Saturday, December 25, 2010

Bom Natal.

 

Quando o islão consegue atingir uma demografia significativa, substitui os sorrisos e a insistência interesseira na coexistência pacífica, pela intimidação e pela violência. Foi assim em toda a sua história, uma história de expansionismo subjugador dos povos que se deixam enganar e conquistar.
É isto que se está a ver actualmente em numerosas zonas do mundo. O Sul da Filipinas, é só mais um exemplo. Uma bomba explodiu durante a Missa do Dia de Natal numa capela, ferindo o padre e 10 pessoas que assistiam à cerimónia.
A ilha de Jolo onde ocorreu o atentado é um bastião da al-Qaeda e dos terroristas Abu Sayyaf.

Entretanto na Arábia Saudita, as autoridades religiosas mudaram o nome de uma escola com o nome do poeta Hatem al Tai, que vivera na era pré-islâmica e era cristão. A religião mais intolerante do mundo que espera a tolerância de todos para se conseguir impor, prova mais uma vez que a liberdade religiosa é algo que só deve existir para os muçulmanos nas terras em que o corão é quem mais ordena. 
"Um kuffar (não muçulmano) é sempre um Kuffar mesmo que frito em manteiga", afirmou o responsável pela mudança do nome da escola.
No dia 18 de Dezembro, ocorreu  em Paris, a Primeira Grande Conferência Contra a Islamização da Europa. Estiveram presentes oradores de toda a Europa, e foram aprovados orienytações políticas como um manifesto comum:
" Combater o crescente e agressivo proselitismo do islão, combater a ocupação dos espaços públicos por multidões muçulmanas em reza, combater o financiamento de mesquitas com dinheiros públicos, combater o desenvolvimento do crescente mercado da comida halal, contra o destino reservado ás mulheres, oposto ao principio da igualdade entre o homem e a mulher e em geral contra o avanço do islão no solo Europeu."

Wednesday, December 22, 2010

Bom Natal Para Todos.


Pelos cristãos perseguidos pelos muçulmanos em todo o mundo.

Segundo o jornal The Telagraph, só uma igreja em Baghdad, é que vai ter uma celebração de Natal, devido ao medo que os cristãos iraquianos têm, em ser assassinados ou feito prisioneiros, como aconteceu recentemente com o assassínio colectivo de dezenas de paroquianos. É de lembrar que desde então 1 000 famílias cristãs abandonaram o país devido á intolerância religiosa made in Islam.
Cinco muçulmanos incendiaram a Igreja de Nossa Senhora da Salvação, em Baghdad, matando dois padres e cerca de cinquenta pessoas. Agora a Amnistia Internacional avisou que um surto de violência pode estar iminente e abater-se sobre os cristãos na época natalícia. Devido ao medo, só quarenta pessoas assistiram á missa na Igreja da Nossa Senhora da Salvação no último domingo. Por entre os cânticos sacros daqueles cristãos corajosos, podiam ainda ver-se as marcas das balas islâmicas nas paredes do templo e o sangue derramado pelos inocentes massacrados.
Nós por cá no Ocidente ainda vamos podendo celebrar o Natal em liberdade, apesar das ofensas dos esquerdismo militante dirigidas a quem o Natal significa uma época especial do ano, e do Politicamente Correcto, que impede já, em numerosas zonas da Eurábia, que se deseje publicamente Merry Christmas para não ofender os muçulmanos.
É preciso ter topete.

Sunday, December 19, 2010

Sudão: O islamismo em acção.


Filme perturabador do dia-a-dia no mundo islâmico. Uma mulher vai ser punida segundo a lei da sharia.
Sádicos fascistas!

A comunidade internacional continua a assobiar para o lado no Darfur. Para os fracos de memória, o Darfur é uma região rica do Sudão, cujas populações, maioritariamente animistas e cristãos, foram desalojadas e massacradas pelos árabes sudaneses. O número de mortos ultrapapassa bem o meio milhão.
O presidente Bashir do Sudão tem um mandado de captura emitido pelo International Criminal Court acusando-o de genocídio. Mas aquele criminoso continua a passear-se entre países amigos que por coincidência são sempre países muçulmanos. Os direitos humanos e as acusações de genocídio parece não significar lá grande coisa para os dirigentes desses países. Aliás, a própria União Africana e a Liga Árabe protegem-no, com todo o apoio e compreensão declaradas da Organização da Conferência Islâmica. Democratas de longa data...né?
Agora o regime islâmico de Cartum planeia a islamização final do que resta do Sudão com uma dose acrescida, diria mesmo cavalar, de imperialismo árabe. Este plano conduzirá ao genocídio cultural para os não falantes árabes e para todos os não muçulmanos que "serão subjugados" de acordo com 9:29 do Corão, que os obrigará a converterem-se ou a bandonar as suas terras e o país.
O Norte do Sudão reforçará a sharia, lei islâmica, se o Sul se separar como resultado do referendo a realizar no próximo mês, garantiu o presidente Omar al-Bashir à BBC. O senhor Bashir afirmou que a constituição será modificada, tornando o islão a única religião, a sharia a única lei e o árabe a única lingua oficial. Segundo os observadores, estas afirmações servem para alarmar e chantagear os milhares de não muçulmanos provenientes do Sul do país, que vivem actualmente no Norte.
A imposição da sharia ao Sul não-muçulmano, foi uma das razões que conduziu a uma longa guerra civil que acabou com o tratado de paz de 2005. De acordo com este tratado, a lei da sharia era afastado do Sul e seria reconhecida a diversidade cultural e social dessa região. Este tratado não passou de um truque baixo. De facto o que se passa é que as forças islâmicas do Norte estão-se a reagrupar e a reforçar militarmente com a  ajuda da China. É preciso ser-se muito ingénuo para acreditar em qualquer oferta muçulmana.
O presidente Bashir garantiu que "a diversidade cultural não tem razão de ser quando a nova constituição entrar em vigor se o Sul se tornar independente."
As práticas islâmicas são brutais no que particularmente toca às mulheres. Activistas dos direitos humanos acusaram a polícia de brutalidade e acrescentaram que cerca de 600 000 chicotadas são anualmente disferidas às mulheres sudanesas. "Se são chicoteadas segundo a lei da sharia, não há investigação. Porque é que as pessoas ficam envergonhadas? Isto é a lei da sharia", comentou o Presidente Bashir.
Claro que os "bons" muçulmanos não têm nada que ficar envergonhados com a brutalidade da lei da sharia em acção. Qualquer um que fique envergonhado com chicotear as mulheres em público só pode ser um apóstata. E sabemos como é que o islão trata os apóstatas...

Friday, December 17, 2010

Ann Coulter

Ann Coulter, faz neste clip uma retrospectiva dos ataques muçulmanos aos EUA desde os anos 70. Se a estes ataques, juntarmos todos os milhares de outros cometidos contra não-muçulmanos, desde europeus até aos monges budistas tailandeses, passando pelas populações africanas cristãs e animistas, facilmente chegaremos á conclusão que todos os muçulmanos são potencialmente extremistas.
E devem ser tratados como tal.

Parabéns Pamela.

Pamela Geller do blog Atlas Shrugs, recebeu o famoso prémio Annie Taylor, um prémio que distingue a coragem excepcional. E se alguém nos EUA mostra muita coragem é exactamente Pamela Geller
que se dedica neste momento a vida a lutar contra os dragões do islamo-fascismo, destinguindo-se no combate contra a construção provocatória da mega-mesquita perto do Ground Zero, em Nova Iorque.

Sunday, December 12, 2010

Londres Lambe as Feridas.


Os cartazes do grupelho de extrema esquerda "Socialist Worker": os responsáveis pela violência em Londres.

Já aqui deixei escrito numerosas vezes, que o multiculturalismo na Inglaterra, está a levar a Velha Albion, para caminhos políticos muito pouco recomendáveis. A realidade dos factos está-me a dar razão.
Os efeitos da Santa-Aliança entre o esquerdismo antifa e o islão, abençoada por uma classe de jornalistas tendenciosos e militantes (os Daniéis Oliveiras de Sua Majestade), estão bem á vista nos recentes eventos ocorridos na capital britânica.
Tornou-se claro, desde cedo, que as manifestações dos estudantes foi infiltrada pela extrema esquerda inglesa perante uma polícia abúlica e não preparada para lidar com anarquistas e trotsquistas açanhados. (O que raio andaram a fazer os serviços de informação, que deviam ter antecipado as infiltrações de extremistas no seio deste movimento estudantil espectável?) 
A violência demonstrada vai muito para além da recusa da lei das proprinas. É o próprio regime democrático e a sociedade ocidental, conforme a conhecemos, que está em questão, como tão bem explica Dick Tavern no livro The March of Unreason: Science, Democracy, and the New Fundamentalism.
O padrão repete-se um pouco por toda a Europa, com as autoridades policiais e os governos irresponsáveis a limitarem-se a observar o assalto violento ás democracias liberais do Continente. Presos na teia do multiculturalismo que criaram, tolerante a todas as formas de intolerância, os governos, os partidos políticos e a UE, acossados por uma imprensa esquerdista simpatizante com a causa da falência da Civilização Ocidental, não mexem, por incompetência, por eleitoralismo ou por medo. A confiança dos antifas é de tal ordem elevada, que já reclamam ostensivamente pela revolução e pelo banho de sangue consequente.
O desrespeito demonstrado por qualquer simbolo Ocidental e pela democracia, desde a tentativa de invasão ao Parlamento inglês até ao ataque à limousine dos Principes Reais e à estátua de Winston Churchill, é só um pequeno vislumbre daquilo que vai acontecer a curto-prazo nesta Europa.
Europa que está ligada à máquina, em estado de coma por culpa própria, doente terminal de um vírus que ela própria criou e tratou de difundir - O esquerdismo multiculturalista.

No rescaldo desta jabardice esquerdista, elementos da EDL foram vistos a limpar a estátua de Winston Churchill.

Capital Sueca Atacada Pelo Islão.

Duas explosões abalaram ontem a capital sueca.
 Taimour Abdulwahab e Taimour Al-Abdaly, dois nomes associados à mesma pessoa no Facebook e em diversos outros sites na Internet, levou acabo duas explosões em Estocolmo, na zona comercial onde multidões faziam compras de Natal. Por milagre só duas pessoas ficaram feridas no ataque suicida.
Sabe-se já que o jihadista obteve graduação superior na Universidade inglesa de Bedfordshire, em Luton, exactamente a cidade inglesa mais islamizada e onde nasceu a English Defense League (EDL). Não é de afastar a hipótese de Abdulwahab ter recibido treino jihadista naquele ninho de ratazanas islâmicas.
As explosões ocorreram minutos após as cinco da tarde, perto de Drottninggatan, uma rua fechada ao trânsito automóvel repleta de lojas natalícias. As pessoas fugiram em pânico quando uma carrinha Audi, branca repleta de botijas de gás, explodiu em chamas. Minutos depois um homem de 28 anos foi noticiado como morto a duas dezenas de metros do local da explosão, tratando-se, segundo os media suecos, do bombista suicida.
O bombista iraquiano, primeiro pôs fogo á carrinha e depois andou cerca de 200 metros onde foi encontrado no chão a escorrer sangue do abdomen, com um saco de pregos ao lado do corpo. Minutos antes, o jihadista enviou um email para a polícia avisando que os suecos iam ser castigados por terem tropas no Afeganistão.
A sua página no Facebook incluiam a ‘Yawm al-Qiyaamah’, que significa O Dia da Ressurreição Islâmica, onde se pode ver uma foto-montagem com a Tower Bridge de Londres a ser devorada por chamas. Em sites de activismo islâmico, o tipo anunciava que andava á procura de uma segunda mulher com o consentimento da primeira,  sabendo perfeitamente que a poligamia é legalmente proibida na Europa, o que significa, também a partir deste caso, que as leis europeias são completamente votadas ao desprezo pelos muçulmanos.
Apesar deste atentado mostrar todas as características de uma acção terrorista islâmica, ser explosivamente faseada em curtos intervalos de tempo, o Primeiro-Ministro sueco, o senhor Reinfeldt, numa prova de dhimmitude também suicida, alertou os seus concidadãos para não tirarem conclusões apressadas: " Três coisas ocorreram um curto intervalo de tempo. Um carro explodiu na Olaf Palm Gate, um homem fez-se explodir em Bryggargatan, e uma agência noticiosa e a polícia receberam uma mensagem. Não podemos confirmar que os eventos estão ligados, no entanto este caso levanta algumas questões.", afirmou convicto.
É da minha vista ou a estupidez política vai e bem e recomenda-se lá para os lados da Suécia?
Video Clip aqui.

Sunday, December 5, 2010

Israel Today

Israel, é o país mais atacado do mundo. Atacado pelos islamo-fascistas do Hamas e do Hezbollah, pelaS prédicas dos imams islâmicos de todo o mundo muçulmano, pela Organização da Conferência Islâmica, atacados pela extrema-esquerda aliada dos fascistas islâmicos, atacados pela Assembleia Geral das Nações Unidas, pelas diplomacias da Eurábia e pela União Europeia de Durão Barroso.
Enquanto os paises muçulmanos são, basicamente, produtores de pobreza, violência e fanatismo religioso, jihadismo, desrespeito pelos direitos humanos e crime, que exportam alegremente juntamente com o petróleo e as laranjas, Israel é um país que trabalha em prol do bem estar da humanidade.
Se tiver dúvidas, espreite este clip.

 

Thursday, December 2, 2010

BRAVO Mr. Stadler.

Em baixo, um clip de um excelente discurso no Parlamento austríaco, do deputado Ewald Stadler, dirigido à Turquia e ao seu embaixador em Viena de Áustria.
Vamos a eles...que se faz tarde!
(Via Gates of Vienna)

Wednesday, December 1, 2010

Mr. Pat Condell - Goodbye Sweden


Tradução. Os parênteses são meus.
"Bem...este é um video que eu não queria fazer. Nenhum país na Europa fez mais por abraçar o pesadelo multiculturalista, quero dizer sonho, do que a Suécia. O que significa que nenhum país abriu tanto os seus braços à imigração muçulmana. E nestes dias, cada pedaço de noticia que vem da Suécia é mais e mais perturbador. Agora ouvimos que lá o governo, está tão determinado em diluir a sua cultura, fazê-la desaparecer, que mudaram a constituição sem consultar o povo (...) de maneira que os suecos estão constitucionalmente obrigados a praticar o multiculturalismo. Por outras palavras, é inconstitucional apoiar os valores suecos na Suécia. Porque a pessoas que governam aquele país, parece pensarem que há qualquer coisa de intrinsecamente vergonhoso ou desprezível acerca de se ser sueco. Eu acho isto extremamente enigmático, porque todos os suecos que eu conheço têm todas as razões para terem orgulho por quem são ou por aquilo que o seu país é, ou o que foi, e que pode tornar a ser um dia, se o bom senso regressar. Se alguém na Suécia for curioso acerca da imagem que o seu país projecta para o mundo exterior, o que eu teria para lhes dizer é que a imagem alterou-se consideravelmente nos anos recentes. Antigamente vista com prazer como uma das sociedades mundiais mais civilizadas e livres do crime, a Suécia é agora a capital da violação (violação às mulheres) da Europa, com o dobro das violações per capita do que qualquer outro país e, vinte vezes mais do que alguns.
O que pensar que terá causado tal mudança fundamental no carácter nacional sueco? Era o último lugar onde se esperaria um epidemia de violações. Não terá nada a haver com a cultura islâmica imigrante claro, (ironia) pois nada de mal nunca faz. É a cultura que ensina os homens jovens, que as mulheres que não estão cobertas dos pés á cabeça estão a pedir para serem violadas? É essa mesma! Realisticamente, só pode haver uma explicação, para qualquer um que não seja preconceituoso ou racista, é que os homens suecos devem ter qualquer coisa seriamente errada com eles. Talvez devam procurar ajuda psiquiátrica. A sério rapazes, vocês precisam.
Não vão ouvir muita coisa sobre os violadores imigrantes, porque durante anos os governantes e a imprensa naquele país, andaram a conspirar num crime contra o seu próprio povo, para deixá-los ás escuras, não só no Inverno mas no Verão também (ironia). Os jornais suecos são altamente subsidiados pelo governo e como tal os jornalistas rotineiramente censuram as notícias, para assegurarem que os imigrantes nunca são retratados desfavoravelmente (in bad light no original) e os criminosos não-suecos nunca são identificados como tal, criando a confortável ilusão que não existem imigrantes violadores na Suécia. E isto é muito estranho, porque na vizinha Noruega é praticamente tudo o que têm. De acordo com a polícia de Oslo todas as violações graves, nos últimos 3 anos, todas as 41 violações, todas foram cometidas por imigrantes do Médio-Oriente e de África e foram caracterizadas por grande violência. Más notícias para as mulheres norueguesas. Mas se viverem na Suécia não precisam de se preocuparem (ironia) porque não existem violadores imigrantes na Suécia, basta perguntar a qualquer jornalista.
Filosoficamente (?) observando do exterior, especialmente depois dos eventos recentes, é dificil não concluir que estamos a ver o roubo descarado de um país inteiro, e tudo o que podemos fazer é observar com  espanto e horror. Se eu fosse um corrector de apostas não aceitava mais apostas acerca se a Suécia se tornará o primeiro estado islâmico da Europa. Porque agora é só uma questão de tempo. E se alguém ainda duvida que esta mentira multicultural, é qualquer outra coisa do que um eufemismo para a deliberada islamização, pode gostar de saber que, para além de um grande apetite da Suécia por muçulmanos, mais muçulmanos e ainda mais muçulmanos, não há outro país que tenha deportado mais cristãos iraquianos para o Iraque, para serem massacrados como perús do Natal, pelo crime de não serem muçulmanos, porque na Suécia parece que só os muçulmanos têm direito a todos os direitos humanos.
Também devem ficar respectivamente surpreendidos de ouvir que a Suécia é a nova luz liderante do anti-semitismo politicamente correcto que temos visto na Europa, e os judeus já não se sentem mais seguros lá vivendo. Parabéns Suécia, que dupla! Violação e anti-semitismo, estão aí a erigir uma reputação na terra do sol da meia-noite, ou melhor, a terra do quarto crescente (simbolo do islão).
Quando foi relatado no inicio deste ano que os judeus que viviam na cidade de Malmoe, há gerações, foram expulsos...advinhem por quem? por muçulmanos imigrantes, o Presidente da Câmara de Malmoe lavou as mãos como o Pôncio Pilatos, chegou tão baixo que culpou o governo israelita, pela sua própria cobardia moral. Ele disse que os judeus na Suécia, devem-se distanciar das acções de Israel se quiserem evitar serem abusados. É Assim que parece ser como as coisas funcionam na Suécia nos nossos dias, para evitar ofender os criminosos é mais fácil culpar as vítimas. E neste caso, adoptar as posições terroristas muçulmanas, de cada judeu é um soldado de Israel. No entanto, permanece um facto inconveniente, é que o corão diz aos muçulmanos que odeiem os judeus, porque são judeus e não por causa da Palestina. Não menciona os palestinianos. E se Israel desaparecesse amanhã, os judeus na Suécia e em toda a Europa, continuavam a ser assediados e abusados pelos imigrantres muçulmanos ignorantes e repletos de ódio, por serem judeus e não por qualquer outra razão. E então vocês, os dhimmis multiculturalistas, tinham que arranjar qualquer outra razão para continuarem a assobiar para o lado.
Felizmente os judeus, tendo uma longa prática de serem abusados e de terem as costas largas, precisam de carregar (exibir?) todos os seus Prémios Nobel. Estatisticamente, um judeu tem milhares de vezes mais probablidades de ganhar um Prémio Nobel do que um muçulmano, e só pode existir uma razão para isso, não pode? Ha! ha! é isso, islamofobia (ironia). Claramente que o  comité do Prémio Nobel tem preconceitos irracionais contra a ignorância induzida pela religião e precisam urgentemente de treino de sensibilidade de consciência de cultura. Talvez o governo sueco possa dar uma mão, e tomar uma posição moral, expulsar o Prémio Nobel do país e recolocá-lo em Telaviv onde ele pertence. Eu admito, que eles se desgraçariam a si próprios, rebaixavam o seu país e embaraçavam todo o mundo livre se o fizéssem... mas estão-o já a fazer. Então qual é a diferença?
Paz"
Pat Condell

Monday, November 29, 2010

A Aldeia Solar.

Vi ontem num canal de televisão, uma pequena entrevista com um dos responsáveis por um projecto de aplicação prática de energias alternativas, denominado Aldeia Solar. Segundo bem entendi, a coisa acontece lá para o Alentejo e o grande objectivo de tal projecto, é o de mostrar como a humanidade pode e deve viver com energias limpas numa perspectiva ambientalmente sustentável. Não coloco em causa a bondade deste projecto, até porque quanto mais depressa nos livrarmos do petróleo mais depressa os árabes ficam sem o seu principal sustento e deixam de ameaçar a humanidade com islamismos paleolíticos.
Contudo, no decorrer da entrevista o entrevistado afirmou categoricamente que, pretendem não só alterar a maneira com as pessoas se relacionam com o ambiente mas também como as pessoas consomem a energia. Isto é, o projecto vai muito para além da engenharia ambiental, caindo no campo da engenharia social. E aqui é que a porca torce o rabo. A demografia da Aldeia Solar comporta 60 almas, mas vai crescer lentamente para poder albergar 500 pessoas.
O entrevistado deixou claro que os fornos, também solares, são comunitários e... a televisão. Não pensem que cada agregado familiar pode ter a sua televisão. Os painéis solares não aguentam. Para já existem duas televisões para 60 pessoas o que dá uma média de uma televisão por 30 pessoas. E antes de mais coloco a questão: Quem vai segurar o comando do aparelho e controlar o que as pessoas podem ver ou não? Será o querido camarada ecologista pertencente ao comité de sábios da Aldeia? E como é que se gerarão os consensos sobre aquilo que a aldeia vai poder ver? Isto cheira-me a comunismo á moda de Ceausescu.
O indivíduo na Aldeia Solar faz parte de uma formigueiro comunista. O individualismo soçobra noutra tentativa colectivista... agora esverdeada...por fora.
Estou certo de que na Aldeia da Luz, o "sol brilhará para todos eles".

Sunday, November 28, 2010

The Economist... Requentado


Os editores da revista The Economist, no que trata á climatologia, são uns idiotas rematados...ou melhor, requentados.
 O objectivo geral da revista é ignorar todos e quaisquer factos que possam contradizer a sua obsessão editorial com o "aquecimento global" e agora eufemisticamente chamado "alterações climáticas". No ano passado, a The Economist publicou uma capa que dizia "Stop Climate Change". É como querer que a Terra pare de girar á volta do Sol. A questão surgiu na mesma altura em que as infra-estruturas fictícias do "aquecimento global" se desfizeram naquele enorme estrondo chamado Climatgate...cujo resultado foi o fiasco da última conferência das Nações Unidas, daqueles mentirosos encartados que se reuniram em Copenhague para impor a compra, venda e comércio de "créditos de carbono" sobre o mundo. Um ano mais tarde, a Bolsa de Chicago, que tinha sido criada para lucrar com o golpe, havia fechado suas portas.

Aparentemente, apesar das gritantes manchetes nos jornais britânicos, ninguém na The Economist estava ciente de que o Climate Research Unit (CRU) da Universidade de East Anglia, tinha elaborado uma das maiores fraudes científicas na história da ciência no Reino Unido, fraude essa destinada apoiar os desígnios warmers do IPCC. Será que os editores do The Economist aprenderam alguma coisa no ano passado?
Não. Na verdade, a capa da última edição diz precisamente: "Como viver com as alterações climáticas." Num ano, desistiram de "acabar com o aquecimento global" para a posição conformista de "viver com o aquecimento global". Num ano, os editores da The Economist passaram de estúpidos... a muito estúpidos.
Esta não é a idéia mais original dado o facto de que os seres humanos têm vivido com as mudanças climáticas desde que descemos das árvores há dois milhões de anos e começámos a andar erectos, desenvolvemos a linguagem...etc. Os Esquimós encontraram maneiras de sobreviver no Ártico. Os Polinésios aprenderam a viajar entre as ilhas do Pacífico. Em toda o lado civilizações vieram e foram. A agricultura foi introduzida para alimentar mais e mais pessoas que, por sua vez, preferiram viver nas cidades em vez de arar o solo. A arte e a ciência da guerra floresceu.
A The Economist centrou a sua atenção na próxima semana na "reunião das Nações Unidas sobre Mudança do Clima", o tema de uma conferência a ser realizada em Cancun, no México. A anterior conferência, em Copenhaga, naufragou na notícia de que nunca houve qualquer aumento significativo na temperatura da Terra. A única "prova" do "aquecimento global" poderia ser encontrado em práticas corruptas, em modelos de computador falsificados pelo CRU da Universidade de East Anglia. O presidente Obama teve mesmo que sair mais cedo por causa de uma tempestade maciça de neve que envolveu Copenhaga. Até mesmo o The Economist. teve de admitir que "na sequência da cimeira de Copenhaga, "há uma crescente aceitação de que o esforço para evitar uma mudança climática séria vai esmorecer."
Este tipo de artigos alarmistas são autênticos actos de criminalidade jornalística. Publicar mentiras descaradas deveria ser punido, mas o The Economist não é intimidado por algo parecido com a verdade. Estão longe de serem os únicos. Cá na paróquia os media mainstream padecem do mesmo mal. Nesta edição, a The Economist defende a peregrina "probabilidade" de que "a Terra será de pelo menos 3 graus Celsius mais quente no final deste século do que era no início da revolução industrial". É a podridão total.
Antecipando o festival de mentiras de Cancún, The Economist trauteia uma redistribuição maciça de riqueza dos países industrializados para aos países sub-desenvolvidos sob o domínio de déspotas, do islamismo, do comunismo...para sistemas que mantêm esses países sub-desenvolvidos e pobres.
Ao ser entrevistado recentemente, o oficial do IPCC, Ottmar Edenhofer, um economista alemão, sem rodeios, disse que: "É preciso libertar-mo-nos da ilusão de que a política climática internacional é a política ambiental".
Eu pergunto: Então o que é política de mudança climática realmente? É sobre como "nós de facto vamos redistribuir a riqueza do mundo ...." 
Isto soa-me ao paleio da cassete comunista habitual.

Al Gore Está Deprimido...

...e Pachauri pensa que as pessoas podem perder a fé nas Nações Unidas. Leram bem...fé. Este senhor queria convencer o mundo sobre o aquecimento global na base da...fé. Estamos entregues aos bichos!
Al Gore está deprimido porque, como se pode ver no gráfico acima representado, o planeta está a arrefecer há 12 anos seguidos. Ainda por cima o Inverno está a chegar mais cedo um pouco por todo o lado, mesmo em Cancun, onde se vai realizar mais uma fantochada sobre as alterações climáticas, com o elevado patrocínio das Nações Unidas.
Cá por Portugal, Bragança atingiu uma mínima de -6ºC. Nos próximos dias prevê-se a queda de neve, tal como aqui ao lado em Espanha. Para lá dos Pirinéus, a Europa está coberta de neve. Na Escócia, foram batidos vários recordes históricos de temperaturas mínimas de Novembro. Claro que o Met-Office, um gabinete meteoreológico e altamente dogmático, previu como é o seu costume exactamente o contrário, isto é um fim de Outono ameno. 

Na China, a neve chegou 40 dias antes do habitual, e segundo fontes meteorológicas em Pequim, a mais intensa dos últimos 30 anos. Nalgumas províncias do Canadá, as temperaturas estão 10ºC abaixo da média sazonal. No Alaska, o mau tempo foi designado de icepocalypse. (via Ecotretas).

Saturday, November 27, 2010

Notícias


O Canadá decidiu boicotar a conferência das Nações Unidas conhecida como Durban III. O ministro da imigração Jason Kenney afirmou que o evento vai encorajar o racismo em vez de o combater e  o Canadá não fará parte de tal "charada". Há ainda governos e políticos no mundo Ocidental que combatem o cinismo politicamente correcto. O governo do Canadá é seguramente um deles.
Noutras notícias, os Cristãos Coptas continuam a ser descriminados no Egipto. A construção de uma nova igreja prossegue com todas as autorizações assinadas, mas o governo interveio, impedindo que aquela igreja afinal, não se possa construir. É caso para começar a demolir algumas das milhares de mesquitas que poluem a paisagem europeia. An eye for an eye...Neste momento, a Religião Cristã é a mais perseguida do Mundo (especialmente nos países muçulmanos) e parece que até o Vaticano assobia para o lado.

O artista e cartonista sueco, Lars Vilks foi novamente ameaçado de morte pelos filhos de Alá. Desta vez a ameaça veio da milicia al-Shabaab, originária de um pardieiro que se chama Somália, e é um dos muitos grupos islâmicos ligados á al Qaeda, que fedem por esse mundo fora.
Foi preso em Portland, Oregon, um teenager de 15 anos, originário também da Somália (mas que pardieiro!) que pretendia fazer explodir uma carrinha, junto à multidão que assitia à cerimónia de iluminação de uma grande árvore de Natal. Mohamed Osman Mohamud, o jagunço islâmico, afirmou que sempre sonhou fazer este espectáculo de pirotecnia, com pedaços de corpos, sangue cristão e iluminações de Natal.


Agora as melhores notícias:
Cada vez mais muçulmanos deixam o islão, tornando-se apóstatas. Para além deste acto, quase heróico, tomam a responsabilidade de mostrar ao mundo, a vil natureza de tal obscurantismo. A quantidade de sites e de blogs na internet destes corajosos que deixaram o islão para trás, está a aumentar, mesmo em países pouco prováveis como são o Afeganistão e o Paquistão.
A História ainda nos vai fazer uma surpresa...agradável!

Friday, November 26, 2010

O Ingénuo Ocidente.

O islão só tem um objectivo: tomar o poder no Ocidente, e tornar os países Ocidentais em estados islâmicos. Acreditar no contrário é meramente o exercício de wishful thinking. São os próprios que o afirmam. O presidente da CAIR, o senhor Omar M. Ahmad, destacando este ponto, afirmou -" O islão não está na América para ser igual a qualquer outra fé, mas para se tornar dominante. O corão...deve ser a mais alta autoridade na América, e o islão deve ser aceite como a única religião na Terra."- Esta afirmação só reflete aqui que o próprio corão lhes ensina:
"é Ele Quem enviou o Seu Apóstolo, com a orientação e a Religião da verdade para proclamá-lo sobre todas as religiões, mesmo que os pagãos o detestem."
Alcorão,  "Arrependimento", (al-Tawba), Surah IX, 33 e "Formação de Batalha", (al-Saff), Surah LXI,9 (tradução por A. Yusuf Ali)
Estes são os factos que as pessoas devem tomar conhecimento. Devemos tomar conhecimento do que se está a passar nas nossas ingénuas costas. E as ambições dessas pessoas precisam de ser esterilizadas - imediatamente. Fazer qualquer outra coisa é vender o futuro das nossas crianças pelo cano abaixo. Esqueçam o politicamente correcto. Nós precisamos de proteger os nossos próprios interesses, interesses que têm dado ao Ocidente as suas liberdades por gerações, liberdades duramente conquistadas, liberdades de que muitos milhões de homens tiveram de perder a sua vida, na trincheiras de França ou no desembarque na Normandia: liberdade de pensamento, liberdade de expressão, liberdade de acção, a liberdade de crença. Uma vez estas liberdades retiradas de nós, elas serão retiradas para sempre.
Os muçulmanos, por outro lado, não estão no "negócio" de diluir a sua mensagem islâmica, em nome do politicamente correcto. Na verdade, o islão não compreende o politicamente correcto. A única "correcção" que o islão e os muçulmanos compreendem é a "correcção corânica". NUNCA NOS PODEMOS ESQUECER DISTO. É PERIGOSO PARA NÓS FAZÊ-LO.
Existem muitos lideres no mundo muçulmano e a viver entre nós que não escondeu as suas palavras e intenções sobre o seu objectivo de, eventualmente, assumir o controle do Ocidente e torná-lo islâmico. Existem inúmeras citações e tomadas de posições públicas suficientes para nos elucidar:
"É obrigação de todos os muçulmanos completar a marcha da jihad (guerra santa) até atingirmos América e libertá-la- Um americano convertido ao islão.
"Pelo ano 2020, devemos ter uma presidente americano"- Um delegado na convenção da AMA (American Muslim Convention).
Os nossos lideres políticos que emitem brandas e piedosas mensagens de fézada  sobre um alegado islão benigno, que de todo não existe, ajudam a enfraquecer ainda mais uma outra e mais importante fé: A fé em nós próprios e na confiança que o Ocidente tem que ter para ultrapassar esta sua mais Negra Hora.

Wednesday, November 24, 2010

Julgamento de Elisabeth Sabaditsch-Wolff.

Iniciou-se em Vienna de Áustria, o julgamento de ESW por ter citado palavras do Corão. Na Eurábia, os infiéis, isto é, os não-muçulmanos são já considerados dhimmis, cidadãos de segunda uma vez que a Europa está já ocupada pelo Islão. Se não está, parece, e daí podermos ter sérios problemas em citar, criticar e manifestar contra  a islamização da Europa, sob pena de sermos considerados culpados de "incitamento ao ódio", que não é mais do que um eufemismo para eresia, imposto pelos inquisidores que defendem o Islão, para que este possa triunfar sem demora e sem obstáculos na Europa.
Contudo ESW, vai apresentar duas personalidades que a vão defender. O professor Jansen, um holandês que assistiu Geert Wilders durante o julgamento, um dos maiores arabistas mundiais e Wafa Sultan, originária da Síria que vive nos EUA e apóstata muçulmana. Wafa Sultan é psiquiatra e especializada na tirania teológica e ramificações políticas do Islão.
Apoiamos ESW nesta sua batalha pela nossa liberdade comum, contra a inquisição muçulmana, contra a injustiça e contra a islamização da Europa.
Deixo aqui, via Gates of Vienna, excertos do interrogatório de ESW:

Lawyer: What is meant by “We are decadent”?


Elisabeth: That is the point of view of Islamic fundamentalists.

Lawyer: What is meant by “We do not want Sharia here, full stop”?

Elisabeth: Free, secular societies is what we want.

Lawyer: What is meant by “Islamic law is not compatible with free societies, we need to understand this.”?

Elisabeth: Islam is a whole, and this whole is not compatible with free societies like the Austrian.

Lawyer: Did you see any veiled Muslim men?

Elisabeth (laughing): No, this is an obligation only for women.

Lawyer: You were referring to Paris, Brussels, Rotterdam. What is the meaning of that?

Elisabeth: This is a reference to the no-go zones, where Sharia is effectively the law. There immigrant youths torch cars, throw stones at the police, etc.

Prosecutor: Are each and every one of these persons Muslims?

Elisabeth: The majority are.

Lawyer: What is meant when you say: “How many times have we been told that Islam is a Religion of Peace?” Is this an incitement to hate or violence?

Elisabeth: I do not mean to incite hatred or violence. We need to be informed, make people aware, inform our politicians and write letters to the newspapers.

Lawyer: What is meant by “We do not want gender apartheid, polygamy”?

Manifestação Violenta em Londres.

Mais uma manifestação de estudantes ingleses em Londres contra o aumento do valor das propinas...e mais uma vez infiltrados por antifas mascarados. Perante a inoperância da policia metropolitana, que pelos vistos só tem tomates para reprimirem as manifestações da EDL, os antifas conseguiram destruir uma carrinha da polícia, partir montras e quase entrarem no parlamento inglês...por uma janela. É de salientar a coragem de uma jovem estudante que enfrentando a escumalha mascarada anarco-islâmica, conseguiu por breves momentos impedir a acção desta turba. (na imagem)
O multiculturalismo de estado inglês para além de ter arruinado a sua própria cultura e tradições está agora a mostrar a face de um país "imunodeficiente", que mais cedo do que tarde vai cair na anarquia.
Será Londres uma gigantesca Beirute num futuro próximo? Acredito que sim.

Thursday, November 18, 2010

França: Caça à Polícia em Zona Muçulmana.

Palavras para quê?...São muçulmanos da Eurábia...

Cimeira da NATO

Nos próximos dias, Portugal e o Mundo, vão poder apreciar mais uma jornada anti-NATO dos líricos do costume. Desfilando prepotência pela baixa de Lisboa, com a bazófia habitual acerca do militarismo, dos direitos humanos, dos danos colaterais...da paz, ao mesmo tempo que praticam terrorismo intelectual sobre quem não pense como eles. Na cabeça da manifestação irão estar aqueles mullahs do passado, aqueles padres vermelhos, dirigentes do comunismo nacional, mais os pós Queda do Muro de Berlim, que é como quem diz, os bloquistas, alegadamente de esquerda, que perdidos como pintainhos, orfãos da galinha choca que era a União Soviética, acabaram por improvisar um acto de contrição armando-se em liberais. E até passaram a dar lições de liberalismo com as suas causas fracturantes, como se tivéssem sido eles a derrubar pessoalmente o Muro dos costumes.  
Na azáfama de virarem a casaca, esqueceram pelo caminho as únicas santas palavras de Marx e Lenine: "A religião é o ópio do povo", e fizeram-se putas da religião islâmica. Porque é que estes esquerdistas se abespinham tanto contra as democracias ocidentais e contra Israel? Com que direito estes esquerdistas condenam o sionismo quando se tornaram mais beatos que um cura de aldeia? Como diria Oriana Fallaci!
Com que direito esta canalha condena a NATO, quando ficam calados com as atrocidades diárias cometidas pelo islão?
Nas manifs irão estar organizações desenterradas do Paleolítico Superior. Estou a falar do MDM, Movimento Democrático das Mulheres, uma organização "feminista" pró-soviética, á altura. Isto promete ser digno de uma verdadeira parada de Halloween, com a aparição de diversos zombies políticos entremeados por pacifistas floribélicos, e terroristas quase anarquistas ou vice versa.
As feministas do MDM, deviam era ter vergonha na cara, ("tirai as máscaras falsas amazonas") e limitarem-se a ficar por casa a preparar o jantar para a filharada e maridagem progressistas, e com toda a certeza, manifestante. Feministas que não abrem a boca contra a burqa, e não mexem um dedo contra os abusos que o Alcorão ordena ou permite que se cometa contra as mulheres. Neste caso, os direitos humanos já não se aplicam e sobretudo, não fazem parte da sua interpretação do Progressismo. Nem a poligamia praticada pelos muçulmanos na Europa faz parte dos seus conceitos de Justiça.
Nesta autêntica feira de vaidades da burguesia de esquerda social-fascista (lol), que vão ser as manifestações anti-NATO, (fazem-me recordar, por ironia, a célebre canção de Fernando Tordo, A Tourada), vão estar também as cigarras homossexuais, "devorados pela raiva de não serem totalmente fêmeas". Vão agitar maneirismos maricas contra as casernas dos militares desejando, em segredo, estar dentro delas para poderem serem violados por gangs de marines, negros e devidamente armados... se bem me faço entender.
No fundo, vou-me divertir a observar a jactância política, as asneiras, as mentiras gritadas por megafones sindicais ,as palhaçadas de rua...e como é normal nestas ocasiões:
 os cães ladram mas a cimeira passa.

Friday, November 12, 2010

Mr. Pat Condell.

Lavagem ao Cérebro de Criança de Pais Muçulmanos.



Why do we accept its self-definition as one thing, when it acts in every measurable way as another? What other 'religion' currently has soldiers in the field fighting our troops? What other religion calls for genocide? What other religion celebrates the deaths of thousands of innocent civilians? Obviously, none. Islam is unique."

Uniquely incompatible with civilization.

Só Cabeça e Pescoço.


A CAIR (Council on American-Islamic Relations) que honestamente se deveria chamar SITA (Support on Islamic Terrorist Activities),  aconselhou as mulheres muçulmanas, que viagem de avião, a deixarem-se unicamente revistar na cabeça e no pescoço, nos habituais procedimentos de embarque nos aeroportos. Quem disse que estes fascistas não têm sentido de humor? A probablidade de um terroristas islâmico se meter dentro daqueles balandraus negros que se chamam hijabs e burqa, apetrechado com um cinturão de explosivos e fazer explodir uma sala de embarque ou um avião, é altamente provável. Daí ser cómico, quase inocente tal proposta. Será que as autoridades aeroportuárias americanas vão no filme? Duvído.
A revista corporal ás mulheres é contrária à lei islâmica, mas os senhores esquecem-se que vivem no Ocidente, no qual, a sharia não tem, ou não devia ter, qualquer efeito. Se não se sentem bem com as nossas leis, tem uma boa solução para esse mal-estar e indisposição. É fazerem as malas e ir para os países que os pariu. Se nasceram no Ocidente devem-se sempre lembrar que, em Roma sê romano.

Thursday, November 11, 2010

É Preciso Pôr Fim À Imigração Muçulmana Para O Ocidente.

Segundo o Mail OnLine, manifestantes islâmicos desrespeitaram a solenidade das comemorações do Dia do Armistício, para com os milhões de soldados caídos na I Guerra Mundial (incluindo milhares de portugueses) .

Minuto de silêncio na Loyds

 Membros de um grupo muçulmano auto-denominado Muslim Against Crusades, carregaram sobre a polícia tentando boicotar o profundo pesar demonstrado no Dia do Armistício por milhões de britânicos que faziam silêncio respeitoso pelos mortos, em Central London.

 
Os animais muçulmanos, nem os nossos mortos respeitam. Quando o Big Ben batia as 11 horas, (a Primeira Guerra Mundial acabou ás 11 horas do dia 11/11 de 1918) aqueles que vivem do ódio inspirado pelo corão queimaram um modelo da flor papoila (poppy) e desataram a grunhir alarvemente: "'British soldiers burn in hell'.
 
 A papoila tornou-se num memorial dos caídos, porque se notou desde as Guerras Napoleónicas (onde morreram milhares de portugueses) que aquelas flores cresciam á volta dos corpos dos mortos. Mas foi, no entanto, um médico canadiano, de nome John McCrae que no seu poema In Flanders Fields, a tornou um símbolo do sacrifício dos seus camaradas.






O multiculturalismo, o apaziguamento relativamente aos islâmicos, está já a custar muito caro e ainda vai custar muito mais caro ao ingleses e a todos nós ocidentais. As imagens chocantes da manifestação de estudantes, infiltrada por antifas, que assaltaram, incendiaram e onde estiveram 5 horas a destruir impunemente a principal sede dos Tories, o maior partido da coligação governamental, é só um sinal, daquilo que há muito tempo se advinha. É só uma pequena amostra daquilo que os ingleses vão sofrer na pele. É tempo, enquanto o têm, de mandar embora os muçulmanos, de prender os antifas, ilegalizar os partidos e os bandidos de fato e gravata e a comunicação social que os apoiam...

Porque os antifas e os seus aliados islâmicos, da política só conhecem o confronto físico, a violência e a destruição. Nada disto tem ligitimidade democrática e a democracia tem que se defender. E neste momento já tem que se defender com maior violência do que a dos antifas e dos islâmicos. Para o nosso bem.



Mais Um Perseguido

Um leitor de Neuromante enviou-me o seguinte link, onde se pode mais um vez verificar que "os democratas" das chefias palestinianas, não hesitam,  em prender ou aniquilar (?) todos aqueles palestinianos que pensem livremente. Mais uma vez também é de notar o pesado silêncio dos finórios ocidentais que fazem da causa palestiniana uma afirmação política e até um modo de vida.
Na verdade, a diferença entre a(s) Autoridade(s) Palestiniana(s) e aqueles que na Holanda e na Áustria accionaram judicialmente, respectivamente, Geert Wilders e Elisabeth Sabaditcsh-Wolff, não é grande.

Saturday, November 6, 2010

Lyon (2)

Procurámos no passado as  possíveis raizes da violência política na Europa actual, partindo das manifestações de Lyon.

Em França, bem como na Inglaterra, os primeiros na esquerda a reconhecer que algo de grande tinha acontecido naquelas manifestações dos anos 80, foram as ridículas seitas trotsquistas, grupelhos saudosistas do Maio de 68, sem qualquer expressão política. Esta esquerda não democrática, viu uma oportunidade de luxo para crescer. Os trotsquistas sabiam muito bem que, de um ponto de vista marxista, o islamismo era menos do que agradável. Nos anos 40, os trotsquistas geraram uma literatura própria sobre o fascismo e o  islamismo, nomeadamente um ensaio sobre a natureza fascista da Irmandade Muçulmana, escrito por Tony Cliff, o fundador do British Socialist Workers Party. Mas isso aconteceu há muito tempo. E os trotsquistas actuais orgulham-se de não serem mimados! Além disso, o camarada Cliff não era a única autoridade política do passado. Os trotsquistas dos anos 80 e 90 foram capazes de reclamar para si, que o trotsquismo começou como um estilhaço do comunismo soviético; capazes de relembrarem que nos anos iniciais da revolução soviética, os comunistas na Ásia Central e do Sul, costumavam perseguir uma política astuta e amigável relativamente aos  revolucionários islâmicos.
Os trotsquistas dos anos 80 e 90 abominavam organizações como o SOS Racismo e a esquerda moderada da moda, Bernard-Henry Lévy, os Novos Filósofos, considerando-os nada menos do que excrescências da burguesia. Foi nessa altura que os trotsquistas olharam, para os cada vez mais visíveis islamistas que se manifestavam, armavam confusão e provocavam violência nas cidades francesas sempre que podiam. A sociedade francesa estava (e está) apática face a estes novos gangs donos da rua e os trotsquistas, oportunos, quiseram apanhar a boleia de um movimento que consideraram sociológico, em vez de ideológico. Colocavam agora o foco na classe social, em vez das ideias. O islamismo pode ser terrível, para qualquer tipo de ponto de vista normal de esquerda, mas olhado sociologicamente, no entanto, os islamistas apareciam aos olhos dos esquerdistas, uma rebelião proletária. Um movimento vindo de baixo. A violência nas ruas de imigrantes incendiava a imaginação e  as pulsões revolucionárias destes homeless trotsquistas franceses que ficaram impressionados e... asnos. E, no espírito da solidariedade marxista e de uma rematada idiotice, estenderam-lhes a mão. E desta santa aliança contra o capitalismo, os USA, Israel, a Europa e o Ocidente, nasceram os antifas. Esta união foi paradigmática para todos inergúmenos da extrema-esquerda que se radicalizavam cada vez mais.
Grupelhos marxistas e a ultra-direita islâmica estava agora estratégica e tacticamente unidos, infiltrando-se em manifestações, que acabavam frequentemente em violência. Foi o caso da marcha de Paris contra a invasão do Iraque, não porque um grande contigente da Baatistas (partido de extrema-direita) seguiam em apoio do facínora ditador iraquiano Sattam Hussein, mas porque na manifestação seguiam judeus pacifistas envergando yarmulkes na cabeça. Um grupo de manifestantes "pacifistas" irromperam
na multidão espancaram os judeus e impediram-nos de continuarem. Esta violência numa manifestação alegadamente pacifista, anunciava algo de novo. Este ataque aos judeus de esquerda só por serem judeus tinham agora a marca dos antifas, tinha a marca dos trotsquistas e dos anarquistas aliados do islamismo. Estava-se muito longe das marchas dos anos 80 cuja  palavra de ordem era: "Não toques no meu amigo". E muito mais longe das palavras de ordem do Maio de 68: "Nós somos todos judeus".
Nos próximos dias em Portugal, por alturas da Cimeira da NATO, vamos assistir à acção directa dos antifas. Simpatizantes do Bloco de Esquerda, dos Black Bloc e de outros extremistas prometem incendiar Lisboa.
Esta gente já não é de esquerda. Esta gente são os novos SA nazis...com apoio parlamentar.

Friday, October 29, 2010

Julgamento de Geert Wilders. A Farsa.



Como diria Alberto João Jardim: Está tudo bêbado!
Neste clip podemos ver o jornalista, Rutger van Castricum do programa de TV holandês Sem Maneiras, encostar completamente ás cordas um tal René Danen, o verdadeiro antifa. Uma espécie de Daniel Oliveira ao cubo. Depois deste espectáculo de autêntico bas fond amsterdamer, que torna as Red Light District uma zona de grande dignidade, o advogado de Wilders pediu a recusa da comissão de juízes, alegando falta de imparcialidade o que foi aceite pelo Tribunal de Amsterdão. Este desenvolvimento implica que todo o processo comece de novo com a nomeação de outra comissão.
Entretanto René Danen, o verdadeiro antifa, despediu os advogados: o de rabo de cavalo que pareciar estar pedrado e o marroquino.

Wednesday, October 27, 2010

As "Elites" Pasmadas e o Rei Vai Nú.

Ora aí está! Conforme Neuromante previa, as declarações de Angela Merkel sobre a falência do modelo multiculturalista, levantaram um coro de protestos indignados dos demagogos sociais do costume. Por cá, o jornal Público destaca-se nesta "jihad" contra os "populistas" e "racistas" que cometeram só o erro de serem realistas, portanto de verem a realidade social europeia como ela de facto é. Pelo contrário, as Teresas de Sousa e os Paulos Mendes Pintos, continuam a meter a cabeça na areia e a imaginar coisas, oferecendo largo curso à dissonância cognitiva publicada e à paranóia de que padecem. Acossados pela desagregação de um conto de fadas de um mundo, que a ideologhia multiculturalista e as suas mentes floribélicas criaram , os ditos, atacam com ignorância fingida e com a seriedade da má-fé.
O primeiro truque ou erro como quiserem, que Paulo Mendes Pinto (PMP) utilizou para caracterizar o problema que o aflige na Europa, é o de misturar a integração dos imigrantes muçulmanos com imigração de pessoas não muçulmanas. Em primeiro lugar, como Director da Licenciatura em Ciência das Religiões de uma universidade portuguesa, devia saber que na Europa a maioria dos muçulmanos não se querem misturar e nem sequer se querem identificar com os valores sociais dos países de acolhimento. Nós europeus não muçulmanos somos kafir e daí ocuparmos um lugar muito baixo na escala social dos valores que esses muçulamos trazem ou passam ao seus descendentes. São eles que se auto-segregram que se auto-excluem que impõem um apartheid de que culpam os governos europeus. Não existe grupo religioso mais bem tratado na Europa. O sr. PMP tinha a obrigação de saber isto. Se não o sabe, é incompetente na função universitária que ocupa. Se sabe, é simplesmente um demagogo mentiroso e manipulador das consciências dos leitores daquele jornal.
Gerações de imigrantes portugueses, espanhóis, tailandeses, italianos, peruanos, caraibenhos, irlandeses, brasileiros, ucrânianos, etc, não sentiram estes problemas não criaram problemas de descaracterização da paisagem cultural e axiológica dos países europeus hóspedeiros, nem nunca foram sentidos como uma ameaça. E muitos, mantinham na intimidade das suas vidas as tradições dos países de sua naturalidade. Portanto a falência do modelo multiculturalista deve-se inteiramente á voluntária vontade da maioria dos muçulmanos em recusarem viver numa cultura que desprezam. Não se pode por isso falar em imigrantes, porque os imigrantes muçulmanos são um caso muito á parte.
Em segundo lugar, quanto vezes é preciso dizer que o islão não é uma raça. Existem muçulmanos brancos, louros e de olhos azuis. Outros são negros e ainda outros cor de azeitona verde. O islão abarca numerosas raças, portanto chamar racistas a todos aqueles que amam a liberdade e se opõem aos desígnios  colonialistas do supremacismo islâmico, é mais um erro deste senhor. Pobres estudantes de tal curso que estão a ser enganados sem o saberem...
Em terceiro, quem não fez o trabalho de casa não foram os suiços. Foi mesmo o sr. Paulo Mendes Pinto. Estudos realizados em diversos países da Europa mostraram claramente que os imigrantes muçulmanos não contribuem para qualquer aumento  de percentagem do PIB desses países, bem pelo contrário. A maioria vive das benesses e da gratuitidade da seguranças sociais desses países.
Em quarto, o sr. PMP acaba tão mitómano quanto começou nesta sua pobre opinião. Atira-nos para cima a ideia de que os portugueses são um povo que recebe bem os imigrantes. Infelizmente, conheço muitos casos em que cidadãos brasileiros e africanos foram muito mal tratados neste país.
Enfim, o desespero provoca alucinações em espíritos fraquinhos e em mentes, que apesar de adultas, ainda não aprenderam nada de História...nem de Camões...
"Todo o Mundo é composto de mudança
 Tomando sempre novas qualidades..."

Monday, October 25, 2010

Ferreira Gullar Sobre Lula.


Numa extraordinária entrevista a um jornal diário português, o escritor brasileiro Ferreira Gullar põe os pontos nos is sobre Lula. A entrevista é extensa e deixo aqui só um breve resumo.
Sobre as relações entre o Brasil e o Irão de Ahmadinejad Gullar afirma:
" O Lula é um esperto. Só pensa no poder dele. Foi para o Ahmadinejad fazer o quê? Um bandido. Um facínora. O cara que diz que o atentado ás Torres Gémeas foi uma invenção dos americanos. Esse cara não tem qualificação de estadista. E o Lula trata dele como se fosse um estadista. Foi para lá achar que ia resolver o problema da pacificação porque  é doido. É megalomaníaco."
A entrevistadora sempre a tentar defender o Lula e a Dilma, já que o jornal onde trabalha é um  bom defensor de todos os demagogos politicamente correctos e da esquerda global, acrescentou que o argumento de Lula era o de fazer a ponte entre o Norte e Sul, entre o Ocidente e o Irão. Ferreira Gullar imparável, respondeu:
" Veja o seguinte: aquela luta dos palestinos tem 60 anos. Todos os estadistas do mundo tentaram resolver e não conseguiram. Eo Lula vai conseguir, sem ter lido um livro? O Lula que mal sabe quem é? Chega lá no Oriente, quando o Brasil não tem nada a ver com aquilo lá. Demagogo. Para ter projecção internacional, porque ele é "mega". Ele é a vergonha do Brasil. É uma vergonha."
A entrevistadora carrega nas tintas, e diz que o Lula tem prestígio internacional entre os governos do mundo. Gullar explica:
" Tem prestígio na área que acha que o operário é melhor. É a herança marxista que ficou. Hoje, todo o professor universitário acredita nisso. O operário é o salvador do mundo. Isso vem do facto do Brasil eleger um operário Presidente da República. E as pessoas não têm conhecimento do que acontece aqui. Será que um redactor do  Le Monde conhece o Brasil mais do que eu? Não conhece. Sabe de ouvir dizer. Há uma lenda em torno de Lula. A minha felicidade é que dentro de 3 mêses ele sai da televisão e me deixa em paz."
A jornalista pediu um comentário em relação ao que Maria da Conceição Tavares disse sobre Serra, que ele mudou para a direita.
" Queria só que ela me explicasse se ela é de esquerda. Porque, veja bem, o Lula é aliado de Collor de Melo. Ele é de esquerda? Por acaso a campanha deles é de esquerda? Aliado com Collor, aliado com o bispo Marcelo Crivella, que é um safado, braço direito do bispo Edir Macedo, que enriqueceu com o dinheiro das empregadas domésticas, criando a Igreja Universal do Reino de Deus. Acha que isso é de esquerda? A conceição Tavares afirmar que o Serra é de direita supõe que a Dilma é de esquerda. Então eu estou dizendo quais são os aliados da Dilma. A Dilma é de esquerda? Mas o PT não é de esquerda. É um partido corrupto. O PT de esquerda já acabou há muito.
O comunismo chegou ao fim. Nós todos que participámos dessa aventura, somos obrigados a reconhecer isso. Cumpriu a sua tarefa, mudou o mundo, a relação de trabalho, as conquistas dos trabalhadores. E esgotou a sua tarefa. Então se acabou a URSS, alguém sonha que vai fazer socialismo no Brasil? Estou abrangendo a coisa de maneira ampla. Porque é que as FARC viraram organização de narcotráfico? Porque não têm mais perspectiva. Vai fazer revolução na Colômbia? Socialismo? Acabou na URSS, acabou na China e vai começar na Colômbia?"

Excelente! Ferreira Gullar tem 80 anos, lutou contra a ditadura como comunista e esteve preso. Recebeu este ano o Prémio Camões e é um dos grandes escritores da Língua Portuguesa.
Na entrevista Ferreira Gullar ainda considerou a Dilma como uma marioneta do Lula que quer regressar ao poder em 2014. Chamou Lula, com razão, de ignorante, mentiroso, fome de poder e vergonha do Brasil.
Assim, sem papas na língua.

Sunday, October 24, 2010

Revisão Constitucional

As propostas de revisão constitucional que os partidos de esquerda vão apresentar, incluem o voto dos imigrantes nas eleições legislativas. O oportunismo desta malta é evidente. Tudo isto não passa de um truque cínico para ser usado com fins eleitorais. Não lhes interessa que manipulem desavergonhadamente os imigrantes, utilizando-os como animais amestrados, transformando-os em dependentes crónicos dos dinheiros da segurança social em troca de direitos eleitorais, isto é, de votos naqueles partidos. Se a coisa for para a frente, espero que alguém se lembre de inscrever também na Constituição Portuguesa, a obrigação dos imigrantes respeitarem os símbolos nacionais, a Igreja Católica e os valores dos portugueses...já agora, saberem falar Português, também deveria ser exigido.
Em Oklahoma nos EUA, uma revisão constituicional (Emenda) bem mais corajosa pode estar na calha. Um grupo de cidadãos lançaram uma campanha mediática contra o islamofascismo, no sentido de garantir apoios para uma Emenda Constituicional que proiba os tribunais americanos de considerem a lei islâmica, ou qualquer outra lei estrangeira. O grupo refere que a Emenda Constituicional irá prevenir o controle ou a tomada de poder, por extremistas islamistas a partir de dentro. Brigitte Gabriel referiu à comunicação social que "queremos ter a certeza de que os cidadãos de Oklahoma ficam completamente bem elucidados acerca da lei da sharia e das suas ramificações."
 Noutras noticias:
Um minarete de 21 metros de altura está a ser construído em Poitiers, a cidade onde em 732 Charles Martel correu, à espadeirada e à martelada, os exércitos muçulmanos invasores. Altifalantes serãos instalados, embora os tipos tenham prometido que iam ficar calados. Então, porque é que os estão a instalar? Os franceses são ingénuos, pois ainda se fiam nas promessas dos serracenos.
Dentro de pouco tempo, os franco-gauleses daquela região vão ter que se acostumar a ouvir 5 vezes por dia, que o Alá é o maior, que não há outro deus senão Alá, que o Maomé é o profeta ideal, e bacoradas do género. Paralelamente a esta profissão de fé, os sinos da igrejas continuam inacreditavelmente neutras - especialmente desde que só servem para indicar as horas.

Segundo o The Observer, a baronesa Warsi (ministra muçulmana) foi afastada por David Cameron da participação numa conferência islâmica, provocando uma amarga discussão no interior dos Tories, acerca de como é que o governo está a lutar contra o extremismo islamista.
A referida conferência é denominada, Global Peace and Unity Event, e é já considerada como a maior concentração multiculturalista da Europa e vai ocorrer em Londres. Os seus objectivos são contribuir para melhorar as relações comunitárias, embora observadores independentes, apontem que um bom número de oradores participantes são homofóbicos, apologistas da al-Qaida, de ataques suicidas e do terrorismo. A ministra Warsi, considerada uma voz importante dentro das comunidades muçulmanas, pessoalmente acredita que confrontar o fundamentalismo em público é mais eficiente. Paul Goodman, ex-ministro Tory das Comunidades afirmou que: "o objectivo dos organizadores é explorar os políticos usando a sua presença, para ganhar força, influência e credibilidade entre os muçulmanos ingleses. Os politicos não devem jogar esses jogo."

Saturday, October 23, 2010

Lyon (1)


Lyon : la manif des lycéens dégénère
Carregado por leprogres. - Assista aos últimos videos de noticias.

As mais violentas das "manifestações" á nova lei da reforma em França aconteceu em Lyon. Porquê Lyon? Descendo até aos anos oitenta, tentei procurar nos meus livros e revistas, as possíveis raízes desta violência. A história mostra-se longa, onde surpreendemente encontrei as origens da organização SOS-Racismo, as influências de alguns intelectuais de esquerda franceses e mãozinha "marota" do falso moderado islâmico,Tariq Ramadan.
Os imigrantes em Lyon, são maioritariamente oriundos do Norte de África, que foram (e vão) para França basicamente à procura de oportunidades pessoais. Isto em teoria. As oportunidades para uma vida melhor foram difíceis de encontrar. Em 1983, um pequeno número de jovens imigrantes em Lyon, infelizes com as suas próprias circunstâncias, organizaram um protesto político chamado "A Marcha pela Igualdade" para denunciarem publicamente as condições em que se encontravam, apelando á França democrática para ela mesma viver de acordo com os seus ideais igualitários.
Esse pequeno grupo pôs-se andar a pé, numa espécie de peregrinação, para Paris. A simplicidade do protesto capturou a imaginação e a simpatia popular francesa. Quando os marchantes chegaram á capital francesa, contavam-se ás centenas de milhar, e aquele protesto ficou conhecido como "A Marcha dos Beurs". Beur é o calão francês para os jovens árabes, sendo mais afectivo do que propriamente perjorativo ou irónico.
Estava ali um genuíno movimento de massas. Esta marcha originou, um ano mais tarde, a organização denominada SOS-Racismo, que se tornou também ela popular, não só em França. A SOS-Racismo organizou uma manifestação na Praça da Concórdia em Paris em 1985. Centenas de milhar de jovens participaram, mas agora não só arábes mas gente de todos as raças e credos, numa espécie de esplendor multicultural. A SOS-Racismo chegou ao ponto de estar na moda. Não era raro ver gente elegante com emblemas espetados em casacos, camisolas e malas da SOS-Racismo. Era gente determinada a lutar contra as diatribes racistas da Frente Nacional de Jean Marie Le Pen, cujos alvos eram os negros, árabes e judeus. Tanto quanto me parece, a SOS-Racismo lutava também naquela altura contra o anti-semitismo genético da extrema direita francesa. Esta organização promovia meetings nos subúrbios das grandes cidades, com árabes e judeus e negros conjuntamente e declararam um slogan que também se tornou popular, que afirmava "Touche pas à mon pote!" (não toques no meu compincha!).
Um bom número de figuras mediáticas estava por detrás do movimento que orquestravam a imprensa oferecendo também alguma dimensão intelectual. Marek Halter, um novelista popular, juntamente com o filósofo Bernard-Henri Lévy são só dois exemplos. Curioso é que depois da participação de Henri-Lévy nesta organização, e depois de participar também na denúncia dos ataques Sérvios a Sarajevo, Tariq Ramadan (neto de al Banna fundador da organização fascista A irmandade Muçulmana) tem a distinta lata de o insultar em 2003, (envolvendo também o jornalista holandês do NY Times, famoso pela sua dhimmitude, de nome Ian Buruma) como agente do Sionismo internacional. Mas isto são contas de outro rosário.
A SOS Racismo era uma organização esquerdista. Após 1985, Tariq Ramadan "reformista" salafita, vindo da Suíça de uma familia árabe abastada, deu à costa em França, e o resultado foi a derrota da esquerda que militava no movimento anti-racista e multicultural. Aliado á acção de Tariq Ramadan na secessão dos muçulmanos na SOS-Racismo, uma série de erros e de tolas manobras, tornou evidente á opinião pública o controle e a manipulação da organização a partir dos gabinetes políticos do Partido Socialista Francês. Em 1987, a SOS-Racismo estava já derrotada por um movimento mais recente em Lyon, em que Tariq Ramadan esteve particularmente envolvido, e que se chamava União do Jovens Muçulmanos (UJM), e que combatia tudo o que a Marcha dos Beurs tinha significado e tudo por aquilo que tinha lutado. A nova organização muçulmana lutava por justiça social, não nas tendências do esquerdismo liberal dos anos 80, mas invocando os principios do Corão do século VII. Em vez do slogan "Touche pas à mon pote!", o legado de al-Banna. Num exemplo demonstrativo, enquanto a SOS-Racismo fazia campanhas contra a discriminação dos jovens árabes e negros nos espaços de diversão nocturna,  a UJM fazia campanha violenta contra a entrada dos jovens árabes nos espaços de socialização nocturna. A auto-exclusão dos jovens muçulmanos, a guetização auto-imposta das populações árabes, foi o resultado directo das acção de Tariq Ramadan em todos este processo.
Em 1992, a UJM florescia. Inclusivamente abriram uma editora e uma livraria chamada Tawhid. Segundo Paul Laundau no livro The Saber and the Koran, a livraria Tawid, estava prenhe de livros e de cassetes anti-semitas, livros e cassetes que apelavam á jihad contra os cristãos.
(continua)

Friday, October 22, 2010

Enough Is Enough!

Nham! Nham! Nham! Oh! I love that smell in the morning...It smells like...victory.

 Em Shaw Heat, Manchester, um dono de um café teve que retirar o exaustor devido ao cheiro de bacon que ofendia as células olfativas e as crenças religiosas dos muçulmanos que por ali passavam. Parece anedota mas não é. De facto, os filhos de Alá, conseguiram forçar o dono do café a remover o exaustor. Os oficiais da Câmara local actuaram contra Beverley Akciecek, 49, depois de lhe terem dito que os vizinhos muçulmanos sentiam-se "fisicamente doentes" devido ao "mau odor" do bacon frito. Isto tudo num país que está repleto até ao vómito de burqas, barbas talibans, kebabs, balandraus sujos e mau cheirosos, mesquitas e minaretes. Um inglês teve a coragem, nos dias que correm é preciso ter coragem, de escrever e publicar a sua revolta:
"Enough is enough , if these people do not like what we eat in this country - or anything else for that matter then why don't they just P*SS OFF"
Eu teria escrito mesmo...FUCK OFF.

National Putrid Radio


Juan Williams foi despedido por ficar nervoso nos aviões perante a presença de muçulmanos a bordo.

O New York Post noticia que é agora passa a ser despedível qualquer pessoa que demonstre medo de um ataque terrorista muçulmano. Pelo menos no National Public Radio (NPR). Juan Williams, um analista politico naquela cadeia provou-o na pele. Juan Williams trabalha já há 10 anos para a NPR, e foi sumariamente despedido na quarta-feira passada após ter dito na Fox News que  ficava nervoso quando anda de avião onde passageiros envergando trajes muçulmanos também embarcavam. "Se eu vejo pessoas que vestem trajes muçulmanos", comentou ao pivot Bill O'Reilly, "eu penso que se estão a identificar primeiro e sobretudo como muçulmanos, eu fico preocupado. Fico nervoso."
Quem o pode culpar? Eu também fico, até com tiques nervosos mesmo, que não trajem com os habituais  balandraus. Basta que me aperceba, em qualquer vôo na Europa, que existe um falante árabe a bordo para ficar a suar. De facto 99,9% dos ataques, a ou com aviões, são da responsabilidade dos maometanos. Começou nos anos sessenta com os palestinianos, passando por Lockerbie, até ao 11 de Setembro. Os inúmeros ataques islâmicos aos aviões estão na causa da autêntica via sacra que as pessoas normais têm que aturar para poder embarcar. E certamente em todos os ataques o famoso grito de guerra Alah
Snack-bar foi concerteza uivado.
Juan Williams foi despedido por mero delito de opinião.
Que raio? Onde é que pára a democracia?

Teddy Roosevelt e o islão.


O Ocidente hoje, ainda possui o poder militar para derrotar o islão invasor . YES WE CAN.

As seguintes passagens foram escritas em 1916 por Teddy Roosevelt no livro “Fear God and Take Your Own Part”, e reproduzido no “What Every American Needs to Know About the Qur’an” por William Federer.

" O Cristianismo não é o credo da Ásia e da África neste momento porque no século VII os cristãos da Ásia e da África escolheram não lutar, enquanto os muçulmanos os ameaçavam. A Cristandade foi salva na Europa só porque os povos europeus lutaram contra o islão. Se os povos europeus do séc VII e VIII não tivessem tido capacidade militar, e gradualmente desenvolverem uma superioridade militar sobre os muçulmanos que invadiram a Europa nessa altura, o Cristianismo tinha sido exterminado.Onde os muçulmanos completaram a sua influência, onde quer que os Cristãos foram incapazes de resistir pela espada, o Cristianismo desapareceu completamente. Do machado de Charles Martel até á espada de Sobieski (passando claro pela espada de Afonso Henriques, digo eu), o Cristianismo deve a sua sobrevivência ao facto de ter sido capaz de lutar melhor do que o agressor muçulmano... A civilização da Europa, Americana e Australiana hoje existe devido ás vitórias de homens civilizados sobre os inimigos da civilização, devido às vitórias que perduraram pelos séculos de Charles Martel e de João Sobieski.
Durante milhares de anos, os cristãos da Ásia e de África foram incapazes de levar a cabo um guerra bem sucedida contra os conquistadores muçulmanos; e em consequência o Cristianismo desvaneceu-se desses dois continentes; e hoje ninguém consegue encontrar quaisquer dos "valores socias", de qualquer maneira que sejam entendidos, na esfera de influência dos maometanos. Tais "valores sociais" hoje ainda existem na Europa, América e Austrália, graças ao poder bélico que os Europeus tiveram no passado que os permitiu derrotar o invasor muçulmano."