
O editor deste blog não pede desculpa pela liberdade. Todas as outras religiões são alvo de critica muitas vezes feroz. Os muçulmanos não são mais do que os outros.















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Este foi o buraco por baixo de um galinheiro onde encontraram o corpo de Memi.
Noruega
Foi a gente como esta, a cidadãos holandeses, ordeiros e normais, que tal como nós, prezam a liberdade e a democracia, e vêm o seu país a ser lentamente asfixiado pelo islamismo, que o jornal Público, nas poucas vezes que se referiu a Geert Wilders,tratou indecentemente como nazis.
Os verdadeiros nazis, alguns até escrevem regularmente naquele jornal, são aqueles que sistematicamente atacam Israel, beneficiando os pontos de vista da jihad islâmica, mesmo na versão soft ou stealth. São aqueles que nos mentem diariamente sobre o islamismo como a religião da paz; que omitem a vida e a luta de Irsi Ali; que se babam com demagogos multiculturalistas como T.G. Ash ou Amin Malouf, e nunca por nunca apresentam o contraditório às alucinações pseudo académicas destes idiotas. Nazis, são aqueles que noticiaram o falecimento de Oriana Fallaci, uma das maiores jornalistas de sempre, com uma simples nota de rodapé no obituário geral, para não agredir as convicções fascistas dos islâmicos e as dos jornalistas deste diário
Os Nazis, são aqueles que impediram uma manifestação autorizada da comunidade judaica em Malmoe, de apoio a Israel(na foto). Os contra-manifestantes não tinham qualquer permissão legal para o fazer. Hordas de radicais de esquerda e muçulmanos, com claro destaque para estes últimos, conseguiram boicotar a manifestação, chegando mesmo a ATIRAR UMA GRANADA DE GÁS contra os judeus e apoiantes de Israel que ali se concentravam. Como de costume a polícia nada fez e só quando a granada rebentou é que dispersaram, quer contra-manifestantes, quer manifestantes que tinham autorização para realizar a reunião. É a Eurábia no seu melhor.
Como de costume, o jornal Público fez vista grossa aos acontecimentos. Quando estes não se enquandram no paraíso multicultural que entendem que devia existir, assobiam para o lado e fazem de conta que "nós por cá todos bem".





Agora que a glória e a adulação acabou, a presidência tornou-se mais real, requerendo uma maior maturidade e mais realismo. Obama parece estar a ficar cansado do cargo desde os acontecimentos de Fort Hood e pouco á vontade com os seus concidadãos na proporção directa da hostilidade em crescendo dos americanos para com ele. Obama não é um optimista e não é homem para comunicar o seu amor pelo país que o elegeu. O mundo Ocidental merece mais, merece melhor do que aquilo que neste primeiro ano mostrou. Precisamos de um presidente americano que queira ser um presidente e não um príncipe... cor de rosa.








