Friday, April 9, 2010

Noiva Criança de 5 Anos Morre de Hemorragia Após Violação Pelo Marido Muçulmano.

Iémen, 8 de Abril.
Existem diferentes tipos de animais na Terra - alguns são bípedes, locomovem-se num par de patas - e a esmagadora maioria dos outros  animais (mamíferos entenda-se) são quadrúpedes.  Mas aquele que casa com uma menina de 5 anos, e lhe tira a vida por a ter violado incessantemente, causando-lhe uma hemorragia mortal, não é um animal, é um monstro.  Sexo com crianças é pedofilia não interessa em que país, civilização ou em que religião. É crime e deve ser punido. E bem.
As mulheres muçulmanas e os seus fãs antropólogos e sociólogos ocidentais, sempre tão prontos a compreender e a desculpar "cientificamente" os crimes de outras etnias e religiões, também devem ser fortemente criticados.
O governo do Iémen, propôs uma lei para banir o casamento de crianças, tradição muçulmana que vem de longe, (vem mesmo da origem do islamismo pois o próprio Maomé era pedófilo, tendo casado com,pelo menos, uma criança de 9 anos), mas viu-se confrontado com a resistência das mulheres iemnitas, que desfilaram pelas ruas protestando e agitando sobre as suas cabeças cobertas, o Corão. Quer se escondam debaixo do Corão ou não, os pedófilos no países muçulmanos (há milhões) têm que começar a ser julgados pela tal comunidade internacional, seja lá o que isso for. Mais, (isto está a começar a ser monótono!), a imprensa tão preocupada com a pedofilia na Igreja Católica, fez vista grossa a este, e muitos outros casos semelhantes de pedofilia assassina muçulmana.  É de desconfiar das boas intenções da rapaziada  da  imprensa portuguesa, sempre tão "emocionados em directo" com as tragédias do mundo e com as "vítimas" de Israel, para mais tarde ficarem lindos de politicamente correcto nas auto-promoções garantidas  pelos clips dignos de verdadeiros artistas, que vão para o ar antes do telejornal, quando vêm a pedofilia em função da geografia e da religião, entre outras cousas, como seja a mutilação genital, que pelos vistos se pratica com grande relaxe em Portugal nos meios imigrantes Palopses, ou se quiserem, dos novos portugueses feitos ideologicamente à pressão.

Wednesday, April 7, 2010

Os Submarinos.


  Este é um dos 2 submarinos encomendados

Hussein Obama deu um grande sinal de fraqueza aos nossos inimigos.  Obama está a renunciar à defesa nuclear na exacta altura em que os mullahs iranianos estão a preparar um arsenal atómico, com o confessado e ostensivo objectivo de instaurarem um califado universal. Pelo menos é o que eles dizem. Hussein Obama está a deixar a América e o Ocidente a navegar em águas hostís.
Se pensarmos um pouco na História da II Guerra Mundial, facilmente concluiremos que as democracias estavam praticamente desarmadas e impreparadas em 1939,  para fazer frente à maquina de guerra nazi. O risco foi grande. Valeram-nos os Spitfires, os Hurricanes e uma táctica desastrosa da Luftwaffe de Herman Goering, que impediram que Hitler triunfasse sobre o Reino Unido. E se o tivesse conseguido, finito... talvez o império dos mil anos fosse hoje uma demoníaca realidade.  Só no final de 1942 é que os americanos estiveram militarmente  em condições de oferecer resistência, isto é, um ano após Pearl Harbour. De 1939 a 1942 os nazis na Europa ocupada iniciaram o genocídio dos judeus, e a perseguição a outras minorias étnicas e políticas com grande descontração.  Países perderam a independência e os seus povos foram escravizados. O que se perfila no horizonte com o Islão, é equivalente aos anos anteriores à II Guerra Mundial. Políticos fracos no poder nas democracias, políticas de apaziguamento suicídas... e Chamberlains há por aí a pontapé. O resultado não vai ser nada bom.
Obama tem nos seus genes de esquerdista a florzinha mal cheirosa do pacifismo, parecendo acreditar que com conversa fiada  mesmo os maiores rúfias se tornarão gente séria na cena política internacional. Deste mal também padecem os socialistas cá do rectângulo a começar por Mário Soares que queria ter uma conversinha de vão de escada com os al-qaidas.
Neste politica e economicamente mal frequentado país, neste país da merdusca socialista,  a mesma modinha pacifista pegou de novo, se bem que limitada ao país real, isto é à televisão, diga-se a bem da verdade. Com mais uma trapalhada... agora são submarinos!  Ouvimos por aí nesses 1300  programas semanais de vaidade e discussão política da TV portuguesa, quando temos pachorra para os aturar, uma gentalha engravatada atirar pela  boca fora postas de pescada sobre submarinos, como se soubessem alguma coisa de Geo-estratégia.
A quantidade de estupidez concentrada é tão grande que se cairem ao mar irão mais depressa ao fundo do que qualquer submarino atingido por mísseis ou cargas de profundidade. Isto se a estupidez tiver peso.
Um dos palavrosos, foi um tal Não Sei Quem Nazaré, um tipo do Benfica que acha que também sabe umas larachas de economia, ou vice versa, que disse que o TGV era uma necessidade estratégica para o país enquanto que os submarinos não servem para nada..."só se for para observar a sardinha", concluiu ele com um sorriso pepsodente altamente mediático, merecedor de um arenque fumado na tromba, assim que esta telegenética boutade foi disparada em direcção aos ouvidos do abovinado share. Seria cansativo estar aqui a inumerar a quantidade de abéculas entendidas que desancaram nos enjeitados submarinos, embora seja sempre bom sublinhar, que o repelente Miguel Sousa Tavares também acha que não precisamos de submarinos para nada. Bem este tipo já há muito tempo que merece, muito mais do que um simples arenque, talvez mesmo um cardume de bacalhaus secos em cima, para ver se o homem se dedica mais tempo às literaturas de trazer por casa de banho, ou se imigra para a televisão japonesa onde têm por lá uns ricos passatempos de tiro ao alvo.
Para que é que servem afinal os submarinos de guerra? Que missões desempenham? Será que o Estado português está a gastar dinheiro só para os almirantes andarem a ver passar navios submersíveis? Parece-me que não.  Deixo aqui algumas missões que os submarinos cumprem:
1. Assegurar uma capacidade de dissuasão militar autónoma nacional, constituindo-se, assim, como vectores militares estratégicos do poder naval.
2. Realizar missões no âmbito do emprego integrado de capacidades das forças navais e que incluem a realização de operações de protecção e apoio a forças navais e anfíbias, combinadas ou conjuntas, incluindo vigilância, reconhecimento, recolha de informações de forma discreta em zonas hostis, interdição de área, minagem, projecção de força (operações especiais e destruição de alvos em terra) e de manutenção de paz.
3.Contra-terrorismo, combate ao narcotráfico e outros actos de crime organizado no mar, no contexto alargado de segurança e defesa, de forma coordenada com outros organismos do Estado e Internacionais.
4. Possibilidade de intervenção sem exigir supremacia.
5. Defesa avançada.
6. Tradição submarinista a defender. Portugal tem uma escola de excelência prestigiada no âmbito da NATO na utilização desta arma furtiva essencial.
Para além disso Portugal tem muitas milhas de mar. Não me parece que 2 submarinos chegam para as ameaças do futuro próximo. Não nos podemos esquecer que Portugal só tem 3 vasos de guerra, as fragatas Meko, que são as únicas de uma qualidade operacional superior. Parece-me que só com 5 vasos de guerra a sério (2 submarinos e 3 fragatas) a Marinha de Guerra Portuguesa ir-se-á confrontar com sérias dificuldades no caótico século XXI que se anuncia.
Neuromante sempre achou que em democracia até os burros têm direito á palavra. Agora que sejam sempre os mesmos asnos a deitar faladura nos channeis nacionais, é que já chateia. Como diz o Zé da  Brilhantina dos futebóis: "Mas afinal que raio de democracia é esta?"

                                                                                         



O velhinho Albacora                                                                                                             

Tuesday, April 6, 2010

Louça das Caldas Para A Resolução Contra A Islamofobia.



GENEVA — 25 de Março 
O Conselho dos Direitos Humanos aprovou à tangente, uma resolução que condena a islamofobia, incluindo a proibição da construção de minaretes na Suiça, apesar das reservas dos estados mais importantes do mundo. A resolução, que foi criticada pelos Estados Unidos como um "instrumento de divisão", condena fortemente a proibição da construção de minaretes pela Suiça entre outras medidas "descriminatórias recentes." Tais medidas, afirma a resolução "são manifestações de islamofobia que são contraditórias com as garantias dos direitos humanos no que concerne á liberdade religiosa." Tais actos promovem "a descriminação, o extremismo levando á polarização e fragmentação com consequências não previsíveis".
Vinte países votaram a favor da resolução intitulada "Combatendo a Difamação Religiosa", 17 votaram contra e 8 abstiveram-se. A resolução também "expressa profunda preocupação...que o Islão seja frequentemente e erradamente associado com a violação dos direitos humanos e com o terrorismo." Isto até dá vontade de rir, de tão óbvio que é a pressão feita nesta resolução para que a islamização prossiga no Ocidente. Os senhores devem julgar que somos parvos. É um facto, que só um alienado não vê, que todos os regimes onde o Islão está implantado são policiais, ditatoriais, corruptos e onde os direitos humanos são espezinhados com grande à vontade. Estados onde o islão reina sobre todas as outras  religiões que são completamente reprimidas. Desde Marrocos à Indonésia. Quanto ao terrorismo, bem, se nem todos os muçulmanos são terroristas, todos os terroristas são muçulmanos. Os senhores andam desesperados porque sentem que o Ocidente está acordar e aquilo que julgavam ser um "passeio" na islamização, da Europa em particular, está a tornar-se a cada dia que passa, mais difícil, por ser evidente. A resolução também critica "as leis e medidas admnistrativas especificamente formuladas para controlar as minorias muçulmanas, estigmantizando-os e legitimizando a discriminação". Ooops! O que os tipos querem é que lhes ofereçamos os nossos países, a nossa cultura e civilização numa bandeja de prata. Mas o que nós devemos devemos oferecer é mesmo um serviço das Caldas.
O embaixador do Paquistão Zamir Akram que apresentou a resolução em nome da Organização da Conferência Islâmica (OCI) disse que as referências específicas ao Islão, a única religião mencionada no texto "reflete a infeliz situação que se vive nalgumas partes do Mundo onde os muçulmanos são alvo". Claro que o senhor não enxerga a perseguição sistemática aos Cristãos Coptas no Egipto, a perseguição aos Budistas em pleno Sul da Tailândia budista, onde os muçulmanos são a maioria da população, não vê as perseguições ao cristãos e animistas na Nigéria e no Sudão, etc. Por tal fingida cegueira saia mais uma louça das Caldas para o senhor Zamir. Uma caneca "daquelas" mesmo com a cara do Dr. Mário Soares, fica sempre bem...
O senhor Babacar Ba, representante da OCI em Genebra, também afirmou aos reporters que a resolução é uma "maneira de reafirmar mais uma vez a nossa condenação pela decisão da Suíça ter banido os minaretes". Nos ficamos aBaBaBanadados com a latósia do senhor Babacar Ba na ingerência desavergonhada nos assuntos internos de um Estado soberano como é a Suiça. Como é que nós dhimmis Europeus, que para eles já somos cidadãos de segunda e devíamos corformarmo-nos de vez com esse estatuto, temos ainda a coragem da disfaçatez em criticarmos, atacarmos, banirmos simbolos de tão "superior" religião e civilização?
Ora o senhor Bla Bla Bla ainda não viu nada!  Mas talvez um Santo António da Caldas também não fosse má ideia para o Senhô Ba mostrar á familia. O senhor BlanBlan Ba não satisfeito da verborreia sulfúrica que o atingiu desde que a Suiça mandou o respeitinho pelos muçulmanos ás urtigas, continuou: "Esta iniciativa respeita à liberdade religiosa e ao direito que os muçulmanos têm em construir os seus locais de oração onde desejarem". Isto é que era bom senhor Tarantantan Ba! Na vossa terrinha podem fazer o esterco que quiserem, mas nos países dos outros, só têm é que obedecer ás leis e ponto final parágrafo.
Entretanto o México pôs a boca no trombone e votou contra a resolução com o seguinte argumento: "Esta resolução toca princípios políticos e sociais que são contra a liberdade de expressão e contra o secularismo"
A União Europeia também disse que o conceito de difamação religiosas não deve cair no âmbito dos direitos humanos porque colide com a liberdade de expressão, enquanto os Estados Unidos pautavam também pela mesma ideia, dizendo que a liberdade de expressão ficava em risco com esta resolução.
Eileen Donahoe, embaixador americano na ONU, também criticou a resolução por ser " uma via pouco eficaz no que respeita à descriminação. Não acreditamos que proibindo a livre expressão seja uma maneira de promover a tolerância, porque nós continuamos a ver que o conceito de difamação religiosa é usado como argumento para a censura, criminalização, assaltos violentos, morte de minorias políticas, raciais e religiosas nalgumas zonas do Mundo. Contrariamente às intenções da resolução, há governos que abusam dos direitos individuais em nome desta resolução e em nome do Conselho dos Direitos Humanos."
Como um dos leitores do Neuromante disse: "tudo no islão são insultos e difamações ao próprio islão, a começar pela própria palavra "allah". Se querem proibir a islamofobia têm que proibir todo o islão.

Monday, April 5, 2010

Nova Vaga De Terrorismo Islâmico


The West must destroy Islam before Islam destroy the West

O Islão ataca de novo. Melhor, o Islão nunca deixou de atacar. Estes são só os últimos avanços.
A 29 de Março atacou no metro de Moscovo com duas explosões provocadas por mulheres terroristas bombistas, não sei se virgens, mas suicídas de certeza. O jornal Público chamou-lhes carinhosamente "viúvas negras" e tratou de as compreender. Pretenderem que nós leitores ficássemos ao corrente das viduscas pobres e trágicas daquelas alminhas "caridosas". Contaram-nos a história romanceada da famelga , quase como uma fotonovela e no fim, os leitores mais sentimentais, concerteza que verteram sua lágrima ao saberem que o marido de uma das "aranhas" de 15 anos, tinha sido morto em confrontos com militares russos. O Público trata bastante bem dos "fait-divers" mas o importante das questões, relativamente á islamização passa ao lado. Das duas uma, ou são pagos pela Arábia Saudita ou o Belmiro de Azevedo pretende ser um futuro califa cá da terrinha.
O facto do marido de uma das viúvas negras ser um dos principais terroristas da zona não foi dito. Relativamente ao Público, começo a dar razão ao Primeiro-Ministro. O jornalismo que está a fazer é de sarjeta. Qualquer jornal digno desse nome tratava de informar os seus leitores pagantes do que é importante. E importante foram as declarações do líder terrorista islâmico Doku Umarov ao reinvidicar os atentados no dia 31 de Dezembro. O Doku, (não tem nada a ver com o personagem do mesmo nome da Guerra das Estrelas, excepto pertenceram ao mesmo lado da Força)  autoproclamado chefe do por ele imaginado "Emirado do Cáucaso", descreveu os ataques assassinos contra civis indefesos, como operações especiais com a intenção "eliminar infiéis e desgastar o Serviço Federal de Segurança da Rússia". Portanto para o Público não lhes interessa que gente sem culpa nenhuma seja massacrada só porque não são muçulmanos; não lhes interessa que o Cáucaso esteja a ser alvo da conquista  da jihad muçulmana. Não lhes interessa para nada, aliás até devem gostar. Eu não compro o Público, mas na minha actividade profissional é obrigatório ler os jornais diários.
A 4 de Abril o Islão atacou um comboio de carga entre Baku e Moscovo. Uma primeira explosão fez parar o comboio e uma segunda minutos mais tarde para atigir os trabalhadores que tratavam da via destruída.
Hoje, dia 5 de Abril, mais um ataque suicída, matou dois polícias e feriu gravemente dois outros no Norte do Cáucaso. Segundo a polícia local, o bombista suicída fez explodir a bomba quando foi mandado parar pelos agentes de segurança, junto ao portão da estação da polícia na cidade de Karabulak. Segundo a mesma fonte, uma segunda explosão ocorreu alguns minutos depois, mas ninguém foi morto ou ferido.
Ainda hoje, mais um ataque do Islão. Desta vez no Paquistão, em Peshawar, no consulado dos Estados Unidos da América. A parte da frente do edifício ficou totalmente destruída e segundo os últimos números comunicados, pelo menos 39 pessoas morreram.



Saturday, April 3, 2010

Esquerdista Benno Barnard Boicotado Por Muçulmanos.

Bem vindos ao futuro, noticia o Gates of Vienna.
Benno Barnard ia dar uma conferência sobre as diferenças entre o Islão e a Cristandade na Universidade de Antuérpia, e foi impedido de falar por uma multidão de muçulmanos que entre outras coisas uivavam o grito de guerra, Alahu (Sn)akbar.
“This was the best lecture I ever could have given”, afirmava desgostoso o esquerdista  depois de encerrado o meeting por falta de decoro civilizacional dos muçulmanos. Mas o mais importante foi o que  Benno Barnard  afirmou acerca de Filip Dewinter, conhecido activista anti-islamização da Europa.
“I have called Filip Dewinter a fascist for twenty years. I was wrong. The fascists are with the Muslims. Dewinter thus had always been right. And this is from an old leftist boy such as myself.”
Durante 20 anos chamei racista a Filip Dewinter. Eu estava errado. Os fascistas estão com os muçulmanos. Dewinter esteve sempre certo. E isto é dito por um velho rapaz esquerdista como eu.



Fascismo islâmico em acção na Universidade de Antuérpia.

Benno Barnard é poeta e ensaísta. Nasceu em Amsterdão mas vive desde 1979 na Bélgica. Recebeu alguns prémios literários importantes.
A confiança do Islão militante na Europa é tal que os seus lacaios são já capazes de atacar os seus melhores aliados: os idiotas úteis da esquerda como é o caso de Benno Barnard. É altura para que as elites intelectuais de esquerda provem do veneno da intolerância do fascismo islâmico que tanto ajudaram a proliferar.
Esperemos, pela saúde dos próprios esquerdistas, que a tradição já não seja o que era, isto é, que os esquerdistas estejam menos burros do que o costume. Convém talvez lembrar que as primeiras vítimas do regime fascista do Irão foram exactamente aqueles que ajudaram os islâmicos a conquistar o poder:
os comunistas e os esquerdistas em geral.

Thursday, April 1, 2010

Artistas Franceses Fazem-se Ouvir

Finalmente alguns músicos franceses começam a juntar-se à revolução anti-islão em curso na Europa. Reconhecem finalmente quem são os verdadeiros camaradas e amigos. Reconhecem por fim quem está pela liberdade de expressão e quem está contra e quem são os nossos inimigos. Esta é um grande peça musical digna de qualquer canto de protesto dos extintos anos setenta.
Resistência
Por uma Europa livre do fascismo islâmico.
Pela liberdade.

Wednesday, March 31, 2010

Hope

Um grupo esquerdista grego colocou um engenho explosivo para contestar a imigração desregulada e a consequente destruição da cultura helénica. É uma novidade absoluta. Até já os alguns esquerdistas estão a ficar fartos da invasão. Noutras notícias:
Nas eleições italianas a Liga do Norte (LN) erradicou a esquerda do Norte de Itália, tornamdo-se agora o pivot no governo de Berlusconi. Umberto Bossi, lider da LN, está a conseguir fazer passar a sua mensagem anti-imigração (leia-se invasão) e anti-islão. A população do Norte de Itália está aderir muito bem a estas ideias revolucionárias o que é uma óptima notícia.
Na Bélgica, a coligação governamental  de 5 partidos, decidiu penalizar o uso de véu islâmico no espaço público. O país-capital da UE vai penalizar o uso de burqa e o niqab. Quem se encontrar vestido nestes preparos tétricos, de rosto tapado ou dissimulado, total ou parcialmente,  nas ruas, jardins ou nos edifícios públicos será preso até 7 dias e multado.

Monday, March 29, 2010

Referendo Europeu Contra A Construção de Minaretes.

Um certo número de partidos de diversos países europeus gostariam de ver um referendo aos minaretes no seguimento do referendo suíço. Os referendos a nível Europeu tornaram-se possíveis pelo Tratado de Lisboa, obedecendo a certas condições. Não está ainda claro quantos países podem suportar tal iniciativa, no entanto, segundo a Comissão Europeia, 9 países devem ser suficientes para lançar o referendo. Assim que as condições para lançar o referendo sejam claras seguir-se-á uma conferência em Bruxelas, para se tomarem os passos concretos em direcção a um referendo em todo o espaço da União Europeia.

Islamists no pasaran!

Associação de Professores Alemães


O presidente da Associação dos Professores Alemães, Josef Kraus, expressou forte desagrado pelas pressões feitas pelo primeiro ministro turco às escolas alemãs. “That is unacceptable and anti-integration, to the disadvantage of young Turks living here,” ( Isto é inaceitável e anti-integração, uma desvantagem para os jovens da Turquia que aqui vivem), afirmou Kraus ao Rheinische Post.
O presidente daquela Associação de Professores acusou Erdogan de expansionismo islâmico e apelou a Angela Merkel, que decididamente rejeite as interferências turcas nos assuntos domésticos alemães, durante a visita da Chanceler à  Turquia na semana próxima. A Associação de Professores não está contra a aprendizagem do turco como segunda ou terceira língua, mas deixou claro, que a primeira língua é o alemão e que a Alemanha deve requerer não só a integração mas também a assimilação para todos os turcos que lá vivem.
Este caso parece ser uma refrescante mudança na proverbial dhimmitude e apaziguamento do Ocidente. Em resposta ás observações pirotécnicas de Erdogan, a Associação de Professores da Alemanha respondeu com um tão notável quanto desejável politicamente incorrecto.

Sunday, March 28, 2010

Manifestação em Varsóvia Contra Construção de Mesquita


A Arábia Saudita ataca a leste. Nos Balcãs e até na católica Polónia. Aqui são capazes de ter bastante azar! Grande manifestação contra a construção de mais uma mesquita. As pessoas empunhavam cartazes dizendo: ” Protect democracy and human rights “, ” Tolerance, not naivety “, ” Blind tolerance kills common sense/reason “, ” Be tolerant, not naive “, ” Let’s don’t make Europe’s mistakes “, ” Today mosque tommorow jihad ” etc.

Os muçulmanos acham que chegou a altura da colherem o que o Diálogo Euro-Árabe lhes prometeu. A conquista da Europa.

Para nós chegou o tempo de lutar pela liberdade, contra o islamismo e contra a extrema-esquerda, e não só, que os apoiam. Como os nossos ancestrais fizeram.

Arábia Saudita ataca Balcãs.


A Arábia Saudita está a financiar com milhões de Euros grupos islamistas nos Balcãs, para difundir ódio contra o Ocidente e recrutar elementos para combater na jihad afegã.
De acordo com fontes oficiais na Macedónia, fundamentalistas islâmicos ameaçam desestabilizar os Balcãs. Facções wahabitas e salafitas fundadas pelos sauditas estão muito activas na zona. Um surto de construção de mesquitas e de centros comunitários, dádivas avultadas de dinheiro aos recrutas, aumento na frequência de barbudos pouco higiénicos, niqabs e véus nas mulheres (sem tradição nos balcãs), são a face mais visível de tal actividade.

Fontes governamentais da Macedónia, afirmaram que estão a seguir as actividades de dezenas de voluntários que a al-qaeda recrutou para o Afeganistão. Documentos classificados que o Sunday Times teria tido acesso, revelam que as autoridades da Macedónia estão também a investigar um certo número de grupos de caridade islâmica, alguns na Arábia Saudita, mas activos nos Balcãs, suspeitos de difusão do extremismo islâmico, bem como de lavagem de dinheiro para organizações terroristas.
A infiltração na Europa pelos balcãs é uma estratégia clássica do expansionismo muçulmano na guerra que há muitos séculos fazem à Europa. Várias vezes na História os países balcânicos estiveram na linha da frente na guerra contra o Islão. Neste momento histórico, nem na linha da frente nem na retaguarda se situam, uma vez que quase toda a Europa está infiltrada por grupos extremistas apoiados por multidões de milhões de muçulmanos. Neste momento o Ocidente está a ser levado para uma situação simultâneamente de dispersão do seu todo e de concentração das suas partes em enclaves cristãos cercados pelos muçulmanos.
Ainda a propósito do post anterior... eu sei quem merecia umas ameixas bem em cima daquela pedrinha estúpida...mas não digo.

Membro Do Partido Democrata Diz Que 2 Bombas Atómicas Não Foram Suficientes Para O Japão.

Imagens de Anime como esta são a prova que não bastaram ao Japão 2 nucleares. Quem o diz foi um destacado político do Partido Democrata Americano. O silêncio da imprensa é notório.


Nick Levasseur, membro do Partido Democrata, representante do Estado em New Hampshire e anti-semita, disse na sua conta do Facebook que 2 bombas atómicas não foram suficientes para o Japão.
“Anime is a prime example of why two nukes just wasn’t enough.” (O Anime, banda desenhada japonesa, é um exemplo de que duas bombas nucleares não foram suficientes). Não é claro quais os estragos que esta afirmação vai trazer á sua carreira política. Se a mesma afirmação fosse produzida por um Republicano já teria caído, o Carmo e Trindade juntamente com a Wall Street. Á esquerda arrogante e reaccionária tudo se permite e desculpa.
Esta afirmação é tão estúpida como afirmar que por causa do Homem-Aranha os USA mereceriam um segundo Vietname ou um segundo ataque a Pearl Harbour.
É um caso suficientemente sério para que o império japonês tome uma posição oficial de forte protesto.
Esperemos ver o senhor Nick caricaturado nas inúmeras revistas de Anime japonesas.

Friday, March 26, 2010

A Treta Anti-Semita Prossegue.

Angelo Correia de novo na televisão e o seu primeiro minuto foi o do ataque a Israel. Já aqui dissemos que o homem é um representante dos interesses árabes em Portugal. Por isso, defende a causa palestiniana sempre que senta o traseiro em qualquer cadeira que tenha uma camara de televisão pela frente, para contentamento dos seus masters muçulmanos.

Os factos são estes: Israel está cercado por países muçulmanos que em conjunto correspondem a 10% da área do mundo.






Israel está cercado por regimes totalitários, corruptos, teocráticos e policiais. Israel é a única democracia na área.

Por cada Israelita existem 60 árabes e a desproporção está a aumentar.

Por cada dóllar que Israel gasta na defesa, os árabes dispendem 5.


Israel tem o direito a defender-se, tem o direito de construir onde quiser, pois é a sua sobrevivência que está em causa.

Friday, March 19, 2010

Discurso Do Camarada Andropov

Vlad Tepes colocou mais um excelente clip no seu blog. Nele podemos ver uma tradução falsa de um discurso de Andropov de 1982, tão actual que pode ser feito hoje pelo camarada Durão Barroso da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas Europeias.

Thursday, March 18, 2010

Momento Zé




Nada melhor para comemorar o Dia da Terra, e das falsidades com que os ecologistas nos têm brindado ao longo de décadas, como mostrar o clip do José Trocas-te. As mentiras e a manipulação dos movimentos ecologistas internacionais têm em Sócrates um bom representante.
No dia 22 de Abril terão passado 4 décadas desde o primeiro Dia da Terra assinalado em 1970. E está na altura de fazer o balanço das previsões e postas de pescada, com que os ambientalistas nos divertiram ao longo destes 40 anos.
Uma primeira constatação é a de que, graças ao crescimento económico, o nosso ar e água estão mais limpos, as florestas crescem, bem como a produção de alimentos. A fome no mundo está a decrescer e o apocalipse da sobrepopulação nunca chegou. O crescimento económico, que os ambientalistas juravam que iria aniquilar o planeta, afinal contribuiu para um ambiente mais saudável.
O New York Times em 1970 previa que a humanidade "enfrentava uma possível extinção como resultado da poluição". Nem uma coisa nem outra aconteceu. Nem a poluição acabou, nem nos extinguimos. Os jornalistas ambientalistas já na altura destacavam-se pelo ridículo do exagero e pela paranóia.
No bote dos "Taradinhos da Ecosfera" seguem também muitos "coca bichinhos" biólogos, apesar de terem a obrigação do esclarecimento científico que não podemos exigir aos jornalistas especializados na venda de catástrofes ambientais adiadas. Biólogos que embarcaram no exagero da propaganda, há por aí aos pontapés. Destaco dois. Barry Commoner, que afirmava solenemente que estávamos perante " uma crise ambiental" e de George Wald, biólogo na Universidade de Harvard que, indo mais longe, afirmava peremptório: "a civilização acabará dentro de 15 ou 30 anos, a não ser que passemos imediatamente à acção." Nota-se muito?
In 1970 a Life magazine relatava que os cientistas tinham fortes evidências para concluirem que: "Numa década, as populações urbanas tinham que envergar máscaras para sobreviver à poluição do ar" e que " por volta de 1985 a poluição do ar reduziria para metade a quantidade de luz solar que chegaria à superfície da Terra." Nota-se muito?
A Agência de Protecção Ambiental relatou que o dióxido de enxofre e o monóxido de carbono no ar decresceu 75% desde 1970. As partículas de fuligem e poeiras decresceram também na mesma percentagem, e o total das emissões dos veículos cairam para metade do que era em 1960.
O director do Sierra Club previu em 1970 que "estamos a explorar os nossos últimos recursos." A revista Scientific American escrevia que o chumbo, o zinco, o ouro e a prata estariam esgotados em 1990, e o cobre em 2000. Hoje as reservas destes minerais são suficientes para que o preço destas matérias-primas seja bastante mais baixo do que em 1970. Nota-se muito?

O ecologista Paul Ehrlich, talvez o louco mais famoso do mundo, predizia que 4 mil milhões de pessoas, incluindo 65 milhões de americanos, morreriam de fome nos anos oitenta naquilo que ele chamou "The Great Die-Off.
O fundador do Worldwatch Institute, Lester Brown, preocupava-se com a explosão demográfica e com a impossibilidade de alimentar 7 mil milhões de pessoas no ano 2000. Nós temos agora 6 mil milhões de pessoas no planeta, a produção de alimentos está a aumentar (60% entre 1980 e 1997), os preços dos alimentos estão a baixar e a fome global a recuar.
Hoje em dia, a treta é o aquecimento global, e vai ter o mesmo destino que todas as outras previsões negras dos ecologistas... o caixote do lixo da História.
Lá encontraremos o Sócrates e a sua pandilha, Durões Barrosos, Al Gores e outros... em agradável apodrecimento... esperemos que não sejam recicláveis.
Mas até lá, quem vai pagar as alucinações eco-socialistas somos nós. Nota-se muito?

Wednesday, March 17, 2010

Porque É Que O Suicídio Do Professor Não É Um Problema Para O Governo.

Este post deve servir também como Memorial a uma Vítima do Estado a que nós chegámos.

Lembrando os factos. Na manhã de 9 de Fevereiro, L. V. C. parou o carro no tabuleiro da Ponte 25 de Abril, no sentido Lisboa-Almada. Saiu do Ford Fiesta e saltou para o rio. Há vários meses que o professor de música da Escola Básica 2+3 de Fitares (Sintra), planearia a sua morte. Em Novembro escreveu uma nota no computador de casa a justificar o motivo: "Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimentos, a única solução apaziguadora será o suicídio."
O burocrata bem pago director regional de Educação de Lisboa (DREL), comportando-se como um aparatchic, afirmou que o docente tinha uma "fragilidade psicológica" há muito tempo.
Não sabíamos que os Directores regionais, também são versados em psquiatria. Mas acreditamos que sim, que estes directores regionais socialistas tenham recebido treino de psiquiatria segundo os manuais do NKVD, ou até mesmo tenham defendido tese de psiquiatria aplicada pelo estudo da ala S-21 do Kampuchea. O inquérito foi "destacado" para as calendas gregas mas o leitãozaço-chefe da DREL, já lhe traçou o perfil psicológico e julgou-o em praça pública. Ficámos também a saber nas entrelinhas que este sistema de ensino não é para professores psicologicamente frágeis e no fundo o prof. teve o que mereceu.

O regime que o Sócrates imprimiu neste país, tem pouco de democracia ocidental como nós a conhecemos. Sócrates promoveu ainda mais o estatismo, preencheu todas as esferas da administração do Estado com funcionários do partido, promoveu e protegeu as empresas amigas do governo, que se tornaram empresas socialistas. A livre concorrência que já era débil, tornou-se um mito neste país. Os socialistas, múltiplos do Big Brother, proliferam por todas os cantos e esquinas da vida dos portugueses, incluindo a boca das criancinhas através do cheque dentista. O Estado em Portugal trata dos dentes aos meninos e às meninas e trata da saúde a todos.

O Partido-Estado Socialista pretende um futuro de domínio político. Para o conseguir, entabula loas propagandisticas à igualdade de oportunidades para todos, À PROTECÇÃO DOS MAIS FRACOS, á integração das minorias. A coisa não passa de ficção e de estratégia política para intoxicação das massas cada vez mais inertes e uniformes, pois ao contrário do que apregoam, os mais fracos estão cada vez mais pobres e os ricos socialistas cada vez mais ricos, os naturais cada vez mais excluídos e os emigrantes cada vez mais "incluídos".
O Partido-Estado Socialista, precisa de maior quantidade possível de analfabrutos no futuro, para que a propaganda cole. E o futuro decide-se no presente. E o presente constrói-se nas escolas.
E o que temos nas escolas? Temos a Escola Inclusiva, que é nem mais nem menos, (esta sim) incubadora de incompetência, desleixo, falta de respeito, de violência galopante, de degradação de infra e super-estruturas, de inversão de valores e de multiculturalismo, ausência de ensino, ausência de aprendizagem, cujo potencial de acção é o Rendimento Mínimo Garantido, ou subsídio que o valha. Esta Escola traz para dentro de si, a antitese de si própria. Conduz para dentro de si uma quantidade de alunos e respectivos pais, que em muitos dos casos não passam de delinquentes. Numa sociedade saudável estariam, a contas com a justiça.

Discutir e analisar o suicídio do Prof. de música é discutir e analisar hoje a Escola inclusiva e discutir esta, é discutir o multiculturalismo social e a inversão dos valores portugueses e ocidentais em curso. Querem exemplos? Um meliante negro foge da polícia, em carro a alta velocidade, cometendo graves infracções do trânsito. A polícia abre fogo e mata o fugitivo. De quem é a culpa? Da polícia. A mim sempre me ensinaram que quando a polícia manda parar, é uma ordem para se respeitar. Só os bandidos fogem da polícia. Acabou em tragédia, é lamentável, mas daí a processar por crime o polícia devia ir uma grande distância.
O mesmo acontece nas escolas. Os professores não têm meios para impor a disciplina. E quando a impõem são desautorizados. Quem ganha com isso? Os gangues de alunos que vão para a escola para se divertirem, passar o tempo, frequentarem cursos tragicamente hilariantes com os CEF e profissionais, impor a lei do bullying aos seus colegas mais educados e pelos vistos a alguns professores também. Comportamentos que não são próprios da Escola, à semelhança de comportamentos políticos que não são próprios da Democracia são o Pão-Nosso deste socialismo em que chafurdamos diariamente. E neste caso, os portugueses nem devem estranhar, pois são alvo de bullying por parte do Partido Estado Socialista há alguns anos.

Monday, March 15, 2010

Alá É O Maior Terrorista


O Deus do Islão é o "maior terrorista", afirma o filho de um líder do Hamas.

Mosab Hassan Yousef declarou à agência de noticias AP que está disposto a falar das brutalidades e dos males do Islão, apesar de correr o risco de ser capturado e assassinado. O seu livro "As memórias de Yousef" descreve a sua relação com o Shin Bet, Serviço de Segurança Israelita, ao longo de 10 anos.

Mosab Hassan Yousef assegura que o Shin Bet faz um trabalho da maior importância. "Eles estão a enfrentar uma guerra muito suja e difícil".
Durante uma entrevista concedida à AP, Yousef - convertido ao cristianismo – fez comentários contundentes ao afirmar que: " O maior terrorista é o Alá do Corão, o deus do Corão, o deus do Islão." Yousef entende que este comentário pode ser ofensiva para muitas pessoas, mas a verdadeira intenção não é ofender.
Desde que deixou o Islão, Yousef está convencido que à medida que os muçulmanos mais se aproximam de Alá, mais "desumanos e terroristas" se tornam.
A luta contra o terrorismo não é mais do que uma guerra entre dois deuses.“ O deus do Corão por um lado, e o Deus da Bíblia pelo outro”. Sublinha que o sistema islâmico obriga os muçulmanos a converterem-se em desumanos.
O pai de Yousef, um tal xeque Hassan Yousef, líder do Hamas renegou o seu filho na semana passada. O jovem Yousef, disse que agora adora um Deus que nunca renegará. "Um deus que te ensina a odiar e diz de si mesmo 'eu sou o engano' é diferente de um Deus que te diz 'Eu amo-te' não importa o que faças, tú és meu filho."
Deixar o Islão não era uma questão de trocar por uma religião por outra religião. "Eu não sou uma pessoa religiosa hoje em dia. Sou só um seguidor de Jesus Cristo, é simplesmente um questão de relação".

Muito Bem Yousef!

Sunday, March 14, 2010

Muçulmanos Admiram Hitler e Atacam Judeus Na Noruega.

A propaganda pró-islâmica dos meios de comunicação social, apelidam de fascistas a todos aqueles que ousam ter a coragem e a liberdade de denunciarem o Islão como uma ideologia totalitária.

Neste clip podemos o ódio ao judeus nutridos pelos jovens muçulmanos. Os argumentos parecem ser tirados do Mein Kampf de Hitler.


Saturday, March 13, 2010

Multidão de Muçulmanos Ataca Cristãos Coptas.

O Islão vive no esgoto
Estavam reunidos a rezar quando o ataque ocorreu. Encontravam-se 4 padres, um Decano e 400 paroquianos no edifício. A fúria muçulmana da multidão, foi atiçada pelo imam da mesquita local, que lançou o rumor que os Cristãos estavam a construir uma nova igreja. Na verdade tratava-se de um hospício.
O ataque que ocorreu na província de Mersa Matrouth, nordeste do Egipto, resultou em 25 feridos da comunidade de Cristãos Coptas, incluindo mulheres e crianças.
Pelas 5 da tarde de ontem um grupo de 300 beduínos muçulmanos e de salafitas desataram atirar pedras para o deifício em construção. Segundo testemunhas, as forças de segurança não foram suficientes para evitar o ataque. A polícia lançou gás lacrimogéneo e prendeu dezenas de pessoas, incluino Cristãos que eram as vitimas. Só esta madrugada, com a chegada de reforços vindos de Alexandria, é que os Coptas sitiados no interior do edifício, regressaram a suas casas.
Enquanto por cá os muçulmanos constroem mesquitas ás centenas, os Cristãos nos países muçulmanos são perseguidos e oprimidos. Até quando teremos que aturar isto?

Discurso de Allen West

Tenho o prazer de vos apresentar o discurso de Allen West feito na Freedmon Defense Iniciative e traduzido por mim, com a generosidade de Vlad Tepes e Gates of Vienna Blog.

Allen West Portugeuse from Vlad Tepes on Vimeo.

Tom Hanks Goes Stupid.


Tom Hanks em declarações à imprensa sobre a II Guerra Mundial, mostrou-nos um novo record para a estupidez hollywoodesca, que faz da personagem Forrest Gump um génio.
Dizia ele: "Na II Guerra Mundial, nós víamos os Japoneses como "amarelos", "cães de olhos em bico", que acreditavam em deuses diferentes. Eles deviam ser aniquilados, porque eram diferentes. Não vos parece familiar com o que hoje acontece?
Tom Hanks referia-se à guerra contra o Islão que hoje está em curso. Reescrever a História para que ela possa coincidir com a ideologia multiculturalista pacifista e suicidária vigente, é o objectivo.
Não lhe interessa que o Japão nos anos 30 tivesse um regime fascista mais tenebroso que a Alemanha Nazi. Não lhe interessa que os fascistas japoneses tivessem invadido a Manchúria e a China onde cometeram o genocídio de Nanking, onde assassinaram 200 000 chineses a sangue frio. A dimensão do crime foi tal que até a própria Alemanha Nazi se sentiu incomodada e dispôs-se a mediar o conflito. Não interessa a Tom Hanks que o Japão tivesse iniciado a guerra com o ataque a Pearl Harbour e tivesse conquistado pela força todo o sudoeste asiático e o Pacífico, desde as Aleutas até Guadacanal, ilhas vizinhas da Austrália. Não lhe interessa que nunca nos discursos do General Tojo e sua pandilha, a questão da raça e da religião tenha sido argumento para a estratégia expansionista do Japão. Não lhe interessa que o poder militar japonês, estivesse determinado a conquistar espaço vital que o abastecesse de matérias primas essenciais para a sua máquina militar.
Tom Hanks quer fazer acreditar que a II Guerra Mundial ocorreu porque os Estados e regimes políticos da altura não eram multiculturalistas. Para além de uma falta de respeito ignóbil pelos milhões que caíram a combater o Nazi-Fascismo, ele demonstra que se a geração dos anos quarenta fosse tão imbecíl como ele, a esta hora os Estados Unidos da América estavam divididos entre o Japão, a Alemanha e o México, e provavelmente Tom Hanks em vez de ser actor de cinema, teria sido ministro da Propaganda.

Manifestação Anti-Burqa na Holanda


Um gozo de manifestação. Sempre afirmei que se demonstrarmos o rídiculo desta religião-política, se nos rirmos e não mostrarmos medo destes fascistas do deserto, o islão na Europa implodirá sob o som das nossas gargalhadas.

Monday, March 8, 2010

O Jornal Público e Geert Wilders (4)


Tradução do discurso de Geert Wilders na Câmara dos Lordes, Parte IV
O itálico é meu.

"Eu acredito na obrigação que temos de preservar a herança deixada pelos bravos e jovens soldados que desembarcaram nas praias da Normandia. Que libertaram a Europa da tirania. Aqueles heróis não podem ter morrido para nada. (Mais uma vez, é estranho que para um extremista de direita, como o Público lhe chama, enalteça o sacríficio e bravura daqueles que derrotaram o nazi-fascismo. Parece-me que os fascistas são muitos daqueles que escrevem no jornal Público regularmente). É nossa obrigação defender a liberdade de expressão. Como George Orwell afirmou: “If liberty means anything at all, it means the right to tell people what they do not want to hear”. (Se a liberdade significa alguma coisa, significa o direito de dizer ao povo aquilo que ele não quer ouvir).

Senhoras e senhores, eu acredito numa outra política, é tempo de mudança. Devemo-nos apressar. Não podemos esperar mais. O tempo está-se a esgotar. Se eu posso citar um dos meus presidentes americanos favoritos, Ronal Reagan:
“We need to act today, to preserve tomorrow”. ("Precisamos de agir hoje para preservar o amanhã."). (Para o jornal Público Ronald Reagan só poderia ter sido um fascista). Por isso eu proponho as seguintes medidas, e só mencionarei algumas, no propósito de preservar a nossa liberdade.
Primeiro, devemos defender a liberdade de expressão. É a mais importante das nossas liberdades. Na Europa e certamente na Holanda, precisamos de algo semelhante à Primeira Emenda da Constituição Americana. (Já ouviram alguém do jornal Público bater-se por esta ideia? Eu não. Mas pode ser distração minha.)
Segundo, teremos que pôr fim e livrar-mo-nos do relativismo cultural. Aos culturais relativistas, aos socialistas da sharia, eu tenho orgulho em lhes dizer: A nossa cultura é de longe superior à cultura islâmica. Não tenho medo em no afirmar. Não se é racista por se dizer que a nossa cultura é melhor.
Terceiro, temos que por cobro á emigração de massas proveniente dos países islâmicos. Porque mais Islão significa menos liberdade.

Quarto, temos que expulsar os imigrantes criminosos, seguido da sua desnaturalização. Temos que expulsar os criminosos que tenham dupla nacionalidade. E há muitos deles no meu país. (Os criminosos já chegaram ao topo da admnistração pública holandesa. Nestas eleições locais existiram sérias fraudes eleitorais que baneficiaram eleitoralmente o partido socialista holandês. Acontece que Roterdão é dirigida por um muçulmano daquele partido. Acontece também que quando este muçulmano foi eleito o jornal Público, embandeirou em arco. Mas agora, desta fraude, o jornal Público nada publica. Porque será?)

Quinto, teremos que proibir a construção de novas mesquitas. Já existe demasiado Islão na Europa. Especialmente desde que os Cristãos na Turquia, Egipto, Iraque, Irão, Paquistão e Indonésia são ameaçados e mal tratados, deverá ser parada a construção de novas mesquitas na Europa. (Os cristãos são perseguidos e muitas vezes assassinados na maioria dos países muçulmanos. Não é possivel construir igrejas nesses países nem sequer possuir uma Biblia. O jornal Público não dá atenção ás minorias religiosas que são perseguidas no mundo muçulmano. Desde os Cristãos Coptas até aos monges budistas da Tailândia. Mas quando a minoria muçulmana foi reprimida na China, o Jornal Público fez publicar imenso papel acerca do assunto. Porque será que têm dois pesos e duas medidas nestes assuntos? Porque defendem os interesses da dominação islâmica ? E porque editorialmente parecem uma sucursal do Bloco de Esquerda?).

E por último, mas não menos importante, temos que nos ver livres destes assim-chamados-lideres. Já disse isto antes: Poucos Chamberlains, e mais Churchills. Vamos lá eleger verdadeiros lideres!

Senhoras e Senhores. Para a geração anterior, aquela dos meus pais, a palavra "Londres" é sinónimo de esperança e liberdade. Quando o meu país foi ocupado pelos nazis a BBC oferecia diariamente centelhas de esperança ao meu povo, durante as trevas da tirania nacional-socialista.(eram também socialistas!). As palavras " Daqui Londres" eram um símbolo de um mundo melhor que iria chegar em breve. (Hoje a BBC é pior do que o jornal Público.É uma estação de difusão do islamismo para o mundo).

O que é que será difundido daqui a 20 anos? Será ainda "Daqui Londres"? Ou será "Daqui Londonistão"? Trarar-nos-á esperança? Ou será um sinal dos valores de Meca e Medina? Será que Grã-Bretanha nos vai oferecer submissão ou perseverança? A escolha é vossa. E na Holanda a escolha é nossa. (e em Portugal é nossa.)




Senhoras e senhores,nunca pediremos desculpa por sermos livres.Nós nunca nos renderemos. A liberdade deve prevalecer, a liberdade vai prevalecer.
Muito obrigado.

Sunday, March 7, 2010

Jornal Público e Geert Wilders (3)

Tradução do discurso de Geert Wilders na Câmara dos Lordes, Parte III.
O itálico é meu.

"Pergunto-me porque é que os esquerdistas deixaram de lutar por estes valores? Em tempos, os esquerdistas lutavam nas barricadas pelos direitos das mulheres. Mas onde estão eles hoje? Onde estão eles em 2010? Olham noutra direcção porque estão depenentes do relativismo cultural e dependentes do voto muçulmano. Estão dependentes dos votos trazidos pela imigração de massas. Graças a Deus, Jacqui Smith já não está no governo. (Jacqui Smith foi ministra de trabalhista de Gordon Brown. Acusada de irregularidades com os dinheiros do Reino, demitiu-se. Foi também a responsável pela prisão e deportação de Geert Wilders no aeroporto de Hearthrow. A sua bibliografia aqui). É uma vitória para a liberdade de expressão que um juíz do Reino Unido tenha varrido a sua decisão de me recusar a entrada neste país, há um ano atrás. (O Jornal Público nunca se referiu a este facto, embora se mostrem preocupados com a liberdade de expressão na teoria). Espero que os juízes no meu país sejam no mínimo tão sábios e me ilibem de todas as acusações que pendem sobre mim. (Mais uma vez o jornal Público não deu qualquer notícia sobre o julgamento de Wilders na Holanda. É concerteza, no mínimo, incómodo mostrar que os parceiros ideológicos destes jornalistas são censores, senão mesmo autoritários. Esta omissão também os torna cúmplices da deriva autoritária dos islamofílicos da Eurábia).
Infelizmente até ao momento isso não aconteceu. Pois eles não querem ouvir a verdade acerca do Islão, nem estão interessados em ouvir a opinião de especialistas no campo académico da liberdade de expressão. No mês passado, na sessão preliminar do julgamento, 15 dos 18 especialistas-testemunhas que eu requisitei para serem ouvidos, foram recusados pelo tribunal. (Qualquer semelhança com o regime "democrático" de Mugabe não é pura coincidência. Será que temos uma imprensa digna de qualquer Zimbabwe?).
Só 3 especialistas foram autorizados a serem ouvidos. Afortunadamente, o meu querido amigo e heróico psiquiatra americano, Dr. Wafa Sultan é um deles. Mas o seu testemunho vai ser ouvido à porta fechada. (Wafa Sultan, nasceu na Síria e tem nacionalidade americana. É um contundente critico do Islão. Já alguma vez leram algo sobre Sultan no Público? Pois claro que não. Mas de Tarik Ramadan são páginas e entrevistas. Tarik Ramadan, é neto de Ali Bana fundador da tenebrosa Irmandade Muçulmana, e que é considerado pelo Público um moderado. No entanto, defende o direito que os muçulmanos têm em apedrejar as adúlteras até á morte. Tarik Ramadan é um cínico. O jornal Público, na sua melhor "defesa dos direitos humanos e da liberdade", dá-lhe frequentemente "tempo de antena". Estão a ver o filme não estão?).
Aparentemente, a verdade sobre o Islão não é para ser dita e ouvida em público (curiosa coincidência de palavras), a verdade sobre o Islão deve ser mantida em segredo. (O público bem se esforça por isso).
Senhoras e Senhores, eu fui processado pelas minhas ideias políticas. Como sabemos, os processos políticos existem nos países do Médio Oriente, como no Irão, Na Arábia Saudita, mas nunca na Europa, nunca na Holanda. Eu fui acusado por ter comparado o Corão ao ‘Mein Kampf’. É ridículo. Eu pergunto-me se os Britânicos poriam algum dia as crenças de Winston Churchill em tribunal.
Senhoras e senhores, o julgamento político que me moveram tem de acabar.
Mas tudo isto não é sobre mim, não sobre Geert Wilders. A liberdade de expressão está a ser atacada. Deixem-me dar alguns exemplos. Como provavelmente sabem, um dos meus heróis, a escritora Oriana Fallaci, teve que viver no medo de ser extraditada para a Suíça por causa do seu livro anti-Islão, A Raiva e Orgulho. (É esclarecedor como os Frei Acúrsios do Jornal Público trataram, por omissão, a maior jornalista de sempre, mesmo no momento da sua morte. Noticiaram laconicamente a sua morte como se se tratasse de uma pessoa anónima. É esclarecedor da "conversão politicamente-correcta" do Jornal Público ao Islão.)

O cartonista holandês Nekschot foi preso em Amsterdão por 10 polícias por ter desenhado caricaturas anti-islâmicas. (Lembramos que o jornal Público imprimiu envergonhadamente numa dimensão de imagem bastante pequena, as caricaturas de Maomé). Aqui na Grã-Bretanha, a escritora Rachel Ehrenfeld foi processada por negociante saudita, por difamação. Na Holanda, Ayaan Hirsi Ali e dois pastores cristãos australianos foram também processados... Poderiam continuar e continuar. Senhoras e senhores, por todo o Ocidente, pessoas amantes da liberdade enfrentam esta jihad judicial. Isto é a lei islâmica a ser aplicada. (No caso do Público é jornalismo tendenciosamente islâmico a ser aplicado). E, senhoras e senhores, não há muito tempo o cartonista dinamarquês Westergaard foi quase assassinado por causa dos seus desenhos.
Senhoras e senhores, nós devemos defender a liberdade de expressão. Com todas as nossas forças. Com todo o nosso poder. A liberdade de expressão é a mais importante das nossas liberdades. A liberdade de expressão é a pedra de toque das sociedades modernas. A liberdade do discurso é a respiração da nossa democracia, e sem ela, a nossa maneira de viver morrerá." (os jornalistas do Público com a sua auto-censura e com a manipulação das notícias que lhes interessam, já não estão neste barco. No barco da luta apaixonada pela liberdade. O Jornal Público e outros estão do outro lado da barricada).

Continua


Saturday, March 6, 2010

Jornal Público e Geert Wilders (2)

Tradução do discurso de Geert Wilders na Câmara dos Lordes. Parte II.
O itálico é meu.

" Não admira que Winston Churchill tenha chamado ao ‘Mein Kampf’ de Hitler o novo Corão “the new Quran of faith and war, turgid, verbose, shapeless, but pregnant with its message”. (O jornal Público entre outros, faz sempre passar a ideia que Geert Wilders fora o inventor da comparação entre o Mein Kampf e o Corão. Na realidade foi Churchill que o fez. Aguardamos a todo o momento que o jornalismo de causas, esperemos que perdidas, do Público insulte Winston Churchill como islamófobo de extrema-direita . Só por uma questão de coerência).
Como sabem, Churchill fez a comparação entre o Corão e o Mein Kampf, no seu livro ‘The Second World War’, uma obra prima pelo qual recebeu o Prémio Nobel da Literatura. A comparação do Corão com o Mein Kampf é absolutamente evidente. O cerne do Corão é o apelo à jihad. Jihad pode significar muitas coisas mas é a palavra árabe para batalha. Kampf é a palavra alemã para batalha. Jihad e Kampf significam exactamente o mesmo. O Islão significa submissão, não há dúvidas relativamente ao seu objectivo. É um facto. O que está em causa é, se nós na Europa e vocês aqui na Grã Bretanha, com o vosso passado glorioso, se submeterão ou se se manterão firmes na vossa herança civilizacional. Nós vemos o Islão a sobrepor-se ao Ocidente a um ritmo incrivel. A Europa está a islamizar-se rapidamente. Muitas cidades europeias possuem enormes concentrações islâmicas. Paris, Amesterdão, Bruxelas e Berlim são só alguns exemplos. Nalgumas zonas destas cidades, as regras muçulmanas são já obrigatórias. Os direitos das mulheres estão a ser destruidos. Burqas, lenços, poligamia, mutilação genital, crimes de honra. (para os jornalistas do jornal Público estes factos não existem pois nunca se referem a eles). As mulheres são inclusivamente separadas nas aulas de educação física e de natação. Em muitas cidades existe já em vigor um apartheid. (Para o jornal Público o apartheid chama-se enriquecimento multicultural). Os judeus estão novamente a deixar a Europa em número cada vez maior. (A violência e perseguição contra judeus feita pelos muçulmanos e pela extrema-esquerda que os apoia é já de grande evidência e magnitude. Menos para o Público. Depois classificam aqueles que denunciam estes actos nazis, de extrema-direita. Afinal quem são os de extrema direita?).
Como vocês indubitalmente sabem, melhor do que eu, também no vosso país a imigração em massa e a islamização estão a crescer rapidamente. E Isto está a colocar sobre enorme pressão a sociedade britânica. Vejam o que está acontecer, por exemplo em Birmingham, Leeds e aqui em Londres. Os políticos britânicos que se esqueceram de Winston Churchill adoptaram a via da menor resistência. Desistiram. (a dona Teresa de Sousa, escriba do Público, sempre tão bem informada acerca dos mínimos pormenores da vida socio-política europeia, nunca reparou no mau estar que existe na Inglaterra e no resto da Europa acerca da islamização. Prefere enterrar a cabeça na areia e desatar aos urros de xénofobos todos os que nela se atrevem a falar).
No ano passado, o meu partido requereu ao governo Holandês que fizesse uma análise de custos-benefícios desta imigração em massa. Mas o governo recusou sequer a responder-nos. Porquê? Porque tem medo da verdade. Os sinais são bons. Uma revista holandesa – Elsevier – calculou que os custos excediam os 200 mil milhões de Euros. Só ano passado, atingiu-se a quantia de 13 mil milhões de Euros. Mais cálculos se fizeram na Europa: De acordo com o Banco Nacional da Dinamarca, cada imigrante proveniente de um país islâmico custa ao estado dinamarquês mais de 300 mil Euros. Vemos o mesmo acontecer na Noruega e na França. Podemos tirar a seguinte conclusão: A Europa torna-se cada vez mais pobre a cada dia que passa. Mais pobre graças à imigração em massa. Mais pobre graças á demografia. Os esquerdistas estão ameaçados. (algum dia o jornal de qualidade que o Público pretende ser, noticiou estes números? Nunca. Quando se refere à imigração em massa, trata-a como se fosse simultâneamente uma riqueza e uma fatalidade. A "escola" bloco de esquerda faz o seu caminho neste jornal).
Não sei se é verdade, mas diversos jornais ingleses que eu li afirmavam que havia provas que o Partido Trabalhista abriu as portas á imigração em massa para mudar a face étnica da Grã Bretanha, modificando a estrutura social com fins eleitorais. (durante semanas, com denúncias públicas de conselheiros do governo trabalhista, este tema andou nos jornais ingleses. Nem uma só palavra se leu sobre o assunto no Jornal Público. Barreira de silêncio que faz lembrar O Pravda). Andrew Neather, um ex-conselheiro do governo de Tony Blair e de Jack Straw disse que o objectivo do Partido Trabalhista relativamente á imigração em massa foi, e cito
“rub the Right’s nose in diversity and render their arguments out of date”, isto é, esfregar (esmurrar) o nariz à direita com a diversidade e tornar os seus argumentos desactualizados. Se isto é verdade, é sintomático da esquerda que temos. (Pelos vistos o jornal Público, quer pelas omissões de todos estes factos, quer pela quantidade de bloquistas, comunistas e socialistas que por lá definham na escrita, também parece que pretendem partir o nariz à direita).
Senhoras e senhores, não nos enganemos. A esquerda está a facilitar a islamização. Os esquerdistas brindam por cada banco sharia que é criado, por cada hipoteca islâmica, por cada nova escola islâmica, por cada novo tribunal islâmico. Os esquerdistas consideram o Islão igual á nossa cultura. Lei da sharia ou democracia? Islão ou liberdade? Verdadeiramente não lhes interessa. Mas interessa-nos a nós. Toda a elite esquerdista é culpada de praticar o relativismo cultural. Nas universidades, nos sindicatos, nos meios de comunicação, na política. Todos eles estão a trair as nossas liberdades tão dificilmente conquistadas. (E o jornal Público também.)
Continua
.

Jornal Público e Geert Wilders (1)

Apesar do arraial de festividades pelos 20 anos de vida, o jornal Público não tem grandes motivos para festejos. Cada vez vende menos, talvez porque os seus fiéis leitores (nos quais me incluo) já se aperceberam o que esta casa de propaganda da mentira do aquecimento global e da Eurábia, gasta.
O político holandês que o Público insiste em considerar de extrema-direita, foi convidado para mostrar o seu filme "Fitna" e discursar na Câmara dos Lordes, no Parlamento Inglês. Deixo aqui excertos do discurso que Geert Wilders fez, para os meus leitores poderem concluir como o jornalismo dhimmi do Público, não é só desinformador relativamente a quem os lê e sustenta, como, a toda informação que coloca em causa o credo multiculturalista pró-islâmico da sua linha editorial, é completamente manipulada. Os itálicos são meus.
Tradução do discurso:
"Obrigado. É bom regressar a Londres. E desta vez posso ver mais desta maravilhosa cidade do que o centro de detenção do aeroporto de Heathrow. (os trabalhistas mandaram-no prender á chegada a Heathrow, no ano passado. Não se ouviu uma palavra de indignação de qualquer jornalista do Público)
Hoje apresento-me perante vós neste extraordinário local. Na verdade, é um lugar sagrado. Como Malcolm sempre disse, é a mãe de todos os Parlamentos, e sinto-me profundamente humilde por ter esta oportunidade de falar perante vós. (para um líder da extrema-direita conforme o Público lhe chama, mostra-se bastante elogioso, talvez até religioso, para a casa da democracia inglesa).
Obrigado Lord Pearson e Lady Cox pelo vosso convite (...) Tenho grandes notícias. Pela primeira vez o meu partido, O Partido da Liberdade (estranho nome para um partido de extrema-direita conforme o jornal Público lhe chama) participou nas eleições realizadas na Holanda na quarta-feira passada. Participámos em 2 cidades. Em Almere, uma das maiores cidades holandesas e em Haia, a terceira maior cidade(...). Em Almere ganhámos e em Haia, cidade onde vive a Rainha, conseguimos o 2ºlugar.
E tenho mais boas notícias. Há duas semanas o governo holandês colapsou e em Junho teremos eleições legislativas. O futuro do Partido da Liberdade parece promissor. De acordo com as sondagens seremos o maior partido holandês. Pretendo ser modesto, mas quem sabe, posso ser eleito Primeiro Ministro nos próximos meses. Senhoras e Senhores, não longe daqui ergue-se a estátua de um dos maiores Primeiros Ministros que este país alguma vez teve (Winston Churchill). E eu gostaria de o citar aqui hoje: (estranho, os considerados fascistas pelo jornal Público, citarem os Homens que derrotaram o fascismo. Por outro lado, o jornal Público nunca citou Winston Churchill relativamente aos maometanos)

"O maomedismo (islamismo) é uma fé militante dedicada ao proselitismo. Não existe força mais retrograda no Mundo. Já se espalhou pela África Central, criando guerreiros destemidos a cada passo (...) a civilização da Europa moderna pode cair, como caiu a civilização de Roma Antiga". Estas foram as palavras de Winston Churchill no seu livro ‘The River War’ escrito em 1899.
Churchill tinha razão.

Senhoras e senhores, eu e o meu partido, não temos quaisquer problemas com os muçulmanos. Há muçulmanos moderados. A maioria dos muçulmanos são cidadãos que cumprem a lei e querem viver pacificamente como todos nós. É por isso que faço uma distinção clara entre as pessoas, os muçulmanos, e a ideologia, o Islão. Pode haver muitos muçulmanos moderados, mas não existe tal coisa como o Islão moderado. (Islão moderado só existe para o jornal Público e para outros vendidos ao Islão militante. É toda uma questão de leram a história do Islão, coisa que os jornalistas do Público parece não conhecerem). O Islão persegue a dominação do mundo. O Corão manda os muçulmanos estabelecer a lei da sharia. O Corão manda os muçulmanos exercer a jihad. O Corão comanda os muçulmanos a impor o Islão a todo o mundo. Como disse o ex-primeiro-ministro turco Erbakan: "Toda a Europa se tornará islâmica. Nós conquistaremos Roma." Fim de citação. (Interessante, o jornal Público na propaganda que faz para que a Turquia entre para a União Europeia, nunca citou estas palavras de Erbakan).

O ditador líbio, Gaddafi disse:

“Existem dezenas de milhão de muçulmanos na Europa e o seu número está a aumentar. Esta é uma clara indicação que a Europa será convertida ao Islão." Fim de citação. Na verdade, por uma vez na vida Gaddafi disse a verdade. (Neste assunto já fez bem mais pela verdade do que todos os jornalistas do Público) Porque, lembrem-se, a imigração em massa e a demografia é o objectivo! O Islão não é meramente uma religião, é principalmente uma ideologia totalitária. O Islão quer dominar todos os aspectos da vida, do berço até á cova. (Interessante os fascistas também querem controlar todos os aspectos da vida, portanto se Wilders fosse um fascista conforme o Público afirma, nunca o senhor Wilders se rebelaria contra o Islão. Pelo contrário concordaria. Quem fecha os olhos ao controlo do Islão é o jornal Público). A lei da sharia controla cada detalhe do dia a dia nas sociedades islâmicas. Desde a lei aplicada na família até ao crime. Determina como devemos comer, vestir e usar a casa de banho. Para eles, oprimir a mulher é bom, beber alcool é mau.

Eu acredito que os Islão não é compatível com o nosso estilo de vida Ocidental. O Islão é uma ameaça aos valores Ocidentais. A igualdade do homem e da mulher, a igualdade entre os homosexuais e os heterossexuais, a separação entre a igreja e o estado, a liberdade de expressão, estão sob pressão devido à islamização. Senhoras e senhores: O Islão e a liberdade, O Islão e a democracia não são compatíveis. São valores opostos. (Todos nos lembramos como é que os nazi-fascistas tratavam os homossexuais, Alexandra Coelho fez questão de nos lembrar isso no seu último artigo de opinião. Não me parece que os fascistas apelem á igualdade entre homo e heteressexuais, nem á igualdade entre os sexos. Nunca o Jornal Público, publicou estas ideias democráticas de Geert Wilders. Porquê? Das duas uma, ou não concordam com elas, ou querem demonizar deliberadamente Wilders. E porque o queriam demonizar? Porque ele desmonta a islamização em curso da Europa, da qual o jornal Público é apologista.)

continua

Friday, March 5, 2010

Geert Wilders Vence Eleições Em Almere

No dia em que o jornal Público comemora os 20 anos de existência, Geert Wilders ganhou as eleições nas cidades que concorreu. Nem no dia do seu anivesário o jornal Público teve que engolir este sapo. Engolir sapos faz bem á dispepsia. Mas nem por isso deixou o insulto de lado. Numa pequena notícia deu conta que o partido Wilders é de "extrema direita"e que ganhou as eleições como o partido mais votado.
Hoje uma cidade, amanhã a Holanda e depois a Europa.
Deixo aqui o discurso de vitória de Wilders.

Monday, March 1, 2010

Muçulmanos Escravizam Negros

Enquanto a "comunidade internacional" se entretem com o aquecimento global, e a apaziguar o totalitarismo islâmico e a fazer os possíveis para que a islamização da Europa triunfe, negros, muitos deles cristãos, são escravizados pela "religião da paz" no Sudão. É caso para perguntar, onde pára o tendencioso juíz espanhol, Baltasar Garzon estrela mediática nos meios "progressistas"? Justicialista de miopia ideológica, só vê os atentados aos Direitos Humanos onde lhe interessa. Este, e outros inflamados defensores dos Direitos Humanos, não chegam a estes pobres africanos, que vivem situações de grande injustiça e violência, sem que alguém com poder lhes estenda uma mão amiga de ajuda. Onde estão os SOS Racismo, sempre tão ligeiros a usar a palavra "racismo" em situações em que ela não se aplica erodindo-a de tal maneira que já perdeu todo o significado.
A organização CSI, Christian Solidarity International, está a fazer um trabalho notável na ajuda a estas pessoas. Os interessados em contribuir na ajuda a esta pobre gente, podem entrar em contacto com a organização via Net.
Os socialistas e os esquerdistas anafados da boa vida burguesa da Europa, mais os cínicos que atribuem o Prémio Nobel da Paz, deviam ser submetidos, durante uma semana, ao tratamento esclavagista com que os islâmicos tratam os negros, para ver se começam a ver bem onde os Direitos Humanos são verdadeiramente espezinhados e a atribuir o Prémio Nobel da Paz a quem de facto merece.
E neste caso a CSI, merece bem mais o Prémio Nobel da Paz, do que os filhos da mãe dos Al Gores, do IPCCs ou do Arafates.

Sunday, February 28, 2010

A Falsa Democrata




Eric Shih, um jovem activista da Chinese Progressive Association em S.Francisco, teria comentado acerca duma notícia que acabava de ler, que se sentia como se não tivesse tomado as suas "pílulas para a loucura". Infelizmente, suspeito que Shih, está longe de ser o único a sentir que "pílulas da loucura" são necessárias para aceitar a realidade que nos é apresentada diariamente, nos jornais e na televisão. Desde o aquecimento global até ao apaziguamento do fascismo islâmico, da corrupção evidente e galopante à erosão rápida da democracia nos países ocidentais.
Este blogue é para aqueles que não vivem sob a influência das oficialmente prescritas "crazy pills", ou para aqueles que estão desesperadamente a tentar livrar-se delas. No meio dum mundo demencial, onde a maioria (e as minorias ainda mais) parece tomada pela loucura, torna-se ainda mais dificil explicar o que é a loucura e como se manifesta. Por isso escrevo, como forma de tornar a loucura visível.


A este propósito vem o artigo de opinião de Alexandra Lucas Coelho, no Público de Sexta-Feira, dia 26 de Fevereiro, intitulado "As Famílias Verdadeiras", que pelo seu conteúdo, digamos, reaccionário, talvez seja o artigo de opinião mais fascista e arrogante que eu tenho lido desde o 25 de Abril.


Antes de mais quero aqui deixar bem claro que concordo que as minorias sexuais, gays e lésbicas, devem poder legalmente casarem-se e não serem, a qualquer título descriminados, pelas suas opções de vida.


Alexandra Coelho começa assim a sua prosa: "Há algo de fascista em ir para a rua lutar não pelos nossos direitos, mas contra o direito dos outros".


Parece-me que a democracia, institui o direito da livre expressão, da contestação e da manifestação. Tenho o direito em democracia de me manisfestar, quer seja por coisas sérias, ou não. Quer seja pelos meus direitos, quer seja por direitos alheios. Quando os professores se manifestaram contra a avaliação, estavam também a manifestar-se contra o direito que o governo tinha em realizar uma reforma no ensino, por rasca que ela fosse. Aqueles que se manifestaram contra o casamento gay, têm o direito a ter uma visão da sociedade que veja no casamento gay um atentado a um tipo de sociedade que eles estimam ou acham justa. Não concordo com eles, mas têm o direito em se manifestar. Doa a quem doer. E pelos vistos à mentalidade floribélica da Alexandra dói muito.


E continua a fascista-anti-fascista entusiamada: "(...família verdadeira? PNR? Acção Nacional? Bandeiras negras? Não soa a nada? Esqueceram-se de como Hitler tratou do assunto?" etc...


Bem aqui a senhora, mostrou, ou que é burra que nem um testo e não percebe nada do que foi o nazismo, ou inverte deliberadamente os valores e a História para que coincidem com a sua bravata argumentativa.


De facto não nos esquecemos do nazismo. O que os nazis fizeram aos homossexuais é o que os muçulmanos actualmente fazem. Por isso este blog diariamente luta contra o Islão homofóbico, anti-semita e misógino, e esta senhora jornalista bastas vezes se mostrou "deitar-se bem" com os muçulmanos, assim entendidos. Este blog é anti-fascista e anti-nazi e anti-islâmico que são formas muito semelhantes de totalitarismo.


Depois os nazis pouco ligavam à familía tradicional. A defesa deste conceito de família é sobretudo defendido pelos autoritarismos de influência católica, como os da Peninsula Ibérica e Sul americanos. Os nazis neste aspecto viam a mulher mais como um útero reprodutor da raça ariana que iria conquistar o mundo. Tal como o útero das mulheres muçulmanas... A função destas na História do Islão é basicamente de reprodução intensa para que a balança demográfica caia para o lado dos maomés. Já no século vinte vimos isso acontecer no Kosovo, no Líbano e vai acontecer na Europa. Também neste campo as opiniões de Alexandra estão bem mais perto das práticas reprodutivas islâmicas e nazis.


Depois comparou os "pais extremosos com os filhos ás cavalitas" com os nazis. E diz que os manifestantes estavam a fazer mal apesar de estarem convencidos do contrário. O que se depreende que sendo piores que os nazis (nas palavras dela) deviam ser reprimidos e não ter direito a manifestação. Mas parece-me também e novamente, que os heterosexuais são a grande maioria, portanto negar o direito da maioria em se manifestar, nada tem de democrático. Que raça de democracia é esta em que as minorias têm mais direitos do que as maiorias? Mais uma vez Alexandra aproxima-se dos totalitarismos.


Claro que as famílias não têm o direito de nos dizer como a realidade deve ser. Neste caso concordo com ela. Mas a Alexandra também não tem o direito de dizer aquelas famílias como a realidade é, nem os gays que pretenderam boicotar a manifestação comportando-se como paneleiros, não tendo sido dito uma única palavra deste comportamento anti-democrático daquelas pessoas.


De escrita descontrolada, Alexandra atira para cima o estafadinho "make love not war" relacionando, como uma qualquer "Jesus Freak", aquele slogan hippie com o Cristianismo.


E finaliza em grande: "Sim creiam, os homossexuais vão casar (já podem, digo eu) e ter filhos, é o futuro". Bem aqui Alexandra atirou-se pelo Star Gate da ficção científica dentro. Eles(as) bem que podem tentar fazer filhos, mas a não ser que a Engenharia Genética trate do assunto, o que lhes resta é a adopção.


Mas neste caso, a história vai ser outra.

Saturday, February 27, 2010

Islamic radicals 'infiltrate' the Labour Party.

Jim Fitzpatrck, Ministro do Ambiente denunciou ao Telegraph a infiltração de radicais islâmicos no Partido Trabalhista britânico. Por ter dito a verdade foi denunciado com islamofobo.


A IFE, Islamic Forum of Europe, organização apologista da jihad e da lei da sharia, que quer transformar a Inglaterra e a Europa num estado islâmico - colocou simpatizantes e militantes em gabinetes dos principais partidos políticos, de maneira a poder atingir uma maior mobilização de votantes.
Quem o afirmoufoi Jim Fitzpatrick, o Ministro do Ambiente do partido trabalhista numa entrevista ao jornal britânico Sunday Telegraph. Referiu que a IFE se tornou, com efeito, um partido secreto ou sombra dentro do partido trabalhista bem como de outros partidos.
"Actuam de maneira a colocar simpatizantes dentro dos principais partidos políticos, recrutando membros, desenvolvendo campanhas para serem eleitos de maneira a poder exercer influência e poder, quer seja ao nível governamental ou local". São claramente contrários ao programa politico do Labour devido a nossa posição a favor do secularismo" disse Fitzpatrick.
Adiantou ainda que "a IFE infiltrou e corrompeu o partido no Eastend de Londres da mesma maneira que a extrema esquerda o fez nos anos oitenta. As listas de militantes do Labour nessa zona cresceram 110% nos 2 últimos anos."
Os lideres da IFE expressam publicamente a sua posição contra a democracia, apoiam a sharia, e perseguem negros. Organizam meetings com extremistas, incluindo aliados dos Talibans, têm inclusivamente o apoio de um conspirador do ataque ao World Trade Center de 1993 e ao 11 de Setembro, actualmente investigado pelo FBI.

Para saber mais: Telegraph