Sunday, August 30, 2009

Tanto Por Lá Como Por Cá

Michelle Malkin demonstra o quão corruptos são os socialistas americanos da admnistração Obama


Anda a maioria dos políticos, comentadores e jornalistas portugueses ainda "siderados" pelo "estatura" política de Obama, mas os americanos, incluindo largos sectores do partido democrata, já verificaram que o "man", de democrata e honesto, tem pouco.


Pela 4ª semana consecutiva, o livro Culture of Corruption: Obama And His Team Of Tax Cheats, Crooks and Croonies, de Michelle Malkin é o número 1 de vendas nos EUA. A sua colecção de factos bem detalhados de abusos de poder de gente que agora faz parte da admnistração de Hussein Obama, é infindável. O livro está disponível na Amazon.com, é barato e promete.


Em Portugal, onde o abuso de poder e a corrupção dos socialistas tem dimensões sicilianas, ninguém se dá ao trabalho de escrever livros denunciando os factos.
Que Bela democracia a nossa...
Post Scriptum
O muy socialista sr. Primeiro Ministro e seu Ministro dos Negócios Estrangeiros, lá conseguiram importar 2 Sírios de Guantanamo Bay. Os tipos vão ficar hospedados á nossa custa em casas do Estado.
Daqui a pouco tempo virão as suas mulheres, filhos e filhas, enteados, primos, tios, sobrinhos, irmãos e irmãs e os maridos destas. Agora são 2 num futuro próximo serão 200. Se dali sair confusão jihadista espero que o sr. Sócrates e o sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros sejam responsabilizados por isso.

Saturday, August 29, 2009

Indoctrinate - U(niversity)

Se o leitor pensa que vive numa sociedade global democrática, em que são respeitados todos os pontos de vista, em que a liberdade de expressão é um dado adquirido, em que a sua liberdade é um dado adquirido, é melhor pensar duas vezes.
Os vermes da comunicação social politicamente correcta, fazem o trabalho sujo dos partidos de esquerda, dos lobbys ambientalistas, das ONG's e das organizações globais como por exemplo, a ONU.
A censura imposta pelos meios de comunicação de massas, a notícias, a reportagens, colóquios, livros e autores, a cientistas e estudos científicos e até a formas de expressão artística, que vão contra a intoxicação do politicamente correcto, do ecologismo barato e mentiroso, do neo-marxismo e esquerdismo multiculturalista, não tem hipóteses de ver a "luz do dia". Nós vivemos mergulhados numa espécie de Fascismo Furtivo, pouco tangível, quase colorido nos seus aspectos arcoíristas folclóricos, aparentemente jovem e diverso, em que os jovens estão a embarcar, mas muito muito eficaz na repressão das ideias adversas ao seu domínio na esfera comunicacional. A sua função é a "Manipulação Prosac" embalarem-nos num conto de fadas em que os maus da fita são os capitalistas, a América, os Israelitas e o dióxido de carbono. Eles sabem tudo. Não pense, deixe que eles pensem por si. E eles explicam todo de uma maneira simples. Não se incomode, a vida para além de curta é bela...
Há uma grande quantidade de filmes e documentários que pura e simplesmente são censurados e não têm o direito a uma única palavra nas colunas de crítica cinematográfica dos meios de comunicação. É como se não existissem. Indoctinate-U é um só dos muitos documentários de qualidade alvo da descriminação "jornalistica". É um filme em que mostra a face totalitária e repressora do pensamento único esquerdista, que domina actualmente as Universidades dos países ocidentais, com destaque para as Universidades americanas. Aqui vai o trailer.

The Tea Party Express




Os americanos estão a ficar fartos de Hussein Obama.
A palavra de ordem do The Tea Party Express, é: Take our Country Back.
De que se queixam os organizadores deste tour? Queixam-se do mesmo que os portugueses, isto é, do socialismo. Estão contra o despesismo de uma enorme admnistração pública, contra a ingerência do governo na vida das pessoas, contra as políticas ambientais radicais, contra o aumento de impostos, contra um sistema estatal de saúde do tipo socialista, ineficaz e esbanjador.

Friday, August 28, 2009

Safari Na Eurábia

Os safaris na selva são menos perigosos do que os safaris nos enclaves muçulmanos das cidades europeias.

Está calor em Bruxelas. O ramadão, começou há poucos dias. Em Molenbeek, a fezada muçulmana proibe os filhos de Ala de comerem e beberem durante o dia, até ao pôr do Sol, neste mês, para eles sagrado. Interessante, de facto, esta religião nada tem a ver com a luz. Os polícias não-muçulmanos que patrulham Molenbeek, também não são autorizados a comer ou a beber enquanto permanecerem na área. Quem deu tal ordem foi o Presidente da Câmara de Molenbeek, o socialista (que mais haveria de ser!) Philippe Moreaux, que diz "é preciso respeitar a sensibilidade muçulmana" e não "provocar" os muçulmanos violando as restrições islâmicas do ramadão em público. Socialista, logo dhimmi. De facto, tal como já escrevemos, a lei islâmica já é a Lei nos arredores de Bruxelas.

Ali ao lado, mas muito longe desta realidade, estão os euro-deputados, essa espécie de criaturas que ainda ninguém conseguiu entender, para além dos chorudos ordenados que recebem, para que servem ... chegam de férias. São 736 deputados, o que torna o Parlamento Europeu no segundo maior do mundo, logo a seguir ao Parlamento Indiano. Um passeio por Molenbeek devia ser obrigatório para os 736.

Podem até aproveitar uns tours que a rapaziada jovem de Bruxelas organiza através de Molenbeek. Seguem num carro mal tratado e conduzido por um local, para não dar nas vistas, e porque, sobretudo e mais importante, conhece as saídas de emergência da localidade. Estes áreas são complicadas, para não-muçulmanos. Os "Eurabia Safaris" são também organizados noutras cidades europeias. Uma das mais afamadas embora não a mais perigosa, é o safari de Rosengaard, o enclave muçulmano da cidade sueca de Malmoe. Um dos pontos obrigatórios de atracção "turística" consiste numa rápida paragem para fotografar a “Jihadskörkortsteori” (escola de condução jihad).

As aéras governadas pela sharia estão rapidamente a espalhar-se por toda a Europa a que os franceses, num eufemismo orwelliano, lhes chamam ZUS (zones urbaines sensibles). Hoje mesmo em França, 8 dos 60 milhões vivem já nas 751 ZUS existentes.

Os meses do ramadão são especialmente sensíveis pois, uma vez o sol posto, a irracionalidade violenta de tal tribo, aparece no dercorrer das festividades nocturnas, especialmente entre os mais jovens. Espasmos violentos, vandalismo gratuito, carros e casas encendiadas são itens do cardápio nocturno do ramadão. A polícia tem ordens (concerteza dos socialistas in charge) de não actuar durante as festividades do mês do ramadão, para não ferir as sensibilidades religiosas dos invasores. Só estes têm sensibilidades. A mais ninguém na Europa lhes são reconhecidas. Se for um europeu alcoolizado, se for especialmente da classe média, fazendo qualquer tipo de cena pública menos própria, vai imediatamente de cana para a esquadra e não há sensibilidades para ninguém. A Europa durante o ramadão é uma espécie de Caixa de Pandora nocturna.

Sejam de direita ou de esquerda, os políticos europeus para os muçulmanos comportam-se todos como "progressistas". Já implicitamente aceitaram um sistema "legal de apartheid" com diferentes sistemas para muçulmanos e não-muçulmanos. Dificilmente este sistema de duas realidades politico-religiosas pode subsistir no mesmo território durante muito tempo. Um dos sistemas vai prevalecer sobre o outro. A decisão do socialista Presidente da Câmara de Molenbeek de proibir não-muçulmanos de se alimentar durante o dia, implica que num futuro próximo os não-muçulmanos também serão abrangidos pela lei da sharia.

Enquanto os muçulmanos festejam o ramadão os não-muçulmanos têm muito pouco que festejar mas muito que pensar no seu futuro imediato. Para acabarmos com o regabofe islâmico na Europa, temos que acabar primeiro com os nossos dhimmis, sejam eles políticos, jornalistas ou o que quer que sejam. Só depois respiraremos novamente liberdade e encararemos o futuro para os nossos filhos, com confiança.

Ídolos


Morreu o "teddy boy" Edward Kennedy. E coloca-se aqui a seguinte questão: O que é que motiva as pessoas das chamadas sociedades democráticas na criação de mitos reverenciais de ídolos com pés de barro? Não é só nos EUA que este fenómeno social acontece. Por cá a "coisa" tá bem representada. Até o manicómio xuxialista tem os seu "querido líder" na figura do Wild Beast Sócrates. Li algures uma coluna de opinião, em que o colunista afirmava que o EUA é o único país do mundo onde os únicos ricos são os socialistas. Quem escreveu isto não conhece Portugal. Por cá, para além de serem os únicos ricos, os socialistas empobrecem todos os demais. O eudeusamento de E. Kennedy pela comunicação social americana e não só, só é ultrapassado pelo eudeusamento de Hussein Obama, o muçulmano in disguise que ocupa a White House. A hiperbólica indulgência a este falso herói deve-se única e exclusivamente ao seu nome -Kennedy. Felizmente esta dinastia socialista expirou de vez. Aguardemos que outras dinastias socialistas "embarquem" também.

Thursday, August 27, 2009

Demografia e Pré-Campanha Eleitoral



Já aqui escrevi que a queda dos valores da taxa de reprodução no mundo ocidental, Portugal incluído, é a principal ameaça ao nosso futuro comum. O envelhecimento das populações ocidentais, é bem aproveitada pelos invasores islâmicos que se mostram prontos acabar com a nossa cultura,e com a nossa liberdade. Era de supor que os partidos portugueses já em pré-campanha eleitoral, manifestassem uma qualquer ideia programática,de forma a restaurar as taxas de reprodução dos tugas, em queda. Tanto quanto eu sei nem uma palavra se ouviu sobre o assunto. É muito mais fácil atirar dinheiro para cima de gente que não quer trabalhar, fechar os olhos á permanencia de ilegais e importar imigrantes que muitas vezes vêm trabalhar em condições sub-humanas.
A causa da actual decadência do mundo ocidental não reside unicamente no hedonismo suícida das suas populações. Reside sobretudo na irresponsabilidade dos modernaços políticos, sempre muito ocupados em agradar às diferentes minorias kulturais fracturantes, aos lobbys ecologistas, aos empresários do regime e ás flutuações das intenções de voto nas sondagens.

Tuesday, August 25, 2009

Pat Condel On Multiculturalism

Blobfish - O Profeta dos Mares.

Enclaves


Entretanto a islamização da Europa continua a "bom" ritmo.

Em Oslo, um casal gay norueguês passeava de mãos dadas na zona de Gronland, onde foram fisicamente agredidos por um muçulmano do Paquistão, que lhes gritou: " Esta é uma área muçulmana". O paqui, acrescentou ainda: "Gronland é uma área multicultural e estes homossexuais não têm nada que vir para aqui, porque nós não gostamos deles. Devia ser probido praticar a homossexualidade numa área de maioria muçulmana". Portanto, ficamos todos a saber que parte do território da Noruega já não é dos noruegueses. Tudo isto perante o silêncio bem acomodado dos partidos políticos instalados e instaladores da islamização.

Noutras partes da Europa, a agitação para a transferência das soberanias nacionais para a mão de muçulmanos, também já começou.

Em França, um alto funcionário público da admnistração francesa, encontrou-se com o imam de Roubaix nos limites daquela localidade como forma de respeito pela declaração de Roubaix como uma distrito muçulmano a que ele, como infiél, não tem acesso.

Na Grã Bretanha, imams pressionam o governo para que se oficialize a sharia, a lei islâmica, em certas áreas de Bradford e se ilegalize a lei inglesa.

Na dinamarca, líderes muçulmanos têm tentado que a sharia seja lei nalgumas zonas de Copenhaga.

E na Bélgica, os muçulmanos que vivem na zona de Sint-Jans-Molenbeek, nos arredores de Bruxelas, também declararam não reconhecer a lei belga e toda aquela área está sob jurisdição islâmica.

O que é preciso que eles façam mais, para que os governos europeus os mandem de volta para os camelos que deixaram, lá para os lados dos desertos donde saíram?

Monday, August 24, 2009

Onde Pára o Furacão?


Al Gore (e seus fiéis) no movie de ficção científica, "Uma verdade inconveniente", afirmava que no futuro, devido ao aquecimento global, os furacões no Atlântico, iriam ser mais frequentes e mais devastadores. Mas onde é que eles estão? Alguém leu uma única notícia do público "especialista" em tragédias climático-troposféricas, Ricardo Aquecimento Garcia, acerca dos furacões nesta temporada de tempestades atlânticas? Eu não sei, não estive por cá, e tive todo o prazer em não ler o Público.

Os "militantes" do Katrina afirmavam em 2005, (ver gráfico), que a grande quantidade de tempestades tropicais que naquele ano "bateram" nas costas americanas, eram uma evidência do aquecimento global. Como é que explicarão agora a "mingua" (ver gráfico) de tais terríficas turbulências e monstruosidades atmosféricas? Deixem-me tentar advinhar! Uh... ãh... talvez devido ao...coiso... ãh... isso...ao aquecimento global. Assim ficamos todos descansados. O consenso metereológico-climático-político é tão agradável, não é? E dá tanto dinheiro a alguns não é?
O aquecimento global deve explicar tudo. Desde a incompetência do Sócrates até ao sacríficio de aturar o europeísmo climatérico da Senhora Merkel pela bôca do Durão Barroso.

Sunday, August 23, 2009

Regressado de férias...


Depois de 1 mês em Tokyo, e mais uma semana de Jet Lag que até "vi estrelas", nada sei do que se passa em Portugal e no Mundo. Será que o Sócrates já se imulou na fogueira da vaidade e da incompetência? Se não... é pena!

Quero ver se arranjo coragem para ligar a TV e comprar jornais, e ver se me começo a irritar com a estúpidez mediática, porque esta doce ignorância, de férias, acerca do mundo, dá muita calma.

Thursday, July 16, 2009

Destination Moon



Um aniversário que importa assinalar. Hoje 16 de Julho faz 40 anos que o Saturno V com a Appolo XI foi lançado em direcção á lua. Comemoramos a superioridade civilizacional do Ocidente e dessa grande Nação Americana.


Para ver mais fotos podem clicar aqui.

O Último Atentado Contra a Liberdade


Segundo a imprensa diária portuguesa, a Chiado Editora comunicou ter recebido ameaças anónimas sobre a "Ùltima Madrugada do Islão", de André Ventura, cuja apresentação estava marcada para sábado. Na possibilidade de violência muçulmana, a referida editora, chegou mesmo a ter um comportamento totalmente dhimmi, ao pedir "pareceres", leia-se autorização, ao Xeque dos muçulmanos locais, o que demonstra que hoje, tudo na cultura ocidental tem que ter a aprovação dos muçulmanos. O livro tratava dos últimos anos da vida do conhecido terrorista "prémio nobel da paz", onde se mostra uma eventual homossexualidade e ligações ao tráfico de droga do defunto chefe da OLP. Como é que chegámos a isto? Como é que caímos tão baixo? O resultado de décadas de socialismo na Europa está à vista. Estamos desmoralizados, sem confiança na nossa própria cultura e sobretudo muito cobardes. Nós não precisamos de pedir desculpa pela nossa liberdade aos muçulmanos ou a quem quer que seja. Não precisamos de pedir autorização aos servos de Alá para nada. Nós somos livres e eles não. Eles odeiam a nossa liberdade e querem estender a Submissão ao nosso mundo.

Em Portugal muita gente morreu para sermos livres e independentes. Esta liberdade foi-nos dada numa bandeja pelas gerações anteriores que se sacrificaram por nós. Lutámos contra o Absolutismo e contra o Fascismo. Lutámos contra mouros e castelhanos e contra Napoleão. A liberdade não é nossa. Temos que a passar às gerações futuras. Morrendo por ela se for preciso. Os custos da liberdade são grandes e não são ensinadas na escola.

Uma boa educação tem que nos dar o sentido da crítica, mas nos dias de hoje quer nas ciências sociais, que nas humanidades e nos cursos científicos a grelha socialista multicultural mental imposta, proibe-nos o pensamento crítico acerca das culturas não europeias. Os estudantes aprendem a sentirem-se culpados, herdeiros do colonialismo e imperialismo aprendem a não julgar qualquer aspecto de outras culturas. Também aprendem que é mais importante mostrar respeito pelas diferenças entre culturas, do que se sentirem solidários com as vítimas dessas culturas. Assim, está na moda desprezar mesmo os aspectos mais nobres da tradição liberal Ocidental. Coíbe-nos mesmo de condenar os actos de violação dos direitos humanos fundamentais mais ultrajantes, como a mutilação genital das mulheres, casamentos forçados, e crimes de honra.

Este acto de violência (muçulmana ou esquerdista) anunciado sobre a Chiado Editora, mostra que o maior anátema para a mentalidade multiculturalista, é a liberdade de expressão. O multiculturalismo encoraja a auto-censura e a condenação de "discursos insensíveis" - especialmente discursos que são tidos como potencialmente ofensivos para um determinado grupo protegido. Nos dias que correm, os muçulmanos são o grupo mais altamente protegido de todos, porque são visto como "aliados" na luta contra os EUA, Israel e contra o capitalismo. Esta perversidade do multiculturalismo, é capaz de tratar os mais brutais jihadistas, imams incendiários e tirânicos patriacas, como se fossem delicadas flores de estufa, facilmente feridos por uma qualquer crítica feita pelos obstrusos Ocidentais. Pelo contrário: como é amplamente demonstrado desde que a jihad cultural começou, esses homens são poderosos e determinados. Eles não são relativistas. ELES NÃO SÃO MULTICULTURALISTAS. Eles têm um objectivo, uma visão determinada, e um sentido de identidade e de valores que os multiculturalistas ocidentais nem sequer imaginam. E eles sabem disso.É neste conhecimento da nossa fraqueza multicultural que reside a sua força e poder.

Tuesday, July 14, 2009

Geert Wilders no Parlamento Europeu


A imprensa diária portuguesa, saiu hoje com artigos generalistas sobre a alegada extrema direita que se senta a partir de hoje no Parlamento Europeu. São artigos genéricos e muito tendenciosos, em que misturam alhos com bugalhos. Artigos que pretendem demonstrar que posições políticas anti-islâmicas, são fascistas. Pergunto-me como partidos que combatem uma das formas mais virulentas de fascismo, o islamismo, podem ser considerados fascistas? De resto, sobre a extrema esquerda, que tem uma maior representação no mesmo Parlamento, nem uma palavra. E gostaria de recordar que a violência urbana que percorre a Europa, Atenas, Paris, Copenhaga, em cimeiras como a do G8, entre outras, são da responsabilidade da extrema esquerda europeia e dos seus aliados islâmicos. O jornal Público que diariamente dá voz, em colunas de opinião, a gente de extrema esquerda "bem pensante" não tem qualquer base moral para desqualificar, como fez, gente de posições políticas inversas. Se Geert Wilders, é considerado de extrema direita, então pelos mesmos critérios vagos e imprecisos poderíamos qualificar o jornal Público de extrema esquerda panfletária. A obrigação do bom jornalismo era entrevistar Geert Wilders, em vez de o insultar como extremista. Mas o jornal Público manipula os seus leitores ao mostrar unicamente opiniões da escola multiculturalista, como as do Maalouf e do insidioso Timothy Garton Ash e a sua "construtive accommodation" com a lei islâmica. Mas neuromante, faz o trabalho por eles.

Hoje, deixo aqui excertos de uma entrevista de Geert Wilders ao jornal holandês De Volkskrant (VK) para os meus leitores poderem avaliar por si mesmo.



VK: Van der Laan era favorável ao registo criminal étnico, mas aparentemente desistiu da ideia, agora que o PVV (partido de Geert) se tornou um grande partido. Van der Laan, perguntou-se se deviam montar uma base de dados electrónica para um possível abuso mais tarde.

Wilders: Puro medo político. Nós não precisamos do PvdA (socialistas) para isso. Se nós governarmos a Holanda e se pretendermos um tal registo, simplesmente o montaremos.

VK: No seu discurso de 14 de Junho na Dinamarca, acerca de expulsar milhares de muçulmanos da Europa, foi uma lapso de linguagem?


Wilders: Não.



VK: Foi no mínimo falta de geito. Mesmo o jornal De Telegraaf num comentário utilizou a expressão "malicioso".


Wilders: Posso oferecer uma contexto mais lato para essa afirmação. Eu não apontei só os criminosos muçulmanos. Tenho afirmado frequentemente, que sou favorável a contratos de assimilação. Em tal contrato, todos os imigrantes não ocidentais, com dupla nacionalidade ou com autorização de residência, devem assumir igualdade de direitos entre homem e mulher, rejeitar violência contra os homosexuais, rejeitarem a sharia. Quem se recusar a assinar o contrato não estará qualificado para viver aqui. O Islão é 90% de ideologia totalitária e 10% de religião. Se estendermos esses contratos a toda a Europa, milhões de muçulmanos irão embora.

VK: Segundo uma recente sondagem, muitos jovens muçulmanos querem deixar a Holanda.

Wilders: São óptimas notícias. Nós vivemos num país livre. Então vão, se não gostarem da Holanda.

VK: O Secretário de Estado Timmermans (socialista) chamou-o de indecente.

Wilders: Os socialistas continuam a jogar a carta da superioridade moral. Eu simplesmente lhe quero dizer, que o meu partido é muito melhor do que o dele. Ele faz tais afirmações só para não alienar o voto muçulmano. Mas estes são precisamente o tipo de Sharia Socialistas (SS) responsáveis pelo crescimento do muticulturalismo-de-estado. Agora não conseguem lutar contra as injustiças que o multiculturalismo trouxe: a precária posição das mulheres, dos ateus e dos homosexuais. Nós estamos a fazer o trabalho deles e a resolver os problemas que eles criaram. Antes de me insultarem, deviam antes era perguntarem-se, porque é que nós somos o número 1 no web site dos Gay Krant (revista gay)? Porque os homosexuais diariamente têm que lidar com as consequências da islamização. Eles veêm os socialistas chegar em carros de luxo com choffeur e guardas costas, completamente imunes aos efeitos da islamização. As pessoas que vivem vidas reais, têm problemas completamente diferentes. Não querem que a "elite" force a intolerância da outra Holanda.


VK: Outras das críticas recorrentes é a de que o PVV não é democrático. O PVV é um partido de um homem só, que levantas dúvidas quanto ao seu financiamento.

Wilders: Não partilho da ideia que um partido só é democrático se tiver militantes. Não acredito nas velhas estruturas partidárias, onde primeiro temos que polir os automóveis do chefe partidário local durante 20 anos, antes de assumir uma posição de relevo no partido. Isto conduz à prostituição política. Relativamente ao financiamento, obedeço ás regras e estou completamente dentro da lei. Podem escrever centenas de artigos acerca disso que eu não estou de todo interessado.


VK: É um risco a um partido com militantes de perder o controlo?

Wilders: Sim, e renderem o controlo para as pessoas erradas. O que aconteceu com o LPF ensinou-me a lição (o LPF era o partido de Pim Fortuyn no parlamento que acabou em guerras internas e dissolução, devido à ausência de liderança e á grande pressão, perseguido pelos media do mainstream e pela velha política - tradutor). Nós somos um grupo fechado e eu recruto os cidadãos pessoalmente. Vamos precisar de uma lista substancial para as eleições de 2011.

VK: Quantos assentos no parlamento esperam?

Wilders: Cerca de 30, que é o número que nos dão as sondagens. Podem ser menos, mas também podem ser 10 mais.

Monday, July 13, 2009

A Elite Esquerdista Bem Pensante


Mais uma prova da "infinita e divina tolerância da religião da paz". No Egipto, nesse mesmo país onde Obama dirigiu os maiores encómios ao Islão, uma igreja Cristã Copta, foi incendiada por muçulmanos. A igreja foi oficialmente inaugurada a 3 de Julho, e destruída pelo fogo islâmico a 11 de Julho. A paciência devia ter limites e começa a ser altura para utilizar a tão hedionda como biblica ideia do, "olho por olho, dente por dente". Se só a violência é a linguagem que esses bárbaros entendem, então deixemo-nos de mariquices multiculturalistas e pacifistas e vamos a eles.

Mas não é este o tema do presente post.

O sucesso eleitoral de Geert Wilders está a dar cólicas de medo à tradicional elite governante da Holanda, de tal maneira que estão a pensar em usar métodos extra-constitucionais, senão mesmo ilegais, para se verem livres dele.


Um ministro (sinistro) socialista do gabinete ministrial, incitou publicamente ao eleitorado holandês à revolta contra Geert Wilders. Sempre pensei que um apelo á revolta constituísse um acto criminoso, mas pelos vistos estou errado: é o politicamente correcto, da "elite" contra o direito. As palavras exactas do ministro socialista foram: " eu de facto acredito que uma revolta da elite é desesperadamente precisa".

O governo holandês está em pânico". O líder do PVV, Geert Wilders, acusou os membros do governo no Baixo Parlamento de o demonizarem e criarem um clima favorável ao seu assassínio, como aconteceu há anos com Pym Fortuyn. Diversos membros do gabinete ministrial abriram fogo contra Wilders, ao pressionarem o jornal Volkskrant, a não publicarem uma recente entrevista de Geert a este jornal. "É puro pânico. Até 4 de Junho, eles podiam dizer que eram apenas sondagens. Até que chegou a noite das eleições e, tornou-se realidade", afirmou Geert Wilders.

O líder do PVV, disse que usa regularmente colete à prova de bala, e acrescentou, que para as bisnagas dos socialistas, nem sequer precisa de o vestir." O perigo vem dos seus aliados islâmicos.

O Secretário de Estado dos Assuntos Económicos, o socialista Frans Timmermans, afirmou que achava partido o PVV "indecente". Lá como cá, a "caca" de que os socialistas são feitos è a mesma. Quem não cabe dentro dos ideaizinhos politicamente correctos, não pode ter liberdade de expressão e direitos constitucionais. O Ministro do Interior (PvDA, socialista), juntou-se ao arraial, e numa revista esquerdista (Vrij Nederland) afirmou que esperava (é melhor sentar-se!) por um contra-movimento das elites bem pensantes (sic) que se levante contra o PVV.

Democratas de longa data né?

Sunday, July 12, 2009

Society of Profissional Journalists


INGSOC é o acrónimo de Socialismo Inglês, em 1984, a obra mais conhecida de George Orwell.

O Estado controlava o pensamento dos cidadãos, entre muitos outros meios, pela manipulação da língua. Os especialistas do Ministério da Verdade criaram a Novilíngua, que é utilizada na propaganda socialista do regime, marcada pelo eufemismo e inversão dos significados da linguagem corrente. Tem por finalidade diminuir o alcance do pensamento e da critica dos cidadãos.

Hoje em dia a novilíngua é utilizada, sobretudo pelos meios de comunicação ao serviço do multiculturalismo politicamente correcto. Aqui vai um exemplo.

Em 2007 a convenção da Sociedade de Jornalistas Profissionais, aprovou um conjunto de normas para a cobertura de notícias ou artigos sobre os árabes e muçulmanos. A essência dessas normas - já postas em prática pela esmagadora maioria dos media do mainstream - são as de que os árabes e muçulmanos não devem ser retratados, em palavras ou imagens, como exóticos, monolíticos, e as vítimas dos "crimes de ódio" antí-árabes ou anti-muçulmanos, devem ser referidos completamente como...vítimas de, manisfesto ou público, ataque terrorista. Os jornalistas fizeram ainda um esforço extra para incluir, nos meios de comunicação, pessoas de pele escura, assim como devotos de outras religiões, que se dediquem a négócios e arte, e apresentá-los em colunas sociais e noticiários. Outras das regras aprovadas foram:

a) Quando se referirem ao terrorismo, lembrarem-se de incluir referências aos supremacistas brancos, aos radicais anti-aborto e a outros grupos radicais de brancos ou ocidentais

b) Nunca empolar os países muçulmanos em construções genéricas, como "a fúria da rua árabe" ou a "reacção do mundo muçulmano".

c) Evitar a utilização de palavras combinadas como " terrorismo islâmico " ou "muçulmanos extremistas".

d) Evitar a utilização de termos como "jihad" a não ser que tenham conhecimento do seu significado preciso... O significado básico de "jihad" é um apelo íntimo para as boas práticas para o bem do Islão e para o bem da pessoa.

Como facilmente se percebe há aqui imenso eufemismo, e inversão de significado da línguagem corrente. É caso para dizer que os media mainstream, aqueles que nos entram pelos olhos dentro (A SIC-NOTÍCIAS e o jornal Público são tristes exemplos) estão a trilhar os passos totalitários do INGSOC na propaganda às sociedades multiculturais-de-estado, cujo inimigo público desta ideologia, não é o traidor foragido Emmanuel Goldstein do 1984, mas tudo aquilo que representa a valorização e defesa das culturas ocidentais.
WHO CONTROLS THE PAST CONTROLS THE FUTURE
WHO CONTROLS THE PRESENT CONTROLS THE PAST

Saturday, July 11, 2009

Ataque à Livre Expressão Nos Estados Unidos


Robert Spencer, um dos maiores especialistas sobre a jihad islâmica, foi ontem impedido de falar numa conferência na Americam Library em Chicago. Por trás deste ataque à liberdade de expressão está a CAIR (Center for American Islamic Relations). A célula da CAIR-Chicago pressionou a ALA (American Library Association) para retirar Robert Spencer do paínel de oradores, pois consideram Robert Spencer é um elemento extremista e um islamófobo. As acusações habituais. A manipulação habitual. Todos aqueles que denúnciam a verdadeira face do Islão, (a censura é só um dos aspectos do fanatismo islâmico), são acusados de serem extremistas. George Orwell escreveu sobre isto no seu famoso 1984. Robert Spencer não é islamofobo. É simplesmente islamorealista. Outros participantes no painel retiraram-se também em solidariedade para com Robert Spencer. Foi o caso de Dr. Marcia Hermansen, professora de Estudos Islâmicos na Universidade de Loyola, que publicamente exprimiu o seu veemente desagrado nos seguintes termos :


"While i heartly endorse the principles of free speech and diversity of viewpoints there are part of the ALA mission, the way in which this information session about islam and muslims for Ethnic and Multi-cultural librarians was modified and politicized at the last moment raises serious concerns about the integrity of the session".

O Dr. Alia Ammar, neurofisiologista de Hindsdale, IL, afirmou o seguinte:


"Given the substancial changes in the composition, subject, and direction of the ALA panel to which i was invited to present as well the blatant misinformation provided regarding the purpose of the session, it would be untenable to present in your forum...The lack of profissionalism with which this matter has been handled has been wholly disappointing as the efforts of the originally invited panelists to reach a respectable solution to the problem were simply ignored. In light of these developments, i respectfully decline to participate in panel."

Nos posts imediatamente anteriores, afirmei que os multiculturalistas estão completamente lélés-da-cuca ou já completamente dhimmis, se inocentemente acham que os islâmicos respeitam as ideias dos outros, (incluindo as daqueles líricos), se elas colidiram com as intenções da islamização do ocidente, que obviamente passa pela imposição daquela religião-ideologia. Aqui vem dos EUA , um exemplo bem recente, da farsa, do poder de manipulação, do totalitarismo que os maometanos praticam, e da cobardia multicultural que os muitos académicos ocidentais demonstram perante este novo-antigo obscurantismo.
É preciso derrotá-los enquanto temos tempo.
PS
A tal organização CAIR, é responsável pela obtenção de fundos que são posteriormente enviados ao Hamas.

Friday, July 10, 2009

Amin Maalouf em Portugal (1)


As elites multiculturalistas andam deprimidas. Pois, são os chineses que desancam nos seus aliados islâmicos, o “povo” europeu que evidência a cada dia que passa, estar farto de muçulmanos arrogantes, os confrontos que se sucedem nas cidades do velho continente, entre nativos e imigrantes, a Europa a virar bem á direita nas últimas eleições e pasme-se o planeta Terra que se recusa aquecer. E para cúmulo do descaramento, Obama está em perda de popularidade nos EUA com a economia americana a continuar a afundar, o desemprego a subir vertiginosamente apesar das mezinhas mais ou menos socialistas do novo presidente. Até já os protectores dos animais estão insatisfeitos porque parece que o Presidente depois de muito pregar contra a crueldade infligida a patos e vaquinhas anda a comer “foie gras” em Paris e “veal” em Nova Iorque. Este cenário afasta os multiculturalistas de diferentes credos ideológicos da realidade do mundo, e como tal, a frustração instala-se. Necessitam de auto-confirmação que atenue a auto-flagelação. Desta vez o ritual-paliativo das boas consciências, dá pelo nome de Amin Maalouf, escritor libanês que vive há largos anos em Paris.
Maaloof, como todos os líricos idealistico-multiculturalistas, não vive neste planeta. Como todos os outros, toma os seus desejos por realidade. É um caso clínico a tratar com urgência. Todo o seu discurso passou por uma ideia de salvação, do planeta e da Humanidade. E acontece que para que a salvação se realize tem que existir um ente que necessite de ser salvo. Ora aqui é que a porca torce o rabo. A primeira vítima a ser salva, segundo Maalouf é o planeta Terra. Salvo, claro está, do aquecimento global produzido pela sociedade de consumo ocidental. Maalouf diz que leu muitos livros sobre o assunto e que ficou abismado com o estado do planeta. Leu muitos livros certamente mas não leu todos os livros. E sobretudo não investigou, que é uma tarefa intelectual diferente de ler. E mais, deveria ter vergonha de meter foice em seara alheia. Desde quando é que um ensaísta está preparado para “botar faladura” de climatologia, não percebendo o ABC desta ciência? Mas de rigor não trataram as intervenções de Maalouf. O aquecimento global produzido pelo dióxido de carbono capitalista, não existe, é uma fábula urbana neo-marxista, portanto neste capítulo Maalouf está a falar prá…. Adiante. Depois temos as identidades assassinas, segundo Maalouf. Era realmente bom que as identidades não fossem exclusivas, mas no mundo real isso não acontece. Mais uma vez confunde-se os desejos pela realidade. Uma pessoa sem identidade é uma pessoa basicamente alienada. Torna-se um indivíduo sem personalidade. O mesmo acontece com as nações e civilizações. Os portugueses não são iguais aos chineses, nem aos esquimós. Quanto á coexistência, ela resulta não da perda de identidade, mas do nível de educação e até de civilização de uma pessoa ou nação. É um contrato social que é estabelecido. Por isso, os europeus convivem bem com as diferenças culturais e civilizacionais, enquanto os islâmicos não. Os filhos de Alá auto-excluem-se e concentram-se em ghetos nas cidades europeias porque não têm nada a ver com os sistemas axiológicos do ocidente. Têm uma identidade paleolítica própria que é inconciliável com a maneira de viver dos europeus e ocidentais. Os japoneses, por exemplo, não perdendo nunca a sua identidade cultural e civilizacional, conseguem partilhar valores e o modo de vida ocidental mas sempre sob o lema da Era Meiji; “Japanese spirit, western culture”. E ainda existem variações individuais. Há portugueses que se sentem mais portugueses do que outros…etc.

Amin Maalouf em Portugal (2)

A seguir temos a abordagem ao caso do Escolhido, isto é, de Obama. Segundo Maalouf Obama não fala ao instinto, mas á razão. Eu nem sei bem o que isto significa! Aqui faltou acrescentar um ou dois exemplos de um político que fala ao instinto. Presumivelmente Bush falava ao instinto.
Os instintos são disposições inatas a acções particulares. São padrões herdados de respostas a determinadas situações. Nos seres humanos, elas são observadas em resposta a emoções (como sexo, agressão e o medo). Os instintos podem ser convocados em regimes totalitários. O medo da burguesia na Rússia bolchevique, a agressão e eliminação dos judeus, no caso da Alemanha nazi. Não percebo como um intelectual desta estirpe pode ser suficientemente desonesto, para deixar a ideia subliminar de que Bush apelava aos instintos. Simplesmente os EUA foram violentamente atacados em solo americano, pela primeira vez na sua história, e reagiram com bastante moderação. Um discurso inspirado e poético não é suficiente como retaliação. E se Maalouf, na senda da prática de Obama, por hipótese, assim o considera, é ainda mais tolo do que parece.
“E MIRACULOSOMENTE ELE VEIO”, afirmou Maalouf ao jornal Público. Mais uma vez temos aqui um apelo religioso salvífico. O Eleito, O Enviado, O Messias, O Escolhido, O abençoado. Tudo isto é a treta de um unanimismo que de crítico tem muito pouco. E meus amigos, a palavra democracia desapareceu do léxico oficial da Casa Branca. De facto a democracia não se compadece com unanimismos. Aliás, os índices de popularidade de Obama vão mal, tal como, anteriomente escrevi. A sua fraca e tardia reacção relativamente á fraude eleitoral e repressão dos manifestantes em Teerão são prova do que a política de Obama vai pelo apaziguamento dos regimes fascistas dos mullahs islâmicos.
Depois generaliza que “todo o mundo se revê” em Obama. Bem, isto é simplesmente mentira, e mais uma vez wishfull thinking. E não é preciso ir muito longe, no tempo e no espaço. A Rússia não gosta dele como há dias ficou provado. É só mais um presidente americano. E parece-me que a Rússia é um actor geo-estratégico muito importante. Maalouf tem um pensamento débil, mais baseado nas seus sonhos do que na realidade. Soçobra facilmente a uma segunda leitura crítica, no entanto, é altamente destacado na imprensa multiculturalista. É preocupante que esta espécie de ideologia marginal tenha uma influência tão grande no “mainstream” político nos países ocidentais. É uma ideologia completamente desfasada do “ground level”, do dia-a-dia das massas, isto é da realidade objectiva do homem comum. É uma ideologia que vai beber á utopia da Paz e Fraternidade Universal que, para se impor á realidade dos cidadãos, só o pode fazer com censura, propaganda, mentira, revisão da História e quiçá, opressão. É já o caso da Inglaterra, que desenvolveu um sistema multicultural de estado, que tornou a Velha Albion no país mais censor do Ocidente. Por lá se encerram blogs, cidadãos são presos por delito de opinião, manifestações proibidas ou reprimidas. Tudo em nome da coesão comunitária. Depois continua Amin em tons trágicos: “ Se Obama falhar é uma tragédia para o Mundo.” Não é ao contrário! Se Obama não perder as próximas eleições vai ser uma tragédia, pelo menos para o mundo Ocidental. Porque simplesmente não podemos esperar que o Islão se torne secular e que respeite os direitos dos homens e das mulheres e das minorias, sexuais ou não. O Islão por definição é uma religião-política que se expandiu pela espada. A prova disso é a própria bandeira da Arábia Saudita. A prova disso é nunca por nunca abandonar o desejo de instaurar um califado que reconstrua glórias passadas perdidas. Por isso, cabe à maior potência democrática do mundo combater com todos os meios este fascismo religioso.

Amin Maalouf em Portugal (3)

O muçulmano não coopera com o “Outro” não muçulmano se, das três uma; ou o converte à força; ou o transforma em dhimmi; ou o mata. Basta estar atento às prédicas dos imams nas mesquitas por essa Europa acima. O Islão democrático e secular é a antítese do próprio Islão. Seria o fim deste tal como o conhecemos. Há aqui neste idealismo a negação do “Outro” como uma entidade diferente. Somos todos “Um”. Isto, mais uma vez é completamente falso e perigosamente totalitário. Há “Outros” que são suficientemente diferentes e perigosos para os recebermos à mão armada. É o que os Israelitas fazem para sobreviverem, e por isso são tão odiados pelos camaradas multiculturalistas. Por se atreverem a sobreviver ao Islão que os cerca, por se atreverem em não se tornarem dhimmis ou mortos.
Esta aniquilação do “Outro” enquanto entidade diferente, entronca no maior tópico da filosofia barata do caro Amin Maalouf: A ideia peregrina da nação humana. Mais uma falsidade. Não existe nação humana alguma e muito menos civilização humana. Segundo a Wikipedia, civilização é o estágio da cultura social e da civilidade de um agrupamento humano caracterizado pelo progresso social, científico, político, económico e artístico. O vocábulo deriva do latim civita que designava cidade e civile (civil) o seu habitante. A civilização é um processo social em si, inerente aos agrupamentos humanos que tendem sempre a evoluir com a variação das disponibilidades económicas, principalmente alimentares e sua decorrente competição por estes com os agrupamentos vizinhos (sublinhado meu). Ora não só existem várias civilizações como estão intrinsecamente preparadas para se guerrearem entre si!
O senhor libanês continua de "vento em popa" e chega a “afirmar que o papel de trazer civilização e conhecimento foi abafado pelo desejo de dominar.” Uma civilização não dominadora, é uma civilização decadente e depois extinta, passando por uma rápida fase, como a Pepsi, de civilização light, onde os pacifismos e multiculturalismos imperam seguindo-se a irremediável dissolução. É em tal fase de crepúsculo que nos encontramos, a medir pela quantidade de lunáticos pseudo humanistas que ocupam as mais altas esferas comunicacionais do mundo ocidental. O que me parece então, é que esta malta quer-nos impor qualquer outra coisa diferente do mundo ocidental. Só que não têm coragem para o afirmar directamente. Contudo as "prateleiras dos supermercados das civilizações" ainda apresentam as democracias liberais ocidentais como o melhor produto. Aquele que garante a melhor qualidade de vida aos seus cidadãos. Não me apetece viver numa civilização com um sistema axiológico semelhante ao dos pardieiros muçulmanos.
De qualquer modo a ideia de Civilização Humana ou Nação Humana, como queiram, já existe. Propriamente na civilização islâmica. Para estes, os estados não têm sentido. O que lhes dá sentido enquanto muçulmanos é a Umma, isto é a comunidade muçulmana mundial. E queria deixar aqui bem claro ao senhor Amin Maalouf que eu, nem morto queria pertencer a tal ummidade e que gastarei os meus últimos raios de sol a lutar contra a perversão e calamidade de tal ideia. Governo Mundial, só no Star Trek!
E o que acho estranho é o senhor Amin Maalouf ter escolhido uma das mais belas cidades do mundo ocidental, onde se valoriza a liberdade da sua diferença, para viver. Se não existem civilizações diferentes, porque é que o senhor Amin não escolheu viver em Ryad, Entebe, Teerão, etc. Para mim é um mistério….

Thursday, July 9, 2009

Selvajaria Islâmica

Mulher vitíma de ácido da "religião da paz"

No Paquistão, bem como noutros países muçulmanos, a honra é um valor que está acima dos direitos humanos, especialmente acima dos direitos das mulheres. Às mulheres que "desonrem" as suas famílias esperam-nas severas consequências da sociedade patriarcal em que estão inseridas, que continuam a pensar com a mentalidade do tempo do Maomé, relegando a mulher para um situação social "abaixo de cão". Um novo relatório da AGHS Legal Cell mostra que a violência contra as mulheres com ácido está a aumentar no país. As mulheres que "desonrem" a família são frequentemente atacadas com ácido sulfúrico. O cheiro a enxofre é cada vez maior nos países islâmicos.... Muitas vítimas nem sequer se queixam às autoridades porque não lhes vele de nada, e têm medo de ainda mais violência. Portanto o número de ataques ás mulheres será ainda maior, segundo fontes daquela organização.

Andar na rua com um homem que não seja o marido, irmão ou filho, é ilícito e razão suficiente para um violento ataque á mulher por cometer adultério. Fugir de um casamento arranjado em que a mulher não tem qualquer sentimento de amor pelo futuro marido, é outra razão para atacar ou matar violentamente a mulher. Uma jovem de 15 anos que recuse casar com um marmanjo barbudo de 70 anos é razão suficiente para a jovem ser estripada.

De acordo com o relatório, só de Abril a Junho deste ano, mais de 220 mulheres foram identificadas como vítimas do ácido, 40 das quais morreram como resultado da extenção das queimaduras provocadas. Quando ácido é atirado a uma pessoa, a pele derrete e expõe o osso que se encontra por baixo da carne que por sua vez também se dissolve. Se o ácido atinge a região ocular, os olhos ficam permanente destruídos, deixando as vítimas cegas ou a ver só de um olho.


E o que torna as coisas piores, segundo aquele relatório, é que os cuidados médicos não são dados convenientemente ás vítimas como continuação da punição islâmica da mulher.

A violência contra as mulheres é endémica no Paquistão e nos países muçulmanos. No Bangladesh, outro país pouco recomendável, existe mesmo uma fundação de apoio às vítimas de ataque de ácido chamado, Acid Survivores Foundation, que tenta lutar contra os ataques químicos naquele país. Desejamos as melhores felicidades aos seus dinamizadores, mas há coisas que só indo à raiz do mal é que são solucionadas. E aqui o mal tem um nome, chama-se Islão. Banir esta religião-política da face do planeta é o grande desafio da humanidade para os tempos futuros. Parece que os chineses e a etnia Han, sabem bem como lidar com o problema. Só é pena que o resto do mundo ocidental esteja hipnotizado pelo relativismo cultural e não veja a enormidade maligna de tal religião.

Tuesday, July 7, 2009

Até da História se Apropriam


Quando os árabes Muçulmanos, uma camada de tribos guerreiras que não tinham uma escrita bem desenvolvida sequer, conquistaram o Egipto, a Síria e a Pérsia, tomaram o controle sobre os centros de maior acumulação do conhecimento da época. Afirmar que os muçulmanos ou a cultura islâmica esteve na base da criação das civilizações do Médio Oriente é completamente falso e não passa de propaganda jihadista e dos seus aliados esquerdistas. É como comparar um analfabeto que assalta a maior biblioteca do mundo, mata todos os livreiros e depois reclama que escreveu todos aqueles livros.

Sunday, July 5, 2009

Hasta la Vista Baby


As Honduras deixam a Organização dos Estados Americanos.

Fonte Libertad Digital: HONDURAS RENUNCIA A SU PRESENCIA EN EL ORGANISMO

“En la OEA ya no existe espacio para los estados que aman su libertad”


E já agora podiam ter mostrado o dedo ao Hussein Obama, e não só...

Birmingham Contra o Fascismo Islâmico

Grande manifestação contra o islamismo em Birmingham. A Europa está a despertar, finalmente. Bom de ver, foram os milhares de jovens que se manifestaram contra esta religião-política totalitária, bárbara, retrógada e muito muito fascista. Claro que os meios de comunicação não noticiaram o evento. Mas não perdem pela demora... A utopia multiculturalista e politicamente correcta, que tem na maioria dos jornalistas, os seus arautos mais convictos e determinados,(é o exemplo acabado de José Manuel Fernandes,que perdeu um grande futuro como professor de Biologia-Geologia), está lentamente a derrocar. Bem pode o tão orgulhoso como falso "quarto poder" censurar a realidade que não convém às suas convicções fantasiosas. A maioria dos jornalistas não são só, neste momento histórico ,o mensageiro. São também actores políticos credenciados, embora de uma espécie próxima de Ali o Cómico, cuja trave mestra das suas linhas editorias é o "wishfull thinking", uma espécie de dissonância cognitiva, em que aquilo que o mundo devia ser tem mais importância (e toma o lugar), do que aquilo que o mundo é. Quanto aos eventos que caem foram desta grelha ideológica, os senhores jornalistas, frustados e confusos, racionalizam da pior maneira. Podiam demitir-se e dedicarem o resto das suas viduscas á pesca e á culinária (no caso da jornalista Teresa de Sousa). Mas, infelizmente não: desatam a insultar, de fascistas, de extremistas de direita, de xénofobos e racistas, a todos quantos têm a coragem de mostrar, nas ruas, em blogs, em colunas de opinião e em livros ou filmes, que o mundo e a realidade percebida pelas pessoas, não é como eles a "desenham" em computador, nas suas linhas editorias-ideológicas.
Mas um dia, num futuro próximo, essa realidade que eles censuram, entrar-lhes-á de tumulto pela porta das redacções dentro, e então como lemingues á beira da falésia, sairão, pela janela sem terem o tempo necessário ao "dignificador" acto de virar a casaca.


Thursday, July 2, 2009

Hells Angels Tratam-lhes Da Saúde

Danish Hell's Angels fight against islamic street gangs. Nice showdown guys!


O grupo motorizado dinamarquês, os famosos Hells Angels, são a principal força de combate aos gangues de imigrantes muçulmanos que nos últimos anos têm aterrorizado a capital dinamarquesa. Neste momente, os Hells Angels dominam a situação com o suporte do grupo AK81, (Alti Klaar, que em dinamarquês significa, "sempre pronto") estando a ganhar, a cada dia que passa, maior apoio dos dinamarqueses.
Já aqui noticiamos há alguns meses que Copenhagen esteve a ferro e fogo durante uma semana por causa da re-impressão dos cartoons do Maomé. A violência urbana, ataques á navalhada, assaltos e violações tornaram os cidadãos absolutamente inseguros. A polícia está de mãos atadas devido à ideologia do politicamnete correcto. Assim, os Hells Angels apareceram na altura certa e parece que estão "acertar-lhes o passo" e a refriar os ânimos exaltados dos islâmicos, confiantes na decadência do Ocidente.
Em grupo, os imigrante islâmicos mudam de caracter, tornam-se arrogantes e corajosos. Em grupo atacam sem aviso e sem razão(por isso são apelidados de chacais). Eles odeiam a Cristandade e os seus símbolos. A maneira como os dinamarqueses vivem e a sua mentalidade. Frequentemente afirmam que é o "racismo" é a principal causa daquele ódio. Mas este argumento tem o valor do "cavalo de Tróia". Consideram a Dinamarca um país de putas, e quanto maior for o prejuizo e a dor infligido às vitimas, melhor eles se sentem.
É o multuculturalismo em todo o seu esplendor.
Todos os aliados são poucos para derrotar este fascismo das arábias que ameça a nossa liberdade colectiva e individual.






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Wednesday, July 1, 2009

Atenção Turistas...

Pensem Duas Vezes Antes de Passarem Férias Em Birmingham

IR DE FÉRIAS PARA INGLATERRA COMEÇA A SER PERIGOSO. ESPECIALMENTE EM BIRMINGHAM. AQUILO JÁ É MÉDIO ORIENTE. VEJAM SÓ ESTE CLIP DE PROMOÇÃO TURÍSTICA QUE SE SEGUE.
É PREFERIVEL O MÉXICO COM O SEU H1N1.

Monday, June 29, 2009

Dois pesos e duas medidas


Obama recusa "intrometer-se" no Irão onde milhões de iranianos arriscam a vida pela ideia de eleições livres. As bestas nazis islâmicas esmagam os dissidentes enquanto Obama assobia para o lado ao falar de um "debate vivo". Mas nas Honduras, Obama e as "putas" nas Nações Unidas não têm escrúpulos em interferirem naquele país, para devolver o poder a um fantoche de Chavez. A história do que aconteceu nas Honduras tem que ser contada ao mundo.

As forças armadas hondurenhas tiraram o presidente Manuel Zelaya, pela manhã, da sua cama e exilaram-no na Costa Rica, acabando com a controversa revisão constitucional inspirada nos golpes constitucionais a la Hugo Chavez.

Os EUA entre outros países condenaram de imediato o golpe. Obama mostrou-se "profundamente preocupado" e apelou aos actores políticos nas Honduras para "respeitar as normas democráticas".

Hugo Chavez, o master do sr. Zelaya, colocou o exército venezuelano de prevenção e afirmou que considerará como um "acto de guerra" quaisquer represálias sobre o pessoal diplomático venezuelano.

Éé preciso sublinhar que Manuel Zelaya foi preso pelos militares porque o Supremo Tribunal das Honduras assim o ordenou. Mais tarde o Congresso das Honduras formalmente destituiu Zelaya nomeando o líder daquele orgão político, Roberto Micheletti, seu sucessor até ao termo do mandato de Zelaya que expirava em Janeiro. De facto o presidente Zelaya preparava-se para o truque dos refendos á Constituição das Honduras que lhe permitissem ocupar o poder para além do qual a actual Constituição permite. Já vimos este número repetido várias vezes pelo "democrata" esquerdista Hugo Chavez, amigo de Sócrates, pelo equatoriano Rafael Correa e pelo sempre indío Evo Morales.

Concluindo:

As Honduras lutam pelam Constituição enquanto Obama se coloca ao lado de Hugo Chavez contra o povo hondurenho.

Sunday, June 28, 2009

Pat Condell: Be my burka baby

Mandem-nos Para o inferno (2)

Gravura da época que representa aspecto das Guerras Barbáricas


Durante algum tempo a jovem nação americana juntou-se aos governos europeus pagando "tributo" aos piratas, isto é, pagando-lhes para que eles deixassem sossegada a navegação e de escravizar os marinheiros. Mas assim que os americanos desenvolveram forças navais capazes de lidar com o problema, mandaram a Navy e os marines, pôr fim a tal pirataria no Mar Mediterrâneo, naquilo que ficou para a História conhecido como The First and Second Barbary Wars (1801-05, 1815). Estas primeiras guerras externas também não são muito valorizadas nos livros de História Americana.
Depois de terem sido derrotados, os piratas deixaram os navios americanos em paz. Mas o espírito da jihad, como um vírus maligno, sobreviveu, de formas diferentes. Pirataria no passado (e no presente) e terrorismo nos nossos dias.
Nos finais dos anos 80, uma nova forma do vírus "deu à costa". A novidade apareceu no Dia de São Valentim de 1989, na forma de um anúncio servido pelo Ayotollah Seyyed Ruhollah Khomeini que em 1979 ocupou o poder deixado pelo Shah Mohammed Rerza Pahlavi. O supremo lider iraniano (eleito homem daquele ano pela revista Time) que prontamente sujeitou aquele imenso país e povo á lei da sharia, emitiu uma fatwa ao escritor novelista indo-britânico, Salmon Rushdie, que deveria ser morto por ter insultado o islão no famoso livro Os Versículos Satânicos. Os iranianos ouviram-no na rádio " Eu informo o orgulhoso povo muçulmano do mundo que o autor do livro Os versículos Satãnicos, que é contra o Islão, o profeta e o Corão, e todos aqueles que se envolveram na públicação e difusão do livro são sentenciados á morte. Eu apelo a todos os muçulmanos que o executem seja lá onde o encontrarem". Dias depois, responsáveis iranianos acertavam um preço pela cabeça dele. O escritor teve que se esconder. Desde então é guardado pela polícia inglesa dia e noite. Trinta pessoas foram assassinadas em todo o mundo por ordem desta fatwa.
Nada como isto tinha acontecido até então. A fatwa de Khomeini reflete o reconhecimento que os alvos jihadistas não incluem só navios ocidentais e edifícios. Também incluem, até fundamentalmente incluem, as liberdades ocidentais, e em especial a liberdade básica: a liberdade de expressão. O que emergiu deste reconhecimento foi uma nova fase da jihad cuja vantagem não requer jihadistas para travarem combate até à morte mas, antes, actividades de baixo risco como escrever cartas de queixa a funcionários e governantes, participando no "diálogo intercultural, participando em ocasionais manifestações, marchas, queima de bandeiras, actos de invasão de embaixadas e motins de fim de semana. Nao só os participantes desta nova jihad não correm riscos (há pouca probablidade de serem presos e ainda menos convicção), mas para além disso, ainda gozam da assistência de não-muçulmanos que, quando não apoiam estes novos jihadistas devido a um taralhouco sentido de simpatia, ou de medo, são motivados pela ideologia - nomeadamente a perniciosa doutrina do multiculturalismo, que ensina pessoas livres a diminuir ou depreciar a sua própria liberdade devendo-se ajoelhar perante tiranos, e como todos os dias verificamos, são utilíssimos aos jihadistas culturais que parecem ter sido inventados pelo próprio Osama bin Laden. É o caso do Bloco de Esquerda e Ana Gomes entre muitos outros.

Mandem-nos para o Inferno (1)


Thomas Jefferson foi um dos primeiros americanos a combater o Islão




Nós no Ocidente vivemos no meio de uma jihad, e a maioria das pessoas nem sequer imagina.

O Islão divide o mundo em 2 partes. A parte governada pela sharia, ou lei islâmica chama-se Dar al-Islam, ou Casa da Submissão. Tudo o resto é denominado Dar El-Harb, ou Casa da Guerra. É assim chamada porque, de acordo com o Corão, está destinada a ser governada pela sharia, sendo preciso fazer a guerra - a guerra santa, jihad -para a trazer para a Casa da Submissão, ou seja o Islão.


A jihad começou com o Maomé. Quando nasceu, as terras que hoje pertencem ao mundo árabe, eram povoadas na sua maioria por cristãos e judeus. Um século após a sua morte, os habitantes daquelas áreas foram mortos, expulsos, subjugados ao Islão como membros de uma classe inferior conhecidos como dhimmis, ou convertidos á "religião da paz" pela ponta da espada.


As cruzadas do séc. XII E XIII não foram guerras de conquista feitas pelos povos europeus mas antes tentativas de reaver territórios que antes pertenciam à cristandade.

O primeiro grande conflito externo da jovem nação americana depois da Revolução americana foi com os piratas do Mar Mediterrâneo, que eram apoiados pelos governos muçulmanos do Norte de África - tal como os grupos terroristas hoje são sponsorizados por países como a Líbia, o Irão e a Síria. Os piratas daquela época rapinavam navios europeus e vendiam as tripulações como escravos. (Entre os séc. XVI e XIX, mais de um milhão de europeus - incluino pessoas como Cervantes, Saint Vicent de Paul e Jean François Regnard. - tornaram-se bens móveis no Norte de África - detalhe que raramente aparece nos livros de história...

Em 1786, John Adanms e Thomas Jefferson, eram embaixadores respectivamente na Ingleterra e em França, encontraram-se em Londres com o enviado de Tripoli à Grã Bretanha e perguntaram-lhe porque é que os piratas assaltavam os navios americanos. O árabe explicou, contaram posteriormente aqueles 2 Founding Fathers ao Congresso, que as acções dos piratas eram

baseadas nas leis do Profeta, que estava escrito nas leis do Corão, que todas as nações que não admitissem a sua autoridade eram pecadoras, que tinham portanto o direito de lhes fazer guerra onde quer que se encontrassem, e de escravizar tantos quantos fossem presos e que cada muçulmano que fosse chacinado na batalha TERIA O PARAÍSO COMO GARANTIA.

Aonde é que já ouvimos isto?

Portanto aos olhos daquele enviado do séc XVIII, assim como dos governos muçulmanos da época, os piratas não cometiam qualquer crime mas sim a jihad (especificamente a al-jihad fil-bahr, a guerra santa no mar).

Tuesday, June 23, 2009

Talibans em Portugal

O sr. Silva faz parte do comité de boas vindas aos talibans do sr. Amado



O sr. Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luis Amado, insiste em trazer para Portugal talibans presos em Guantanamo Bay. Ninguém na Europa está interessada em tal gente mas este tipo continua a carregar na mesma tecla. É caso para perguntar ao sr. Ministro, se os irá alojar em sua própria casa. Se a resposta for afirmativa, colocamos desde já a viola no saco e andor, vamos comer leitão à bairrada. Mas claro que não. Esta gente socialista só oferece o socialismo e outras chatices ao povo, porque eles vivem muito acima do dito (povo e socialismo). São uns filhos da p.... de idealistas e o povo depois é que tem se se amanhar com os seus ideais.

Uma manifestação contra a importação de talibans está a ser organizada.
Não queremos cá esta gente.
A Ministra da Educação e a Dona Câncio que vivam com eles.

São Socialistas e Basta!


O sr. António Vitorino, luminária ideológica dos socialistas, desafiou a oposição de direita a ter coragem e mostrar o seu programa político neo-liberal (coisa que ele sabe muito bem não existir em Portugal). Empolgando o tom do discurso, António Vitorino, tentou a seguir mostrar a superioridade moral do programa político socialista democrático, tecendo um conjunto de ideias genéricas sobre uma alegada política de justiça social que só eles, socialistas, são "capazes de pôr em prática". É caso para risota e gargalhada geral. Nós sabemos bem que justiça social é esta. Experimentámo-la na pele neste últimos 5 anos de governo socialista - AUMENTO DE IMPOSTOS - É NISTO QUE OS SOCIALISTAS SÃO BONS. Roubam o dinheiro aos cidadãos e onde é que ele é aplicado? Numa melhor qualidade de cuidados de saúde, educação, melhor justiça, melhores forças armadas, maior segurança? NÃO. O nosso dinheiro é desbaratado, em subsidios a empresas amigas do partido, em rendimentos mínimos garantidos a marginais, importação de terroristas de Guantanamo que vão viver à nossa custa e em obras para povos estrangeiros.
O novo estádio da cidade de Al-Kadher, nos arredores de Belém, na Cisjordânia, cuja construção foi financiada por Portugal, através do Instituto Português de Cooperação para o Desenvolvimento, vai ser inaugurado na próxima 2ª feira. O recinto custou 2 milhões de dólares, tem capacidade para 6000 espectadores, é certificado pela FIFA, dispõe de piso sintético e iluminação, sendo uma boa estrutura para os comícios do Hamas atacar de morte Israel e o mundo ocidental. A cerimónia de inauguração abrirá entre os costumeiros uivos de Alahu Snakbar, com uma marcha de escuteiros (presumo suicidas) locais, conduzindo as bandeiras de Portugal e da Palestina, e execução dos respectivos hinos nacionais.
Já fechámos urgências, centros de saúde e escolas primárias, mas os socialistas "armados ao pingarelho" com o nosso dinheiro, ofereceram um estádio á palestina.
Devíamos fechar o Hospital de Santa Maria e oferecer um pavilhão multiusos ao Afeganistão. A seguir fechávamos a Cidade Universitária e oferecíamos um complexo desportivo à Somália para eles praticarem pirataria olímpica e por último fechávamos a Assembleia da República e oferecíamos, pelo menos, os socialistas aos crocodilos do Nilo.






Monday, June 22, 2009

Presidentes...



"No nosso país, não podemos aceitar que mulheres sejam prisioneiras atrás de um gradeamento privadas da sua vida social e de toda a sua identidade. A burqa não é um símbolo religioso, é um símbolo de subserviência e de inferioridade- eu quero dizer isto solenemente, não será bemvindo no território da República Francesa" - Sarkozy


" A liberdade americana é indivisivel da liberdade religiosa. É por isso que temos uma mesquita em cada estado da nossa união e mais de 1200 mesquitas dentro das nossas fronteiras. É por isso que o governo dos EUA protegerá todas as mulheres e raparigas que quiserem envergar hijab e punir aqueles que o negarem." - Obama



De uma só penada Obama, no famoso discurso da Universidade do Azar, atirou os direitos das mulheres às urtigas. Vestirem hijab ou burqa no mundo islâmico, não é uma questão de opção individual. É uma obrigação das mulheres que são consideradas seres inferiores.



Vive la France

Friday, June 19, 2009

BEWARE OF MASTURBATING MUSLIMS


Israelita na praia relaxa á beira mar enquanto palestinianos "esgalham o pessegueiro".


Cuidado com os onanistas muçulmanos. A história conta-se rapidamente:

Na praia de New Kaliya ao longo do Mar Morto, grupos de jovens palestinianos muçulmanos formam círculos à volta das banhistas israelitas, insultando-as com obscenidades de toda a ordem, e masturbando-se publicamente, à vista desarmada e mesmo ao sol. Será que em simultâneo aos actos masturbatórios pronunciam aquele famoso slogan do Ala Snakbar? As tentativas de violação em grupo a raparigas israelitas e a turistas ocidentais, repetem-se diariamente.
A prática onanista durou até há poucos dias, porque foram proibidos de entrar na praia a não ser acompanhados pelos seus pais.

Para além de todas as outras, a repressão sexual também é esmagadora entre os filhos de Ala. Como escrevia Michel Houlbecq, " o conflito do médio-oriente resolve-se quando bombardearem as populações palestinianas com... mini-saias".



Swimming hijab

Claro que as israelitas não deixam a segurança por mãos alheias e vão prevenidas para a praia com muito mais do que um protector solar.


Thursday, June 18, 2009

Stealth Jihad

Gastem só 5 minutos do vosso tempo para ver e ouvir esta curta participação de Robert Spencer na NBC.

Depois digam que eu não vos avisei

Tuesday, June 9, 2009

Ministra saudita não pode aparecer na Televisão sem autorização.


A primeira mulher a ser ministra num gabinete saudita não pode aparecer na TV sem autorização prévia. Noura al-Faiz's foi em Fevereiro convidada para Ministra da Educação Feminina. Um grande passo para a integração das mulheres na sociedade feudal saudita. O islão aqui praticado inibe as mulheres de conduzir,votar e sair ou conviver com homens que não tenham relações de parentesco. "Não posso o tirar o véu e não posso aparecer na TV a não ser que tenha permissão prévia.", disse Faiz ao diário Shamss.

Sunday, June 7, 2009

O Azar de Alexandra


A crónica de Alexandra Lucas Coelho no Público deste Domingo, dia de eleições para o Parlamento Europeu, respirava por todos os poros aquele contentamento "naif" da esquerda multiculturalista motivado pelo famoso discurso "histórico" de Obama. "Não há nós e eles porque todos somos nós". Não, Alexandra, há-de haver sempre "Nós" e "Eles". Só a visão obliterada do relativismo cultural impede alguns de reconhecer que a cultura deles exclui e despreza intrinsecamente a nossa. Somos nós que os aceitamos, com as suas burkas, as suas mesquitas, as suas inúmeras horas de oração, os seus talhos com animais mortos de forma desumana, os seus minaretes, os seus crimes de honra, as suas meninas sexualmente mutiladas, as suas esposas muitas vezes violadas e espancadas. "Eles" não aceitam a nossa maneira de viver a nossa cultura, a nossa religião ou a ausência dela.

São eles que no seio de quem os acolheu e vivendo muitas vezes unicamente do dinheiro do "Welfare State" dos países de acolhimento, são pródigos no incitamento à violência e na concretização desta. Somos nós que minados pelo virús politicamente correcto do multiculturalismo recuamos perante as susceptibilidades deles e deixamos de desenhar cartoons, de publicar livros ,de fazer filmes, e de produzir óperas. Estamos a começar a deixar de ser "Nós". E quando isso não chega temos, na melhor das hipóteses, que viver escondidos, na sombra, como o sr. Salmon Rushdie ou Hirsi Ali, por medo "deles" e na pior das hipóteses ser brutalmente assassinados como Theo Van Gogh. Sabe Alexandra quais foram as últimas palavras de Theo Van Gogh? " Can't we work this out?" Não, não podíamos e continuamos a não poder. Al Khamenei disse após o discurso de Obama que os EUA são profundamente odiados no Médio Oriente e que não são discursos que vão mudar a sua imagem no mundo Muçulmano. Depois do discurso do Cairo, Obama foi depositar, no dia seguinte, uma rosa branca no antigo campo de concentração de Buchenwald e declarou não ter paciência para pessoas que negam a história, referindo-se a Ahmadinejad, o Iraniano, que persiste na negação do Holocausto. Todos nós temos os nossos "dogs and demons" e Obama um dia, que provavelmente não vem longe, também terá que escolher. Como todos nós hoje ao votarmos. Como diria o pintor da corte de um Imperador chinês, os cães são difíceis de pintar. Já os demónios são mais fáceis. É fácil discursar, difícil é nós continuarmos a ser "nós" apesar "deles".

Saturday, June 6, 2009

Afinal Quem São Os Fascistas?

Congratulations Geert Wilders
Antes de mais congratulo-me com os resultados eleitorias que Geert Wilders conseguiu nas eleições holandesas. São uma luz de esperança nesta Europa cada vez mais islamizada e uma chatice para a ditadura do Politicamente Correcto representada na Europa pelos partidos da esquerda e sobretudo pela maioria dos jornalistas, como por exemplo o sr. José Fernandes, Director do jornal o Público.

Os jornalistas deste diário são muito ligeiros na utilização da palavra "fascista". E isto tem várias consequências:

Primeiro, apelidaram de fascistas os milhões de eleitores holandeses que votaram no partido de GW. Talvez a maioria deles possa dar lições de democracia a estes jornaleiros.

Segundo, bem... é mentira que Geet Wilders seja fascista, o que significa que este jornal (entre outros) mente com intenções políticas óbvias - denegrir a imagem de todos aqueles que se atrevem a questionar e a criticar o islão na Europa. Esta técnica do insulto era bem utilizada em jornais "democráticos" como por exemplo, o Pravda na defesa do regime soviético. Portanto neste campo da defesa do PC o jornal Público não se distingue do Pravda.

Terceiro, para além de fascista, o Público chama-lhe islamófobo. Parece mal que tendo o sr. Fernandes, uma licenciatura em Biologia, não saiba o que significa uma fobia. De facto uma fobia é um medo irracional de qualquer coisa. Lembram-se da aracnofobia? Pois é, o medo irracional de aranhas... Ora ter medo do Islão não é irracional. É bem pelo contrário um medo bastante racional, porque a tradição do Islão é a conquista, a repressão e o massacre dos infiéis. A História antiga e a moderna são disso testemunhas. Claro que estes jornaleiros para além do insulto fácil também são revisionistas, o que os aproxima mais uma vez de totalitarismos bastantes eficientes na reescrita da História.

Quarto, qualquer pessoa que diga a verdade sobre o islão torna-se um alvo marcado por estes pixotes multiculturalistas que escrevem uma coisas nos jornais, o que em nada abona pela sensibilidade democrática dos ditos...pixotes. Mais do que políticos e académicos, quem faz o trabalho da repressão ideológica são os media.

Quinto, Geert Wilders denuncía os subsidios generosos que as famílias muçulmanas, escolas corânicas, mesquitas e centros comunitários obtêm do estado holandês, recusando-se a abdicar de valores islâmicos brutais que tornam bairros inteiros das cidades holandesas em autênticos enclaves jihadistas, cujos direitos humanos de crianças, mulheres são sistematicamente negados. Para além disso, é a nossa maneira de viver que está em causa, desde o ataque sistemático ao secularismo das sociedades europeias ao ataque diário às nossas liberdades civis. Há zonas em que as mulheres europeias já têm que sair à rua de lenços para não serem importunadas na sua dignidade por muçulmanos moderados.
Sexto, Geert Wilders, como de resto o defunto Pym Fortuyn, assassinado por um esquerdista multiculturalista, recusa tolerar a intolerância. Lembro aos senhores escribas do Público que quem tolerou a intolerância, acabou mal na Alemanha em 1933.

Sétimo, não há uma única palavra a favor de um estado totalitário, a favor da discriminação de qualquer tipo de raça ou género. Pelo contrário Geert Wilders nos seus périplos pelo mundo livre fora (com a exclusão da Inglaterra onde uma corrupta ex ministra socialista não o deixou entrar não se ouvindo uma voz do Público de denúncia a este acto de censura fascista) encontra-se frequentemente com gente de muitas raças (desde indianos a judeus) dando um cunho internacionalista e global à sua luta contra a islamização. É pouco provável ver um fascista conviver e defender os judeus mas já muito mais frequente ver o jornal Público a defender ou a dar voz a islamo-fascistas, ditadores e demagogos de extrema esquerda. Todos os dias a bem dizer.

Oitavo, Geert Wilders comparou, e bem, o corão com o Mein Kampf do Hitler. Ora o livro sagrado dos muçulmanos é o mais lido no mundo muçulmano e o segundo mais lido é exactamente o Mein Kampf de Hitler e o terceiro mais lido é aquela história dos Anciãos de Sião que é um livro antí semita por excelência. Nunca se leu uma palavra no Público sobre o antí-semitismo genético dos muçulmanos, nem a denúncia das leituras pouco recomendáveis da rua árabe. O Corão é um livro de guerra contra todos aqueles que não adoram o mesmo Deus dos islâmicos. Alá está para os islâmicos como Hitler estava para os nazis.

É caso para perguntar, a esses "merdas" de jornalistas quem são os fascistas afinal?

Sunday, May 31, 2009

Demografia


A grande crise que a Europa atravessa é a crise demográfica, não a actual crise económica. Todos nós percebemos que se não começarmos a fazer filhos a civilização ocidental tem os dias contados. Estamos a chegar ao ponto de não retorno. Era previsivel que em tempo de eleições os nossos políticos tivessem alguma coisa a propor ao eleitorado sobre o assunto. Nem uma palavra. Para a esquerda europeia, apostada em defender os interesses dos imigrantes, principalmente dos muçulmanos, esta situação de falência demográfica europeia excita-os. Como idiotas úteis que são, serão as primeiras vítimas, se a natureza da nossa civilização se alterar na direcção do triunfo do islão. O sr. Miguel Portas terá então a oportunidade de ofecer o cúzinho e o pescoço aos Hezbollahs se o islão triunfar na Europa. Não desespere do rabinho pois só faltam 20 anos.
Agitam-se estudos que concluem que os imigrantes são muito necessários para manter saudável o cancro do Wellfare State e para fazer crescer o PIB. O que esses senhores não dizem é que podemos perder a liberdade se a invasão de africanos, e muçulmanos na Europa continuar e se a demografia dos nativos europeus não crescer. Eu por mim prefiro ser mais pobre mas livre... e viver como sempre vivi.
Conheço muitos casais que desejariam ter mais filhos, mas as condições económicas e a sociedade competitiva pseudo meritocrática, não lhes permitem.
Deixo aqui 3 singelas ideias para combater a queda demográfica que ajudariam a evitar a Queda da Europa:
1º- Substituir o Rendimento Minimo Garantido (RMG) por um RAP, isto é, um Rendimento Assegurado para Reprodução.
2º- Aumentar para valores significativos o abono de família. É preferivel existirem familias com Rendimentos Assegurados para Reproduzirem do que familias mais ou menos marginais com RMG, que se dedicam á preguiça e ao crime.
3º. Rever a legislação laboral que assegurem apoio efectivo a grávidas e a casais com recém nascidos e filhos até aos 4 anos.
Se os empresários se queixarem é porque só estão interessados no lucro. Há uma coisa muito mais importante que a economia. É a liberdade e a nossa civilização ocidental.

Não... Não É Um Anúncio A Shampô.


Notícias da Eurábia:

A etnologa Maria Bäckman, no seu estudo “Whiteness and gender,” seguiu um grupo de raparigas suecas do subúrbio de Rinkeby nas imediações de Estocolmo, onde os nativos suecos são agora uma minoria na sua própria terra. A maioria dos habitantes daquelas paragens, são agora imigrantes do médio oriente e da Turquia. Backmann relata que muitas das raparigas suecas que entrevistou afirmaram que mudaram a cor de cabelo louro para escuro para não serem abordadas por estrangeiros imigrantes. O lugar comum destes machistas muçulmanos é de que as suecas por serem louras e vestirem de uma maneira sexy, são imediatamente rotuladas de "raparigas fáceis". Algumas relataram que muitos imigrantes as abordaram na rua como se fossem putas.