Sunday, October 17, 2010

Viva A Enegia Solar!


Uma empresa japonesa apresentou um soutien que capta energia solar para alimentar iPods ou tele-móveis.

Os islamistas afirmam a pés juntos que o corão está destinado a governar a América. De facto, o golpe sobre a Casa Branca não é só uma alucinação dos islamistas mais estratosféricos mas uma directiva do próprio maomé. Sound crazy?
Numa entrevista ao programa "This Week" da cadeia de televisão ABC, o activista radical islâmico Anjem Choudary, que vive calmamente em Londres á custa do erário público inglês, deixou claro, o que ele e os seus islamistas companheiros planeiam para o Ocidente. "Nós acreditamos, como muçulmanos, que o Leste e o Ocidente, um dia serão governados pela sharia. Na verdade, nós acreditamos que um dia a bandeira do islão será hasteada na Casa Branca." Depois o tipo citou um hadith do maomé  relatado por Al-Tabarani, uma espécie de académico do séc. X, que afirma "que a hora final não chegará até os muçulmanos conquistarem a Casa Branca". Outra versão desta espécie de ditado popular muçulmano diz que: "uma pequena porção de muçulmanos se levantarão e conquistarão a Casa Branca". O maomé tinha visões!!!!
 Esta gente pode acreditar no que quiser...eu também acredito que os tipos deveriam ser internados com urgência num qualquer hospício para adulterados mentais e psicopatas.
Esta maníaco-depressiva pulsão de querem hastear as bandeiras foleiras do islão em tudo o que é edificio no Ocidente, já chateia. É na Casa Branca que querem hastear, no Palácio de Buckingham querem hastear, no Eliseu querem hastear, em Berlim querem hastear...Será que temos que fazer ressurgir a hipnose para casos agudos de histeria islâmica? Pelos vistos só com a interpretação dos sonhos na Psicopatologia da vida islâmica, não vamos lá.
Pessoalmente não acredito que os muçulmanos algum dia tomarão a Casa Branca. Não sem um banho de sangue de proporções biblicas. Mas esta, é só uma questão de fé particular. Objectivamente devemos estar atentos a todos as movimentações dos filhos de Alá. Eles estão confiantes e isso é bom para nós. E é bom também para nós, eles não serem particularmente inteligentes... e serem fanáticos. O fanatismo torna-os ainda mais estúpidos. Mesmo que utilizem aquelas velhas tácticas da mentira em que são hábeis, não conseguirão atingir os seus objectivos se os povos não-muçulmanos estiverem unidos e atentos.
O grande problema que se nos coloca actualmente, são os seus aliados ocidentais. Esta espécie de traidores, a malta da esquerda, e muitos de direita para ser justo, são quem tem o poder comunicacional e político, o que é o mesmo que dizer que são eles que ocupam os centros de decisão. Mas talvez isso possa acabar mais depressa do que pensam. A Europa e a suas nações, estão a provar que num curto intervalo de tempo o paradigma político europeu possa ser outro. Possivelmente a União Europeia é já um fóssil adiado  tão gigantesco como os Brontossaurus do Jurássico. Com os colaboracionistas ocidentais, inapelável e definitivamente derrotados, os muçulmanos, por muito que se auto-explodam, não valem nada nem vão ter poder para nada.
Cortam-nos o "pitróil"? Não há problemas. Antes ter uma economia rasteira e andar pelo nosso próprio pé do que viver sobre a pata islâmica. E depois temos a energia solar já bastante desenvolvida no, e pelo mundo Ocidental.
E se os barbudos da Arábia Saudita não venderem petróleo, vão ter que o beber para matar a sede acompanhado com areia do deserto, para matar a fome...
Será então caso para alto celebrar:
Viva a Energia Solar.

Free Elisabeth Sabaditcsh-Wolff


Na Áustria, prossegue a polémica com julgamento de Elisabeth Sabaditcsh-Wolff (ESW). Para quem não seguiu o caso, Elisabeth é mais uma vítima europeia da acusação de "hate speech" por parte dos defensores do supremacismo islâmico na Europa. ESW foi acusada depois de ter falado num seminário sobre o islão pois é conhecedora do islão por ter vivido na Arábia Saudita.

E o que ela disse sobre o islão foi a verdade. Será que a verdade é ilegal na Áustria? ESW incorre numa pena de prisão efectiva até 3 anos.
Noutras notícias: Sir Salman Rushdie revelou que recebe anualmente uma lembrança de morte de iranianos extremistas. O escritor disse que as ameças continuam sobre a forma de cartões do Dia dos Namorados a cada 14 de Fevereiro. O senhor Rushdie afirmou que o cartão é uma lembrança de que o Irão não desistiu de cumprir a promessa, de 21 anos, de o matar. Rushdie revelou detalhes sobre este pouco usual cartão
quando no New York Times o entrevistou sobre o livro que está a escrever acerca da sua vida de clandestinidade a que a fatwa dos fascistas islâmicos o votou.
 A Chanceler alemã, Angela Markel juntou-se ao lider da CSU da Bavaria, Horst Seehofer, na declaração de que o multiculturalismo falhou.O tabu foi quebrado. Para "amaciar" as coisas, contudo a senhora Merkel insistiu na ideia peregrina de que o islão é faz parte da Alemanha, (por parte de quem?, pergunto eu) e só apelou á "integração" em vez da "assimilação".
Também na Alemanha, um professor primário foi suspenso por inadvertidamente ter dado schnitzels (bife panado) de porco a alguns alunos muçulmanos. 

Geert Wilders em Berlim (conclusão)


"Estou muito feliz por estar aqui em Berlim para deixar esta mensagem que é extremamente importante, especialmente na Alemanha. O que aconteceu no vosso país, a presente geração não é responsável por isso. Aquilo que aconteceu no passado no vosso país, não torna a presente geração responsável por isso. O que aconteceu no passado não justifica que se castiguem os alemães hoje. Mas também nãos vos desculpa que não lutem pela vossa identidade. A vossa única responsabilidade é evitarem os erros do passado. É vosso dever lutarem com aqueles que são ameaçados com a ideologia do islão, como por exemplo o estado de Israel e os vossos compatriotas judeus. A República de Weimar recusou lutar pela liberdade e foi derrubada por uma ideologia totalitária, com consequências catastróficas para a Alemanha, para o resto da Europa e para o Mundo. Não falhem na luta pela vossa liberdade hoje.
Estou feliz por estar no vosso meio hoje porque parece que depois de vinte anos de reunificação Alemã, uma nova geração não se sente mais culpada por ser alemã. O intenso e actual debate acerca do recente livro de Thilo Sarracin é uma indicação que a Alemanha se encontrou consigo novamente. Eu ainda não li o livro do Dr. Sarrazin, mas compreendo que enquanto todo o sistema do politicamente correcto unanimemente criticou as suas teses, uma larga maioria de alemães compreende que o Dr.Sarrazin está a tocar em assuntos importantes e prementes. "A Alemanha está-se a abolir a si mesma", avisa Sarrazin, e apela aos alemães para pararem com este processo. O enorme impacto do seu livro, indica que os alemães sentem a situação da mesma maneira. O povo da Alemanha não quer ver a Alemanha a ser abolida, apesar de toda a endoutrinação que sujeitaram os alemães. A Alemanha não tem mais vergonha de assumir o seu orgulho nacional. Neste tempos difíceis, onde a nossa identidade nacional está ameaçada, devemos parar de nos sentirmos culpados acerca de quem somos. Nós não somos "kafir", não somos culpados.
Como outros povos, oa alemães têm o direito de permanecer o que são. Os alemães não se devem transformar em franceses, nem holandeses, nem americanos, nem turcos. Devem permanecer alemães. Quando Erdogan, o primeiro ministro turco visitou o vosso país em 2008, ele disse aos turcos que vivem aqui, que devem permanecer turcos. Ele literalmente disse que "a assimilação é um crime contra a humanidade". Erdogan estaria correcto se se tivesse dirigido aos turcos na Turquia. Acontece que a Alemanha é a terra dos alemães. Como tal, os alemães têm o direito de exigir aqueles que vêm e vivem na Alemanha para se assimilarem; Têm o direito - melhor, têm o dever para com as suas crianças - de exigir aos recém chegados que respeitem a identidade alemã da nação alemã e o direito que a Alemanha tem de preservar a sua identidade.
Devemos convir que o islão expande-se de duas maneiras. Como não é uma religião, a conversão é só um fenómeno marginal. Historicamente, o islão expande-se pela conquista militar, ou através de uma  arma chamada hijra -  imigração. Maomé conquistou Medina através da imigração. A hijra é o que nós estamos a experimentar actualmente. Temos demasiados imigrantes islâmicos não assimilados a viver na Europa. Mas o Ocidente não tem estratégias para lidar com a ideologia islâmica, porque as nossas elites dizem que nós é que nos temos que adaptar a eles e não o contrário. Esta é uma lição que temos que aprender com a América, a nação mais livre do mundo. Os americanos têm orgulho da sua nação, daquilo que conseguiram e da sua bandeira. Nós, também deviamos ser orgulhosos das nossas nações. Os Estados Unidos tiverem sempre imigrantes. O Presidente Theodore Roosevelt foi muito claro acerca dos deveres dos imigrantes. Isto foi o que ele disse - passo a citar - "Devemos insistir que se o imigrante vem para cá de boa fé e se assimilar em nós, ele deve ser tratado de igual maneira como todos os outros...e tornar-se um americano e nada mais do que um americano...Não há a possibilidade de fidelidades divididas aqui... Só temos espaço para uma só lealdade aqui, que é a lealdade para com o povo americano" - fim de citação.
Não me cabe a mim definir em que é que consiste a identidade nacional da Alemanha. Isso cabe inteiramente a vocês. Eu sei, contudo, que a cultura alemã, como a dos países vizinhos, como o meu, está enraizada nos valores judaico-cristãos. Cada político responsável tem a obrigação politica de preservar esses valores contra as ideologias que os ameaçam. A Alemanha cheia de mesquitas e de mulheres cobertas por véus já não é a Alemanha de Goethe, Schiller e Heine, de Bach e Meldelssohn, de Kant e Lessing, de Max Plank e Dietrich Bonhoeffer. Será uma perda para todos nós. É importante que saúdem e preservem as vossas raízes como nação. De outra maneira não serão capazes de salvaguardar a vossa identidade; serão abolidos como povo, e perderão a vossa liberdade. E o resto da Europa, perderá a sua liberdade juntamente com vocês."

Friday, October 15, 2010

Última Hora: Geert Wilders Ilibado?

Depois de, há alguns dias ter retirado a queixa de "insulto a um grupo" religioso, o Ministério Público holandês pediu hoje ao colectivo de juízes que preside ao julgamento de Gert Wilders o levantamento das acusações de "promoção ao ódio" e "incitamento à discriminação racial" em relação aos muçulmanos. O MP considerou que GW sempre se dirigiu ao islão e não aos muçulmanos como um grupo racial particular. Até porque não o são. Considerou também que, como político, Geert Wilders tem também o direito de fazer afirmações sobre problemas sociais percebidos.
É um bom dia para a liberdade na Europa.
É caso para abrir uma garrifta de espumante.
Cheers Geert! Salut! Kampai!Prost!Ein Toast!
À nossa!

Eleições Austríacas

O julgamento por heresia de Geert Wilders (GW) continua na Holanda, com o respectivo blackout auto-imposto pela comunicação social dhimmi. Cerca de 75% dos jornalistas holandeses (a percentagem deve ser semelhante em Portugal) são de esquerda. Há poucos anos atrás, a demonização sistemática feita pela imprensa de Pim Fortuyn conduziu ao assassínio daquele político que se preparava para ser primeiro-ministro holandês.
Actualmente, acontece exactamente o mesmo. Os estúpidos de esquerda nunca aprendem com a história. A demonização de GW (curiosamente os jornalistas limitam-se a insultá-lo, e abstêm-se de publicar o seu pensamento politico) levada a cabo sistematicamente pela comunicação social e pela esquerda europeia, que se confundem aliás, pode conduzir ao extremar de posições políticas no quadro da política europeia. E os sinais estão aí.
Graças ao divórcio crescente entre opinião pública e os partidos políticos do mainstream, novas forças felizmente dão à costa. Na Holanda, na Suécia, Dinamarca e agora também na Áustria. Nas eleições regionais, o partido anti-islão ganhou um quarto dos votos do eleitorado na região de Vienna de Áustria, por sinal a região mais cosmopolita daquele país alpino. O Partido da Liberdade, cresceu de 15% em 2005, para 27% em 2010. 
Antes de resolvermos o problema com o islão, temos que resolver primeiro o problema com os nossos dhimmis. E os povos europeus estão a compreender que se têm que ver livres desta escumalha política que nos vendeu a alma ao islão.
Só me resta esperar que os portugueses também acordem e se comecem a ver livres desta malta mais ou menos esquerdista que controla o país desde a abrilada.

Saturday, October 9, 2010

Geert Wilders em Berlim (4)

" Como sabem, eu estou a ser julgado na Holanda. Na Segunda-Feira, tenho ir que novamente ao tribunal e vou despender quase todo o tempo do próximo mês nisto. Eu fui levado a tribunal devido ás minhas opiniões sobre o Islão, e porque declarei as minhas opiniões em discursos, em artigos e no meu documentário, o filme Fitna. Eu vivo sobre constante protecção policial porque os extremistas islâmicos querem-me assassinar, e eu vou a tribunal porque o sistema holandês- a maioria deles não muçulmanos, querem-me silenciar. Eu fui levado a tribunal porque a liberdade no meu país está em declínio. Ao contrário da América, nós não temos a Primeira Emenda que garante ás pessoas a liberdade de expressar as suas opiniões e impulsionar assim o debate público. Ao contrário da América, na Europa, o estado nacional e cada vez mais a União Europeia, prescrevem como os cidadãos - incluindo os democraticamente eleitos como eu - devem pensar e aquilo que estão autorizados a dizer.
Uma das coisas que nós não estamos autorizados a dizer é, que a nossa cultura é superior a determinadas outras culturas. Isto é visto como uma afirmação descriminatória - uma afirmação até de ódio. Nós somos indoutrinados numa base diária, nas escolas e nos meios de comunicação social, com mensagens de que todas as culturas são iguais, e, se alguma cultura é pior do que as outras, é a nossa própria. Nós estamos submersos em sentimentos de culpa e de vergonha acerca da nossa identidade. Somos exortados a respeitar tudo e todos excepto nós mesmos. Esta é a mensagem da esquerda e do politicamente correcto que governa este sistema. Querem-nos que nos sintamos envergonhados acerca da nossa própria identidade que recusamos defender.
Esta obcessão das nossas elites culturais e politicas com a culpa Ocidental reforça a visão que o islão tem de nós. O corão diz que os não-muçulmanos são Kuffar (kafir no plural), que significa "rejeitados" ou "ingratos". Logo, os infiéis são "culpados". O islão ensina que no estado natural todos nós nascemos crentes. O islão também ensina que se hoje não somos crentes é por nossa culpa ou por culpa dos nossos ancestrais. Subsequentemente, nós somos sempre kafir - culpados - porque, das duas uma, ou nós, ou os nossos pais foram apóstatas. E como tal, segundo alguns, nós merecemos a subjugação e a morte.
Os intelectuais de esquerda e os politicos contemporâneos estão cegos relativamente aos perigos do islão. Alguns, aqueles que fazem parte da quinta coluna do islão no Ocidente odeiam-no genuinamente e querem-no destruir, enquanto outros não se querem opor aos nossos inimigos porque julgam que são demasiado poderosos e matar-nos-ão se os irritarmos. Alguns rendem-se porque concordam com os nossos inimigos, outros porque são covardes. O dissidente soviético, Vladimir Bukovsky, argumenta que depois da queda do comunismo, o Ocidente falhou em expôr aqueles que colaboraram com os soviéticos advogando politicas de détente, de relaxamento das tensões internacionais e de coexistência pacífica. Ele afirma que a Guerra Fria foi - passo a citar - "uma guerra que nós nunca ganhámos. Nunca lutámos para isso...Na maior parte do tempo o Ocidente quedou-se numa política de apaziguamento com o bloco Soviético...e apaziguadores não ganham guerras" - fim de citação.
O islão é o comunismo dos nossos dias. Mas devido ao falhanço em relação ao comunismo, nós somos incapazes de o confrontar, como se tivéssemos sido apanhados no velho hábito comunista do logro e dos significados duplos, que usuram para assombrar os países do Leste e que nos assombram agora a nós. Devido a este falhanço, os mesmos esquerdistas que então eram cegos em relação ao comunismo, hoje são cegos em relação ao islão. Utilizam exactamente os mesmos argumentos em favor da détente, das relações próximas e do apaziguamento, como utilizavam naquela época. Argumentam que o nosso inimigo é tão amante da paz-como-nós-somos, e que só pedem respeito, se nós os respeitarmos eles também nos respeitarão. Até ouvimos a repetição do velho mantra da equivalência moral. Eles costumavam dizer que o "imperialismo" Ocidental eram tão mau (ou pior ainda) que o imperialismo Soviético, agora dizem que o "imperialismo" Ocidental é tão mau (ou mesmo pior) do que o imperialismo islâmico. No meu discurso junto ao Ground Zero em Nova Iorque no 11 de Setembro, enfatizei que devemos parar o "Blame the West, Blame America", jogo que os islâmicos jogam com connosco. Nós devemos parar de jogar este jogo. E tenho uma mensagem para vós. É um insulto que nos digam que nós somos culpados e merecemos o que nos está acontecer. Nós não merecemos a morte, nem tornar-mo-nos estranhos na nossa própria terra. Nós não podemos aceitar tais insultos. Primeiro de tudo, a Civilização Ocidental é a mais livre e a mais próspera da face da Terra, e por isso muitos imigrantes se estão a mover para cá, em vez dos Ocidentais se estarem a mover para lá. E em segundo, não existe tal coisa como a culpa colectiva. Os indivíduos livres são agentes morais livres e são responsáveis pelas suas próprias acções."

Wednesday, October 6, 2010

Peço Desculpa Por Esta Interrupção...

...a tradução do discurso de Geert Wilders em Berlim segue dentro de momentos.
Não quis perder a oportunidade de divulgar o seguinte video que o blog Ecotretas disponibilizou para os portugueses observarem até que ponto vai o radicalismo fascistóide ambientalista. Com toda a razão do mundo o Ecotretas escreveu:
 "Não é possível imaginar até onde chegam as ideias destes tretas Verdes! Vejam o filme abaixo, sobre a campanha 10:10. Mas atenção: preparem-se para ficar maldispostos! Não digam que não vos avisei... Nem o Hitler tinha acesso àquele botão!!!"
A campanha 10:10 destina-se a baixar a produção de CO2 em 10% e envolve algumas cidades referidas neste filme de propaganda totalitária e até potencialmente genocida, pelo menos em significado. No momento em que Geert Wilders está na barra de um tribunal holandês por dizer as verdades acerca do islão, este filme vem uma vez mais provar a total falta de respeito por todos aqueles que ousam pensar de forma diferente dos novos dogmas que a classe político-cientifica e os meios de comunicação social, impõe sobre os cidadãos. Isto tudo vai acabar mal.

Tuesday, October 5, 2010

Geert Wilders em Berlim (3)

"Mark Alexander afirma que a natureza do Islão difere muito pouco - mais em detalhe do que no estilo - das ideologias politicas totalitárias, tais como as do nacional socialismo e do comunismo. 
Ele elaborou uma lista das características destas ideologias:
• Utilizam purgas políticas para "limpar" a sociedade daquilo que consideram indesejável;
• Só toleram um único partido político. Onde o islão tolera mais do que um partido, insiste na natureza islâmica dos ditos;
• Obliteram a distinção liberal entre as áreas privadas e o controlo público;
• Transformam o sistema educativo num aparelho de doutrinação universal;
• Legislam com leis e normas para a arte, para a literatura, para a ciência e para a religião;
• Controlam as pessoas conferindo-lhes um estatuto de segunda clase;
•Induzem uma grelha mental nas pessoas de maneira a fazer surgir o fanatismo;
•São abusivos perante os seus oponentes e observam qualquer concessão da sua parte como um expediente extraordinário e da parte do oponente um sinal de fraqueza.
• Têm a política como uma expressão de poder;
• São anti-semitas.
Existe ainda um espantoso paralelismo, mas este não característico destas três ideologias políticas, mas sim do Ocidente. A aparente inabilidade do Ocidente para ver o perigo. O pré-requisito para a compreensão do perigo político, é a vontade de ver a verdade, mesmo que esta seja desagradável. Infelizmente os politicos modernos do Ocidente parece que perderam esta capacidade. A nossa inabilidade conduziu-nos á rejeição de conclusões lógicas e históricas de factos que nós poderiamos e deveriamos conhecer melhor. O que é que está errado com os ocidentais modernos para cometerem o mesmo erro constantemente? Não há melhor lugar para ponderar esta questão do que aqui em Berlim, a capital do império do mal da Alemanha Nazi e a cidade que esteve cativa da chamada Alemanha "Democrática", mais de 40 anos.
Quando os cidadãos da Europa de Leste rejeitaram o comunismo em 1989, eles foram inspirados por dissidentes como Aleksandr Solzhenitsyn, Vaclav Havel, Vladimir Bukovsky, entre outros, que disseram que o povo tinha direitos mas também tinham a obrigação de "viver com a verdade". A liberdade requer uma vigilância eterna, e faz-se com a verdade. Solzhenitsyn acrescentou, no entanto, que a "verdade raramente é doce; é invariavelmente amarga." 
Deixem-nos encarar a verdade mais amarga: Nós perdemos a capacidade de ver o perigo e entender a verdade porque nós já não valorizamos a liberdade. Políticos estabelecidos, esquerdistas, centristas até liberais e conservadores, hoje, facilitam a islamização. Saúdam cada nova escola islâmica, cada novo banco islâmico, cada novo tribunal islâmico. Elhes olham para o islão como se fosse igual á nossa própria cultura. Islão ou liberdade? Na verdade, não lhes interessa muito. Mas interessa para nós. A inteira elite estabelecida - universidades, igrejas, sindicatos, os media, políticos - estão a vender as nossas liberdades conquistadas arduamente. Falam sobre a igualdade, mas espantosamente não vêm como poucos direitos as mulheres têm no islão comparando com os homens, e como os infiéis têm muito menos direitos do que os aderentes ao islão.
Será que vamos repetir os erros fatais da Républica de Weimar? Estaremos nós a sucumbir ao islão porque o nosso compromisso com a liberdade está já morto? Não isto não irá acontecer. Nós não somos como a senhora Merkel. Nós não aceitamos a islamização como inevitável. Nós temos que manter a liberdade viva. E  na medida daquilo que já perdemos, devemos reclamá-la nas nossas eleições democráticas. É por isso que nós precisamos de partidos políticos que defendam a liberdade." 

Geert Wilders em Berlim (2)

"Ali Sina, um apóstata iraniano que vive no Canadá, refere que existe uma regra dourada no coração de cada religião que diz: Faz aos outros aquilo que gostarias que te fizessem a ti. Esta regra no Islão só se aplica aos muçulmanos, não aos infiéis. Ali Sina diz, passo a citar: - "A razão pela qual eu sou contra o Islão não é pela religião, mas porque o Islão é uma ideologia política imperialista e dominadora disfarçada de religião." - fim de citação.
Um estudo desapaixonado da história do islão revela claramente que o objectivo de Maomé foi, primeiro conquistar o seu próprio povo, os árabes e unificá-los debaixo das suas leis, e depois, conquistar e governar o mundo. Esta foi a causa original e foi obviamente politica apoiada na força militar. "Eu fui ordenado que combatesse todos homens até que digam que 'Não existe deus mas Alá e Maomé o seu profeta". De acordo com o comando corânico na sura 8:39: " Combate-os até não haver mais dissenção e a religião pertença inteiramente a Alá". De acordo com a mitologia, Maomé fundou o islão em Meca depois do Anjo Gabriel o visitar no ano de 610. Os primeiros 12 anos do Islão, quando era só religião em vez de política, não teve sucesso. Em 622, maomé imigrou para Yathrib, um oássis predominantemente judeu, acompanhado de 150 seguidores atrás de si. Foi aí que a primeira mesquita foi estabelecida na história, tomou em seguida o poder político e deu a Yathrib o nome de Medina, que significa "Cidade do Profeta" começando assim a sua carreira de lider militar e político que o conduziu à conquista de toda a Arábia. Não é por acaso que o calendário islâmico começa com a hijra, a migração para Medina, a qual é o momento em que o islão se tornou um movimento político.
Depois da morte de Maomé, baseado nas suas palavras, o Islão desenvolveu a Sharia, um elaborado sistema legal que justifica a conquista brutal do mundo e a governança repressiva por direito divino - incluindo regras para a jihad e para o controle absoluto de crentes e não crentes. A Sharia é a lei na Arábia Saudita e no Irão, entre demais estados islâmicos. É também central na Organização da Conferência Islâmica (OIC), que no seu artigo 24 da Declaração dos Direitos Humanos do Islão, proclama que "todos os direitos e liberdades são submetidos à sharia islâmica". A OIC não é uma instituição religiosa, é um corpo político. Constitui o maior bloco eleitoral nas Nações Unidas e produz relatórios na alegada "Islamofobia" nos Países Ocidentais que os acusam de violação dos direitos humanos. Para falar em termos biblicos: vêem o cisco no olho dos outros mas não vêem a trave nos seus próprios olhos.
Sob a lei da sharia, as pessoas nos territórios conquistados deixam de ter direitos legais, nem sequer o direito à vida e à sua própria propriedade, a não ser que se convertam ao Islão. Lá porque o Islão se defina a si mesmo como uma religião não quer dizer que seja uma religião. Antes de continuar, para evitar mal entendidos, que sublinhar que estou a falar do islão, não estou a falar dos muçulmanos. Eu faço sempre uma distinção clara entre as pessoas e a ideologia. Há muçulmanos moderados, mas a ideologia política do islão não é moderada e tem ambições globais. Tem como objectivos impor a lei islâmica ou sharia ao resto do mundo. A via para atingir tal designío é a jihad. As boas notícias são as de que há milhões de muçulmanos no mundo - incluindo muitos na Alemanha - que não seguem as directivas da Sharia e não se entregam á jihad. As más notícias são, contudo, a quantidade deles que estão preparados para usar todos os meios para atingir o seu objectivo ideológico revolucionário."

Sunday, October 3, 2010

Geert Wilders em Berlim (1)


Tradução:
"Queridos amigos:
Estou muito feliz de estar aqui hoje em Berlim. Como sabem, fui convidado pelo meu bom amigo René Stadtkewitz, e isso custou-lhe o lugar no Parlamento de Berlim que ocupava pela CDU. René, contudo, não cedeu á pressão. Ele não traiu as suas convicções. A sua demissão motivou-o a formar um novo partido político. Desejo-lhe o melhor. A Alemanha precisa de um movimento politico que defenda a identidade alemã. A Chanceler Angela Merkel afirmou que a islamização da Alemanha é inevitável. Ela fez passar a mensagem no sentido de que os cidadãos se devem preparar para mais mudanças como resultado da imigração. Ela quer que os alemães se adaptem a esta situação. A lider dos Cristãos-Democratas disse, e eu passo a citar:" Muito mais do que agora, as mesquitas farão parte das nossas cidades", fim de citação.
Meus amigos, não devemos aceitar o ineceitável como inevitável sem tentar virar a maré. É o nosso dever como politicos preservar as nossas nações para as nossas crianças. Eu tenho esperança que o movimento lançado por René sejam tão bem sucedido como o meu Partij voor de Vrijheid, como o de Oskar Freysinger’s Schweizerische Volkspartei na Suiça, como o de Pia Kjaersgaard’s Dansk Folkeparti na Dinamarca, e movimentos similares noutros países. A minha boa amiga Pia recentemente falou na Suécia como convidada do SD (sverigedemokraterna) e disse: "Eu não me meto na politica doméstica da Suécia porque isso diz respeito ao povo sueco. Não, eu vim porque apesar de certas diferenças, o debate na Suécia fez-me lembrar o debate que houve na Dinamarca há 10 ou 15 anos atrás. E vim à Suécia porque também diz respeito á Dinamarca. Não podemos sentar e cruzar os braços e ficar quietos com os desenvolvimentos politicos na Suécia." O mesmo se aplica a mim como holandês relativamente à Alemanha. Eu estou aqui porque a Alemanha tem importância para a Holanda e para o resto do mundo, e porque não podemos estabelecer uma Aliança Internacional da Liberdade sem um forte parceiro alemão.
Queridos amigos, amanhã comemora-se o Dia da Unidade Alemã. Amanhã faz exactamente 20 anos que a vossa grande nação se reunificou depois do colapso da ideologia comunista totalitária. O Dia da Unidade Alemã é um dia muito importante para toda a Europa. A Alemanha é a maior democracia na Europa. A Alemanha é o motor económico da Europa. Do bem estar e da prosperidade Alemã beneficiamos todos nós, porque o bem estar e a prosperidade alemã é um pré-requiesito para o bem estar e a prosperidade europeia. Hoje, todavia estou aqui para vos avisar acerca de uma sombria desunião. A identidade nacional alemã, a sua democracia e a sua prosperidade económica, está ameaçada pela ideologia politica do islão. Em 1848, Karl Marx começou o seu Manifesto Comunista com as seguintes e famosas palavras: " Um espectro está assombrar a Europa - o espectro do comunismo." Hoje, outro espectro está assombrar a Europa. O espectro do Islão. Este perigo, também é politico. O islão não é uma mera religião, como muita gente parece acreditar: o islão é uma ideologia politica. Isto não é novidade. Cito uma passagem que o historiador de Oxford JM Roberts escreveu em 1985: "Apesar de falarmos cuidadosamente do islão como uma "religião", esta palavra carrega muitos significados implicitos na história da Europa Ocidental. Um muçulmano é antes de tudo um membro de uma comunidade, um seguidor de uma certa via, um aderente a um sistema de leis, em vez de ser alguém que possui uma visão teológica particular", fim de citação. O professor da Flandres Urbain Vermeulen, o ex-presidente da União Europeia dos Arabistas e Islamistas, afirmou também que o "islão é antes de mais um sistema de leis, em vez de ser religião".
O cientista politico americano, Mark Alexander, escreveu - e cito - "Um dos maiores enganos é pensar no islão como mais uma das grandes religiões do mundo. Não o devemos fazer. O islão é politico ou não é nada, mas, é claro, é politica com uma dimensão espiritual, política emanada de uma divindade...que não descansará até o Ocidente não mais existir, até o Ocidente seja...bem e verdadeiramente islamizado."- fim de citação. Estas não são afirmações feitas só pelos oponentes do islão. Os académicos islâmicos dizem a mesma coisa. Não existem quaisquer dúvidas acerca da natureza do islão para aqueles que leram o Corão, as suras e o hadith.
Abul Ala Maududi, o influente lider islâmico paquistanês, escreveu - cito sublinhando que estas não são minhas palavras mas as de um distinto académico islâmico - "O islão não é meramente um credo religioso mas uma ideologia revolucionária e a jihad refere-se a essa luta revolucionária que destruirá todos os estados e governos da face da Terra, que se opõem á ideologia e ao programa do islão - fim de citação.













Previsão para as Próximas Eleições Americanas.

Segundo as sondagens o resultado vai ser este:

Hate Parade in Paris

O festival anual de Paris de música electrónica, vulgarmente conhecida por Tecno, foi arruinado quando bandos de negros atacaram jovens brancos que dançavam na rua. Numerosos jovens tiveram que ser tratados por paramédicos. Muitas raparigas foram sexualmente molestadas por aqueles inergúmenos racistas. Este violento evento aconteceu no dia 29 de Setembro, e a comunicação social, mais uma vez, assobiou para o lado. Imagine o leitor se a coisa acontecia ao contrário. A história dava volta ao mundo, realizavam-se conferências, o Durão Barroso deitava faladura sobre o perigo iminente da extrema-direita na UE. Elaborar-se-iam planos em comissões especializadas pagas por todos nós para tratar do caso. Como foram negros, está tudo bem, mesmo quando acaba mal. 
Esta é a segunda vez no intervalo de 30 dias, que bandos de rúfias pretos, motivados racialmente, atacam Paris. No mês passado uma parada de imigrantes chineses foi brutalmente interrompida devidos aos ataques de gangs pretos.

Saturday, October 2, 2010

Refugiados do Darfur Escolhem Israel para Viver.

Muitos dos refugiados do genocídio que o Sudão muçulmano leva a cabo com a maior das impunidades, preferem viver em Israel do que no Egipto. Se Israel é um estado que pratica o apartheid conforme a propaganda palestiana, ampliada pelo meios de comunicação da Eurábia, querem fazer crer, como é que se explica que tantos refugiados africanos, sendo uma apreciavel percentagem até muçulmanos, pretendem asilo em Israel? Mistérios da vida e da natureza? Claro que não. Israel é o único estado democrático da região e respeita os direitos humanos de todos aqueles que querem viver em paz dentro ou fora das suas fronteiras.

Friday, October 1, 2010

Holanda Tem Novo Governo.

1.Os partidos Conservador e Democrata-Cristão vão ter o apoio do Partido da Liberdade de Geert Wilders. para formarem um governo de coligação.
Esperemos que seja o início de um caminho que leve a Holanda a controlar a entrada de mais islâmicos no país, que proíba a burqa, o nikab e os lenços islâmicos, que proíba a construção de novas mesquitas, que expulse todos aqueles que manifestam tiques de supremacismo islâmico, e sobretudo que seja proibido o livro incitador de ódio que se chama Alcorão.
Não podemos mais tolerar a intolerância. Enough is enough.


2.Uma sondagem feita na Alemanha, revelou que a maioria dos alemães acham que os imigrantes muçulmanos são um fardo para a economia e um perigo para a sociedade de valores democráticos.
A solução é fácil people! É aliviar o fardo!
  • 3. O muçulmano que lidera o processo de construção da provocadora mesquita nova-iorquina ,situada ao lado do Ground Zero, Feisal Abdul Rauf, tem uma estreita relação com o ex-Primeiro Ministro da Malásia, Mahathir Mohamad. Em recente encontro, Feisal apelou a Mahatir para se envolver na política do processo de paz do Médio Oriente. As posições anti-semitas e anti-americanas de Mahatir Mohamad são muito bem conhecidas.
  • Entretanto no Paquistão foram destruídos dezenas de camiões cisterna da NATO, com combustível imprescindível para a logística das operações militares no Afeganistão.

Al-qaeda planeia ataques

Osama b. Laden incitou as redes terroristas islâmicas a atacarem cidades europeias ao estilo dos ataques a Bombaím. Os alvos seriam multidões de turistas e assaltos armados a hotéis, onde levariam a cabo execuções de inocentes ocidentes neles hospedados.Os países escolhidos para alvo destes massacres, seriam o Reino Unido, a Alemanha e a França. 
A acção terrorista foi identificada pelos serviços secretos alemães, após terem interceptado um muçulmano que se preparava para deixar o Afeganistão em direcção a Hamburgo. Este tipo era seguido há muito tempo pelos serviços de inteligência, pois eram um dos assíduos na mesquita de Hamburgo, antes de ser encerrada, uma das muitas onde se apela à jihad contra os países Ocidentais.

Monday, September 27, 2010

Os Escravos Esquecidos.

Os escravos africanos vendidos para as Américas não foram invenção dos portugueses e das outras nações europeias navegadoras. A escravidão começou muito antes. De facto, o islão está metido na escravatura até ao pescoço. Ainda hoje, no séc. XXI, muçulmanos árabes e africanos escravizam povos animistas e cristãos. Os europeus há séculos que aboliram a escravatura. Mas o islão não. A escravatura para os países árabes ainda hoje continua.
O seguinte documentário foi apresentado pela canal Arte e dirigido por Antoine Vitkine.

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Sunday, September 26, 2010

A Profecia do Sr. Khaled

O pregador muçulmano egípcio, Amr Khaled, afirmou em árabe e sem papas na língua, aquilo que todos os muçulmanos querem ouvir e  desejam: a conquista e a submissão da Europa ao islão. A pregação foi traduzida do árabe para inglês por um ex-muçulmano. Os parenteses são meus:

"Para nós muçulmanos, a coisa mais importante é a existência de muitos milhões de muçulmanos na Europa e este facto tem muitas implicações. Os muçulmanos continuam a ter muitos filhos enquanto os europeus não; isto significa que dentro de 20 anos os muçulmanos serão a maioria, e terão uma influência excepcional na tomada de decisões políticas. Tudo isto deixa os outros grupos furiosos (deve-se estar a referir aos europeus) que consideram isto muito perigoso; estes são inimigos do islão como nós bem sabemos.
O objectivo dos inimigos do islão é conduzir 20 a 30 milhões de muçulmanos para fora da Europa (Deus o ouça!), ou provocá-los de maneira a poderem expulsá-los. Para o conseguirem, os povos europeus têm que arranjar um pretexto (não é preciso pretexto nenhum ó khaled! A Europa não permite ideologias fascistas como a do islão) para legitimarem a expulsão. Como tal, a solução dos europeus é continuarem a provocação contra os muçulmanos e continuarem a fazer coisas (que coisas? A falar e escrever livremente?) que provocarão os muçulmanos, que os poderão levar a cometer erros como ataques bombistas e outras respostas pouco apropriadas.
Nós muçulmanos devemos ser realistas e positivos (e continuarem a viver á custa da segunça social dos europeus). O que nós precisamos para que os milhões de muçulmanos infiltrem a sociedade, é mostrar que os muçulmanos são respeitáveis em todos os lugares; nas companhias onde trabalham, nos clubes desportivos e em qualquer lugar onde um muçulmano pode influenciar (leia-se converter) o europeu e sobretudo continuarem a ter filhos. Assim o plano falhará (é pouco paranóico o tipo!) e os muçulmanos permanecerão na Europa.
E nós muçulmanos só precisamos de 10 anos para tornar a Europa muçulmana." (e torná-la completamente estúpida como os países árabes).
O sr. Akmed ainda não reparou que os povos europeus já repararam  que o islão é um esterco social e ideológico, que só produz tirania, pobreza e fanatismo. O sr. Akmed ainda não reparou que os povos europeus já conhecem de gingeira todos os truques jihadistas do parasitismo islâmico. O sr.Akmed ainda não reparou que os povos europeus estão-se a mexer e não é em direcção a Meca... e mais não digo.

Save Sakineh AshtianI

A artista dinamarquesa de origem iraniana, Firoozeh Bazrafkan, editou um video em favor das libertação de Sakineh.
"Eu queimo o Corão com pontas de cigarro, o mesmo tratamento que o regime iraniano deu a Sakineh Ashtiani. Se o regime iraniano a apedrejar, eu apedrejarei o Corão. Se a enforcar, eu enforcarei o Corão.
Nas entrelinhas, o que aqui é assumido por Firoozeh e para nós, é a natureza do regime iraniano e do Corão. O regime iraniano, tal como o Alcorão são fascistas e devem ser tratados como tal.
Doa a quem doer.

Cigarette burns from Firoozeh Bazrafkan on Vimeo.

Saturday, September 25, 2010

Que anedotas!

Um ministro neo-zelandês contou publicamente a seguinte anedota:
Sabem qual é a diferença entre os muçulmanos e os Kiwis (neo-zelandeses)? Os muçulmanos... primeiro cometem adultério e depois são apedrejados (get stoned). Os Kiwis... primeiro ficam pedrados (get stoned) e depois cometem adultério.
Os filhos de Alá ficaram chocados...imaginem, como se o ministro tenha dito alguma falsidade sobre a  axeologia e as leis muçulmanas. Imediatamente o representante daquela paleolítica ideologia religiosa, acusou o ministro de racismo e "ordenou" que o ministro se retratasse pedindo desculpas ao maometanos.
Não se trata de falta de humor, trata-se de pretender que o islão e os muçulmanos estejam acima de qualquer critica e de qualquer brincadeira. É a habitual pretensão do supremacismo islâmico.
São umas anedotas...

Friday, September 24, 2010

Nem As crianças Escapam...

Já aqui deixámos várias vezes a ideia de que a multicultural Inglaterra, está à beira de uma pesadelo Orwelliano. O Daily Mail noticiou que os professores estão a ser forçados a espiar crianças a partir dos 3 anos, nos infantários e escolas primárias, no sentido da detecção de linguagem alegadamente "racista" utilizada pelos infantis. Munira Mirza, uma conselheira do Presidente da Câmara de Londres, afirmou que as escolas têm ordens para espiar e relatar abusos "racistas" de linguagem conforme o estabelecido na Race Relations Act 2000. Mais de 250 000 crianças foram acusadas de racismo desde que esta peregrina lei entrou em vigor.

O que eu gostava de saber é que tipo de tratamento dão ás crianças para que elas percebam que não devem chamar de pretos aos mais escuros, e paquis aos paquis. Talvez, quem sabe, como castigo sejam impedidas de ver os Tele Tubies, e sejam obrigadas a beber óleo de figado de bacalhau às colheradas, embora me pareça que estão mais perto de sofrer um tratamento como o apresentado no filme de Kubric, ClockWork Orange.
Nem as crianças são poupadas à lavagem ao cérebro do totalitário multiculturalismo politicamente correcto.
Mas se já as crianças não podem ser livres, na sua infantilidade, de dizer o que lhes vem à cabeça, os adultos, esses são já presos por verem clips de um Corão no espeto. De facto, 4 suspeitos de verem imagens de um naco de Alcorão a ser queimado, foram presos em Gateshead no Norte da Inglaterra. Um total de seis pessoas foram presas por terem cometido o tão "hediondo pecado" de assistirem em video ao barbeque daquele livro.

Monday, September 20, 2010

Dedicatória



Este cartaz apesar de ser norte-americano, serve como uma luva ao jornal Público.
O jornal Público continua a sua saga particular contra todos aqueles que ousam ter ideias completamente diferentes do esquerdismo militante da sua linha editorial. Agora, para este jornal de referência bloquista, os suecos que votaram no SD são todos de extrema direita, nazis, fascistas, xenófobos e pensando bem, talvez até sejam ainda parentes de Eva Braun.
Sarkozy não é louro mas expulsou uns proxenetas ciganos, e aí está o Público com setinhas para cima e para baixo, colocando o Sarkozy na companhia de Himmler. Pamela Geller do Atlas Shrugs, para estes jornalistas, não passam de uma stripper islamofoba, enquanto Obama é uma espécie de ungido. E é assim que o Público, antes de mais, tem a lata de tratar com tal menoridade o público pagante.
Para estes tipos do jornal, todos os que têm coragem de dizer que as sociedades multiculturalistas vão núas, são todos uns trastes direitistas. O dia chegará em que, nem a dissonância cognitiva de que padecem os impedirá de cairem na real. Os amanhãs cantarão outras melodias. Talvez inesperadas para estes bardamerdas a quem a ideologia multiculturalista e politicamente correcta tolda qualquer isenção na análise "jornalística" que diariamente produzem.
Se fossem vertebrados, ainda alimentaria a esperança de os ver a cometer HaraKiri.

The Warrior Song

Se quiseres viver em paz, prepara-te para a guerra.

Sunday, September 19, 2010

Grande Votação No Sverigedemokraterna.

Os resultados finais das eleições suecas só amanhã serão publicados, mas já é sabido que o Partido Democrata da Suécia se tornou o 5º maior partido com assento na parlamento. De facto, as sondagens á boca das urnas revelam que aquele partido que luta contra a islamização da Suécia conseguiu cerca de 6% dos votos, representando 20 deputados.
Apesar de terem sido demonizados pela comunicação social e pelos partidos da esquerda que estão ao serviço dos muçulmanos, a votação dos suecos no SD foi no minímo surpreendente. A confirmarem-se os resultados o SD tem melhor votação do que os Democrata Cristãos e bastante mais do que o Partido da Esquerda.
A Europa está cansada e esgotada de islão, de politicamente correcto, de comunistas e do Durão Barroso...
A Europa está acordando...Oh! yeah!

Friday, September 17, 2010

Atentado Ao Papa.

Seis homens foram detidos em Londres pela Polícia Metropolitana suspeitos de prepararem um atentado a Bento XVI. Segundo o Mail Online, citando fontes políciais, os seis homens são muçulmanos de origem magrebina. Foram presos durante a mudança de turno num depósito de lixo de Central London.
A religião da paz sempre em acção... criminosa. 
Noutras notícias, Partido Democrata da Suécia declarou temer uma revolução islâmica naquele país nórdico tal como aconteceu no Irão no final dos anos 70. A quantidade de muçulmanos naquele país é tão grande que grandes cidades como Malmoe são praticamente dominadas pelos muçulmanos.
Entretanto, a Itália propõe banir a burqa, o chador e outras vestimentas islâmicas próprias da noite do Halloween, de maneira similar á adoptada pela França.
E agoro deixo aqui uma aula de sexologia acerca da masturbação feminina, vinda directamente da noite dos tempos naquela altura em  que os cowboys ainda montavam em dinossauros.
São uns fascistas divertidos este imams não acham?



Tuesday, September 14, 2010

The Stoning Of Soraya M

Mais um filme que apesar de ter sido premiado numa série de festivais internacionais de cinema não chegou aos circuitos comerciais. Porque será?

Kalifornistan

Um filme a não perder, num cinema que não está próximo de si, porque o filme foi censurado.

Monday, September 13, 2010

História de Uma Muçulmana Moderada E De Seu Médico Judeu.

Esta é uma história verdadeira contada na primeira pessoa. Por motivos óbvios o nome dos envolvidos foi subtraído.

"Sou médico há 20 anos. Sou também judeu. Nunca o escondi dos meus pacientes. Não há muito tempo, recebi no consultório uma senhora muçulmana, que trajava com véu. Trazia com ela o seu filho, ainda criança. A senhora padecia de problemas intestinais e estava irremediavelmente a emagrecer. A senhora garantiu-me que médico algum a conseguira ajudar tratando-a da doença que sofria.
Numa única consulta resolvi-lhe o problema. A senhora marcou nova consulta desta vez para o seu outro filho mais novo, que também padecia de um problema que nenhum outro médico conseguia tratar.
Antes de nova consulta a mãe mandou-me um longo e-mail. Nela anunciava que se tinha inscrito num esforço internacional para boicotar qualquer pessoa, grupo ou negócio que apoiasse Israel.
Ela escreveu, que se eu apoiasse Israel nunca mais me deixaria tratar dos seus filhos. Então descreveu como os israelitas oprimiam os muçulmanos, e como criminosos deviam ser trazidos à justiça.
Eu respondi que apoio Israel como Estado Judeu. Acrescentei que questionava a inteligência de qualquer mãe que negasse um apoio médico de qualidade baseado em ideias políticas.

Ela então enviou-me um curto email afirmando que eu era arrogante e a verdadeira razão para não regressar com os seus filhos ao meu consultório, era porque as crianças me odiavam. Em 20 anos de prática médica cuidando de pessoas de diferentes origens e backgrounds, nunca experimentei tal situação. Os meus pacientes muçulmanos costumavam ser simpáticos e nunca se discutia religião. Todavia, nos últimos anos algo mudou em muitos deles. Eles agora exigem que eu actue de acordo com a maneira como eles vêm as coisas ou ser punido de qualquer forma. A ideologia do islamismo está a exigir poder e eles nunca aceitam um "não" como resposta."
Por muito perversa que esta história pode parecer, não é virgem. O Dr. Sion Houri da fundação israelita Save A Child's Heart relatou histórias semelhantes de fanatismo paternal e de abuso por razões óbvias.
Qualquer semelhança com a Alemanha Nazi não é pura coincidência.

No Paquistão Queimam-se Cristãos.

No Paquistão, cristãos foram queimados vivos só por serem cristãos. Pergunto-me porque é que o Ban Ki Moon, Obama, General Petraeus, Durão Barroso e todos os demais preocupados com o Corão assado, não dizem uma palavra contra estes crimes bárbaros cometidos por muçulmanos.


Primeiro Ministro Turco Quer A Europa Islamizada

Os Europeus Têm Um Grande Vazio No Coração

Na entrevista a um programa de TV dinamarquesa, Mark Steyn, autor de America Alone prevê o futuro negro da Europa.
O clip original foi divulgado por Baron Bodissey do Weblog Gates Of Vienna.

Liberdade e insulto

Tomei a liberdade de copiar para Neuromante uma opinião de Desidério Murcho (DM), sobre o tema que dá nome a este post. Por achar MUITO PERTINENTE nos dias que correm com a análise feita por DM relativamente a este (e muitos outros) propósito(s). Espero que DM não leve a mal esta pequena rapina das suas palavras e ideias.
"Há quem pense que é possível conciliar a liberdade de expressão e a proibição do insulto. Mas isto é falso; como escreveu Orwell, "Se a liberdade significa realmente alguma coisa, significa o direito de dizer às pessoas o que elas não querem ouvir".

O conceito de insulto é demasiado escorregadio para se poder determinar o que é um insulto ou não. Nem todas as falsidades que se afirmam de alguém o insultam: se as pessoas disserem que o papa é espanhol, estarão a dizer uma falsidade que não insulta os católicos. Mas algumas verdades são sentidas como insultuosas: afirmar que o papa é um homem que usa roupas que parecem saias e que acredita que o vinho se transforma em sangue de Cristo é afirmar verdades, mas poderão ser sentidas como insultuosas por alguns católicos. Assim, um insulto é seja o que for que alguém afirma e que outra pessoa qualquer não gosta, por este ou aquele motivo. Donde se segue que se aceitarmos a proibição do insulto, colocamos uma mordaça ubíqua na liberdade de expressão, pois seja o que for que alguém diz pode ser entendido como insultuoso por outra pessoa qualquer.

Hoje é moda na vida pública virem várias pessoas a público defender o direito de silenciar os outros porque se sentiram ofendidos. Não se pode por isso dizer mal da homossexualidade, ou da religião, da democracia ou da liberdade. Pode parecer paradoxal, mas este estado de coisas é uma ameaça à liberdade dos homossexuais, à liberdade religiosa, à democracia e à própria liberdade. Pois se as pessoas forem policiadas por dentro, evitando dizer o que realmente pensam, vão continuar a pensar tolices que ameaçam a democracia e a liberdade, mas não as vão exprimir e como tal torna-se impossível explicar-lhes o erro em que caíram.


A ideia de viver em liberdade e democracia inclui a ideia de aprender a viver com a diversidade de ideias e estilos de vida, o que implica a disposição para aceitar a realidade tal como é, com pessoas que nos desagradam mas que têm direito a existir. A humanidade é muito diversificada; sem uma vontade honesta para a aceitar, a liberdade e a democracia estarão sempre ameaçadas. As pessoas religiosas preferiam um mundo sem ateus, alguns ateus preferiam um mundo sem pessoas religiosas, muitas pessoas preferiam um mundo sem homossexuais, e estes preferiam um mundo sem essas pessoas. É esta desvontade para aceitar a humanidade tal como é que faz as pessoas deitar mão do conceito de insulto: é uma tentativa infantil de fingir que no mundo não há pessoas que nos desagradam profundamente, pois se elas existirem mas estiverem caladinhas, até parece que não existem.
Esta atitude impede-nos de aprender a viver uns com os outros, com todas as nossas diferenças. Precisamos de saber organizar a sociedade de modo que as pessoas se sintam bem, independentemente de serem ateias ou religiosas, homossexuais ou astrólogas. E para isso, temos de abandonar o escorregadio conceito de insulto e aceitar plenamente a liberdade genuína de expressão."

Desidério Murcho

Sunday, September 12, 2010

Referendo Na Turquia

Erdogan, o primeiro-ministro turco, consegui que a sua agenda política avance em nome da democracia. A feliz comunicação social europeia assim o entende...
Também a União Europeia, que ainda observa a Turquia como um eventual membro, bem pode aplaudir as "reformas democráticas", mas o que realmente significa a votação no referendo é o avanço da islamização da Turquia, e se esta se tornar membro da UE, significa a islamização também da Europa. Por outras palavras, Erdogan está a fazer avançar uma aparência de democracia porque lhe é, neste momento, um instrumento útil de relações públicas. 
Para este tipo de gente, as democracias são só boas se os cidadãos escolherem votar em todo o tipo de tiranias, incluindo a sharia. Esta noção do oportunismo de fachada  democrática por parte de Erdogan e de outros do seu calibre, é frequentemente obscurecida por dois dogmas politicamente correctos: primeiro, que nós europeus e os turcos (e muçulmanos de uma maneira geral) partilhamos os mesmos valores e a mesma cosmovisão. Segundo, as elites europeias adoptaram o dogma (diria mesmo a profissão de fé) que o islão é bom, moderado, pacífico, tolerante e pluralista.
Esta assunção, afinal de contas, foi fundamental no jogo planeado para o Iraque e Afeganistão. Aliás o país também pertence á NATO. Mas será que tudo isto é suficiente para que a Turquia sob uma liderança islamista possa conviver como membro de pleno direito na União Europeia sem esta correr o risco de descaracterizar na sua matriz judaico-cristã civilizacional? E estará a Turquia verdadeiramente interessada ser só mais um membro da UE?
Eu, penso que não. Há uma questão de valores e prioridades que é de longe mais fundamental para a Turquia. Este partido que ocupa o governo tem raízes profundas no islão político, e persegue níveis de controlo sobre o sistema judicial verdadeiramente inapropriados em qualquer democracia digna desse nome. Ainda assim, a ideia que Erdogan faz passar é a trazer a constituição para uma linha mais próxima da exigida pela UE. A oposição turca refere mesmo que as emendas feitas na constutuição reforçarão o controlo do governo sobre o sistema de justiça turco, isto é uma pé na sharia outro na UE, naquilo apelidam mesmo de golpe de estado islamista. 
O que a Turquia pretende é ser lider da umma. No fundo, é restaurar  a influência do Império Otomano perdida. A ferocidade com que Erdogan se atira a Israel, é disso exemplo.
Não serão os militares as únicas vítimas do resultado deste referendo. A própria sociedade turca sofrerá uma regressão civilizacional. O islamismo emergiu de novo na Turquia com todas as consequências que este facto já veio trazer para a região.: cooperação militar com a Síria, considerada um estado patrocionador do terrorismo, onde constituiu, conjuntamente com este país, um Conselho Superior de Cooperação Estratégica; cancelaram a participação de Israel nos exercícios militares da NATO em solo turco; aproximação estratégica  ao Irão, país que fomenta o terrorismo no Afeganistão contra as tropas da NATO enquanto desenvolve planos para riscar Israel do mapa. Erdogan, festejou provocadoramente a reeleição fraudulenta de Ahmadinejad...etc.
A ironia disto tudo é que, a UE congratula-se com o resultado do referendo, por outras palavras, com o fim do secularismo na sociedade turca.
É tempo de deixar claro que os europeus não só, não querem a Turqui a na UE como a querem fora da NATO.

Fascistas Islâmicos Insultam Carla Bruni.

Recentemente Carla Bruni escreveu e publicou uma carta aberta onde declarava o seu apoio a Ashtiani, a viúva iraniana condenada á morte por apedrejamento por alegadamente ter cometido adultério. Os media daquele regime fascista directamente inspirado no Corão reagiu, apelidando Carla Bruni de prostituta e afirmando que ela própria merecia ser condenada á morte. Verdadeiramente típico da mentalidade violenta e assassina dos muçulmanos.
No início da semana transacta, o Vaticano levantou a questão de participar activamente nos esforços diplomáticos destinados a salvar a vida de Sakineh Mohammadi Ashtiani. Foi a primeira vez que a Igreja Católica se pronunciou publicamente sobre este caso, classificando o apedrejamento como uma forma particularmente brutal de pena capital.
Entretanto, Ashtiani pode ter sofrido 99 chicotadas na prisão, tudo resultado de uma confusão sobre uma fotografia de uma mulher sem véu, com brincos e baton publicada pelo Times de Londres, e identificada como sendo Ashtiani. Cinco dias depois o Times retratou-se afirmando que a mulher da fotografia era de facto uma iraniana exilada na Suécia. Para Sakiné entretanto era tarde de mais, pois correm rumores que fora chicoteada na prisão acusada de "indecência" após a foto ter sido publicada.

Saturday, September 11, 2010

9/11


NO TO GROUND ZERO MOSQUE

Friday, September 10, 2010

Hipócritas


A intenção de queimar o Corão no dia 11 de Setembro por um pastor evangélico americano levantou um coro de críticas a nível global. Ban Ki Moon, Obama, Hillari Clinton, até o cherne Durão Barroso meteu a boca no trombone. Não está em causa a legitimidade com que estas e outras personagens se "levantaram" contra a intenção pirómana do pastor. O que está em causa é a hipócrisia e o cinismo desta malta que assobia constantemente para o lado pretendendo ignorar que no mundo muçulmano FREQUENTEMENTE se perseguem e matam cristãos (como é o caso dos cristãos coptas no Egipto) e elementos de outras comunidades religiosas, como por exemplo budistas no sul da Tailandia, se incendeiam igrejas, se queimam Bíblias. O que estes senhores mais uma vez provaram é que não têm coragem de confrontar o islão com os seus crimes diários. O que estes senhores nos provaram é que aceitam o supremacismo islâmico colocando-o acima de qualquer crítica e de qualquer manifestação contrária ao seus interesses jihadistas e de dominação do mundo ocidental.
Estes tipos não sendo, portaram-se...enfim...como bons muçulmanos.

Thursday, September 9, 2010

Lula Censura.


Em cima: A escumalha sul-americana

O presidente Lula do Brasil, amigo do fascismo iraniano, censura os seus cidadãos.
TSE retira comentário do Arnaldo Jabor do Site da CBN.

A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do presidente 'Lula' até pode ter amparo na legislação eleitoral, mas fere o preceito constitucional da liberdade de imprensa.'

A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE.
(ARNALDO JABOR)”

“As promoções da época!
Vote na Dilma e ganhe, inteiramente grátis, um José Sarney de presente agregado ao Michel Temmer.
Mas não é só isso, votando na Dilma você também leva, inteiramente grátis (GRÁTIS???) um Fernando Collor de presente.
Não pense que a promoção termina aqui.
Votando na Dilma você também ganha, inteiramente grátis, um Renan Calheiros e um Jader Barbalho.
Mas atenção: se você votar na Dilma, também ganhará uma Roseana Sarney no Maranhão, uma Ideli Salvati em Santa Catarina e uma "Martha Suplício" em S. Paulo.
Ligue já para a Dirceu-Shop, e ganhe este maravilhoso pacote de presente: Dilma, Collor, Sarney pai, Sarney filho, Roseana Sarney, Renan Calheiros, Jáder Barbalho, José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoíno, e muito, muito mais, com um único voto.
E tem mais, você também leva inteiramente grátis, bonequinhos do Chavez, do Evo Morales, do Fidel Castro ao lado do Raul Castro, do Ahmadinejad, do Hammas e uma foto autografada das FARC´s da Colombia.
Isso sem falar no poster inteiramente grátis dos líderes dos bandidos "Sem Terra", Pedro Stedile e José Rainha, além do Minc com uniforme de guerrilheiro e sequestrador.
Ganhe, ainda, sem concurso, uma leva de deputados especialistas em mensalinhos e mensalões. E mais: ganhe curso intensivo de como esconder dinheiro na cueca, na meia, na bolsa ..., ministrado por Marcos Valério e José Adalberto Vieira da Silva e José Nobre Guimarães.

Tudo isto e muito mais!

Wednesday, September 8, 2010

Europa Contesta Construção da Mesquita


Hope
No próximo aniversário do ataque islâmico aos Estados Unidos, numerosas manifestações vão ocorrer contra a construção da mesquita junto ao Ground Zero e contra a islamização da Europa. Em Londres, Oslo, Copenhaga, Dusseldorf, Hamburgo, Koblenz, Marburgo, Stuttgard, Amsterdão, Bruxelas e Sofia, Varsóvia e provavelmente numa grande cidade francesa ainda a indicar. Nestas cidades europeias juntarar-se-ão milhares de pessoas e activistas que mais uma vez irão alertar a opinião pública contra o cancro islâmico que devora lentamente os nossos países e a nossas culturas.
Noutras notícias, a Chanceler Angela Merkel homenageou o cartonista dinamarquês que desenhou o Maomé. A pressão da opinião pública contra a islamização da Europa começa a dar frutos mesmo ao nível eleitoral, explicando-se assim a maior atenção que os políticos europeus começam a dispensar a estes activistas e a maior visibilidade que estes movimentos e partidos começam a ter na comunicação social mainstream. Não podemos esquecer que a Holanda está paralizada na formação de governo, devido á massiva votação no partido de Geert Wilders, que o tornou indespensável na formação de qualquer executivo saído dos resultados das eleições, nem o belissímo trabalho de coragem que Sarkozy está a realizar em França expulsando ilegais, mafiosos e criminosos ciganos.
No vaticano, o padre Piero Gheddo acusou os cristãos (com razão) de criarem um vácuo religioso que está a ser preenchido pelo islão. Alertou os europeus cristãos para que tenham mais filhos de maneira a impedir que todo o continente seja islamizado. Piero Gheddo, afirmou ainda que as baixas taxas de reprodução dos europeus indigenas combinadas com a massiva imigração muçulmana (a palavra certa seria invasão) tornará a Europa, mais cedo ou mais tarde, dominada pelo islão. E lança um determinado aviso á navegação:
"O desafio deve ser levado a sério".

Tuesday, September 7, 2010

Advinhem quem se esconde por detrás do biombo.

Não há dúvidas sobre o papel que a China desempenha no apoio ao terrorismo islâmico, que ameaça e desestabiliza todo o Ocidente. Não estamos a falar, desta vez,  do genocídio do Darfur cometido por tropas e milícias islâmicas do fundamentalista e  islâmico Sudão, num cenário sanguinário em que a China chafurda até ao pescoço, mas do Afeganistão.
Os terroristas talibans estão a conseguir colocar no terreno um novo tipo de mina contra as forças da NATO, afirmou um oficial da ISAF. As minas foram encontradas a 8 de Junho durante uma patrulha de rotina perto de Kandahar, num atrelado de um tractor danificado e dissimulado, que carregava 140 minas, 1600 Kg de nitrato de amónia, mais de 400 detonadores e numerosos outros componentes para explosivos improvisados (IEDs).
Os engenhos explosivos são uma cópia fiel dos PMN russos mas tinham a mesma "etiqueta" que todos os brinquedos hoje exibem: Made in China.
Que vamos ter problemas com os comunas chinocas a médio prazo, disso não restam dúvidas.
A teoria política deles é a de que não podem coexistir dois tigres na mesma colina.

Israel Vai às Compras

Israel tem, não só que estar em constante alerta militar, mas sobretudo continuar sempre bem armado, face ao tipo de vizinhança mal frequentada com que partilha fronteiras, que nós não desejariamos ao nosso pior inimigo. Irão, Iraque, Síria, Libano, Hezbollaz e Hamas, enfim muçulmanos e terroristas, terroristas e muçulmanos, que se confundem numa amálgama político-religiosa e cultural digna de um qualquer filme de terror rodado nos tempos de Ben Hur.
O Ministro da defesa israelita, Ehud Barak deu o seu aval em 15 de Agosto á compra de 20 novos pássaros, que são nada mais nada menos que os Lockeed Martin F35 Joint Strike Fighters (JSFs).
Este caça futurista será capaz de garantir a superioridade aérea na região. Estes caças começão a chegar a Israel até 2015 e serão alvo de incorporação de tecnologia electrónica israelita altamente desenvolvida. Israel recebeu luz verde do Pentágono para a compra, numa fase posterior, de mais 75 destes novos warbirds.

Sunday, September 5, 2010

Hot Yellow Sea


A tensão politico-militar cresce visivelmente no Extremo Oriente. As ameaças, mais ou menos retóricas, do regime stalinista da Coreia do Norte estão longe de ser o principal foco de conflito. O maior perigo para a estabilidade daquela região e do mundo, vem mesmo da China Comunista que, deslumbrada com o seu crescimento económico, (tendo mesmo ultrapassado a economia do Japão), sente-se motivada a alargar os tentáculos.
Apesar do Mar Amarelo ser considerada uma zona de águas internacionais, a China não perde uma oportunidade de reinvidicar aquelas águas como suas. Para o Vietname o mar amerelo é fundamental e daí sentir-se pouco confortável com as pretensões oceânicas da tirania comunista chinesa. Em Agosto, os vietnamitas realizaram na zona manobras militares com o seu novo aliado: precisamente os Estados Unidos da América. A nomenclatura chinesa não perdeu tempo a condenar tais operações navais conjuntas. Os chineses sabem que podem assustar o seus vizinhos mais fracos, mas sabem também, e muito bem, que num confronto aberto com a marinha americana, a armada chinesa iria ao fundo num piscar de olhos. Por isso trataram de desenvolver um novo míssil capaz de afundar qualquer vaso de guerra, incluindo porta-aviões mesmo que este esteja fora de águas territorias chinesas. Este novo míssil está longe de ser um sistema meramente defensivo, pois pode atingir o Japão, ou em caso de crise com Taiwan, atingir a armada americana em águas da Formosa. Por outro lado, os chineses estão a construir uma marinha capaz de projectar o seu poder até ao Oceno Indico. Tendo a África actualmente na mão, a navegabilidade chinesa no Oceano Indíco é vital. Se juntarmos todos estes factos com a presença cada vez mais acintosa de submarinos chineses em águas territoriais japonesas, facilmente concluiremos que as águas daquela região vão num futuro próximo ficar bastante agitadas. O japoneses sabem-no melhor do que ninguém. Para além de se irem novamente rearmar, pela primeira vez desde a II Guerra Mundial vão realizar exercícios de desembarque nas suas ilhas do Oceano Pacífico. Just in case...
A corrida ao armamento no extremo-Oriente é um facto a ter em consideração. Enquanto isto acontece, vários países europeus declararam recentemente que vão cortar nas despesas militares.
Talvez em caso de guerra, os "pacifistas" europeus pensem que seja suficiente insultar os inimigos com palavrões para os vencer.

Wednesday, August 4, 2010

Boas Razões Para Se Comprar Um Blackberry.

A Arábia Saudita juntou-se ao Emirados Árabes Unidos na proibição naquele território, mesmo para os estrangeiros, do smart phone conhecido como Blackberry
Vlad Tepes coloca uma pergunta pertinente sobre a Apple e seu i-phone:
Que tipo de acordo fez a Apple com estes governos feudais e totalitários de maneira a que tenham acesso á codificação dos sistemas e assim poderem vigiar todas as conversas das pessoas naqueles territórios?

Once Upon A Time In America...

A Europa é um museu que está a ser entregue aos muçulmanos por uma elite política rasca. No entanto, o Islão parece estar avançar rapidamente nos EUA. Desde que Hussein Obama foi eleito, o Islão tem conquistado posições estratétigicas dentro do sistema político e admnistrativo americano, incluindo as forças armadas e as Universidades.
 Se o Senado confirmar a nomeação de Elena Kagan para o Supremo Tribunal, conduzirá uma esquerdista favorável à legalização da lei da Sharia nos Estados Unidos da América. Este será o princípio do fim dos EUA como os conhecemos e também de todo o Ocidente. Cada voto em Kagan é um voto pró-Sharia. Neste site encontram-se explicadas 5 razões para que o Senado vote contra a nomeação de Kagan.

Tuesday, August 3, 2010

O Canal de História Ao Serviço Da Jihad Islâmica.

O multiculturalismo na Europa está lentamente a definhar. Os povos europeus já perceberam pelo presente, o que lhes reserva o futuro perante a intolerante e combinada invasão muçulmana. Os sinais do despertar europeu são muitos. Os arautos do multiculturalismo estão isolados nos seus pálacios de marfim. Políticos, académicos e jornalistas chafurdam todos na mesma gamela idealista e dos dinheiros do petróleo árabe, com os "populistas", isto é, quase todo o povo, bem divorciado desses crápulas. Uma centelha...e a Europa explode. 
Acabei de ver um documentário sobre o al Andaluz no canal de História, em que o revisionismo apresentado foi elaborado de maneira a fazer coincidir a ideologia multiculturalista vigente com a alegada idade de ouro da Iberia sob domínio muçulmano. Em parte baseado na fantasia do romance e hagiografia de Maria Rosa Menocal, o maniqueísmo do texto, da linguagem e das imagens, torna-o uma espécie de lixo da propaganda jihadista. Aos muçulmanos foram dirigidos grandes encómios durante todo o programa. Os cristãos foram apresentados como selvagens anti-semitas intolerantes e ignorantes. Chegaram mesmo a colocar 4 cruzados de espadas desembainhadas atrás de uma criança, presume-se muçulmana ou judia, que fugia espavorida. Os muçulmanos eram só poesia, arte, tolerância e ciência. No fim do documentário mostraram no entanto a "careca" ao afirmarem que os muçulmanos que hoje visitam, Sevilha, Córdoba e Granada não deixam de sentir nostalgia. Imaginem só a nostalgia que os cristãos não devem sentir de Constantinopla, Damasco, Alexandria e Jerusálem, entre outras cidades e regiões barbaramente conquistadas pelos exércitos de Maomé e pelos filhos de Alá.
Uma das ideias mais fortes do documentário foi o dos judeus sentirem que viviam melhor sob o domínio islâmico do que sob o domínio cristão. A violência muçulmana da época foi sempre tratada como um epifenómeno não representativo da normal tolerância muçulmana. É assim também que hoje se trata o epifenómeno do terrorismo e dos muçulmanos moderados, seja lá o que isto for.
A mentira foi o paradigma deste documentário. Por exemplo, falou-se no filósofo judeu Maimonides que viveu na Iberia muçulmana e que fugiu de tanta tolerância e pluralismo. Alegadamente, segundo o filme, teria tido grande sucesso como intelectual no Egipto. O que os senhores se esqueceram de dizer a propósito de Maimonides, passo eu aqui a transcrever com as suas próprias palavras.
" Sabes meu irmão, devido aos nossos pecados Deus colocou-nos a viver entre esta gente, a nação de Ismael (muçulmanos), que nos persegue severamente e que procuram maneiras de nos magoar e expulsar. Nenhuma nação fez mais mal a Israel. Nenhuma nação nos humilhou mais. Nenhuma foi capaz de nos reduzir mais, de nos impor tal degradação, as sua mentiras e absurdos, que estão para além do ser humano aguentar". Notavelmente Maimonides foi também muito claro em mostrar que "os judeus podiam ensinar a lei rabínica aos cristãos mas não aos muçulmanos. " Os cristãos", disse ele, "admitem que o texto da Torah é intacto". (aqui intacto vem no sentido de verdadeiro). "Os muçulmanos vêm os judeus e os cristãos como corruptores das escrituras deles". (apesar de terem sido os últimos a chegar). "Os cristãos", continuava Maimónides, "não encontram na sua lei religiosa quaisquer contradições com a nossa".

As elites estão-se a sentir confinadas e cada vez mais inseguras. A primeira reacção é a fuga para frente. Vão tentar-nos afogar com propaganda. "Documentários" como este, livros, peças de jornais...Talvez pagos mesmo com dinheiros da Arábia Saudita...Who Knows?
 De resto, aconteceu o mesmo com a peregrina ideia do aquecimento global. Quando se aperceberam que o povo não comprou o degelo, bombardearam-no com propaganda. Foi pior a emenda do que o soneto. Hoje não há quem não se ria do aquecimento global.
Mas com a islamização a coisa vai ser diferente. E quando o povo se levantar contra, o aquecimento vai ser outro.