E se o "esoterismo pedagógico pegar", o inesquecível Pedreira pode ter aquilo com que sempre sonhou: a substituição dos chatos professores contestários pelos tais professores brasileiros, desde que provassem através da apresentação dos respectivos canudos de licenciatura em cursos, tais como, Curso Superior de Mãe de Santo na Gestão Escolar, de Cartomância Aplicada á Saula de Aula; do ABC da Numerologia No Desenvolvimento de Um Currículo da Disciplina de Matemática Alternativa; Topografia Frenológica como Introdução Pelo Menos À Percepção Extra Sensorial Na Gestão de Conflitos Em Todo O Terreno Escolar, etc.

Esta Ministra ainda teve a descarada latosia de atacar publicamente os professores portugueses como sendo a causa do descalabro do sistema. Esta acção de formação é só um pequeno pormenor, mas um exemplo enorme naquilo que os cérebros verdadeiramente esotéricos do Ministério Da Educação provocam e, provocaram, ao ensino deste desgraçado país: o completo desastre.

Advinhar a cor da Aura da Ministra é um problema. Cor de Burra Quando Foge, não é de certeza a cor da Aura da Ministra. Não porque não tenha cor de Burra. O problema é que ela não foge.

Sunday, April 5, 2009

Porque É Que É Inevitável Um Conflito Com O Islão (2)

Fascistas islâmicos têm liberdade para se manifestar nas cidades europeias
Com alguma sorte, podemos protelar o conflito por algum tempo. Mas a médio prazo? Estaremos já completamente cegos pela propaganda dos idiotas úteis de esquerda, como é o caso do beija cú do Nashralla, ou lá o que é, do sr. Miguel Portas? Quereremos evitar o conflito a qualquer custo? Ou quereremos assegurar a nossa sobrevivência? Se optarmos pela nossa liberdade e civilização não vejo como evitar o conflito com uma ideologia religiosa que se baseia na supremacia da sua mensagem e no massacre dos infiéis e apóstatas. Talvez mandando o Marocas Soares dialogar com essa turba infecta de balandraus nos consigamos ver livres... pelo menos dele. Se queremos que o mundo ocidental permaneça democrático e livre, teremos que lutar, por muitos arrepios que esta ideia nos provoque pela coluna vertebral acima. A determinação dos muçulmanos em levar o Islão aos quatro cantos do mundo é algo que devemos levar a sério, porque tais indigentes não estão a brincar. Neste sentido não há como escapar a um tal conflito com a civilização islâmica. A frase que se segue retirada do Hadith, ou uma qualquer do género, vale por mil palavras acerca do problema que enfrentaremos:

" Eu ordenei que lutem com o povo até que digam, nada tem o direito a ser adorado excepto Ala"

Al Bukkari, vol4, 196

Porque É Que É Inevitável Um Conflito Com O Islão (1)

A islamic fascist demonstrantion against our western way of living
" A really efficient totalitarian state would be one in which the all-powerfull executive of political bosses and their army of managers control a population of slaves who do not have to be coerced, because they love their servitude"

Aldous Huxley in Brave New World


A paz é aquilo que todos nós desejamos. Todos aqueles que estejam de perfeito juízo, a paz é aquilo que querem para toda a vida. Também todos sabemos, que em certas circunstâncias da vida, a paz não é possível ser mantida: em certos momentos históricos temos que lutar pela nossa liberdade e maneira de viver. Ao contrário do nazismo ou do comunismo, o Islão não é só uma ideologia como é também uma religião. O que torna a confrontação com esta ideologia/religião fascista muito mais complexa. As razões para tal dificuldade são, no entanto, simples. Os muçulmanos estão convencidos que todas as leis e regras lhes chegam à Terra pela mão de Ala. Ainda por cima, sentem-se servos de tal divindade. A própria palavra Islão, significa submissão á vontade de Ala, submissão essa que qualquer muçulmano se deve orgulhar. Os próprios nomes dos fulanos refletem tal servitude, como por exemplo; Abdullah significa, escravo de Ala; Abdulkarim, escravo do Generoso; Abdulhadi, escravo do Pacífico e por aí adiante. São escravos e orgulham-se disso.

Um estado totalitário é, por definição, é aquele cujo governo é controlado por um grupo político que suprime toda a oposição, e que controla a maneira de viver dos seus cidadãos. É aquele em que não existe, portanto, liberdade, política, religiosa, de associação livre e de livre iniciativa. Uma república islâmica é um tal estado. Um estado totalitário eficiente na perspectiva de Aldous Huxley, uma vez que as populaçõpes não precisam de coacção uma vez que amam a sua servidão. E TODOS OS MUÇULMANOS DO MUNDO, MESMO AQUELES QUE NÃO VIVEM EM ESTADOS ISLÂMICOS, ESTÃO A SER INTOXICADOS PELAS IDEIAS DO PROFETA. E como crescem em número! Mesmo os muçulmanos moderados estão convencidos da justeza da mensagem de Ala dada ao tal Maomé, que tratou de a difundir pela espada mundo fora. Nas mentes abdulllahs não há um resquício de dúvida acerca da veracidade de tal mensagem do Ala do além. E o Corão, como alguém disse, é de fazer Corar.

Na Europa, na Eurábia melhor dizendo, existem 12 milhões de muçulmanos e nos EUA cerca de 8 milhões dedicados á causa. Mesmo os alegados moderados, não querem nada mais do que a vontade de Ala prevalecer. Juntem a esta vontade dedicada, o complexo de inferioridade de serem subdesenvolvidos relativamentes aos países ocidentais dos cruzados, e resulta daqui um mix poderoso de aspirações e emoções na mente colectiva de tal rebanho, que a médio prazo evoluirá para um conflito de largas proporções.

Friday, April 3, 2009

O Números Não Mentem



Se o estimado leitor é daqueles que fica chocado com a fúria assassina da caça ás bruxas e ao herege, protagonizado pelo Santo Ofício ou pelos ataques fanáticos dos racistas do Ku Klux Klan no Mississipi, então repare bem na aritmética seguinte:

Há mais pessoas mortas a cada ano que passa pelos assassinos islâmicos do que em 350 anos de Inquisição Espanhola.

Os terroristas islâmicos matam mais pessoas por dia do que o Ku Klux Klan nos últimos 50 anos.

Morreram mais civis assassinados pelos islâmicos no 11 de Setembro do que em 36 anos do conflito sectário entre católicos e protestantes na Irlanda do Norte.

19 radicais islâmicos mataram mais pessoas em 2 horas no 11 de Setembro do que todas as vitimas que os assassinos americanos executaram em 65 anos.

Ponha os números em perspectiva.