Sunday, October 24, 2010

Revisão Constitucional

As propostas de revisão constitucional que os partidos de esquerda vão apresentar, incluem o voto dos imigrantes nas eleições legislativas. O oportunismo desta malta é evidente. Tudo isto não passa de um truque cínico para ser usado com fins eleitorais. Não lhes interessa que manipulem desavergonhadamente os imigrantes, utilizando-os como animais amestrados, transformando-os em dependentes crónicos dos dinheiros da segurança social em troca de direitos eleitorais, isto é, de votos naqueles partidos. Se a coisa for para a frente, espero que alguém se lembre de inscrever também na Constituição Portuguesa, a obrigação dos imigrantes respeitarem os símbolos nacionais, a Igreja Católica e os valores dos portugueses...já agora, saberem falar Português, também deveria ser exigido.
Em Oklahoma nos EUA, uma revisão constituicional (Emenda) bem mais corajosa pode estar na calha. Um grupo de cidadãos lançaram uma campanha mediática contra o islamofascismo, no sentido de garantir apoios para uma Emenda Constituicional que proiba os tribunais americanos de considerem a lei islâmica, ou qualquer outra lei estrangeira. O grupo refere que a Emenda Constituicional irá prevenir o controle ou a tomada de poder, por extremistas islamistas a partir de dentro. Brigitte Gabriel referiu à comunicação social que "queremos ter a certeza de que os cidadãos de Oklahoma ficam completamente bem elucidados acerca da lei da sharia e das suas ramificações."
 Noutras noticias:
Um minarete de 21 metros de altura está a ser construído em Poitiers, a cidade onde em 732 Charles Martel correu, à espadeirada e à martelada, os exércitos muçulmanos invasores. Altifalantes serãos instalados, embora os tipos tenham prometido que iam ficar calados. Então, porque é que os estão a instalar? Os franceses são ingénuos, pois ainda se fiam nas promessas dos serracenos.
Dentro de pouco tempo, os franco-gauleses daquela região vão ter que se acostumar a ouvir 5 vezes por dia, que o Alá é o maior, que não há outro deus senão Alá, que o Maomé é o profeta ideal, e bacoradas do género. Paralelamente a esta profissão de fé, os sinos da igrejas continuam inacreditavelmente neutras - especialmente desde que só servem para indicar as horas.

Segundo o The Observer, a baronesa Warsi (ministra muçulmana) foi afastada por David Cameron da participação numa conferência islâmica, provocando uma amarga discussão no interior dos Tories, acerca de como é que o governo está a lutar contra o extremismo islamista.
A referida conferência é denominada, Global Peace and Unity Event, e é já considerada como a maior concentração multiculturalista da Europa e vai ocorrer em Londres. Os seus objectivos são contribuir para melhorar as relações comunitárias, embora observadores independentes, apontem que um bom número de oradores participantes são homofóbicos, apologistas da al-Qaida, de ataques suicidas e do terrorismo. A ministra Warsi, considerada uma voz importante dentro das comunidades muçulmanas, pessoalmente acredita que confrontar o fundamentalismo em público é mais eficiente. Paul Goodman, ex-ministro Tory das Comunidades afirmou que: "o objectivo dos organizadores é explorar os políticos usando a sua presença, para ganhar força, influência e credibilidade entre os muçulmanos ingleses. Os politicos não devem jogar esses jogo."

Saturday, October 23, 2010

Lyon (1)


Lyon : la manif des lycéens dégénère
Carregado por leprogres. - Assista aos últimos videos de noticias.

As mais violentas das "manifestações" á nova lei da reforma em França aconteceu em Lyon. Porquê Lyon? Descendo até aos anos oitenta, tentei procurar nos meus livros e revistas, as possíveis raízes desta violência. A história mostra-se longa, onde surpreendemente encontrei as origens da organização SOS-Racismo, as influências de alguns intelectuais de esquerda franceses e mãozinha "marota" do falso moderado islâmico,Tariq Ramadan.
Os imigrantes em Lyon, são maioritariamente oriundos do Norte de África, que foram (e vão) para França basicamente à procura de oportunidades pessoais. Isto em teoria. As oportunidades para uma vida melhor foram difíceis de encontrar. Em 1983, um pequeno número de jovens imigrantes em Lyon, infelizes com as suas próprias circunstâncias, organizaram um protesto político chamado "A Marcha pela Igualdade" para denunciarem publicamente as condições em que se encontravam, apelando á França democrática para ela mesma viver de acordo com os seus ideais igualitários.
Esse pequeno grupo pôs-se andar a pé, numa espécie de peregrinação, para Paris. A simplicidade do protesto capturou a imaginação e a simpatia popular francesa. Quando os marchantes chegaram á capital francesa, contavam-se ás centenas de milhar, e aquele protesto ficou conhecido como "A Marcha dos Beurs". Beur é o calão francês para os jovens árabes, sendo mais afectivo do que propriamente perjorativo ou irónico.
Estava ali um genuíno movimento de massas. Esta marcha originou, um ano mais tarde, a organização denominada SOS-Racismo, que se tornou também ela popular, não só em França. A SOS-Racismo organizou uma manifestação na Praça da Concórdia em Paris em 1985. Centenas de milhar de jovens participaram, mas agora não só arábes mas gente de todos as raças e credos, numa espécie de esplendor multicultural. A SOS-Racismo chegou ao ponto de estar na moda. Não era raro ver gente elegante com emblemas espetados em casacos, camisolas e malas da SOS-Racismo. Era gente determinada a lutar contra as diatribes racistas da Frente Nacional de Jean Marie Le Pen, cujos alvos eram os negros, árabes e judeus. Tanto quanto me parece, a SOS-Racismo lutava também naquela altura contra o anti-semitismo genético da extrema direita francesa. Esta organização promovia meetings nos subúrbios das grandes cidades, com árabes e judeus e negros conjuntamente e declararam um slogan que também se tornou popular, que afirmava "Touche pas à mon pote!" (não toques no meu compincha!).
Um bom número de figuras mediáticas estava por detrás do movimento que orquestravam a imprensa oferecendo também alguma dimensão intelectual. Marek Halter, um novelista popular, juntamente com o filósofo Bernard-Henri Lévy são só dois exemplos. Curioso é que depois da participação de Henri-Lévy nesta organização, e depois de participar também na denúncia dos ataques Sérvios a Sarajevo, Tariq Ramadan (neto de al Banna fundador da organização fascista A irmandade Muçulmana) tem a distinta lata de o insultar em 2003, (envolvendo também o jornalista holandês do NY Times, famoso pela sua dhimmitude, de nome Ian Buruma) como agente do Sionismo internacional. Mas isto são contas de outro rosário.
A SOS Racismo era uma organização esquerdista. Após 1985, Tariq Ramadan "reformista" salafita, vindo da Suíça de uma familia árabe abastada, deu à costa em França, e o resultado foi a derrota da esquerda que militava no movimento anti-racista e multicultural. Aliado á acção de Tariq Ramadan na secessão dos muçulmanos na SOS-Racismo, uma série de erros e de tolas manobras, tornou evidente á opinião pública o controle e a manipulação da organização a partir dos gabinetes políticos do Partido Socialista Francês. Em 1987, a SOS-Racismo estava já derrotada por um movimento mais recente em Lyon, em que Tariq Ramadan esteve particularmente envolvido, e que se chamava União do Jovens Muçulmanos (UJM), e que combatia tudo o que a Marcha dos Beurs tinha significado e tudo por aquilo que tinha lutado. A nova organização muçulmana lutava por justiça social, não nas tendências do esquerdismo liberal dos anos 80, mas invocando os principios do Corão do século VII. Em vez do slogan "Touche pas à mon pote!", o legado de al-Banna. Num exemplo demonstrativo, enquanto a SOS-Racismo fazia campanhas contra a discriminação dos jovens árabes e negros nos espaços de diversão nocturna,  a UJM fazia campanha violenta contra a entrada dos jovens árabes nos espaços de socialização nocturna. A auto-exclusão dos jovens muçulmanos, a guetização auto-imposta das populações árabes, foi o resultado directo das acção de Tariq Ramadan em todos este processo.
Em 1992, a UJM florescia. Inclusivamente abriram uma editora e uma livraria chamada Tawhid. Segundo Paul Laundau no livro The Saber and the Koran, a livraria Tawid, estava prenhe de livros e de cassetes anti-semitas, livros e cassetes que apelavam á jihad contra os cristãos.
(continua)

Friday, October 22, 2010

Enough Is Enough!

Nham! Nham! Nham! Oh! I love that smell in the morning...It smells like...victory.

 Em Shaw Heat, Manchester, um dono de um café teve que retirar o exaustor devido ao cheiro de bacon que ofendia as células olfativas e as crenças religiosas dos muçulmanos que por ali passavam. Parece anedota mas não é. De facto, os filhos de Alá, conseguiram forçar o dono do café a remover o exaustor. Os oficiais da Câmara local actuaram contra Beverley Akciecek, 49, depois de lhe terem dito que os vizinhos muçulmanos sentiam-se "fisicamente doentes" devido ao "mau odor" do bacon frito. Isto tudo num país que está repleto até ao vómito de burqas, barbas talibans, kebabs, balandraus sujos e mau cheirosos, mesquitas e minaretes. Um inglês teve a coragem, nos dias que correm é preciso ter coragem, de escrever e publicar a sua revolta:
"Enough is enough , if these people do not like what we eat in this country - or anything else for that matter then why don't they just P*SS OFF"
Eu teria escrito mesmo...FUCK OFF.

National Putrid Radio


Juan Williams foi despedido por ficar nervoso nos aviões perante a presença de muçulmanos a bordo.

O New York Post noticia que é agora passa a ser despedível qualquer pessoa que demonstre medo de um ataque terrorista muçulmano. Pelo menos no National Public Radio (NPR). Juan Williams, um analista politico naquela cadeia provou-o na pele. Juan Williams trabalha já há 10 anos para a NPR, e foi sumariamente despedido na quarta-feira passada após ter dito na Fox News que  ficava nervoso quando anda de avião onde passageiros envergando trajes muçulmanos também embarcavam. "Se eu vejo pessoas que vestem trajes muçulmanos", comentou ao pivot Bill O'Reilly, "eu penso que se estão a identificar primeiro e sobretudo como muçulmanos, eu fico preocupado. Fico nervoso."
Quem o pode culpar? Eu também fico, até com tiques nervosos mesmo, que não trajem com os habituais  balandraus. Basta que me aperceba, em qualquer vôo na Europa, que existe um falante árabe a bordo para ficar a suar. De facto 99,9% dos ataques, a ou com aviões, são da responsabilidade dos maometanos. Começou nos anos sessenta com os palestinianos, passando por Lockerbie, até ao 11 de Setembro. Os inúmeros ataques islâmicos aos aviões estão na causa da autêntica via sacra que as pessoas normais têm que aturar para poder embarcar. E certamente em todos os ataques o famoso grito de guerra Alah
Snack-bar foi concerteza uivado.
Juan Williams foi despedido por mero delito de opinião.
Que raio? Onde é que pára a democracia?

Teddy Roosevelt e o islão.


O Ocidente hoje, ainda possui o poder militar para derrotar o islão invasor . YES WE CAN.

As seguintes passagens foram escritas em 1916 por Teddy Roosevelt no livro “Fear God and Take Your Own Part”, e reproduzido no “What Every American Needs to Know About the Qur’an” por William Federer.

" O Cristianismo não é o credo da Ásia e da África neste momento porque no século VII os cristãos da Ásia e da África escolheram não lutar, enquanto os muçulmanos os ameaçavam. A Cristandade foi salva na Europa só porque os povos europeus lutaram contra o islão. Se os povos europeus do séc VII e VIII não tivessem tido capacidade militar, e gradualmente desenvolverem uma superioridade militar sobre os muçulmanos que invadiram a Europa nessa altura, o Cristianismo tinha sido exterminado.Onde os muçulmanos completaram a sua influência, onde quer que os Cristãos foram incapazes de resistir pela espada, o Cristianismo desapareceu completamente. Do machado de Charles Martel até á espada de Sobieski (passando claro pela espada de Afonso Henriques, digo eu), o Cristianismo deve a sua sobrevivência ao facto de ter sido capaz de lutar melhor do que o agressor muçulmano... A civilização da Europa, Americana e Australiana hoje existe devido ás vitórias de homens civilizados sobre os inimigos da civilização, devido às vitórias que perduraram pelos séculos de Charles Martel e de João Sobieski.
Durante milhares de anos, os cristãos da Ásia e de África foram incapazes de levar a cabo um guerra bem sucedida contra os conquistadores muçulmanos; e em consequência o Cristianismo desvaneceu-se desses dois continentes; e hoje ninguém consegue encontrar quaisquer dos "valores socias", de qualquer maneira que sejam entendidos, na esfera de influência dos maometanos. Tais "valores sociais" hoje ainda existem na Europa, América e Austrália, graças ao poder bélico que os Europeus tiveram no passado que os permitiu derrotar o invasor muçulmano."

Tuesday, October 19, 2010

European Freedom Initiative Organiza Manifestação em Amsterdão.



A organização denominada European Freedom Initiative (EFI) realizará uma manifestação na Museumplein em Amsterdão no dia 30 de Outubro, das 2 da tarde ás 5. A acção vai ser destinada a apoiar a liberdade de expressão, e particularmente protestar contra o ultrajante tratamento que Geert Wilders está a receber do estado holandês. A intimidação dos dissidentes políticos está-se a tornar um assunto muito sério na União Europeia, que cada vez mais se assemelha á União Soviética, e que exige de todos nós uma oposição activa e clara, á medida das possibilidades de cada um. Desde que a EFI anunciou a intenção de realizar a manifestação, os chamados "anti-fascistas" (antifas) mas que se assemelham mais aos rúfias da Stasi, planeiam realizar contra-manifestações e sabe Deus mais o quê. A EFI é um movimento de cidadãos pacíficos constituído por pessoas de numerosos países europeus, que se juntaram num espírito de cooperação internacional, contra as perigosas tendências que actualmente ameaçam a liberdade dos povos do Velho Continente.
A liberdade de expressão é a pedra-de-toque da Civilização Ocidental e base das nossas sociedades abertas e democráticas. Os nossos actuais lideres políticos estão a traír essa liberdade. Geert Wilders foi levado a tribunal porque se opôs á metastase da sharia, e como resultado foi intimidado pelo sistema judicial. Muitos cidadãos europeus enfrentam tratamento similar ás mãos de estados arrogantes.

Os antifas são bem conhecidos através da Europa (os franceses que o digam!) pela sua violência e intimidação contra todos aqueles que se opõem aos seus credos políticos. Os esforços dos antifas em demonizar todos aqueles que se opõem ao estabelecimento da sharia na Holanda e na Europa, mostram um grande desprezo dos princípios das sociedades livres e democráticas, cuja discussão política se deve conter exclusivamente em factos e num debate racional. É necessário perguntar-lhes porque é que apoiam a sharia, que consiste num sistema totalitário e não num sistema alternativo baseado na igualdade. Será que eles querem mesmo este iniquo e bárbaro código legal entrincheirado na Europa? Será que eles acreditam na igualdade de géneros, o direito das pessoas de serem honestas relativamente á sua própria sexualidade, o direito das pessoas de terem verdadeira liberdade religiosa, e o seu direito a gozarem de igualdade perante a lei?
Penso que não. Os antifas são marionetes. São activistas antidemocráticos, intolerantes, egocêntricos, violentos, anarcas, anti-semitas, odeiam a civilização ocidental e estão apostados em lançar as sociedades europeias  na barbárie. Os antifas são, mais os seus comparsas islâmicos radicais, os verdadeiros e únicos nazi- fascistas.
Mas os perigosos são os puppet-masters dos antifas, e esses, estão sentados nos diversos  parlamentos europeus, representando grupos parlamentares da esquerda radical. Vestem bem, comem caviar e bebem do melhor champagne em condomínios fechados. Têm palheta multiculturalista fácil e são telegénicos de oportunismo. Mediáticos até á medula, representam a burguesia urbana com pretensões de poder...num futuro caótico advinhado.
Como os do Bloco de Esquerda em Portugal.

Monday, October 18, 2010

Portugal No Conselho De Segurança da ONU


O alarido mediático e a satisfação geral da eleição de Portugal para o Conselho de Segurança das Nações Unidas, parece ter enchido os portugueses de orgulho pátrio, e foi bem aproveitado como propaganda socialista, pela matilha de ladrões socialistas que nos governa, como um sinal evidente das boas qualidades  negociais do ocupante da pasta dos Negócios Estrangeiros, o Ministro Amado. E por conseguinte das boas qualidades do governo do Sócrates. Até porque passámos á frente do Canadá e isso enche de orgulho os saloios do costume. Mas é aqui que as coisas começam a cheirar mal. Ninguém explicou, ao socialisticamente-esmagado-de-impostos-povo-português, porque é que o Canadá foi afastado da eleição.
O Canadá retirou a sua candidatura quando se tornou evidente que o bloco árabe e os estados islâmicos se viraram contra o país, concedendo o lugar a Portugal, que representa um politica mais flexível para aqueles e uma posição de cobardia moral e de apaziguamento, com tomadas de posição que são normalmente contra o estado de Israel. Neste sentido, a recusa do Canadá em vender Israel custou-lhes o assento no Conselho de Segurança.
Na verdade, durante a apresentação das candidaturas, o governo do Canadá anunciou o fecho de um importante pacote de negócios com Israel. Para além disto, o Canadá opôs-se à pretensão dos Emirados Árabes Unidos (EAU) de ligar os direitos de aterragem da aviação comercial com as posições da politica externa dos países. Assim, para além de organizarem a oposição ao Canadá no Conselho de Segurança, os EAU retiraram unilateralmente o acesso canadiano ao Campo Mirage, que é utilizado na última década para colocar as suas tropas no Afeganistão. Numa espécie de birra infantil, que nos adultos toma forma de paranóia psicopatológica, os EAU também não permitiram que o avião em que o Ministro da Defesa do Canadá viajava, sobrevoasse o país, depois de uma visita às suas tropas no Afeganistão.
Entre as nações ocidentais, o Canadá é aquele que tem uma posição mais clara na defesa dos legítimos direitos e interesses de Israel. Eles pagaram e vão continuar a pagar por isso. E hoje os canadianos podem sentir um genuíno orgulho por terem de pagar pelo desafio que fazem, aos países árabes e ao bloco islâmico da ONU, ao seu esforço para isolar Israel e torná-lo um estado pária. O mesmo não se pode dizer da invertebrada diplomacia pró-árabe do molusco sr. Amado. Não por acaso, a esquerda-islâmica portuguesa, isto é o Bloco de Esquerda, congratulou-se com a nomeação de Portugal para aquele cargo, não sem antes bem sublinharem que, Portugal deve reforçar a autoridade das Nações Unidas, leia-se apoiar as pretenções hegemónicas do bloco árabe-islâmico contra Israel.
Os socialistas que nos governam há uma eternidade, colocaram-nos numa situação económico-social absolutamente desastrosa, e na politica internacional numa posição vergonhosa. A nossa liberdade depende, agora e sempre, na recusa de alinhar com países que fazem da chantagem, do medo e da ameaça o modus vivendi.
Mas se esta geração de esquerdistas portugueses que nos governa é medrosa, (diria mesmo merdosa) e apaziguadora, há no país uma grande reserva de portugueses que ainda não se corromperam por décadas de socialismo-ladrão.
É a chamada maioria silenciosa.

Sunday, October 17, 2010

Viva A Enegia Solar!


Uma empresa japonesa apresentou um soutien que capta energia solar para alimentar iPods ou tele-móveis.

Os islamistas afirmam a pés juntos que o corão está destinado a governar a América. De facto, o golpe sobre a Casa Branca não é só uma alucinação dos islamistas mais estratosféricos mas uma directiva do próprio maomé. Sound crazy?
Numa entrevista ao programa "This Week" da cadeia de televisão ABC, o activista radical islâmico Anjem Choudary, que vive calmamente em Londres á custa do erário público inglês, deixou claro, o que ele e os seus islamistas companheiros planeiam para o Ocidente. "Nós acreditamos, como muçulmanos, que o Leste e o Ocidente, um dia serão governados pela sharia. Na verdade, nós acreditamos que um dia a bandeira do islão será hasteada na Casa Branca." Depois o tipo citou um hadith do maomé  relatado por Al-Tabarani, uma espécie de académico do séc. X, que afirma "que a hora final não chegará até os muçulmanos conquistarem a Casa Branca". Outra versão desta espécie de ditado popular muçulmano diz que: "uma pequena porção de muçulmanos se levantarão e conquistarão a Casa Branca". O maomé tinha visões!!!!
 Esta gente pode acreditar no que quiser...eu também acredito que os tipos deveriam ser internados com urgência num qualquer hospício para adulterados mentais e psicopatas.
Esta maníaco-depressiva pulsão de querem hastear as bandeiras foleiras do islão em tudo o que é edificio no Ocidente, já chateia. É na Casa Branca que querem hastear, no Palácio de Buckingham querem hastear, no Eliseu querem hastear, em Berlim querem hastear...Será que temos que fazer ressurgir a hipnose para casos agudos de histeria islâmica? Pelos vistos só com a interpretação dos sonhos na Psicopatologia da vida islâmica, não vamos lá.
Pessoalmente não acredito que os muçulmanos algum dia tomarão a Casa Branca. Não sem um banho de sangue de proporções biblicas. Mas esta, é só uma questão de fé particular. Objectivamente devemos estar atentos a todos as movimentações dos filhos de Alá. Eles estão confiantes e isso é bom para nós. E é bom também para nós, eles não serem particularmente inteligentes... e serem fanáticos. O fanatismo torna-os ainda mais estúpidos. Mesmo que utilizem aquelas velhas tácticas da mentira em que são hábeis, não conseguirão atingir os seus objectivos se os povos não-muçulmanos estiverem unidos e atentos.
O grande problema que se nos coloca actualmente, são os seus aliados ocidentais. Esta espécie de traidores, a malta da esquerda, e muitos de direita para ser justo, são quem tem o poder comunicacional e político, o que é o mesmo que dizer que são eles que ocupam os centros de decisão. Mas talvez isso possa acabar mais depressa do que pensam. A Europa e a suas nações, estão a provar que num curto intervalo de tempo o paradigma político europeu possa ser outro. Possivelmente a União Europeia é já um fóssil adiado  tão gigantesco como os Brontossaurus do Jurássico. Com os colaboracionistas ocidentais, inapelável e definitivamente derrotados, os muçulmanos, por muito que se auto-explodam, não valem nada nem vão ter poder para nada.
Cortam-nos o "pitróil"? Não há problemas. Antes ter uma economia rasteira e andar pelo nosso próprio pé do que viver sobre a pata islâmica. E depois temos a energia solar já bastante desenvolvida no, e pelo mundo Ocidental.
E se os barbudos da Arábia Saudita não venderem petróleo, vão ter que o beber para matar a sede acompanhado com areia do deserto, para matar a fome...
Será então caso para alto celebrar:
Viva a Energia Solar.

Free Elisabeth Sabaditcsh-Wolff


Na Áustria, prossegue a polémica com julgamento de Elisabeth Sabaditcsh-Wolff (ESW). Para quem não seguiu o caso, Elisabeth é mais uma vítima europeia da acusação de "hate speech" por parte dos defensores do supremacismo islâmico na Europa. ESW foi acusada depois de ter falado num seminário sobre o islão pois é conhecedora do islão por ter vivido na Arábia Saudita.

E o que ela disse sobre o islão foi a verdade. Será que a verdade é ilegal na Áustria? ESW incorre numa pena de prisão efectiva até 3 anos.
Noutras notícias: Sir Salman Rushdie revelou que recebe anualmente uma lembrança de morte de iranianos extremistas. O escritor disse que as ameças continuam sobre a forma de cartões do Dia dos Namorados a cada 14 de Fevereiro. O senhor Rushdie afirmou que o cartão é uma lembrança de que o Irão não desistiu de cumprir a promessa, de 21 anos, de o matar. Rushdie revelou detalhes sobre este pouco usual cartão
quando no New York Times o entrevistou sobre o livro que está a escrever acerca da sua vida de clandestinidade a que a fatwa dos fascistas islâmicos o votou.
 A Chanceler alemã, Angela Markel juntou-se ao lider da CSU da Bavaria, Horst Seehofer, na declaração de que o multiculturalismo falhou.O tabu foi quebrado. Para "amaciar" as coisas, contudo a senhora Merkel insistiu na ideia peregrina de que o islão é faz parte da Alemanha, (por parte de quem?, pergunto eu) e só apelou á "integração" em vez da "assimilação".
Também na Alemanha, um professor primário foi suspenso por inadvertidamente ter dado schnitzels (bife panado) de porco a alguns alunos muçulmanos. 

Geert Wilders em Berlim (conclusão)


"Estou muito feliz por estar aqui em Berlim para deixar esta mensagem que é extremamente importante, especialmente na Alemanha. O que aconteceu no vosso país, a presente geração não é responsável por isso. Aquilo que aconteceu no passado no vosso país, não torna a presente geração responsável por isso. O que aconteceu no passado não justifica que se castiguem os alemães hoje. Mas também nãos vos desculpa que não lutem pela vossa identidade. A vossa única responsabilidade é evitarem os erros do passado. É vosso dever lutarem com aqueles que são ameaçados com a ideologia do islão, como por exemplo o estado de Israel e os vossos compatriotas judeus. A República de Weimar recusou lutar pela liberdade e foi derrubada por uma ideologia totalitária, com consequências catastróficas para a Alemanha, para o resto da Europa e para o Mundo. Não falhem na luta pela vossa liberdade hoje.
Estou feliz por estar no vosso meio hoje porque parece que depois de vinte anos de reunificação Alemã, uma nova geração não se sente mais culpada por ser alemã. O intenso e actual debate acerca do recente livro de Thilo Sarracin é uma indicação que a Alemanha se encontrou consigo novamente. Eu ainda não li o livro do Dr. Sarrazin, mas compreendo que enquanto todo o sistema do politicamente correcto unanimemente criticou as suas teses, uma larga maioria de alemães compreende que o Dr.Sarrazin está a tocar em assuntos importantes e prementes. "A Alemanha está-se a abolir a si mesma", avisa Sarrazin, e apela aos alemães para pararem com este processo. O enorme impacto do seu livro, indica que os alemães sentem a situação da mesma maneira. O povo da Alemanha não quer ver a Alemanha a ser abolida, apesar de toda a endoutrinação que sujeitaram os alemães. A Alemanha não tem mais vergonha de assumir o seu orgulho nacional. Neste tempos difíceis, onde a nossa identidade nacional está ameaçada, devemos parar de nos sentirmos culpados acerca de quem somos. Nós não somos "kafir", não somos culpados.
Como outros povos, oa alemães têm o direito de permanecer o que são. Os alemães não se devem transformar em franceses, nem holandeses, nem americanos, nem turcos. Devem permanecer alemães. Quando Erdogan, o primeiro ministro turco visitou o vosso país em 2008, ele disse aos turcos que vivem aqui, que devem permanecer turcos. Ele literalmente disse que "a assimilação é um crime contra a humanidade". Erdogan estaria correcto se se tivesse dirigido aos turcos na Turquia. Acontece que a Alemanha é a terra dos alemães. Como tal, os alemães têm o direito de exigir aqueles que vêm e vivem na Alemanha para se assimilarem; Têm o direito - melhor, têm o dever para com as suas crianças - de exigir aos recém chegados que respeitem a identidade alemã da nação alemã e o direito que a Alemanha tem de preservar a sua identidade.
Devemos convir que o islão expande-se de duas maneiras. Como não é uma religião, a conversão é só um fenómeno marginal. Historicamente, o islão expande-se pela conquista militar, ou através de uma  arma chamada hijra -  imigração. Maomé conquistou Medina através da imigração. A hijra é o que nós estamos a experimentar actualmente. Temos demasiados imigrantes islâmicos não assimilados a viver na Europa. Mas o Ocidente não tem estratégias para lidar com a ideologia islâmica, porque as nossas elites dizem que nós é que nos temos que adaptar a eles e não o contrário. Esta é uma lição que temos que aprender com a América, a nação mais livre do mundo. Os americanos têm orgulho da sua nação, daquilo que conseguiram e da sua bandeira. Nós, também deviamos ser orgulhosos das nossas nações. Os Estados Unidos tiverem sempre imigrantes. O Presidente Theodore Roosevelt foi muito claro acerca dos deveres dos imigrantes. Isto foi o que ele disse - passo a citar - "Devemos insistir que se o imigrante vem para cá de boa fé e se assimilar em nós, ele deve ser tratado de igual maneira como todos os outros...e tornar-se um americano e nada mais do que um americano...Não há a possibilidade de fidelidades divididas aqui... Só temos espaço para uma só lealdade aqui, que é a lealdade para com o povo americano" - fim de citação.
Não me cabe a mim definir em que é que consiste a identidade nacional da Alemanha. Isso cabe inteiramente a vocês. Eu sei, contudo, que a cultura alemã, como a dos países vizinhos, como o meu, está enraizada nos valores judaico-cristãos. Cada político responsável tem a obrigação politica de preservar esses valores contra as ideologias que os ameaçam. A Alemanha cheia de mesquitas e de mulheres cobertas por véus já não é a Alemanha de Goethe, Schiller e Heine, de Bach e Meldelssohn, de Kant e Lessing, de Max Plank e Dietrich Bonhoeffer. Será uma perda para todos nós. É importante que saúdem e preservem as vossas raízes como nação. De outra maneira não serão capazes de salvaguardar a vossa identidade; serão abolidos como povo, e perderão a vossa liberdade. E o resto da Europa, perderá a sua liberdade juntamente com vocês."

Friday, October 15, 2010

Última Hora: Geert Wilders Ilibado?

Depois de, há alguns dias ter retirado a queixa de "insulto a um grupo" religioso, o Ministério Público holandês pediu hoje ao colectivo de juízes que preside ao julgamento de Gert Wilders o levantamento das acusações de "promoção ao ódio" e "incitamento à discriminação racial" em relação aos muçulmanos. O MP considerou que GW sempre se dirigiu ao islão e não aos muçulmanos como um grupo racial particular. Até porque não o são. Considerou também que, como político, Geert Wilders tem também o direito de fazer afirmações sobre problemas sociais percebidos.
É um bom dia para a liberdade na Europa.
É caso para abrir uma garrifta de espumante.
Cheers Geert! Salut! Kampai!Prost!Ein Toast!
À nossa!

Eleições Austríacas

O julgamento por heresia de Geert Wilders (GW) continua na Holanda, com o respectivo blackout auto-imposto pela comunicação social dhimmi. Cerca de 75% dos jornalistas holandeses (a percentagem deve ser semelhante em Portugal) são de esquerda. Há poucos anos atrás, a demonização sistemática feita pela imprensa de Pim Fortuyn conduziu ao assassínio daquele político que se preparava para ser primeiro-ministro holandês.
Actualmente, acontece exactamente o mesmo. Os estúpidos de esquerda nunca aprendem com a história. A demonização de GW (curiosamente os jornalistas limitam-se a insultá-lo, e abstêm-se de publicar o seu pensamento politico) levada a cabo sistematicamente pela comunicação social e pela esquerda europeia, que se confundem aliás, pode conduzir ao extremar de posições políticas no quadro da política europeia. E os sinais estão aí.
Graças ao divórcio crescente entre opinião pública e os partidos políticos do mainstream, novas forças felizmente dão à costa. Na Holanda, na Suécia, Dinamarca e agora também na Áustria. Nas eleições regionais, o partido anti-islão ganhou um quarto dos votos do eleitorado na região de Vienna de Áustria, por sinal a região mais cosmopolita daquele país alpino. O Partido da Liberdade, cresceu de 15% em 2005, para 27% em 2010. 
Antes de resolvermos o problema com o islão, temos que resolver primeiro o problema com os nossos dhimmis. E os povos europeus estão a compreender que se têm que ver livres desta escumalha política que nos vendeu a alma ao islão.
Só me resta esperar que os portugueses também acordem e se comecem a ver livres desta malta mais ou menos esquerdista que controla o país desde a abrilada.

Saturday, October 9, 2010

Geert Wilders em Berlim (4)

" Como sabem, eu estou a ser julgado na Holanda. Na Segunda-Feira, tenho ir que novamente ao tribunal e vou despender quase todo o tempo do próximo mês nisto. Eu fui levado a tribunal devido ás minhas opiniões sobre o Islão, e porque declarei as minhas opiniões em discursos, em artigos e no meu documentário, o filme Fitna. Eu vivo sobre constante protecção policial porque os extremistas islâmicos querem-me assassinar, e eu vou a tribunal porque o sistema holandês- a maioria deles não muçulmanos, querem-me silenciar. Eu fui levado a tribunal porque a liberdade no meu país está em declínio. Ao contrário da América, nós não temos a Primeira Emenda que garante ás pessoas a liberdade de expressar as suas opiniões e impulsionar assim o debate público. Ao contrário da América, na Europa, o estado nacional e cada vez mais a União Europeia, prescrevem como os cidadãos - incluindo os democraticamente eleitos como eu - devem pensar e aquilo que estão autorizados a dizer.
Uma das coisas que nós não estamos autorizados a dizer é, que a nossa cultura é superior a determinadas outras culturas. Isto é visto como uma afirmação descriminatória - uma afirmação até de ódio. Nós somos indoutrinados numa base diária, nas escolas e nos meios de comunicação social, com mensagens de que todas as culturas são iguais, e, se alguma cultura é pior do que as outras, é a nossa própria. Nós estamos submersos em sentimentos de culpa e de vergonha acerca da nossa identidade. Somos exortados a respeitar tudo e todos excepto nós mesmos. Esta é a mensagem da esquerda e do politicamente correcto que governa este sistema. Querem-nos que nos sintamos envergonhados acerca da nossa própria identidade que recusamos defender.
Esta obcessão das nossas elites culturais e politicas com a culpa Ocidental reforça a visão que o islão tem de nós. O corão diz que os não-muçulmanos são Kuffar (kafir no plural), que significa "rejeitados" ou "ingratos". Logo, os infiéis são "culpados". O islão ensina que no estado natural todos nós nascemos crentes. O islão também ensina que se hoje não somos crentes é por nossa culpa ou por culpa dos nossos ancestrais. Subsequentemente, nós somos sempre kafir - culpados - porque, das duas uma, ou nós, ou os nossos pais foram apóstatas. E como tal, segundo alguns, nós merecemos a subjugação e a morte.
Os intelectuais de esquerda e os politicos contemporâneos estão cegos relativamente aos perigos do islão. Alguns, aqueles que fazem parte da quinta coluna do islão no Ocidente odeiam-no genuinamente e querem-no destruir, enquanto outros não se querem opor aos nossos inimigos porque julgam que são demasiado poderosos e matar-nos-ão se os irritarmos. Alguns rendem-se porque concordam com os nossos inimigos, outros porque são covardes. O dissidente soviético, Vladimir Bukovsky, argumenta que depois da queda do comunismo, o Ocidente falhou em expôr aqueles que colaboraram com os soviéticos advogando politicas de détente, de relaxamento das tensões internacionais e de coexistência pacífica. Ele afirma que a Guerra Fria foi - passo a citar - "uma guerra que nós nunca ganhámos. Nunca lutámos para isso...Na maior parte do tempo o Ocidente quedou-se numa política de apaziguamento com o bloco Soviético...e apaziguadores não ganham guerras" - fim de citação.
O islão é o comunismo dos nossos dias. Mas devido ao falhanço em relação ao comunismo, nós somos incapazes de o confrontar, como se tivéssemos sido apanhados no velho hábito comunista do logro e dos significados duplos, que usuram para assombrar os países do Leste e que nos assombram agora a nós. Devido a este falhanço, os mesmos esquerdistas que então eram cegos em relação ao comunismo, hoje são cegos em relação ao islão. Utilizam exactamente os mesmos argumentos em favor da détente, das relações próximas e do apaziguamento, como utilizavam naquela época. Argumentam que o nosso inimigo é tão amante da paz-como-nós-somos, e que só pedem respeito, se nós os respeitarmos eles também nos respeitarão. Até ouvimos a repetição do velho mantra da equivalência moral. Eles costumavam dizer que o "imperialismo" Ocidental eram tão mau (ou pior ainda) que o imperialismo Soviético, agora dizem que o "imperialismo" Ocidental é tão mau (ou mesmo pior) do que o imperialismo islâmico. No meu discurso junto ao Ground Zero em Nova Iorque no 11 de Setembro, enfatizei que devemos parar o "Blame the West, Blame America", jogo que os islâmicos jogam com connosco. Nós devemos parar de jogar este jogo. E tenho uma mensagem para vós. É um insulto que nos digam que nós somos culpados e merecemos o que nos está acontecer. Nós não merecemos a morte, nem tornar-mo-nos estranhos na nossa própria terra. Nós não podemos aceitar tais insultos. Primeiro de tudo, a Civilização Ocidental é a mais livre e a mais próspera da face da Terra, e por isso muitos imigrantes se estão a mover para cá, em vez dos Ocidentais se estarem a mover para lá. E em segundo, não existe tal coisa como a culpa colectiva. Os indivíduos livres são agentes morais livres e são responsáveis pelas suas próprias acções."

Wednesday, October 6, 2010

Peço Desculpa Por Esta Interrupção...

...a tradução do discurso de Geert Wilders em Berlim segue dentro de momentos.
Não quis perder a oportunidade de divulgar o seguinte video que o blog Ecotretas disponibilizou para os portugueses observarem até que ponto vai o radicalismo fascistóide ambientalista. Com toda a razão do mundo o Ecotretas escreveu:
 "Não é possível imaginar até onde chegam as ideias destes tretas Verdes! Vejam o filme abaixo, sobre a campanha 10:10. Mas atenção: preparem-se para ficar maldispostos! Não digam que não vos avisei... Nem o Hitler tinha acesso àquele botão!!!"
A campanha 10:10 destina-se a baixar a produção de CO2 em 10% e envolve algumas cidades referidas neste filme de propaganda totalitária e até potencialmente genocida, pelo menos em significado. No momento em que Geert Wilders está na barra de um tribunal holandês por dizer as verdades acerca do islão, este filme vem uma vez mais provar a total falta de respeito por todos aqueles que ousam pensar de forma diferente dos novos dogmas que a classe político-cientifica e os meios de comunicação social, impõe sobre os cidadãos. Isto tudo vai acabar mal.

Tuesday, October 5, 2010

Geert Wilders em Berlim (3)

"Mark Alexander afirma que a natureza do Islão difere muito pouco - mais em detalhe do que no estilo - das ideologias politicas totalitárias, tais como as do nacional socialismo e do comunismo. 
Ele elaborou uma lista das características destas ideologias:
• Utilizam purgas políticas para "limpar" a sociedade daquilo que consideram indesejável;
• Só toleram um único partido político. Onde o islão tolera mais do que um partido, insiste na natureza islâmica dos ditos;
• Obliteram a distinção liberal entre as áreas privadas e o controlo público;
• Transformam o sistema educativo num aparelho de doutrinação universal;
• Legislam com leis e normas para a arte, para a literatura, para a ciência e para a religião;
• Controlam as pessoas conferindo-lhes um estatuto de segunda clase;
•Induzem uma grelha mental nas pessoas de maneira a fazer surgir o fanatismo;
•São abusivos perante os seus oponentes e observam qualquer concessão da sua parte como um expediente extraordinário e da parte do oponente um sinal de fraqueza.
• Têm a política como uma expressão de poder;
• São anti-semitas.
Existe ainda um espantoso paralelismo, mas este não característico destas três ideologias políticas, mas sim do Ocidente. A aparente inabilidade do Ocidente para ver o perigo. O pré-requisito para a compreensão do perigo político, é a vontade de ver a verdade, mesmo que esta seja desagradável. Infelizmente os politicos modernos do Ocidente parece que perderam esta capacidade. A nossa inabilidade conduziu-nos á rejeição de conclusões lógicas e históricas de factos que nós poderiamos e deveriamos conhecer melhor. O que é que está errado com os ocidentais modernos para cometerem o mesmo erro constantemente? Não há melhor lugar para ponderar esta questão do que aqui em Berlim, a capital do império do mal da Alemanha Nazi e a cidade que esteve cativa da chamada Alemanha "Democrática", mais de 40 anos.
Quando os cidadãos da Europa de Leste rejeitaram o comunismo em 1989, eles foram inspirados por dissidentes como Aleksandr Solzhenitsyn, Vaclav Havel, Vladimir Bukovsky, entre outros, que disseram que o povo tinha direitos mas também tinham a obrigação de "viver com a verdade". A liberdade requer uma vigilância eterna, e faz-se com a verdade. Solzhenitsyn acrescentou, no entanto, que a "verdade raramente é doce; é invariavelmente amarga." 
Deixem-nos encarar a verdade mais amarga: Nós perdemos a capacidade de ver o perigo e entender a verdade porque nós já não valorizamos a liberdade. Políticos estabelecidos, esquerdistas, centristas até liberais e conservadores, hoje, facilitam a islamização. Saúdam cada nova escola islâmica, cada novo banco islâmico, cada novo tribunal islâmico. Elhes olham para o islão como se fosse igual á nossa própria cultura. Islão ou liberdade? Na verdade, não lhes interessa muito. Mas interessa para nós. A inteira elite estabelecida - universidades, igrejas, sindicatos, os media, políticos - estão a vender as nossas liberdades conquistadas arduamente. Falam sobre a igualdade, mas espantosamente não vêm como poucos direitos as mulheres têm no islão comparando com os homens, e como os infiéis têm muito menos direitos do que os aderentes ao islão.
Será que vamos repetir os erros fatais da Républica de Weimar? Estaremos nós a sucumbir ao islão porque o nosso compromisso com a liberdade está já morto? Não isto não irá acontecer. Nós não somos como a senhora Merkel. Nós não aceitamos a islamização como inevitável. Nós temos que manter a liberdade viva. E  na medida daquilo que já perdemos, devemos reclamá-la nas nossas eleições democráticas. É por isso que nós precisamos de partidos políticos que defendam a liberdade." 

Geert Wilders em Berlim (2)

"Ali Sina, um apóstata iraniano que vive no Canadá, refere que existe uma regra dourada no coração de cada religião que diz: Faz aos outros aquilo que gostarias que te fizessem a ti. Esta regra no Islão só se aplica aos muçulmanos, não aos infiéis. Ali Sina diz, passo a citar: - "A razão pela qual eu sou contra o Islão não é pela religião, mas porque o Islão é uma ideologia política imperialista e dominadora disfarçada de religião." - fim de citação.
Um estudo desapaixonado da história do islão revela claramente que o objectivo de Maomé foi, primeiro conquistar o seu próprio povo, os árabes e unificá-los debaixo das suas leis, e depois, conquistar e governar o mundo. Esta foi a causa original e foi obviamente politica apoiada na força militar. "Eu fui ordenado que combatesse todos homens até que digam que 'Não existe deus mas Alá e Maomé o seu profeta". De acordo com o comando corânico na sura 8:39: " Combate-os até não haver mais dissenção e a religião pertença inteiramente a Alá". De acordo com a mitologia, Maomé fundou o islão em Meca depois do Anjo Gabriel o visitar no ano de 610. Os primeiros 12 anos do Islão, quando era só religião em vez de política, não teve sucesso. Em 622, maomé imigrou para Yathrib, um oássis predominantemente judeu, acompanhado de 150 seguidores atrás de si. Foi aí que a primeira mesquita foi estabelecida na história, tomou em seguida o poder político e deu a Yathrib o nome de Medina, que significa "Cidade do Profeta" começando assim a sua carreira de lider militar e político que o conduziu à conquista de toda a Arábia. Não é por acaso que o calendário islâmico começa com a hijra, a migração para Medina, a qual é o momento em que o islão se tornou um movimento político.
Depois da morte de Maomé, baseado nas suas palavras, o Islão desenvolveu a Sharia, um elaborado sistema legal que justifica a conquista brutal do mundo e a governança repressiva por direito divino - incluindo regras para a jihad e para o controle absoluto de crentes e não crentes. A Sharia é a lei na Arábia Saudita e no Irão, entre demais estados islâmicos. É também central na Organização da Conferência Islâmica (OIC), que no seu artigo 24 da Declaração dos Direitos Humanos do Islão, proclama que "todos os direitos e liberdades são submetidos à sharia islâmica". A OIC não é uma instituição religiosa, é um corpo político. Constitui o maior bloco eleitoral nas Nações Unidas e produz relatórios na alegada "Islamofobia" nos Países Ocidentais que os acusam de violação dos direitos humanos. Para falar em termos biblicos: vêem o cisco no olho dos outros mas não vêem a trave nos seus próprios olhos.
Sob a lei da sharia, as pessoas nos territórios conquistados deixam de ter direitos legais, nem sequer o direito à vida e à sua própria propriedade, a não ser que se convertam ao Islão. Lá porque o Islão se defina a si mesmo como uma religião não quer dizer que seja uma religião. Antes de continuar, para evitar mal entendidos, que sublinhar que estou a falar do islão, não estou a falar dos muçulmanos. Eu faço sempre uma distinção clara entre as pessoas e a ideologia. Há muçulmanos moderados, mas a ideologia política do islão não é moderada e tem ambições globais. Tem como objectivos impor a lei islâmica ou sharia ao resto do mundo. A via para atingir tal designío é a jihad. As boas notícias são as de que há milhões de muçulmanos no mundo - incluindo muitos na Alemanha - que não seguem as directivas da Sharia e não se entregam á jihad. As más notícias são, contudo, a quantidade deles que estão preparados para usar todos os meios para atingir o seu objectivo ideológico revolucionário."

Sunday, October 3, 2010

Geert Wilders em Berlim (1)


Tradução:
"Queridos amigos:
Estou muito feliz de estar aqui hoje em Berlim. Como sabem, fui convidado pelo meu bom amigo René Stadtkewitz, e isso custou-lhe o lugar no Parlamento de Berlim que ocupava pela CDU. René, contudo, não cedeu á pressão. Ele não traiu as suas convicções. A sua demissão motivou-o a formar um novo partido político. Desejo-lhe o melhor. A Alemanha precisa de um movimento politico que defenda a identidade alemã. A Chanceler Angela Merkel afirmou que a islamização da Alemanha é inevitável. Ela fez passar a mensagem no sentido de que os cidadãos se devem preparar para mais mudanças como resultado da imigração. Ela quer que os alemães se adaptem a esta situação. A lider dos Cristãos-Democratas disse, e eu passo a citar:" Muito mais do que agora, as mesquitas farão parte das nossas cidades", fim de citação.
Meus amigos, não devemos aceitar o ineceitável como inevitável sem tentar virar a maré. É o nosso dever como politicos preservar as nossas nações para as nossas crianças. Eu tenho esperança que o movimento lançado por René sejam tão bem sucedido como o meu Partij voor de Vrijheid, como o de Oskar Freysinger’s Schweizerische Volkspartei na Suiça, como o de Pia Kjaersgaard’s Dansk Folkeparti na Dinamarca, e movimentos similares noutros países. A minha boa amiga Pia recentemente falou na Suécia como convidada do SD (sverigedemokraterna) e disse: "Eu não me meto na politica doméstica da Suécia porque isso diz respeito ao povo sueco. Não, eu vim porque apesar de certas diferenças, o debate na Suécia fez-me lembrar o debate que houve na Dinamarca há 10 ou 15 anos atrás. E vim à Suécia porque também diz respeito á Dinamarca. Não podemos sentar e cruzar os braços e ficar quietos com os desenvolvimentos politicos na Suécia." O mesmo se aplica a mim como holandês relativamente à Alemanha. Eu estou aqui porque a Alemanha tem importância para a Holanda e para o resto do mundo, e porque não podemos estabelecer uma Aliança Internacional da Liberdade sem um forte parceiro alemão.
Queridos amigos, amanhã comemora-se o Dia da Unidade Alemã. Amanhã faz exactamente 20 anos que a vossa grande nação se reunificou depois do colapso da ideologia comunista totalitária. O Dia da Unidade Alemã é um dia muito importante para toda a Europa. A Alemanha é a maior democracia na Europa. A Alemanha é o motor económico da Europa. Do bem estar e da prosperidade Alemã beneficiamos todos nós, porque o bem estar e a prosperidade alemã é um pré-requiesito para o bem estar e a prosperidade europeia. Hoje, todavia estou aqui para vos avisar acerca de uma sombria desunião. A identidade nacional alemã, a sua democracia e a sua prosperidade económica, está ameaçada pela ideologia politica do islão. Em 1848, Karl Marx começou o seu Manifesto Comunista com as seguintes e famosas palavras: " Um espectro está assombrar a Europa - o espectro do comunismo." Hoje, outro espectro está assombrar a Europa. O espectro do Islão. Este perigo, também é politico. O islão não é uma mera religião, como muita gente parece acreditar: o islão é uma ideologia politica. Isto não é novidade. Cito uma passagem que o historiador de Oxford JM Roberts escreveu em 1985: "Apesar de falarmos cuidadosamente do islão como uma "religião", esta palavra carrega muitos significados implicitos na história da Europa Ocidental. Um muçulmano é antes de tudo um membro de uma comunidade, um seguidor de uma certa via, um aderente a um sistema de leis, em vez de ser alguém que possui uma visão teológica particular", fim de citação. O professor da Flandres Urbain Vermeulen, o ex-presidente da União Europeia dos Arabistas e Islamistas, afirmou também que o "islão é antes de mais um sistema de leis, em vez de ser religião".
O cientista politico americano, Mark Alexander, escreveu - e cito - "Um dos maiores enganos é pensar no islão como mais uma das grandes religiões do mundo. Não o devemos fazer. O islão é politico ou não é nada, mas, é claro, é politica com uma dimensão espiritual, política emanada de uma divindade...que não descansará até o Ocidente não mais existir, até o Ocidente seja...bem e verdadeiramente islamizado."- fim de citação. Estas não são afirmações feitas só pelos oponentes do islão. Os académicos islâmicos dizem a mesma coisa. Não existem quaisquer dúvidas acerca da natureza do islão para aqueles que leram o Corão, as suras e o hadith.
Abul Ala Maududi, o influente lider islâmico paquistanês, escreveu - cito sublinhando que estas não são minhas palavras mas as de um distinto académico islâmico - "O islão não é meramente um credo religioso mas uma ideologia revolucionária e a jihad refere-se a essa luta revolucionária que destruirá todos os estados e governos da face da Terra, que se opõem á ideologia e ao programa do islão - fim de citação.













Previsão para as Próximas Eleições Americanas.

Segundo as sondagens o resultado vai ser este:

Hate Parade in Paris

O festival anual de Paris de música electrónica, vulgarmente conhecida por Tecno, foi arruinado quando bandos de negros atacaram jovens brancos que dançavam na rua. Numerosos jovens tiveram que ser tratados por paramédicos. Muitas raparigas foram sexualmente molestadas por aqueles inergúmenos racistas. Este violento evento aconteceu no dia 29 de Setembro, e a comunicação social, mais uma vez, assobiou para o lado. Imagine o leitor se a coisa acontecia ao contrário. A história dava volta ao mundo, realizavam-se conferências, o Durão Barroso deitava faladura sobre o perigo iminente da extrema-direita na UE. Elaborar-se-iam planos em comissões especializadas pagas por todos nós para tratar do caso. Como foram negros, está tudo bem, mesmo quando acaba mal. 
Esta é a segunda vez no intervalo de 30 dias, que bandos de rúfias pretos, motivados racialmente, atacam Paris. No mês passado uma parada de imigrantes chineses foi brutalmente interrompida devidos aos ataques de gangs pretos.

Saturday, October 2, 2010

Refugiados do Darfur Escolhem Israel para Viver.

Muitos dos refugiados do genocídio que o Sudão muçulmano leva a cabo com a maior das impunidades, preferem viver em Israel do que no Egipto. Se Israel é um estado que pratica o apartheid conforme a propaganda palestiana, ampliada pelo meios de comunicação da Eurábia, querem fazer crer, como é que se explica que tantos refugiados africanos, sendo uma apreciavel percentagem até muçulmanos, pretendem asilo em Israel? Mistérios da vida e da natureza? Claro que não. Israel é o único estado democrático da região e respeita os direitos humanos de todos aqueles que querem viver em paz dentro ou fora das suas fronteiras.