Os monges budistas são das pessoas mais pacíficas do mundo. Apesar disso, são frequentemente decapitados por muçulmanos jihadistas.
28/01/2011.
Nove budistas foram mortos no Sul da Tailândia por jihadistas islâmicos que querem implementar um estado islâmico na zona. Monges budistas, professores, membros das forças armadas, cidadãos tailandeses em geral, todos são alvo dos muçulmanos. O nível de ódio contra os não-muçulmanos está a aumentar na proporção da incompetência do governo tailandês em derrotar este cada vez mais radical movimento separatista. O objectivo dos muçulmanos, é islamizar completamente o Sul da Tailândia que compreende as regiões de Narathiwat, Yala e Pattani, exterminar a religião budista e erradicar os budistas daquele território.
Entretanto, a religião da paz matou mais quatro pessoas na Rússia. O que é que seria uma semana de um país infestado pelo islão sem uma explosão assassina?
O surpreendente sucesso das manifestações na Tunísia - apesar do governo do presidente em fuga estar grandemente intacto - parece ter inspirado a "rua árabe". Clamores continuam-se a ouvir no Iémen, na Jordânia e no Líbano. Mas é no Egipto que o reviralho está mais perto de acontecer. Os optimistas de sempre, depositam grandes esperanças nesta revolta popular.
Também surpreendentemente, no Egipto o único "cão que não ladra" é a Irmandade Muçulmana. O regime de Mubarak teme-os muito mais do que os jovens manifestantes da classe média, que gaseia pacientemente com gás-pimenta nas ruas do Cairo e Alexandria. Em certa medida, os revoltosos são "gente do passado", descendentes dos nacionalistas seculares da geração imediatamente anterior à dos chamamentos da sereia do islamismo. Sonham com aquilo que nós chamamos de "sociedade aberta", com eleições multipartidárias e com todas as garantias de uma democracia constitucional: liberdade de expressão, segurança das pessoas e bens, leis seculares e pouca corrupção, igualdade de oportunidades, etc.
Analisando um pouco mais de perto a sociedade egípcia, facilmente concluiremos que uma sociedade do tipo Ocidental é muito difícil de construir mesmo neste país árabe relativamente avançado. Só a título de exemplo, os iliterados são o triplo das pessoas que possuem alguma instrução.
Do ponto de vista Ocidental, o povo manifestante é considerado a classe média. São aqueles que beneficiariam de um tipo de governo constitucional como os que existem na Europa. São também exactamente estes que mais sofreriam se o poder caíssem nas mãos da Irmandade Muçulmana. Constitutuem, de uma maneira geral, a mesma classe social que se revoltou em 1979 no Irão e acabou por ser massacrada pelo regime dos ayatollahs. Cá para mim, e espero que me engane, o que estamos a assistir no Egipto é a derradeira "cartada de mão" para atingir o poder daquilo que poderemos chamar a classe média egípcia.
A maioria dos ocidentais finge não saber que a Irmandade Muçulmana pode colocar muito mais gente na rua. Podem subverter a lealdade da polícia e dos militares, já ressentidos com os endinheirados da burguesia e transformar as grandes cidades do Cairo e de Alexandria num caldeirão revolucionário islamista. Para já permanecem neutrais porque esta não é a sua revolução, e devem ver com agrado, o regime autocrático de Mubarak e a classe média frustrada, a enfraquecerem-se mutuamente. O seu momento chegará quando Mubarak cair.
No Líbano, o Hezbollah efectivamente tomou o poder, e a mesma classe média que em 2005 foi para a rua demonstrar o seu desgosto e que brevemente triunfou na Revolução de Cedro, está hoje completamente subjugada pelos islamistas porque são eles quem têm as armas e a vontade de poder. E a sociedade aberta libanesa é hoje uma coisa do passado...acabou.
E aqueles que se sentem esperançosos sobre o destino do Egipto devem explicar e fundamentar as razões do seu optimismo.
O "banho" que a esquerda burguesa tomou nestas Eleições Presidênciais foi monumental. O Manel Alegre, e o seu gang de esquerdistas bafientos do Bloco, levaram uma tareia eleitoral das antigas. Não sei a que preço estará o melão, mas apesar de não ser fruta da época, deve estar barato.
Curiosamente, faltou alegria á campanha do Manel Alegre. Faltou música. Se me tivessem pedido a opinião, eu teria aconselhado o seguinte, e bonito, trecho musical para hino de campanha do Alegre e sus muchachos. Estou convicto de que as meninas rabinas do Bloco davam conta do recado, abanando ao manifesto, solidariamente e em ruptura, suas belas, boas e bem tratadas ancas, com esta linda modinha sul-americana, adaptada pelas Terry Twins.
Será que a Rússia e o Mundo já esqueceram as crianças massacradas pelo islão em Beslan? Pelos sinais que nos chegam já.
Enquanto no Ocidente a comunicação social que "leva a água ao moinho" do islão se recusa a utilizar a expressão "islâmico" seguida da palavra "terrorismo", preferindo referenciar os autores do atentado com eufemísmos do género, "separatistas do Caúcaso", em Moscovo começou a "dança do empurra".
Culpa-se a polícia, culpa-se a segurança, culpa-se o Primeiro-Ministro e o Presidente, culpa-se tudo e todos menos aqueles que devem ser culpados - OS MUÇULMANOS - que estão só na origem de todos os atentados terroristas ocorridos na Rússia desde a queda da União Soviética.
Fazer de conta que não são os muçulmanos que realizaram mais esta carnificina (a única realização material do islão é o assassínio e o genocidio) é massacrar pela segunda vez as centenas de crianças da escola em Beslan.
O melhor tributo que se pode fazer às famílias e ás crianças assassinadas pelo islão em Beslan, mais ás dezenas de vitímas do Teatro em Moscovo, mais ás dezenas de vítimas do aeroporto de Domodedovo, mais ás dezenas de vítimas de Londres, mais ás centenas de vitimas de Madrid, mais aos milhares de vitimas das Twin Towers, mais às centenas de passageiros nos aviões do onze de Setembro, mais às centenas de milhar de vítimas do Darfur, mais aos milhares de vítimas dos tailandeses do sul, mais aos milhares de vítimas dos israelitas, mais às dezenas de vítimas dos turistas no Egipto, mais ás centenas de vítimas dos Cristãos Coptas, mais ás centenas de vítimas em Bali, mais a todos aqueles que foram e são assassinados, violados, massacrados, submetidos ao obscurantismo e ás trevas do corão....o melhor tributo á sua memória é derrotar o islão por todos os meios ao alcance da humanidade.
Moscovo, 24 Jan (Lusa) - Uma forte explosão no Aeroporto Internacional Domodedovo, em Moscovo, provocou hoje pelo menos trinta e um mortos e mais de uma centena de feridos, anunciou o Ministério da Saúde da Rússia.
A cabeça do terrorista foi já recuperada e... surpresa! Pela aparência parece tratar-se um árabe.
Testemunhas citadas por agências russas referiram que o número de mortos pode chegar aos 70, enquanto uma representante do Ministério da Saúde russo disse que pelo menos 20 dos feridos se encontram em estado grave.
Segundo testemunhas citadas pela imprensa russa, a explosão ocorreu na zona de recolha de bagagens, mas as autoridades alfandegárias afirmam que terá ocorrido num café situado na zona da saída do setor internacional do aeroporto.
As autoridades enviaram para o local mais de 20 ambulâncias para transporte dos feridos e os bombeiros encontram-se no local a combater o incêndio provocado pela explosão.
Fontes policiais citadas pela agência Interfax, indicaram que a carga explosiva teria sido acionada por um suicida.
O Serviço Federal de Segurança (FSB, ex-KGB) da Rússia confirmou ter-se tratado de um atentado terrorista, mas não avança a forma como foi acionado o explosivo.
Os serviços secretos ordenaram o reforço das medidas de segurança nos restantes aeroportos de Moscovo e a polícia reforçou fortemente as medidas de segurança na capital russa.
Testemunhas no local citadas por estações de rádio, dizem que muitas pessoas se encontram deitadas no chão do aeroporto, onde a visibilidade é má devido ao fumo e que houve pânico entre os numerosos passageiros que se encontravam no edifício.
A polícia continua a evacuação do edifício do aeroporto e encerrou o movimento de aviões, estando os voos a ser desviados para outros dois aeroportos de Moscovo.
O Sol mantem a sua atividade minima sem ECM sem tempestades, sem aumento do indice geomagnético… nada de nada, tudo como em 2010.
O minimo solar continua rumo ao um GRANDE MINIMUM como o de Maunder ou de Dalton.
Tempos de clima frio estão se aproximando, porqué é SOL que manda no clima da Terra, porqué é o SOL que em décadas, aquece ou arrefece os oceanos. Estamo-nos a dirigir para uma nova fase de frio intenso.
Entretanto, na Sexta-Feira passada, o astrofísico Piers Corbyn, sobre as alegações dos lobis ambientalistas-esquerdistas, de que o ano de 2010 foi o mais quente de sempre, afirmou curto e grosso:
"This is bullshit, the idea that warming can somehow cause cooling is fiction and lies created by the global warming lobby."
E continuou em grande:
"These are the same people who told us that snow would become a thing of the past in Europe. They told us we would have ongoing hotter and hotter summers. Ongoing warmer and warmer winters. That has not happened. All their predictions have failed. Absolutely. ALL of them. ALL their predictions. Now they're saying that warming is cooling. It's nonsense. It's utter nonsense. They're acting like a failed cult whose predictions have not come true. Their predictions are also fraud. I'd like to know what happened to the 62 percent of stations they have removed.They lie about their forecasts. This is bullsitt. These people cannot be trusted with anything."
A partir do próximo mês de Fevereiro já se pode adquirir o livro de Rebecca Bynum, intitulado, "Allah Is Dead: Why Islam Is Not A Religion.
Aqui no Neuromante, bem como em centenas de sites da Resistência contra a islamização do mundo Ocidental, temos defendido a tese de que o Islão não é mais do que um sistema político-ideológico totalitário que veste as roupagens de religião. Na realidade o islão é uma prisão, e todos aqueles que lhe tentam escapar são, na maior parte dos casos, assassinados.
Os interessados em reservar desde já o livro da Amazon aqui.
Muitos reformadores muçulmanos têm sido doutrinados por esta islamização do Conhecimento o qual ensina a aplicação da ijihad - o princípio da interpretação legal - mas num movimento circular onde os preceitos corânicos são modernizados. O Pensamento Ocidental e a Ciência são integrados numa interpretação islâmica.. Este movimento, muito próximo das tendências selafitas e wahhabitas (financiadoras morais do terrorismo islâmico), reproduz nos tempos modernos, um sistema paralelo e similar induzido no Corão, a islamização do Judaísmo e do Cristianismo. A mistura de uma abertura moderna (ijihad) ligada a todo um conjunto de valores tradicionais confere aos seus seguidores uma ambiguidade suspeita. De facto, todo este movimento foi já planeado e explicado por al-Tohami no encontro da Organização da Conferência Islâmica, em 1974 em Lahore.
Parece não ter qualquer consequência, para uma Europa pós-religiosa, um Jesus considerado como um profeta do islão ou um Judeu inspirado pela Bíblia. Mas desta questão depende, contudo, o cerne da fé Cristã - bem como da sobrevivência dos valores fundamentais da Civilização Judaico-Cristã. Para além dos aspectos teológicos, os quais já não interessam ás Igrejas que já aceitaram a dhimmitude, a ideia que o islão na verdade precede o Cristianismo e o Judaísmo, vai contra o racionalismo e contra a cronologia lógica Ocidental, que são as verdadeiras bases da Ciência e das suas realizações.
A omissão de uma referência clara ás raízes Judaico-Cristãs da Civilização Europeia no preâmbulo da Constituição Europeia entretanto imposta às suas nações, demonstra o repúdio do passado concretizado por uma elite política europeia determinada, não em construir uma Europa Unida, mas pelo contrário, a Eurábia.
Esta obliteração da memória histórica europeia, para servir de bandeja o conceito árabe-islâmico da História, torna possível a difusão de toda a espécie de negacionismos e de uma pseudocultura baseada na culpa, (na qual a veneração do mito do al-Andaluz e do culto palestiniano são os principais aspectos), que afasta o conhecimento, e por conseguinte a sua difusão em meios académicos e comunicacionais, da verdadeira realidade jihadista e da dhimmitude, na histórica ocupação islâmica da Espanha. Assim a rejeição do carácter Judaico-Cristão da Civilização Europeia tem como principal objectivo integrar as cada vez maiores populações muçulmanas invasoras.
Em 1982 al-Faruqui no seu livro acerca da umma escrevia:
"a palavra umma não é traduzível, não é sinónimo de "povo", ou "nação", ou "estado". O seu território não é só toda a Terra mas também toda a criação. Não é restrita também a qualquer raça....A umma é uma espécie de "Nações Unidas" com uma ideologia forte e compreensível, um governo-mundial e um exército mundial para fazer valer as suas decisões. A umma é a ordem social do islão, e o movimento que visa concretizar os seus objectivos, é a jihad."
Algumas páginas á frente, Faruki descreve a missão universal da umma:
" Ela existe apenas como um instrumento do divino para encontrar concretização no espaço e tempo. Ela constitui a matriz da revelação definitiva de deus, o instrumento da sua vontade, o ponto onde o divino encontra o cosmos, e aqui o cosmos é lançado na sua infinita marcha em direcção ao cumprimento do propósito divino. Como o corão o coloca elequentemente, a umma existe para que a palavra de deus seja suprema". Deus nos livre, digo eu.
Os princípios da islamização do conhecimento tem avançado nas escolas europeias, especialmente naquelas com uma maioria de estudantes muçulmanos. Na Inglaterra, a Muslim Educacional Trust, exigiu um regime específico baseado nas regras islâmicas para as crianças muçulmanas nas escolas, e a revisão dos conteúdos curriculares considerados não-islâmicos. Os muçulmanos também exigiram que professores dos países árabes fossem trazidos para ensinar árabe aos filhos dos árabes, e o árabe fosse ensinado na Europa como qualquer outra língua europeia. Isso é que era bom né?
Nos EUA em 1994, os professores foram iniciados em educação islâmica através do programa Strategies and Stuctures for Presenting World History, publicado pela Council on Islamic Education (CIE).
Este programa, editado em livro, clama por um escrupuloso exame dos livros escolares a fim de se certificar que estão de acordo com a perspectiva islâmica da História universal. Strategies and Structures rotula os historiadores ocidentais e os cientistas de triunfalistas, autoritários e mentes fechadas. Afirma que os ensinamentos ocidentais victimizam os imigrantes e defende uma cosmovisão elitista que inculca uma perspectiva miope de outras sociedades, difundindo assim velhas ideias, - "velhas suposições, abordagens antigas e velhos factos" - baseados em fracas investigações que conduzem á superficialidade e ao preconceito cultural. Os novos livros escolares devem eliminar esta estreita e egocêntrica perspectiva ocidental, e serem corrigidos com o conhecimento e cosmovisão islâmicas.
De uma maneira esperta, este revisionismo histórico foi inoculado no meio de cultura intelectual receptivo dos meios académicos esquerdistas do relativismo cultural, de ambos os lados do Atlântico. Proliferando como bactérias em agar, esta ideologia tornou-se dominante, primeiro nos meios académicos, extravasando depois para outros sectores da sociedade, como os da comunicação social e da política. O desdém e a difamação da cultura ocidental, quer pela extrema-esquerda política, quer pelos mass-media jogando em sintonia, tornou-se única e absoluta, afastando e censurando do espectro comunicacional qualquer opinião contrária. O insulto fácil, ampliado por uma comunicação social sempre colaboracionista, anulou todas as vozes cientificamente autorizadas que se poderiam opôr a este visão da História e da Cultura Ocidental. Conscientes ou não, os novos "historiadores" promovem a visão torpe e depreciativa do Ocidente plasmada por Edward Said no seu radical livro escrito em 1978 chamado Orientalism; bem como da representação que al-Faruqi faz do islão como sendo a matriz do judaísmo e do cristianismo e a fonte de todas as profecias ...apesar de ter aparecido muito mais tarde na História. Edward Said, um cristão que cresceu no Egipto e que se reinventou a si próprio mais tarde como um refugiado palestiniano declarou "que todo e qualquer europeu, naquilo que poderia dizer sobre o Oriente, é consequentemente um racista, um imperialista e quase que totalmente etnocêntrico."
Esta visão tornou-se prevalecente e na Europa e mais concretamente na Comissão Europeia, com as consequências que estamos assistir. A tranformação da Europa num espaço ideológico-geográfico denominado Eurábia.
Os nossos filhos e netos não nos vão perdoar porque vão ter que combater...Não vão compreender como sucumbimos tão facilmente ás tretas de uns atrasados barbudos islamo-fascistas e de uns esquerdistas infantis... a tender para o senil, como diria Vasco Pulido Valente. E vão ter que combater... pela liberdade que no presente lhes estamos a negar.
A contribuição da ideologia do islamismo para o avanço das ciências é mínimo. Na época dourada da expansão muçulmana, a maior parte do "conhecimento árabe" foi importado da Grécia e da India, traduzido e usurpado. A quantidade de livros que a Península Ibérica no seu conjunto edita anualmente é maior do que a quantidade de livros traduzidos e editados em todo o mundo muçulmano, desde o séc. VII. Porquê? Porque o corão é a base de todo o conhecimento. Por isso, pese a ostentação arquitectónica dos Dubais e dos Qatares, pouco mais além da idade da pedra estão. E em termos axiológicos estão mesmo nas grutas.
No seguimento do post anterior, e baseado nas investigações levadas a cabo pela historiadora Bat Yor, vou deixar aqui algumas pistas, sobre como a educação no espaço europeu também é inspirada pela islamização... também se entranha nos livros escolares europeus.
O Diálogo Euro-Árabe (DEA) monitorizou a implementação da simbiose Euro-Árabe em todos os níveis. O servilismo e o preconceito de muitas instituições académicas corroeu as normas, os critérios e a necessária disciplina para um estudo académico objectivo. A sua submissão a um poder político inteiramente dominado pelo materialismo politico-económico faz lembrar a auto-censura e o controle sobre as academias e universidades exercido pelo Nacional-socialismo e pelo comunismo.
O principal instrumento desta política é o International Institute of Islamic Thought (IIIT) fundado em 1981 por Ismail Raji al-Faruqi. O IIIT foi criado para desafiar a filosofia e a educação ocidental, que eram e são consideradas uma ameaça para a umma, a nação universal muçulmana. O instituto e os seus tentáculos, chegam agora a toda a Europa, ao Canadá e aos EUA, conduzindo pesquisa e programas educativos que introduzem um novo conceito: a islamização do Conhecimento. Esta perspectiva afirma que o Conhecimento Revelado (o islão) é a fonte de todo o conhecimento, e ao seu mensageiro, Maomé, foi-lhe confiada a orientação e o controle de toda a humanidade. Historicamente, de acordo com este ponto de vistra,, a islamização do conhecimento permitiu as ciências, a arte e a medicina floresceram no mundo muçulmano, assegurando um milénio de dominação muçulmana sobre o mundo. O Conhecimento Ocidental simplesmente foi emprestado pela "ciência" muçulmana. Nesta óptica, o seguimento, o recomeço da islamização do conhecimento nos nosso tempo restabeleceria aos muçulmanos o seu património, que foi tomado pelo Ocidente. Imaginação fértil não lhes falta...
O projecto IIIT para a re-islamização do Ocidente foi proposto pelo próprio Faruqi. Ele via que não tinha existia qualquer esperança para o renascimento da umma, a não ser que o dualismo na educação dos muçulmanos nos países europeus que separa o religioso do secular, fosse abolida para sempre. A islamização do Conhecimento constitui uma parte fundamental da jihad contra a Europa e o Ocidental, pois destina-se a preencher o vácuo criado quando a Civilização Ocidental finalmente colapsar às mãos dos muçulmanos.
David G. Littman, historiador inglês e activista dos Direitos Humanos, dirigiu-se em Agosto de 2004, por escrito e oralmente, numa palestra do Primeiro Simpósio Internacional sobre os "Os Egipcios Coptas: Uma Minoria Cercada" na sub-comissão dos Direitos Humanos da ONU, em Zurique. Descreveu, com factos, como os Cristãos Coptas são mal tratados, descriminados e assassinados no Egipto pelo islão, só por serem cristãos. A atenção da Europa, ou melhor da Eurábia, ao longo de todos estes anos, para com a perseguição dos Coptas pelos muçulmanos, foi... zero.
Meses antes deste simpósio, mais concretamente em 5 e 6 de Maio de 2004, em Dublin ocorreu um encontro Euro-Mediterranico dos ministros dos negócios estrangeiros onde concordaram na criação da Fundação Anna Lindh para o Diálogo das Culturas, e cujo quartel-general foi estabelecido em Alexandria, no Egipto. Anna Lindh, foi ministra sueca do Partido Social-Democrata e esfaqueada até à morte por um lunático em 2002. Essa senhora, promoveu na Europa e nos EUA, durante anos, as tácticas de Arafat e anunciou pessoalmente o boicote sueco aos produtos israelitas; não satisfeita, tentou convencer a UE a suspender as relações com Israel e condenou Bush pela sua política no Médio-Oriente. Dando-se o nome da ministra sueca à Fundação, significa que se aprovou a política dela para a região. O Egipto foi seleccionado para albergar no seu território a Fundação para o diálogo das Civilizações apesar do relatórios provenientes das embaixadas, ONGs e grupos de Observação dos Direitos Humanos, afirmarem claramente que os Cristãos e a Europa são claramente demonizados no Egipto, nomeadamente nos livros escolares aprovados pelo governo de Mubarak. A Eurábia é rica em cinismo e hipocrisia.
Em Março de 2004, o Center For Monitoring The Impact of Peace (CMIP) publicou um compreensivo relatório em 139 textos escolares, quer do sistema estatal de ensino quer do religioso egípcio. Enquanto reconhecia elementos positivos no sistema estatal, como por exemplo, a posição favorável dos Coptas, o relatório apontava a resilência dos estereótipos negativos dos não-muçulmanos. Os textos escolares ensinam a visão tradicional que afirma que o islão é a única religião, que a Bíblia distorceu. Israel, não é reconhecido como um estado soberano. Nesses 139 livros, utiliza-se a expressão -Estado Judeu- duas vezes e a paz é condicionada pelas exigências árabes. A Europa é demonizada sob a expressão "cruzados" e "imperialismo" e a sua história completamente desvalorizada. A arqueologia e a História do Médio-Oriente - antes do aparecimento do islão e das conquistas árabes do séc. VII - estão arabizadas e islamizadas. Os livros das escolas religiosas continuam a ensinar a jihad, com a tradicional decapitação dos infiéis descrita na tal universida al-Azhar, onde o Obama discursou excitado. As regras obrigatórias da dhimmitude também não são esquecidas. Tudo isto foi descrito por David Littman na tal Sub comissão da ONU.
Como é que se explica que não se ouça uma só palavra dos responsáveis da UE, sempre tão atentos aos "direitos" dos muçulmanos na Eurábia, sobre os assassínios de cristãos, no Egipto, no Iraque, no Sudão, na Indonésia, etc?
A resposta é simples: o islamismo entrincheirou-se nos centros nevrálgicos estratégicos da Europa, estando a elaborar um engenharia socio-política irreversivel em direcção à dhimmitude: a sua obediência respeitosa ás regras da sharia em relação ao comportamento social e político, ao ensino e ao género, são a prova disso. A responsabilidade, diria mesmo a culpa, é da Comissão Europeia, que fixou uma agenda política, organizou o financiamento para impor esta agenda através de todo o espaço, político, económico, cultural, religioso e social da União Europeia.
Por isso neste inicío do ano da Graça de 2011, faço votos para que a UE, a terra da dhimmitude, seja destruída, pela crise económica ou por qualquer outra.
O artigo de opinião de Helena Matos que ontem saiu no Público, a meu ver, é dos melhores artigos do ano de 2010. Bullseye, isto é na mouche! Ou quase. Eu distinguiria duas situações:
Primeiro, geração dos anos 60 americana foi diferente da europeia. Foi bastante mais produtiva e fizeram algo para bem da humanidade. Os Neo-Cons vêm desta geração, por exemplo. De facto, o que ali se passou, foi uma revolução de mentalidades, que correu bem porque o lirismo esquerdisto-pacifista degenerou, e os hippies, freaks e outros da contra-cultura do LSD, deram em bons criativos em diversas áreas, desde a informática até à conquista do espaço. Isto de uma maneira geral, é claro.
Por cá na Europa, viraram-se para o maoismo, para o anarquismo e para o terrorismo, do tipo Brigadas Vermelhas ou Baader-Meinhof, inspirados por ideologias do Séc.XIX. Os moderados, entretanto, passaram a viver do e para o “estado social” tentacular, mafioso e degenerativo da economia e da sociedade, como Helena Matos bem o caracteriza.
Por outro lado, quanto a mim, a geração mais perniciosa é a pós-punk, aqueles que não ouvem nada antes dos Joy Division. Estes saudosistas-invejosos do PREC, andavam de fraldas e chupeta quando o 25 de Abril e eventos seguintes ocorreram. Vendendo a alma ao diabo, dando anos de vida para terem vivido o Verão quente de 75, são estes sobretudo, pelo menos a maioria, que alimentam partidos burguesitos e extremistas como o Bloco de esquerda, na esperança miraculosa de viverem aquilo que lhes passou ao lado. No fundo ainda andam de bibe só que agora em vez do Pato Donald na fronha têm uma estrela vermelha estampada.
As forças americanas estacionadas no Afeganistão vão colocar no terreno os tanques M1A1 Abrams na província de Helmand, fornecendo maior capacidade de fogo ao US Marine Corps no combate aos terroristas islâmicos. O Major General Richard P Mills que dirige o comando Sudoeste da International Assistance Force (ISAF), afirmou que aquela província é uma boa zona para a inclusão de tanques no campo de batalha. A introdução dos M1A1 no Inverno gera uma vantagem superior de fogo devido às suas capacidades ópticas de longo alcance, podendo atingir o inimigo a grandes distâncias.
Noutras noticias: Os dissidentes norte-coreanos avisaram que o regime da Coreia do Norte está a desenvolver minas e torpedos nucleares ameaçando as bases navais sul-coreanas e japonesas, bem como os porta-aviões americanos. As minas nucleares não requerem grande tecnologia e por isso podem ser fabricadas imediatamente.
Na Alemanha, o Bundesamt fur Wehrtechnik und Beschaffung, qualquer coisa como, Departamento Federal de Tecnologia de Defesa, entregou ao exército alemão os primeiros dois novos IFV (Infantry Fighting Vehicles) chamados Puma (em baixo). Estes novos IFV vão substituir os velhinhos Marder 1 IFV que entraram ao serviço em 1971.
Os alemães, bem como os japoneses, que só possuiam forças defensivas de poder muito discreto, estão, apesar dos anúncios pomposos nos cortes de orçamento na defesa, a modernizar as suas forças armadas em todos os segmentos... e os inimigos estão bem identificados.
Entretanto Israel procura expandir as suas ligações militares á Grécia devido ao rift com a Turquia gerado pela ascenção do islamismo ao poder na Turquia. Uma delegação israelita de alto nível, constituída pelo Ministro da Defesa e funcionários, viajaram recentemente para a Grécia, no sentido de discutirem um negócio com as forças armadas gregas, envolvendo o upgrade das esquadrilhas de F-16 e a possível compra de um sistema de radar fabricado pela Israel Aerospace Industries e pela Rafael Advanced Defence Systems. Devido às dificuldades económicas a Grécia poderá pagar estas aquisições no domínio militar em prestações e durante diversos anos.
A velha máxima que diz que "o inimigo do meu inimigo meu amigo é" ainda é válida e na minha opinião a Turquia devia ser pura e simplesmente expulsa da NATO, pois não é possivel, creio eu, que um membro desta organização mantenha um jogo diplomático-militar duplo com o Irão, o maior inimigo do momento da NATO e da paz no Médio-Oriente.
"O único problema com o fundamentalismo islâmico são os fundamentos do islão"
Neste clip podemos ver o proeminiente activista ateu Sam Harris, a referir que as religiões não são todas a mesma coisa. Ele explica exactamente porque é que o islamismo fundamentalista é inerentemente perigoso, especialmente comparado com outras formas de fundamentalismo das outras religiões.
A fita usual: Aderentes da "Religião da Paz" planeavam explodir com a sede de um jornal dinamarquês, que teve a audácia de publicar uns cartoons os quais fiéis islâmicos não apreciaram. O primeiro objectivo de mais uma acção terrorista do islão era matar o maior número possível de não muçulmanos. Cinco mouros foram presos numa operação da polícia dinamarquesa com a colaboração da polícia sueca, que permitiu impedir que o ataque iminente se consumasse. Os serviços de inteligência dinamarqueses prenderam quatro homens em dois raids nos subúrbios da capital, Copenhaga, tendo apreendido uma metralhora, um silienciador e munições. A polícia sueca comunicou por sua vez, ter prendido um homem de origem tunisina. Mais prisões podem ocorrer nas próximas horas, uma vez tudo leva a crer que os detidos fazem parte de uma mais vasta rede terrorista. Um dos presos na capital dinamarquesa, é um iraquiano que procurava asilo político.
O grupo planaeva entrar no edifício do Jyllands-Posten e matar o maior número possível de pessoas ali presentes.
Os fundamentalistas dispostos a cometerem actos de barbárie terrorista são mais do que as mães. Esta é mais uma prova de falta de controle colectivo da raiva por parte dos muçulmanos firmemente radicado no corão, fonte do supremacismo islâmico e da violência para o conseguir.
O astrofísico Piers Corbyn, fundador da Weather Action, afirmou que este inverno vai ser a batalha de Estalinegrado para a igreja do aquecimento global : "Vai ser longa e dura, os cidadãos vão sofrer com o muito frio, mas vai ser o principio do fim da pseudo-ciência do man made global warming que se tornou uma religião. Pierre Corbyn afirmou ainda que nós "ainda não vimos nada", pois segundo o cientista esta semana pode ser dramática, quer para os EUA quer para a Europa, com recordes de queda de neve centenários.
As previsões Piers Corbyn para a última semana do ano são más: Duas ondas de nevascas entre 25 e 27 de Dezembro e 29 e 30 para o Sudoeste das Ilhas Britânicas, para o Noroeste da Europa, na Escandinávia, Benelux, Norte da Alemanha, Norte da Polónia e talvez ainda para os Estados Bálticos.
Entretanto na Inglaterra, há já quem pense responsabilizar o Met Office, a BBC e outras organizações que, sequestradas pela ideologia verde do aquecimento global, contribuiram decisivamente para a impreparação do país face a esta calamidade climática. Surpreendida pelo caos, a Grã Bretanha está a sofrer a maior vaga de frio desde que há registos históricos, isto é, desde 1659.
O Met Office, teve o descaramento de aconselhar o governo a não gastar biliões de libras na preparação de um inverno duro, porque segundo eles os invernos duros são um acaso uma vez que o clima está aquecer, e só existiam 20% de hipóteses de tal se verificar. No entanto, os cientistas do Weather Action, cépticos do aquecimento global avisaram que este iria ser um inverno inimaginavelmente frio.
Eles avisaram, mas a propaganda verdusca do global warming foi mais forte.
O Met Office (MT), o instituto de meteorologia inglês, devia ser distinguido por Sua Majestade, com uma medalha de cortiça pela incompetência prestada ao reino. Os erros são recorrentes, mas este ano, o caso torna-se mais sério, pois os senhores, talvez condicionados pela ideologia do aquecimento global de que são dos principais cultores no Reino Unido, previram um Inverno suave e ameno. Como se vê, o que nos está a acontecer cá pela Europa é o pior Inverno em 100 anos.
A cretinice climática infelizmente não é só apanágio de alguns técnicos da meteorologia inglesa. Atarantados com tal dose polar de frio, os warmers de todas as geografias vêm agora tentar convencer-nos, através da sempre colaboradora imprensa mainstream, que afinal o frio deve-se ao calor, isto é, os invernos estão mais frios porque faz mais calor. Estou convicto que Alice, mais conhecida por Rui Tavares, especialista em Tudologia, vem na Segunda-Feira, confirmar num jornal diário, onde discorre umas larachas esquerdisto-libertárias, que, afinal o barbeiro cortante que se faz sentir, é a prova provada do aquecimento global provocado pelo capitalismo, pela direita política internacional em geral e pelos Neo Cons em particular, pelo nefasto inesquecível GW Bush e pelos pequenos mafarricos dos israelitas.
Brincadeira á parte, os tipos do Potsdam Institute for Climate Impact Research na Alemanha, embrenhando-se no mundo informático em salas com o ar condicionado ligado a topo, calcularam nos seus computadorzinhos de estimação, que afinal, este frio estava desenhado pelos modelos informáticos. Só que eles ainda não tinham reparado bem na coisa, isto é nas evidências digitais. Argumentando que se mais gelo se fundir a Norte da Noruega e na Rússia, liberta-se mais calor para a baixa atmosfera ártica, empurrando assim as massas de ar árticas para o Sul em direcção á Europa Central. Esta explicação peregrina não comporta qualquer outro tipo de desenvolvimento científico ou especulativo, como seja por exemplo, quais as quantidades de fusão de gelo seriam necessárias para que o calor produzido influenciasse a dinâmica atmosférica. Pura magia portanto.
Outro azar desta "esplicação" está no facto das zonas onde estes senhores esperavam ar rasteiro mais quente, estarem atafulhadas de neve e gelo até dizer chega. Se não fosse suficientemente grave os dados observáveis não caberem dentro da teoria do aquecimento global, diferentes técnicos (recuso a chamar-lhes cientistas) daquele instituto entraram em contradicção total, para pasmo da opinião pública alemã. Assim, o sr. Vladimir Petuchov explicou às massas médias ignaras que os Invernos duros não refutam o aquecimento global mas pelo contrário confirmam-o. Já para o sr. Stefan Rahmstorf num artigo intitulado, Hard Winter Not a Sign of Climate Change, defendeu que o aquecimento global provoca Invernos mais amenos. Fazendo então a média de opiniões destes dois partidários da teoria do aquecimento global, poderiamos concluir que vamos passar a ter Invernos rigorosos mais quentes. Estão a ver bem a coisa? Estes tipos nem sequer acertaram a história previamente. Na Terça-Feira passada, uma conferência de imprensa no Instituto de Potsdam acabou num caos total de explicações mal amanhadas.
É caso para concluir como fez Jared Olar do Echo-Pilot.com: „An idea may be true, but if it is incapable of being ‘falsified’ or proven wrong, then whatever else that idea is, it certainly isn’t science.”
Não, não foi Alice que caiu no País das Maravilhas. Foi o País das Maravilhas que caiu sobre nós.
Quando o islão consegue atingir uma demografia significativa, substitui os sorrisos e a insistência interesseira na coexistência pacífica, pela intimidação e pela violência. Foi assim em toda a sua história, uma história de expansionismo subjugador dos povos que se deixam enganar e conquistar.
É isto que se está a ver actualmente em numerosas zonas do mundo. O Sul da Filipinas, é só mais um exemplo. Uma bomba explodiu durante a Missa do Dia de Natal numa capela, ferindo o padre e 10 pessoas que assistiam à cerimónia.
A ilha de Jolo onde ocorreu o atentado é um bastião da al-Qaeda e dos terroristas Abu Sayyaf.
Entretanto na Arábia Saudita, as autoridades religiosas mudaram o nome de uma escola com o nome do poeta Hatem al Tai, que vivera na era pré-islâmica e era cristão. A religião mais intolerante do mundo que espera a tolerância de todos para se conseguir impor, prova mais uma vez que a liberdade religiosa é algo que só deve existir para os muçulmanos nas terras em que o corão é quem mais ordena.
"Um kuffar (não muçulmano) é sempre um Kuffar mesmo que frito em manteiga", afirmou o responsável pela mudança do nome da escola.
No dia 18 de Dezembro, ocorreu em Paris, a Primeira Grande Conferência Contra a Islamização da Europa. Estiveram presentes oradores de toda a Europa, e foram aprovados orienytações políticas como um manifesto comum:
" Combater o crescente e agressivo proselitismo do islão, combater a ocupação dos espaços públicos por multidões muçulmanas em reza, combater o financiamento de mesquitas com dinheiros públicos, combater o desenvolvimento do crescente mercado da comida halal, contra o destino reservado ás mulheres, oposto ao principio da igualdade entre o homem e a mulher e em geral contra o avanço do islão no solo Europeu."
Pelos cristãos perseguidos pelos muçulmanos em todo o mundo.
Segundo o jornal The Telagraph, só uma igreja em Baghdad, é que vai ter uma celebração de Natal, devido ao medo que os cristãos iraquianos têm, em ser assassinados ou feito prisioneiros, como aconteceu recentemente com o assassínio colectivo de dezenas de paroquianos. É de lembrar que desde então 1 000 famílias cristãs abandonaram o país devido á intolerância religiosa made in Islam.
Cinco muçulmanos incendiaram a Igreja de Nossa Senhora da Salvação, em Baghdad, matando dois padres e cerca de cinquenta pessoas. Agora a Amnistia Internacional avisou que um surto de violência pode estar iminente e abater-se sobre os cristãos na época natalícia. Devido ao medo, só quarenta pessoas assistiram á missa na Igreja da Nossa Senhora da Salvação no último domingo. Por entre os cânticos sacros daqueles cristãos corajosos, podiam ainda ver-se as marcas das balas islâmicas nas paredes do templo e o sangue derramado pelos inocentes massacrados.
Nós por cá no Ocidente ainda vamos podendo celebrar o Natal em liberdade, apesar das ofensas dos esquerdismo militante dirigidas a quem o Natal significa uma época especial do ano, e do Politicamente Correcto, que impede já, em numerosas zonas da Eurábia, que se deseje publicamente Merry Christmas para não ofender os muçulmanos.
Filme perturabador do dia-a-dia no mundo islâmico. Uma mulher vai ser punida segundo a lei da sharia. Sádicos fascistas!
A comunidade internacional continua a assobiar para o lado no Darfur. Para os fracos de memória, o Darfur é uma região rica do Sudão, cujas populações, maioritariamente animistas e cristãos, foram desalojadas e massacradas pelos árabes sudaneses. O número de mortos ultrapapassa bem o meio milhão.
O presidente Bashir do Sudão tem um mandado de captura emitido pelo International Criminal Court acusando-o de genocídio. Mas aquele criminoso continua a passear-se entre países amigos que por coincidência são sempre países muçulmanos. Os direitos humanos e as acusações de genocídio parece não significar lá grande coisa para os dirigentes desses países. Aliás, a própria União Africana e a Liga Árabe protegem-no, com todo o apoio e compreensão declaradas da Organização da Conferência Islâmica. Democratas de longa data...né?
Agora o regime islâmico de Cartum planeia a islamização final do que resta do Sudão com uma dose acrescida, diria mesmo cavalar, de imperialismo árabe. Este plano conduzirá ao genocídio cultural para os não falantes árabes e para todos os não muçulmanos que "serão subjugados" de acordo com 9:29 do Corão, que os obrigará a converterem-se ou a bandonar as suas terras e o país.
O Norte do Sudão reforçará a sharia, lei islâmica, se o Sul se separar como resultado do referendo a realizar no próximo mês, garantiu o presidente Omar al-Bashir à BBC. O senhor Bashir afirmou que a constituição será modificada, tornando o islão a única religião, a sharia a única lei e o árabe a única lingua oficial. Segundo os observadores, estas afirmações servem para alarmar e chantagear os milhares de não muçulmanos provenientes do Sul do país, que vivem actualmente no Norte.
A imposição da sharia ao Sul não-muçulmano, foi uma das razões que conduziu a uma longa guerra civil que acabou com o tratado de paz de 2005. De acordo com este tratado, a lei da sharia era afastado do Sul e seria reconhecida a diversidade cultural e social dessa região. Este tratado não passou de um truque baixo. De facto o que se passa é que as forças islâmicas do Norte estão-se a reagrupar e a reforçar militarmente com a ajuda da China. É preciso ser-se muito ingénuo para acreditar em qualquer oferta muçulmana.
O presidente Bashir garantiu que "a diversidade cultural não tem razão de ser quando a nova constituição entrar em vigor se o Sul se tornar independente."
As práticas islâmicas são brutais no que particularmente toca às mulheres. Activistas dos direitos humanos acusaram a polícia de brutalidade e acrescentaram que cerca de 600 000 chicotadas são anualmente disferidas às mulheres sudanesas. "Se são chicoteadas segundo a lei da sharia, não há investigação. Porque é que as pessoas ficam envergonhadas? Isto é a lei da sharia", comentou o Presidente Bashir.
Claro que os "bons" muçulmanos não têm nada que ficar envergonhados com a brutalidade da lei da sharia em acção. Qualquer um que fique envergonhado com chicotear as mulheres em público só pode ser um apóstata. E sabemos como é que o islão trata os apóstatas...
Ann Coulter, faz neste clip uma retrospectiva dos ataques muçulmanos aos EUA desde os anos 70. Se a estes ataques, juntarmos todos os milhares de outros cometidos contra não-muçulmanos, desde europeus até aos monges budistas tailandeses, passando pelas populações africanas cristãs e animistas, facilmente chegaremos á conclusão que todos os muçulmanos são potencialmente extremistas.
Pamela Geller do blog Atlas Shrugs, recebeu o famoso prémio Annie Taylor, um prémio que distingue a coragem excepcional. E se alguém nos EUA mostra muita coragem é exactamente Pamela Geller
que se dedica neste momento a vida a lutar contra os dragões do islamo-fascismo, destinguindo-se no combate contra a construção provocatória da mega-mesquita perto do Ground Zero, em Nova Iorque.
Os cartazes do grupelho de extrema esquerda "Socialist Worker": os responsáveis pela violência em Londres.
Já aqui deixei escrito numerosas vezes, que o multiculturalismo na Inglaterra, está a levar a Velha Albion, para caminhos políticos muito pouco recomendáveis. A realidade dos factos está-me a dar razão.
Os efeitos da Santa-Aliança entre o esquerdismo antifa e o islão, abençoada por uma classe de jornalistas tendenciosos e militantes (os Daniéis Oliveiras de Sua Majestade), estão bem á vista nos recentes eventos ocorridos na capital britânica.
Tornou-se claro, desde cedo, que as manifestações dos estudantes foi infiltrada pela extrema esquerda inglesa perante uma polícia abúlica e não preparada para lidar com anarquistas e trotsquistas açanhados. (O que raio andaram a fazer os serviços de informação, que deviam ter antecipado as infiltrações de extremistas no seio deste movimento estudantil espectável?)
A violência demonstrada vai muito para além da recusa da lei das proprinas. É o próprio regime democrático e a sociedade ocidental, conforme a conhecemos, que está em questão, como tão bem explica Dick Tavern no livro The March of Unreason: Science, Democracy, and the New Fundamentalism.
O padrão repete-se um pouco por toda a Europa, com as autoridades policiais e os governos irresponsáveis a limitarem-se a observar o assalto violento ás democracias liberais do Continente. Presos na teia do multiculturalismo que criaram, tolerante a todas as formas de intolerância, os governos, os partidos políticos e a UE, acossados por uma imprensa esquerdista simpatizante com a causa da falência da Civilização Ocidental, não mexem, por incompetência, por eleitoralismo ou por medo. A confiança dos antifas é de tal ordem elevada, que já reclamam ostensivamente pela revolução e pelo banho de sangue consequente.
O desrespeito demonstrado por qualquer simbolo Ocidental e pela democracia, desde a tentativa de invasão ao Parlamento inglês até ao ataque à limousine dos Principes Reais e à estátua de Winston Churchill, é só um pequeno vislumbre daquilo que vai acontecer a curto-prazo nesta Europa.
Europa que está ligada à máquina, em estado de coma por culpa própria, doente terminal de um vírus que ela própria criou e tratou de difundir - O esquerdismo multiculturalista.
No rescaldo desta jabardice esquerdista, elementos da EDL foram vistos a limpar a estátua de Winston Churchill.
Taimour Abdulwahab e Taimour Al-Abdaly, dois nomes associados à mesma pessoa no Facebook e em diversos outros sites na Internet, levou acabo duas explosões em Estocolmo, na zona comercial onde multidões faziam compras de Natal. Por milagre só duas pessoas ficaram feridas no ataque suicida.
Sabe-se já que o jihadista obteve graduação superior na Universidade inglesa de Bedfordshire, em Luton, exactamente a cidade inglesa mais islamizada e onde nasceu a English Defense League (EDL). Não é de afastar a hipótese de Abdulwahab ter recibido treino jihadista naquele ninho de ratazanas islâmicas.
As explosões ocorreram minutos após as cinco da tarde, perto de Drottninggatan, uma rua fechada ao trânsito automóvel repleta de lojas natalícias. As pessoas fugiram em pânico quando uma carrinha Audi, branca repleta de botijas de gás, explodiu em chamas. Minutos depois um homem de 28 anos foi noticiado como morto a duas dezenas de metros do local da explosão, tratando-se, segundo os media suecos, do bombista suicida.
O bombista iraquiano, primeiro pôs fogo á carrinha e depois andou cerca de 200 metros onde foi encontrado no chão a escorrer sangue do abdomen, com um saco de pregos ao lado do corpo. Minutos antes, o jihadista enviou um email para a polícia avisando que os suecos iam ser castigados por terem tropas no Afeganistão.
A sua página no Facebook incluiam a ‘Yawm al-Qiyaamah’, que significa O Dia da Ressurreição Islâmica, onde se pode ver uma foto-montagem com a Tower Bridge de Londres a ser devorada por chamas. Em sites de activismo islâmico, o tipo anunciava que andava á procura de uma segunda mulher com o consentimento da primeira, sabendo perfeitamente que a poligamia é legalmente proibida na Europa, o que significa, também a partir deste caso, que as leis europeias são completamente votadas ao desprezo pelos muçulmanos.
Apesar deste atentado mostrar todas as características de uma acção terrorista islâmica, ser explosivamente faseada em curtos intervalos de tempo, o Primeiro-Ministro sueco, o senhor Reinfeldt, numa prova de dhimmitude também suicida, alertou os seus concidadãos para não tirarem conclusões apressadas: " Três coisas ocorreram um curto intervalo de tempo. Um carro explodiu na Olaf Palm Gate, um homem fez-se explodir em Bryggargatan, e uma agência noticiosa e a polícia receberam uma mensagem. Não podemos confirmar que os eventos estão ligados, no entanto este caso levanta algumas questões.", afirmou convicto.
É da minha vista ou a estupidez política vai e bem e recomenda-se lá para os lados da Suécia?
Israel, é o país mais atacado do mundo. Atacado pelos islamo-fascistas do Hamas e do Hezbollah, pelaS prédicas dos imams islâmicos de todo o mundo muçulmano, pela Organização da Conferência Islâmica, atacados pela extrema-esquerda aliada dos fascistas islâmicos, atacados pela Assembleia Geral das Nações Unidas, pelas diplomacias da Eurábia e pela União Europeia de Durão Barroso.
Enquanto os paises muçulmanos são, basicamente, produtores de pobreza, violência e fanatismo religioso, jihadismo, desrespeito pelos direitos humanos e crime, que exportam alegremente juntamente com o petróleo e as laranjas, Israel é um país que trabalha em prol do bem estar da humanidade.
Em baixo, um clip de um excelente discurso no Parlamento austríaco, do deputado Ewald Stadler, dirigido à Turquia e ao seu embaixador em Viena de Áustria.
"Bem...este é um video que eu não queria fazer. Nenhum país na Europa fez mais por abraçar o pesadelo multiculturalista, quero dizer sonho, do que a Suécia. O que significa que nenhum país abriu tanto os seus braços à imigração muçulmana. E nestes dias, cada pedaço de noticia que vem da Suécia é mais e mais perturbador. Agora ouvimos que lá o governo, está tão determinado em diluir a sua cultura, fazê-la desaparecer, que mudaram a constituição sem consultar o povo (...) de maneira que os suecos estão constitucionalmente obrigados a praticar o multiculturalismo. Por outras palavras, é inconstitucional apoiar os valores suecos na Suécia. Porque a pessoas que governam aquele país, parece pensarem que há qualquer coisa de intrinsecamente vergonhoso ou desprezível acerca de se ser sueco. Eu acho isto extremamente enigmático, porque todos os suecos que eu conheço têm todas as razões para terem orgulho por quem são ou por aquilo que o seu país é, ou o que foi, e que pode tornar a ser um dia, se o bom senso regressar. Se alguém na Suécia for curioso acerca da imagem que o seu país projecta para o mundo exterior, o que eu teria para lhes dizer é que a imagem alterou-se consideravelmente nos anos recentes. Antigamente vista com prazer como uma das sociedades mundiais mais civilizadas e livres do crime, a Suécia é agora a capital da violação (violação às mulheres) da Europa, com o dobro das violações per capita do que qualquer outro país e, vinte vezes mais do que alguns.
O que pensar que terá causado tal mudança fundamental no carácter nacional sueco? Era o último lugar onde se esperaria um epidemia de violações. Não terá nada a haver com a cultura islâmica imigrante claro, (ironia) pois nada de mal nunca faz. É a cultura que ensina os homens jovens, que as mulheres que não estão cobertas dos pés á cabeça estão a pedir para serem violadas? É essa mesma! Realisticamente, só pode haver uma explicação, para qualquer um que não seja preconceituoso ou racista, é que os homens suecos devem ter qualquer coisa seriamente errada com eles. Talvez devam procurar ajuda psiquiátrica. A sério rapazes, vocês precisam.
Não vão ouvir muita coisa sobre os violadores imigrantes, porque durante anos os governantes e a imprensa naquele país, andaram a conspirar num crime contra o seu próprio povo, para deixá-los ás escuras, não só no Inverno mas no Verão também (ironia). Os jornais suecos são altamente subsidiados pelo governo e como tal os jornalistas rotineiramente censuram as notícias, para assegurarem que os imigrantes nunca são retratados desfavoravelmente (in bad light no original) e os criminosos não-suecos nunca são identificados como tal, criando a confortável ilusão que não existem imigrantes violadores na Suécia. E isto é muito estranho, porque na vizinha Noruega é praticamente tudo o que têm. De acordo com a polícia de Oslo todas as violações graves, nos últimos 3 anos, todas as 41 violações, todas foram cometidas por imigrantes do Médio-Oriente e de África e foram caracterizadas por grande violência. Más notícias para as mulheres norueguesas. Mas se viverem na Suécia não precisam de se preocuparem (ironia) porque não existem violadores imigrantes na Suécia, basta perguntar a qualquer jornalista.
Filosoficamente (?) observando do exterior, especialmente depois dos eventos recentes, é dificil não concluir que estamos a ver o roubo descarado de um país inteiro, e tudo o que podemos fazer é observar com espanto e horror. Se eu fosse um corrector de apostas não aceitava mais apostas acerca se a Suécia se tornará o primeiro estado islâmico da Europa. Porque agora é só uma questão de tempo. E se alguém ainda duvida que esta mentira multicultural, é qualquer outra coisa do que um eufemismo para a deliberada islamização, pode gostar de saber que, para além de um grande apetite da Suécia por muçulmanos, mais muçulmanos e ainda mais muçulmanos, não há outro país que tenha deportado mais cristãos iraquianos para o Iraque, para serem massacrados como perús do Natal, pelo crime de não serem muçulmanos, porque na Suécia parece que só os muçulmanos têm direito a todos os direitos humanos.
Também devem ficar respectivamente surpreendidos de ouvir que a Suécia é a nova luz liderante do anti-semitismo politicamente correcto que temos visto na Europa, e os judeus já não se sentem mais seguros lá vivendo. Parabéns Suécia, que dupla! Violação e anti-semitismo, estão aí a erigir uma reputação na terra do sol da meia-noite, ou melhor, a terra do quarto crescente (simbolo do islão).
Quando foi relatado no inicio deste ano que os judeus que viviam na cidade de Malmoe, há gerações, foram expulsos...advinhem por quem? por muçulmanos imigrantes, o Presidente da Câmara de Malmoe lavou as mãos como o Pôncio Pilatos, chegou tão baixo que culpou o governo israelita, pela sua própria cobardia moral. Ele disse que os judeus na Suécia, devem-se distanciar das acções de Israel se quiserem evitar serem abusados. É Assim que parece ser como as coisas funcionam na Suécia nos nossos dias, para evitar ofender os criminosos é mais fácil culpar as vítimas. E neste caso, adoptar as posições terroristas muçulmanas, de cada judeu é um soldado de Israel. No entanto, permanece um facto inconveniente, é que o corão diz aos muçulmanos que odeiem os judeus, porque são judeus e não por causa da Palestina. Não menciona os palestinianos. E se Israel desaparecesse amanhã, os judeus na Suécia e em toda a Europa, continuavam a ser assediados e abusados pelos imigrantres muçulmanos ignorantes e repletos de ódio, por serem judeus e não por qualquer outra razão. E então vocês, os dhimmis multiculturalistas, tinham que arranjar qualquer outra razão para continuarem a assobiar para o lado.
Felizmente os judeus, tendo uma longa prática de serem abusados e de terem as costas largas, precisam de carregar (exibir?) todos os seus Prémios Nobel. Estatisticamente, um judeu tem milhares de vezes mais probablidades de ganhar um Prémio Nobel do que um muçulmano, e só pode existir uma razão para isso, não pode? Ha! ha! é isso, islamofobia (ironia). Claramente que o comité do Prémio Nobel tem preconceitos irracionais contra a ignorância induzida pela religião e precisam urgentemente de treino de sensibilidade de consciência de cultura. Talvez o governo sueco possa dar uma mão, e tomar uma posição moral, expulsar o Prémio Nobel do país e recolocá-lo em Telaviv onde ele pertence. Eu admito, que eles se desgraçariam a si próprios, rebaixavam o seu país e embaraçavam todo o mundo livre se o fizéssem... mas estão-o já a fazer. Então qual é a diferença?
Vi ontem num canal de televisão, uma pequena entrevista com um dos responsáveis por um projecto de aplicação prática de energias alternativas, denominado Aldeia Solar. Segundo bem entendi, a coisa acontece lá para o Alentejo e o grande objectivo de tal projecto, é o de mostrar como a humanidade pode e deve viver com energias limpas numa perspectiva ambientalmente sustentável. Não coloco em causa a bondade deste projecto, até porque quanto mais depressa nos livrarmos do petróleo mais depressa os árabes ficam sem o seu principal sustento e deixam de ameaçar a humanidade com islamismos paleolíticos.
Contudo, no decorrer da entrevista o entrevistado afirmou categoricamente que, pretendem não só alterar a maneira com as pessoas se relacionam com o ambiente mas também como as pessoas consomem a energia. Isto é, o projecto vai muito para além da engenharia ambiental, caindo no campo da engenharia social. E aqui é que a porca torce o rabo. A demografia da Aldeia Solar comporta 60 almas, mas vai crescer lentamente para poder albergar 500 pessoas.
O entrevistado deixou claro que os fornos, também solares, são comunitários e... a televisão. Não pensem que cada agregado familiar pode ter a sua televisão. Os painéis solares não aguentam. Para já existem duas televisões para 60 pessoas o que dá uma média de uma televisão por 30 pessoas. E antes de mais coloco a questão: Quem vai segurar o comando do aparelho e controlar o que as pessoas podem ver ou não? Será o querido camarada ecologista pertencente ao comité de sábios da Aldeia? E como é que se gerarão os consensos sobre aquilo que a aldeia vai poder ver? Isto cheira-me a comunismo á moda de Ceausescu.
O indivíduo na Aldeia Solar faz parte de uma formigueiro comunista. O individualismo soçobra noutra tentativa colectivista... agora esverdeada...por fora.
Estou certo de que na Aldeia da Luz, o "sol brilhará para todos eles".
Os editores da revista The Economist, no que trata á climatologia, são uns idiotas rematados...ou melhor, requentados.
O objectivo geral da revista é ignorar todos e quaisquer factos que possam contradizer a sua obsessão editorial com o "aquecimento global" e agora eufemisticamente chamado "alterações climáticas". No ano passado, a The Economist publicou uma capa que dizia "Stop Climate Change". É como querer que a Terra pare de girar á volta do Sol. A questão surgiu na mesma altura em que as infra-estruturas fictícias do "aquecimento global" se desfizeram naquele enorme estrondo chamado Climatgate...cujo resultado foi o fiasco da última conferência das Nações Unidas, daqueles mentirosos encartados que se reuniram em Copenhague para impor a compra, venda e comércio de "créditos de carbono" sobre o mundo. Um ano mais tarde, a Bolsa de Chicago, que tinha sido criada para lucrar com o golpe, havia fechado suas portas.
Aparentemente, apesar das gritantes manchetes nos jornais britânicos, ninguém na The Economist estava ciente de que o Climate Research Unit (CRU) da Universidade de East Anglia, tinha elaborado uma das maiores fraudes científicas na história da ciência no Reino Unido, fraude essa destinada apoiar os desígnios warmers do IPCC. Será que os editores do The Economist aprenderam alguma coisa no ano passado?
Não. Na verdade, a capa da última edição diz precisamente: "Como viver com as alterações climáticas." Num ano, desistiram de "acabar com o aquecimento global" para a posição conformista de "viver com o aquecimento global". Num ano, os editores da The Economist passaram de estúpidos... a muito estúpidos.
Esta não é a idéia mais original dado o facto de que os seres humanos têm vivido com as mudanças climáticas desde que descemos das árvores há dois milhões de anos e começámos a andar erectos, desenvolvemos a linguagem...etc. Os Esquimós encontraram maneiras de sobreviver no Ártico. Os Polinésios aprenderam a viajar entre as ilhas do Pacífico. Em toda o lado civilizações vieram e foram. A agricultura foi introduzida para alimentar mais e mais pessoas que, por sua vez, preferiram viver nas cidades em vez de arar o solo. A arte e a ciência da guerra floresceu.
A The Economist centrou a sua atenção na próxima semana na "reunião das Nações Unidas sobre Mudança do Clima", o tema de uma conferência a ser realizada em Cancun, no México. A anterior conferência, em Copenhaga, naufragou na notícia de que nunca houve qualquer aumento significativo na temperatura da Terra. A única "prova" do "aquecimento global" poderia ser encontrado em práticas corruptas, em modelos de computador falsificados pelo CRU da Universidade de East Anglia. O presidente Obama teve mesmo que sair mais cedo por causa de uma tempestade maciça de neve que envolveu Copenhaga. Até mesmo o The Economist. teve de admitir que "na sequência da cimeira de Copenhaga, "há uma crescente aceitação de que o esforço para evitar uma mudança climática séria vai esmorecer."
Este tipo de artigos alarmistas são autênticos actos de criminalidade jornalística. Publicar mentiras descaradas deveria ser punido, mas o The Economist não é intimidado por algo parecido com a verdade. Estão longe de serem os únicos. Cá na paróquia os media mainstream padecem do mesmo mal. Nesta edição, a The Economist defende a peregrina "probabilidade" de que "a Terra será de pelo menos 3 graus Celsius mais quente no final deste século do que era no início da revolução industrial". É a podridão total.
Antecipando o festival de mentiras de Cancún, The Economist trauteia uma redistribuição maciça de riqueza dos países industrializados para aos países sub-desenvolvidos sob o domínio de déspotas, do islamismo, do comunismo...para sistemas que mantêm esses países sub-desenvolvidos e pobres.
Ao ser entrevistado recentemente, o oficial do IPCC, Ottmar Edenhofer, um economista alemão, sem rodeios, disse que: "É preciso libertar-mo-nos da ilusão de que a política climática internacional é a política ambiental".
Eu pergunto: Então o que é política de mudança climática realmente? É sobre como "nós de facto vamos redistribuir a riqueza do mundo ...."
Isto soa-me ao paleio da cassete comunista habitual.
...e Pachauri pensa que as pessoas podem perder a fé nas Nações Unidas. Leram bem...fé. Este senhor queria convencer o mundo sobre o aquecimento global na base da...fé. Estamos entregues aos bichos!
Al Gore está deprimido porque, como se pode ver no gráfico acima representado, o planeta está a arrefecer há 12 anos seguidos. Ainda por cima o Inverno está a chegar mais cedo um pouco por todo o lado, mesmo em Cancun, onde se vai realizar mais uma fantochada sobre as alterações climáticas, com o elevado patrocínio das Nações Unidas.
Cá por Portugal, Bragança atingiu uma mínima de -6ºC. Nos próximos dias prevê-se a queda de neve, tal como aqui ao lado em Espanha. Para lá dos Pirinéus, a Europa está coberta de neve. Na Escócia, foram batidos vários recordes históricos de temperaturas mínimas de Novembro. Claro que o Met-Office, um gabinete meteoreológico e altamente dogmático, previu como é o seu costume exactamente o contrário, isto é um fim de Outono ameno.
Na China, a neve chegou 40 dias antes do habitual, e segundo fontes meteorológicas em Pequim, a mais intensa dos últimos 30 anos. Nalgumas províncias do Canadá, as temperaturas estão 10ºC abaixo da média sazonal. No Alaska, o mau tempo foi designado de icepocalypse. (via Ecotretas).
O Canadá decidiu boicotar a conferência das Nações Unidas conhecida como Durban III. O ministro da imigração Jason Kenney afirmou que o evento vai encorajar o racismo em vez de o combater e o Canadá não fará parte de tal "charada". Há ainda governos e políticos no mundo Ocidental que combatem o cinismo politicamente correcto. O governo do Canadá é seguramente um deles.
Noutras notícias, os Cristãos Coptas continuam a ser descriminados no Egipto. A construção de uma nova igreja prossegue com todas as autorizações assinadas, mas o governo interveio, impedindo que aquela igreja afinal, não se possa construir. É caso para começar a demolir algumas das milhares de mesquitas que poluem a paisagem europeia. An eye for an eye...Neste momento, a Religião Cristã é a mais perseguida do Mundo (especialmente nos países muçulmanos) e parece que até o Vaticano assobia para o lado.
O artista e cartonista sueco, Lars Vilks foi novamente ameaçado de morte pelos filhos de Alá. Desta vez a ameaça veio da milicia al-Shabaab, originária de um pardieiro que se chama Somália, e é um dos muitos grupos islâmicos ligados á al Qaeda, que fedem por esse mundo fora.
Foi preso em Portland, Oregon, um teenager de 15 anos, originário também da Somália (mas que pardieiro!) que pretendia fazer explodir uma carrinha, junto à multidão que assitia à cerimónia de iluminação de uma grande árvore de Natal. Mohamed Osman Mohamud, o jagunço islâmico, afirmou que sempre sonhou fazer este espectáculo de pirotecnia, com pedaços de corpos, sangue cristão e iluminações de Natal.
Agora as melhores notícias:
Cada vez mais muçulmanos deixam o islão, tornando-se apóstatas. Para além deste acto, quase heróico, tomam a responsabilidade de mostrar ao mundo, a vil natureza de tal obscurantismo. A quantidade de sites e de blogs na internet destes corajosos que deixaram o islão para trás, está a aumentar, mesmo em países pouco prováveis como são o Afeganistão e o Paquistão.
A História ainda nos vai fazer uma surpresa...agradável!
O islão só tem um objectivo: tomar o poder no Ocidente, e tornar os países Ocidentais em estados islâmicos. Acreditar no contrário é meramente o exercício de wishful thinking. São os próprios que o afirmam. O presidente da CAIR, o senhor Omar M. Ahmad, destacando este ponto, afirmou -" O islão não está na América para ser igual a qualquer outra fé, mas para se tornar dominante. O corão...deve ser a mais alta autoridade na América, e o islão deve ser aceite como a única religião na Terra."- Esta afirmação só reflete aqui que o próprio corão lhes ensina:
"é Ele Quem enviou o Seu Apóstolo, com a orientação e a Religião da verdade para proclamá-lo sobre todas as religiões, mesmo que os pagãos o detestem."
Alcorão, "Arrependimento", (al-Tawba), Surah IX, 33 e "Formação de Batalha", (al-Saff), Surah LXI,9 (tradução por A. Yusuf Ali)
Estes são os factos que as pessoas devem tomar conhecimento. Devemos tomar conhecimento do que se está a passar nas nossas ingénuas costas.E as ambições dessas pessoas precisam de ser esterilizadas - imediatamente. Fazer qualquer outra coisa é vender o futuro das nossas crianças pelo cano abaixo. Esqueçam o politicamente correcto. Nós precisamos de proteger os nossos próprios interesses, interesses que têm dado ao Ocidente as suas liberdades por gerações, liberdades duramente conquistadas, liberdades de que muitos milhões de homens tiveram de perder a sua vida, na trincheiras de França ou no desembarque na Normandia:liberdade de pensamento, liberdade de expressão, liberdade de acção, a liberdade de crença. Uma vez estas liberdades retiradas de nós, elas serão retiradas para sempre.
Os muçulmanos, por outro lado, não estão no "negócio" de diluir a sua mensagem islâmica, em nome do politicamente correcto. Na verdade, o islão não compreende o politicamente correcto. A única "correcção" que o islão e os muçulmanos compreendem é a "correcção corânica". NUNCA NOS PODEMOS ESQUECER DISTO. É PERIGOSO PARA NÓS FAZÊ-LO.
Existem muitos lideres no mundo muçulmano e a viver entre nós que não escondeu as suas palavras e intenções sobre o seu objectivo de, eventualmente, assumir o controle do Ocidente e torná-lo islâmico. Existem inúmeras citações e tomadas de posições públicas suficientes para nos elucidar:
"É obrigação de todos os muçulmanos completar a marcha da jihad (guerra santa) até atingirmos América e libertá-la- Um americano convertido ao islão.
"Pelo ano 2020, devemos ter uma presidente americano"- Um delegado na convenção da AMA (American Muslim Convention).
Os nossos lideres políticos que emitem brandas e piedosas mensagens de fézada sobre um alegado islão benigno, que de todo não existe, ajudam a enfraquecer ainda mais uma outra e mais importante fé: A fé em nós próprios e na confiança que o Ocidente tem que ter para ultrapassar esta sua mais Negra Hora.