Tuesday, September 7, 2010

Israel Vai às Compras

Israel tem, não só que estar em constante alerta militar, mas sobretudo continuar sempre bem armado, face ao tipo de vizinhança mal frequentada com que partilha fronteiras, que nós não desejariamos ao nosso pior inimigo. Irão, Iraque, Síria, Libano, Hezbollaz e Hamas, enfim muçulmanos e terroristas, terroristas e muçulmanos, que se confundem numa amálgama político-religiosa e cultural digna de um qualquer filme de terror rodado nos tempos de Ben Hur.
O Ministro da defesa israelita, Ehud Barak deu o seu aval em 15 de Agosto á compra de 20 novos pássaros, que são nada mais nada menos que os Lockeed Martin F35 Joint Strike Fighters (JSFs).
Este caça futurista será capaz de garantir a superioridade aérea na região. Estes caças começão a chegar a Israel até 2015 e serão alvo de incorporação de tecnologia electrónica israelita altamente desenvolvida. Israel recebeu luz verde do Pentágono para a compra, numa fase posterior, de mais 75 destes novos warbirds.

Sunday, September 5, 2010

Hot Yellow Sea


A tensão politico-militar cresce visivelmente no Extremo Oriente. As ameaças, mais ou menos retóricas, do regime stalinista da Coreia do Norte estão longe de ser o principal foco de conflito. O maior perigo para a estabilidade daquela região e do mundo, vem mesmo da China Comunista que, deslumbrada com o seu crescimento económico, (tendo mesmo ultrapassado a economia do Japão), sente-se motivada a alargar os tentáculos.
Apesar do Mar Amarelo ser considerada uma zona de águas internacionais, a China não perde uma oportunidade de reinvidicar aquelas águas como suas. Para o Vietname o mar amerelo é fundamental e daí sentir-se pouco confortável com as pretensões oceânicas da tirania comunista chinesa. Em Agosto, os vietnamitas realizaram na zona manobras militares com o seu novo aliado: precisamente os Estados Unidos da América. A nomenclatura chinesa não perdeu tempo a condenar tais operações navais conjuntas. Os chineses sabem que podem assustar o seus vizinhos mais fracos, mas sabem também, e muito bem, que num confronto aberto com a marinha americana, a armada chinesa iria ao fundo num piscar de olhos. Por isso trataram de desenvolver um novo míssil capaz de afundar qualquer vaso de guerra, incluindo porta-aviões mesmo que este esteja fora de águas territorias chinesas. Este novo míssil está longe de ser um sistema meramente defensivo, pois pode atingir o Japão, ou em caso de crise com Taiwan, atingir a armada americana em águas da Formosa. Por outro lado, os chineses estão a construir uma marinha capaz de projectar o seu poder até ao Oceno Indico. Tendo a África actualmente na mão, a navegabilidade chinesa no Oceano Indíco é vital. Se juntarmos todos estes factos com a presença cada vez mais acintosa de submarinos chineses em águas territoriais japonesas, facilmente concluiremos que as águas daquela região vão num futuro próximo ficar bastante agitadas. O japoneses sabem-no melhor do que ninguém. Para além de se irem novamente rearmar, pela primeira vez desde a II Guerra Mundial vão realizar exercícios de desembarque nas suas ilhas do Oceano Pacífico. Just in case...
A corrida ao armamento no extremo-Oriente é um facto a ter em consideração. Enquanto isto acontece, vários países europeus declararam recentemente que vão cortar nas despesas militares.
Talvez em caso de guerra, os "pacifistas" europeus pensem que seja suficiente insultar os inimigos com palavrões para os vencer.

Wednesday, August 4, 2010

Boas Razões Para Se Comprar Um Blackberry.

A Arábia Saudita juntou-se ao Emirados Árabes Unidos na proibição naquele território, mesmo para os estrangeiros, do smart phone conhecido como Blackberry
Vlad Tepes coloca uma pergunta pertinente sobre a Apple e seu i-phone:
Que tipo de acordo fez a Apple com estes governos feudais e totalitários de maneira a que tenham acesso á codificação dos sistemas e assim poderem vigiar todas as conversas das pessoas naqueles territórios?

Once Upon A Time In America...

A Europa é um museu que está a ser entregue aos muçulmanos por uma elite política rasca. No entanto, o Islão parece estar avançar rapidamente nos EUA. Desde que Hussein Obama foi eleito, o Islão tem conquistado posições estratétigicas dentro do sistema político e admnistrativo americano, incluindo as forças armadas e as Universidades.
 Se o Senado confirmar a nomeação de Elena Kagan para o Supremo Tribunal, conduzirá uma esquerdista favorável à legalização da lei da Sharia nos Estados Unidos da América. Este será o princípio do fim dos EUA como os conhecemos e também de todo o Ocidente. Cada voto em Kagan é um voto pró-Sharia. Neste site encontram-se explicadas 5 razões para que o Senado vote contra a nomeação de Kagan.

Tuesday, August 3, 2010

O Canal de História Ao Serviço Da Jihad Islâmica.

O multiculturalismo na Europa está lentamente a definhar. Os povos europeus já perceberam pelo presente, o que lhes reserva o futuro perante a intolerante e combinada invasão muçulmana. Os sinais do despertar europeu são muitos. Os arautos do multiculturalismo estão isolados nos seus pálacios de marfim. Políticos, académicos e jornalistas chafurdam todos na mesma gamela idealista e dos dinheiros do petróleo árabe, com os "populistas", isto é, quase todo o povo, bem divorciado desses crápulas. Uma centelha...e a Europa explode. 
Acabei de ver um documentário sobre o al Andaluz no canal de História, em que o revisionismo apresentado foi elaborado de maneira a fazer coincidir a ideologia multiculturalista vigente com a alegada idade de ouro da Iberia sob domínio muçulmano. Em parte baseado na fantasia do romance e hagiografia de Maria Rosa Menocal, o maniqueísmo do texto, da linguagem e das imagens, torna-o uma espécie de lixo da propaganda jihadista. Aos muçulmanos foram dirigidos grandes encómios durante todo o programa. Os cristãos foram apresentados como selvagens anti-semitas intolerantes e ignorantes. Chegaram mesmo a colocar 4 cruzados de espadas desembainhadas atrás de uma criança, presume-se muçulmana ou judia, que fugia espavorida. Os muçulmanos eram só poesia, arte, tolerância e ciência. No fim do documentário mostraram no entanto a "careca" ao afirmarem que os muçulmanos que hoje visitam, Sevilha, Córdoba e Granada não deixam de sentir nostalgia. Imaginem só a nostalgia que os cristãos não devem sentir de Constantinopla, Damasco, Alexandria e Jerusálem, entre outras cidades e regiões barbaramente conquistadas pelos exércitos de Maomé e pelos filhos de Alá.
Uma das ideias mais fortes do documentário foi o dos judeus sentirem que viviam melhor sob o domínio islâmico do que sob o domínio cristão. A violência muçulmana da época foi sempre tratada como um epifenómeno não representativo da normal tolerância muçulmana. É assim também que hoje se trata o epifenómeno do terrorismo e dos muçulmanos moderados, seja lá o que isto for.
A mentira foi o paradigma deste documentário. Por exemplo, falou-se no filósofo judeu Maimonides que viveu na Iberia muçulmana e que fugiu de tanta tolerância e pluralismo. Alegadamente, segundo o filme, teria tido grande sucesso como intelectual no Egipto. O que os senhores se esqueceram de dizer a propósito de Maimonides, passo eu aqui a transcrever com as suas próprias palavras.
" Sabes meu irmão, devido aos nossos pecados Deus colocou-nos a viver entre esta gente, a nação de Ismael (muçulmanos), que nos persegue severamente e que procuram maneiras de nos magoar e expulsar. Nenhuma nação fez mais mal a Israel. Nenhuma nação nos humilhou mais. Nenhuma foi capaz de nos reduzir mais, de nos impor tal degradação, as sua mentiras e absurdos, que estão para além do ser humano aguentar". Notavelmente Maimonides foi também muito claro em mostrar que "os judeus podiam ensinar a lei rabínica aos cristãos mas não aos muçulmanos. " Os cristãos", disse ele, "admitem que o texto da Torah é intacto". (aqui intacto vem no sentido de verdadeiro). "Os muçulmanos vêm os judeus e os cristãos como corruptores das escrituras deles". (apesar de terem sido os últimos a chegar). "Os cristãos", continuava Maimónides, "não encontram na sua lei religiosa quaisquer contradições com a nossa".

As elites estão-se a sentir confinadas e cada vez mais inseguras. A primeira reacção é a fuga para frente. Vão tentar-nos afogar com propaganda. "Documentários" como este, livros, peças de jornais...Talvez pagos mesmo com dinheiros da Arábia Saudita...Who Knows?
 De resto, aconteceu o mesmo com a peregrina ideia do aquecimento global. Quando se aperceberam que o povo não comprou o degelo, bombardearam-no com propaganda. Foi pior a emenda do que o soneto. Hoje não há quem não se ria do aquecimento global.
Mas com a islamização a coisa vai ser diferente. E quando o povo se levantar contra, o aquecimento vai ser outro.

Mrs. O Screws The Poor.

O Público, o jornal diário português de extrema-esquerda,  apesar das evidências grosseiras de que a admnistração Hussein é, no mínimo, incompetente continua a incensar Obama, como se este fosse uma espécie de Messias. Katheleen Gomes, é a nova correspondente do jornal nos EUA, mas a linha de elogio cego e simplista às linhas esquerdistas de Obama continua a mesma. Agora a pretexto das leis anti-imigração do Arizona, Katheleen, entretem-nos com análises sectárias e maniqueístas da política americana. Para ela, todos os que apoiam uma maior e justificada dureza nas leis anti-imigração são considerados por este "génio" da análise política, populistas, racistas, xénofobos...you name it. Não surpreende num jornal onde bloquistas, comunas e socialistas, despejam diariamente as suas brilhantes análises e comentários do pensamento único do formigueiro ideológico esquerdista.
Que os americanos se enganaram na eleição do negro para a Casa Branca, não tenho as mínima dúvida. As sondagens mostram o arrependimento dos cidadãos. Muito há a criticar desta admnistração, desde a inacção perante a maré negra que a companhia petrolífera BP apoiante de Obama originou, até ao caos instalado no combate aos Talibans no Afeganistão. A própria reforma no sistema de Saúde americano, a grande bandeira política desta admnistração, está repleta de zonas intermédias, onde um ávido funcionalismo ligado ao partido Democrata e ás áreas de influência dos amigos de Obama, se prepara para parasitar a Federação. As raízes desta reforma no sistema de saúde americano, começaram com as ligações em circuito fechado de Michelle Obama e diversos funcionários bem colocados para revolucionar e parasitar o estado federal americano.
 Mas se por cá existe um déficit de critica ao ocupante da Casa Branca, numa espécie de unanimidade que diminui e descaracteriza a imprensa, os jornalistas americanos continuam a dar-nos cartas a nós europeus na liberdade de crítica e na competência da análise de factos, mostrando ao mundo como o Rei Obama vai nú. É o caso do livro Culture of Corruption, já aqui referido há uns meses, da jornalista Michelle Malkin.
Culture of Corruption, é uma brilhante colecção de provas sobre o círculo de apoios, amizades e de influências mafiosas que rodeiam Hussein Obama. Percebemos que a manipulação, o trafico de influências, o desbaratar e o aproveitamento pessoal dos dinheiros públicos, está nos genes dos socialistas em particular, e dos esquerdistas em geral, quer na Europa quer nos EUA. Deixo aqui um pequeno excerto de um capítulo do livro que dá nome a este post onde se conclui que a senhora O. por trás da retórica esquerdista, é uma tachista licenciada.
"A Senhora Obama foi nomeada para outro posto da Universidade Médica de Chicago, como Directora Executiva dos Assuntos Comunitários, no ano que o seu amigo e mentor Valerie Jarret se tornou vice- presidente daquele centro médico. Não é coincidência que a Senhora Obama também fora promovida em 2005 depois do seu marido ter ganho a corrida para o Senado com a ajuda preciosa do tal Valerie Jarret. Como vice-presidente para os assuntos externos da comunidade e directora do "business diversity program", (que traduzindo será, Programa para a Diversidade de Negócios !?), o seu salário anual quase triplicou de 122.000 dólares em 2004, para 317.000 dólares em 2007. Mesmo depois de ter saído para ajudar o seu marido na campanha eleitoral, o hospital pagava ainda em 2008 à Senhora Obama 62.709 dólares. "Nós sabemos que isto é Chicago mas não será demasiado pagar-se quase 63000 dólares por um não trabalho?" questionava alguém.

Os funcionários do Hospital assertavam que a Senhora Obama "valia o seu peso em ouro" devido á sua relação especial e ao novo nível de compaixão mostrado para com os pobres. Mas sem dúvida o que lhe valeu o tal valor em ouro foi o seu estatuto de esposa e madrinha política do senador Obama.
Susan Sher membro do Conselho Geral do Hospital demonstra esta tese claramente, pois afirmou que a Senhora Obama era realmente bondosa. Mas Susan Sher não é uma observadora desinteressada. A amizade pessoal com a Senhora Obama começou anos atrás quando ambas trabalhavam na Chicago City Hall. Ela dirigia o departamento jurídico do Presidente da Câmara quando Michelle O entrou a bordo. Em Janeiro de 2009, Susan Sher foi "retribuída-promovida" a conselheira associada da Casa Branca. (A táctica dos socialistas em Portugal de colocação dos boys, girls, e amigos, em posições na admnistração pública e nas empresas do regime bem remunerados, como retribuição de favores ou prémios pela "competência política" no aparelho partidário, é a mesma).
Os "assuntos comunitários", altamente bem pagos, é outro exemplo de um cargo que foi criado de propósito para a Senhora O. E quando ela saiu, o cargo extingiu-se, pois na verdade não servia para nada, excepto para dar dinheiro fácil à actual Primeira Dama. Em Janeiro de 2009 o cargo "indispensável" foi extinto como resultado de uma massiva restruturação com objectivo de se cortar 7% na despesa anual. Naturalmente as sobras dos "deveres" da Senhora O. foram direitas para um amigo de longa data, Dr. Eric Whitaker, Vice-Presidente da Universidade Médica de Chicago e colega de Obama do basquetebol nos seus tempos universitários de Harvard. Whitaker serviu previamente como Director do Departamento de Saúde Pública de Illinois. Obama entusiaticamente recomendou-o para o cargo e, mãe de todas as coincidências, nem advinham a quem Obama endereçou as recomendações:
... Obama, then an Illinois state senator, gave a "glowing" reference for a Whitaker to Tony Renzo, the now convicted political fixer who helped Gov. Blagojevich find people to run state agencies. Blagojevich hired Whitaker to be the state's public health director.
Obama has said that´s the only time he can recall talking to Renzo - who was a major for him
 and for Blagojevich - about anyone a state job.
"Somebody who i do remember talking directly to Tony about was Dr. Eric Whitaker," Obama told the Sun Times in March. "He and i played basketball together when he was getting his master's in public health at Harvard, while i was in law school there. He had expressed an interest in that job. I did contact Tony,or Tony contacted me, and i gave a glowing recommendation because i thought he was outstanding".
"Outstanding"? Só se for na habilidade de fugir ao escrutínio relativamente ás suas ligações "escorregadias" com Tony Rezko. Rezko puxa os cordelinhos no Illinois Health Facilities Planning Board que supervisiona os projectos de construção na área médica. O Dr. Whitaker é o estarola em serviço com as mãos na massa da instituição. Rezko e os seus tachistas controlam o Conselho, que usam para solicitar comissões e pagamentos, de acordo com o testemunho no julgamento de Rezko", relata o Chicago Tribune. Rezko está preso. Whitaker permanece como um confidente muito chegado a Obama.
Este excelente livro mostra como Obama é um personagem inquietante. Não só pelo extremisto político em que militou até há pouco tempo. Nem tão pouco pelas amizades extremistas, por tax cheats, crooks and croonies de que se rodeou. O que o torna inquietante, sendo o homem mais poderoso do mundo, é que, para além dos líricos discursos, o man ainda não mostrou a verdadeira face. Talvez, caso ganhe as próximas eleições, no segundo mandato mostre verdadeiramente a face. E aí veremos o anti-cristo a surgir. Digo eu.

Saturday, July 31, 2010

Tributo

A todos aqueles que combateram e a todos aqueles derrotaram o Islão.
No caso lusitano, um tributo a D. Afonso Henriques e a toda a Primeira Dinastia de Reis, que atacaram, reconquistaram o que era nosso e expulsaram a moirama daqui para fora.
Insultar a arrogância e a autoridade irracional islâmica não é o nosso direito.
É O NOSSO DEVER COMO PESSOAS LIVRES.

Tuesday, July 27, 2010

3 Aspectos Do Islão Que Talvez Não Conheça.




O que é mais  preocupante é que, segunda a imprensa do dia, árabes do petróleo  estão interessados nas privatizações portuguesas. Representantes dos megafundos de investimento dos Emirados Árabes Unidos, controlados pelas famílias reais, estiveram em Portugal para avaliar as empresas que o Estado quer privatizar. O Turismo, as energias renováveis e tecnológicas estão na mira dos maomés e abdulahs.
Metem as patas nas nossas empresas e  trazem a religião atrás. Neste caso não há Goldens Shares o que é uma pena. Eu cá por mim, já os mandava a todos de bateux para o outro lado do Mediterrâneo.

Sunday, July 25, 2010

Apoio A Colômbia

Contra o terrorismo das FARC e do insane Hugo Chavez. O índio deixou de tomar os comprimidos para menorizar os efeitos da esquizofrenia e o resultado está à vista. Se o louco passar da retórica à agressão militar espero que os países livres apoiam decididamente a Colômbia e as forças democráticas oposicionistas venezuelanas.
Neuromante apoia a Colômbia.

Saturday, July 24, 2010

Engenharia Social no Socratal

O Ministério da Educação em Portugal só é comparável ao Palatul Parlamentului de Ceausecu

Se há sector na sociedade portuguesa onde o esquerdismo reinante é mais pernicioso, é na Educação. A necessidade de construir uma escola de massas, não explica o ambiente de albergue espanhol que reina no sector. A Escola em Portugal, está a ser alvo de uma espécie de revolução cultural maoista realizada em pantufas, levada a cabo por um gigantesco e kafkiano Ministério da Educação, onde se destacam pedagogos, sociólogos e psicólogos, que mais não fazem do que transformar o sistema de ensino num sistema altamente burocrático em constante mutação (como os retrovírus) onde qualquer tipo de inteligência e de dedicação á causa, é facilmente destruída pela desmotivação que um tão irracional sistema provoca.  Um professor para chumbar um aluno tem que passar uma via sacra de justificações e grelhas... Há currículos alternativos para todos os gostos e feitios de... todos os cábulas. Ao deboche escolar, chamam-lhe "escola inclusiva". Desde que o apaixonado  Guterres deu á costa, experiências pedagógicas levadas a cabo no sistema educativo são infindáveis. Os programas mudam, como quem muda de cuecas. Os estatutos dos diversos agentes educativos são reformulados e revistos, a duração dos tempos lectivos foram prolongados para 90 minutos como na Universidade, os alunos são depositados nas escolas ás 8 da manhã e muitos só de lá saem á 7 da tarde; os alunos dos 7º,8º e 9º anos têm 15 disciplinas. É o "progressismo experimentalista" que comanda a vida das comunidades escolares. Esta escola inclusiva exclui: a qualidade do ensino, a disciplina, a autoridade dos professores, os tempos livres dos estudantes, manutenção das infra-estruturas, autonomia escolar, a reprovação, o reconhecimento do esforço individual, a criação de elites académicas... Socializa-se por baixo, por isso a maior parte das escolas públicas portuguesas têm hoje o ambiente de autênticos bairros de lata, onde a degradação física das escolas se junta à delinquência, falta de respeito, impotência da autoridade dos professores, violência física constante entre alunos, e não só.
 O Sócrates acabou com aquilo que ainda funcionava nas escolas. E o que funcionava era a disponibilidade dos professores para darem tudo o que tinha em benefício dos alunos e da profissão. Isso acabou graças a uma inominável estalinista que ocupou o cargo de Ministra da Educação durante quase 5 anos. Para criar divisão entre os professores, esta fascista côr de rosa, eliminou,  (os mais antigos foram mais prejudicados), quase todo o tempo de serviço, promovendo duas classes artifiais de professores que estavam muito longe de corresponder a classes de qualidade profissional dos ditos. É certo que o tiro saiu-lhe pela culatra, mas o mote estalinista estava dado. Muitas mais "habilidades" aconteceram na educação do país chamado Socratal, como por exemplo a cubana e corrupta  entrega quase gratuita dos "Magalhões" às criancinhas da primária.
Hoje a notícia na Educação do Socratal, não é tanto estalinista. É talvez mais digna de Nicolai Ceausescu da Roménia. O governo encerra 701 escolas e leva á transferência de 10 000 alunos. Não pode deixar de me lembrar da transferência de população que ocorreu na Roménia comunista, chamada Sistematização destinada a construir uma "sociedade socialista desenvolvida". Esta reforma veio implicar a demolição sistemática de aldeias, deslocamento da população para pequenas estruturas urbanas, mesmo sem esperar que os programas de construção estivessem concluídos. Esta reforma do Ensino é algo de equivalente. Implica a demolição da ligação das crianças à sua comunidade natural em ordem a construir uma "educação desenvolvida" para essa crianças, algo que não está provado acontecer.
Só um regime totalitário é capaz de tal desrespeito com a população. Se ao menos o Conducator Sócrates acabasse como Ceausescu...

Tuesday, July 20, 2010

Conferência Internacional Sobre O Afeganistão.

Estes sãos os dias em que a imprensa internacional enche jornais e noticiários sobre o Afeganistão. E se dúvidas houvesse sobre a determinação das potências ocidentais da NATO em derrotarem, sem apelo nem agravo os Talibans, hoje ficamos com a certeza de que ninguém está interessado na vitória militar. O próprio Ministro dos Negócios Estrangeiros Francês deu o sinal daquilo que diplomaticamente está para vir. O diálogo com os Talibans é desejável pois, segundo ele, não são a mesma coisa que os al-Qaeda. É o remontar da ideia do Taliban moderado. (o Dr. Mário Soares há uns anos, do fundo da sua obscuridade socialista, pretendia falar com o próprio Bin Laden!). Portanto com os Talibans pode-se conversar com os Bins Ladens não. Isto é tão ridículo como nos anos trinta alguém pretender dialogar com as SA Nazis, mas não com as SS.
Mas boutades gaulesas á parte, toda a gente sabe que os Talibans são uma invenção dos Serviços Secretos Paquistaneses (ISI), onde a ideologia islamita da organização se confunde com os interesses estratégicos do Paquistão. O ISI está disposto há muitos anos a envenenar toda a região. Não só o Afeganistão é o alvo mas também a India, onde as incursões islâmicas e separatistas terroristas são organizadas pelo ISI. E se os deixarem, envenenarão o Mundo. Portanto para se derrotar os Talibans tem que se derrotar o Paquistão. E hoje, esforço militar e sacrifício de vidas não rimam com a decadência hedonista e com a cobardia esquerdista em que o Ocidente se enfiou. Aliás o Primeiro-Ministro inglês deseja que os seus soldados não cumpram durante muito mais tempo operações de risco. Fica a pergunta no ar: mas afinal para que é que servem as forças armadas? Para construir estradas e hospitais? Mas que raio é que está para lá a fazer a NATO? Temos notícias que andam por lá mesmo a impedir os próprios soldados de cumprirem a sua missão.
Aconteceu no outro dia, um Gurka, soldado especial nepalês ao serviço do exército de Sua Majestade, foi incumbido da missão de terminar um dos lideres dos Talibans da região. O Gurka fez bem o seu trabalho e regressou á base. Aí, exigiram-lhe provas de como tinha cumprido a missão. O soldado, uma vez que se encontrava debaixo de fogo pesado na altura em que executava no terreno a missão, não podendo trazer o corpo inteiro como prova, apresentou a cabeça do lider terrorista. O soldado altamente disciplinado e profissional, foi por causa deste pormenor, dispensado do serviço não sem antes ter que cumprir medidas disciplinares.
Isto prova a iniquidade que grassa nos comandos militares da NATO. Recordo aqui  Daniel Pearl que foi degolado e decapitado em vida por Talibans e nada aconteceu. Agora que um soldado ocidental tenha cortado a cabeça de um terrorista já morto, para servir como prova do cumprimento da missão, já não é aceitável. Desta vez, o supremacismo islâmico é cumprido por intermédio das hierarquias, politico- militares, do Ocidente. Retirar a cabeça de um morto muçulmano, é para os muçulmanos um grande insulto. Os soldados da NATO, no fim dos confrontos com os Talibans, fazem de cangalheiros servis, pois têm que reunir as partes dos Talibans mortos para que tenham um fúneral muçulmano digno. Dá para acreditar até aonde vai a dhimmitude? Dá para acreditar que o ocidente esteje a desembolsar biliões de dólares e o seus soldados ainda tenham que fazer serviço de cantoneiros da morte?  Dá para acreditar que os soldados não possam matar o inimigo como sempre fizerem só porque estes são muçulmanos e os muçulmanos estão acima de todos os outros? Dá para acreditar nesta merda?

Pat Condell

Os Sauditas da Senhora Reitora.


Elena Kagan na verdade não é a reitora da Universidade de  Direito de Harvard mas a Decano, isto é, o mais antigo membro da congregação dos professores.  É no entanto uma pessoa com poderes dentro da instituição.
A Senhora Kagan, num passado recente, baniu os estudantes de direito que se tivessem alistado no exército americano como recrutas, com a justificação de que o exército não permitia que os homosexuais se alistassem. Mas agora convidou "recrutas" sauditas para o campus universitário para promoverem a lei da sharia, que entre outras coisas condena à morte violenta os gays e trata as mulheres como animais. Alguns analistas observam que esta situação pode ser a porta de entrada da lei da sharia no território norte-americano, dado o prestigio que a Universidade de Harvard detém. Se Kagan tolera a injustiça da lei da sharia em Harvard, que tipo de injustiça ela tolerará no Supremo Tribunal? Pelos exemplos recentes de juízas do activismo esquerdista politicamente correcto que foram colocadas no Supremo, é de temer que se esteja a iniciar o caminho, para que no futuro, sejam colocados juízes da sharia em pleno Supremo Tribunal Americano completando-se a islamização da sociedade americana.
É caso para perguntar: será que a decana enlouqueceu ou existe aqui algo de mais vasto?

Muçulmanos Ameaçam Visita do Papa

As autoridades inglesas temem que a visita do Papa a Birmingham em Setembro próximo, onde celebrará uma missa ao ar livre, seja marcada pela violência, depois de um grupo fundamentalista muçulmano ter admitido juntar-se à multidão de crentes, para os converter ao Islão. Esta provocação foi aliás anúnciada num artigo inflamado colocado num website chamado Islamic Standard, onde também qualificava o Papa de "Pontífice do Mal". O artigo incitava os muçulmanos a boicotar a visita de Bento XVI ao parque de Cofton onde se esperam que 80 000 católicos celebrem ali uma missa.
Birmingham é talvez a cidade inglesa com o maior número de muçulmanos. Zonas existem em que os não-muçulmanos nem sequer são autorizados a entrar.

Friday, July 16, 2010

Chavez, o Amigo de Sócrates Prende Oposionista.

O tirano Hugo Chavez, intímo do Socialista Sócrates, prendeu o oposisionista Alejandro Peña.
Numa época de trocas de espiões, proponho que se abra um novo capítulo, a era das trocas de políticos. O Hugo Chavez liberta Alejandro Penã  por troca com Sócrates, que depois da naturalização, pode muito bem servir como ministro de propaganda do executivo daquele marado bolivariano. Tenho a certeza que ambos os países ganhavam com a troca. Nós ganhariamos um democrata e a Venezuela ganharia mais um trafulha.

Thursday, July 15, 2010

O Bem Amado.



Os últimos dias têm sido férteis em exemplos da actuação, diriamos a la carte, da "religião da paz" no mundo.  E o menú é diverso como sempre foi: servida à bomba no Uganda, à pedrada no Irão e de mansinho na Europa. É este o caso da ofensiva diplomática turca, nos jornais europeus, em entrevistas e artigos de opinião de embaixadores e quejandos. Os objectivos são óbvios: por um lado recolocar a ideia de uma Turquia moderna, europeia, da qual a Europa, afirmam, precisa como de pão para a boca, depois de algumas suspeitas que aventura turca da "flotilha da paz" levantou em meios políticos europeus mais inquietos. Por outro lado, reafirmando a forte determinação em acertar o passo a Israel, atitude muito celebrada e até popular, nos meios políticos e  mediáticos deste Antigo Continente, mostrando-se e assumindo-se como a potência regional que quer liderar, não só os países muçulmanos mas também os países europeus, no combate aos israelitas. Cada vez mais a agenda política e diplomática dos países europeus se confunde com a agenda dos países muçulmanos, especialmente do árabes.  É o caso do nosso governo (se a isto se pode chamar governo!) Socialista Sócrates (SS).
O governo SS, há 5 anos a esta parte, desenvolveu relações com países totalitários, ditatoriais e com países cuja democracia sui generis é meramente uma questão de pró-forma. É este o caso da Rússia onde o Sócrates, para além de ter dado umas voltas em trote de treino à Praça Vermelha, afirmou a um mundo pasmado, que a Europa não tem moral para dar lições de democracia a Putin. Depois seguiu-se a Venezuela do tolo do Chavez, a Líbia e o Irão.
O ministro Amado dos Negócios Estrangeiros, foi dos primeiros a condenar, com rispidez diga-se, a atitude de auto-defesa de Israel relativamente aos barcos jihadistas, que se dirigiam para a Faixa de Gaza. A mesma determinação não se vislumbrou contudo face á condenação á morte á pedrada das alegadas(os) adúlteras(os) iranianas, desaproveitando a oportunidade  da visita que o Ministro dos Negócios Estrangeiros  iraniano a Lisboa, para lembrar o governo iraniano das boas práticas civilizacionais e democráticas. Para o governo SS os direitos humanos são uma carta fora do baralho a não ser que o desrespeito venha de Israel. Aliás como acontece em qualquer país árabe ou muçulmano da região. Dois pesos e duas medidas que descridibilizam qualquer acção diplomática, fazendo-nos questionar que raio de gente é esta que compõe o governo SS. Gente da Eurábia com toda a certeza.
 O que faz correr o Amado, só o próprio governo SS saberá, mas desconfio que queiram seguir os passos do Lula no fraternal abraço ao teo-fascismo islâmico do Irão. Agora que a CPLP está na moda, onde até os Bokassas africanos com a benção da transatlântica internacional socialista Lula Sócrates, querem estar, não há nada como desempenhar o papel de aprendiz de feiticeiro no pragmatismo da diplomacia norte-americana, esquecendo-se que não têm o poder militar para pôr os "nossos filhos da puta" na ordem sempre que for necessário. E sem poder militar o melhor papel que o Amado pode desempenhar é o de palhaço.
Vem a este propósito a última pirueta eurábica do Amado ao convocar o embaixador de Israel, Ehud Gol para ir ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, depois de este ter criticado a visita do homólogo do regime fascista iraniano fez a Lisboa. O ministro israelita considerou "surpreendente e decepcionante que alguns países europeus actuem de forma contrária às decisões da instituição a que pertencem. Abrir as portas a um regime pária enviam uma mensagem ambígua ao Irão". O que é inteiramente verdade e uma posição correcta que qualquer Embaixador consciente devia tomar. Devemos lembrar que o socialista Zapatero espanhol também recebeu a mesma personagem.
Para o Amado, o negacionismo oficial do Estado do Irão sobre o Holocausto nada significa e nem sequer a ameaça declarada á existência de Israel. Nada significa que Israel seja um país amigo de Portugal e a única democracia no Médio Oriente.
E pela convergência diplomática demonstrada com os países árabes e muçulmanos relativamente a Israel, acho mesmo que a fonte teórica de inspiração que norteia a diplomacia do Amado para a região, são os Protocolos dos Velhos do Sião.

Sunday, July 11, 2010

O Polvo.


Hoje vou escrever sobre o polvo. Não sobre o polvo socialista do governo Sócrates que ocupou mafiosamente o Estado Português, que lançou este país numa das mais profundas crises desde que a minha memória alcança, do Polvo socialista, cuja utilização da Golden Share tanto agradou à extrema esquerda como á extrema direita salazarenta, e que transformou Portugal num país comunistóide. O Polvo em causa é o alemão, que por ter dotes de adivinho, marcou este Mundial de Futebol. Não é um qualquer polvo à lagareiro, este é um polvo à Zeitgeist, ou polvo à Espirito do Tempo, se preferirem. É também o polvo do irracionalismo pré-apocalíptico que caracteriza o Tempo. Neste particular, o polvo é o bicho que menos culpa tem de tais irracionalidades. Para ele, é bastante melhor pegar nas cores das bandeiras no fundo do aquário do que acabar no fundo do tacho. A maior culpa é de quem está disponível para noticiar sistematicamente os feitos e efeitos da percepção extra-sensorial do cafalópode.
No que toca a irracionalismos, muitas vezes disfarçados de fait-divers, o polvo afinal de contas tem que pedir meças a outros invertebrados, como seja o caso da Cherie Blair, a esposa do ex-primeiro ministro inglês Tony Blair. A senhora socialista inglesa, que não vivia no fundo de qualquer aquário, tanto quanto é sabido, acreditava nas propriedades transcendentes das pedras. A senhora Blair trazia sempre consigo um cristal pendente à volta do pescoço para prevenir que os maléficos raios provenientes dos computadores e tele-móveis a atingíssem. A senhora, também frequentava um octogenário ex-jardineiro chamado Jack Temple, que geria um "centro de cura" num celeiro perto de sua casa em West Byfleet. Numa consulta, o senhor Temple disse a Cherie que era capaz de ler o DNA através do baloiçar pendular das rochas que guardava num quarto lá do Centro, sobre o corpo dela. Xamã erótico não?
Pouco depois da eleição de 1997, a Senhora Blair deu ao senhor Temple uma selecção de pequenos recipientes, que continham cabelo e unhas do marido, cortadas por ela, digo eu. Temple, garantiu-lhe que balançando o pêndulo sobre os recipientes, poderia detectar sinais de "venenos e bloqueios" no corpo do Primeiro Casal. Os media relataram: " Não é incomum para ela, enviar faxes de folhas A4 de perguntas para que Temple a aconselhasse que decisões deveria tomar imediatamente e quais as que deviam por de lado até as vibrações provenientes dos cabelos e das unhas, parecerem mais positivas." É o que se chamava Positive Vibrations na governação socialista. Quem nos dera que o Sócrates fosse também á bruxa.
Se alguma coisa define a modernidade no Mundo Ocidental, é seguramente o primado da razão. Tanto quanto parece o racionalismo foi dispensado e as crenças supersticiosas primitivas florescem. Vivemos tempos de mitologias, misticismos e fanatismo. São estes tempos que explicam os Polvos, quer os socialistas, quer os adivinhos.

Wednesday, July 7, 2010

Afinal O Defunto Era Racista.


O estalinista escritor Prémio Nobel português Saramago, era um racista dos diabos. Esta luminária portuguesa em Ramallah no ano de 2002, aquando da visita a outro Nobel da mesma laia premiado, Yasser Arafat,  opinou relativamente à situação no terreno da seguinte maneira:
" O que está acontecer na Palestina  é um crime o qual devemos colocar no mesmo plano do que aconteceu em Auschwitz, Buchenwald. Mesmo tendo em conta as diferenças do tempo e do espaço, é a mesma coisa."
Para quem "mereceu" o Prémio Nobel, esteve curto de razão e bem largo de mentira servidora da propaganda, aliás como era seu tom.
Claramente que não é a mesma coisa. "Como é que um ganhador do Prémio Nobel (atribuido por esquerdistas, sejamos exactos) pode dizer uma bacorada destas(!?), pergunta Melanie Phillips no seu último livro, The World Turned Upside Down." É bom de ver que a escritora e jornalista inglesa não acompanhou o percurso político do falecido.
 Como pode ele "ver" um genocídio entre um povo que claramente está vivo, não está encarcerado, não está a ser assassinado, antes pelo contrário, não só demograficamente está a aumentar, como a esperança de vida desde 1948, subiu de uma média de quarenta e poucos anos para uma média de setenta e muitos?
Mais tarde nesse ano, Saramago num artigo ao jornal espanhol El Pais, revelou todo o seu ódio profundo a Israel:
"Intoxicado mentalmente pelo messianico sonho do Grande Israel que irá finalmente alimentar os sonhos expansionistas do mais radical Sionismo contaminado pela monstruosa e enraizada certeza que num catastrófico e absurdo mundo, existe um povo escolhido por Deus e consequentemente, todas acções são obcessivas, psicológicas e de um exclusivismo racista patologico são justificadas; educados e treinados na ideia que qualquer sofrimento infligido a qualquer outro, especialmente aos palestinianos, será sempre inferior ao que sofreram eles próprios no Holocausto, os judeus infinitamente coçam a sua ferida para a manter aberta, para a tornar incurável e mostrar ao mundo como se fosse uma bandeira. Israel tomou para si as palavras terríveis de Deus em Deuteronómio: A Vingança é minha e será reparada. Israel quer que nos sintamos culpados, directamente ou indirectamente, pelos horrores do holocausto. Israel quer que renúnciemos ao mais elementar juízo crítico e que nos transformemos num doce eco da sua vontade."
O ódio de Saramago a Israel atinge a partir daqui, aberta e expressamente, o ódio ao Judaísmo Biblico e aos judeus tendo em conta o terem sido "escolhidos por Deus"; Israel é monstruoso tendo em conta as monstruosas doutrinas e as monstruosas palavras de Deus da Bíblia Hebraica. Para Saramago, Israel não foi só um país que se portou mal; Foi um país que representa o mal matafísico da religião na qual tem raízes. Isto não é novo anti-semitísmo. É anti-semitismo do antigo e puro, resultante do inadulterado ódio teológico ao Judaísmo e aos judeus que o fizeram ter a percepção de genocídios em Ramallah onde só existiu habilidosa propaganda.
Os nazis não diriam melhor.

Tuesday, July 6, 2010

Um Mergulho No Escuro

A islamização da Inglaterra lá vai, cantando e rindo, levada, levada sim pelas tubas do som tremendo do multiculturalismo sem fim.
Agora são as piscinas o alvo da jihad furtiva. Na cidade Walsall perto de Wolwerhampton, nas Midlands, o City Council local, uma espécie de Câmara Municipal lá do sítio, depois da respectiva pressão muçulmana, mandou colocar um filme adesivo negro nas grandes vidraças de uma piscina ultra-moderna que foi inaugurada à cerca de 10 anos, para proteger a "modéstia" das mulheres muçulmanas.

 Os utilizadores(as) não-muçulmanos não curtiram terem que nadar quase ás escuras ou com luz artificial, num país em que qualquer raio de sol ou de claridade é uma benesse imperdível. Mas sendo socialmente inferiores uma vez que não são muçulmanos(as), ninguém teve em conta as suas reclamações.
 Estes milhares de pequenos pormenores são  mais devastadores do que qualquer atentado terrorista dos islâmicos, para a nossa maneira de viver na Europa, agora completamente sujeita às regras sociais e religiosas destes novos colonos, que o multiculturalismo politicamente correcto permitiu que nos invadissem e ocupassem o nosso território. Devemos tratar estes decisores políticos que estão a tranformar a Europa em Eurábia, como os franceses trataram os colaboracionistas do regime Nazi no pós guerra. Urgentemente.

Monday, July 5, 2010

Actualidade Turca


" O pai de Safie fora o causador da sua ruína. Era um comerciante turco que, depois de ter vivido em Paris durante muitos anos, veio a tornar-se, por motivos que não consegui apurar, suspeito aos olhos do governo. Foi detido e lançado para a prisão no próprio dia que Safie chegava de Constantinopla para se lhe juntar. Foi julgado e condenado à morte. A injustiça daquela sentença era flagrante e pensou-se que a religião que professava e a sua fortuna, mais do que o crime de que era acusado, tinham constituído a verdadeira razão da condenação.



Por acaso Félix tinha assistido ao julgamento. Ao ouvir o veredicto do tribunal, não pode dominar a sua indignação. Nesse momento jurou para si mesmo libertar aquele homem e começou imediatamente a procurar à sua volta os meios de o conseguir.


(...) Durante a noite, Félix aproximou-se da janela da prisão e deu a conhecer ao prisioneiro as suas intenções em seu favor. O turco surpreso e feliz, tentou estimular o zelo do seu salvador com promessas de recompensas e riquezas. Félix rejeitou, com desprezo essas ofertas; todavia quando viu a encantadora Safie, que tinha autorização para visitar o pai, e quando ela por gestos lhe exprimiu todo o seu reconhecimento, o jovem não pôde deixar de pensar que o prisioneiro possuía um tesouro que o recompensaria plenamente dos seus esforços e dos riscos que corria.


Breve o turco se apercebeu da impressão que sua filha havia produzido em Félix, e tentou atraí-lo ainda mais para a sua causa, prometendo-lhe a mão de Safie logo que fosse conduzido a lugar seguro.


(...) Safie contava que sua mãe era uma árabe cristã, capturada e cativa pelos turcos. Graças à sua beleza, tinha seduzido o pai de Safie que a havia desposado. A jovem falava com admiração daquela mãe que, livre por nascimento, desprezava a servidão a que se encontrava agora reduzida. Ensinou à filha os princípios da sua religião e deu-lhe o gosto de uma cultura e de uma independência proibidas às mulheres maometanas. Essa mulher morreu, mas os seus ensinamentos ficaram para sempre gravados no espírito de Safie que ficava perturbada com a ideia de voltar para a Ásia e ser encerrada entre os muros de um serralho. (...)


O turco consentia nessa intimidade e encorajava a esperança dos jovens amantes, mas formava no seu íntimo, projectos bem diferentes. Não podia suportar a ideia de ver a sua filha unida a um cristão (...)


Revolvia no espírito mil e uma maneiras para prolongar o engano até ao momento em que ele deixasse de ser necessário, para levar secretamente a sua filha consigo no momento da partida. (...). "

Este texto foi escrito em 1818 no célebre romance Frankenstein de Mary Shelley. Ao contrário de toda a ficção do resto do livro que, felizmente não se veio a realizar, este excerto representa a crua realidade da dupla face dos muçulmanos, e da relação de escravatura que impõem às mulheres e aos Cristãos. Podemos verificar pelos acontecimentos diários nas terras que Corão governa que este texto é bastante actual, e diria mesmo, moderado.

Saturday, July 3, 2010

Ligações do Islão Ao Nazismo (conclusão)


Matthias Kuntzel no seu livro, Jihad and Jew Hatred, resumiu o argumentário do mufti de Jerusalém sobre o que o Islão e Nazismo têm em comum.

O mufti explicou: "Na luta contra o judaísmo, o Islão e o Nacional-Socialismo são muito chegados".

Decantemos as semelhanças:

1) O absolutismo monoteísta do Islão,corresponde ao princípio da liderança Nazi.
2) Um sentido comum da obediência e da disciplina cegas.
3) Uma comum veneração para a guerra e para a honra da morte em batalha.
4) A comum sacralização dos mártires (que decorre da alínea anterior).
5) Uma comum veneração pela comunidade, e pela prioridade da comunidade sobre o indivíduo. A Umma para os muçulmanos a comunidade alemã para os Nazis.
6) O conceito comum sobre a mulher, considerada como útero reprodutor, que assegura o futuro da raça ariana parindo filhos para a guerra, e o aumento demográfico muçulmano que lhes garante superioridade relativamente outras comunidades não muçulmanas. O útero como arma.
7) Uma comum teoria acerca dos judeus..
Resta-me perguntar: como é que é possível depois de tantas evidências, tanto pretéritas como presentes, tanto teóricas  como práticas (o terrorismo islâmico é só um epifenómeno!), que  gente com responsabilidades, políticos, académicos, religiosos (cristãos e judeus incluídos) ... jornalistas, estejam disponíveis a branquear a ameaça que o Islão coloca ao  mundo livre? Estejam dispostos a fazer perdurar o mito do Islão como uma religião normal como todas as outras.
A resposta não é fácil. Afastando da tentativa desta explicação, todos aqueles que têm um interesse politíco na ascenção do Islão como aliado na subversão da sociedade ocidental, como sejam os comunistas, esquerdistas, os tolos ignorantes do multiculturalismo de palheta fácil e historiadores medíocres, revisionistas e desonestos, sobram ainda muitos, que sendo bem intencionados, conservadores e moderados de várias tendências, não vislumbram na emergência do Islão na Europa uma ameaça fascista à nossa liberdade comum, uma invasão de uma outra civilização, que aberta e honestamente, anúncia ao que vem: A destruição da civilização judaico-cristã. Pelo contrário, acham até que é uma oportunidade !? Oportunidade de quê, não sabem bem explicar, metendo os pés pelas mãos num mishmash de boas e celestiais intenções que vão desde os interesses económicos até ao pacifismo ONG.
Nas décadas por volta de 1900, cada família judia na Europa ou nos EUA, possuia uma edição de um livro chamado History of the Jews, escrito pelo historiador alemão Heinrich Graetz. A edição constava de 6 volumes e incluia o relato das relações de grande tolerância entre maometanos e judeus, alegando até que, não só eram amigos como aliados, em contraste com as perseguições de que foram alvo no mundo cristão. Graetz vai tão longe neste edílio, que chega mesmo a afirmar que o Islão teve uma maravilhosa influência no decurso da história e da evolução judaica. Será esta a fonte do mito da tolerância muçulmana face aos judeus em particular e a todos os não-muçulmanos em geral? Parece-me que análise histórica de Heinrich Graetz vai beber directamente ao mito colorido da idade de ouro do multiculturalismo do al-Andaluz. Que é uma mentira rematada facilmente demonstrável.
Mas durante os finais século XX, surgiu uma perspectiva mais sombria das relações entre muçulmanos e judeus. Em The Legacy of Islamic Antisemitism de Andrew G. Bostom, com o prefácio do admirável Ibn Warraq e de, Fascismo Islamico do jornalista italiano Carlo Panella, entre outros, os interessados podem ficar conscientes da crueldade factual com que os muçulmanos trataram e tratam, não só os judeus como todas as minorias não muçulmanas nos países onde o corão é lei.
Em jeito de conclusão já que este post vai longo, parece-me que o mito da tolerância muçulmana não só não é colocado em constraste com a realidade por aqueles que têm obrigação profissional de o fazerem, mas pelo contrário, é difundido nas suas mais diversas vertentes, filmes, documentários, jornais, aulas de história, etc, com a mesma determinação propagandística das emissões de rádio com que o mufti de jerusalém Haj Amin al-Husseini propagandeava a idiologia Nazi para o mundo árabe, embora a sofisticação, ou camuflagem se preferirem, da mensagem seja outra. 
Uma destas emissões do mufti de Jerusalém rezava o seguinte, (e com isto termino):
"Lembrem-se que nunca saímos na história dos confrontos com os judeus sem estes serem derrotados".
Esta lembrança aos fiéis de Alá, reflete a auto-confiança jihadista tradicional islâmica, que os conduz constantemente à agressão. Agressão bélica no caso de Israel e agressão, por enquanto axiológica no caso Europeu.

Monday, June 28, 2010

O Que é Que O General McChrystal E A BP Têm Em Comum?



A admnistração Obamica tem-se pautado pela incompetência, desde a crise do petróleo até ao Afeganistão

Pergunta Mark Steyn numa coluna de opinião que passo a traduzir num curto excerto:

"O que é que o General McChrystal e a BP têm em comum? À parte de ambos serem apoiantes do Partido Democrático.
Ou melhor...eram. O General era um homem de esquerda que votou Obama e baniu a Fox News do seu aparelho de TV de alta definição. E também, é o primeiro general americano desaparecido em combate depois de ter dado uma entrevista à Rolling Stone. Isto vai ser estudado nas academias militares durante décadas. A admnistração da BP é, como sabemos, a mais sinistra quadrilha de enviesados Britânicos que deu à costa americana desde a Guerra de 1812. No seu marketing  "Beyond Petroleum", assinaram por baixo de cruz, a cada moda da eco-esquerda. Recentemente reformaram o admnistrador, Lord Browne, um dos mais proeminentes promotores do cap-and-trade (comércio de emissões). A BP (pouca gente sabe disto) era a companhia petrolífera favorita dos Democratas. Eles foram para o Obama, o que a Total Fina Elf foi para o Saddam Hussein.
Mas o que é que este caso do General e da BP nos diz acerca do presidente dos Estados Unidos? Barack Obama é um homem magro, mas de acordo com o britânico Daily Telegraph, os acessores da Casa Branca indicaram que o facto que enfureceu o presidente na entrevista à Rolling Stone, foi o que um ajudante de McCrhystal disse:  "O general achava que Obama não estava determinado, quando pela primeira vez se encontrou com ele o ano passado."
Pensar que Obama não estava determinado é agora uma ofensa para despedimento. Quem é que estará a salvo?
Ainda no outro dia, o Senador da Florida, George Lemieux, tentou despertar o presidente sobre a sonolência, os gastos excessivos e a dimensão da burocracia federal, e acordá-lo para que faça alguma coisinha relativamente à débacle do petróleo. Existem 2000 escumeiras (?) (skimmers) de petróleo nos USA. Semanas depois do derrame, só 20 delas estavam operacionais ao largo da costa da Florida. Setenta nações amigas, com grande experiência, ofereceram ajuda especializada neste campo. Os holandeses disponibilizaram as suas super-escumadeiras. Obama não aceitou qualquer ajuda. Levantando o problema, o Senador Lemieux encontrou o presidente pouco determinado e pouco informado. "He doesn't seem to know the situation about foreign skimmers and domestic skimmers," reportou o senador.
Obama parece não saber, e parece não querer saber daquilo que não sabe, e parece não querer saber de que não quer saber.
Não é só o caso do derrame petrolífero que demonstra o desleixo desta admnistração. "Parece que a motivação da política estrangeira de Barack Obama é não a ter de todo," escreveu Richard Cohen no The Washington Post na semana passada. " Por exemplo, não é claro que Obama esteja horrorizado com o registo horroso no campo dos direitos humanos na China. Ele parece não se incomodar o mínimo com a repressão continuada na Rússia.
Isto é concerteza o enigma de Obama: Quem é este tipo? Em que é que ele acredita? Qual é o cerne das suas crenças?"
Mas Cohen ainda dá carta branca a Obama apelando ao pragmatismo. Apesar de tudo, o que quer que se sinta acerca do atropelo dos direitos humanos na China ou a continuada repressão na Rússia, Obama não é responsável por eles. Quando há mortes americanas e aliadas no Afeganistão, apelar ao pragmatismo é confundir a definição de pragmatismo com falta de interesse." 

Say Cheeeeese!

 Jihad Watch

Em bom Português (que não é aquele do Acordo Ortográfico!): OLHA O PASSARINHO!
Posso até imaginar o macho determinado a provar as suas habilidades fotográficas à infeliz:
-Olha filha essa pose não te fica nada bem. E vê lá se sorris um pouco, porra! Assim pareces até muito mais velha. Os filhos nem te vão reconhecer...
Que as mulheres não me levem a mal por este pedaço de humor negro.

PERDOAI-LHES SENHOR, QUE ELES NÃO SABEM O QUE FAZEM!

Isto até me deprime! Preciso de colocar aqui uma imagem que contraste com esta merda islâmica da idade da pedra.

Que Bonita!

Saturday, June 26, 2010

Ligações Do Islão Ao Nazismo (5)


Tariq Ramadan no livro The Roots of the Muslim Renewal destacava, e grandemente admirava, a pessoa de um académico muçulmano de nome Yusuf al-Qaradawi, o autor de Islamic education and Hassan al-Banna, que como já dissemos, avô do muito celebrado na comunicação social dhimmi, Tariq Ramadan. No mundo dos islamistas e dos jornalistas ocidentais como aqueles que escrevem no Público, Qaradawi é tido como o moderado dos moderados. No entanto, al-Qaradawi é também reverenciado, não só pelo seu academismo mas seguramente também pela sua fidelidade ao pensamento político de al-Banna. Este escolástico muçulmano dirigiu mesmo as cerimónias fúnebres de Said Ramadan, pai de Tariq.

Al-Qaradawi é também famoso pelas suas aparições na televisão árabe Al Jazeera. Numa destas emissões, em Janeiro de 2009, transmitida pela MEMRI, Midle East Media Research Institute, Qaradawi alargou-se no tópico dos Judeus. E disse: “Através da história, Alá impôs aos judeus pessoas que os puniriam pela sua corrupção. A última punição foi levada a cabo por Adolf Hitler. Por tudo o que Hitler lhes fez, conseguiu pô-los no lugar que eles merecem.” E que lugar será esse? pergunto eu. Os campos de concentração, presumo. Estas frases que sugerem que Hitler fez o trabalho de Alá na oratória de Qaradawi, não surgem de um pequeno canto esconso e pouco conhecido do Corão. Pelo contrário, é central na mensagem punitiva aos não-muçulanos com particular destaque para os judeus. Por outro lado, as televisões em língua árabe, são hoje os equivalentes, na sua disposição arabista militante, às rádios que emitiam em ondas curtas dos anos trinta e quarenta que difundiam a propaganda Nazi.

Pode Hitler ser apresentado como um novo profeta, ultrapassando a importância de Maomé, mesmo se o Islão refere este como o derradeiro profeta? Teria sido garantida a Hitler uma nova revelação divina, como aconteceu com os profetas do passado? E que tal apresentar Hitler aos Xiitas do Irão como um mahdi xiita? Hitler como o 12º Imam?

Uma coisa me parece certa. Do ponto de vista da tradição apocalíptica, Hitler foi considerado por alguns, como o segundo Anti-Cristo. Terão as posições negacionistas do Holocausto confessadas, por muitos muçulmanos em geral e pela nomenclatura teológica iraniana em particular, só intenções propagandísticas para consumo interno, ou vão mesmo mais longe? Terão a ver com a assunção mais ou menos contida de que Hitler prosseguiu uma missão divina e por esta razão a questão do Holocausto não se coloca? Pela ferocidade com que garantem a destruição de Israel, esperarão a vinda de um novo e mais feroz Hitler-profeta para eles, e terceiro Anti-Cristo para nós?

Na Síria no início dos anos 40, os ideólogos do movimento Baath – o braço do arabismo que mais de perto segue o modelo fascista europeu, prosseguiu uma doutrina política própria, que poderia ser descrita como pós-islão: uma nova ideologia que se fundava na antiga tradição islâmica, enquanto desenvolvia uma moderna mística, nacional-socialista, revolucionária e anti-semítica praxis. O Baatismo prosperou como doutrina com futuro, tendo atingido o expoente com Saddam Hussein e Afhez al Assad, dois ditadores fascistas impiedosos, que multidões de idiotas úteis da esquerda europeia apoiaram em massivas manifestações contra a intervenção dos EUA no Iraque, demonstrando claramente que a fusão do Islão com o Nazismo, é facilmente digerida pelas elites políticas europeias, permitindo-lhes uma escapatória para o anti-semitismo tradicional europeu. Apoiando-se o Islão, apoia-se o antí-semitismo nazi-fascista camuflado, sem se tornar óbvio e evidente.

Wednesday, June 23, 2010

As Ligações Do Islão Ao Nazismo (4)


Os Nazis precisavam de estações de rádio para propagandear a ideologia em árabe para o mundo árabe. Aplicando grandes recursos nesta empresa, montaram estações de rádio como por exemplo: ” Berlin in Arabic”, “Voice of Free Arabism”, “The Arab Nation”, “Bari in Arabic” (emitido a partir do Sul de Itália), e “Athens in Arabic” (depois da ocupação alemã da Grécia). Rashid Ali, o derrotado do golpe de estado no Iraque, emitia nestas estações, mas a grande estrela da companhia era o próprio mufti de Jerusalém.

Na altura, os EUA mantinham uma activa diplomacia no Cairo, dirigida pelo embaixador Alexander C. Kirk e, depois, por S. Pinkney Tuck. Estes embaixadores reuniram tradutores habilidosos que escutavam as emissoras de propaganda Nazi para o mundo árabe e traduziam para inglês. E numa base semanal, a embaixada do Cairo enviava as transcrições para o Departamento de Estado em Washington. Os documentos circulavam pela OSS (agência que antecedeu a CIA) entre outras. Só em 1977, é que estes ficheiros foram desclassificados. Estes documentos atraíram a tenção de um académico chamado Jeffrey Herf que os analisou. E o que ele encontrou? A mais completa história das emissões de rádio dos Nazis e dos Fascistas italianos para o mundo árabe. Nada de semelhante se encontra em arquivo, quer na Alemanha quer na Itália ou em qualquer outro país europeu. Herf reconstruiu os discursos do mufti de Jerusalém e de outros muçulmanos colaboradores do regime nazi-fascista, e conclui que estes políticos árabes criaram um híbrido ideológico que servisse os interesses árabes. No fundo, adaptaram o Corão ao Mein Kampf de Hitler. Jeffrey Herf utilizou inclusivamente o termo “fusão”. Estes ideólogos pouco confortáveis com o conceito nazi da superioridade da raça, uma vez que eram tão arianos como as pedras da calçada, introduziram habilmente o argumento religioso para afirmarem a superioridade árabe e muçulmana. Nesta nova teoria racista, os judeus continuaram, como sempre, a ser considerados inferiores. Mas a partir daí os árabes, em vez de serem descendentes de uma raça também inferior, sentiam-se agora (ainda hoje é assim) descendentes de uma casta superior. Este novo anti-semitismo já não se aplicava nem aos árabes, nem aos turcos, nem aos persas, isto é, na prática a todo o mundo muçulmano – só se aplicava aos judeus. Ainda hoje o termo anti-semitismo é basicamente entendido como ódio aos judeus. Esta mutação é  fundamental para compreendermos toda a situação no médio-oriente e na Europa que se está a islamizar rapidamente.

Em Novembro de 1942, o New York Times publicava um longo artigo intitulado “Nazis reassure Arabs – Antisemitism confined to Jews, Spokesman Explains”. Nesta altura, o mufti de Jerusalém e Rashid Ali, discutiam com a liderança nacional-socialista uma via alternativa de afrontar e denunciar os judeus – um ódio revisto que, ao contrário do tradicional ódio Nazi, nada tinha relacionado com a biologia, mas com as correntes ideológicas do Islão.

Os próprios Nazis sentiam-se fascinados pelo Islão. Depois da guerra, muitos fugiram para a Argentina e para o Chile onde puderam encontrar refúgio e protecção duradoura de políticos de extrema-direita, de generais e das hierarquias católica desses países. A fuga de Nazis para a América do Sul é um facto bem conhecido. Há livros, filmes e documentários sobre o assunto. Na Argentina a quantidade de Nazis era tal, que se passou a chamar aquele período do pós-guerra como o quarto Reich. O que é inacreditável é que pouca gente sabe que muitos Nazis fugiram também para os países árabes. Pelo menos aqui na Eurábia, este facto foi completamente “abafado”.

Mathias Kuntzel no livro, Jihad and Jew-Hatred, relembra-nos que, depois da guerra, o Egipto se tornou um El Dorado para velhos Nazis em fuga. Seguiram para os países árabes porque ofereciam uma melhor oportunidade para continuar a sua guerra sem fim contra os judeus, mesmo depois da derrota de Hitler e das forças do Eixo. Um dos principais amigos do mufti de Jerusalém foi Johann von Leers, ajudante de Goebbels no Ministério da Propaganda (Ministry of Public Enlightenment and Propaganda). Von Leers fugiu para o Egipto e reassumiu antigas funções. Trabalhou em propaganda política para Nasser, um entusiasta do nacional-socialismo, (fez parte de um grupo político pró-Nazi denominado Young Egypt Party mais conhecido por Camisas Verdes, por se terem inspirado Nos Camisas Negras de Mussolini) até aos anos 60. Von Leers foi bem mais do que um carreirista tendo-se convertido ao Islão. A proximidade ideológica do Islamismo e do Nazismo favoreceu e sua conversão.

Aribert Ferdinand Heim, um criminoso grotesco, trabalhou como médico anti-humano no campo de concentração de Mauthausen, conduzindo monstruosas experiências com prisioneiros. Este carniceiro também fugiu para o Egipto e também se converteu ao Islão. É irresistível para os Nazis! O homem estava numa viagem espiritual que começou com o Mein Kampf e acabou na Universidade islâmica de al Azhar (aquela onde Obama fez o indecente discurso) por se ter convertido ao Islão.

É pena que a comunicação social, em vez de atacar como se fosse um extremista de direita Geert Wilders, por demonstrar as ligações do Islão ao Nazismo, não trate de esclarecer a opinião pública sobre a natureza totalitária do Islamo-nazismo. Tudo o que escrevem sobre o islão como religião da paz, não passa de treta propagandística ao jeito de Goebbels. E ainda por cima dhimmi.

Afinal de contas, onde estão os Nazis?

Tuesday, June 22, 2010

Stress Na Selecção Francesa Em África Do Sul


A selecção de futebol francesa humilhou-se e humilhou todos os franceses neste campeonato do mundo. Uma ministra francesa chegou mesmo a afirmar que se tratava de um desastre moral. Na verdade, o comportamento foi de puro terceiro mundismo. Este não é um post sobre futebol, mas sim sobre política, sobre décadas de pobreza multiculturalista, que talvez em França tenha atingido o expoente máximo do paroxismo de todo o continente europeu. A França, um dos países mais civilizados do mundo, está a gerar uma sociedade balcanizada pelas fronteiras das linhas étnicas e religiosas, onde a violência inter-étnica e civilizacional torna o medo de viver dos cidadãos médios franceses, a norma.

Em termos puramente étnicos a selecção francesa (senão mesmo o próprio país) não é há muitos anos europeia. A esmagadora maioria dos seus jogadores são de origem africana, uns nascidos em França, outros nascidos em países africanos. Claro que não esquecemos os triunfos desta selecção no passado com esta mesma matriz. No entanto, algo mudou. Fazer do treinador o bode expiatório, acho que é redutor. O mal, vem da própria sociedade. O desastre no futebol, é a antecâmara do desastre político-social que aguarda a sociedade francesa e a civilização Ocidental europeia. O multiculturalismo de estado, suportado pela ideologia reaccionária do relativismo cultural, impediu sempre a integração das culturas imigrantes. “É a minha cultura por isso faço o que me apetece”, podia ser o slogan da anarquia social a que chegámos. O resultado está á vista. Os clãs étnicos organizados em função das suas origens e da sua religião dissolvem lentamente a sociedade francesa e está presente mesmo no coração da equipa da França, como se tornou óbvio. Não foram derrotados porque jogaram mal. Foram derrotados porque, ao contrário dos alemães ou dos brasileiros, foram indisciplinados, desunidos e, sobretudo, porque o amor ao símbolo daquela camisola, pura e simplesmente não existiu. O caso português de Saltillo é uma brincadeira de adolescentes, comparado com esta inadmissível falta de respeito pelos símbolos daquela também nobre nação franco-gaulesa. Em França, os gangs da juventude muçulmana e das etnias não europeias, estão há muitos anos em roda livre: Meninas e raparigas de origem muçulmana, são mortas mutiladas e agredidas pelos próprios irmãos e pais por quererem viver como francesas; os ataques a judeus estão a aumentar; carros são semanalmente incendiados por uma juventude étnico-religiosa que põe em prática o ódio fermentado em casa pela voz dos próprios pais que acham a maneira de viver europeia inferior; Ontem, 3000 chineses manifestaram-se em Paris para alertar a opinião pública que são alvos frequentes da juventude de origem magrebina. É este ambiente de violência social que está bem representado no famoso vídeo-clip da banda de tecno francesa chamada Justice, num tema que se chama Stress.
A contradição dos arautos da esquerda do relativismo cultural, que defendem simultaneamente que nenhuma cultura é melhor do que outra, mas paradoxalmente e até hipocritamente, elaboram alegremente que a Cultura Ocidental é na verdade inferior, está na base do desastre que se anuncia. O multiculturalismo não significa (como devia) um espírito de tolerância mútua e de assimilação. O multiculturalismo é uma filosofia que obriga a mutilação da sociedade Ocidental, e celebra tudo o que é a preservação do “Outro”. Tudo o que é indígena é olhado com indiferença. A violência na Europa vai agravar-se, a crise do Estado Social também, a mediocridade vai alastrar, a incompetência política já é óbvia, e tudo isto vai dar…merda. Como a da selecção francesa de futebol.

Sunday, June 20, 2010

Ligações Do Islão Ao Nazismo (3)

Um mufti, é um académico da lei islâmica ou sharia, e Haj Amin al-Husseini foi o principal mufti de Jerusalém desde os anos 20 até ao pós-guerra. Um mufti é também um dirigente político, e al-Husseini era o líder do Supremo Conselho Muçulmano da Palestina, e mais tarde, Director do Alto Comité Árabe. Estas eram as principais organizações políticas palestinianas árabes nessa altura. Em 1920, o mufti de Jerusalém organizou uma série de violentos ataques  aos judeus, quer aos recém-chegados quer aos tradicionais da Palestina. O Pogrom de 1929, matança colectiva de judeus, foi um dos maiores sucessos de al-Husseini. O mufti, foi um político muito activo, e foi mestre na adaptação ideológica. Fundiu o arabismo e o islamismo numa só teoria e deu-lhe uma matriz nazi-fascista que ainda hoje perdura na política muçulmana na região. (Nessa altura, quer na Palestina quer no mundo árabe em geral, o sucesso do Mein Kampf e dos Protocolos dos Velhos do Sião era evidente entre a elite intelectual árabe. Ainda hoje, o Hamas, na sua carta fundadora, explica a natureza do inimigo judeu, invocando os Protocolos que, como já disse, foram difundidos na região pelos Nazis nos anos 30). Al- Husseini procurava aliados poderosos e ideologicamente próximos. Quando Hitler subiu ao poder em 1933, tornou-se um aliado natural e procurou apoio imediato na Alemanha Nazi. Uma das organizações palestinianas financiadas por al Husseini chamava-se “Nazis Scout". O mufti desempenhou um papel vital na revolta árabe no inicio dos anos quarenta, especialmente no golpe de estado no Iraque, levado à prática por Rashid Ali al-Gaylani. O golpe durou o tempo suficiente para que o novo governo encetasse alianças com os governos fascistas europeus, alinhando formalmente com o Eixo. O mufti, na sua capacidade de líder religioso lançou uma fatwa chamando os muçulmanos para uma jihad anti-britânica. Depois do novo governo surgido do golpe de estado ter caído, Rashid Ali e o mufti fugiram de Bagdad, não seM antes terem organizado mais um pogrom onde foram assassinados milhares de judeus naquela cidade. (Este genocídio convenceu os judeus que viviam no Iraque a fugir para a Palestina). O mufti fugido dirigiu-se a Itália para se encontrar com Mussolini. Aí propôs ao ditador italiano a criação de “um estado árabe de natureza fascista, que incluísse o Iraque, Síria, Palestina e Trans-Jordânia”. Depois viajou para Berlim onde se encontrou com Joachim von Ribbentrop, Ministro dos Negócios Estrangeiros.

Encontrou-se com Hitler pessoalmente, onde posaram para a famosa fotografia em Novembro de 1941. O mufti encontrou-se com Heinrich Himmler, chefe das SS e mais uma fotografia, onde se vê Himmler a curvar-se perante al-Husseini.

E até 1945, quer o mufti quer Rashid Ali, residiram em Berlim, representando os interesses muçulmanos e árabes na capital Nazi, juntamente com um numeroso staff de diplomatas e funcionários árabes. Foi assíduo em reuniões com os altos Dirigentes Nazis, especialmente em 3 ministérios: O dos Negócios Estrangeiros, no Ministério da Propaganda de Goebbels e nas SS de Himmler onde desempenhava o cargo de conselheiro para a Solução Final, o extermínio metódico de judeus nos campos de concentração. Toda esta actividade para o progresso e avanço de uma causa mútua.

Na Bósnia-herzegovina em 1944, sob os auspícios de Himmler, o mufti ajudou na organização de 3 divisões muçulmanas das Waffen SS, recrutadas nos Balcãs. Eram chamadas as Handzar Division ou Divisão Sabre. As SS muçulmanas combateram os Sérvios, os partizans anti-fascistas e exterminaram os judeus bósnios na região.


O que é mais incrível é que a chamada causa palestiniana tem antecedentes de ligação ao nazismo que ainda hoje não foram negados pelos palestinianos. A comunidade internacional, desde as Nações Unidas á União Europeia, aos meios de comunicação social, até aos idiotas úteis da esquerda europeia, têm estado apoiar uma causa ideologicamente herdeira do nazismo. O que nos leva a perguntar: Em que raça de regime político vivemos no mundo Ocidental?

Friday, June 18, 2010

Convém Não Esquecer

If the Arabs put down their weapons today, there would be no more violence. If the Jews put down their weapons today, there would be no more Israel!”
 ~ Benjamin Netanyahu

Sunday, June 13, 2010

Ligações Do Islão Ao Nazismo (2)


A partir de 1881, devido às perseguições no Leste europeu, judeus começaram a afluir à Palestina que por essa altura era uma província turca do Império Otomano. Depois da derrota na I Guerra Mundial, a Palestina ficou sob Mandato Britânico. O projecto Sionista, era modesto. Com a chegada de Hitler ao poder na Alemanha, a fuga de judeus para a Palestina intensificou-se. A demografia cresceu. Jerusalém nos meados do séc. XIX era uma pequena cidade com uma maioria pitoresca e empobrecida de judeus. No entanto, pelo final do séc. XIX Jerusalém tornou-se uma grande cidade, com uma maioria de árabes. Ao contrário do que a propaganda islamista e esquerdista quer fazer crer, a maioria de árabes em Jerusalém só aconteceu basicamente a partir do séc. XX. Mas nos anos 30, a quantidade de judeus na Palestina já pedia meças à quantidade de árabes, pelas razões acima explicadas.

Como facilmente já todos percebemos pela experiência na Europa actual, a boa vizinhança não é um dos atributos das gentes governadas pelo Corão. Especialmente se a demografia está pelo lado deles. Por isso na Europa concentram-se deliberadamente em guetos, para encontrarem uma força colectiva maior.

Naquela época, os conflitos entre árabes e judeus não tardaram a estalar. Conflitos estes que foram acompanhados com grande interesse em Berlim. Apoiando os árabes, Hitler matava dois coelhos com uma só pancada. Os coelhos são obviamente os judeus e o Império Inglês. O apoio em armas e fundos para Haj Amin al-Husseini não tardou. Este personagem inquietante, mufti de Jerusalém, foi tio de Arafat e amigo declarado da causa nazi, de tal maneira que foi considerado criminoso de guerra a ser julgado no Tribunal de Nuremberga, onde, graças a De Gaulle, nunca lá pôs os pés e eventualmente acabaria com o laço de corda à volta da cabeça. Mas os Nazis queriam não só exportar armas como exportar a ideologia, e necessitavam de verdadeiros crentes no nazismo na região. Apesar de se encontrarem judeus espalhados por vastas regiões muçulmanas, desde Marrocos ao Iraque e à Síria, tomavam pouco atenção e interesse ao conflito entre judeus e palestinianos em Jerusalém.

O grande conflito entre árabes e judeus, algo numa escala regional, veio à luz do dia a partir do momento em que al Banna (avô de Tariq Ramadan e fundador da Irmandade Muçulmana) e seus seguidores e aliados lançaram uma campanha de solidariedade para com Amin al-Husseini, que teve como consequência actos violência contra os judeus nas ruas do Cairo, e em diversos outros locais da rua árabe. O movimento islamista contrariou todas as possíveis vias de entendimento entre árabes e judeus, nem que fossem assentes numa base comercial de interesse mútuo.

De ponto de vista Nazi, por outro lado, a noção de que os árabes poderiam atingir um qualquer compromisso com os judeus  tornava-se um anátema. Eles pretendiam que mesmo na Palestina fossem exterminados. Traduziram como propaganda em 1938, o Mein Kampf e os Protocolos dos Velhos do Sião para árabe, e até hoje, foram bem sucedidos.

(continua)

We´ll Conquer The World

Ligações Do Islão Ao Nazismo (1)


Palestinianos nos anos 30 mostram o seu ideal Nazi.

Os ataques do 11 de Setembro inspiraram numerosos estudos retrospectivos das raízes da violência muçulmana em direcção ao Ocidente. Historiadores e académicos muitas vezes divergiram nas análises e interpretações dos factos. Contudo, poucos exploraram as ligações dos movimentos islâmicos ao nazi-fascismo dos anos trinta e quarenta europeus.

Esta perspectiva, é também a história da política externa alemã nesses anos negros da Europa, que assentava numa contradição ideológica surpreendente, pela necessidade vital de atrair para o campo nacional-socialista o maior número de aliados e amigos no mundo. Lembremo-nos que a Alemanha lutava contra a força titânica do Império Britânico no Ocidente, a União Soviética e o comunismo a Leste, e aquilo que eles chamavam o Internacional Judaísmo, por todo o lado. E mais tarde os Estados Unidos da América. Os Nazis propuseram-se a derrotar todos estes inimigos e remodelar o mundo segundo as suas conveniências e disposições ideológicas.

Tal como hoje, o anti-semitismo prosperava na vanguarda do mundo das artes e da literatura. O anti-semitismo teológico também, desde tradição de extrema-direita da Cristandade conservadora até ao Vaticano. Estas doutrinas anti-semitas tiveram um efeito perverso de aumentar ainda mais a animosidade contra os Judeus, por razões que pouco tinham de ideológicas. A era moderna de perseguições aos Judeus começou em 1881 na Rússia czarista. Pogroms aconteceram no Leste, na Rússia e na Polónia acompanhados com o reforço do poder das facções políticas anti-semitas.

A perseguição levada a cabo no Leste teve como consequência a fuga de milhões de judeus para todo o lado onde se sentissem mais seguros. E onde eles paravam, despoletavam todo o tipo de rancor nos seus novos vizinhos. E nestas circunstâncias, a ideia Nazi de que os Judeus eram inimigos da espécie humana tornou-se aceitável e plausível aos olhos de um cada vez maior número de pessoas por todo o mundo. De qualquer maneira, o oportunismo é a grande lei da História, e até 1944, as políticas pró-fascistas pareciam uma aposta razoável.

A política externa da Alemanha Nazi deparava-se no entanto com uma complicação na promoção propagandística das suas ideias letais. A atracção de novos povos e raças para o seu seio ideológico chocava com o conceito da superioridade ariana que era central na ideologia nacional-socialista. O que é que os potenciais aliados não arianos pensariam da teoria da supremacia ariana? Não é inteiramente óbvia, que tipo de apologia ou de explicação os diplomatas alemães poderiam possivelmente oferecer a outros povos que constituíam, para azar dos Nazis, a maior parte da população mundial. Apesar dos árabes e muçulmanos em geral, terem adoptado os ideais Nazis, estas eram considerados pertencerem a uma raça inferior pela ideologia racial alemã. Em 1939, Bernard Lewis contou que Hitler descreveu, num discurso, que os povos do Médio Oriente eram "meio-macacos que querem sentir o chicote". Apesar desta dificuldade, os nazis conseguiram trazer os árabes para o seu campo.

A questão dos Judeus trazia ainda mais dificuldades para a diplomacia e propaganda Nazi, para além das fronteiras europeias. Tal como hoje acontece nos países muçulmanos, especialmente nos árabes, os Judeus para os Nazis, eram bastante mais do que pessoas odiosas a evitar. Os Judeus eram considerados terríficos. Eles constituíam uma conspiração invisível e sinistra com séculos de existência, como fora revelado na célebre falsidade que se chama “Os Protocolos dos Anciãos do Sião”, composto pela polícia secreta czarista em Paris no virar do século. Este livro, depois do Corão, juntamente com o Mein Kampf do Hitler, ainda é o livro mais lido nos países muçulmanos.

Tal como os islâmicos hoje exigem na Europa, os Nazis desqualificaram o Cristianismo na Alemanha, tendo retirado das paredes das escolas os crucifixos. Os Nazis pretendiam erradicar toda a ética Cristã. O seu sonho mais querido consistia em revitalizar os rituais pagãos, tal como os vividos pelas audiências das óperas de Wagner.
Tal como veremos, em futuros posts sobre este assunto, uma das frentes jihadistas mais incisivas na Europa, é fazer passar a ideia que o Cristianismo nada tem haver com o Antigo Testamento Hebreu, afastando assim a conceito base da civilização Judaico-Cristã, substituindo-a por um Jesus Cristo, profeta menor do Islão, tornando assim o islamismo como a fonte religiosa,ética e ideológica da Europa.
As tácticas islâmicas e nazis são idênticas. Os meios são os mesmos e destinam-se aos mesmos fins.