
Combater o alegado aquecimento global é combater por um mundo livre das manipulações que desde os anos noventa têm assustado as pessoas, com particular ênfase na assombração do Mundo Ocidental. Desde as "chuvas ácidas", o "buraco do ozono", a doença das vacas loucas até ao célebre Y2K do milénio, tudo serve para amedrontar o cidadão comum, desprevenido e frequentemente ignorante acerca das temáticas científicas em questão. O resultado destas "verdades" al gorianas é transformar os cidadãos livres em alegres pacóvios deliberadamente cooperantes e pagantes na aceitação fácil de taxas e impostos salvíficos do planeta, e na assunção de que os governos serão tanto mais eficientes na "preservação da natureza e do futuro" quanto mais usurparem o individualismo e a liberdade dos povos. E quanto mais distantes as organizações estiverem dos povos mais fácil é a tarefa, de nos tomarem por ovelhas de um rebanho verde ecológico que pede meças aos defuntos regimes da cortina de ferro vermelho-soviética.
Nesta perspectiva destaca-se a União Europeia, na loucura barrosiana em reduzir as emissões de dióxido de carbono para níveis pré-industrais e na azáfama em nos meter a todos nós europeus debaixo das patas do Maomé e da sua religião maldita. União Europeia que finge não ver que a maioria dos europeus, quer através de sondagens quer através de referendos, se opõem à imigração e rejeitam o multiculturalismo. União Europeia que finge não ver que as sociedades livres desta Europa estão ameaçadas, que o Islão é incompativel com o laicismo e que agindo assim, estão a provocar a subversão da ordem internacional.
Nesta perspectiva destaca-se também as Nações Unidas que já nem sequer disfarçam os tiques autoritários e corruptos de um governo mundial. ONU que transformou num único ano o democrata-cristão Freitas de Amaral, num esquerdista anti-americano e pró-muçulmano. ONU que censura, manipula e mente. ONU que no passado dia 12 de Novembro, aprovou uma resolução patrocinada pela Organização da Conferência Islâmica, que visa “combater a difamação da religião”, leia-se, impedir a discussão do islamismo. ONU que por esta via inventou crimes de "islamofobia" e "difamação do islão". ONU onde o embaixador do Paquistão ousou afirmar, sem que ninguém lhe fosse diplomaticamente às trombas, que "a primeira Carta dos Direitos Humanos é o Corão e a primeira Declaração sobre os Direitos Humanos é a que Maomé fez em Medina". Esta ONU que protege descaradamente a vergonhosa ditadura exercida por fundamentalistas islâmicos no Sudão e o genocídio cometido por eles no Darfur sobre populações de africanos cristãos e animistas. ONU que pretende ignorar que a escravatura é uma realidade nos países islâmicos africanos. Esta ONU cujo IPCC convive bem e estimula a fraude científica para confirmar por métodos criminosos a maior manipulação da História da Humanidade que é a teoria do aquecimento global. ONU cuja cabeça do IPPC, o indiano Rajendra Pachauri, está metido até ao pescoço na transacção de gambuzinos que são os muito lucrativos créditos de dióxido de carbono. ONU cujo IPCC deliberadamente confunde para confundir, a realidade virtual dos modelos, com a realidade dos climas actuais.
Estas organizações, a União Europeia conforme está actualmente concebida e as Nações Unidas são preocupantes para a qualidade da liberdade no mundo ocidental.
Sente-se que a democracia, se já não é uma boa memória, está seriamente ameaçada. Não só em Portugal onde o Chavez Socratez e a sua clique de chico-espertos, dirige um país virtual, um país por Power Point que não se enquadra no país real. Por isso eles querem controlar os meios de comunicação para controlarem a realidade. Para fazer aproximar a realidade da virtualidade imanada pela acção governativa.
Oriana Fallaci tinha razão quando se perguntava:
"Que raça de democracia é uma democracia que proíbe o dissentimento, o pune e transforma em crime? Que raça de democracia é uma democracia que, em vez de escutar os cidadãos, os cala, os entrega aos inimigos, os abandona aos abusos e às prepotências? (é o caso do julgamento de Geert Wilders). Que raça de democracia é uma democracia que favorece a teocracia, restabelece a heresia, sevicia os seus filhos e os manda para a fogueira? Que raça de democracia é uma democracia em que a minoria conta mais do que a maioria e, onde contando mais do que a maioria, lhes dita as leis e a chantageia? Uma não-democracia, digo-te. Uma fraude, uma mentira. E que raça de liberdade é uma liberdade que impede de pensar, de falar, de caminhar contra a corrente, de se rebelar e de se opor a quem nos invade ou nos amordaça? Que raça de liberdade é uma liberdade que obriga os cidadãos a viver com medo de serem tratados e até processados e condenados como delinquentes? (...) UMA NÃO-LIBERDADE.
Obrigado Oriana.