Sunday, February 13, 2011

Itália em Estado de Alerta.

Via Gates of Vienna
 Ilegais Tunisinos Tentam o Salto Para a Europa.
Pelos vistos, as revoluções arábicas são bem menos atractivas do que a Europa. A Itália está a ser invadida por clandestinos de origem tunisina. Só nesta última noite, 1000 imigrantes ilegais chegaram às costas italianas. 





Em cima:
Não... não é a apanha do berbigão. Segundo se consta, têm sido vistas multidões de muçulmanos em oração colectiva nos canais de Veneza.

Saturday, February 12, 2011

Incêndios.

Ouviram falar dum incêndio num edifício de 4 pisos, em França?
Uma família de 6 Argelinos vivia no 1º andar. Todos pereceram queimados.
Uma família cigana de 8 pessoas que vivia no 2º piso, também pereceu no fogo.
Todos os 10 membros duma família do Senegal, que vivia no 3º piso, também foram vitimados.
Um casal de Franceses brancos vivia no 4º andar. Ambos sobreviveram!
A Associação Muçulmana Árabe local já exigiu saber porque sobreviveram os brancos quando os demais pereceram.
A Liga da Raça Negra insistiu em que se realizasse uma investigação pública.
A Agência para os Refugiados e Minorias também insistiu que se levasse a cabo uma grande investigação policial sobre a actuação dos bombeiros.
Questionado sobre o assunto pelos repórteres, o Chefe dos Bombeiros foi muito claro e explícito:

Os dois brancos que viviam no edifício sobreviveram, porque tinham ido trabalhar!

Dazed and Confused

A imprensa mainstream mostrou-se excitada com o afastamento de Mubarak e o triunfo da "revolução" da alegada jovem geração FaceBook/Twitter egipcia. O editorial do jornal Público chegou mesmo afirmar que o 11 de Setembro de 2001 acabou a 11 de Fevereiro de 2011, graças à enorme vitória da persistência pró-democracia dos revoltosos do Cairo. Para quem sempre negou o Choque de Civilizações é uma afirmação, no mínimo, temerária senão mesmo obscura.
Mas será que é a democracia aquilo que vai emergir do tal novo Egipto que "nunca mais irá ser o mesmo" como afirmou Obama? Só o futuro dirá. O melhor é adoptar uma posição de reserva e não confundir a realidade com um qualquer politicamente correcto wishfull thinking.
Entretanto, há sinais. Inquietantes. Após a declaração do afastamento de Mubarak, o que mundo viu e ouviu directamente do Cairo foram, rezas e gritos militantes de allah akbar. E isto é muito significativo quanto ás diferenças civilizacionais das duas margens do Mediterrâneo. Tanto quanto me consta, nem durante a queda do muro de Berlin, nem na Revolução de Veludo em Praga, nem no 25 de Abril, só para dar 3 exemplos, ouvimos a multidão rezar ou dar Graças a Deus.  E se por caso houve pessoas que escolheram rezar, a coisa foi feita na intimidade de cada um e em locais próprios. As igrejas. (No caso da Polónia e da RDA a Igreja foi utilizada como resistência por motivos óbvios. O comunismo sempre limitou a liberdade política e religiosa. Os púlpitos e as grandes manisfestações que partiam das igrejas não propunham invadir a esfera política e privada pela religião ou pela palavra de Deus. Somente derrubar a tirania comunista).
E já que estamos em "tempos revolucionários na rua árabe", parece-me apropriado trazer o testemunho de Alexis de Tocquiville (1805-1859), filósofo que ficou célebre pelas suas análises sobre a Revolução Francesa. Naquela altura, Tocqueville viu no islão aquilo que a maioria dos "embriagados" jornalistas da actualidade não conseguem ver. E passo a transcrever:
" Eu estudei bem o Corão. E fiquei com a convicção que, em geral, houve poucas religiões no mundo tão mortais para a Humanidade como a de Maomé. Tanto quanto eu posso ver, é a principal causa da actual decadência tão visivel do mundo muçulmano e, embora menos absurdo que o antigo politeísmo, as suas tendências políticas e sociais são, na minha opinião, para serem mais temidas, e eu, portanto, considero-o como uma forma de decadência em vez de uma forma de progresso em relação ao próprio paganismo."

Sunday, February 6, 2011

Saturday, February 5, 2011

São Todos Farinha Do Mesmo Saco...

e o saco chama-se islão. São séculos de obscurantismo, provocados por uma ideologia totalitária inspirada num livro medíocre e violento escrito no séc. VI por um calaceiro chamado Maomé. É uma civilização formatada pela prática política de um deus tirano denominado Ala, que a serracenagem afirma que é grande. E por isso andam doridos... O islão é uma civilização historicamente violenta que cresceu conquistando e escravizando povos e nações que foram literalmente varridos do mapa em limpezas étnicas sistemáticas e genocídios conhecidos. Uma civilização que sempre teve uma especial motivação (e frustração),  pela Europa, a sua presa mais apetecida.
Mas actualmente é o Egipto que está na ordem do dia. Vejamos então o que a História nos diz sobre como se processou a invasão e consequente islamização do Egipto, até então um terra de cristãos ortodoxos.
Segundo o testemunho de João, O Monofisista, Bispo de Nikiu, (plasmado nas suas crónicas datadas do ano 700), a invasão muçulmana do Egipto, foi brutal e impiedosa (como aliás o fazem em qualquer lugar que ataquem ou para onde imigrem). Por exemplo, quando os muçulmanos capturaram a cidade de Bahnasa, os invasores massacraram não só o comandante do exército Bizâncio, bem como todos os soldados e todos os habitantes da cidade, quer fossem velhos, bebés ou mulheres. O pânico instalou-se na região levando muitos Cristãos Coptas a fugir do genocídio. No entanto, segundo João de Nikiu, "aqueles egipcios que deixaram a fé Cristã (Monofisistas) abraçaram a fé da besta". Ele explica que devido á hostilidade para com o Imperador Heraclito (610-641) e para o Patriarca Kyros de Alexandria, os Coptas, em certas cidades, tal como Antinoe, cooperaram com os invasores e submeteram-se, tronando-se cidadãos de segunda classe, ou seja dhimmis.
 João de Nikius, nos seus escritos,  também deixa um aviso para as gerações futuras, para nós incluído. Ele refere que o colapso de Alexandria e do Egipto resultou na incapacidade e impotência do Patriarca Kyros em defender a cidade,  e da ténue, senão mesmo apaziguadora, posição do governo em Constatinopla após a morte do Imperador Heráclito. De notar que, por esta altura, Bizâncio era acossada por várias invasões. Outros Coptas, em grande número, recusaram-se em submeterem-se á lei do corão e sofreram perseguições e chacinas intermináveis (que ainda hoje continuam como todos sabemos).
João de Nikius assim o descreve: "Multidões de Coptas, não unicamente Gregos, ficaram horrorizados pelos massacres e prepararam-se para a batalha contra os Árabes, tendo testemunhado a desvatação e a carnificina de Alexandria após a sua queda." João de Nikiu descreve ainda que, "os Coptas rezavam a Deus para os libertar dos inimigos da cruz e do jugo muçulmano bem mais pesado do que o jugo do Faraó sobre os Israelitas."
A conquista do Egipto seguiu o padrão de violência das conquistas da "religião da paz": Desde a Península Ibérica até à India.

Com a curiosa excepção do optimismo mal amanhado que esquerdistas e arabistas deixam por estes dias nas páginas dos jornais, todos aqueles que vivem com os dois pés bem assentes neste planeta, esperavam que, mais cedo ou mais tarde, a manifestações "pró-democracia" no Egipto acabassem neste indecoroso espectáculo trauliteiro da turba maometana. (Afinal de contas quem é que quer esta gente na Europa?)
Curioso também, os jornalistas in loco não verem" os cartazes anti-israelitas que circulam em grande número carregados pelos amantes da "paz e da democracia". Esses, até eu bem sentado no meu sofá consigo ler na televisão. É duplamente sintomático. E por falar em sintomas? Não me lembra de ler ou de ouvir os excitados pela democracia no Egipto a excitarem-se de igual forma pelas gigantescas manifestações pró democracia no Irão...ainda ano passado.
Só pode ser falta de memória...minha!

Tuesday, February 1, 2011

Relembremos os Fundamentos da Irmandade Muçulmana...

...Just in case..
Pese a cabotinice optimista de algumas análises jornalisticas, quer gostemos ou não, a Irmandade Muçulmana (IM) vai ter um papel importante no futuro próximo da vida dos egípcios, de Israel e do Ocidente.
Resumidamente, IM Foi fundada em 1928 por um fascista chamado al Banna, com o objectivo de restablecer o esplendor e a dominância islâmica perdida. A imposição da sharia, lei islâmica, é central,
As actividades da IM ultrapassam em muito o simples conceito de partido político extremista baseado no Egipto. De facto, a IM é extremamente activa na Europa e nos USA. Na Europa, uma das suas faces mais destacadas (e muito celebrada pela imprensa dhimmi) é o intelectual Tariq Ramadan (neto de al-Banna). Nos USA, segundo documentos relevados pelo Ministério Público americano em 2007, relativamente ao caso da Holy Land Foundation (que servia para financiar o Hamas), a IM, nas suas próprias palavras, afirmava claramente que se "dedicava a eliminar e a destruir a Civilização Ocidental por dentro e sabotar a sua miserável Casa."

Sunday, January 30, 2011

Mais Budistas Mortos Pelo Islão.

Os monges budistas são das pessoas mais pacíficas do mundo. Apesar disso, são frequentemente decapitados por muçulmanos jihadistas.
28/01/2011.

Nove budistas foram mortos no Sul da Tailândia por jihadistas islâmicos que querem implementar um estado islâmico na zona. Monges budistas, professores, membros das forças armadas, cidadãos tailandeses em geral, todos são alvo dos muçulmanos. O nível de ódio contra os não-muçulmanos está a aumentar na proporção da incompetência do governo tailandês em derrotar este cada vez mais radical movimento separatista. O objectivo dos muçulmanos, é islamizar completamente o Sul da Tailândia que compreende as regiões de Narathiwat, Yala e Pattani, exterminar a religião budista e erradicar os budistas daquele território.
Entretanto, a religião da paz matou mais quatro pessoas na Rússia. O que é que seria uma semana de um país infestado pelo islão sem uma explosão assassina?

Mr.Pat Condell

Saturday, January 29, 2011

Observando O Egipto.

O surpreendente sucesso das manifestações na Tunísia - apesar do governo do presidente em fuga estar grandemente intacto - parece ter inspirado a "rua árabe". Clamores continuam-se a ouvir no Iémen, na Jordânia e no Líbano. Mas é no Egipto que o reviralho está mais perto de acontecer. Os optimistas de sempre, depositam grandes esperanças nesta revolta popular.
Também surpreendentemente, no Egipto o único "cão que não ladra" é a Irmandade Muçulmana. O regime de Mubarak teme-os muito mais do que os jovens manifestantes da classe média, que gaseia pacientemente com gás-pimenta nas ruas do Cairo e Alexandria. Em certa medida, os revoltosos são "gente do passado", descendentes dos nacionalistas seculares da geração imediatamente anterior à dos chamamentos da sereia do islamismo. Sonham com aquilo que nós chamamos de "sociedade aberta", com eleições multipartidárias e com todas as garantias de uma democracia constitucional: liberdade de expressão, segurança das pessoas e bens, leis seculares e pouca corrupção, igualdade de oportunidades, etc.
Analisando um pouco mais de perto a sociedade egípcia, facilmente concluiremos que uma sociedade do tipo Ocidental é muito difícil de construir mesmo neste país árabe relativamente avançado. Só a título de exemplo, os iliterados são o triplo das pessoas que possuem alguma instrução.
Do ponto de vista Ocidental, o povo manifestante  é considerado a classe média. São aqueles que beneficiariam de um tipo de governo constitucional como os que existem na Europa. São também exactamente estes que mais sofreriam se o poder caíssem nas mãos da Irmandade Muçulmana. Constitutuem, de uma maneira geral, a mesma classe social que se revoltou em 1979 no Irão e acabou por ser massacrada pelo regime dos ayatollahs. Cá para mim, e espero que me engane, o que estamos a assistir no Egipto é a derradeira "cartada de mão" para atingir o poder daquilo que poderemos chamar a classe média egípcia. 
A maioria dos ocidentais finge não saber que a Irmandade Muçulmana pode colocar muito mais gente na rua. Podem subverter a lealdade da polícia e dos militares, já ressentidos com os endinheirados da burguesia e transformar as grandes cidades do Cairo e de Alexandria num caldeirão revolucionário islamista. Para já permanecem neutrais porque esta não é a sua revolução, e devem ver com agrado, o regime autocrático de Mubarak e a classe média frustrada, a enfraquecerem-se mutuamente. O seu momento chegará quando Mubarak cair.
No Líbano, o Hezbollah efectivamente tomou o poder, e a mesma classe média que em 2005 foi para a rua  demonstrar o seu desgosto e que brevemente triunfou na Revolução de Cedro, está hoje completamente subjugada pelos islamistas porque são eles quem têm as armas e a vontade de poder. E a sociedade aberta libanesa é hoje uma coisa do passado...acabou.
E aqueles que se sentem esperançosos sobre o destino do Egipto devem explicar e fundamentar as razões do seu optimismo.

Wednesday, January 26, 2011

Faltou Alegria ao Alegre.

O "banho" que a esquerda burguesa tomou nestas Eleições Presidênciais foi monumental. O Manel Alegre, e o seu gang de esquerdistas bafientos do Bloco, levaram uma tareia eleitoral das antigas. Não sei a que preço estará o melão, mas apesar de não ser fruta da época, deve estar barato.
Curiosamente, faltou alegria á campanha do Manel Alegre. Faltou música. Se me tivessem pedido a opinião, eu teria aconselhado o seguinte, e bonito, trecho musical para hino de campanha do Alegre e sus muchachos. Estou convicto de que as meninas rabinas do Bloco davam conta do recado, abanando ao manifesto, solidariamente e em ruptura, suas belas, boas e bem tratadas ancas, com esta linda modinha sul-americana, adaptada pelas Terry Twins.

Tuesday, January 25, 2011

Moscovo: O Jogo do Empurra.



Será que a Rússia e o Mundo já esqueceram as crianças massacradas pelo islão em Beslan? Pelos sinais que nos chegam já.

Enquanto no Ocidente a comunicação social que "leva a água ao moinho" do islão se recusa a utilizar a expressão "islâmico" seguida da palavra "terrorismo", preferindo referenciar os autores do atentado com eufemísmos do género, "separatistas do Caúcaso", em Moscovo começou a "dança do empurra".
Culpa-se a polícia, culpa-se a segurança, culpa-se o Primeiro-Ministro e o Presidente, culpa-se tudo e todos menos aqueles que devem ser culpados - OS MUÇULMANOS - que estão só na origem de todos os atentados terroristas ocorridos na Rússia desde a queda da União Soviética.
 Fazer de conta que não são os muçulmanos que realizaram mais esta carnificina (a única realização material do islão é o assassínio e o genocidio) é massacrar pela segunda vez as centenas de crianças da escola em Beslan.
O melhor tributo que se pode fazer às famílias e ás crianças assassinadas pelo islão em Beslan, mais ás dezenas de vitímas do Teatro em Moscovo, mais ás dezenas de vítimas do aeroporto de Domodedovo, mais ás dezenas de vítimas de Londres, mais ás centenas de vitimas de Madrid, mais aos milhares de vitimas das Twin Towers, mais às centenas de passageiros nos aviões do onze de Setembro, mais às centenas de milhar de vítimas do Darfur, mais aos milhares de vítimas dos tailandeses do sul, mais aos milhares de vítimas dos israelitas, mais às dezenas de vítimas dos turistas no Egipto, mais ás centenas de vítimas dos Cristãos Coptas, mais ás centenas de vítimas em Bali, mais a todos aqueles que foram e são assassinados, violados, massacrados, submetidos ao obscurantismo e ás trevas do corão....o melhor tributo á sua memória é derrotar o islão por todos os meios ao alcance da humanidade.

Monday, January 24, 2011

Islão Ataca Moscovo: Video Minutos Após a Explosão

Islão Ataca Moscovo

Islão Ataca Moscovo

Moscovo, 24 Jan (Lusa) - Uma forte explosão no Aeroporto Internacional Domodedovo, em Moscovo, provocou hoje pelo menos trinta e um mortos e mais de uma centena de feridos, anunciou o Ministério da Saúde da Rússia.
A cabeça do terrorista foi já recuperada e... surpresa! Pela aparência parece tratar-se um árabe.
Testemunhas citadas por agências russas referiram que o número de mortos pode chegar aos 70, enquanto uma representante do Ministério da Saúde russo disse que pelo menos 20 dos feridos se encontram em estado grave.
Segundo testemunhas citadas pela imprensa russa, a explosão ocorreu na zona de recolha de bagagens, mas as autoridades alfandegárias afirmam que terá ocorrido num café situado na zona da saída do setor internacional do aeroporto.
As autoridades enviaram para o local mais de 20 ambulâncias para transporte dos feridos e os bombeiros encontram-se no local a combater o incêndio provocado pela explosão.
Fontes policiais citadas pela agência Interfax, indicaram que a carga explosiva teria sido acionada por um suicida.
O Serviço Federal de Segurança (FSB, ex-KGB) da Rússia confirmou ter-se tratado de um atentado terrorista, mas não avança a forma como foi acionado o explosivo.
Os serviços secretos ordenaram o reforço das medidas de segurança nos restantes aeroportos de Moscovo e a polícia reforçou fortemente as medidas de segurança na capital russa.
Testemunhas no local citadas por estações de rádio, dizem que muitas pessoas se encontram deitadas no chão do aeroporto, onde a visibilidade é má devido ao fumo e que houve pânico entre os numerosos passageiros que se encontravam no edifício.
A polícia continua a evacuação do edifício do aeroporto e encerrou o movimento de aviões, estando os voos a ser desviados para outros dois aeroportos de Moscovo.

Sunday, January 23, 2011

O Sol Hoje.

O Sol mantem a sua atividade minima sem ECM sem tempestades, sem aumento do indice geomagnético… nada de nada, tudo como em 2010.
O minimo solar continua rumo ao um GRANDE MINIMUM como o de Maunder ou de Dalton.


Tempos de clima frio estão se aproximando, porqué é SOL que manda no clima da Terra, porqué é o SOL que em décadas, aquece ou arrefece os oceanos. Estamo-nos a dirigir para uma nova fase de frio intenso.
Entretanto, na Sexta-Feira passada, o astrofísico Piers Corbyn, sobre as alegações dos lobis ambientalistas-esquerdistas, de que o ano de 2010 foi o mais quente de sempre, afirmou curto e grosso:

"This is bullshit, the idea that warming can somehow cause cooling is fiction and lies created by the global warming lobby."

E continuou em grande:


"These are the same people who told us that snow would become a thing of the past in Europe. They told us we would have ongoing hotter and hotter summers. Ongoing warmer and warmer winters. That has not happened. All their predictions have failed. Absolutely. ALL of them. ALL their predictions. Now they're saying that warming is cooling. It's nonsense. It's utter nonsense. They're acting like a failed cult whose predictions have not come true. Their predictions are also fraud. I'd like to know what happened to the 62 percent of stations they have removed.They lie about their forecasts. This is bullsitt. These people cannot be trusted with anything."

A Religião do Aquecimento Global



Via sppiblog

Saturday, January 22, 2011

Herr Thilo Sarrazin: Nove Medidas Sobre a Imigração

Se a Alemanha e a Europa tivessem a política de imigração da Austrália e dos EUA, 90% dos invasores islâmicos, não tinham entrado.

Allah Is Dead

A partir do próximo mês de Fevereiro já se pode adquirir o livro de Rebecca Bynum, intitulado, "Allah Is Dead: Why Islam Is Not A Religion.
Aqui no Neuromante, bem como em centenas de sites da Resistência contra a islamização do mundo Ocidental, temos defendido a tese de que o Islão não é mais do que um sistema político-ideológico totalitário que veste as roupagens de religião. Na realidade o islão é uma prisão, e todos aqueles que lhe tentam escapar são, na maior parte dos casos, assassinados.


Os interessados em reservar desde já o livro da Amazon aqui.

A Guerra Contra A Cultura Ocidental (conclusão)


Muitos reformadores muçulmanos têm sido doutrinados por esta islamização do Conhecimento o qual ensina a aplicação da ijihad - o princípio da interpretação legal - mas num movimento circular onde os preceitos corânicos são modernizados. O Pensamento Ocidental e a Ciência são integrados numa interpretação islâmica.. Este movimento, muito próximo das tendências selafitas e wahhabitas (financiadoras morais do terrorismo islâmico), reproduz nos tempos modernos, um sistema paralelo e similar induzido no Corão, a islamização do Judaísmo e do Cristianismo. A mistura de uma abertura moderna (ijihad) ligada a todo um conjunto de valores tradicionais confere aos seus seguidores uma ambiguidade suspeita. De facto, todo este movimento foi já planeado e explicado por al-Tohami no encontro da Organização da Conferência Islâmica, em 1974 em Lahore.
Parece não ter qualquer consequência, para uma Europa pós-religiosa, um Jesus considerado como um profeta do islão ou um Judeu inspirado pela Bíblia. Mas desta questão depende, contudo, o cerne da fé Cristã - bem como da sobrevivência dos valores fundamentais da Civilização Judaico-Cristã. Para além dos aspectos teológicos, os quais já não interessam ás Igrejas que já aceitaram a dhimmitude, a ideia que o islão na verdade precede o Cristianismo e o Judaísmo, vai contra o racionalismo e contra a cronologia lógica Ocidental, que são as verdadeiras bases da Ciência e das suas realizações.
A omissão de uma referência clara ás raízes Judaico-Cristãs da Civilização Europeia no preâmbulo da Constituição Europeia entretanto imposta às suas nações, demonstra o repúdio do passado concretizado por uma elite política europeia determinada, não em construir uma Europa Unida, mas pelo contrário, a Eurábia.
Esta obliteração da memória histórica europeia, para servir de bandeja o conceito árabe-islâmico da História, torna possível a difusão de toda a espécie de negacionismos e de uma pseudocultura baseada na culpa, (na qual a veneração do mito do al-Andaluz e do culto palestiniano são os principais aspectos), que afasta o conhecimento, e por conseguinte a sua difusão em meios académicos e comunicacionais, da verdadeira realidade jihadista e da dhimmitude, na histórica ocupação islâmica da Espanha. Assim a rejeição do carácter Judaico-Cristão da Civilização Europeia tem como principal objectivo integrar as cada vez maiores populações muçulmanas invasoras.

Wednesday, January 12, 2011

A Guerra Contra A Cultura Ocidental (2)

Em 1982 al-Faruqui no seu livro acerca da umma escrevia:
 "a palavra umma não é traduzível, não é sinónimo de "povo", ou "nação", ou "estado". O seu território não é só toda a Terra mas também toda a criação. Não é restrita também a qualquer raça....A umma é uma espécie de "Nações Unidas" com uma ideologia forte e compreensível, um governo-mundial e um exército mundial para fazer valer as suas decisões. A umma é a ordem social do islão, e o movimento que visa concretizar os seus objectivos, é a jihad."
Algumas páginas á frente, Faruki descreve a missão universal da umma:
" Ela existe apenas como um instrumento do divino para encontrar concretização no espaço e tempo. Ela constitui a matriz da revelação definitiva de deus, o instrumento da sua vontade, o ponto onde o divino encontra o cosmos, e aqui o cosmos é lançado na sua infinita marcha em direcção ao cumprimento do propósito divino. Como o corão o coloca elequentemente, a umma existe para que a palavra de deus seja suprema". Deus nos livre, digo eu.
Os princípios da islamização do conhecimento tem avançado nas escolas europeias, especialmente naquelas com uma maioria de estudantes muçulmanos. Na Inglaterra, a Muslim Educacional Trust, exigiu um regime específico baseado nas regras islâmicas para as crianças muçulmanas nas escolas, e a revisão dos conteúdos curriculares considerados não-islâmicos. Os muçulmanos também exigiram que professores dos países árabes fossem trazidos para ensinar árabe aos filhos dos árabes, e o árabe fosse ensinado na Europa como qualquer outra língua europeia. Isso é que era bom né?
Nos EUA em 1994,  os professores foram iniciados em educação islâmica através do programa Strategies and Stuctures for Presenting World History, publicado pela Council on Islamic Education (CIE).
Este programa, editado em livro, clama por um  escrupuloso exame dos livros escolares a fim de se certificar que estão de acordo com a perspectiva islâmica da História universal. Strategies and Structures rotula os historiadores ocidentais e os cientistas de triunfalistas, autoritários e mentes fechadas. Afirma que os ensinamentos ocidentais victimizam os imigrantes e defende uma cosmovisão elitista que inculca uma perspectiva miope de outras sociedades, difundindo assim velhas ideias, - "velhas suposições, abordagens antigas e velhos factos" - baseados em fracas investigações que conduzem á superficialidade e ao preconceito cultural. Os novos livros escolares devem eliminar esta estreita e egocêntrica perspectiva ocidental, e serem corrigidos com o conhecimento e cosmovisão islâmicas.
De uma maneira esperta, este revisionismo histórico foi inoculado no meio de cultura intelectual receptivo dos meios académicos esquerdistas do relativismo cultural, de ambos os lados do Atlântico. Proliferando como bactérias em agar, esta ideologia tornou-se dominante, primeiro nos meios académicos, extravasando depois para outros sectores da sociedade, como os da comunicação social e da política. O desdém e a difamação da cultura ocidental, quer pela extrema-esquerda política, quer pelos mass-media jogando em sintonia, tornou-se única e absoluta, afastando e censurando do espectro comunicacional qualquer opinião contrária. O insulto fácil, ampliado por uma comunicação social sempre colaboracionista, anulou todas as vozes cientificamente autorizadas que se poderiam opôr a este visão da História e da Cultura  Ocidental. Conscientes ou não, os novos "historiadores" promovem a visão torpe e depreciativa do Ocidente plasmada por Edward Said no seu radical livro escrito em 1978 chamado Orientalism; bem como da representação que al-Faruqi faz do islão como sendo a matriz do judaísmo e do cristianismo e a fonte de todas as profecias ...apesar de ter aparecido muito mais tarde na História. Edward Said, um cristão que cresceu no Egipto e que se reinventou a si próprio mais tarde como um refugiado palestiniano declarou "que todo e qualquer europeu, naquilo que poderia dizer sobre o Oriente, é consequentemente um racista, um imperialista e quase que totalmente etnocêntrico." 
Esta visão tornou-se prevalecente e na Europa e mais concretamente na Comissão Europeia,  com  as consequências que estamos assistir. A tranformação da Europa num espaço ideológico-geográfico denominado Eurábia. 
Os nossos filhos e netos não nos vão perdoar porque vão ter que combater...Não vão compreender como sucumbimos tão facilmente ás tretas de uns atrasados barbudos islamo-fascistas e de uns esquerdistas infantis... a tender para o senil, como diria Vasco Pulido Valente. E vão ter que combater... pela liberdade que no presente lhes estamos a negar.