Tuesday, June 22, 2010

Stress Na Selecção Francesa Em África Do Sul


A selecção de futebol francesa humilhou-se e humilhou todos os franceses neste campeonato do mundo. Uma ministra francesa chegou mesmo a afirmar que se tratava de um desastre moral. Na verdade, o comportamento foi de puro terceiro mundismo. Este não é um post sobre futebol, mas sim sobre política, sobre décadas de pobreza multiculturalista, que talvez em França tenha atingido o expoente máximo do paroxismo de todo o continente europeu. A França, um dos países mais civilizados do mundo, está a gerar uma sociedade balcanizada pelas fronteiras das linhas étnicas e religiosas, onde a violência inter-étnica e civilizacional torna o medo de viver dos cidadãos médios franceses, a norma.

Em termos puramente étnicos a selecção francesa (senão mesmo o próprio país) não é há muitos anos europeia. A esmagadora maioria dos seus jogadores são de origem africana, uns nascidos em França, outros nascidos em países africanos. Claro que não esquecemos os triunfos desta selecção no passado com esta mesma matriz. No entanto, algo mudou. Fazer do treinador o bode expiatório, acho que é redutor. O mal, vem da própria sociedade. O desastre no futebol, é a antecâmara do desastre político-social que aguarda a sociedade francesa e a civilização Ocidental europeia. O multiculturalismo de estado, suportado pela ideologia reaccionária do relativismo cultural, impediu sempre a integração das culturas imigrantes. “É a minha cultura por isso faço o que me apetece”, podia ser o slogan da anarquia social a que chegámos. O resultado está á vista. Os clãs étnicos organizados em função das suas origens e da sua religião dissolvem lentamente a sociedade francesa e está presente mesmo no coração da equipa da França, como se tornou óbvio. Não foram derrotados porque jogaram mal. Foram derrotados porque, ao contrário dos alemães ou dos brasileiros, foram indisciplinados, desunidos e, sobretudo, porque o amor ao símbolo daquela camisola, pura e simplesmente não existiu. O caso português de Saltillo é uma brincadeira de adolescentes, comparado com esta inadmissível falta de respeito pelos símbolos daquela também nobre nação franco-gaulesa. Em França, os gangs da juventude muçulmana e das etnias não europeias, estão há muitos anos em roda livre: Meninas e raparigas de origem muçulmana, são mortas mutiladas e agredidas pelos próprios irmãos e pais por quererem viver como francesas; os ataques a judeus estão a aumentar; carros são semanalmente incendiados por uma juventude étnico-religiosa que põe em prática o ódio fermentado em casa pela voz dos próprios pais que acham a maneira de viver europeia inferior; Ontem, 3000 chineses manifestaram-se em Paris para alertar a opinião pública que são alvos frequentes da juventude de origem magrebina. É este ambiente de violência social que está bem representado no famoso vídeo-clip da banda de tecno francesa chamada Justice, num tema que se chama Stress.
A contradição dos arautos da esquerda do relativismo cultural, que defendem simultaneamente que nenhuma cultura é melhor do que outra, mas paradoxalmente e até hipocritamente, elaboram alegremente que a Cultura Ocidental é na verdade inferior, está na base do desastre que se anuncia. O multiculturalismo não significa (como devia) um espírito de tolerância mútua e de assimilação. O multiculturalismo é uma filosofia que obriga a mutilação da sociedade Ocidental, e celebra tudo o que é a preservação do “Outro”. Tudo o que é indígena é olhado com indiferença. A violência na Europa vai agravar-se, a crise do Estado Social também, a mediocridade vai alastrar, a incompetência política já é óbvia, e tudo isto vai dar…merda. Como a da selecção francesa de futebol.

Sunday, June 20, 2010

Ligações Do Islão Ao Nazismo (3)

Um mufti, é um académico da lei islâmica ou sharia, e Haj Amin al-Husseini foi o principal mufti de Jerusalém desde os anos 20 até ao pós-guerra. Um mufti é também um dirigente político, e al-Husseini era o líder do Supremo Conselho Muçulmano da Palestina, e mais tarde, Director do Alto Comité Árabe. Estas eram as principais organizações políticas palestinianas árabes nessa altura. Em 1920, o mufti de Jerusalém organizou uma série de violentos ataques  aos judeus, quer aos recém-chegados quer aos tradicionais da Palestina. O Pogrom de 1929, matança colectiva de judeus, foi um dos maiores sucessos de al-Husseini. O mufti, foi um político muito activo, e foi mestre na adaptação ideológica. Fundiu o arabismo e o islamismo numa só teoria e deu-lhe uma matriz nazi-fascista que ainda hoje perdura na política muçulmana na região. (Nessa altura, quer na Palestina quer no mundo árabe em geral, o sucesso do Mein Kampf e dos Protocolos dos Velhos do Sião era evidente entre a elite intelectual árabe. Ainda hoje, o Hamas, na sua carta fundadora, explica a natureza do inimigo judeu, invocando os Protocolos que, como já disse, foram difundidos na região pelos Nazis nos anos 30). Al- Husseini procurava aliados poderosos e ideologicamente próximos. Quando Hitler subiu ao poder em 1933, tornou-se um aliado natural e procurou apoio imediato na Alemanha Nazi. Uma das organizações palestinianas financiadas por al Husseini chamava-se “Nazis Scout". O mufti desempenhou um papel vital na revolta árabe no inicio dos anos quarenta, especialmente no golpe de estado no Iraque, levado à prática por Rashid Ali al-Gaylani. O golpe durou o tempo suficiente para que o novo governo encetasse alianças com os governos fascistas europeus, alinhando formalmente com o Eixo. O mufti, na sua capacidade de líder religioso lançou uma fatwa chamando os muçulmanos para uma jihad anti-britânica. Depois do novo governo surgido do golpe de estado ter caído, Rashid Ali e o mufti fugiram de Bagdad, não seM antes terem organizado mais um pogrom onde foram assassinados milhares de judeus naquela cidade. (Este genocídio convenceu os judeus que viviam no Iraque a fugir para a Palestina). O mufti fugido dirigiu-se a Itália para se encontrar com Mussolini. Aí propôs ao ditador italiano a criação de “um estado árabe de natureza fascista, que incluísse o Iraque, Síria, Palestina e Trans-Jordânia”. Depois viajou para Berlim onde se encontrou com Joachim von Ribbentrop, Ministro dos Negócios Estrangeiros.

Encontrou-se com Hitler pessoalmente, onde posaram para a famosa fotografia em Novembro de 1941. O mufti encontrou-se com Heinrich Himmler, chefe das SS e mais uma fotografia, onde se vê Himmler a curvar-se perante al-Husseini.

E até 1945, quer o mufti quer Rashid Ali, residiram em Berlim, representando os interesses muçulmanos e árabes na capital Nazi, juntamente com um numeroso staff de diplomatas e funcionários árabes. Foi assíduo em reuniões com os altos Dirigentes Nazis, especialmente em 3 ministérios: O dos Negócios Estrangeiros, no Ministério da Propaganda de Goebbels e nas SS de Himmler onde desempenhava o cargo de conselheiro para a Solução Final, o extermínio metódico de judeus nos campos de concentração. Toda esta actividade para o progresso e avanço de uma causa mútua.

Na Bósnia-herzegovina em 1944, sob os auspícios de Himmler, o mufti ajudou na organização de 3 divisões muçulmanas das Waffen SS, recrutadas nos Balcãs. Eram chamadas as Handzar Division ou Divisão Sabre. As SS muçulmanas combateram os Sérvios, os partizans anti-fascistas e exterminaram os judeus bósnios na região.


O que é mais incrível é que a chamada causa palestiniana tem antecedentes de ligação ao nazismo que ainda hoje não foram negados pelos palestinianos. A comunidade internacional, desde as Nações Unidas á União Europeia, aos meios de comunicação social, até aos idiotas úteis da esquerda europeia, têm estado apoiar uma causa ideologicamente herdeira do nazismo. O que nos leva a perguntar: Em que raça de regime político vivemos no mundo Ocidental?

Friday, June 18, 2010

Convém Não Esquecer

If the Arabs put down their weapons today, there would be no more violence. If the Jews put down their weapons today, there would be no more Israel!”
 ~ Benjamin Netanyahu

Sunday, June 13, 2010

Ligações Do Islão Ao Nazismo (2)


A partir de 1881, devido às perseguições no Leste europeu, judeus começaram a afluir à Palestina que por essa altura era uma província turca do Império Otomano. Depois da derrota na I Guerra Mundial, a Palestina ficou sob Mandato Britânico. O projecto Sionista, era modesto. Com a chegada de Hitler ao poder na Alemanha, a fuga de judeus para a Palestina intensificou-se. A demografia cresceu. Jerusalém nos meados do séc. XIX era uma pequena cidade com uma maioria pitoresca e empobrecida de judeus. No entanto, pelo final do séc. XIX Jerusalém tornou-se uma grande cidade, com uma maioria de árabes. Ao contrário do que a propaganda islamista e esquerdista quer fazer crer, a maioria de árabes em Jerusalém só aconteceu basicamente a partir do séc. XX. Mas nos anos 30, a quantidade de judeus na Palestina já pedia meças à quantidade de árabes, pelas razões acima explicadas.

Como facilmente já todos percebemos pela experiência na Europa actual, a boa vizinhança não é um dos atributos das gentes governadas pelo Corão. Especialmente se a demografia está pelo lado deles. Por isso na Europa concentram-se deliberadamente em guetos, para encontrarem uma força colectiva maior.

Naquela época, os conflitos entre árabes e judeus não tardaram a estalar. Conflitos estes que foram acompanhados com grande interesse em Berlim. Apoiando os árabes, Hitler matava dois coelhos com uma só pancada. Os coelhos são obviamente os judeus e o Império Inglês. O apoio em armas e fundos para Haj Amin al-Husseini não tardou. Este personagem inquietante, mufti de Jerusalém, foi tio de Arafat e amigo declarado da causa nazi, de tal maneira que foi considerado criminoso de guerra a ser julgado no Tribunal de Nuremberga, onde, graças a De Gaulle, nunca lá pôs os pés e eventualmente acabaria com o laço de corda à volta da cabeça. Mas os Nazis queriam não só exportar armas como exportar a ideologia, e necessitavam de verdadeiros crentes no nazismo na região. Apesar de se encontrarem judeus espalhados por vastas regiões muçulmanas, desde Marrocos ao Iraque e à Síria, tomavam pouco atenção e interesse ao conflito entre judeus e palestinianos em Jerusalém.

O grande conflito entre árabes e judeus, algo numa escala regional, veio à luz do dia a partir do momento em que al Banna (avô de Tariq Ramadan e fundador da Irmandade Muçulmana) e seus seguidores e aliados lançaram uma campanha de solidariedade para com Amin al-Husseini, que teve como consequência actos violência contra os judeus nas ruas do Cairo, e em diversos outros locais da rua árabe. O movimento islamista contrariou todas as possíveis vias de entendimento entre árabes e judeus, nem que fossem assentes numa base comercial de interesse mútuo.

De ponto de vista Nazi, por outro lado, a noção de que os árabes poderiam atingir um qualquer compromisso com os judeus  tornava-se um anátema. Eles pretendiam que mesmo na Palestina fossem exterminados. Traduziram como propaganda em 1938, o Mein Kampf e os Protocolos dos Velhos do Sião para árabe, e até hoje, foram bem sucedidos.

(continua)

We´ll Conquer The World

Ligações Do Islão Ao Nazismo (1)


Palestinianos nos anos 30 mostram o seu ideal Nazi.

Os ataques do 11 de Setembro inspiraram numerosos estudos retrospectivos das raízes da violência muçulmana em direcção ao Ocidente. Historiadores e académicos muitas vezes divergiram nas análises e interpretações dos factos. Contudo, poucos exploraram as ligações dos movimentos islâmicos ao nazi-fascismo dos anos trinta e quarenta europeus.

Esta perspectiva, é também a história da política externa alemã nesses anos negros da Europa, que assentava numa contradição ideológica surpreendente, pela necessidade vital de atrair para o campo nacional-socialista o maior número de aliados e amigos no mundo. Lembremo-nos que a Alemanha lutava contra a força titânica do Império Britânico no Ocidente, a União Soviética e o comunismo a Leste, e aquilo que eles chamavam o Internacional Judaísmo, por todo o lado. E mais tarde os Estados Unidos da América. Os Nazis propuseram-se a derrotar todos estes inimigos e remodelar o mundo segundo as suas conveniências e disposições ideológicas.

Tal como hoje, o anti-semitismo prosperava na vanguarda do mundo das artes e da literatura. O anti-semitismo teológico também, desde tradição de extrema-direita da Cristandade conservadora até ao Vaticano. Estas doutrinas anti-semitas tiveram um efeito perverso de aumentar ainda mais a animosidade contra os Judeus, por razões que pouco tinham de ideológicas. A era moderna de perseguições aos Judeus começou em 1881 na Rússia czarista. Pogroms aconteceram no Leste, na Rússia e na Polónia acompanhados com o reforço do poder das facções políticas anti-semitas.

A perseguição levada a cabo no Leste teve como consequência a fuga de milhões de judeus para todo o lado onde se sentissem mais seguros. E onde eles paravam, despoletavam todo o tipo de rancor nos seus novos vizinhos. E nestas circunstâncias, a ideia Nazi de que os Judeus eram inimigos da espécie humana tornou-se aceitável e plausível aos olhos de um cada vez maior número de pessoas por todo o mundo. De qualquer maneira, o oportunismo é a grande lei da História, e até 1944, as políticas pró-fascistas pareciam uma aposta razoável.

A política externa da Alemanha Nazi deparava-se no entanto com uma complicação na promoção propagandística das suas ideias letais. A atracção de novos povos e raças para o seu seio ideológico chocava com o conceito da superioridade ariana que era central na ideologia nacional-socialista. O que é que os potenciais aliados não arianos pensariam da teoria da supremacia ariana? Não é inteiramente óbvia, que tipo de apologia ou de explicação os diplomatas alemães poderiam possivelmente oferecer a outros povos que constituíam, para azar dos Nazis, a maior parte da população mundial. Apesar dos árabes e muçulmanos em geral, terem adoptado os ideais Nazis, estas eram considerados pertencerem a uma raça inferior pela ideologia racial alemã. Em 1939, Bernard Lewis contou que Hitler descreveu, num discurso, que os povos do Médio Oriente eram "meio-macacos que querem sentir o chicote". Apesar desta dificuldade, os nazis conseguiram trazer os árabes para o seu campo.

A questão dos Judeus trazia ainda mais dificuldades para a diplomacia e propaganda Nazi, para além das fronteiras europeias. Tal como hoje acontece nos países muçulmanos, especialmente nos árabes, os Judeus para os Nazis, eram bastante mais do que pessoas odiosas a evitar. Os Judeus eram considerados terríficos. Eles constituíam uma conspiração invisível e sinistra com séculos de existência, como fora revelado na célebre falsidade que se chama “Os Protocolos dos Anciãos do Sião”, composto pela polícia secreta czarista em Paris no virar do século. Este livro, depois do Corão, juntamente com o Mein Kampf do Hitler, ainda é o livro mais lido nos países muçulmanos.

Tal como os islâmicos hoje exigem na Europa, os Nazis desqualificaram o Cristianismo na Alemanha, tendo retirado das paredes das escolas os crucifixos. Os Nazis pretendiam erradicar toda a ética Cristã. O seu sonho mais querido consistia em revitalizar os rituais pagãos, tal como os vividos pelas audiências das óperas de Wagner.
Tal como veremos, em futuros posts sobre este assunto, uma das frentes jihadistas mais incisivas na Europa, é fazer passar a ideia que o Cristianismo nada tem haver com o Antigo Testamento Hebreu, afastando assim a conceito base da civilização Judaico-Cristã, substituindo-a por um Jesus Cristo, profeta menor do Islão, tornando assim o islamismo como a fonte religiosa,ética e ideológica da Europa.
As tácticas islâmicas e nazis são idênticas. Os meios são os mesmos e destinam-se aos mesmos fins.

Thursday, June 10, 2010

Crise Humanitária Em Gaza? É Pura Propaganda.

O repórter dinamarquês, Steffen Jensen, visitou Gaza para ver in loco como tão más estavam as coisas por lá, a acreditar no brado que se ouve nos meios de comunicação e nos meios políticos de todo o mundo. Steffen esperava encontrar uma situação desesperada á beira do colapso. Esperava encontrar a comunidade palestiniana a desintegrar-se como muitos jornalistas no Ocidente profetizam.
Vejamos o que o repórter encontrou, pelas suas próprias palavras:
"Ontem conduzi até à Faixa de Gaza. Eu não faço isto muitas vezes como dantes (porque demora muito mais tempo devido aos checkpoints.) Desta vez esperava ver sofrimento das populações a sério, porque  todo clamor ouvido nestes recentes dias acerca da necessidade de trazer toneladas de ajuda humanitária me levava a crer que as populações estavam a ser sacrificadas. Sem comida. Longas filas para a ajuda alimentar das Nãções Unidas. Após ter entrado na Cidade de Gaza, fiquei surpreendido imediatamente pois existiam tantos engarrafamentos de trânsito como sempre. Então não havia falta de gasolina e de gasóleo? Aparentemente não. Nem sequer a gasolina estava a ser racionada. Muitas lojas estavam ontem fechadas porque o Hamas decretou uma greve geral em protesto contra o ataque israelita á flotilha. Portanto, foi dificil perceber como estavam as prateleiras das lojas. Em seguida desloquei-me até ao campo de refugiados chamado Shati, também conhecido como Campo Praia. Aqui existe um mercado de vegetais que vende muito mais do que vegetais e fruta. Não digo que já não houvera dias melhores quanto á quantidade de produtos nas bancas. Mas de qualquer maneira, não existia qualquer tipo de falta de vegetais, fruta e outros tipos de alimentação básica. Tomates, pepinos, milho, melões, batatas...não faltava nada. Tenho que admitir que fiquei um pouco surpreendido pois os meus amigos palestinianos tinham-me contado acerca de terriveis problemas e deficiências, portanto eu esperava que a crise fosse um pouco mais visível.

E a primeira mulher que eu entrevistei no mercado confirmou este estranho e contraditório estado de espírito:
"Não temos nada", afirmou ela. "Precisamos de tudo! Alimentos, bebida...tudo". Nem o facto da mulher estar mesmo ao lado de montanhas de vegetais, fruta, ovos, peixe... a impediu de traçar um cenário apocaliptico da situação.
Yousuf al-Assad Yazgy é proprietário de uma banca de vegetais aqui no mercado. Toda a sua fruta é importada de Israel. "Nem toda a fruta e vegetais vêm de Israel. As nossas vêm. Todas de Israel. Mas na Faixa de Gaza não há muita fruta cultivada. A maioria são tomates, batatas e vegetais. Tenho aqui comigo vegetais e melões que vêm de Gaza. Toda a outra fruta vem através da fronteira de Israel a não ser quando a fronteira está fechada, a fruta não chega."

À saída do campo Shati parámos numa pequena mercearia. Um local modesto e pequeno. O proprietário Sun Mohammed Abu Nada afirmou que "não podia ter este negócio se não fizesse contrabando com o Egipto." Mostrou-nos então as prateleiras e mostrou-nos tudo que chegou do Egipto. Estimo que cerca de 75 a 80% dos itens vinham do contrabando. Outros produtos, incluindo leite de longa duração UHT, vem de Israel, mas também é contrabandeado através de túneis a partir do Egipto. "Os produtos ficam mais caros", disse. Muitas pessoas não os podem comprar ou só os compram de vez enquando. Mas apesar de ser um loja pequena e de aspecto pobre à saída de um campo de refugiados, cerca de 80% da sua mercadoria é cara e o negócio subsiste, o que significa que os refugiados têm poder de compra, porque senão o homem não podia investir mais em compras contrabandeadas para repor stocks."

É surpreendente. Aqui o problema em Gaza não é a falta de alimentação ou a falta de poder de compra conforme a propaganda palestiniana coloca o problema. O problema é a inexistência de uma economia estruturada que origina desemprego. Aqui o problema é mais uma vez o Islão e o seu extremismo político corporizado pelo Hamas. O que é interessante é que este mesmo repórter detectou israelitas pobres que passam fome mas não encontrou palestinianos nessa situação.
Esta mentira da crise humanitária difundida mundialmente é só mais uma estratégia jihadista de ataque a Israel.
Vivemos num mundo de mentira.

Wednesday, June 9, 2010

Boas Notícias da Holanda


O Partido da Liberdade de Geert Wilders obteve 22 lugares no parlamento constituindo-se assim a terceira maior força política do país, e a maior surpresa desta eleições, pois foi o partido com o maior crescimento eleitoral desde a sua fundação, há cerca de dois anos e meio.
O Partido Liberal (VVD) e o Partido trabalhista liderado pelo ex Mayor de Amsterdão empataram tendo conseguido 31 lugares cada um no parlamento holandês. O resultado do Partido da Liberdade coloca-o em posição governativa uma vez que se pode coligar com o Partido Liberal, que já anunciou preferir coligar-se com Geert Wilders do que com os trabalhistas.
Geert Wilders viveu 2 anos em Israel que descreveu como a primeira linha de defesa do Ocidente. Visitou Israel mais de 40 vezes e afirmou que nós no Ocidente somos todos Israel. A guerra contra Israel não é uma guerra contra Israel. É uma guerra contra o Ocidente. É jihad.
 Os holandeses, talvez mais do que outra nação europeia sabem o que está em causa. Perceberam bem a mensagem e o alerta que G. Wilders tem vindo a manifestar. O Islão na Europa é uma espécie de cavalo de Troia e se não pararmos agora a islamização, a  Eurábia substituirá a Europa. É só uma questão de tempo. Há um século atrás, existiam 50 muçulmanos na Holanda. Hoje existem cerca de um milhão. Aonde é que isto nos conduzirá? Estamo-nos a dirigir para o fim da civilização Europeia. A não ser que lutemos para expulsar o Islão da Europa.
Já!

Islão Nazi Na Turquia


Enquanto a imprensa Europeia continuar a demonizar Israel e, neste dia de eleições holandesas, Geert Wilders, os islâmicos na Turquia já não escondem as conexões ideológicas ao nazismo. Neste caso a imprensa faz vista grossa porque, para eles, a Turquia tem que entrar na União Europeia. O ditado popular diz: Quem cala consente.
No dia 5 de Junho, numa manifestação organizada pelo Islamic Saadet Party em Istambul, uma das frases que se podia ler em turco num cartaz afirmava: "Hitler, lendário líder, a nossa paciência está a esgotar-se, nós precisamos do teu espírito". Este foi só um das inúmeras frases antí-semitas que se podiam ler nos comícios nos dias seguintes ao ataque da "flotilha da paz".
Segundo um observador de uma organização de direitos humanos local, afirmou sem papas na língua que:
"Os manifestantes não estão preocupados com a paz. Pelo contrário apelam a mais violência e a mais derrame de sangue. Porque, especialmente os manifestantes islâmicos apoiados por esquerdistas, não estão contra um governo em particular de Israel e sua práticas políticas, mas contra a própria existência do Estado de Israel. 

Sunday, June 6, 2010

Build A Go Go Club In Mecca.


Os islâmicos estão-se a preparar para a suprema humilhação ao povo americano em geral e aos familiares das vítimas em particular. A mesquita de 5 andares que os islâmicos pretendem erguer nas vizinhanças do Ground Zero vai ser um local de culto político onde se podem ouvir aquelas mesmas palavras de ordem com que os terroristas se atiraram contra o World Trade Center, matando milhares de pessoas: Allahu akbar.
A organização radical Muslim Brotherwood está por trás desta tentativa de humilhação. Esperemos que a maioria dos americanos consiga travar este terceiro dia da Infâmia, e deixar bem claro nas mentes dos muçulmanos que aquele cobarde ataque foi perpretado, em nome da religião e do deus deles e perceberem que aquele solo é sagrado para todos os ocidentais.
O que os fulanos estão a pedir é que os americanos queiram, já agora, abrirem um King Burger ou mesmo um Go Go Bar Strip Club,  onde se sirva um belo de um Makers Mark ao som de um poderoso Rock 'n Roll com as maminhas das meninas a dançar, lá bem  no sítio daquela pedrinha estúpida que eles por lá têm em Meca, onde os peregrinos muçulmanos se costumam esmagar para poderem dar umas voltas peripatéticas naquele carrossel mal cheiroso, para depois, quase ébrios, podermos cantar :

"show me the way ,To the next whisky bar ,Oh, don't ask why ,Oh, don't ask why
For if we don't find The next whisky bar I tell you we must die I tell you we must die"
Etc

Thursday, June 3, 2010

Obama, Vai Embora, Man!

A mediocridade da governação socialista não é apanágio da Europa. Quem não se lembra da desastrosa admnistração do sr. Dhimmi Carter?
Nos dias que correm, os sinais de incompetência da admnistração obamica, admitem um futuro pouco radioso. As sondagens e o pulsar da opinião pública norte-americana indicam que, hoje, os americanos estão prontos para o conduzirem à derrota nas próximas eleições.
O caso do derrame de petróleo no Golfo do México, pode provocar muitos mais estragos do que o Furacão Katrina. Não só à economia, mas também e sobretudo à natureza. E Obama no meio desta crise colapsou.
No seguinte video-clip, podemos comparar a actuação de Bush relativamente ao Katrina e a de Obama relativamente à poluição no Golfo, o Katrina de Obama.
Let´s look at the traila.

Wednesday, June 2, 2010

The World Turned Upside Down


É o novo livro de Melanie Phillips, autora de Londoniston. Melanie descreve como o mundo ocidental se dirige alegremente para uma tragédia de dimensões apocalípticas. A inversão de valores permitida por décadas de multiculturalismo suicida está abrir portas a todos os irracionalismos e em breve seguir-se-á o totalitarismo.
 "Para aquilo que pensávamos ser uma era de racionalismo, estamo-nos a comportar de uma maneira cada vez mais irracional. Cada vez mais e mais pessoas aderem a cultos bizarros, à para-psicologia, ao paganismo... à bruxaria. As teorias da conspiração alastram como lume em mato seco. A crença, difundida com objectivos políticos, de que os atentados terroristas islâmicos do 11 de Setembro" se deveram a uma conspiração da admnistração Bush é só um exemplo. Nostradamus ocupa todos os canais do cabo, bem como o fatídico ano de 2012.
A causa fundamental de todo este desvario irracionalista é a erosão verificada nas estruturas da civilização ocidental. Lutou-se durante décadas contra a Religião Cristã julgando-a incompatível com a razão, mas o que acontece é precisamente o contrário. Foram o Cristianismo e a Biblía Hebraica que nos trouxeram os conceitos de razão e progresso - as fundações da ciência e da modernidade.
O Ocidente deixou de acreditar na sua religião e substituiu-a pelas ideologias (e pelo preconceito) que as faz cumprir com o zelo da inquisição. Esta situação conduziu-nos à actual inversão de valores que nos atingiu colectivamente como uma doença de massas. A mentira substituiu a verdade. O governo de Sócrates é um exemplo acabado. A justiça portuguesa é outro caso. A vítimas são agora os agressores e estes as vítimas. Acontece todos os dias nas nossas escolas. Os polícias vão presos e os bandidos são soltos. As forças armadas transformaram-se em ONGs. A Europa está praticamente desarmada. Está tudo virado de pernas para o ar. Talvez seja à inversão de valores que "jornalistas" como a senhora Clara Ferreira Alves se referem, com cinismo satisfeito, em programas humorísticos de fim-de-semana:  ..."Isto vai mudar". Não perdem pela demora, é o que a loura oxigenada quer de facto dizer.
Num estilo medieval, abriu a caça ás bruxas. Cientistas cépticos do aquecimento global são publicamente diminuídos e afastados dos seus cargos. Os cientistas batoteiros do Climategate, são desculpados pela justiça e promovidos. Israel é ferozmente demonizado, os Estados Unidos da América vilipendiados com base em falsidades e propaganda, por terem tido a coragem de declarar guerra ao terror. A expressão "eixo do mal" deu origem a um programa de cabotinos.
O Ocidente está a perder a racionalidade e a liberdade. Actualmente sucumbe a um "totalitarismo de veludo", o qual está a criar não só um tenebroso ambiente de intolerância, como está minar toda a capacidade de defesa contra a agressão islâmica. Enquantos os islamistas trabalham para fazer regressar o mundo livre ao século VII, o Ocidente parece não possuir a vontade e a capacidade de defender a modernidade e o racionalismo que deu á luz.
Já está a sobrar para nós!

Monday, May 31, 2010

Jihad Flotilha: O Que As Televisões Ocidentais Não Mostram

O conhecido canal de televisão de notícias árabe, Al-Jazeera, difundiu durante todo o dia de ontem, os cântigos guerreiros dos "pacifistas humanitários" que seguiam a bordo, criando um ambiente bélico na região. Os embarcados cantavam acerca de Khaibar, que é o nome da última aldeia judaica derrotada pelos exércitos de Maomé, no ano de 628. Muitos judeus foram mortos na batalha que marcou o fim da presença judaica na Arábia. Este cântico é sentido pelos judeus como uma ameaça de morte.  Como se vê, o "espiríto da paz" reinava entre a malta. O que mais me admira, é como é que ainda há alguém que acredite em muçulmanos. Aquele canal de TV entrevistou também uma mulher que seguia a bordo que afirmou que a missão tinha um de dois felizes objectivos: Ou o martírio ou atingirem Gaza. Quem nos continua a vender falsidades sobre o objectivo humanitário de tal regata, são as televisões ocidentais.
Aqui está a transcrição da reportagem da Al-Jazeera:


Reporter: "Despite the Israeli threats and several unexpected delays, the arrival of the ships at the meeting point before sailing to the Gaza Strip inflamed the emotions and the enthusiasm of the participants.While singing songs reminiscent of the Intifada, participants expressed their longing to reach Gaza.
A participant: "Right now we face one of two happy endings: either Martyrdom or reaching Gaza."


Hamas' Al-Aqsa TV chose to glorify flotilla participants who shouted the Islamic battle cry by broadcasting an interview with a university lecturer from Sanaa, Dr. Abd Al-Fatah Shayyeq Naaman, who said, "Yesterday I followed the news agencies and they conveyed Zionist threats to stop the convoy and prevent it from entering Gaza; on the other side, those with faith and will, once again call out upon hearing the reports of the threats: '[Remember] Khaibar, Khaibar, oh Jews! The army of Muhammad will return!'"

“Free Gaza’ activists said before boarding the flotilla they would not use any violence, but Al-Jazeera reported that before the confrontation, the flotilla’s leaders announced that they would use "Mukawama,’ the Arabic word for resistance and often used as a euphemism to refer to all violence against Israel, including suicide terror.

O Carrocel Da Economia

Jihad Flotilha


O incidente de hoje no Mediterrâneo ao largo de Gaza foi um acto de guerra contra Israel. Os soldados israelitas que desciam em rappel, e portando indefesos, foram atacados pelos "amantes da paz" que seguiam a bordo com barras de ferro e granadas. Os militares fizeram o que tinha de fazer: Salvar as suas vidas. O tsunami de ódio a Israel que se seguiu nos meios de comunicação faz parte da estratégia jihadista montada por uma organização islamista turca a que os idiotas da esquerda europeia aderiram, incluindo o Parlamento Europeu.
Nada do que os meios de comunicação estão a noticiar sobre este incidente é verdade. A bordo não seguiam "trabalhadores humanitários" mas jihadistas turcos acompanhados de esquerdistas europeus. Quem primeiro atacou foram os referidos activistas "humanitários". Toda esta operação foi planeada pelo Hamas e por islamistas turcos, que incluia o assassínio dos israelitas eventualmente presos no decorrer do assalto. Como muito bem refere o Lidador "queriam jihad, tiveram jihad e agora que agradeçam a Alah, o privilégio. De quem é a culpa? Dos cabecilhas da aliança anti-semita que planeou esta idiotice e que não se importaram de mandar para cenários de guerra os idiotas úteis da esquerda europeia."
A organização turca IHH, também conhecida como “Foundation for Human Rights and Freedom and Humanitarian Relief”e a sua organização irmã alemã a “Internationale Humanitäre Hilfsorganisation”, é uma ONG internacional turca que opera numa centena de países e goza do estatuto de membro consultivo das Nações Unidas. Esta organização na Turquia usufrui do apoio dos muçulmanos conservadores. A IHH  está na organização deste evento naval e possui duas facetas: Por uma lado, constitui-se como uma organização de ajuda humanitária e por outro, apoia grupos extremistas islâmicos. Os muçulmanos sempre assim actuaram, com uma dupla face. Todos os métodos, todos os disfarces são bons para atingirem o seu principal objectivo: Subverter os países e as regiões não-muçulmanas, para imporem o Islão.

Campanha De Troca Do Corão Por Literatura Cor De Rosa.


O presidente do grupo dos Ateus Filandeses de Helsinquia, está a levar a cabo, no centro da capital Filandesa, uma campanha de troca do Corão pela conhecida revista pornográfica Hustler. O papel do Corão será reciclado. Os promotores desta útil iniciativa declararam que o sexo, acompanhado ou solitário, torna as pessoas mais saudáveis, mais bondosas e mais solidárias com o próximo, de uma maneira mais efectiva do que aquela que apregoam as religiões.
Este grupo de reciclagem também aceita Bíblias ou quaisquer outros livros sagrados, mas uma vez que os Cristãos (felizmente) já não se afectam nas suas convicções religiosas com este tipo de iniciativas,  mostrando-se assim mais saudáveis e democratas, a prioridade recai na recolha de Corões.
Já uma vez deixei aqui escrito que o riso é uma arma poderosa. É com entusiasmo que vejo que parte da resistência anti-islâmica na Europa, se está a fazer pela demonstração do ridiculo da religião-política fascista islâmica.

Governo Português Alinha Com O Hamas

O Ministro dos Negócios Estrangeiros português já condenou a acção da marinha israelita exigindo um inquérito ao acontecimentos. Deliberadamente confundindo uma acção humanitária com uma acção política de apoio ao grupo terrorista  Hamas, os podres socialistas portugueses alinham assim pelo Eixo Caracas-Teerão.
Sócrates tornou-se um aliado do ditador Hugo Chavez que por sua vez tem uma política de alianças políticas com o fascismo teológico iraniano. A Comissão da Eurábia comandada por Durão Barroso também já pediu explicações a Israel.
Tudo isto, nada mais significa, que a campanha naval  para colher dividendos mediáticos por parte de uma regata provocadora de Israel e apoiante do terrorismo, encontrou boa recepção em governos ocidentais que desta maneira, mais uma vez, se colocam ao lado da manipulação política levada a cabo por grupos radicais islâmicos, que utilizando os idiotas úteis do costume, quer embarcados, quer nos governos e demais organizações, levam a cabo a propaganda antí-Israel inspirada no anti-semitismo Nazi.

A "Regata" De Apoio Ao Hamas Foi Interceptada Pela Marinha Israelita

Maio 30, 2010 STRATFOR

Três vasos de guerra israelitas interceptaram a flotilha de apoio ao Hamas que se dirigia para Gaza. No confronto pelo menos 2 pessoas morreram e 50 ficaram feridas. Os responsáveis pela flotilha não respeitaram as ordens para abandonar aquelas águas e entraram assim deliberadamente numa zona de guerra. A marinha israelita reafirmou que tomará todas as medidas que serão necessárias para assegurar o bloqueio e por fim a esta provocação da extrema-esquerda internacional.



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Sunday, May 30, 2010

The Alah's Virgins Must Be Shemales.


Segundo aqui o especialista muçulmano em matérias celestiais, " heavenly virgins don´t piss, poop or fart".
Muhammed Al-Munajid, põem-nos ao corrente da situação das virgens no céu. O referido clérigo garante-nos que as garotas são "todas da mesma idade, moral e fisicamente bonitas, tão bonitas que se pode ver a medula óssea por baixo da pele". A medula óssea por baixo da pele? 
Segundo a mesma confusa fonte em questões anatómicas mas entendida nas virgens do além, "as mulheres do paraíso de Alah, são puríssimas, brancas, sem  menstruação e não engravidam". Cá para mim são travestis (sem ofensa para estes). Para além de todas estas enfermidades, as ditas cujas possuem a retina completamente branca. O que significa que não existem vasos sanguíneos nos olhos e portanto devem ser completamente ceguinhas. Mais à frente na entrevista, este idiota  Muhammed, especialista em virgens paradisíacas, afirma, com grande certeza, que estas "só olham para o marido e para mais nenhum outro homem". E como são desprovidas de visão olham, mas.... nada vêem. Também não vale a pena perderem tempo atirar com olhares maviosos e suspiros prometedores em direcção a barbudos feiosos a cheirar camelo ou a cordite.
Porque é que os muçulmanos têm tanto medo das mulheres? Porque é que a  única maneira de se relacionarem com elas é terem o controlo completo? O medo das mulheres neste homem é tão grande que mesmo no paraiso as imaginárias virgens não possuem a condição física de mulher. São umas desgraçadinhas dumas  anoréxicas  aquiescentes sem funções físicas. São como uma espécie de funcionalidade pornográfica. Quem é que quereria ter uma relação com este tipo de coisa? Só um muçulmano claro.

Thursday, May 27, 2010

Frota "Direitos Humanos" Recusa Carta Para Shalit


A Marinha Israelita está pronta para eles


A organização da "frota dos direitos humanos"  recusou entregar uma carta dos pais do soldado Gilat Shalit, capturado pelo Hamas, encontrando-se incontactável em cativeiro há 4 anos. Nem sequer organizações  ou ONGs internacionais neutrais contactaram Shalit ao arrepio de todos os tratados internacionais. Estranhos direitos humanos estes que só vêm os "direitos" de um lado! Os pais de Shalit ainda se ofereceram para ajudar a navegação, pedindo ao governo israelita para deixar passar os barcos para a costa da faixa de Gaza. Mesmo assim os organizadores, que só podem ser racistas, recusaram, afirmando intenções de furarem o "bloqueio" imposto a Gaza.
Entretanto, o Ministro dos Negócios Estrangeiros Yossi Gal convocou os embaixadores dos países participantes na "regata" - Turquia, Grécia, Chipre, Suécia e Irlanda - e deixou-lhes bem claro que a desejada meta em Gaza, está fora de questão e que a marinha israelita também vai participar na "competição". Gal lembrou-lhes que Gaza está ocupada ilegalmente por uma organização terrorista, cuja prioridade não é o bem-estar dos seus próprios residentes: "Esta organização continua-se a armar com diverso armamento e com rockets, para perpetuar o conflito com Israel, depois de anos a fio de ataques a cidadãos israelitas patrocinados pelo Irão. Como tal Israel tem o direito inalienável de impedir o desembarque de quaisquer produtos não checados a Gaza."
O Ministro da Defesa Ehud Barak afirmou ontem á noite que a marinha Israelita iria bloquear a flotilha de apoio ao Hamas se eles tentassem navegar para Gaza. Disse ainda, que aquelas embarcações não são mais do que uma "provocação política e mediática" e não um projecto humanitário. Barak sublinhou ainda que estão a chegar a Gaza diariamente toneladas de alimentos e equipamentos.
Motivados com a frota de idiotas úteis nas imediações, terroristas palestinianos tentarem  infiltrar-se em territótio israelita a coberto de um espesso nevoeiro, mas foram detectados e neutralizados...comme il faut.