Friday, October 1, 2010

Holanda Tem Novo Governo.

1.Os partidos Conservador e Democrata-Cristão vão ter o apoio do Partido da Liberdade de Geert Wilders. para formarem um governo de coligação.
Esperemos que seja o início de um caminho que leve a Holanda a controlar a entrada de mais islâmicos no país, que proíba a burqa, o nikab e os lenços islâmicos, que proíba a construção de novas mesquitas, que expulse todos aqueles que manifestam tiques de supremacismo islâmico, e sobretudo que seja proibido o livro incitador de ódio que se chama Alcorão.
Não podemos mais tolerar a intolerância. Enough is enough.


2.Uma sondagem feita na Alemanha, revelou que a maioria dos alemães acham que os imigrantes muçulmanos são um fardo para a economia e um perigo para a sociedade de valores democráticos.
A solução é fácil people! É aliviar o fardo!
  • 3. O muçulmano que lidera o processo de construção da provocadora mesquita nova-iorquina ,situada ao lado do Ground Zero, Feisal Abdul Rauf, tem uma estreita relação com o ex-Primeiro Ministro da Malásia, Mahathir Mohamad. Em recente encontro, Feisal apelou a Mahatir para se envolver na política do processo de paz do Médio Oriente. As posições anti-semitas e anti-americanas de Mahatir Mohamad são muito bem conhecidas.
  • Entretanto no Paquistão foram destruídos dezenas de camiões cisterna da NATO, com combustível imprescindível para a logística das operações militares no Afeganistão.

Al-qaeda planeia ataques

Osama b. Laden incitou as redes terroristas islâmicas a atacarem cidades europeias ao estilo dos ataques a Bombaím. Os alvos seriam multidões de turistas e assaltos armados a hotéis, onde levariam a cabo execuções de inocentes ocidentes neles hospedados.Os países escolhidos para alvo destes massacres, seriam o Reino Unido, a Alemanha e a França. 
A acção terrorista foi identificada pelos serviços secretos alemães, após terem interceptado um muçulmano que se preparava para deixar o Afeganistão em direcção a Hamburgo. Este tipo era seguido há muito tempo pelos serviços de inteligência, pois eram um dos assíduos na mesquita de Hamburgo, antes de ser encerrada, uma das muitas onde se apela à jihad contra os países Ocidentais.

Monday, September 27, 2010

Os Escravos Esquecidos.

Os escravos africanos vendidos para as Américas não foram invenção dos portugueses e das outras nações europeias navegadoras. A escravidão começou muito antes. De facto, o islão está metido na escravatura até ao pescoço. Ainda hoje, no séc. XXI, muçulmanos árabes e africanos escravizam povos animistas e cristãos. Os europeus há séculos que aboliram a escravatura. Mas o islão não. A escravatura para os países árabes ainda hoje continua.
O seguinte documentário foi apresentado pela canal Arte e dirigido por Antoine Vitkine.

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Sunday, September 26, 2010

A Profecia do Sr. Khaled

O pregador muçulmano egípcio, Amr Khaled, afirmou em árabe e sem papas na língua, aquilo que todos os muçulmanos querem ouvir e  desejam: a conquista e a submissão da Europa ao islão. A pregação foi traduzida do árabe para inglês por um ex-muçulmano. Os parenteses são meus:

"Para nós muçulmanos, a coisa mais importante é a existência de muitos milhões de muçulmanos na Europa e este facto tem muitas implicações. Os muçulmanos continuam a ter muitos filhos enquanto os europeus não; isto significa que dentro de 20 anos os muçulmanos serão a maioria, e terão uma influência excepcional na tomada de decisões políticas. Tudo isto deixa os outros grupos furiosos (deve-se estar a referir aos europeus) que consideram isto muito perigoso; estes são inimigos do islão como nós bem sabemos.
O objectivo dos inimigos do islão é conduzir 20 a 30 milhões de muçulmanos para fora da Europa (Deus o ouça!), ou provocá-los de maneira a poderem expulsá-los. Para o conseguirem, os povos europeus têm que arranjar um pretexto (não é preciso pretexto nenhum ó khaled! A Europa não permite ideologias fascistas como a do islão) para legitimarem a expulsão. Como tal, a solução dos europeus é continuarem a provocação contra os muçulmanos e continuarem a fazer coisas (que coisas? A falar e escrever livremente?) que provocarão os muçulmanos, que os poderão levar a cometer erros como ataques bombistas e outras respostas pouco apropriadas.
Nós muçulmanos devemos ser realistas e positivos (e continuarem a viver á custa da segunça social dos europeus). O que nós precisamos para que os milhões de muçulmanos infiltrem a sociedade, é mostrar que os muçulmanos são respeitáveis em todos os lugares; nas companhias onde trabalham, nos clubes desportivos e em qualquer lugar onde um muçulmano pode influenciar (leia-se converter) o europeu e sobretudo continuarem a ter filhos. Assim o plano falhará (é pouco paranóico o tipo!) e os muçulmanos permanecerão na Europa.
E nós muçulmanos só precisamos de 10 anos para tornar a Europa muçulmana." (e torná-la completamente estúpida como os países árabes).
O sr. Akmed ainda não reparou que os povos europeus já repararam  que o islão é um esterco social e ideológico, que só produz tirania, pobreza e fanatismo. O sr. Akmed ainda não reparou que os povos europeus já conhecem de gingeira todos os truques jihadistas do parasitismo islâmico. O sr.Akmed ainda não reparou que os povos europeus estão-se a mexer e não é em direcção a Meca... e mais não digo.

Save Sakineh AshtianI

A artista dinamarquesa de origem iraniana, Firoozeh Bazrafkan, editou um video em favor das libertação de Sakineh.
"Eu queimo o Corão com pontas de cigarro, o mesmo tratamento que o regime iraniano deu a Sakineh Ashtiani. Se o regime iraniano a apedrejar, eu apedrejarei o Corão. Se a enforcar, eu enforcarei o Corão.
Nas entrelinhas, o que aqui é assumido por Firoozeh e para nós, é a natureza do regime iraniano e do Corão. O regime iraniano, tal como o Alcorão são fascistas e devem ser tratados como tal.
Doa a quem doer.

Cigarette burns from Firoozeh Bazrafkan on Vimeo.

Saturday, September 25, 2010

Que anedotas!

Um ministro neo-zelandês contou publicamente a seguinte anedota:
Sabem qual é a diferença entre os muçulmanos e os Kiwis (neo-zelandeses)? Os muçulmanos... primeiro cometem adultério e depois são apedrejados (get stoned). Os Kiwis... primeiro ficam pedrados (get stoned) e depois cometem adultério.
Os filhos de Alá ficaram chocados...imaginem, como se o ministro tenha dito alguma falsidade sobre a  axeologia e as leis muçulmanas. Imediatamente o representante daquela paleolítica ideologia religiosa, acusou o ministro de racismo e "ordenou" que o ministro se retratasse pedindo desculpas ao maometanos.
Não se trata de falta de humor, trata-se de pretender que o islão e os muçulmanos estejam acima de qualquer critica e de qualquer brincadeira. É a habitual pretensão do supremacismo islâmico.
São umas anedotas...

Friday, September 24, 2010

Nem As crianças Escapam...

Já aqui deixámos várias vezes a ideia de que a multicultural Inglaterra, está à beira de uma pesadelo Orwelliano. O Daily Mail noticiou que os professores estão a ser forçados a espiar crianças a partir dos 3 anos, nos infantários e escolas primárias, no sentido da detecção de linguagem alegadamente "racista" utilizada pelos infantis. Munira Mirza, uma conselheira do Presidente da Câmara de Londres, afirmou que as escolas têm ordens para espiar e relatar abusos "racistas" de linguagem conforme o estabelecido na Race Relations Act 2000. Mais de 250 000 crianças foram acusadas de racismo desde que esta peregrina lei entrou em vigor.

O que eu gostava de saber é que tipo de tratamento dão ás crianças para que elas percebam que não devem chamar de pretos aos mais escuros, e paquis aos paquis. Talvez, quem sabe, como castigo sejam impedidas de ver os Tele Tubies, e sejam obrigadas a beber óleo de figado de bacalhau às colheradas, embora me pareça que estão mais perto de sofrer um tratamento como o apresentado no filme de Kubric, ClockWork Orange.
Nem as crianças são poupadas à lavagem ao cérebro do totalitário multiculturalismo politicamente correcto.
Mas se já as crianças não podem ser livres, na sua infantilidade, de dizer o que lhes vem à cabeça, os adultos, esses são já presos por verem clips de um Corão no espeto. De facto, 4 suspeitos de verem imagens de um naco de Alcorão a ser queimado, foram presos em Gateshead no Norte da Inglaterra. Um total de seis pessoas foram presas por terem cometido o tão "hediondo pecado" de assistirem em video ao barbeque daquele livro.

Monday, September 20, 2010

Dedicatória



Este cartaz apesar de ser norte-americano, serve como uma luva ao jornal Público.
O jornal Público continua a sua saga particular contra todos aqueles que ousam ter ideias completamente diferentes do esquerdismo militante da sua linha editorial. Agora, para este jornal de referência bloquista, os suecos que votaram no SD são todos de extrema direita, nazis, fascistas, xenófobos e pensando bem, talvez até sejam ainda parentes de Eva Braun.
Sarkozy não é louro mas expulsou uns proxenetas ciganos, e aí está o Público com setinhas para cima e para baixo, colocando o Sarkozy na companhia de Himmler. Pamela Geller do Atlas Shrugs, para estes jornalistas, não passam de uma stripper islamofoba, enquanto Obama é uma espécie de ungido. E é assim que o Público, antes de mais, tem a lata de tratar com tal menoridade o público pagante.
Para estes tipos do jornal, todos os que têm coragem de dizer que as sociedades multiculturalistas vão núas, são todos uns trastes direitistas. O dia chegará em que, nem a dissonância cognitiva de que padecem os impedirá de cairem na real. Os amanhãs cantarão outras melodias. Talvez inesperadas para estes bardamerdas a quem a ideologia multiculturalista e politicamente correcta tolda qualquer isenção na análise "jornalística" que diariamente produzem.
Se fossem vertebrados, ainda alimentaria a esperança de os ver a cometer HaraKiri.

The Warrior Song

Se quiseres viver em paz, prepara-te para a guerra.

Sunday, September 19, 2010

Grande Votação No Sverigedemokraterna.

Os resultados finais das eleições suecas só amanhã serão publicados, mas já é sabido que o Partido Democrata da Suécia se tornou o 5º maior partido com assento na parlamento. De facto, as sondagens á boca das urnas revelam que aquele partido que luta contra a islamização da Suécia conseguiu cerca de 6% dos votos, representando 20 deputados.
Apesar de terem sido demonizados pela comunicação social e pelos partidos da esquerda que estão ao serviço dos muçulmanos, a votação dos suecos no SD foi no minímo surpreendente. A confirmarem-se os resultados o SD tem melhor votação do que os Democrata Cristãos e bastante mais do que o Partido da Esquerda.
A Europa está cansada e esgotada de islão, de politicamente correcto, de comunistas e do Durão Barroso...
A Europa está acordando...Oh! yeah!

Friday, September 17, 2010

Atentado Ao Papa.

Seis homens foram detidos em Londres pela Polícia Metropolitana suspeitos de prepararem um atentado a Bento XVI. Segundo o Mail Online, citando fontes políciais, os seis homens são muçulmanos de origem magrebina. Foram presos durante a mudança de turno num depósito de lixo de Central London.
A religião da paz sempre em acção... criminosa. 
Noutras notícias, Partido Democrata da Suécia declarou temer uma revolução islâmica naquele país nórdico tal como aconteceu no Irão no final dos anos 70. A quantidade de muçulmanos naquele país é tão grande que grandes cidades como Malmoe são praticamente dominadas pelos muçulmanos.
Entretanto, a Itália propõe banir a burqa, o chador e outras vestimentas islâmicas próprias da noite do Halloween, de maneira similar á adoptada pela França.
E agoro deixo aqui uma aula de sexologia acerca da masturbação feminina, vinda directamente da noite dos tempos naquela altura em  que os cowboys ainda montavam em dinossauros.
São uns fascistas divertidos este imams não acham?



Tuesday, September 14, 2010

The Stoning Of Soraya M

Mais um filme que apesar de ter sido premiado numa série de festivais internacionais de cinema não chegou aos circuitos comerciais. Porque será?

Kalifornistan

Um filme a não perder, num cinema que não está próximo de si, porque o filme foi censurado.

Monday, September 13, 2010

História de Uma Muçulmana Moderada E De Seu Médico Judeu.

Esta é uma história verdadeira contada na primeira pessoa. Por motivos óbvios o nome dos envolvidos foi subtraído.

"Sou médico há 20 anos. Sou também judeu. Nunca o escondi dos meus pacientes. Não há muito tempo, recebi no consultório uma senhora muçulmana, que trajava com véu. Trazia com ela o seu filho, ainda criança. A senhora padecia de problemas intestinais e estava irremediavelmente a emagrecer. A senhora garantiu-me que médico algum a conseguira ajudar tratando-a da doença que sofria.
Numa única consulta resolvi-lhe o problema. A senhora marcou nova consulta desta vez para o seu outro filho mais novo, que também padecia de um problema que nenhum outro médico conseguia tratar.
Antes de nova consulta a mãe mandou-me um longo e-mail. Nela anunciava que se tinha inscrito num esforço internacional para boicotar qualquer pessoa, grupo ou negócio que apoiasse Israel.
Ela escreveu, que se eu apoiasse Israel nunca mais me deixaria tratar dos seus filhos. Então descreveu como os israelitas oprimiam os muçulmanos, e como criminosos deviam ser trazidos à justiça.
Eu respondi que apoio Israel como Estado Judeu. Acrescentei que questionava a inteligência de qualquer mãe que negasse um apoio médico de qualidade baseado em ideias políticas.

Ela então enviou-me um curto email afirmando que eu era arrogante e a verdadeira razão para não regressar com os seus filhos ao meu consultório, era porque as crianças me odiavam. Em 20 anos de prática médica cuidando de pessoas de diferentes origens e backgrounds, nunca experimentei tal situação. Os meus pacientes muçulmanos costumavam ser simpáticos e nunca se discutia religião. Todavia, nos últimos anos algo mudou em muitos deles. Eles agora exigem que eu actue de acordo com a maneira como eles vêm as coisas ou ser punido de qualquer forma. A ideologia do islamismo está a exigir poder e eles nunca aceitam um "não" como resposta."
Por muito perversa que esta história pode parecer, não é virgem. O Dr. Sion Houri da fundação israelita Save A Child's Heart relatou histórias semelhantes de fanatismo paternal e de abuso por razões óbvias.
Qualquer semelhança com a Alemanha Nazi não é pura coincidência.

No Paquistão Queimam-se Cristãos.

No Paquistão, cristãos foram queimados vivos só por serem cristãos. Pergunto-me porque é que o Ban Ki Moon, Obama, General Petraeus, Durão Barroso e todos os demais preocupados com o Corão assado, não dizem uma palavra contra estes crimes bárbaros cometidos por muçulmanos.


Primeiro Ministro Turco Quer A Europa Islamizada

Os Europeus Têm Um Grande Vazio No Coração

Na entrevista a um programa de TV dinamarquesa, Mark Steyn, autor de America Alone prevê o futuro negro da Europa.
O clip original foi divulgado por Baron Bodissey do Weblog Gates Of Vienna.

Liberdade e insulto

Tomei a liberdade de copiar para Neuromante uma opinião de Desidério Murcho (DM), sobre o tema que dá nome a este post. Por achar MUITO PERTINENTE nos dias que correm com a análise feita por DM relativamente a este (e muitos outros) propósito(s). Espero que DM não leve a mal esta pequena rapina das suas palavras e ideias.
"Há quem pense que é possível conciliar a liberdade de expressão e a proibição do insulto. Mas isto é falso; como escreveu Orwell, "Se a liberdade significa realmente alguma coisa, significa o direito de dizer às pessoas o que elas não querem ouvir".

O conceito de insulto é demasiado escorregadio para se poder determinar o que é um insulto ou não. Nem todas as falsidades que se afirmam de alguém o insultam: se as pessoas disserem que o papa é espanhol, estarão a dizer uma falsidade que não insulta os católicos. Mas algumas verdades são sentidas como insultuosas: afirmar que o papa é um homem que usa roupas que parecem saias e que acredita que o vinho se transforma em sangue de Cristo é afirmar verdades, mas poderão ser sentidas como insultuosas por alguns católicos. Assim, um insulto é seja o que for que alguém afirma e que outra pessoa qualquer não gosta, por este ou aquele motivo. Donde se segue que se aceitarmos a proibição do insulto, colocamos uma mordaça ubíqua na liberdade de expressão, pois seja o que for que alguém diz pode ser entendido como insultuoso por outra pessoa qualquer.

Hoje é moda na vida pública virem várias pessoas a público defender o direito de silenciar os outros porque se sentiram ofendidos. Não se pode por isso dizer mal da homossexualidade, ou da religião, da democracia ou da liberdade. Pode parecer paradoxal, mas este estado de coisas é uma ameaça à liberdade dos homossexuais, à liberdade religiosa, à democracia e à própria liberdade. Pois se as pessoas forem policiadas por dentro, evitando dizer o que realmente pensam, vão continuar a pensar tolices que ameaçam a democracia e a liberdade, mas não as vão exprimir e como tal torna-se impossível explicar-lhes o erro em que caíram.


A ideia de viver em liberdade e democracia inclui a ideia de aprender a viver com a diversidade de ideias e estilos de vida, o que implica a disposição para aceitar a realidade tal como é, com pessoas que nos desagradam mas que têm direito a existir. A humanidade é muito diversificada; sem uma vontade honesta para a aceitar, a liberdade e a democracia estarão sempre ameaçadas. As pessoas religiosas preferiam um mundo sem ateus, alguns ateus preferiam um mundo sem pessoas religiosas, muitas pessoas preferiam um mundo sem homossexuais, e estes preferiam um mundo sem essas pessoas. É esta desvontade para aceitar a humanidade tal como é que faz as pessoas deitar mão do conceito de insulto: é uma tentativa infantil de fingir que no mundo não há pessoas que nos desagradam profundamente, pois se elas existirem mas estiverem caladinhas, até parece que não existem.
Esta atitude impede-nos de aprender a viver uns com os outros, com todas as nossas diferenças. Precisamos de saber organizar a sociedade de modo que as pessoas se sintam bem, independentemente de serem ateias ou religiosas, homossexuais ou astrólogas. E para isso, temos de abandonar o escorregadio conceito de insulto e aceitar plenamente a liberdade genuína de expressão."

Desidério Murcho

Sunday, September 12, 2010

Referendo Na Turquia

Erdogan, o primeiro-ministro turco, consegui que a sua agenda política avance em nome da democracia. A feliz comunicação social europeia assim o entende...
Também a União Europeia, que ainda observa a Turquia como um eventual membro, bem pode aplaudir as "reformas democráticas", mas o que realmente significa a votação no referendo é o avanço da islamização da Turquia, e se esta se tornar membro da UE, significa a islamização também da Europa. Por outras palavras, Erdogan está a fazer avançar uma aparência de democracia porque lhe é, neste momento, um instrumento útil de relações públicas. 
Para este tipo de gente, as democracias são só boas se os cidadãos escolherem votar em todo o tipo de tiranias, incluindo a sharia. Esta noção do oportunismo de fachada  democrática por parte de Erdogan e de outros do seu calibre, é frequentemente obscurecida por dois dogmas politicamente correctos: primeiro, que nós europeus e os turcos (e muçulmanos de uma maneira geral) partilhamos os mesmos valores e a mesma cosmovisão. Segundo, as elites europeias adoptaram o dogma (diria mesmo a profissão de fé) que o islão é bom, moderado, pacífico, tolerante e pluralista.
Esta assunção, afinal de contas, foi fundamental no jogo planeado para o Iraque e Afeganistão. Aliás o país também pertence á NATO. Mas será que tudo isto é suficiente para que a Turquia sob uma liderança islamista possa conviver como membro de pleno direito na União Europeia sem esta correr o risco de descaracterizar na sua matriz judaico-cristã civilizacional? E estará a Turquia verdadeiramente interessada ser só mais um membro da UE?
Eu, penso que não. Há uma questão de valores e prioridades que é de longe mais fundamental para a Turquia. Este partido que ocupa o governo tem raízes profundas no islão político, e persegue níveis de controlo sobre o sistema judicial verdadeiramente inapropriados em qualquer democracia digna desse nome. Ainda assim, a ideia que Erdogan faz passar é a trazer a constituição para uma linha mais próxima da exigida pela UE. A oposição turca refere mesmo que as emendas feitas na constutuição reforçarão o controlo do governo sobre o sistema de justiça turco, isto é uma pé na sharia outro na UE, naquilo apelidam mesmo de golpe de estado islamista. 
O que a Turquia pretende é ser lider da umma. No fundo, é restaurar  a influência do Império Otomano perdida. A ferocidade com que Erdogan se atira a Israel, é disso exemplo.
Não serão os militares as únicas vítimas do resultado deste referendo. A própria sociedade turca sofrerá uma regressão civilizacional. O islamismo emergiu de novo na Turquia com todas as consequências que este facto já veio trazer para a região.: cooperação militar com a Síria, considerada um estado patrocionador do terrorismo, onde constituiu, conjuntamente com este país, um Conselho Superior de Cooperação Estratégica; cancelaram a participação de Israel nos exercícios militares da NATO em solo turco; aproximação estratégica  ao Irão, país que fomenta o terrorismo no Afeganistão contra as tropas da NATO enquanto desenvolve planos para riscar Israel do mapa. Erdogan, festejou provocadoramente a reeleição fraudulenta de Ahmadinejad...etc.
A ironia disto tudo é que, a UE congratula-se com o resultado do referendo, por outras palavras, com o fim do secularismo na sociedade turca.
É tempo de deixar claro que os europeus não só, não querem a Turqui a na UE como a querem fora da NATO.

Fascistas Islâmicos Insultam Carla Bruni.

Recentemente Carla Bruni escreveu e publicou uma carta aberta onde declarava o seu apoio a Ashtiani, a viúva iraniana condenada á morte por apedrejamento por alegadamente ter cometido adultério. Os media daquele regime fascista directamente inspirado no Corão reagiu, apelidando Carla Bruni de prostituta e afirmando que ela própria merecia ser condenada á morte. Verdadeiramente típico da mentalidade violenta e assassina dos muçulmanos.
No início da semana transacta, o Vaticano levantou a questão de participar activamente nos esforços diplomáticos destinados a salvar a vida de Sakineh Mohammadi Ashtiani. Foi a primeira vez que a Igreja Católica se pronunciou publicamente sobre este caso, classificando o apedrejamento como uma forma particularmente brutal de pena capital.
Entretanto, Ashtiani pode ter sofrido 99 chicotadas na prisão, tudo resultado de uma confusão sobre uma fotografia de uma mulher sem véu, com brincos e baton publicada pelo Times de Londres, e identificada como sendo Ashtiani. Cinco dias depois o Times retratou-se afirmando que a mulher da fotografia era de facto uma iraniana exilada na Suécia. Para Sakiné entretanto era tarde de mais, pois correm rumores que fora chicoteada na prisão acusada de "indecência" após a foto ter sido publicada.