Sunday, September 4, 2011

O Incêndio (1)


Fui passar férias a um país muito distante da Eurábia. Num país cuja paisagem não está apodrecida pela presença de mesquitas, minaretes, burkas, niqabs e demais balandraus muçulmanos. Uma espécie de céu, portanto.

De lá, acompanhei, com algum gozo, diga-se de passagem, o incêndio inglês. Há anos que venho anunciando aqui no blog, que o multiculturalismo de estado do Reino Unido irá desaguar nos, pela esquerda malditos, Rivers of Blood. Aí estão… e aquilo em Agosto foi só o início.

Os idiotas úteis de todos os quadrantes políticos, preferem ver os acontecimentos do ponto de vista da economia ou da falta dela. Um ex-deputado do Labour, disse mesmo que os jovens que se manifestaram em Agosto padecem de tédio. E, como diz Pat Condell, que tal inscreverem-se num clube de ténis de mesa?


Discutir e analisar o background cultural e étnico eventualmente violento dos jovens envolvidos naquele caos, não é permitido pelos dogmas do Multiculturalismo, dogmas que nasceram nas Universidades, propagaram-se às elites políticas e são difundidos para toda a sociedade pela Comunicação Social. Dogmas, propaganda e censura fazem parte do dia-a-dia dos ingleses.
A Inglaterra, está enferma e a doença vem muito mais do topo da sociedade do que das suas bases. O multiculturalismo politicamente correcto nas Universidades e na Comunicação Social, é o grande culpado da queda iminente do Reino Unido conforme nós o conhecemos até aos inícios dos anos 90. Não há lugar nenhum no mundo Ocidental, em que o multiculturalismo esteja mais enraizado do que nas Universidades, onde a dhimmitude prevalece, e a liberdade de pensamento e de expressão é mais ameaçada. Esta situação, não sendo específica do Reino Unido, aqui toma contornos suicidas. Como os que relato a seguir:
Em Fevereiro de 2007, aconteceu, o que se passou a chamar, o Caso Clareification. Clareification é o nome de uma revista dos estudantes do Clare College de Cambridge. A edição daquele mês saiu com um artigo que satirizava a religião. O autor, um aluno de 19 anos, gozava com diversas fés, mas o que lhe trouxe problemas, foi o material sobre o islão, que incluía um dos cartoons editados no Jyllands-Posten e um artigo intitulado “Ayatolla Rethinks Stance On Misunderstood Rushdie”, que colocou quase toda a gente em Cambridge, numa corrida para ganhar o título do “maior dhimmi”. As autoridades do colégio chamaram ao artigo “uma aberração”. Foi convocado um Tribunal Disciplinar. A polícia interrogou o editor para determinar em que medida ele violou a lei (nomeadamente a Section 5 of the Public Order Act) remetendo-o para o Serviço de Procuradoria da Coroa. O Cambridge News, num artigo mais de propaganda do que jornalístico, descreveu o humor sobre o islão, como “material anti-islâmico” e chamou aos cartoons noruegueses de racistas e malignos.
O capelão do Colégio, relatou o Independent, também se desdobrou em actividades dialogantes de maneira a tentar diminuir as tensões raciais e foi visto em meetings com membros da Islamic Society e com um imam local, para discutir a melhor maneira de acalmar os medos sobre potênciais confrontos raciais. Por outras palavras, o que é que temos de fazer e dizer ou não para evitarmos a violência?
Notem como os actos de servil dhimmitude são descritos de maneira a parecerem razoáveis e respeitáveis:
“Clare is an open and inclusive college”, afirmou a tutor sénior, Patricia Fara.  “A student produced satirical publication has caused widespread distress throughout the Clare community. The college finds the publication and the views expressed abhorrent. Reflecting the gravity of the situation, the college immediately began an investigation and disciplinary procedures are in train”.
 Notem como a descrição do colégio considerando-se uma instituição educacional aberta e inclusiva é seguida imediatamente por palavras que demonstram o seu contrário: Uma instituição fechada e exclusiva. A Inglaterra vive o melhor dos ambientes orwelianos. Há anos.
Muitos outros órgãos do Clare College tomaram posição no mesmo sentido: quartar a liberdade de expressão, numa cobardia institucional de retirar a respiração. Se o artigo não atingisse o islão, possivelmente nada teria acontecido.
Enquanto os lideres muçulmanos na Grã-bretanha, que aplaudem alto e em bom som, os terroristas jihadistas e apoiaram a fatwa sobre Rushdie, são tratados com deferência pelas autoridades inglesas, um puto de 19 anos – seguindo a longa, robusta e admirável tradição da sátira britânica - foi tratado como um terrorista.


Algures na cidade de Cambridge, existe uma instituição chamada Islamic Academy onde, segundo o Sunday Telegraph de Julho de 2007, os ataques a Londres e a Glasgow foram planeados; Kafeel Ahmed, o organizador local do grupo islâmico radical Hizb ut Tahrir, também trabalhava na academia. No entanto, enquanto o editor do Clareification foi anatemizado por todos, os representantes islâmicos da Academia partilhavam uma plataforma pública com o Arcebispo da Cantuária, Rowan Williams.

Compare agora o leitor, a resposta dos funcionários de Cambridge acerca do humor do estudante teenager acerca da jihad com a resposta dos funcionários desta e de outras universidades com a presença de jihadistas no seu seio.
Só 3 meses após o imbróglio do Clareification a União das Universidades e dos Colégios Britânicos rejeitaram o pedido do governo para que aquelas instituições estabelecessem esforços para monitorizar a difusão da ideologia jihadista nos campus universitários.
E qual foi o argumento utilizados pelos reitores e outros funcionários para tal rejeição? É que mesmo os jihadistas têm direito á liberdade de expressão.
Esta inversão de valores está a destruir a democracia inglesa e, em última análise, vai destruir a Inglaterra. E o Ocidente.







Saturday, September 3, 2011

Friday, July 29, 2011

Não se Deixe Enganar

A propósito dos atentados da Noruega muita mentira e manipulação têm sido divulgadas pelos meios de comunicação. Corrijo aqui algumas das ideias da propaganda para que os meus leitores façam um juízo próprio.

1ª Mentira: O multiculturalismo funciona.

O multiculturalismo é uma ideologia política que nunca foi a votos e é imposta pelas elites no poder (governantes, meios de comunicação, meios académicos, sistemas judiciais). A sociedade multicultural é deliberada e propositadamente confundida com a sociedade multiracial.
 Ao contrário do se que pretende implicitamente afirmar, as sociedades islâmicas, não são multiculturais. Na Europa, desde David Cameron até á Chanceler Merkel, entre outros, o multiculturalismo foi dado como um modelo social que falhou. E falhou, porque a esmagadora maioria dos imigrantes muçulmanos não se querem integrar, mesmo que tenham nascido europeus, na sociedade dos infiéis.
Combatem os aspectos culturais e sociais europeus e impõem as regras muçulmanas. Sempre que as culturas se chocam, é a cultura Ocidental que se “afasta” para dar lugar à cultura muçulmana. Retiram-se crucifixos, retira-se a carne de porco das escolas ou das imediações das mesquitas, substituem-se pela carne halal, cometem-se crimes de honra quando os filhos de pais muçulmanos querem ter uma vida com e como os jovens ocidentais, descriminam as mulheres, são contra o laicismo e a democracia, perseguem-se novamente os judeus nas ruas da Europa, intenso recrutamento jihadista nos campus universitários, persiguição a homosexuais...e muito mais. 
No entanto, os muçulmanos aproveitam a narrativa multiculturalista dos idiotas úteis ocidentais, pois sabem que com ela, o islão avança. O multiculturalismo falhou em todo o lado. No Sudão é talvez o exemplo mais recente desse falhanço. O Sul não-muçulmano separou-se do Norte após décadas de guerra, que não foram civis, mas grosso modo entre duas civilizações. Na ex-Jugoslávia, na Rússia pós-soviética…no Líbano, só para dar alguns exemplos.




2ª mentira: O populismo dos movimentos anti-islâmicos.

O contrário de populismo é o elitismo. De facto, hoje as sociedades europeias são dirigidas por elites cada vez mais anti-democráticas. Não só dominam todas, ou quase todas, as esferas e estratos de poder, como impõe uma visão única da sociedade. É O CASO DA UNIÃO EUROPEIA. Construída de cima, a EU é hoje um bloco político-ideológico contra os povos e as nações europeias. Os povos só votam nos referendos se votarem bem. Se não, repetem-se as votações até acertarem. Talvez seja preferível o populismo do que este elitismo com tiques soviéticos.
É a Comissão Europeia e a esquerda trans-europeia, a principal alavanca do multiculturalismo e da entrada descontrolada de imigrantes muçulmanos na Europa. Ser contra a imigração descontrolada não é uma questão de populismo mas de inteligência.

3ª mentira: O anti-islamismo como islamofobia e como doença.

Uma fobia é um medo irracional. Ter medo do islão não é irracional. É bem pelo contrário muito racional. Portanto não é uma fobia. É antes realismo. Ser anti-islâmico é ser islamo-realista. E de onde vem esta racionalidade e realismo? Do estudo da história do islão, desde a sua génese, até á sua realidade actual. O islão, é como o desfolhante chamado agente laranja. Por onde passa aniquila. Nada mais cresce a não ser o islão. Só pela guerra eles são desapeados. Destrói as civilizações e culturas que conquistam, quer pelas armas, quer pela imigração. Tudo o que de contrário se diz, é propaganda elevada á categoria de mito, como por exemplo, o famoso al Andaluz.

Um caso recente do impacto desta toxina é o Kosovo. Os muçulmanos eram minoria ainda nos anos sessenta, mas as taxas de reprodução favoráveis, tornaram hoje o Kosovo, uma província secular e fundadora da Sérvia, como um pardieiro independente e muçulmano, onde os direitos humanos são espezinhados. Ali não vão descansar enquanto não destruírem a agora minoria sérvia que vive muito "multiculturalmente" acantonada junto á fronteira da Sérvia.
Claro que para os dhimmis ocidentais, as pessoas que ousam ver a realidade como ela é, só podem ter as mentes deformadas. E é neste pé que se (não) debate os atentados na Noruega e por consequência, o impacto de grandes comunidades muçulmanas na Europa. Classificar, já não os assassínios e a violência, mas as ideias, diz tudo das intenções destes senhores. Não é o combate ao terrorismo que já os preocupa, mas a expressão das ideias anti-islâmicas. Por aqui se vê, para que inquisição nos querem conduzir estes elitistas multiculturalistas que servem o islão, como é o caso do sr. Mendes Pinto. Querem silênciar  quem ousa desafiar o status quo da islamização da Europa. Talvez, quem sabe,  até interná-los em hospitais psiquiátricos. Depois queimar os livros que não sejam favoráveis á visão do islão como a "Religião da paz", ou o "Paraíso na Terra" ou os "Amanhãs que cantam".
E um dos livros que estes dhimmis têm que queimar urgentemente é o Eurabia, The Euro-Arab Axis, da historiadora Bat Ye'or. Urgentemente.

4ª Mentira: A crise económica como motor dos partidos/movimentos anti- islâmicos.
Ideia peregrina enferma de resquícios marxistas.  Na falta de argumentos, qualquer coisa serve.
O Norte da Europa não está em crise económica. A Holanda, a Noruega, a Alemanha, Suécia. Os países do Sul, pelo contrário, estão. Curiosamente é nos países do Norte e Centro da Europa, que os movimentos e partidos anti-islão estão mais activos e a crescer bem. Com a graça de Deus!
E porque será? Ora é no Norte que os sistemas de segurança social são mais generosos. Por isso, são também esses países que recebem a maioria dos imigrantes legais e ligais. Embora existam razões doutra natureza... 


O resultado está á vista. Desde os 2 assassínios políticos na Holanda, que a Europa não é mais a mesma. A Europa tolerante já era. A EMERGÊNCIA DESTES PARTIDOS, é uma reacção á instalação da intolerância que o islamismo trouxe á Europa. Não podemos tolerar a intolerância era uma das frases mais repetidas do alegado “populista”  Pim Fortuyn. Doa a quem doer.
Pim, como sabemos, começou a ser assassinado na comunicação social através de uma campanha bem orquestrada de calúnias. Na altura, também lhe chamaram demente. Foi depois, literalmente  assassinado por um indivíduo do campo multiculturalista, progressista, esquerdista e ecologista, os idiotas  que sustentam o islão na Europa.
Apesar dos idiotas úteis se andarem a armar em virgens ofendidas, os seus manifestos ideológicos de natureza oposta ao de Anders Breivic, situam-se, quer eles gostem ou não,  do outro lado da barricada. Ideologia essa que também já provocou sangue nas ruas da Europa.
A guerra já começou... há uns tempos. Por enquanto ainda é de baixa intensidade...

5ª Mentira: Hoje os muçulmanos na Europa são europeus como nós.
Que miséria de argumento, ó senhor doutor!? Estava á espera de melhor!
Os nazis na Europa também eram europeus como nós. Os fascistas na Europa também eram europeus como nós. Os estalinistas na Europa também eram europeus como nós.

A questão não é das pessoas. Ninguém advoga a perseguição ás pessoas. O problema é a ideologia. O islamismo não é uma religião. É uma ideologia totalitária e fascista. E como tal deve combatida e derrotada. E ponto final parágrafo.
E agora vou de férias.

Multuculturalismo e o Islão.

Via Fiel Inimigo.

"Parte do discurso do jornalista marroquino Pascal Hilout proferido em Paris durante o Congresso sobre a Islamização da Europa em Dezembro de 2010.



O Islão é um conjunto de ideias totalitárias com o único objectivo de regulamentar todos os aspectos da vida dos crentes. Instiga-os a usar de todos os meios de persuasão e de coacção para converter o mundo inteiro à única religião: ao Islão.

 
Este pensamento totalitário e esta prática expansionista têm que ser combatidos da mesma maneira e com a mesma determinação que todas as ideias fascistas e que todas as ideologias totalitárias.


Nas sociedades onde o Islão se instala, a liberdade, a solidariedade e a fraternidade vão ser sugadas, esvaziadas do seu significado e, a pouco e pouco, disfarçada de prática religiosa, estes três princípios da nossa democracia e da nossa república vão sofrer restrições.

 
Desta forma a laicização transforma-se num sistema totalmente vazio, onde o Islão prospera e debilita quotidianamente outros valores ainda mais fundamentais, aproveitando-se da neutralidade bem-intencionada, cínica ou simplesmente calculista de políticos para impor a sua lei no seio da comunidade.


Os muçulmanos de França e do resto da Europa sabem perfeitamente que a lei numérica é-lhes favorável, e esta lei numérica vai fazer com que estas prescrições islâmicas a que eles obedecem, assim como as práticas quotidianas que daí resultam, vão acabar por se impor a toda a comunidade…


É apenas uma questão de tempo, de algumas gerações. É esta trajectória que nós temos que parar, AGORA. De maneira nenhuma deixar para amanhã. É preciso ser cego para não ver o que se passa em França, na Europa e um pouco por todo o lado no mundo. É preciso ser cobarde para não denunciar o Islão em todo o lado onde ele impõe a sua lei liberticida, misógina, sectária e ameaçadora.


Os muçulmanos e as muçulmanas em especial são as suas primeiras vítimas, transformadas em órgãos de reprodução. Para contribuir para a emancipação dos nossos cidadãos e dos nossos vizinhos muçulmanos é imperativamente necessário combater o fascismo que é o Islão, assim como as prescrições corânicas postas em prática por Maomé e todos aqueles que se regem por elas.


É para mim evidente que o Islão, devido às suas proibições, às suas restrições e pelas suas práticas mais elementares, é totalmente contrário ao nosso desejo de liberdade, ao nosso desejo de viver em sociedade, de realizar a integração e a assimilação e de perpetuar a mistura de raças que a França sempre foi.

O Islão é um factor de desintegração, de separação e de regressão em matéria civilizacional. As proibições islâmicas consolidam os guetos em termos:

vestuários,

alimentares,

conjugais,

de estética,

de desporto,

da saúde,

bancários,

comerciais

e fúnebres.

Da concepção até à morte passamos a vida inteira. Por amor das gerações futuras, temos o dever de dizer NÃO ao Islão, às suas prescrições e práticas."

Por tudo acima referido é fácil de concluir que o islão não tem lugar na Europa.

Wednesday, July 27, 2011

Mars Attacks!

A silly season tem este ano um condimento trágico-cómico. A partir da tragédia norueguesa seguem-se diariamente nos jornais comentários, editoriais, artigos de opinião, enfim palavras, que vão da mais desgraçada manipulação até ao mais lírico dos apaziguamentos a la Chamberlain. Foi o caso do narcisista ex-BE, Rui Tavares, que lança hoje um lancinante mandamento-apelo, ao amor pelo próximo. Não o realizávamos tão cristão... Curiosa mutação. Desde o "somos todos Hezbollah", até ao mandamento para o século, foi um tirinho. Neste caso dá um certo jeito.
E já que falamos de silly, deixo aqui umas cenas do muito sério silly movie de Tim Burton que dá o nome a este post.

Tuesday, July 26, 2011

A Eurábia Ataca.

No aftermath do alucinado ataque do norueguês Anders Breivik (AB), a Eurábia dá prova de vida e de saúde. Bem alimentada pelo inqualificável acto de AB, a desonestidade e a demagogia nos órgãos de comunicação da Eurábia, é manifesta, senão mesmo épica. Um autêntico dilúvio de mentira destinado a cavalgar a onda e a manipular os públicos leitores ou ouvintes. Nada se aprofunda, limitando-se à interesseira superficialidade da análise, ao lugar-comum e ao insulto delicado e fácil, naquilo que é a clássica fuga para a frente. Neste aspecto, o bizarro sr. Severiano Teixeira, destacado socialista e ex-Ministro de Qualquer Coisa, chegou em primeiro lugar na classe mundial da estultícia, num pequeno artigo hilariante que publicou hoje na imprensa dhimmi. O dito senhor, chegou ao cúmulo de comparar o evento de Oslo, ao 11 de Setembro. Convenientemente ou por distracção natural, esqueceu os comboios destruídos, aqui bem perto, em Madrid, num atentado islâmico que ceifou com centenas de vidas e milhares de estropiados. A ideologia oblige. Nem mesmo o 11 de Março chegou aos "calcanhares" do onze de Setembro.
A suprema “lata” da media Eurábica, é considerar o Serial Killer AB, um fundamentalista cristão. Os jornalistas que recusam colocar a palavra fundamentalista ou terrorista a seguir a islâmico ou muçulmano, (porque se o fizerem correm sérios problemas editoriais), fazem-no, neste caso, atacando o cristianismo com o maior dos cinismos. E das felicidades, digo eu. Os muçulmanos não o fariam melhor e devem estar satisfeitos com esta prova de fidelidade dhimmi, dada por esta cobertura doentia dos órgãos de comunicação social e por alguns políticos mais palavrosos.
 O que é um facto é que o sr. Anders não é um fundamentalista cristão. E como podemos provar isso? Lendo o que ele escreveu no manual/manifesto que deixou na internet com cerca de 770 000 palavras. Procurando a palavra Jesus, rezar, Igreja, cristão… nada se encontra. Aliás era ainda teenager, quando AB entrou pela última vez numa Igreja. Era também favorável á existência de grandes zonas de sexo livre, do tipo Red Light District, mas do tamanho de Las Vegas. Não tinha qualquer filiação em qualquer Igreja. Ora tudo isto não enquadra no género de fundamentalismo cristão, do tipo evangélico ou de outro qualquer, que é constituído por pessoas com uma ligação forte e pessoal à Igreja e a Cristo, que organizam grupos de culto onde se reza colectivamente. Nada disto AB adoptava. Por outro lado, nenhuma estrutura do Cristianismo o apoiava, ao contrário do que acontece, por exemplo, com os apoios declarados do clero Wabbita da Arábia Saudita ao terrorismo islâmico. Isto só para dar um exemplo.
 Desde o 11 de Setembro, ocorreram mais de 17000 ataques jihadistas, cujas principais vítimas são árabes, africanos, indianos, tailandeses, etc. O racismo por um lado, e a dhimmitude por outro, são suficientemente fortes nas nossas elites, para ignorarem as vítimas que diariamenteo islão provoca no Médio-Oriente, em África, na Ásia. Só para dar um exemplo, uma ministra somali foi raptada na 5ª Feira passada pelas milícias islâmicas e nada aconteceu ou se disse. Os cristãos Coptas são há muito perseguidos, descriminados e mortos pela maioria muçulmanos. Na Europa, os dhimmis, chamam-lhe conflitos religiosos e ponto final.
O assassino de Oslo é tão fundamentalista cristão como eu sou astronauta.

Sunday, July 24, 2011

Mães Inglesas Não Podem Dar Mama Aos Filhos Para Não Ofender Os Muçulmanos.



O Daily Mai noticiou que uma mãe, enquanto estava a dar mama ao seu bebe de 7 meses, no interior da Sede do Conselho (Council Headquarter), foi impedida e convidada a sair pelos funcionários públicos, para não ofender os visitantes muçulmanos.
Emma Mitchell (na foto) de 32 anos, quando se preparava para alimentar o seu filho, foi interpelada pela recepcionista no Oldham Civic Centre, que lhe disse que o edifício daquela instituição pública, era multicultural. Aconselhou-a a dirigir-se para as casas de banho do centro comercial das vizinhanças. Emma discutiu o reparo com a funcionária e então foi-lhe oferecida uma sala vazia para alimentar o bebé, ainda assim sobre vigilância.
Um outro funcionário desceu aproximou-se de Emma e quando se apercebeu que queria dar mama ao filho que chorava de fome, disse-lhe: "Nem pense, vai provocar aqui um tumulto." A Senhora Mitchell afirmou ao jornal posteriormente que:” foi horrível. depois de tudo isto, sentí-me humilhada, intimidada e culpada.Todos vivemos em Oldham, todos usamos este edifício e eu ia fazer aquilo que há de mais de natural numa mãe. Se alguém de outra cultura desatar a rezar na sala de espera, eu não a impeço porque as suas rezas eventualmente me podem ofender. Eu respeitaria porque faz parte da sua cultura. Assim  não deviam fazer-me sentir que estava a fazer algo de errado porque isso não é da cultura deles."


Segundo a lei Britânica, as mães podem dar peito em público e em edifícios público, qualquer que seja a idade do bebé.

Dhimmitude in the U.K. gone wild.


Depois queixem-se...ai ai é a extrema-direita...
Michelle Booth, de 38 anos, uma amiga que estava com Emma naquele Centro Cívico disse: “Eu não entendo. Quando se preocupam com pessoas de outras culturas que se ofendem com algo tão natural, é o politicamente correcto a ser levado ao extremo (It’s political correctness gone mad)”.

Saturday, July 23, 2011

Ainda os eventos de Oslo.

Apesar de ainda ser cedo para conclusões definitivas, a pista dos atentados parece conduzir para a responsabilidade de um norueguês de extrema-direita. Os média multiculturalistas e os esquerdistas do costume, não perderam tempo em relacionar este indivíduo com os movimentos e blogues anti-jihadistas, como o Gates of Vienna e o Atlas Shrugs, entre outros. Para os silenciar, obviamente, pois é o único argumento que os esquerdistas que controlam as sociedades ocidentais, possuem.

Contudo, não se faz a pergunta mágica: Como é que se chegou até aqui? A resposta nem sequer é complexa. Chegámos aqui porque o esquerdismo vigente, em todos os estratos de poder e do controle da sociedade, para aqui nos dirigiu. Não é impunemente que os comunas e os liberais de esquerda, vendam os povos e suas culturas ancestrais ao islamismo. Não é impunemente que se retiram aos povos toda a capacidade de decisão no que toca ao seu futuro. Não é impunemente que marginalizam os povos europeus fazendo-os vergar, sem direito a critica, às políticas de imigração suicidárias. Os partidos responsáveis pela engenharia social destinada a subverter as culturas e tradições dos povos europeus, mais cedo ou mais tarde vão ter que responder.

Esta situação em Oslo, é mais um episódio da guerra civil que ocorre ainda em surdina na Europa. Não pensem os comunas e esquerdistas, os juízes corruptos e académicos idealistas e estúpidos, que podem vender e destruir os povos e a Europa sem consequências. No futuro próximo, mais esquerdistas serão abatidos, mais serão fuzilados e muitos mais atentados enviarão a morte aos inocentes. A Eurábia existe, e como qualquer zona árabe, a violência e o caos dominam. O projecto europeu (do qual a Noruega não faz parte) aproxima-se a passos largos de um pesadelo. Ao contrário da utopia com que os escuteiros eurocratas e europeistas sonham, a Europa aproxima-se de uma hora bem negra.
E isto ainda não é nada. Os responsáveis morais da construção da Eurábia e da desconstrução da Europa, são todos aqueles que conduziram os povos europeus, a este beco sem saída, aos sentimentos de insegurança, do medo e sobretudo da impotência.
Experimentem, meus senhores, fazer refendos a nível europeu sobre a presença de milhões de muçulmanos na Europa. Experimentem fazer referendos sérios sobre se os povos querem a União Europeia. E logo verão...e logo veremos...todo o mundo verá que estamos a ser vítimas de uma engenharia social imposta de cima por elites progressistas e tecnocráticas, como se vivessemos na Roménia de Ceaucescu.

No Canadá, Mesquita Ocupa Escola Pública

Ezra Levant, citando o excelente Blog Blazing Cat Fur, descreve como uma cafetaria numa escola pública de Toronto, é ocupada por uma mesquita. Na filmagem vê-se os machos islâmicos á frente, de rabo para o ar a orar, e muito atrás, como mandam os preceitos descriminatórios do islão, as raparigas atrás e as "impuras menstruadas" fêmeas muçulmanas nem sequer têm direito a entrar.
O programa levanta várias questões. Porque é que os tipos não alugam um espaço para a sua mesquita? Onde pára a separação do estado e da mesquita? Porque é que a sociedade e as autoridades não vêem que a religião muçulmana se está a confundir com o estado? Como são gastos os dinheiros dos impostos dos contribuintes? Porque outras religiões não têm os mesmos direitos? Porque é que não se acaba com a prática de apartheid de géneros dos muçulmanos nos países ocidentais? A quem é que interessa o progresso do islamo-fascismo?
É já tempo de acabar com esta porcaria muçulmana no Ocidente. Antes que seja tarde demais.

Friday, July 22, 2011

Islão Ataca Oslo.



Segundo o jornal Corriere Della Sera, o grupo terrorista islâmico Ansar al-Jihad al-Alami reinvidicou a responsabilidade pelo atentado na capital da Noruega. Numa mensagem na internet, os jihadistas culparam a presença de tropas Norueguesas no Afeganistão como um insulto ao Maomé.
A presença de milhões de muçulmanos na Europa é mais do que um insulto. É uma afronta e um perigo. Portanto, é melhor que os responsáveis políticos comecem a retirar conclusões acerca do seu idealismo.
Mais uma vez, as sociedades ocidentais colhem os frutos do multiculturalismo promovido pelas elites polítícas. O governo de coligação da esquerda radical que governa o pais desenvolveu uma política agressiva de multiculturalismo, de conluio com interesses muçulmanos e de abertura escancarada das fronteiras. Agora a população inocente colhe os frutos semeados por estes líricos esquerdistas.

Saturday, July 16, 2011

Muito Frio no Hemisferio Sul

Enquanto os lobbys do aquecimento global, aproveintando o calor normal  do Verão, se esforçam para recolocar o alarmismo sobre o aquecimento global na agenda, o Hemisfério Sul treme de frio, tendo-se registado inclusivamente records de temperaturas negativas. Mas não só...Na China em pleno Verão registou uma intensa queda de neve (12 polegadas).


Por sua vez, hoje 16 de Julho, o jornal Chileno O Dia relata que:
La nieve bloquea las rutas
La espesa nevada complica la ayuda y el rescate de personas en Potosí
enquanto o governo da Bolívia pedia ajuda dos países vizinhos devido aos mais fortes nevões sentidos naquela país desde há 20 anos. Localidades e milhares de pessoas (incluindo turistas) encontram-se completamente isoladas e é necessária a ajuda internacional em meios (helicopteros) para levarem víveres aquelas comunidades.
http://www.itn.co.uk/world/23814/Bolivia+appeals+for+help+after+heavy+snow

Monday, July 11, 2011

A Lei da Sharia no Reino Unido.


Apesar da indiferença dos cegos e da comprensão dos líricos, a Eurábia constrói-se paulatinamente no dia a dia. O status quo multiculturalista e esquerdista domina, e quem ousar denunciar a marcha do islão em terras de Sua Majestade, arranja complicações para a vida, com a real possibilidade de ser preso. Como aliás, já aconteceu por diversas vezes. Os ingleses estão reféns, cercados e prisioneiros na sua própria casa, por uma admnistração político-judicial, que não permite qualquer manifestação de dissidência.
Vastas áreas do país são de facto governadas por estrangeiros à revelia de qualquer processo eleitoral democrático e com a lei e a ordem democráticas a não serem válidas para todo o país. A criação de enclaves islâmicos faz-se a bom ritmo, e com o crescimento demográfico dos muçulmanos, os não-muçulmanos ficarão a viver dentro de algum tempo em autênticos guetos no seu próprio país.
Militantes islamistas conseguiram que em diversas zonas daquele país fosse banido o álcool e a mistura de sexos, com o mais cobarde e cumplice silêncio das autoridades dessas áreas. 
De resto, tudo se passa à luz do dia sendo inclusivamente noticiado pelos media. Jovens islamistas actuam com a determinação e a "legalidade" das tropas de choque hitlarianas, tornando as ruas (e as prisões) o seu campo de conquista e de proselitismo, ou por outras palavras, estabelecem a supremacia no Dar Al Harb (terra da guerra). E não lhes faltam  advogados dos "direitos humanos" para lhes defender a causa contra a nossa liberdade e modo de vida.
Recentemente foram colados milhares de posteres e autocolantes limitando zonas controladas pela lei da sharia, onde se impõem toda uma série de proibições; "Proibído o jogo", Proíbido concertos musicais", "Proíbido a prostituição", "Proíbido a pornografia", "Proibido fumar"...
Os posters declaram ostensivamente: "Está a entrar uma zona controlada pela lei da sharia". "Aqui as leis islâmicas governam e são obrigatórias."
Não satisfeitos, reclamam criação de uma polícia da sharia para a fazerem cumprir. Parece mentira mas é verdade.
"Nós queremos criar zonas onde os muçulmanos possam viver uns com os outros" afirmam alto e em bom som de megafone em punho pelas ruas e em mesquitas.
"Nós vivemos entre os não-muçulmanos mas queremos distinguir-mo-nos deles."
É a Eurábia no seu melhor. Isto e muito mais pode ler aqui

Tuesday, July 5, 2011

E Vai Ao Fundo Sim Senhor!


BURN BITCH BURN!

Temos visto ao longo dos anos, que a Eurábia, vulgo União Europeia, se tem progressivamente afirmado como um bloco inimigo dos Estados Unidos da América e de Israel, especialmente o seu hard-core, a França e a Alemanha, com alguns “estados idiotas” como a Espanha, por exemplo, a reboque. São os interesses árabes que são assumidos e defendidos como seus, pela Eurábia e estes são manipulados pela China. Os chineses precisam muito de petróleo e de alguma tecnologia europeia que querem “adoptar”. (Os dirigentes chineses andam de cabeça perdida  com as dívidas soberanas  e vêm agora todas as semanas visitar a Eurábia com promessas de compra das dívidas soberanas.)

A própria criação do Euro, que está (e estará no médio prazo) a lançar na pobreza povos europeus inteiros, foi uma moeda criada para atacar o Dólar e os EUA. Foi a Eurábia que declarou guerra aos EUA, no tabuleiro económico-financeiro e diplomático. Agora espantam-se e queixam-se que o Euro seja atacado pelos mercados e pelas agências de rating. Quem vai á guerra…
Como bem sabe qualquer estratega de jogos de guerra de trazer por casa, o inimigo ataca-se pelos sectores mais frágeis. Neste caso, os sectores economicamente e financeiramente mais frágeis são os chamados PIGS. Só falta a Espanha cair. A seguir vai a Itália e depois, daremos graças a Deus, será o fim do Euro e da Eurábia.
A criação de uma agência de rating chinesa é a evidência que os chineses estão a ver muito mal parada a guerra surda entre a Eurábia e os EUA (leia-se agências de notação) e querem-se meter ao barulho. O Euro e a Eurábia vão naufragar e isso é muito mau para a China sob todos os aspectos. Os chineses querem tornar-se a primeira potencial mundial. Para isso, mais cedo ou mais tarde terão que se defrontar militarmente com os EUA. Está escrito nas estrelas. Será a III Guerra Mundial. Os chineses sabem que, sozinhos, levam na tromba com facilidade. No entanto, se conseguirem criar todo um hemisfério Euro-Asiático (com a exclusão do Japão e do Vietname) e Africano hostil aos EU da América, as hipóteses de um showdown triunfante com os Estados Unidos, serão bastante maiores.

Uma vez Livres da Comissão Europeia, os povos europeus travarão a islamização das suas pátrias. Os colonos, os imigrantes muçulmanos que foram utilizados como argamassa para a construção da Eurábia, irão, com a graça de Alah, de volta para os pardieiros arábicos de onde saíram. Só assim a Europa poderá sobreviver como o Ocidente Livre, e reocupar o lugar ao lado de quem sempre nos defendeu.

Tuesday, June 28, 2011

Nem os Nossos Mortos Respeitam

Na Holanda, jovens marroquinos entretêm-se a fazer confusão nos funerais. Dançam em cima do carro fúnebre, insultam as pessoas que prestam as últimas homenagens ao seus entes queridos e amigos falecidos.
Tudo porque não são muçulmanos.

Monday, June 27, 2011

O Fim da Eurábia?


Escrevia o jornal Público há uns dias, que até os Eurocépticos estavam preocupados com a possível queda da Eurábia, mais conhecida por União Europeia. Parece-me que os jornalistas do público bebem uns copos valentes (ou uns charros) no emprego, pois os tipos deliram. Não há maior razão de esperança no futuro da Europa do que a queda de um bloco construído por apparatchiks burocratas que há décadas mandam o que os povos europeus podem fazer ou pensar. A União Europeia não é uma construção democrática. Muito longe disso. É uma realidade transnacional cada vez maior, cada vez mais totalitária, centrada na ideologia e nos dogmas do multiculturalismo, de resto falido.

A Eurábia surgiu com a crise do petróleo em 1973. Com crise do Euro de 2011, poderá ser o fim da União Europeia.
No momento em que a Grécia precisa de dinheiro como "de pão para a boca", continuam a seguir biliões de Euros (jizya) para alimentar a máquina de guerra e para a corrupão palestina. A comissão Europeia prefere apoiar os palestinianos do que os gregos. Com isto a comissão Europeia poderá estar a cavar a sua sepultura. Rezemos para que morra de morte súbita em breve.

Já nos anos setenta, os estados árabes exigiram que a Europa lhes permitisse o acesso à ciência e tecnologias ocidentais, independência política relativamente aos Estados Unidos da América, alinhamento com a política Árabe, a demonização de Israel como ameaça á paz mundial, e garantias favoráveis á imigração árabe e disseminação da cultura islâmica para a Europa. Esta cooperação também incluía o reconhecimento dos palestinianos como um povo distinto e a OLP de Arafat o sua representante. Até 1973, os palestinianos eram exclusivamente conhecidos como refugiados árabes, até pelos outros árabes. O conceito de “palestiniano” simplesmente não existia.

Durante a crise do petróleo de 1973, os membros árabes da OPEC anunciaram que, devido á Guerra do Yom Kippur entre Israel e os árabes (que estes começaram), não forneceriam mais petróleo aos países apoiantes de Israel. Porventura esta foi a primeira chantagem dos árabes sobre a Europa.

A súbita subida dos preços do petróleo enriqueceu de petrodólares países como a Arábia Saudita, permitindo-lhes financiar o ressurgimento islâmico no mundo, provocando um impacto no Ocidente, especialmente na Europa.

Todavia os líderes árabes tinham que vender o seu petróleo. O factor petróleo foi o cimento para as conversações que ficaram conhecidas pelo Diálogo Euro-árabe, mas não foi o único. De facto serviram como pretexto para a França assumir uma política que tinha desenvolvido muito antes da crise do Yom Kippur.
Esta agenda política foi reforçada pela deliberada transformação cultural da Europa. O Euro-Arab Dialogue Symposia, em Veneza em (1977) e em Hamburgo (1983) incluiu recomendações que foram sucessivamente implementadas. Estas recomendações foram levadas a cabo, na prática, resultando num privilegiado influxo de imigrantes muçulmanos para a Europa. Aos milhões.

Contrariamente ao credo oficial da EU, os milhões de muçulmanos presentes na Europa estão cá devido a acordos feitos com os burocratas europeus ao longo dos anos.

As recomendações, não escritas, incluíam:

1.Coordenação de esforços feito pelos países árabes para espalhar a língua e culturas árabes.

2. Criação de centros culturais Euro-Árabes nas capitais europeias.

3. Fornecimento de professores árabes especializados em ensinar árabe aos europeus em universidades e institutos.

4. Cooperação necessária entre especialistas europeus e árabes em ordem a divulgar uma imagem positiva da civilização arábico-islâmica a públicos educados de europeus.

Estes acordos não foram escritos dada a sua natureza sensível e anti-democrática. Os lideres europeus cuidadosamente acolheram estas ideias como “diálogo”. Todos os meetings, comités e grupos de trabalho incluíam representantes dos países da Comunidade Europeia, do Conselho da Europa e dos países da Liga árabes. Os procedimentos e decisões tomavam lugar em sessões á porta fechada. Nenhumas actas ou minutas foram escritas ou gravadas. O resultado está à vista.

A Líbia, a NATO, a Comissão Europeia, a França e a Eurábia.



Porque é que a NATO se meteu na Líbia e permite ao regime totalitário de Damasco uma repressão violenta dos manifestantes, com milhares de mortos e refugiados? A resposta é mais simples do que parece. Porque a NATO, liderada pela França, está ao serviço da Liga Árabe, e esta é a maior evidência que a Eurábia é já uma existência política. A NATO bombardeia Tripoli porque a Liga Árabe assim o deseja e não bombardeia Damasco, porque a Liga Árabe não o deseja. E ponto final parágrafo.

O regime de Kadafi, desde que se aproximou da OUA e de África afastando-se da Liga Árabe, passou a ser visto pelos árabes como uma persona non grata no poder de um país árabe e muçulmano. Assim uma espécie de dissidente a abater. O regime facínora de al Assad, pelo contrário, faz parte do núcleo duro da Liga árabe e é por esta, reconhecido como tal.

Se o leitor reparar, só depois da Liga Árabe ter dado o sinal verde, o Conselho de Segurança da ONU avançou com a intervenção “para proteger civis” e tretas do género, e a França, liderando a NATO (coisa nunca vista), foi a primeira a “saltar para cima” do Coronel de óculos escuros Prada. E porquê a França? Aqui temos que recuar umas décadas.

Desde De Gaulle que a França acredita reganhar a importância política internacional perdida, através da liderança de um bloco Euro-árabe (Napoleão já o tinha tentado), para competir geoestrategicamente com os USA e a extinta União Soviética. Aparentemente, décadas depois parece que o conseguiu com o gaulista Sarkozy. Escrevo aparentemente, porque a França e a Europa estão muito longe de liderar seja lá o que for. Pelo contrário, a França e a Europa, são hoje lideradas pelos árabes, nomeadamente através da Comissão Europeia (CE) que nada é mais do que uma marioneta nas mãos dos interesses muçulmanos. A Eurábia está a aniquilar totalmente a Europa, como resultado de políticas intencionais adoptadas pela CE e pela França durante décadas.

Cada vez mais islamizada, a Europa é hoje um satélite do mundo árabe e muçulmano. A Europa não passa de um lacaio, ainda bem munido de meios militares e tecnológicos superiores aos dos seus senhores, mas esta situação, com as transferência em curso de tecnologias, previstas aliás nos diversos acordos do Diálogo Euro-Árabe, é só uma questão de tempo para mudarem de mãos. Os árabes para dominarem de vez a Europa só precisam de uma única coisa: da aparência de democracia nos seus países. E estas “primaveras” árabes vão no sentido das aparências de democracia. Como o são também feitas de aparências de democracia a Comissão Europeia e União Europeia. Depois de realizada esta operação de cosmética, a propaganda de que o islão faz parte da Europa pode-se tornar mais credível.

A Europa está constantemente ameaçada de terror. O terror, é a forma de aplicar pressão aos países europeus para se renderem às exigências árabes. Eles exigem, por exemplo, que a Europa tome posição favorável à “causa palestiniana” contra Israel.

A Eurábia é inimiga de Israel e dos USA. Não só na política externa, mas também nos assuntos domésticos. O anti-americanismo e o anti-semitismo grassam hoje na Europa. Qualquer bicho careta eurábico, sem muito bem saber porquê, é hoje totalmente anti-americano e anti israelita. Se a política externa europeia e árabe continuarem a ser comuns e a confundirem-se, é possível no futuro, uma guerra com os USA. E era bem bom de ver os eurábicos a levarem nas trombas novamente dos americanos como os seus congéneres nazistas levaram nos anos quarenta.



Em resumo, a Eurábia é um projecto francês que se tornou realidade a partir da visão anti-americana de Charles de Gaulle, como um bloco hostil á influência americana. Esta situação facilitou as ambições europeias em manter importantes esferas de influências nas ex-colónias, enquanto abriam grandes mercados para os produtos europeus no mundo árabe, especialmente nos países produtores de petróleo e de gás natural. Em anexo, comprometeram-se em transformar o Mediterrâneo num mar Euro-árabe interior, favorecendo a imigração muçulmana e promovendo o multiculturalismo com uma forte presença islâmica na Europa.

E alguém nesta Europa quer saber alguma coisa dos projectos franceses? É tempo de acabar com eles, com a Comissão Europeia e com a União Europeia, já agora.

Sunday, June 26, 2011

Tangente Cósmica


O asteróide 2011 MD, recentemente descoberto, passará hoje, dia 27 de Junho, apenas a 12 000 km da Terra. Segundo a NASA, não existirá perigo de colisão. Não obstante, o encontro é tão próximo que a gravidade da Terra alterará a sua trajectória .

No ponto de maior aproximação, o asteróide passará sobre o Atlântico Sul e Antárctida. Á medida que se desvia em direcção á Terra, o asteróide passará pela zona dos satélites geoestacionários. As hipóteses de colisão com um satélite ou com lixo espacial serão muito pequenas, mas não serão zero.

Julgando pelo brilho, este rochedo espacial medirá entre 5 a 20 metros de diâmetro. De acordo com o Jet Propulsion Laboratory, em Pesadena, o objecto será suficientemente brilhante para ser visto durante um curto período de tempo, com um simples telescópio de trazer por casa.

Friday, June 24, 2011

As Crianças no Islão (2)


As raparigas menores de idade são as principaís vítimas da escravatura islâmica.
Com o silêncio do Mundo.

Escrevo este post animado por Geert Wilders ter sido ilibado das acusações de incitamento ao ódio e á descriminação sobre os muçulmanos. Foi uma vitória da liberdade de expressão e uma derrota para as correntes da extrema-esquerda apoiantes da islamização da Europa. Não só o Corão é uma manual de ódio comparável ao Mein Kampf como as práticas políticas islâmicas se confundem com as Sturmableitung, mais conhecidas como SA, senão mesmo com as Schutzstaffel. Para além disso é um livro que incita à prática do esclavagismo.

A história do casamento de Maomé com Aisha ajuda a perpetuar a opressão das crianças diariamente. Wafa Sultan, conta no seu livro, A God Who Hates, que a sua irmã decidiu casar a filha (sobrinha da Wafa) com o filho de uma tia paterna que tinha 40 anos, enquanto a menina tinha 11 anos. “ Ela é ainda nova, e vai aprender a amá-lo á medida que o tempo vai passando. É um casamento segundo a lei de Alah e do seu profeta”.

Em qualquer país digno desse nome, esta gente tinha sido presa por prática de pedofilia, mas não nos países muçulmanos.

Quando a sobrinha fugiu de casa do seu esposo trinta anos mais velho, para casa dos pais, descobriu que tinha fugido de uma prisão para outra. O pai persuadiu-a que o melhor lugar para uma mulher é a casa do marido e, sobre pressão da família, a criança lá voltou para “o melhor lugar designado para ela por Alah e seu profeta”.

Passado 15 anos, e vendo-se sem escapatória possível, suicidou-se com 25 anos e mãe de 4 filhos.

A história do casamento de Maomé com Aisha possui um efeito ainda mais arrepiante nas relações entre homens e mulheres muçulmanas. Na história, no momento em que a mãe depositou a filha Aisha, com 9 anos de idade, na cama de Maomé, este, não se fez rogado e saltou-lhe para cima. Foi violada na sua própria casa com o consentimento da mãe. Através da história deste casamento, o islão nega o direito às mulheres de atingir um estádio de desenvolvimento físico, intelectual e de maturidade emocional. As leis de uma moralidade básica não podem aceitar que uma menina seja feita mulher á força através de violações consentidas pelos pais. A grande infelicidade para estas crianças, é que estes actos são sancionados quer pelas leis religiosas quer pelas leis seculares. Tornou-se um modo de vida com 14 séculos.

Devido a estas leis protectoras, meninas são violadas por todo o mundo islâmico. Unesco, Nações Unidas, Comissão Europeia, enfim todos aqueles que se mostram escandalizados com toda e qualquer crítica ao maomedismo, sempre prontinhos a atacar Israel por se permitir defender do islão, mantêm o mais profundo silêncio (dhimmi) relativamente a este atropelo aos direitos das crianças levadas a cabo nos países muçulmanos.

Em muitos países árabes, como a Jordânia, Siria, e Egipto, milhares de crimes são cometidos por ano contra os direitos das raparigas menores de idade, que não têm o controlo das suas vidas, por homens dos Emirados Árabes. Estes homens, com dinheiro muitas vezes ilícito e sem o mínimo resquício de moralidade, tiram partido da pobreza, comprando menores com grande facilidade. Um mundo que permite este tipo de escravidão sobre crianças é um mundo que tem que deixar de existir. A bem ou á bomba.

Para cada menina comprada por esses monstruosos porcos, é o início de uma vida de sofrimento, que frequentemente acaba com o retorno da menor á sua família, depois da sua infância, a feminilidade, a honra, e a sua reputação, terem sido violadas em troca de insignificantes quantidades de dinheiro, em nome do casamento de acordo com as leis de Alah e do seu profeta. A vida da menor que retorna a casa da família, torna-se um verdadeiro inferno. É abandonada pela família e pela sociedade que não respeita o seu sofrimento. Se ela ainda for capaz de viver, torna-se um pedaço de carne insignificante, destinado a ser mastigado sem embaraço, na boca de qualquer um.

Combater este fascismo islâmico, é o destino das pessoas de bem.

(continua)