Mais uma manifestação de estudantes ingleses em Londres contra o aumento do valor das propinas...e mais uma vez infiltrados por antifas mascarados. Perante a inoperância da policia metropolitana, que pelos vistos só tem tomates para reprimirem as manifestações da EDL, os antifas conseguiram destruir uma carrinha da polícia, partir montras e quase entrarem no parlamento inglês...por uma janela. É de salientar a coragem de uma jovem estudante que enfrentando a escumalha mascarada anarco-islâmica, conseguiu por breves momentos impedir a acção desta turba. (na imagem)
O multiculturalismo de estado inglês para além de ter arruinado a sua própria cultura e tradições está agora a mostrar a face de um país "imunodeficiente", que mais cedo do que tarde vai cair na anarquia.
Será Londres uma gigantesca Beirute num futuro próximo? Acredito que sim.
Nos próximos dias, Portugal e o Mundo, vão poder apreciar mais uma jornada anti-NATO dos líricos do costume. Desfilando prepotência pela baixa de Lisboa, com a bazófia habitual acerca do militarismo, dos direitos humanos, dos danos colaterais...da paz, ao mesmo tempo que praticam terrorismo intelectual sobre quem não pense como eles. Na cabeça da manifestação irão estar aqueles mullahs do passado, aqueles padres vermelhos, dirigentes do comunismo nacional, mais os pós Queda do Muro de Berlim, que é como quem diz, os bloquistas, alegadamente de esquerda, que perdidos como pintainhos, orfãos da galinha choca que era a União Soviética, acabaram por improvisar um acto de contrição armando-se em liberais. E até passaram a dar lições de liberalismo com as suas causas fracturantes, como se tivéssem sido eles a derrubar pessoalmente o Muro dos costumes.
Na azáfama de virarem a casaca, esqueceram pelo caminho as únicas santas palavras de Marx e Lenine: "A religião é o ópio do povo", e fizeram-se putas da religião islâmica. Porque é que estes esquerdistas se abespinham tanto contra as democracias ocidentais e contra Israel? Com que direito estes esquerdistas condenam o sionismo quando se tornaram mais beatos que um cura de aldeia? Como diria Oriana Fallaci!
Com que direito esta canalha condena a NATO, quando ficam calados com as atrocidades diárias cometidas pelo islão?
Nas manifs irão estar organizações desenterradas do Paleolítico Superior. Estou a falar do MDM, Movimento Democrático das Mulheres, uma organização "feminista" pró-soviética, á altura. Isto promete ser digno de uma verdadeira parada de Halloween, com a aparição de diversos zombies políticos entremeados por pacifistas floribélicos, e terroristas quase anarquistas ou vice versa.
As feministas do MDM, deviam era ter vergonha na cara, ("tirai as máscaras falsas amazonas") e limitarem-se a ficar por casa a preparar o jantar para a filharada e maridagem progressistas, e com toda a certeza, manifestante. Feministas que não abrem a boca contra a burqa, e não mexem um dedo contra os abusos que o Alcorão ordena ou permite que se cometa contra as mulheres. Neste caso, os direitos humanos já não se aplicam e sobretudo, não fazem parte da sua interpretação do Progressismo. Nem a poligamia praticada pelos muçulmanos na Europa faz parte dos seus conceitos de Justiça.
Nesta autêntica feira de vaidades da burguesia de esquerda social-fascista (lol), que vão ser as manifestações anti-NATO, (fazem-me recordar, por ironia, a célebre canção de Fernando Tordo, A Tourada), vão estar também as cigarras homossexuais, "devorados pela raiva de não serem totalmente fêmeas". Vão agitar maneirismos maricas contra as casernas dos militares desejando, em segredo, estar dentro delas para poderem serem violados por gangs de marines, negros e devidamente armados... se bem me faço entender.
No fundo, vou-me divertir a observar a jactância política, as asneiras, as mentiras gritadas por megafones sindicais ,as palhaçadas de rua...e como é normal nestas ocasiões:
Why do we accept its self-definition as one thing, when it acts in every measurable way as another? What other 'religion' currently has soldiers in the field fighting our troops? What other religion calls for genocide? What other religion celebrates the deaths of thousands of innocent civilians? Obviously, none. Islam is unique."
A CAIR (Council on American-Islamic Relations) que honestamente se deveria chamar SITA (Support on Islamic Terrorist Activities), aconselhou as mulheres muçulmanas, que viagem de avião, a deixarem-se unicamente revistar na cabeça e no pescoço, nos habituais procedimentos de embarque nos aeroportos. Quem disse que estes fascistas não têm sentido de humor? A probablidade de um terroristas islâmico se meter dentro daqueles balandraus negros que se chamam hijabs e burqa, apetrechado com um cinturão de explosivos e fazer explodir uma sala de embarque ou um avião, é altamente provável. Daí ser cómico, quase inocente tal proposta. Será que as autoridades aeroportuárias americanas vão no filme? Duvído.
A revista corporal ás mulheres é contrária à lei islâmica, mas os senhores esquecem-se que vivem no Ocidente, no qual, a sharia não tem, ou não devia ter, qualquer efeito. Se não se sentem bem com as nossas leis, tem uma boa solução para esse mal-estar e indisposição. É fazerem as malas e ir para os países que os pariu. Se nasceram no Ocidente devem-se sempre lembrar que, em Roma sê romano.
Segundo o Mail OnLine, manifestantes islâmicos desrespeitaram a solenidade das comemorações do Dia do Armistício, para com os milhões de soldados caídos na I Guerra Mundial (incluindo milhares de portugueses) .
Minuto de silêncio na Loyds
Membros de um grupo muçulmano auto-denominado Muslim Against Crusades, carregaram sobre a polícia tentando boicotar o profundo pesar demonstrado no Dia do Armistício por milhões de britânicos que faziam silêncio respeitoso pelos mortos, em Central London.
Os animais muçulmanos, nem os nossos mortos respeitam. Quando o Big Ben batia as 11 horas, (a Primeira Guerra Mundial acabou ás 11 horas do dia 11/11 de 1918) aqueles que vivem do ódio inspirado pelo corão queimaram um modelo da flor papoila (poppy) e desataram a grunhir alarvemente: "'British soldiers burn in hell'.
A papoila tornou-se num memorial dos caídos, porque se notou desde as Guerras Napoleónicas (onde morreram milhares de portugueses) que aquelas flores cresciam á volta dos corpos dos mortos. Mas foi, no entanto, um médico canadiano, de nome John McCrae que no seu poema In Flanders Fields, a tornou um símbolo do sacrifício dos seus camaradas.
O multiculturalismo, o apaziguamento relativamente aos islâmicos, está já a custar muito caro e ainda vai custar muito mais caro ao ingleses e a todos nós ocidentais. As imagens chocantes da manifestação de estudantes, infiltrada por antifas, que assaltaram, incendiaram e onde estiveram 5 horas a destruir impunemente a principal sede dos Tories, o maior partido da coligação governamental, é só um sinal, daquilo que há muito tempo se advinha. É só uma pequena amostra daquilo que os ingleses vão sofrer na pele. É tempo, enquanto o têm, de mandar embora os muçulmanos, de prender os antifas, ilegalizar os partidos e os bandidos de fato e gravata e a comunicação social que os apoiam...
Porque os antifas e os seus aliados islâmicos, da política só conhecem o confronto físico, a violência e a destruição. Nada disto tem ligitimidade democrática e a democracia tem que se defender. E neste momento já tem que se defender com maior violência do que a dos antifas e dos islâmicos. Para o nosso bem.
Um leitor de Neuromante enviou-me o seguinte link, onde se pode mais um vez verificar que "os democratas" das chefias palestinianas, não hesitam, em prender ou aniquilar (?) todos aqueles palestinianos que pensem livremente. Mais uma vez também é de notar o pesado silêncio dos finórios ocidentais que fazem da causa palestiniana uma afirmação política e até um modo de vida.
Na verdade, a diferença entre a(s) Autoridade(s) Palestiniana(s) e aqueles que na Holanda e na Áustria accionaram judicialmente, respectivamente, Geert Wilders e Elisabeth Sabaditcsh-Wolff, não é grande.
Procurámos no passado as possíveis raizes da violência política na Europa actual, partindo das manifestações de Lyon.
Em França, bem como na Inglaterra, os primeiros na esquerda a reconhecer que algo de grande tinha acontecido naquelas manifestações dos anos 80, foram as ridículas seitas trotsquistas, grupelhos saudosistas do Maio de 68, sem qualquer expressão política. Esta esquerda não democrática, viu uma oportunidade de luxo para crescer. Os trotsquistas sabiam muito bem que, de um ponto de vista marxista, o islamismo era menos do que agradável. Nos anos 40, os trotsquistas geraram uma literatura própria sobre o fascismo e o islamismo, nomeadamente um ensaio sobre a natureza fascista da Irmandade Muçulmana, escrito por Tony Cliff, o fundador do British Socialist Workers Party. Mas isso aconteceu há muito tempo. E os trotsquistas actuais orgulham-se de não serem mimados! Além disso, o camarada Cliff não era a única autoridade política do passado. Os trotsquistas dos anos 80 e 90 foram capazes de reclamar para si, que o trotsquismo começou como um estilhaço do comunismo soviético; capazes de relembrarem que nos anos iniciais da revolução soviética, os comunistas na Ásia Central e do Sul, costumavam perseguir uma política astuta e amigável relativamente aos revolucionários islâmicos.
Os trotsquistas dos anos 80 e 90 abominavam organizações como o SOS Racismo e a esquerda moderada da moda, Bernard-Henry Lévy, os Novos Filósofos, considerando-os nada menos do que excrescências da burguesia. Foi nessa altura que os trotsquistas olharam, para os cada vez mais visíveis islamistas que se manifestavam, armavam confusão e provocavam violência nas cidades francesas sempre que podiam. A sociedade francesa estava (e está) apática face a estes novos gangs donos da rua e os trotsquistas, oportunos, quiseram apanhar a boleia de um movimento que consideraram sociológico, em vez de ideológico. Colocavam agora o foco na classe social, em vez das ideias. O islamismo pode ser terrível, para qualquer tipo de ponto de vista normal de esquerda, mas olhado sociologicamente, no entanto, os islamistas apareciam aos olhos dos esquerdistas, uma rebelião proletária. Um movimento vindo de baixo. A violência nas ruas de imigrantes incendiava a imaginação e as pulsões revolucionárias destes homeless trotsquistas franceses que ficaram impressionados e... asnos. E, no espírito da solidariedade marxista e de uma rematada idiotice, estenderam-lhes a mão. E desta santa aliança contra o capitalismo, os USA, Israel, a Europa e o Ocidente, nasceram os antifas. Esta união foi paradigmática para todos inergúmenos da extrema-esquerda que se radicalizavam cada vez mais.
Grupelhos marxistas e a ultra-direita islâmica estava agora estratégica e tacticamente unidos, infiltrando-se em manifestações, que acabavam frequentemente em violência. Foi o caso da marcha de Paris contra a invasão do Iraque, não porque um grande contigente da Baatistas (partido de extrema-direita) seguiam em apoio do facínora ditador iraquiano Sattam Hussein, mas porque na manifestação seguiam judeus pacifistas envergando yarmulkes na cabeça. Um grupo de manifestantes "pacifistas" irromperam
na multidão espancaram os judeus e impediram-nos de continuarem. Esta violência numa manifestação alegadamente pacifista, anunciava algo de novo. Este ataque aos judeus de esquerda só por serem judeus tinham agora a marca dos antifas, tinha a marca dos trotsquistas e dos anarquistas aliados do islamismo. Estava-se muito longe das marchas dos anos 80 cuja palavra de ordem era: "Não toques no meu amigo". E muito mais longe das palavras de ordem do Maio de 68: "Nós somos todos judeus".
Nos próximos dias em Portugal, por alturas da Cimeira da NATO, vamos assistir à acção directa dos antifas. Simpatizantes do Bloco de Esquerda, dos Black Bloc e de outros extremistas prometem incendiar Lisboa.
Esta gente já não é de esquerda. Esta gente são os novos SA nazis...com apoio parlamentar.
Neste clip podemos ver o jornalista, Rutger van Castricum do programa de TV holandês Sem Maneiras, encostar completamente ás cordas um tal René Danen, o verdadeiro antifa. Uma espécie de Daniel Oliveira ao cubo. Depois deste espectáculo de autêntico bas fond amsterdamer, que torna as Red Light District uma zona de grande dignidade, o advogado de Wilders pediu a recusa da comissão de juízes, alegando falta de imparcialidade o que foi aceite pelo Tribunal de Amsterdão. Este desenvolvimento implica que todo o processo comece de novo com a nomeação de outra comissão.
Entretanto René Danen, o verdadeiro antifa, despediu os advogados: o de rabo de cavalo que pareciar estar pedrado e o marroquino.
Ora aí está! Conforme Neuromante previa, as declarações de Angela Merkel sobre a falência do modelo multiculturalista, levantaram um coro de protestos indignados dos demagogos sociais do costume. Por cá, o jornal Público destaca-se nesta "jihad" contra os "populistas" e "racistas" que cometeram só o erro de serem realistas, portanto de verem a realidade social europeia como ela de facto é. Pelo contrário, as Teresas de Sousa e os Paulos Mendes Pintos, continuam a meter a cabeça na areia e a imaginar coisas, oferecendo largo curso à dissonância cognitiva publicada e à paranóia de que padecem. Acossados pela desagregação de um conto de fadas de um mundo, que a ideologhia multiculturalista e as suas mentes floribélicas criaram , os ditos, atacam com ignorância fingida e com a seriedade da má-fé.
O primeiro truque ou erro como quiserem, que Paulo Mendes Pinto (PMP) utilizou para caracterizar o problema que o aflige na Europa, é o de misturar a integração dos imigrantes muçulmanos com imigração de pessoas não muçulmanas. Em primeiro lugar, como Director da Licenciatura em Ciência das Religiões de uma universidade portuguesa, devia saber que na Europa a maioria dos muçulmanos não se querem misturar e nem sequer se querem identificar com os valores sociais dos países de acolhimento. Nós europeus não muçulmanos somos kafir e daí ocuparmos um lugar muito baixo na escala social dos valores que esses muçulamos trazem ou passam ao seus descendentes. São eles que se auto-segregram que se auto-excluem que impõem um apartheid de que culpam os governos europeus. Não existe grupo religioso mais bem tratado na Europa. O sr. PMP tinha a obrigação de saber isto. Se não o sabe, é incompetente na função universitária que ocupa. Se sabe, é simplesmente um demagogo mentiroso e manipulador das consciências dos leitores daquele jornal.
Gerações de imigrantes portugueses, espanhóis, tailandeses, italianos, peruanos, caraibenhos, irlandeses, brasileiros, ucrânianos, etc, não sentiram estes problemas não criaram problemas de descaracterização da paisagem cultural e axiológica dos países europeus hóspedeiros, nem nunca foram sentidos como uma ameaça. E muitos, mantinham na intimidade das suas vidas as tradições dos países de sua naturalidade. Portanto a falência do modelo multiculturalista deve-se inteiramente á voluntária vontade da maioria dos muçulmanos em recusarem viver numa cultura que desprezam. Não se pode por isso falar em imigrantes, porque os imigrantes muçulmanos são um caso muito á parte.
Em segundo lugar, quanto vezes é preciso dizer que o islão não é uma raça. Existem muçulmanos brancos, louros e de olhos azuis. Outros são negros e ainda outros cor de azeitona verde. O islão abarca numerosas raças, portanto chamar racistas a todos aqueles que amam a liberdade e se opõem aos desígnios colonialistas do supremacismo islâmico, é mais um erro deste senhor. Pobres estudantes de tal curso que estão a ser enganados sem o saberem...
Em terceiro, quem não fez o trabalho de casa não foram os suiços. Foi mesmo o sr. Paulo Mendes Pinto. Estudos realizados em diversos países da Europa mostraram claramente que os imigrantes muçulmanos não contribuem para qualquer aumento de percentagem do PIB desses países, bem pelo contrário. A maioria vive das benesses e da gratuitidade da seguranças sociais desses países.
Em quarto, o sr. PMP acaba tão mitómano quanto começou nesta sua pobre opinião. Atira-nos para cima a ideia de que os portugueses são um povo que recebe bem os imigrantes. Infelizmente, conheço muitos casos em que cidadãos brasileiros e africanos foram muito mal tratados neste país.
Enfim, o desespero provoca alucinações em espíritos fraquinhos e em mentes, que apesar de adultas, ainda não aprenderam nada de História...nem de Camões...
Numa extraordinária entrevista a um jornal diário português, o escritor brasileiro Ferreira Gullar põe os pontos nos is sobre Lula. A entrevista é extensa e deixo aqui só um breve resumo.
Sobre as relações entre o Brasil e o Irão de Ahmadinejad Gullar afirma:
" O Lula é um esperto. Só pensa no poder dele. Foi para o Ahmadinejad fazer o quê? Um bandido. Um facínora. O cara que diz que o atentado ás Torres Gémeas foi uma invenção dos americanos. Esse cara não tem qualificação de estadista. E o Lula trata dele como se fosse um estadista. Foi para lá achar que ia resolver o problema da pacificação porque é doido. É megalomaníaco."
A entrevistadora sempre a tentar defender o Lula e a Dilma, já que o jornal onde trabalha é um bom defensor de todos os demagogos politicamente correctos e da esquerda global, acrescentou que o argumento de Lula era o de fazer a ponte entre o Norte e Sul, entre o Ocidente e o Irão. Ferreira Gullar imparável, respondeu:
" Veja o seguinte: aquela luta dos palestinos tem 60 anos. Todos os estadistas do mundo tentaram resolver e não conseguiram. Eo Lula vai conseguir, sem ter lido um livro? O Lula que mal sabe quem é? Chega lá no Oriente, quando o Brasil não tem nada a ver com aquilo lá. Demagogo. Para ter projecção internacional, porque ele é "mega". Ele é a vergonha do Brasil. É uma vergonha."
A entrevistadora carrega nas tintas, e diz que o Lula tem prestígio internacional entre os governos do mundo. Gullar explica:
" Tem prestígio na área que acha que o operário é melhor. É a herança marxista que ficou. Hoje, todo o professor universitário acredita nisso. O operário é o salvador do mundo. Isso vem do facto do Brasil eleger um operário Presidente da República. E as pessoas não têm conhecimento do que acontece aqui. Será que um redactor do Le Monde conhece o Brasil mais do que eu? Não conhece. Sabe de ouvir dizer. Há uma lenda em torno de Lula. A minha felicidade é que dentro de 3 mêses ele sai da televisão e me deixa em paz."
A jornalista pediu um comentário em relação ao que Maria da Conceição Tavares disse sobre Serra, que ele mudou para a direita.
" Queria só que ela me explicasse se ela é de esquerda. Porque, veja bem, o Lula é aliado de Collor de Melo. Ele é de esquerda? Por acaso a campanha deles é de esquerda? Aliado com Collor, aliado com o bispo Marcelo Crivella, que é um safado, braço direito do bispo Edir Macedo, que enriqueceu com o dinheiro das empregadas domésticas, criando a Igreja Universal do Reino de Deus. Acha que isso é de esquerda? A conceição Tavares afirmar que o Serra é de direita supõe que a Dilma é de esquerda. Então eu estou dizendo quais são os aliados da Dilma. A Dilma é de esquerda? Mas o PT não é de esquerda. É um partido corrupto. O PT de esquerda já acabou há muito.
O comunismo chegou ao fim. Nós todos que participámos dessa aventura, somos obrigados a reconhecer isso. Cumpriu a sua tarefa, mudou o mundo, a relação de trabalho, as conquistas dos trabalhadores. E esgotou a sua tarefa. Então se acabou a URSS, alguém sonha que vai fazer socialismo no Brasil? Estou abrangendo a coisa de maneira ampla. Porque é que as FARC viraram organização de narcotráfico? Porque não têm mais perspectiva. Vai fazer revolução na Colômbia? Socialismo? Acabou na URSS, acabou na China e vai começar na Colômbia?"
Excelente! Ferreira Gullar tem 80 anos, lutou contra a ditadura como comunista e esteve preso. Recebeu este ano o Prémio Camões e é um dos grandes escritores da Língua Portuguesa.
Na entrevista Ferreira Gullar ainda considerou a Dilma como uma marioneta do Lula que quer regressar ao poder em 2014. Chamou Lula, com razão, de ignorante, mentiroso, fome de poder e vergonha do Brasil.
As propostas de revisão constitucional que os partidos de esquerda vão apresentar, incluem o voto dos imigrantes nas eleições legislativas. O oportunismo desta malta é evidente. Tudo isto não passa de um truque cínico para ser usado com fins eleitorais. Não lhes interessa que manipulem desavergonhadamente os imigrantes, utilizando-os como animais amestrados, transformando-os em dependentes crónicos dos dinheiros da segurança social em troca de direitos eleitorais, isto é, de votos naqueles partidos. Se a coisa for para a frente, espero que alguém se lembre de inscrever também na Constituição Portuguesa, a obrigação dos imigrantes respeitarem os símbolos nacionais, a Igreja Católica e os valores dos portugueses...já agora, saberem falar Português, também deveria ser exigido.
Em Oklahoma nos EUA, uma revisão constituicional (Emenda) bem mais corajosa pode estar na calha. Um grupo de cidadãos lançaram uma campanha mediática contra o islamofascismo, no sentido de garantir apoios para uma Emenda Constituicional que proiba os tribunais americanos de considerem a lei islâmica, ou qualquer outra lei estrangeira. O grupo refere que a Emenda Constituicional irá prevenir o controle ou a tomada de poder, por extremistas islamistas a partir de dentro. Brigitte Gabriel referiu à comunicação social que "queremos ter a certeza de que os cidadãos de Oklahoma ficam completamente bem elucidados acerca da lei da sharia e das suas ramificações."
Noutras noticias:
Um minarete de 21 metros de altura está a ser construído em Poitiers, a cidade onde em 732 Charles Martel correu, à espadeirada e à martelada, os exércitos muçulmanos invasores. Altifalantes serãos instalados, embora os tipos tenham prometido que iam ficar calados. Então, porque é que os estão a instalar? Os franceses são ingénuos, pois ainda se fiam nas promessas dos serracenos.
Dentro de pouco tempo, os franco-gauleses daquela região vão ter que se acostumar a ouvir 5 vezes por dia, que o Alá é o maior, que não há outro deus senão Alá, que o Maomé é o profeta ideal, e bacoradas do género. Paralelamente a esta profissão de fé, os sinos da igrejas continuam inacreditavelmente neutras - especialmente desde que só servem para indicar as horas.
Segundo o The Observer, a baronesa Warsi (ministra muçulmana) foi afastada por David Cameron da participação numa conferência islâmica, provocando uma amarga discussão no interior dos Tories, acerca de como é que o governo está a lutar contra o extremismo islamista.
A referida conferência é denominada, Global Peace and Unity Event, e é já considerada como a maior concentração multiculturalista da Europa e vai ocorrer em Londres. Os seus objectivos são contribuir para melhorar as relações comunitárias, embora observadores independentes, apontem que um bom número de oradores participantes são homofóbicos, apologistas da al-Qaida, de ataques suicidas e do terrorismo. A ministra Warsi, considerada uma voz importante dentro das comunidades muçulmanas, pessoalmente acredita que confrontar o fundamentalismo em público é mais eficiente. Paul Goodman, ex-ministro Tory das Comunidades afirmou que: "o objectivo dos organizadores é explorar os políticos usando a sua presença, para ganhar força, influência e credibilidade entre os muçulmanos ingleses. Os politicos não devem jogar esses jogo."
As mais violentas das "manifestações" á nova lei da reforma em França aconteceu em Lyon. Porquê Lyon? Descendo até aos anos oitenta, tentei procurar nos meus livros e revistas, as possíveis raízes desta violência. A história mostra-se longa, onde surpreendemente encontrei as origens da organização SOS-Racismo, as influências de alguns intelectuais de esquerda franceses e mãozinha "marota" do falso moderado islâmico,Tariq Ramadan.
Os imigrantes em Lyon, são maioritariamente oriundos do Norte de África, que foram (e vão) para França basicamente à procura de oportunidades pessoais. Isto em teoria. As oportunidades para uma vida melhor foram difíceis de encontrar. Em 1983, um pequeno número de jovens imigrantes em Lyon, infelizes com as suas próprias circunstâncias, organizaram um protesto político chamado "A Marcha pela Igualdade" para denunciarem publicamente as condições em que se encontravam, apelando á França democrática para ela mesma viver de acordo com os seus ideais igualitários.
Esse pequeno grupo pôs-se andar a pé, numa espécie de peregrinação, para Paris. A simplicidade do protesto capturou a imaginação e a simpatia popular francesa. Quando os marchantes chegaram á capital francesa, contavam-se ás centenas de milhar, e aquele protesto ficou conhecido como "A Marcha dos Beurs". Beur é o calão francês para os jovens árabes, sendo mais afectivo do que propriamente perjorativo ou irónico.
Estava ali um genuíno movimento de massas. Esta marcha originou, um ano mais tarde, a organização denominada SOS-Racismo, que se tornou também ela popular, não só em França. A SOS-Racismo organizou uma manifestação na Praça da Concórdia em Paris em 1985. Centenas de milhar de jovens participaram, mas agora não só arábes mas gente de todos as raças e credos, numa espécie de esplendor multicultural. A SOS-Racismo chegou ao ponto de estar na moda. Não era raro ver gente elegante com emblemas espetados em casacos, camisolas e malas da SOS-Racismo. Era gente determinada a lutar contra as diatribes racistas da Frente Nacional de Jean Marie Le Pen, cujos alvos eram os negros, árabes e judeus. Tanto quanto me parece, a SOS-Racismo lutava também naquela altura contra o anti-semitismo genético da extrema direita francesa. Esta organização promovia meetings nos subúrbios das grandes cidades, com árabes e judeus e negros conjuntamente e declararam um slogan que também se tornou popular, que afirmava "Touche pas à mon pote!" (não toques no meu compincha!).
Um bom número de figuras mediáticas estava por detrás do movimento que orquestravam a imprensa oferecendo também alguma dimensão intelectual. Marek Halter, um novelista popular, juntamente com o filósofo Bernard-Henri Lévy são só dois exemplos. Curioso é que depois da participação de Henri-Lévy nesta organização, e depois de participar também na denúncia dos ataques Sérvios a Sarajevo, Tariq Ramadan (neto de al Banna fundador da organização fascista A irmandade Muçulmana) tem a distinta lata de o insultar em 2003, (envolvendo também o jornalista holandês do NY Times, famoso pela sua dhimmitude, de nome Ian Buruma) como agente do Sionismo internacional. Mas isto são contas de outro rosário.
A SOS Racismo era uma organização esquerdista. Após 1985, Tariq Ramadan "reformista" salafita, vindo da Suíça de uma familia árabe abastada, deu à costa em França, e o resultado foi a derrota da esquerda que militava no movimento anti-racista e multicultural. Aliado á acção de Tariq Ramadan na secessão dos muçulmanos na SOS-Racismo, uma série de erros e de tolas manobras, tornou evidente á opinião pública o controle e a manipulação da organização a partir dos gabinetes políticos do Partido Socialista Francês. Em 1987, a SOS-Racismo estava já derrotada por um movimento mais recente em Lyon, em que Tariq Ramadan esteve particularmente envolvido, e que se chamava União do Jovens Muçulmanos (UJM), e que combatia tudo o que a Marcha dos Beurs tinha significado e tudo por aquilo que tinha lutado. A nova organização muçulmana lutava por justiça social, não nas tendências do esquerdismo liberal dos anos 80, mas invocando os principios do Corão do século VII. Em vez do slogan "Touche pas à mon pote!", o legado de al-Banna. Num exemplo demonstrativo, enquanto a SOS-Racismo fazia campanhas contra a discriminação dos jovens árabes e negros nos espaços de diversão nocturna, a UJM fazia campanha violenta contra a entrada dos jovens árabes nos espaços de socialização nocturna. A auto-exclusão dos jovens muçulmanos, a guetização auto-imposta das populações árabes, foi o resultado directo das acção de Tariq Ramadan em todos este processo.
Em 1992, a UJM florescia. Inclusivamente abriram uma editora e uma livraria chamada Tawhid. Segundo Paul Laundau no livro The Saber and the Koran, a livraria Tawid, estava prenhe de livros e de cassetes anti-semitas, livros e cassetes que apelavam á jihad contra os cristãos.
Nham! Nham! Nham! Oh! I love that smell in the morning...It smells like...victory.
Em Shaw Heat, Manchester, um dono de um café teve que retirar o exaustor devido ao cheiro de bacon que ofendia as células olfativas e as crenças religiosas dos muçulmanos que por ali passavam. Parece anedota mas não é. De facto, os filhos de Alá, conseguiram forçar o dono do café a remover o exaustor. Os oficiais da Câmara local actuaram contra Beverley Akciecek, 49, depois de lhe terem dito que os vizinhos muçulmanos sentiam-se "fisicamente doentes" devido ao "mau odor" do bacon frito. Isto tudo num país que está repleto até ao vómito de burqas, barbas talibans, kebabs, balandraus sujos e mau cheirosos, mesquitas e minaretes. Um inglês teve a coragem, nos dias que correm é preciso ter coragem, de escrever e publicar a sua revolta:
"Enough is enough , if these people do not like what we eat in this country - or anything else for that matter then why don't they just P*SS OFF"
Juan Williams foi despedido por ficar nervoso nos aviões perante a presença de muçulmanos a bordo.
O New York Post noticia que é agora passa a ser despedível qualquer pessoa que demonstre medo de um ataque terrorista muçulmano. Pelo menos no National Public Radio (NPR). Juan Williams, um analista politico naquela cadeia provou-o na pele. Juan Williams trabalha já há 10 anos para a NPR, e foi sumariamente despedido na quarta-feira passada após ter dito na Fox News que ficava nervoso quando anda de avião onde passageiros envergando trajes muçulmanos também embarcavam. "Se eu vejo pessoas que vestem trajes muçulmanos", comentou ao pivot Bill O'Reilly, "eu penso que se estão a identificar primeiro e sobretudo como muçulmanos, eu fico preocupado. Fico nervoso."
Quem o pode culpar? Eu também fico, até com tiques nervosos mesmo, que não trajem com os habituais balandraus. Basta que me aperceba, em qualquer vôo na Europa, que existe um falante árabe a bordo para ficar a suar. De facto 99,9% dos ataques, a ou com aviões, são da responsabilidade dos maometanos. Começou nos anos sessenta com os palestinianos, passando por Lockerbie, até ao 11 de Setembro. Os inúmeros ataques islâmicos aos aviões estão na causa da autêntica via sacra que as pessoas normais têm que aturar para poder embarcar. E certamente em todos os ataques o famoso grito de guerra Alah
Snack-bar foi concerteza uivado.
Juan Williams foi despedido por mero delito de opinião.
O Ocidente hoje, ainda possui o poder militar para derrotar o islão invasor . YES WE CAN.
As seguintes passagens foram escritas em 1916 por Teddy Roosevelt no livro “Fear God and Take Your Own Part”, e reproduzido no “What Every American Needs to Know About the Qur’an” por William Federer.
" O Cristianismo não é o credo da Ásia e da África neste momento porque no século VII os cristãos da Ásia e da África escolheram não lutar, enquanto os muçulmanos os ameaçavam. A Cristandade foi salva na Europa só porque os povos europeus lutaram contra o islão. Se os povos europeus do séc VII e VIII não tivessem tido capacidade militar, e gradualmente desenvolverem uma superioridade militar sobre os muçulmanos que invadiram a Europa nessa altura, o Cristianismo tinha sido exterminado.Onde os muçulmanos completaram a sua influência, onde quer que os Cristãos foram incapazes de resistir pela espada, o Cristianismo desapareceu completamente. Do machado de Charles Martel até á espada de Sobieski (passando claro pela espada de Afonso Henriques, digo eu), o Cristianismo deve a sua sobrevivência ao facto de ter sido capaz de lutar melhor do que o agressor muçulmano... A civilização da Europa, Americana e Australiana hoje existe devido ás vitórias de homens civilizados sobre os inimigos da civilização, devido às vitórias que perduraram pelos séculos de Charles Martel e de João Sobieski.
Durante milhares de anos, os cristãos da Ásia e de África foram incapazes de levar a cabo um guerra bem sucedida contra os conquistadores muçulmanos; e em consequência o Cristianismo desvaneceu-se desses dois continentes; e hoje ninguém consegue encontrar quaisquer dos "valores socias", de qualquer maneira que sejam entendidos, na esfera de influência dos maometanos. Tais "valores sociais" hoje ainda existem na Europa, América e Austrália, graças ao poder bélico que os Europeus tiveram no passado que os permitiu derrotar o invasor muçulmano."
A organização denominada European Freedom Initiative (EFI) realizará uma manifestação na Museumplein em Amsterdão no dia 30 de Outubro, das 2 da tarde ás 5. A acção vai ser destinada a apoiar a liberdade de expressão, e particularmente protestar contra o ultrajante tratamento que Geert Wilders está a receber do estado holandês. A intimidação dos dissidentes políticos está-se a tornar um assunto muito sério na União Europeia, que cada vez mais se assemelha á União Soviética, e que exige de todos nós uma oposição activa e clara, á medida das possibilidades de cada um. Desde que a EFI anunciou a intenção de realizar a manifestação, os chamados "anti-fascistas" (antifas) mas que se assemelham mais aos rúfias da Stasi, planeiam realizar contra-manifestações e sabe Deus mais o quê. A EFI é um movimento de cidadãos pacíficos constituído por pessoas de numerosos países europeus, que se juntaram num espírito de cooperação internacional, contra as perigosas tendências que actualmente ameaçam a liberdade dos povos do Velho Continente.
A liberdade de expressão é a pedra-de-toque da Civilização Ocidental e base das nossas sociedades abertas e democráticas. Os nossos actuais lideres políticos estão a traír essa liberdade. Geert Wilders foi levado a tribunal porque se opôs á metastase da sharia, e como resultado foi intimidado pelo sistema judicial. Muitos cidadãos europeus enfrentam tratamento similar ás mãos de estados arrogantes.
Os antifas são bem conhecidos através da Europa (os franceses que o digam!) pela sua violência e intimidação contra todos aqueles que se opõem aos seus credos políticos. Os esforços dos antifas em demonizar todos aqueles que se opõem ao estabelecimento da sharia na Holanda e na Europa, mostram um grande desprezo dos princípios das sociedades livres e democráticas, cuja discussão política se deve conter exclusivamente em factos e num debate racional. É necessário perguntar-lhes porque é que apoiam a sharia, que consiste num sistema totalitário e não num sistema alternativo baseado na igualdade. Será que eles querem mesmo este iniquo e bárbaro código legal entrincheirado na Europa? Será que eles acreditam na igualdade de géneros, o direito das pessoas de serem honestas relativamente á sua própria sexualidade, o direito das pessoas de terem verdadeira liberdade religiosa, e o seu direito a gozarem de igualdade perante a lei?
Penso que não. Os antifas são marionetes. São activistas antidemocráticos, intolerantes, egocêntricos, violentos, anarcas, anti-semitas, odeiam a civilização ocidental e estão apostados em lançar as sociedades europeias na barbárie. Os antifas são, mais os seus comparsas islâmicos radicais, os verdadeiros e únicos nazi- fascistas.
Mas os perigosos são os puppet-masters dos antifas, e esses, estão sentados nos diversos parlamentos europeus, representando grupos parlamentares da esquerda radical. Vestem bem, comem caviar e bebem do melhor champagne em condomínios fechados. Têm palheta multiculturalista fácil e são telegénicos de oportunismo. Mediáticos até á medula, representam a burguesia urbana com pretensões de poder...num futuro caótico advinhado.
O alarido mediático e a satisfação geral da eleição de Portugal para o Conselho de Segurança das Nações Unidas, parece ter enchido os portugueses de orgulho pátrio, e foi bem aproveitado como propaganda socialista, pela matilha de ladrões socialistas que nos governa, como um sinal evidente das boas qualidades negociais do ocupante da pasta dos Negócios Estrangeiros, o Ministro Amado. E por conseguinte das boas qualidades do governo do Sócrates. Até porque passámos á frente do Canadá e isso enche de orgulho os saloios do costume. Mas é aqui que as coisas começam a cheirar mal. Ninguém explicou, ao socialisticamente-esmagado-de-impostos-povo-português, porque é que o Canadá foi afastado da eleição.
O Canadá retirou a sua candidatura quando se tornou evidente que o bloco árabe e os estados islâmicos se viraram contra o país, concedendo o lugar a Portugal, que representa um politica mais flexível para aqueles e uma posição de cobardia moral e de apaziguamento, com tomadas de posição que são normalmente contra o estado de Israel. Neste sentido, a recusa do Canadá em vender Israel custou-lhes o assento no Conselho de Segurança.
Na verdade, durante a apresentação das candidaturas, o governo do Canadá anunciou o fecho de um importante pacote de negócios com Israel. Para além disto, o Canadá opôs-se à pretensão dos Emirados Árabes Unidos (EAU) de ligar os direitos de aterragem da aviação comercial com as posições da politica externa dos países. Assim, para além de organizarem a oposição ao Canadá no Conselho de Segurança, os EAU retiraram unilateralmente o acesso canadiano ao Campo Mirage, que é utilizado na última década para colocar as suas tropas no Afeganistão. Numa espécie de birra infantil, que nos adultos toma forma de paranóia psicopatológica, os EAU também não permitiram que o avião em que o Ministro da Defesa do Canadá viajava, sobrevoasse o país, depois de uma visita às suas tropas no Afeganistão.
Entre as nações ocidentais, o Canadá é aquele que tem uma posição mais clara na defesa dos legítimos direitos e interesses de Israel. Eles pagaram e vão continuar a pagar por isso. E hoje os canadianos podem sentir um genuíno orgulho por terem de pagar pelo desafio que fazem, aos países árabes e ao bloco islâmico da ONU, ao seu esforço para isolar Israel e torná-lo um estado pária. O mesmo não se pode dizer da invertebrada diplomacia pró-árabe do molusco sr. Amado. Não por acaso, a esquerda-islâmica portuguesa, isto é o Bloco de Esquerda, congratulou-se com a nomeação de Portugal para aquele cargo, não sem antes bem sublinharem que, Portugal deve reforçar a autoridade das Nações Unidas, leia-se apoiar as pretenções hegemónicas do bloco árabe-islâmico contra Israel.
Os socialistas que nos governam há uma eternidade, colocaram-nos numa situação económico-social absolutamente desastrosa, e na politica internacional numa posição vergonhosa. A nossa liberdade depende, agora e sempre, na recusa de alinhar com países que fazem da chantagem, do medo e da ameaça o modus vivendi.
Mas se esta geração de esquerdistas portugueses que nos governa é medrosa, (diria mesmo merdosa) e apaziguadora, há no país uma grande reserva de portugueses que ainda não se corromperam por décadas de socialismo-ladrão.