O festival anual de Paris de música electrónica, vulgarmente conhecida por Tecno, foi arruinado quando bandos de negros atacaram jovens brancos que dançavam na rua. Numerosos jovens tiveram que ser tratados por paramédicos. Muitas raparigas foram sexualmente molestadas por aqueles inergúmenos racistas. Este violento evento aconteceu no dia 29 de Setembro, e a comunicação social, mais uma vez, assobiou para o lado. Imagine o leitor se a coisa acontecia ao contrário. A história dava volta ao mundo, realizavam-se conferências, o Durão Barroso deitava faladura sobre o perigo iminente da extrema-direita na UE. Elaborar-se-iam planos em comissões especializadas pagas por todos nós para tratar do caso. Como foram negros, está tudo bem, mesmo quando acaba mal.
Esta é a segunda vez no intervalo de 30 dias, que bandos de rúfias pretos, motivados racialmente, atacam Paris. No mês passado uma parada de imigrantes chineses foi brutalmente interrompida devidos aos ataques de gangs pretos.
Muitos dos refugiados do genocídio que o Sudão muçulmano leva a cabo com a maior das impunidades, preferem viver em Israel do que no Egipto. Se Israel é um estado que pratica o apartheid conforme a propaganda palestiana, ampliada pelo meios de comunicação da Eurábia, querem fazer crer, como é que se explica que tantos refugiados africanos, sendo uma apreciavel percentagem até muçulmanos, pretendem asilo em Israel? Mistérios da vida e da natureza? Claro que não. Israel é o único estado democrático da região e respeita os direitos humanos de todos aqueles que querem viver em paz dentro ou fora das suas fronteiras.
1.Os partidos Conservador e Democrata-Cristão vão ter o apoio do Partido da Liberdade de Geert Wilders. para formarem um governo de coligação.
Esperemos que seja o início de um caminho que leve a Holanda a controlar a entrada de mais islâmicos no país, que proíba a burqa, o nikab e os lenços islâmicos, que proíba a construção de novas mesquitas, que expulse todos aqueles que manifestam tiques de supremacismo islâmico, e sobretudo que seja proibido o livro incitador de ódio que se chama Alcorão.
Não podemos mais tolerar a intolerância. Enough is enough.
2.Uma sondagem feita na Alemanha, revelou que a maioria dos alemães acham que os imigrantes muçulmanos são um fardo para a economia e um perigo para a sociedade de valores democráticos.
A solução é fácil people! É aliviar o fardo!
3. O muçulmano que lidera o processo de construção da provocadora mesquita nova-iorquina ,situada ao lado do Ground Zero, Feisal Abdul Rauf, tem uma estreita relação com o ex-Primeiro Ministro da Malásia, Mahathir Mohamad. Em recente encontro, Feisal apelou a Mahatir para se envolver na política do processo de paz do Médio Oriente. As posições anti-semitas e anti-americanas de Mahatir Mohamad são muito bem conhecidas.
Entretanto no Paquistão foram destruídos dezenas de camiões cisterna da NATO, com combustível imprescindível para a logística das operações militares no Afeganistão.
Osama b. Laden incitou as redes terroristas islâmicas a atacarem cidades europeias ao estilo dos ataques a Bombaím. Os alvos seriam multidões de turistas e assaltos armados a hotéis, onde levariam a cabo execuções de inocentes ocidentes neles hospedados.Os países escolhidos para alvo destes massacres, seriam o Reino Unido, a Alemanha e a França.
A acção terrorista foi identificada pelos serviços secretos alemães, após terem interceptado um muçulmano que se preparava para deixar o Afeganistão em direcção a Hamburgo. Este tipo era seguido há muito tempo pelos serviços de inteligência, pois eram um dos assíduos na mesquita de Hamburgo, antes de ser encerrada, uma das muitas onde se apela à jihad contra os países Ocidentais.
Os escravos africanos vendidos para as Américas não foram invenção dos portugueses e das outras nações europeias navegadoras. A escravidão começou muito antes. De facto, o islão está metido na escravatura até ao pescoço. Ainda hoje, no séc. XXI, muçulmanos árabes e africanos escravizam povos animistas e cristãos. Os europeus há séculos que aboliram a escravatura. Mas o islão não. A escravatura para os países árabes ainda hoje continua.
O seguinte documentário foi apresentado pela canal Arte e dirigido por Antoine Vitkine.
O pregador muçulmano egípcio, Amr Khaled, afirmou em árabe e sem papas na língua, aquilo que todos os muçulmanos querem ouvir e desejam: a conquista e a submissão da Europa ao islão. A pregação foi traduzida do árabe para inglês por um ex-muçulmano. Os parenteses são meus:
"Para nós muçulmanos, a coisa mais importante é a existência de muitos milhões de muçulmanos na Europa e este facto tem muitas implicações. Os muçulmanos continuam a ter muitos filhos enquanto os europeus não; isto significa que dentro de 20 anos os muçulmanos serão a maioria, e terão uma influência excepcional na tomada de decisões políticas. Tudo isto deixa os outros grupos furiosos (deve-se estar a referir aos europeus) que consideram isto muito perigoso; estes são inimigos do islão como nós bem sabemos.
O objectivo dos inimigos do islão é conduzir 20 a 30 milhões de muçulmanos para fora da Europa (Deus o ouça!), ou provocá-los de maneira a poderem expulsá-los. Para o conseguirem, os povos europeus têm que arranjar um pretexto (não é preciso pretexto nenhum ó khaled! A Europa não permite ideologias fascistas como a do islão) para legitimarem a expulsão. Como tal, a solução dos europeus é continuarem a provocação contra os muçulmanos e continuarem a fazer coisas (que coisas? A falar e escrever livremente?) que provocarão os muçulmanos, que os poderão levar a cometer erros como ataques bombistas e outras respostas pouco apropriadas.
Nós muçulmanos devemos ser realistas e positivos (e continuarem a viver á custa da segunça social dos europeus). O que nós precisamos para que os milhões de muçulmanos infiltrem a sociedade, é mostrar que os muçulmanos são respeitáveis em todos os lugares; nas companhias onde trabalham, nos clubes desportivos e em qualquer lugar onde um muçulmano pode influenciar (leia-se converter) o europeu e sobretudo continuarem a ter filhos. Assim o plano falhará (é pouco paranóico o tipo!) e os muçulmanos permanecerão na Europa.
E nós muçulmanos só precisamos de 10 anos para tornar a Europa muçulmana." (e torná-la completamente estúpida como os países árabes).
O sr. Akmed ainda não reparou que os povos europeus já repararam que o islão é um esterco social e ideológico, que só produz tirania, pobreza e fanatismo. O sr. Akmed ainda não reparou que os povos europeus já conhecem de gingeira todos os truques jihadistas do parasitismo islâmico. O sr.Akmed ainda não reparou que os povos europeus estão-se a mexer e não é em direcção a Meca... e mais não digo.
A artista dinamarquesa de origem iraniana, Firoozeh Bazrafkan, editou um video em favor das libertação de Sakineh.
"Eu queimo o Corão com pontas de cigarro, o mesmo tratamento que o regime iraniano deu a Sakineh Ashtiani. Se o regime iraniano a apedrejar, eu apedrejarei o Corão. Se a enforcar, eu enforcarei o Corão.
Nas entrelinhas, o que aqui é assumido por Firoozeh e para nós, é a natureza do regime iraniano e do Corão. O regime iraniano, tal como o Alcorão são fascistas e devem ser tratados como tal.
Um ministro neo-zelandês contou publicamente a seguinte anedota:
Sabem qual é a diferença entre os muçulmanos e os Kiwis (neo-zelandeses)? Os muçulmanos... primeiro cometem adultério e depois são apedrejados (get stoned). Os Kiwis... primeiro ficam pedrados (get stoned) e depois cometem adultério.
Os filhos de Alá ficaram chocados...imaginem, como se o ministro tenha dito alguma falsidade sobre a axeologia e as leis muçulmanas. Imediatamente o representante daquela paleolítica ideologia religiosa, acusou o ministro de racismo e "ordenou" que o ministro se retratasse pedindo desculpas ao maometanos.
Não se trata de falta de humor, trata-se de pretender que o islão e os muçulmanos estejam acima de qualquer critica e de qualquer brincadeira. É a habitual pretensão do supremacismo islâmico.
Já aqui deixámos várias vezes a ideia de que a multicultural Inglaterra, está à beira de uma pesadelo Orwelliano. O Daily Mail noticiou que os professores estão a ser forçados a espiar crianças a partir dos 3 anos, nos infantários e escolas primárias, no sentido da detecção de linguagem alegadamente "racista" utilizada pelos infantis. Munira Mirza, uma conselheira do Presidente da Câmara de Londres, afirmou que as escolas têm ordens para espiar e relatar abusos "racistas" de linguagem conforme o estabelecido na Race Relations Act 2000. Mais de 250 000 crianças foram acusadas de racismo desde que esta peregrina lei entrou em vigor.
O que eu gostava de saber é que tipo de tratamento dão ás crianças para que elas percebam que não devem chamar de pretos aos mais escuros, e paquis aos paquis. Talvez, quem sabe, como castigo sejam impedidas de ver os Tele Tubies, e sejam obrigadas a beber óleo de figado de bacalhau às colheradas, embora me pareça que estão mais perto de sofrer um tratamento como o apresentado no filme de Kubric, ClockWork Orange.
Nem as crianças são poupadas à lavagem ao cérebro do totalitário multiculturalismo politicamente correcto.
Mas se já as crianças não podem ser livres, na sua infantilidade, de dizer o que lhes vem à cabeça, os adultos, esses são já presos por verem clips de um Corão no espeto. De facto, 4 suspeitos de verem imagens de um naco de Alcorão a ser queimado, foram presos em Gateshead no Norte da Inglaterra. Um total de seis pessoas foram presas por terem cometido o tão "hediondo pecado" de assistirem em video ao barbeque daquele livro.
Este cartaz apesar de ser norte-americano, serve como uma luva ao jornal Público.
O jornal Público continua a sua saga particular contra todos aqueles que ousam ter ideias completamente diferentes do esquerdismo militante da sua linha editorial. Agora, para este jornal de referência bloquista, os suecos que votaram no SD são todos de extrema direita, nazis, fascistas, xenófobos e pensando bem, talvez até sejam ainda parentes de Eva Braun.
Sarkozy não é louro mas expulsou uns proxenetas ciganos, e aí está o Público com setinhas para cima e para baixo, colocando o Sarkozy na companhia de Himmler. Pamela Geller do Atlas Shrugs, para estes jornalistas, não passam de uma stripper islamofoba, enquanto Obama é uma espécie de ungido. E é assim que o Público, antes de mais, tem a lata de tratar com tal menoridade o público pagante.
Para estes tipos do jornal, todos os que têm coragem de dizer que as sociedades multiculturalistas vão núas, são todos uns trastes direitistas. O dia chegará em que, nem a dissonância cognitiva de que padecem os impedirá de cairem na real. Os amanhãs cantarão outras melodias. Talvez inesperadas para estes bardamerdas a quem a ideologia multiculturalista e politicamente correcta tolda qualquer isenção na análise "jornalística" que diariamente produzem.
Se fossem vertebrados, ainda alimentaria a esperança de os ver a cometer HaraKiri.
Os resultados finais das eleições suecas só amanhã serão publicados, mas já é sabido que o Partido Democrata da Suécia se tornou o 5º maior partido com assento na parlamento. De facto, as sondagens á boca das urnas revelam que aquele partido que luta contra a islamização da Suécia conseguiu cerca de 6% dos votos, representando 20 deputados.
Apesar de terem sido demonizados pela comunicação social e pelos partidos da esquerda que estão ao serviço dos muçulmanos, a votação dos suecos no SD foi no minímo surpreendente. A confirmarem-se os resultados o SD tem melhor votação do que os Democrata Cristãos e bastante mais do que o Partido da Esquerda.
A Europa está cansada e esgotada de islão, de politicamente correcto, de comunistas e do Durão Barroso...
A Europa está acordando...Oh! yeah!
Seis homens foram detidos em Londres pela Polícia Metropolitana suspeitos de prepararem um atentado a Bento XVI. Segundo o Mail Online, citando fontes políciais, os seis homens são muçulmanos de origem magrebina. Foram presos durante a mudança de turno num depósito de lixo de Central London.
A religião da paz sempre em acção... criminosa.
Noutras notícias, Partido Democrata da Suécia declarou temer uma revolução islâmica naquele país nórdico tal como aconteceu no Irão no final dos anos 70. A quantidade de muçulmanos naquele país é tão grande que grandes cidades como Malmoe são praticamente dominadas pelos muçulmanos.
Entretanto, a Itália propõe banir a burqa, o chador e outras vestimentas islâmicas próprias da noite do Halloween, de maneira similar á adoptada pela França.
E agoro deixo aqui uma aula de sexologia acerca da masturbação feminina, vinda directamente da noite dos tempos naquela altura em que os cowboys ainda montavam em dinossauros.
São uns fascistas divertidos este imams não acham?
Esta é uma história verdadeira contada na primeira pessoa. Por motivos óbvios o nome dos envolvidos foi subtraído.
"Sou médico há 20 anos. Sou também judeu. Nunca o escondi dos meus pacientes. Não há muito tempo, recebi no consultório uma senhora muçulmana, que trajava com véu. Trazia com ela o seu filho, ainda criança. A senhora padecia de problemas intestinais e estava irremediavelmente a emagrecer. A senhora garantiu-me que médico algum a conseguira ajudar tratando-a da doença que sofria.
Numa única consulta resolvi-lhe o problema. A senhora marcou nova consulta desta vez para o seu outro filho mais novo, que também padecia de um problema que nenhum outro médico conseguia tratar.
Antes de nova consulta a mãe mandou-me um longo e-mail. Nela anunciava que se tinha inscrito num esforço internacional para boicotar qualquer pessoa, grupo ou negócio que apoiasse Israel.
Ela escreveu, que se eu apoiasse Israel nunca mais me deixaria tratar dos seus filhos. Então descreveu como os israelitas oprimiam os muçulmanos, e como criminosos deviam ser trazidos à justiça.
Eu respondi que apoio Israel como Estado Judeu. Acrescentei que questionava a inteligência de qualquer mãe que negasse um apoio médico de qualidade baseado em ideias políticas.
Ela então enviou-me um curto email afirmando que eu era arrogante e a verdadeira razão para não regressar com os seus filhos ao meu consultório, era porque as crianças me odiavam. Em 20 anos de prática médica cuidando de pessoas de diferentes origens e backgrounds, nunca experimentei tal situação. Os meus pacientes muçulmanos costumavam ser simpáticos e nunca se discutia religião. Todavia, nos últimos anos algo mudou em muitos deles. Eles agora exigem que eu actue de acordo com a maneira como eles vêm as coisas ou ser punido de qualquer forma. A ideologia do islamismo está a exigir poder e eles nunca aceitam um "não" como resposta."
Por muito perversa que esta história pode parecer, não é virgem. O Dr. Sion Houri da fundação israelita Save A Child's Heart relatou histórias semelhantes de fanatismo paternal e de abuso por razões óbvias.
Qualquer semelhança com a Alemanha Nazi não é pura coincidência.
No Paquistão, cristãos foram queimados vivos só por serem cristãos. Pergunto-me porque é que o Ban Ki Moon, Obama, General Petraeus, Durão Barroso e todos os demais preocupados com o Corão assado, não dizem uma palavra contra estes crimes bárbaros cometidos por muçulmanos.
Na entrevista a um programa de TV dinamarquesa, Mark Steyn, autor de America Alone prevê o futuro negro da Europa.
O clip original foi divulgado por Baron Bodissey do Weblog Gates Of Vienna.