Sunday, June 13, 2010

Ligações Do Islão Ao Nazismo (2)


A partir de 1881, devido às perseguições no Leste europeu, judeus começaram a afluir à Palestina que por essa altura era uma província turca do Império Otomano. Depois da derrota na I Guerra Mundial, a Palestina ficou sob Mandato Britânico. O projecto Sionista, era modesto. Com a chegada de Hitler ao poder na Alemanha, a fuga de judeus para a Palestina intensificou-se. A demografia cresceu. Jerusalém nos meados do séc. XIX era uma pequena cidade com uma maioria pitoresca e empobrecida de judeus. No entanto, pelo final do séc. XIX Jerusalém tornou-se uma grande cidade, com uma maioria de árabes. Ao contrário do que a propaganda islamista e esquerdista quer fazer crer, a maioria de árabes em Jerusalém só aconteceu basicamente a partir do séc. XX. Mas nos anos 30, a quantidade de judeus na Palestina já pedia meças à quantidade de árabes, pelas razões acima explicadas.

Como facilmente já todos percebemos pela experiência na Europa actual, a boa vizinhança não é um dos atributos das gentes governadas pelo Corão. Especialmente se a demografia está pelo lado deles. Por isso na Europa concentram-se deliberadamente em guetos, para encontrarem uma força colectiva maior.

Naquela época, os conflitos entre árabes e judeus não tardaram a estalar. Conflitos estes que foram acompanhados com grande interesse em Berlim. Apoiando os árabes, Hitler matava dois coelhos com uma só pancada. Os coelhos são obviamente os judeus e o Império Inglês. O apoio em armas e fundos para Haj Amin al-Husseini não tardou. Este personagem inquietante, mufti de Jerusalém, foi tio de Arafat e amigo declarado da causa nazi, de tal maneira que foi considerado criminoso de guerra a ser julgado no Tribunal de Nuremberga, onde, graças a De Gaulle, nunca lá pôs os pés e eventualmente acabaria com o laço de corda à volta da cabeça. Mas os Nazis queriam não só exportar armas como exportar a ideologia, e necessitavam de verdadeiros crentes no nazismo na região. Apesar de se encontrarem judeus espalhados por vastas regiões muçulmanas, desde Marrocos ao Iraque e à Síria, tomavam pouco atenção e interesse ao conflito entre judeus e palestinianos em Jerusalém.

O grande conflito entre árabes e judeus, algo numa escala regional, veio à luz do dia a partir do momento em que al Banna (avô de Tariq Ramadan e fundador da Irmandade Muçulmana) e seus seguidores e aliados lançaram uma campanha de solidariedade para com Amin al-Husseini, que teve como consequência actos violência contra os judeus nas ruas do Cairo, e em diversos outros locais da rua árabe. O movimento islamista contrariou todas as possíveis vias de entendimento entre árabes e judeus, nem que fossem assentes numa base comercial de interesse mútuo.

De ponto de vista Nazi, por outro lado, a noção de que os árabes poderiam atingir um qualquer compromisso com os judeus  tornava-se um anátema. Eles pretendiam que mesmo na Palestina fossem exterminados. Traduziram como propaganda em 1938, o Mein Kampf e os Protocolos dos Velhos do Sião para árabe, e até hoje, foram bem sucedidos.

(continua)

We´ll Conquer The World

Ligações Do Islão Ao Nazismo (1)


Palestinianos nos anos 30 mostram o seu ideal Nazi.

Os ataques do 11 de Setembro inspiraram numerosos estudos retrospectivos das raízes da violência muçulmana em direcção ao Ocidente. Historiadores e académicos muitas vezes divergiram nas análises e interpretações dos factos. Contudo, poucos exploraram as ligações dos movimentos islâmicos ao nazi-fascismo dos anos trinta e quarenta europeus.

Esta perspectiva, é também a história da política externa alemã nesses anos negros da Europa, que assentava numa contradição ideológica surpreendente, pela necessidade vital de atrair para o campo nacional-socialista o maior número de aliados e amigos no mundo. Lembremo-nos que a Alemanha lutava contra a força titânica do Império Britânico no Ocidente, a União Soviética e o comunismo a Leste, e aquilo que eles chamavam o Internacional Judaísmo, por todo o lado. E mais tarde os Estados Unidos da América. Os Nazis propuseram-se a derrotar todos estes inimigos e remodelar o mundo segundo as suas conveniências e disposições ideológicas.

Tal como hoje, o anti-semitismo prosperava na vanguarda do mundo das artes e da literatura. O anti-semitismo teológico também, desde tradição de extrema-direita da Cristandade conservadora até ao Vaticano. Estas doutrinas anti-semitas tiveram um efeito perverso de aumentar ainda mais a animosidade contra os Judeus, por razões que pouco tinham de ideológicas. A era moderna de perseguições aos Judeus começou em 1881 na Rússia czarista. Pogroms aconteceram no Leste, na Rússia e na Polónia acompanhados com o reforço do poder das facções políticas anti-semitas.

A perseguição levada a cabo no Leste teve como consequência a fuga de milhões de judeus para todo o lado onde se sentissem mais seguros. E onde eles paravam, despoletavam todo o tipo de rancor nos seus novos vizinhos. E nestas circunstâncias, a ideia Nazi de que os Judeus eram inimigos da espécie humana tornou-se aceitável e plausível aos olhos de um cada vez maior número de pessoas por todo o mundo. De qualquer maneira, o oportunismo é a grande lei da História, e até 1944, as políticas pró-fascistas pareciam uma aposta razoável.

A política externa da Alemanha Nazi deparava-se no entanto com uma complicação na promoção propagandística das suas ideias letais. A atracção de novos povos e raças para o seu seio ideológico chocava com o conceito da superioridade ariana que era central na ideologia nacional-socialista. O que é que os potenciais aliados não arianos pensariam da teoria da supremacia ariana? Não é inteiramente óbvia, que tipo de apologia ou de explicação os diplomatas alemães poderiam possivelmente oferecer a outros povos que constituíam, para azar dos Nazis, a maior parte da população mundial. Apesar dos árabes e muçulmanos em geral, terem adoptado os ideais Nazis, estas eram considerados pertencerem a uma raça inferior pela ideologia racial alemã. Em 1939, Bernard Lewis contou que Hitler descreveu, num discurso, que os povos do Médio Oriente eram "meio-macacos que querem sentir o chicote". Apesar desta dificuldade, os nazis conseguiram trazer os árabes para o seu campo.

A questão dos Judeus trazia ainda mais dificuldades para a diplomacia e propaganda Nazi, para além das fronteiras europeias. Tal como hoje acontece nos países muçulmanos, especialmente nos árabes, os Judeus para os Nazis, eram bastante mais do que pessoas odiosas a evitar. Os Judeus eram considerados terríficos. Eles constituíam uma conspiração invisível e sinistra com séculos de existência, como fora revelado na célebre falsidade que se chama “Os Protocolos dos Anciãos do Sião”, composto pela polícia secreta czarista em Paris no virar do século. Este livro, depois do Corão, juntamente com o Mein Kampf do Hitler, ainda é o livro mais lido nos países muçulmanos.

Tal como os islâmicos hoje exigem na Europa, os Nazis desqualificaram o Cristianismo na Alemanha, tendo retirado das paredes das escolas os crucifixos. Os Nazis pretendiam erradicar toda a ética Cristã. O seu sonho mais querido consistia em revitalizar os rituais pagãos, tal como os vividos pelas audiências das óperas de Wagner.
Tal como veremos, em futuros posts sobre este assunto, uma das frentes jihadistas mais incisivas na Europa, é fazer passar a ideia que o Cristianismo nada tem haver com o Antigo Testamento Hebreu, afastando assim a conceito base da civilização Judaico-Cristã, substituindo-a por um Jesus Cristo, profeta menor do Islão, tornando assim o islamismo como a fonte religiosa,ética e ideológica da Europa.
As tácticas islâmicas e nazis são idênticas. Os meios são os mesmos e destinam-se aos mesmos fins.

Thursday, June 10, 2010

Crise Humanitária Em Gaza? É Pura Propaganda.

O repórter dinamarquês, Steffen Jensen, visitou Gaza para ver in loco como tão más estavam as coisas por lá, a acreditar no brado que se ouve nos meios de comunicação e nos meios políticos de todo o mundo. Steffen esperava encontrar uma situação desesperada á beira do colapso. Esperava encontrar a comunidade palestiniana a desintegrar-se como muitos jornalistas no Ocidente profetizam.
Vejamos o que o repórter encontrou, pelas suas próprias palavras:
"Ontem conduzi até à Faixa de Gaza. Eu não faço isto muitas vezes como dantes (porque demora muito mais tempo devido aos checkpoints.) Desta vez esperava ver sofrimento das populações a sério, porque  todo clamor ouvido nestes recentes dias acerca da necessidade de trazer toneladas de ajuda humanitária me levava a crer que as populações estavam a ser sacrificadas. Sem comida. Longas filas para a ajuda alimentar das Nãções Unidas. Após ter entrado na Cidade de Gaza, fiquei surpreendido imediatamente pois existiam tantos engarrafamentos de trânsito como sempre. Então não havia falta de gasolina e de gasóleo? Aparentemente não. Nem sequer a gasolina estava a ser racionada. Muitas lojas estavam ontem fechadas porque o Hamas decretou uma greve geral em protesto contra o ataque israelita á flotilha. Portanto, foi dificil perceber como estavam as prateleiras das lojas. Em seguida desloquei-me até ao campo de refugiados chamado Shati, também conhecido como Campo Praia. Aqui existe um mercado de vegetais que vende muito mais do que vegetais e fruta. Não digo que já não houvera dias melhores quanto á quantidade de produtos nas bancas. Mas de qualquer maneira, não existia qualquer tipo de falta de vegetais, fruta e outros tipos de alimentação básica. Tomates, pepinos, milho, melões, batatas...não faltava nada. Tenho que admitir que fiquei um pouco surpreendido pois os meus amigos palestinianos tinham-me contado acerca de terriveis problemas e deficiências, portanto eu esperava que a crise fosse um pouco mais visível.

E a primeira mulher que eu entrevistei no mercado confirmou este estranho e contraditório estado de espírito:
"Não temos nada", afirmou ela. "Precisamos de tudo! Alimentos, bebida...tudo". Nem o facto da mulher estar mesmo ao lado de montanhas de vegetais, fruta, ovos, peixe... a impediu de traçar um cenário apocaliptico da situação.
Yousuf al-Assad Yazgy é proprietário de uma banca de vegetais aqui no mercado. Toda a sua fruta é importada de Israel. "Nem toda a fruta e vegetais vêm de Israel. As nossas vêm. Todas de Israel. Mas na Faixa de Gaza não há muita fruta cultivada. A maioria são tomates, batatas e vegetais. Tenho aqui comigo vegetais e melões que vêm de Gaza. Toda a outra fruta vem através da fronteira de Israel a não ser quando a fronteira está fechada, a fruta não chega."

À saída do campo Shati parámos numa pequena mercearia. Um local modesto e pequeno. O proprietário Sun Mohammed Abu Nada afirmou que "não podia ter este negócio se não fizesse contrabando com o Egipto." Mostrou-nos então as prateleiras e mostrou-nos tudo que chegou do Egipto. Estimo que cerca de 75 a 80% dos itens vinham do contrabando. Outros produtos, incluindo leite de longa duração UHT, vem de Israel, mas também é contrabandeado através de túneis a partir do Egipto. "Os produtos ficam mais caros", disse. Muitas pessoas não os podem comprar ou só os compram de vez enquando. Mas apesar de ser um loja pequena e de aspecto pobre à saída de um campo de refugiados, cerca de 80% da sua mercadoria é cara e o negócio subsiste, o que significa que os refugiados têm poder de compra, porque senão o homem não podia investir mais em compras contrabandeadas para repor stocks."

É surpreendente. Aqui o problema em Gaza não é a falta de alimentação ou a falta de poder de compra conforme a propaganda palestiniana coloca o problema. O problema é a inexistência de uma economia estruturada que origina desemprego. Aqui o problema é mais uma vez o Islão e o seu extremismo político corporizado pelo Hamas. O que é interessante é que este mesmo repórter detectou israelitas pobres que passam fome mas não encontrou palestinianos nessa situação.
Esta mentira da crise humanitária difundida mundialmente é só mais uma estratégia jihadista de ataque a Israel.
Vivemos num mundo de mentira.

Wednesday, June 9, 2010

Boas Notícias da Holanda


O Partido da Liberdade de Geert Wilders obteve 22 lugares no parlamento constituindo-se assim a terceira maior força política do país, e a maior surpresa desta eleições, pois foi o partido com o maior crescimento eleitoral desde a sua fundação, há cerca de dois anos e meio.
O Partido Liberal (VVD) e o Partido trabalhista liderado pelo ex Mayor de Amsterdão empataram tendo conseguido 31 lugares cada um no parlamento holandês. O resultado do Partido da Liberdade coloca-o em posição governativa uma vez que se pode coligar com o Partido Liberal, que já anunciou preferir coligar-se com Geert Wilders do que com os trabalhistas.
Geert Wilders viveu 2 anos em Israel que descreveu como a primeira linha de defesa do Ocidente. Visitou Israel mais de 40 vezes e afirmou que nós no Ocidente somos todos Israel. A guerra contra Israel não é uma guerra contra Israel. É uma guerra contra o Ocidente. É jihad.
 Os holandeses, talvez mais do que outra nação europeia sabem o que está em causa. Perceberam bem a mensagem e o alerta que G. Wilders tem vindo a manifestar. O Islão na Europa é uma espécie de cavalo de Troia e se não pararmos agora a islamização, a  Eurábia substituirá a Europa. É só uma questão de tempo. Há um século atrás, existiam 50 muçulmanos na Holanda. Hoje existem cerca de um milhão. Aonde é que isto nos conduzirá? Estamo-nos a dirigir para o fim da civilização Europeia. A não ser que lutemos para expulsar o Islão da Europa.
Já!

Islão Nazi Na Turquia


Enquanto a imprensa Europeia continuar a demonizar Israel e, neste dia de eleições holandesas, Geert Wilders, os islâmicos na Turquia já não escondem as conexões ideológicas ao nazismo. Neste caso a imprensa faz vista grossa porque, para eles, a Turquia tem que entrar na União Europeia. O ditado popular diz: Quem cala consente.
No dia 5 de Junho, numa manifestação organizada pelo Islamic Saadet Party em Istambul, uma das frases que se podia ler em turco num cartaz afirmava: "Hitler, lendário líder, a nossa paciência está a esgotar-se, nós precisamos do teu espírito". Este foi só um das inúmeras frases antí-semitas que se podiam ler nos comícios nos dias seguintes ao ataque da "flotilha da paz".
Segundo um observador de uma organização de direitos humanos local, afirmou sem papas na língua que:
"Os manifestantes não estão preocupados com a paz. Pelo contrário apelam a mais violência e a mais derrame de sangue. Porque, especialmente os manifestantes islâmicos apoiados por esquerdistas, não estão contra um governo em particular de Israel e sua práticas políticas, mas contra a própria existência do Estado de Israel. 

Sunday, June 6, 2010

Build A Go Go Club In Mecca.


Os islâmicos estão-se a preparar para a suprema humilhação ao povo americano em geral e aos familiares das vítimas em particular. A mesquita de 5 andares que os islâmicos pretendem erguer nas vizinhanças do Ground Zero vai ser um local de culto político onde se podem ouvir aquelas mesmas palavras de ordem com que os terroristas se atiraram contra o World Trade Center, matando milhares de pessoas: Allahu akbar.
A organização radical Muslim Brotherwood está por trás desta tentativa de humilhação. Esperemos que a maioria dos americanos consiga travar este terceiro dia da Infâmia, e deixar bem claro nas mentes dos muçulmanos que aquele cobarde ataque foi perpretado, em nome da religião e do deus deles e perceberem que aquele solo é sagrado para todos os ocidentais.
O que os fulanos estão a pedir é que os americanos queiram, já agora, abrirem um King Burger ou mesmo um Go Go Bar Strip Club,  onde se sirva um belo de um Makers Mark ao som de um poderoso Rock 'n Roll com as maminhas das meninas a dançar, lá bem  no sítio daquela pedrinha estúpida que eles por lá têm em Meca, onde os peregrinos muçulmanos se costumam esmagar para poderem dar umas voltas peripatéticas naquele carrossel mal cheiroso, para depois, quase ébrios, podermos cantar :

"show me the way ,To the next whisky bar ,Oh, don't ask why ,Oh, don't ask why
For if we don't find The next whisky bar I tell you we must die I tell you we must die"
Etc

Thursday, June 3, 2010

Obama, Vai Embora, Man!

A mediocridade da governação socialista não é apanágio da Europa. Quem não se lembra da desastrosa admnistração do sr. Dhimmi Carter?
Nos dias que correm, os sinais de incompetência da admnistração obamica, admitem um futuro pouco radioso. As sondagens e o pulsar da opinião pública norte-americana indicam que, hoje, os americanos estão prontos para o conduzirem à derrota nas próximas eleições.
O caso do derrame de petróleo no Golfo do México, pode provocar muitos mais estragos do que o Furacão Katrina. Não só à economia, mas também e sobretudo à natureza. E Obama no meio desta crise colapsou.
No seguinte video-clip, podemos comparar a actuação de Bush relativamente ao Katrina e a de Obama relativamente à poluição no Golfo, o Katrina de Obama.
Let´s look at the traila.

Wednesday, June 2, 2010

The World Turned Upside Down


É o novo livro de Melanie Phillips, autora de Londoniston. Melanie descreve como o mundo ocidental se dirige alegremente para uma tragédia de dimensões apocalípticas. A inversão de valores permitida por décadas de multiculturalismo suicida está abrir portas a todos os irracionalismos e em breve seguir-se-á o totalitarismo.
 "Para aquilo que pensávamos ser uma era de racionalismo, estamo-nos a comportar de uma maneira cada vez mais irracional. Cada vez mais e mais pessoas aderem a cultos bizarros, à para-psicologia, ao paganismo... à bruxaria. As teorias da conspiração alastram como lume em mato seco. A crença, difundida com objectivos políticos, de que os atentados terroristas islâmicos do 11 de Setembro" se deveram a uma conspiração da admnistração Bush é só um exemplo. Nostradamus ocupa todos os canais do cabo, bem como o fatídico ano de 2012.
A causa fundamental de todo este desvario irracionalista é a erosão verificada nas estruturas da civilização ocidental. Lutou-se durante décadas contra a Religião Cristã julgando-a incompatível com a razão, mas o que acontece é precisamente o contrário. Foram o Cristianismo e a Biblía Hebraica que nos trouxeram os conceitos de razão e progresso - as fundações da ciência e da modernidade.
O Ocidente deixou de acreditar na sua religião e substituiu-a pelas ideologias (e pelo preconceito) que as faz cumprir com o zelo da inquisição. Esta situação conduziu-nos à actual inversão de valores que nos atingiu colectivamente como uma doença de massas. A mentira substituiu a verdade. O governo de Sócrates é um exemplo acabado. A justiça portuguesa é outro caso. A vítimas são agora os agressores e estes as vítimas. Acontece todos os dias nas nossas escolas. Os polícias vão presos e os bandidos são soltos. As forças armadas transformaram-se em ONGs. A Europa está praticamente desarmada. Está tudo virado de pernas para o ar. Talvez seja à inversão de valores que "jornalistas" como a senhora Clara Ferreira Alves se referem, com cinismo satisfeito, em programas humorísticos de fim-de-semana:  ..."Isto vai mudar". Não perdem pela demora, é o que a loura oxigenada quer de facto dizer.
Num estilo medieval, abriu a caça ás bruxas. Cientistas cépticos do aquecimento global são publicamente diminuídos e afastados dos seus cargos. Os cientistas batoteiros do Climategate, são desculpados pela justiça e promovidos. Israel é ferozmente demonizado, os Estados Unidos da América vilipendiados com base em falsidades e propaganda, por terem tido a coragem de declarar guerra ao terror. A expressão "eixo do mal" deu origem a um programa de cabotinos.
O Ocidente está a perder a racionalidade e a liberdade. Actualmente sucumbe a um "totalitarismo de veludo", o qual está a criar não só um tenebroso ambiente de intolerância, como está minar toda a capacidade de defesa contra a agressão islâmica. Enquantos os islamistas trabalham para fazer regressar o mundo livre ao século VII, o Ocidente parece não possuir a vontade e a capacidade de defender a modernidade e o racionalismo que deu á luz.
Já está a sobrar para nós!

Monday, May 31, 2010

Jihad Flotilha: O Que As Televisões Ocidentais Não Mostram

O conhecido canal de televisão de notícias árabe, Al-Jazeera, difundiu durante todo o dia de ontem, os cântigos guerreiros dos "pacifistas humanitários" que seguiam a bordo, criando um ambiente bélico na região. Os embarcados cantavam acerca de Khaibar, que é o nome da última aldeia judaica derrotada pelos exércitos de Maomé, no ano de 628. Muitos judeus foram mortos na batalha que marcou o fim da presença judaica na Arábia. Este cântico é sentido pelos judeus como uma ameaça de morte.  Como se vê, o "espiríto da paz" reinava entre a malta. O que mais me admira, é como é que ainda há alguém que acredite em muçulmanos. Aquele canal de TV entrevistou também uma mulher que seguia a bordo que afirmou que a missão tinha um de dois felizes objectivos: Ou o martírio ou atingirem Gaza. Quem nos continua a vender falsidades sobre o objectivo humanitário de tal regata, são as televisões ocidentais.
Aqui está a transcrição da reportagem da Al-Jazeera:


Reporter: "Despite the Israeli threats and several unexpected delays, the arrival of the ships at the meeting point before sailing to the Gaza Strip inflamed the emotions and the enthusiasm of the participants.While singing songs reminiscent of the Intifada, participants expressed their longing to reach Gaza.
A participant: "Right now we face one of two happy endings: either Martyrdom or reaching Gaza."


Hamas' Al-Aqsa TV chose to glorify flotilla participants who shouted the Islamic battle cry by broadcasting an interview with a university lecturer from Sanaa, Dr. Abd Al-Fatah Shayyeq Naaman, who said, "Yesterday I followed the news agencies and they conveyed Zionist threats to stop the convoy and prevent it from entering Gaza; on the other side, those with faith and will, once again call out upon hearing the reports of the threats: '[Remember] Khaibar, Khaibar, oh Jews! The army of Muhammad will return!'"

“Free Gaza’ activists said before boarding the flotilla they would not use any violence, but Al-Jazeera reported that before the confrontation, the flotilla’s leaders announced that they would use "Mukawama,’ the Arabic word for resistance and often used as a euphemism to refer to all violence against Israel, including suicide terror.

O Carrocel Da Economia

Jihad Flotilha


O incidente de hoje no Mediterrâneo ao largo de Gaza foi um acto de guerra contra Israel. Os soldados israelitas que desciam em rappel, e portando indefesos, foram atacados pelos "amantes da paz" que seguiam a bordo com barras de ferro e granadas. Os militares fizeram o que tinha de fazer: Salvar as suas vidas. O tsunami de ódio a Israel que se seguiu nos meios de comunicação faz parte da estratégia jihadista montada por uma organização islamista turca a que os idiotas da esquerda europeia aderiram, incluindo o Parlamento Europeu.
Nada do que os meios de comunicação estão a noticiar sobre este incidente é verdade. A bordo não seguiam "trabalhadores humanitários" mas jihadistas turcos acompanhados de esquerdistas europeus. Quem primeiro atacou foram os referidos activistas "humanitários". Toda esta operação foi planeada pelo Hamas e por islamistas turcos, que incluia o assassínio dos israelitas eventualmente presos no decorrer do assalto. Como muito bem refere o Lidador "queriam jihad, tiveram jihad e agora que agradeçam a Alah, o privilégio. De quem é a culpa? Dos cabecilhas da aliança anti-semita que planeou esta idiotice e que não se importaram de mandar para cenários de guerra os idiotas úteis da esquerda europeia."
A organização turca IHH, também conhecida como “Foundation for Human Rights and Freedom and Humanitarian Relief”e a sua organização irmã alemã a “Internationale Humanitäre Hilfsorganisation”, é uma ONG internacional turca que opera numa centena de países e goza do estatuto de membro consultivo das Nações Unidas. Esta organização na Turquia usufrui do apoio dos muçulmanos conservadores. A IHH  está na organização deste evento naval e possui duas facetas: Por uma lado, constitui-se como uma organização de ajuda humanitária e por outro, apoia grupos extremistas islâmicos. Os muçulmanos sempre assim actuaram, com uma dupla face. Todos os métodos, todos os disfarces são bons para atingirem o seu principal objectivo: Subverter os países e as regiões não-muçulmanas, para imporem o Islão.

Campanha De Troca Do Corão Por Literatura Cor De Rosa.


O presidente do grupo dos Ateus Filandeses de Helsinquia, está a levar a cabo, no centro da capital Filandesa, uma campanha de troca do Corão pela conhecida revista pornográfica Hustler. O papel do Corão será reciclado. Os promotores desta útil iniciativa declararam que o sexo, acompanhado ou solitário, torna as pessoas mais saudáveis, mais bondosas e mais solidárias com o próximo, de uma maneira mais efectiva do que aquela que apregoam as religiões.
Este grupo de reciclagem também aceita Bíblias ou quaisquer outros livros sagrados, mas uma vez que os Cristãos (felizmente) já não se afectam nas suas convicções religiosas com este tipo de iniciativas,  mostrando-se assim mais saudáveis e democratas, a prioridade recai na recolha de Corões.
Já uma vez deixei aqui escrito que o riso é uma arma poderosa. É com entusiasmo que vejo que parte da resistência anti-islâmica na Europa, se está a fazer pela demonstração do ridiculo da religião-política fascista islâmica.

Governo Português Alinha Com O Hamas

O Ministro dos Negócios Estrangeiros português já condenou a acção da marinha israelita exigindo um inquérito ao acontecimentos. Deliberadamente confundindo uma acção humanitária com uma acção política de apoio ao grupo terrorista  Hamas, os podres socialistas portugueses alinham assim pelo Eixo Caracas-Teerão.
Sócrates tornou-se um aliado do ditador Hugo Chavez que por sua vez tem uma política de alianças políticas com o fascismo teológico iraniano. A Comissão da Eurábia comandada por Durão Barroso também já pediu explicações a Israel.
Tudo isto, nada mais significa, que a campanha naval  para colher dividendos mediáticos por parte de uma regata provocadora de Israel e apoiante do terrorismo, encontrou boa recepção em governos ocidentais que desta maneira, mais uma vez, se colocam ao lado da manipulação política levada a cabo por grupos radicais islâmicos, que utilizando os idiotas úteis do costume, quer embarcados, quer nos governos e demais organizações, levam a cabo a propaganda antí-Israel inspirada no anti-semitismo Nazi.

A "Regata" De Apoio Ao Hamas Foi Interceptada Pela Marinha Israelita

Maio 30, 2010 STRATFOR

Três vasos de guerra israelitas interceptaram a flotilha de apoio ao Hamas que se dirigia para Gaza. No confronto pelo menos 2 pessoas morreram e 50 ficaram feridas. Os responsáveis pela flotilha não respeitaram as ordens para abandonar aquelas águas e entraram assim deliberadamente numa zona de guerra. A marinha israelita reafirmou que tomará todas as medidas que serão necessárias para assegurar o bloqueio e por fim a esta provocação da extrema-esquerda internacional.



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Sunday, May 30, 2010

The Alah's Virgins Must Be Shemales.


Segundo aqui o especialista muçulmano em matérias celestiais, " heavenly virgins don´t piss, poop or fart".
Muhammed Al-Munajid, põem-nos ao corrente da situação das virgens no céu. O referido clérigo garante-nos que as garotas são "todas da mesma idade, moral e fisicamente bonitas, tão bonitas que se pode ver a medula óssea por baixo da pele". A medula óssea por baixo da pele? 
Segundo a mesma confusa fonte em questões anatómicas mas entendida nas virgens do além, "as mulheres do paraíso de Alah, são puríssimas, brancas, sem  menstruação e não engravidam". Cá para mim são travestis (sem ofensa para estes). Para além de todas estas enfermidades, as ditas cujas possuem a retina completamente branca. O que significa que não existem vasos sanguíneos nos olhos e portanto devem ser completamente ceguinhas. Mais à frente na entrevista, este idiota  Muhammed, especialista em virgens paradisíacas, afirma, com grande certeza, que estas "só olham para o marido e para mais nenhum outro homem". E como são desprovidas de visão olham, mas.... nada vêem. Também não vale a pena perderem tempo atirar com olhares maviosos e suspiros prometedores em direcção a barbudos feiosos a cheirar camelo ou a cordite.
Porque é que os muçulmanos têm tanto medo das mulheres? Porque é que a  única maneira de se relacionarem com elas é terem o controlo completo? O medo das mulheres neste homem é tão grande que mesmo no paraiso as imaginárias virgens não possuem a condição física de mulher. São umas desgraçadinhas dumas  anoréxicas  aquiescentes sem funções físicas. São como uma espécie de funcionalidade pornográfica. Quem é que quereria ter uma relação com este tipo de coisa? Só um muçulmano claro.

Thursday, May 27, 2010

Frota "Direitos Humanos" Recusa Carta Para Shalit


A Marinha Israelita está pronta para eles


A organização da "frota dos direitos humanos"  recusou entregar uma carta dos pais do soldado Gilat Shalit, capturado pelo Hamas, encontrando-se incontactável em cativeiro há 4 anos. Nem sequer organizações  ou ONGs internacionais neutrais contactaram Shalit ao arrepio de todos os tratados internacionais. Estranhos direitos humanos estes que só vêm os "direitos" de um lado! Os pais de Shalit ainda se ofereceram para ajudar a navegação, pedindo ao governo israelita para deixar passar os barcos para a costa da faixa de Gaza. Mesmo assim os organizadores, que só podem ser racistas, recusaram, afirmando intenções de furarem o "bloqueio" imposto a Gaza.
Entretanto, o Ministro dos Negócios Estrangeiros Yossi Gal convocou os embaixadores dos países participantes na "regata" - Turquia, Grécia, Chipre, Suécia e Irlanda - e deixou-lhes bem claro que a desejada meta em Gaza, está fora de questão e que a marinha israelita também vai participar na "competição". Gal lembrou-lhes que Gaza está ocupada ilegalmente por uma organização terrorista, cuja prioridade não é o bem-estar dos seus próprios residentes: "Esta organização continua-se a armar com diverso armamento e com rockets, para perpetuar o conflito com Israel, depois de anos a fio de ataques a cidadãos israelitas patrocinados pelo Irão. Como tal Israel tem o direito inalienável de impedir o desembarque de quaisquer produtos não checados a Gaza."
O Ministro da Defesa Ehud Barak afirmou ontem á noite que a marinha Israelita iria bloquear a flotilha de apoio ao Hamas se eles tentassem navegar para Gaza. Disse ainda, que aquelas embarcações não são mais do que uma "provocação política e mediática" e não um projecto humanitário. Barak sublinhou ainda que estão a chegar a Gaza diariamente toneladas de alimentos e equipamentos.
Motivados com a frota de idiotas úteis nas imediações, terroristas palestinianos tentarem  infiltrar-se em territótio israelita a coberto de um espesso nevoeiro, mas foram detectados e neutralizados...comme il faut.

Sunday, May 23, 2010

Algo Está Podre No Conselho Dos Direitos Humanos Das Nações Unidas.

Este clip mostra como os representantes dos países muçulmanos na secção da ONU do Conselho dos Direitos Humanos, impedem que se critique qualquer aspecto do islamismo ou da sociedades islâmicas, mesmo aquelas que estão em clara violação com a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Importante é também reparar como o design do logotipo desta secção das Nações Unidas, que foi reformulado em 2008, coincide agora com  a palavra árabe que significa Alá.

Untitled from Vlad Tepes on Vimeo.

The Flight Of The Intellectuals


Adquiri recentemente o livro que dá título a este post cujo autor é Paul Berman. O autor, vencedor de alguns importantes prémios literários americanos, e colunista habitual do New York Times, The New Republic, The New Yorker e o New York Review Of Books, demonstra, num inglês simultâneamente erudito e acessível, as ligações ideológicas e filosóficas de intelectuais muçulmanos ao fascismo, especialmente de Tariq Ramadan (autor tido em alta conta pelos bloquistas e pelo jornal Público) e de seu avô, Hassan al Banna, fundador da tétrica Irmandade Muçulmana.
Há vinte anos, o Ayatollah Khomeini apelou ao assassínio de Salman Rushdie, e os escritores em todo o mundo instintivamente "sairam" em defesa do escritor. Hoje, segundo Berman, o efeito Rushdie metastizou-se e toda uma classe de intelectuais criticos do Islão, só sobrevivem graças a protecção policial e á utilização de pseudonimos. E, muito longe de serem aplaudidos, os Rushdies contemporâneos (pessoas como Hirsi Ali ou Ibn Harraq) são criticados, ignorados, classificados como "estridentes" e perturbadores, pelos meios de comunicação social ocidentais e pelos representantes dos movimentos islâmicos que falsamente se apresentam como moderados. É o óbvio caso de Tariq Ramadan. "Como é que chegámos até aqui?" pergunta o autor.
Em The Flight Of Intellectuals, Berman conduz uma pesquisa à atmosfera intelectual do momento e mostra como os melhores pensadores ocidentais e jornalistas se atrapalham e enganam no confronto com as ideias e violência islamistas.
A Investigação de Berman da história e natureza do movimento islamista inclui revelações surpreendentes. Examinando Hassan al-Banna, demonstra o despontar de uma imensa e violenta visão do mundo, elementos que sobrevivem ainda hoje em grupos como a al Qaeda e o Hamas. Berman, relata também a abjecta ligação de al Banna ao Grande Mufti de Jerusalém (tio de Arafat) apoiante e colaborador declarado de Adolf Hitler, incitando o apoio dos árabes aos Nazis na II Guerra Mundial. Ecos do Islão Nazificado podem ser ainda hoje ouvidos e verificados em numerosas regiões muçulmanas do Médio-Oriente.
Berman mostra que o legado destas "tradições" políticas são observáveis no professor de Oxford e neto de al-Banna, Tariq Ramadan, uma figura grandemente celebrada no Ocidente como "moderada" apesar das suas perturbantes ligações aos movimentos islamistas. Analisando profundamente a actual actividade escrita de Ramadan, Berman expõe lucidamente todo o contraste entre as ideias de intolerância cirurgicamente disfarçadas de Ramadan e a sua imagem benevolente propagandeada na imprensa ocidental.
Berman neste livro, faz luz sobre um certo número de assuntos - nomeadamente do anti-semitismo revigorado na sociedade ocidental, da nova moda contra os direitos da mulheres, e da dificuldade de se falar de assuntos como o terroristo e o Islão. Apresenta um espantoso comentário sobre os media modernos (assunto muito "popular" neste blog), da sua peculiar inabilidade em detectar e analisar algumas das mais perigosas ideias que os ideólogos muçulmanos colocam á nossa segurança, direitos e liberdades.

Monday, May 17, 2010

A Entrada de Israel na OCDE Enfurece Racistas Anti-semitas Portugueses.


No dia 10 de Maio, os 31 países da OCDE, incluindo Portugal, votaram a favor da adesão do Estado de Israel á OCDE. Anti-semitas portugueses tomaram hoje posição pública contra esta adesão, num jornal diário, aí da terrinha. Afirmam que Israel tem o direito de aderir á OCDE “desde que respeitem as normas do direito internacional, os direitos humanos universais e os valores da liberdade e do respeito mútuo nas relações económicas e políticas internacionais". Vamos ver até que ponto este senhores têm entranhado tanto amor pelos direitos humanos universais e valores da liberdade e respeito mútuo.
Depois de se ler todo o texto que este tipos pariram, a primeira coisa que se nota a léguas, é a ausência de qualquer crítica aos vizinhos palestinianos, como se Israel não se organizasse em função deles, como se  fosse o Estado totalitário e os palestinianos se constituissem como uma sociedade de pobres criaturas indefesas, que tentam construir um estado democrático e respeitador dos valores da liberdade, constantemente arrasado pelo diabos israelitas. Esta táctica de demonização foi utilizada pelos nazis. Conclui-se pela prosa apresentada, que Israel é a origem de todos os males naquela região. Tal como na época da ascenção nazi, a campanha anti judaica prolifera pelo mundo. Este tipo de ideologia racista ubíqua nos meios da comunicação social europeus, está directamente relacionada com o assustador crescimento de ataques a judeus na Europa.
 Desde que Israel retirou da Faixa de Gaza, o Hamas lançou contra as suas cidades mais de 4000 rockets. Para estes autores, amantes do respeito mútuo nas relações políticas, é no mínimo suspeito que não se refiram  ao Hamas, proxyes do Irão e da Síria, alimentados por fervor religioso e messiânico, como um grupo terrorista que tomou o poder pela força em Gaza, portanto ilegalmente, que ameaça, por palavras e actos a existência de Israel. Pelos vistos este amor pelos direitos humanos, respeito mútuo e internacional, só é válido para as populações palestinianas e não lhes enche a indignação quando de Gaza são lançados rockets e bombistas suicidas contra populações israelitas indefesas, que não têm o direito sequer, a serem considerados inocentes. A culpa, é do bloqueio sionista ("...continuado bloqueio ao território de Gaza, a política de Checkpoints..."), esquecendo que o bloqueio está directamente relacionado com o tráfico de armas para o Hamas naquele território, e os checkpoints como prevenção de ataques suicídas. Estes senhores pretendem que Israel não se possa defender.
Dono e senhor da Faixa de Gaza, o Hamas está ao longo dos anos, calmamente acumular material para o inevitável conflito com Israel, patrocionado pelo Irão. A Norte, o Hezbollah rearma-se sob os olhos da ONU e, tranquilamente, prepara uma nova ofensiva. Israel está completamente ensanduichado e por isso não nos podemos esquecer, em qualquer análise sobre Israel, que este é um Estado ameaçado por todos os seus lados. No fundo desde a sua fundação em 1948, Israel está em guerra. Não nos podemos iludir. Israel é o único estado do mundo que é condenado por se defender. Os autores desta opinião, ao  não terem em conta as condições objectivas com que o Estado de Israel sobrevive, escolheram "aliar-se" a um dos lados desta guerra: o lado das forças manipuladas pelo Irão e pela Síria que se preparam para o xeque-mate - A destruição de Israel. Ao negarem o estado de guerra com que os beligerantes muçulmanos obrigam Israel desde a sua fundação, tornam falsa toda a argumentação utilizada neste vil texto. De facto, na guerra a primeira vítima é a verdade.
O que estes senhores querem dizer, com o que sonham talvez,  é que Israel pode pertencer à OCDE... desde que não exista.
Não a decisão da OCDE não é uma capitulação. É uma acto de coragem e de dignidade.

Sunday, May 16, 2010

Lars Vilks Corre Perigo De Vida.

No seguimento do boicote e da tentativa de agressão que  foi alvo na Universidade de Uppsala por muçulmanos, Lars Vilks foi seriamente confrontado em sua própria casa. Muçulmanos tentaram incendiar a sua casa depois de ter recebido ameaças de morte por telefone e e-mail.

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Saturday, May 15, 2010

Sabatina James


Esta beldade ex-muçulmana,  neta de um mullah paquistanês, no recente livro A Minha Luta Pela Fé e Pela Liberdade, afirmou que a estratégia de apaziguamento de Hussein Obama está a prejudicar os cristãos oprimidos em todo o mundo muçulmano. "O Presidente Obama está a fazer mal aos cristãos perseguidos em todos os países muçulmanos, ao não falar deles", disse numa entrevista esta ex-muçulmana convertida ao cristianismo que vive sob protecção policial na Europa.
Enquanto Hussein Obama procura o diálogo com o mundo muçulmano, não coloca a mesma determinação para proteger os cristãos oprimidos, disse Sabatina, que vive há 9 anos com medo de ser assassinada por ter abandonado o Islão.
Sabatina James, cujo livro  é um best-seller na Alemanha, mudou 16 vezes de casa desde 2001 devido a ameaças de morte proferidas pelos filhos de Alá. Actualmente vive em local desconhecido no continente e falou esta semana com o jornal The Christian Post através de um téle-móvel do qual se teve que desfazer, por questões de segurança.
  Quando os cidadãos se têm de esconder de uma religião fascista e opressora e os poderes políticos europeus, em vez de protegerem as pessoas que correm perigo de vida, protegem pelo contrário a religião que as persegue, eu pergunto se isto ainda é Europa? Aquela Europa da liberdade que eu conheci e defendo, não é concerteza. 
Sabatina James criticou ainda Obama por ter pedido desculpa pelos Estados Unidos e não ter exigido que os muçulmanos respeitem a liberdade religiosa.
O livro, A Minha Luta Pela Fé e Pela Liberdade, é uma crónica da sua viagem desde o islâmico Paquistão até Áustria. No livro, James relata os abusos que teve que suportar, o compromisso de casamento  obrigatório com o seu primo, a frequência mortificante numa escola corânica no Paquistão e, finalmente, a sua conversão ao cristianismo e o seu activismo pelos direitos da mulher.
Sabatina James disse ainda que "os Estados Unidos e o mundo Ocidental tem que se dar conta da falência da estratégia de diálogo com os países muçulmanos. O diálogo só se pode alcançar quandos as duas partes se comprometem em se escutar mutuamente. O Ocidente acredita no diálogo mas o que está acontecer é mais um monólogo. Se os muçulmanos podem construir mesquitas nos Estados Unidos e na Europa, então os cristãos também devem poder construir igrejas e viver em condições de segurança nos países muçulmanos, o que não acontece."
Esta semana, uma comissão governamental, criticou a maneira como a admnistração Obama aborda a questão da liberdade religiosa. A comissão americana sobre Liberdade Religiosa Internacional no seu relatório anual assinalou que actualmente Obama raramente menciona a liberdade religiosa. O Presidente e a Secretária de Estado Hillary Clinton também mudaram orwellianamente o conceito de liberdade religiosa para liberdade de culto.

Friday, May 14, 2010

Ataque a Lars Vilks

Aqui está toda a cena do ataque a Lars Vilks na Universidade de Uppsala, Suécia, levada a cabo por fascistas muçulmanos. Filhos da p...

 

Thursday, May 13, 2010

Ainda As Eleições No Reino Unido

Acabo de ler o comentário de Teresa de Sousa no Público, sobre a coligação dos Conservadores com o Lib Dem. A pobreza e o enviesamento político da análise é a habitual, portanto nada de novo. Diga-se de passagem no entanto, que é preciso habilidade para escrever tanto e dizer absolutamente nada. Nos dias que correm não é politicamente correcto olhar, pudor aparte, para o rei nú. Neste caso a rainha.  Muito há que divulgar e analisar da decadente, e cada vez mais repressiva, sociedade do multiculturalismo-ecologico-islâmico inglesa.

Esta coligação Tories-Lib Dem, não vai fazer diferença absolutamente nenhuma relativamente ao anterior governo dos Trabalhistas. Já aqui referi que os Conservadores são só microscopicamente melhores que o Labour. A questão essencial com que o povo inglês hoje se debate, não é como quer fazer crer a imprensa escrita, a economia ou a Europa. A questão fundamental é a imigração. Lembremo-nos que foi por aqui que a campanha eleitoral de Gordon Brown começou a ruir. O Reino Unido está na via-rápida de consumir a liberdade na fogueira do multiculturalismo de estado.

O momento decisivo oficial da campanha de Gordon Brown foi ter chamado intolerante à idosa Gillian Duffy. A senhora Duffy, uma avozinha claramente representante da “working-class” e votante, durante toda a sua vida do Labour, cometeu o erro de perguntar ao senhor Brown, o líder do seu partido, uma questão muito suave sobre a imigração. O tema é proibido nas actuais sociedades “democráticas” europeias. O então prime-minister, entrou no carro e não reparando que o microfone estava ligado chamou-lhe bigot, intolerante. A senhora é a intolerante, o senhor primeiro-ministro não. Por isso, ele toma decisões por ela e por todos.

Outro dos momentos definidores da campanha foi muito menos badalado pelos escribas da imprensa que acompanharam as eleições britânicas. Outro pensionista, um senhor de 74 anos chamado Roy Newman, ficou doente devido ao constante bater na porta de sua casa, pelas diversas forças partidárias na chamada campanha de proximidade. O senhor colocou um aviso na janela em letras azuis e brancas que dizia: “GET THE LOT OUT!”. Noventa minutos depois, apareceram dois polícias para o prenderam por racismo. Racismo? Oh Yeah! Com as cores da Union Jack, só pode ser racista. Qualquer semelhança com a União Soviética é pura coincidência…

Na cidade de Workington, Dale McAlpine, uma raridade de cristão praticante, levava uns panfletos na mão e conversava com lojistas sobre religião. Foi preso por um polícia que o acusou de ter dito que a homossexualidade é pecado. “Eu sou gay”, disse o polícia que o prendeu. “ Bem, continua a ser pecado, respondeu o street preacher. Para além de alterar a ordem pública, o polícia também  acusou o homem de lhe ter provocado stress, o que lhe valeu uma detenção por 7 horas, recolha de impressões digitais e de DNA.

George Orwell, no Animal Farm, O Triunfo dos Porcos, falou de coisas como esta. Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros. Na terra de sua majestade, um gay é mais igual do que um cristão. Um muçulmano é mais igual do que toda a gente. Um negro é mais igual do que um branco, a não ser que o branco seja gay e o negro seja cristão. Um zelota da ecologia é mais igual do que um anglicano. É o caso de Tim Nicholson, um eco-tarado, que era Chefe da Sustentabilidade na gigantesca propriedade de Grainger. O Senhor Tim começou por questionar as práticas alegadamente pouco sustentáveis dos restantes executivos e queria obrigá-los a viver de maneira a cortarem as emissões de dióxido de carbono, acusando-os, entre outras coisas, de conduzirem os carros com grande pegada ecológica. Obviamente, demitiram-no. O senhor Tim, levou o caso a tribunal e …ganhou.

Segundo o Mail On Line, (http://www.dailymail.co.uk/news/article-1224961/Green-views-religion-environmentalist-wins-claim-sacked-beliefs.html) um tribunal decidiu dar razão a Tim Nicholson, que alegava ter sido despedido devido às suas visões sobre o aquecimento global.

O juiz colocou as crenças ecologistas a par com o cristianismo: “As crenças verdes merecem a mesma protecção que as crenças religiosas”, deliberou o juiz. Grupos cristãos condenaram o veredicto, afirmando que esta sentença é a prova do abandono da herança cristã na Inglaterra. Portanto, a fé na causa antropológica do aquecimento global atingiu o patamar de crença filosófica e religiosa e a lei chamada - Employment Equality (Religion And Beliefs) - protege a fé nas “alterações climáticas” apocalípticas, mas não a fé em Jesus.
Como se vê, com um pouco de pesquisa, com coragem e isenção política, há muito mais para mostrar da enferma sociedade britânica, para além dos emplastros politicamente correctos que passam diariamente por jornalismo. 

Maomé, O Indecente Violador De Crianças... Mas Não Só!

O profeta do Islão tinha um apetite sexual de bode. Todas as pessoas que lhe apareciam pela frente estavam sujeitas a ser sexualmente molestadas. É o que se prova neste video-clip. Relaxe ao som do fantástico Soul-Jazz deste clip e fique a saber mais sobre as "aventuras" incestuosas, pedófilas, senão mesmo pornográficas do Mao, e das tendências criminosas do Islão também neste particular. O incesto nos países islâmicos é tão comum que mais de 50% da população é consanguínea. A percentagem de taras e de hermafroditismo é altíssima relativamente ás populações de nações não-muçulmanas. O Islão permite que se violem bébes e crianças com a maior das naturalidades.

Campanha Eleitoral na Holanda.

Para ver e admirar a coragem e lucidez de Geert Wilders e do Partido da Liberdade. O único partido holandês que luta contra a rápida islamização da Holanda e da Europa.

Fascismo Islâmico Em Acção.

O blog Vlad Tepes disponibilizou as imagens do boicote da conferência de Lars Vilks em Uppsala. Parece que não são precisos comentários adicionais perante mais um atentado à democracia e à liberdade de expressão na Europa.

Tuesday, May 11, 2010

Mulheres Norueguesas Brutalmente Violadas Por Imigrantes.

A seguinte reportagem foi emitida pela Norwegian Broadcasting Corporation (NRK), uma estação pública equivalente á  BBC, onde as tendências socialistas são também públicas e notórias. Mas aparentemente, nem mesmo as mais empedernidas avestruzes esquerdistas são imunes às doses de realidade terceiro-mundista a que quotidianamente são submetidas naquele país, cada vez mais multicultural e menos europeu. Parece que a maré está a mudar.
Como o algodão, estas estatísticas, qualquer que seja o método com que as "torturem", dizem sempre a verdade. E a verdade é a seguinte: Num passado recente, das 41 violações investigadas, 100% foram cometidas por imigrantes provenientes de África ou do Médio-Oriente e 0% de indigenas ou de imigrantes europeus, como sejam italianos, espanhóis ou portugueses, entre outros.

Lars Vilks Atacado Na Universidade de Uppsala.


Mulher Polícia imobiliza muçulmano atacante

O artista sueco Lars Vilks foi atacado durante uma conferência que ia dar na Universidade de Uppsala, Suécia. Segundo uma testemunha, a atmosfera estava calma no início. Quando Vilks mostrou um filme com conteúdo sexual o ambiente tornou-se tenso. Vilks afirmou que, "o homem da primeira fila levantou-se e correu para mim, dando-me uma cabeçada que me fez cair os óculos". De acordo com o artista, o homem pertencia a um grupo que tentou perturbar o seminário. "O grupo a que o homem pertencia era composto por muçulmanos", afirmou convictamente Lars Vilks. Alguém lhe perguntou na altura, "mas como é que sabe que eram muçulmanos"?
"Eles gritaram, Maomé, Maomé!, disse Vilks.
O seminário incluia uma mostra das obras de Vilks e liberdade de expressão.
 Em 2007, Lars esteve no centro das intenções assassinas da jihad islâmica, por ter desenhado o Maomé com corpo de cão. Os desenhos eram para ser expostos numa galeria da pequena cidade de Tällerud em Värmland, em Julho de 2007 mas foi cancelada por receio da violência muçulmana. Vilks tentou expôr os desenhos em diversos outras galerias suecas, mas foi-lhe sempre recusado, incluindo a importante galeria de Gerlesborg School of Fine Art em Bohuslän, onde a presença de Vilks como orador era frequentente. As atenções internacionais ocorreram quando os mais importantes jornais suecos publicaram um dos seus desenhos juntamente com um editorial onde se defendia a liberdade de expressão e a liberdade religiosa. As organizações muçulmanas desataram aos coices e as condenações choveram do Irão, Paquistão, Afeganistão, Egipto, Jordânia bem como dos tiranos da Organização da Conferência Islâmica que exigiram ao governo sueco que punisse severamente o artista. A partir daí, Vilks vive sobre protecção policial, depois de ter recebido inúmeras ameaças de morte, incluindo de uma organização iraquiana filiada na al-qaeda que ofereceu 150 000 dólares pela sua execução.
E você ainda não está farto destes fascistas islâmicos?



Desenho do Maomé em corpo de cão

Saturday, May 8, 2010

Coisas Que Ofendem Os Muçulmanos (7)


A emancipação da mulher é um dos aspectos da sociedade ocidental que mais enfurece os muçulmanos, como aliás foi referido na carta que o barbudo das grutas de Tora Bora do Afeganistão enviou ao povo americano. Os grupos islâmicos baseados nos países europeus e até na América, lutam por um entendimento tradicional da família. A casa é o domínio da mulher e o marido o seu proprietário. A vida fora de casa é a esfera de acção do macho muçulmano. A sexualidade é algo confinado á família e à casa, e a sexualidade extramarital da mulher é, não só inaceitável, como punida á pedrada. O entendimento tradicional da família não é só apanágio dos muçulmanos, contudo para cristãos, judeus e budistas as coisas resolvem-se nos tribunais com divórcios. Para o entendimento dos filhos de Alá, qualquer mulher fora de casa convida à sexualidade extramarital apenas pela sua presença. Como a animalidade paleolítica corre incontrolada nos instintos sexuais destes tipos, a mulher livre torna-se  um pesadelo, porque não só desafia a masculinidade do género  maometano, como acima de tudo, põe em causa a estabilidade da sociedade, da família e do papel fundamental da mulher que é a reprodução e cuidar da geração seguinte. Acham eles. O que odeiam no Ocidente é o facto de este promover uma perspectiva completamente diferente das mulheres e da família.
Mas tirem os camelos da chuva... O que já aconteceu na Europa, nos Estados Unidos e no Japão, está a alastrar para o resto do mundo. Portanto, mesmo que se expludam ás manadas, a História vai apanhar as mulheres muçulmans, mais cedo ou mais tarde. E talvez, para alívio de todos, este seja o fim do Islão.

Friday, May 7, 2010

Coisas Que Ofendem Os Muçulmanos (6)

List Of Things That Offend Muslims
Comida/Food- Parte I.

1. Burger King Ice Cream Cones

Dhimmitude servida fria. Gelados daquela cadeia de fast food foram banidos porque tinham desenhados uns arabescos que se assemelhavam à palavra Alá, escrita em árabe.

2. Bolinhos Judeus.

Os tradicionais bolos dinamarqueses que se comem no Natal naquele país, foram boicotados pelos imigrantes muçulmanos, o que conduziu Ole Poulson do Departamento do Consumo Público, a mudar o nome daqueles doces tradicionais. Dhimmitude natalícia.

3. Porco. Parece que os seguidores da "religião da paz" se tornam pouco pacíficos quando lhes cheira a leitão assado. Podem até tornar-se completamente irracionais, coisa que no fundo é o seu estado natural.
Até os chineses já "provaram" da intolerância muçulmana relativamente a hábitos alimentares. O staff muçulmano do First World Hotel em Genting Highlands na Malásia, mostrou ostensivamente todo o seu desrespeito racista em relação a um imenso grupo de turistas chineses (600), ao imprimirem nos tickets das refeições imagens de cabeças de porco. Confusão entre os empregados de mesa dos restaurantes do referido hotel e os turistas chineses estabeleceu-se, tendo os muçulmanos acabado com algumas nódoas negras e assistência hospitalar, pois segundo se diz, alguns dos chineses eram versados em Kung Fu.

4. Alcool. O serviço de táxis está-se a degradar onde quer que  sejam conduzidos por muçulmanos. Em numerosas cidades do mundo, passageiros que transportam garrafas de vinho ou cerveja, ou outra qualquer bebida alcoólica, podem ser insultados e apeados por taxistas muçulmanos. Quer em Londres, quer em Minneapolis ou no Quebec, este comportamento arrogante começa a ser norma. Hoje é o alcool, amanhã as mulheres que não usem véu ou viagem sózinhas, depois os judeus... depois... depois... é altura de os mandar pró c.......alifado.

5. Sopa dos Pobres do Quebec. Um centro de dia na cidade canadiana do Quebec enfrentou graves problemas com a exigência dos muçulmanos que não admitiam que se servisse porco naquela instituição e exigiram também que toda a carne tinha que ser morta segundo os rituais islâmicos halal. Depois de pressões de grupos de advogados dos direitos humanos aliados dos islâmicos sobre aquela instituição de caridade, os não-muçulmanos nunca mais viram carne de porco nos seus pratos. Portanto, os não-muçulmanos é que se tiveram que acomodar aos interesses de uma minoria supremacista. Isto é inadmissivel.

6. Hot Cross Buns. Os bolinhos de Páscoa da imagem de cima. É dificil conceber que alguém fique ofendido com estes bolos de aspecto delicioso. Mas os muçulmanos ficaram. A cozinha do Poole Hospital em Dorset, teve que se render às pressões de muçulmanos pois nem sequer queriam ver estes bolinhos por perto. Assim, todos os outros doentes tiverem que ficar sem comer estas iguarias doces de Páscoa, como era tradicional, por respeito aos islâmicos.  Dhimmitude hospitalar.

7. Coca-Cola. A companhia americana teve problemas no Médio Oriente onde corriam rumores que  dava dinheiro a Israel  e cujos donos eram judeus. Foi uma espécie de versão Médio Oriente para a "água suja do imperialismo" com que os comunas em Portugal denegriram esta refrescante bebida.

Bye Bye Gordon Clown.


Não é o caso de estarmos a festejar o resultado da eleições inglesas. Os Tories são só microscopicamente melhores do que o dhimmi Labour. Acontece que Cameron é inimigo declarado da EDL o que favorece os interesses dos islâmicos no Reino Unido. Portanto a oeste nada de novo.

Wednesday, May 5, 2010

Geert Wilders Precisa Da Ajuda De Todos.

Faltam 4 semanas para as eleições holandesas e Geert Wilders e o seu Partido da Liberdade está a disputar uma luta de vida ou morte contra as forças da jihad. Nos últimos 2 anos Wilders foi o rosto europeu mais proeminente da luta contra o obscurantismo do Islão. Esta religião que promete escravizar-nos e lançar a Europa numa nova Idade da Trevas.
O Partido da Liberdade (PVV) recusa receber os subsídios do governo para poder manter-se independente. Todas as outras forças políticas recebem esse dinheiro. Como tal, o PVV enfrenta um sério desafio de sobrevivência. A televisão e os jornais holandeses lançaram-lhe uma campanha  suja com a intenção de debilitar a imagem do partido de Geert Wilders e prejudicá-lo eleitoralmente.
Geert Wilders tornou-se de facto o lider da Contra-jihad europeia e o seu sucesso ultrapassa em muito as fronteiras da Holanda.
O sucesso de Geert Wilders é também o nosso sucesso.
Devemos apoiar Wilders com donativos em dinheiro e todos os interessados podem fazê-lo através do sistema Paypal. Para isso basta entrar no seu site e realizar o donativo.
Juntemos os nossos esforços a Geert Wilders para a derrota do Islão na Europa.

Deputado Socialista Rouba 2 Gravadores.


O deputado socialista Ricardo Rodrigues furtou os dois gravadores dos jornalistas da revista Sábado que o estavam a entrevistar. Não tendo gostado das perguntas, que segundo este deputado amigo do alheio, o estavam a pressionar, levantou-se e pôs ao bolso, isto é pifou, os 2 aparelhos. Já não bastam os mil e um sinais de corrupção e compadrio  em que os socialistas se meteram nestes anos de governação e a política ruinosa com que nos estão atirar para a falência, ainda temos que gramar com estes gestos terceiro mundistas  de gente que se julga acima da leis... da República e do bom senso.
Que falta de chá, f........!

Monday, May 3, 2010

EDL Protesta em Dudley

A English Defence League (EDL) leva a cabo mais uma manisfestação contra a islamização do Reino Unido. Alguns dos manifestantes barricaram-se no telhado de um edifício perto do local onde se pretende construir mais uma mega-mesquita no valor de 18 milhões de libras. Os manifestantes têm comida e água para poderem ali permanecer semanas e um PA que lhes permite discursar sempre que quiserem. Segundo algumas fontes, até uma Playstation têm em sua posse.
Esta história da construção desta mesquita é sintomática do autoritarismo pouco democrático do governo trabalhista de Gordon Brown que finalmente parece que vai ser derrotado nas urnas na próxima quinta-feira. A opinião de 22 000 pessoas que assinaram contra a construção da mesquita não valeu de nada para o governo central de Gordon Clown. Os muçulmanos locais pretendem que esta mega-mesquita vai ser construída com o dinheiro das suas doações. Isso é pura e simplesmente mentira, pois significaria que cada muçulmano desenbolsasse 50 000 libras cada um. Se estão assim tão ricos, talvez não precisem de trabalhar no Reino Unido e então...Alah que se faz tarde.

Atentado Falhado Pretendia Atingir South Park?


Esta imagem de Maomé num episódio de South Park teria sido o suficiente para provocar um atentado terrorista muçulmano.

A polícia nova-iorquina está a investigar possíveis ligações do atentado bombista falhado de Timers Square, aos escritórios da Viacom, que emitem o South Park, a famosa série de desenhos animados da Comedy Central Network. Os escritórios da Viacom, ficam nas imediações onde o jeep armadilhado foi encontrado. Recorde-se que um grupo de muçulmanos ameaçou com represálias de morte aos criadores de South Park, por este terem representado Maomé num fato de urso.

Sunday, May 2, 2010

Neutralizado Um Ataque A Times Square.

Os media minorizaram a gravidade de um ataque á bomba que falhou em Times Square/Nova Iorque classificando-o como amador. Como não houve sangue derramado das prováveis centenas de vítimas, os vampiros da imprensa ficaram frustrados com o insucesso dos seus aliados e desclassificaram o atentado.
Lembro que a cada minuto nova iorquino, centenas, senão milhares de pessoas, passam por aquele lugar  icónico de Manhattan.
O atentado falhado parece-me que ainda não foi reividicado, mas cheira-me a jihad islâmica. Porque será? Quantos filhos de Alá "brincam" com bombas nas suas caves? Segundo Pamella Geller do Atlas Shrugs, os terroristas islâmicos vêm a sua motivação sancionada pelo politicamente correcto da admnistração Obamica, uma vez que Obama retirou do léxico oficial da admnistração, o conceito de jihad islâmica.
A polícia foi alertada por um vendedor, veterano do Vietname, que observou movimentações suspeitas num carro que estava estacionado atrás do seu local de venda. O vendedor salvou com este gesto, a vida a centenas de pessoas, e talvez até tenha salvo a economia americana e do resto do mundo, pois se este atentado tivésse sido bem sucedido, as repercussões teriam sido devastadoras. Segundo uma fonte da polícia, o terrorista estava a tentar fazer a detonação da bomba, quando foi interrompido pelos guardas e fugiu. A polícia acrescentou ainda, que teria sido um grande sarilho se o indivíduo tivesse conseguido fazer explodir o carro armadilhado.

Saturday, May 1, 2010

Tintin No Congo Com Os Simpsons.


A brigada do politicamente correcto fascistóide ataca em força a Banda Desenhada, isto é a 8ª Arte. Não só pela cobarde condenação, alinhando com os fascistas islâmicos, da publicação dos cartoons de Maomé dinamarqueses, e mais recentemente com silêncio relativamente ao anúncio da ameaça de morte por muçulmanos aos criadores de South Park.
Os tribunais belgas estão a ponderar a proibição do livro Tintin no Congo a pedido de um cidadão congolês que reside na Bélgica. Bienvenu Mbutu, o nome do tipo, que diga-se de passagem não é nada Bienvenu, argumenta que o livro é racista, retratando os negros como "estúpidos e sem qualidades". Do mesmo ponto de vista, se os brancos fossem espertalhaços como o sr. Mbutu,  alegariam que a personagem de Bart Simpson retrata os jovens brancos como psicopatas delinquentes incorrigíveis e em última análise toda a actividade de representação humana cessava. Lá iam pelo cano abaixo, a Literatura, o Cinema, o Teatro e óbviamente a Banda Desenhada, passando pela Escultura e Pintura. Cá para mim é este estado islâmico de coisas que se tenta implementar. Tranformar o Ocidente num gigantesco Nada como aquele que existe nas zonas onde o islão domina. Felizmente os Ocidentais são bastante mais inteligentes do que este senhor preto, pois sabem distinguir aquilo que é arte, ficção e divertimento da propaganda política. O mesmo já não se pode dizer da infeliz iniciativa do congolês.
 O referido livro é também alvo de críticas da sanha "anti-racista", na Inglaterra e nos USA. Mbutu já admitiu que ficaria satisfeito com a solução encontrada precisamente no Reino Unido, onde o livro se vende com uma tira de papel avisando os leitores que contem cenas eventualmente chocantes.
Eventualmente chocante é a censura que pesa sobre as culturas Ocidentais dos oportunistas que farejam a fraqueza cobarde dos meios políticos, intelectuais e judicias, animados concerteza pelo exemplo do Baltazar Garzon, para imporem as suas visões primárias à sociedade. Só um atrasado mental, pode acreditar que um livro de banda desenhada, como o que está em causa, pode levar as pessoas, crianças incluidas, a desenvolverem atitudes racistas.
Ao mesmo tempo os criadores dos Simpsons defendem South Park de uma maneira que ilustra a cobardia que grassa no Mundo Ocidental, que nos impede colectivamente de enfrentar as ameaças fascistas vindas de africanos e muçulmanos ao nosso estilo de vida. Agora no genérico dos Simpsons, Bart é apresentado a escrever no quadro da escola a seguinte frase irónica:
"Estaríamos do vosso lado se não tivéssemos tanto medo".

A França para além de multar quem se apresente na via pública envergando burqas ou nikabs, vai criminalizar todos aqueles que obriguem as mulheres a vestir tais balandraus.
Enquanto as mulheres podem ser multadas com 150 Euros se escolherem vestir-se como o Dart Vader, o Presidente Sarkozy pretende que todos aqueles que obriguem as mulheres a apresentarem-se em público em tais preparos, sejam presos até um ano e multados em 15 000 Euros.
"Ninguém deve poder andar nos lugares públicos com a face coberta", diz o texto da lei que vai apresentado ao parlamernto em Julho.