Sunday, November 13, 2011
Al Qaradawi Elogia Anti-Semitismo de Hitler
Existem revisionistas que estão presos. Este imam devia estar na jaula há muito tempo. O imbecil não é revisionista. É um admirador confesso de Hitler, tratando-o como um enviado de Deus.Faz sentido uma vez que o deus muçulmano é Satanás.
O Islamic Style da Primavera Árabe
Via Nada Disto É Novo
Mulheres tratadas como camelos
The above picture, taken at a recent protest in Egypt, has been making the rounds on various Arabic websites. Note the rope around the women, herding them like camels; note the man to the right holding the leash, walking them. I am told this is a common “precautionary measure” to keep women from mixing with men during protests.
Considering that certain Islamic texts describe females as “she-camels in heat,” or that it is traditional for some men to divorce their wives by saying “you are given free rein and unloosed like that camel,” or that Muslims are thought to have a mind-frame rooted in sand, camels, and ropes—this measure must surely seem natural.
At any rate, to those who think that history must always progress, take note: fifty years ago, the overwhelming majority of women in Egypt wore dresses, hair uncovered, and would never have condescended to being walked on a leash.
Such is “progress”—“Arab Spring” style.
Read more at http://www.jihadwatch.org/
Ecotretas Expulso Do FaceBook
Os eco-fascistas mostram a face...
"O Ecotretas foi expulso do Facebook! As teias dos lobbies Verdes andam por aí... Tinha efectuado uns comentários sobre o Programa das Novas Barragens, a propósito das contas engatadas da GEOTA, e voilá! Parece que a desculpa foi a de que o nome verdadeiro não era o que estava no Facebook, como se não existissem montes de perfis iguais...Para mim o Facebook acabou! Serve de aviso para todos vós: quem se mete com a Nova Ordem Mundial, leva. Ainda a semana passada tinha visto esta notícia do Expresso, como a CIA anda a espiar Twitter e Facebook. Assim, começo a acreditar mais nas teorias da conspiração que por aí circulam, mas a maneira mais fácil de os derrotar, é ignorá-los! Passem a palavra, e deixem de utilizar um sistema que vos pode dar um pontapé, sem qualquer aviso prévio, como foi o meu caso!"
http://ecotretas.blogspot.com/
Thursday, November 10, 2011
Thursday, November 3, 2011
O Circo
A Eurábia está (uff! finalmente!) á beira do Kaos with a view to Waterloo. Como zona económico-política construída nas costas dos povos, não democraticamente portanto, a UE tem medo dos referendos como o diabo da cruz. O pânico foi generalizado e o Euro ficou á beira do colapso com o anúncio do refendo grego. A pressão política, a chantagem, as ameaças, foram de tal ordem que, hoje, Papandreu deu o dito por não dito, afastando a hipótese de consulta aos gregos, desde que consiga um voto maioritário e eufemistico no parlamento. A UE que sair desta crise, se sair, vai ser uma "União" mais oligarca e dividida do que nunca. Por um lado, um directório que se quer impor. Por outro, uma elite de burocratas-comissários que quer governar. As nações, esmagadas por estes dois movimentos de tomada de poder, estando demograficamente exauridas, não possuindo capacidade revolucionária centrífuga, a Europa de uma maneira ou outra, colapsará para o centro. Uma nova tirania surgirá, apoiada pelos muçulmanos que serão sempre aliados, das forças centríptas que os protegem, isto é, dos funcionário-burocratas-comissários e da ideologia multiculturalista da Comissão Europeia. De qualquer maneira, os demónios da Europa, estão de volta. E as ruínas também. E não só as gregas.
Para que este cenário algo prospectivo possa não acontecer, é urgente a realização de um referendo a nível europeu sobre a (des)construção cultural, social e económica das suas nações. Para que os povos se possam esclarecer mutuamente se se revêm nesta Europa ameaçada e ameaçadora, da austeridade, do desemprego e da islamização.
Costuma-se dizer que um mal nunca vem só. Ontem, as instalações do jornal humorístico francês Charlie Hebdo foram atacadas e incendiadas por muçulmanos, só porque fez uma edição, como sempre cómica, em que o Director convidado foi nem mais nem do que a figura do profeta pedófilo, o Maomé. A edição correspondente foi intitulada Charia Hebdo. O Silêncio perante mais este incêndio da liberdade de expressão, é insurdecedor e uma prova cabal de que islamização é já um facto adquirido. Fosse o papa a criticar a homosexualidade instituída e cairia o Carmo e a Trindade.
Os 3 livros mais lidos lá pelas bandas civilizacionalmente mal frequentadas das Arábias e do Norte de África são o corão, o Mein Kampf do Hitler e o livro falso anti-semita "Os protocolos dos Sábios do Sião". Todos aqueles 3 livros apelam á morte dos judeus. Cá por Portugal, pelos vistos também há sectores minoritários da política portuguesa que os consultam ávidamente. Não sei se os militantes comunistas se inspiram no corão (não me admirava nada!) ou não, mas que no Mein Kampf do Hitler e no anti-semitismo, não temos dúvidas. Aliás é o próprio jornal nacional-comunista, O Avante que utiliza teses daquele livro racista publicado no final do séc. XIX "só" para atacar o governo.
Que os comunas sejam uma merda, já todos nós sabemos. Já nos tinhamos esquecido, no entanto, que são uma merda tão radicalmente malcheirosa. Para que este mau-cheiro racista anti-semita não torne este país ainda mais nauseabundo, talvez fosse boa a altura para aproveittar e atirar com os gajos lá para os pantânos de Tunguska. Mas se, devido à crise, não houver dinheiro suficiente para tal ponte aérea, qualquer ETAR servirá como substituto (reciclável até) daquele destino siberiano. Entravam como comunas malcheirosos e saiam como socialistas aprumadinhos e politicamente correctos.
Imaginem só a quantidade de postos de trabalho que os portugueses, com vontade de trabalhar, teriam disponíveis. Só na primeira hipótese claro está. E o que a economia cresceria! É uma questão a pensar seriamente pela sociedade portuguesa. Já agora, faça-se um referendo. Aceitam-se propostas para a pergunta a fazer aos portugueses.
Tuesday, November 1, 2011
Também Sou Um Indignado
Nos próximos tempos as ruas portuguesas vão ser agitadas com desfiles, maioritariamente de funcionários públicos, encabeçados pelos dois dos mais gordos nababos da política nacional, os eternos dirigentes das centrais sindicais, pela extrema-esquerda, e pelos oportunistas do costume - os socialistas.
O que á primeira vista parece ser uma manifestação anti-governo, são afinal de contas as entranhas agitadas (indignadas) do aparelho de estado: As reinvidicações são claras: querem ser mais bem pagos e reformarem-se mais cedo, querem 14 meses de ordenado quando só trabalham 12...etc.
Mas quem vai pagar para isso? A resposta a esta questão não constitui o problema deles, e muito menos dos dirigentes sindicais que já têm a vidinha bem subvencionada, com 1 ou 2% dos salários dos seus associados descontados para as suas estruturas de classe vitalícias, estando-se completamente nas tintas para a aritmética da nossa ruína e do nosso descontentamento.
É assim que querem continuar numa confrangedora dissonância cognitiva face á realidade da banca rota portuguesa criada pelo socialismo. No fundo todos estes indignados querem ainda mais estado. Eu não. Por mim, privatizava tudo menos a Justiça, as Polícias e as Forças Armadas. Portugal precisa mais de cidadãos empreendedores e livres e menos de servos da gula do estado. O Jurássico Estado tutelar português é a fonte da nossa pobreza, do nosso atraso, da corrupção e do provincianismo nacional.
O amanhã já foi gasto… hoje. Talvez porque na Europa já quase que não há filhos e muito menos haverão netos. E portanto não haverá futuro. O desporto preferido dos estados salteadores sociais não foi o de imprimir dinheiro mas o de imprimir cartões de crédito. Como dizia Mrs Thatcher, o problema do socialismo é gastar completamente o dinheiro das pessoas. No entanto, a Europa actual, avançou para um estádio superior de desastre. Para além de ter esgotado o dinheiro, esgotou-se também de pessoas.
Bestial!, gritarão os progressistas e ecologistas. Acabemos com a explosão demográfica agora que já somos 7 biliões de almas neste terceiro calhau a contar do Sol.
Os portugueses já gastam mais com os cães do que com os filhos. Portugal tem a 3ª taxa mais baixa de fertilidade do mundo. Na Alemanha, uma em cada três fraulein retiraram-se completamente do negócio da maternidade. A população em idade de trabalhar na Alemanha vai decrescer 30% nas próximas décadas, afirma Steffen Krohnert, do Berlin Institute for Population Development. As áreas rurais verão um declínio massivo e muitas aldeias simplesmente desaparecerão. Nada do que já não tenha acontecido em Portugal. No futuro, a Alemanha e por maioria de razão toda a Europa, será um bloco económico-político bastante fraquinho.
Como bem diz Mark Steyn no seu último livro, After America (pedindo emprestado o conceito ao Minority Report de Philip K Dick), a União Europeia cometeu um Prè-crime: assassinou a próxima geração.
Thursday, October 27, 2011
Desenvolvimento Sustentável
Num dia destes, num telejornal de um canal qualquer, um tipo com todo o aspecto de epicurista e bon vivant perorava entusiasmado, senão mesmo excitado, sobre o desenvolvimento sustentável, a propósito de uma internacional conferência que iria decorrer em Lisboa. Não sei se aos sustentáveis desenvolvimentistas reunidos na capital foi servido Beluga acompanhado com Dom Perignon, como noutras cimeiras de ambientalistas aconteceu, mas de certeza que as consequências para o terceiro mundo do eco-imperialismo bem nutrido mais do que sustentado, não foi debatido.
O desenvolvimento sustentável, como é definido pelos ambientalistas, foca muito pouca atenção no desenvolvimento sustentável, e muita mais na restrição ao desenvolvimento. Também reflecte a doutrina errada do esgotamento rápido dos recursos naturais que alegadamente estão a destruir o planeta. O putativo bem-estar dos “frágeis ecossistemas” atropela o mais óbvio bem-estar das pessoas, levando povos desesperados de pobreza a causar estragos nos seus ecossistemas que os activistas reclamam proteger.
Leon Louw, director executivo da South Africa Free Market Foundation, refere-se ao "desenvolvimento sustentável como ciência vudoo”. Nunca se faz a pergunta, “sustentável por quanto tempo? 10, 200, 1000, um milhão de anos? Para quem? Para uma sociedade tecnologicamente mais avançada no futuro? Por quanto tempo devemos conservar a chamadas “não-renováveis”? Devem os nossos descendentes, através da mesma lógica retorcida fazer o mesmo que as gerações contemporâneas do início do séc. XXI? E por quanto tempo? Para sempre?
Nenhuma pessoa nos inícios do séc. XX poderia imaginar a espantosa evolução tecnológica que iria acontecer no seu decorrer, na alteração das necessidades materiais e até na cada vez maior capacidade de controlar a poluição. Em 1900, o carvão e a madeira eram utlizados como combustíveis para produção de calor. A poluição do ar naquele tempo matava milhões. Telefones, carros e electricidade eram novidades só para os ricos. Pessoas e carga eram transportadas por cavalos que deixavam para trás 900 000 toneladas por ano de estrume numa cidade como Lisboa. Os irmãos Wright ainda construíam bicicletas. O ar condicionado, as rádios, televisões, os plásticos, os antibióticos, transplantes de órgãos e computadores nem sequer eram imaginados.
Hoje, o ritmo da mudança é exponencialmente mais rápida do que á 50 ou 100 anos atrás. Definir sustentabilidade nestas condições é impossível. Supor que alguém pode prever que tecnologias poderão existir no futuro, que poluentes serão um problema, que combustíveis e minerais serão necessários, e em que quantidades, é atrever-se entrar na mera ficção científica. Ou na mais enganosa das políticas públicas. Em resumo, o problema fundamental com o “desenvolvimento sustentável”, afirma o Wilfred Beckerman, economista da Universidade de Oxford, é a exigência que as prescrições radicais sejam seguidas para atingirem fins estritamente pré-definidos, determinando que trade-offs (conceder algo para ganhar com a troca) devem ser enfatizadas, e decidir que trade-offs devem ser ignorados. Aqui a ideia é nada conceder. “Na verdade, subtraem do objectivo de maximizar o bem-estar humano, porque o slogan do desenvolvimento sustentável parece fornecer uma barreira justificativa total, dirigida qualquer política desenhada para promover qualquer ingrediente do bem-estar humano, independentemente do seu custo, e portanto independentemente de quaisquer aspectos do bem-estar.
De igual maneira, as teorias de precaução promovem agendas estabelecidas por activistas eco-cêntricos dos países desenvolvidos. Elas ignoram qualquer sentido de compensação e das necessidades das nações em desenvolvimento, tais como: a criação de oportunidades económicas, assegurando o abastecimento adequado e seguro de energia barata, aliviando a pobreza, a fome ou malnutrição, a doença – e, finalmente, melhorar a qualidade ambiental e assegurar práticas mais sustentáveis.
A aplicação do Principio da Precaução é ubíqua. Se alguém levanta dúvidas acerca da segurança de uma tecnologia, essa tecnologia deve ser severamente restringida, senão mesmo banida totalmente, até se provar que é absolutamente segura. No entanto, a maior segurança que resulte no melhoramento da nova tecnologia é tipicamente ignorada ou dada pouca atenção. O Princípio da Precaução também assegura que quanto maior forem os riscos teóricos, mais a sociedade se deve adequar de medidas de precaução ou sofrer as consequências.
Contudo, nunca se discute quanto é que a sociedade pode ganhar ou perder com essas medidas.
Sunday, October 16, 2011
Modelos.
Sempre que uma agência de notação baixa o rating da economia de Portugal ou de uma empresa, um coro de indignação varre as ondas electromagnéticas dos inúmeros programas de debate político-económico no país. O argumento mais batido é o da falta de legitimidade de tais agências porque, dizem eles, espalharam-se ao comprido mesmo na véspera do colapso em dominó das instituições financeiras ocidentais. Curiosamente não se explica porque é que as agências financeiras falharam. E não é explicado porque não interessa.
Em 15 de Setembro de 2008, a Lehman’s Brothers, um dos 4 bancos de investimento mais ricos do mundo, entrou em falência. Tal foi a escala do colapso do sistema financeiro em ambos os lados do Atlântico, que o mundo derrapou para a maior Depressão desde os anos 30.
As causas imediatas deste crash financeiro estiveram no risco com que muitas instituições financeiras aplicaram elevadas quantidades de dinheiro em investimentos sobreavaliados e que pensavam ser seguros. Os produtos tóxicos.
Até aqui nada de novo. Contudo, o factor deliberadamente omitido nesta grande escapadela á realidade, foi a enorme fé (e a ganância em anexo), colocada pelos mercados financeiros nesses investimentos e empréstimos, resultantes da demasiada confiança, senão mesmo da total dependência, das projecções de modelos computorizados.
Quando a Forbes previu em Abril de 2008 que as acções da Freddie Mac, um dos dois monstros americanos que dominavam o mercado das hipotecas, pareciam atractivas a 29 dólares, a razão para este parecer foi baseada na avaliação proveniente dos dispendiosos programas (modelos) de computador, que perderam totalmente o contacto com a realidade daquela companhia. Cinco meses depois, as acções da Freddie Mac valiam apenas 25 cêntimos, uma queda de 99% do seu valor. Talvez seja esta a inspiração para o nome porque são conhecidos, aquela camada de contestários que se amontoam em Wall Street, accionados pelos dinheiros de um conhecido especulador.
Se os modelos computorizados funcionando a wishfull thinking provaram ser tão desastrosamente incapazes de espelhar todas as variáveis envolvidas no mercado das hipotecas, como é que eles podem ser fiáveis na replicação de variáveis infinitamente mais complexas envolvidas na previsão do clima futuro do planeta?
Pois é aqui que a porca torce o rabo. É que maioria dos políticos e comentadores que “se atiram como lobos famintos” às agências de rating, são os mesmos que fazem a apologia do aquecimento global (como a senhora Teresa de Sousa, só para dar um exemplo) que resulta, também ele, de modelos computorizados. Portanto, não vá o abovinado e hipnotizado people frente ao écran televisivo, fazer a imediata relação entre a falência dos modelos de análise financeira e os modelos de análise climática, o melhor é sossegá-los, escamotear e chutar para canto a verdadeira razão pela qual as agências falharam e ficar só pela contestação fácil, antes que a contradição dos palradores residentes se torne óbvia.
Uma ligação mais específica entre o crash financeiro e as “alterações climáticas” constituiu a falência da Lehman Brothers. Este banco investiu biliões de dólares para se tornar o líder global no mercado da transacção de “créditos de carbono”, através da Emission Trading Scheme da União Europeia, do Clean Development Mecanism das Nações Unidas e do sistema “cap and trade” proposto para os Estados Unidos, que por McCain quer por Obama. Conforme a própria Lehman anunciou, em dois robustos relatórios intitulados The Business of Climate Change, esperavam tornar-se rapidamente a primeira empresa de correctores para as emissões de carbono, num mercado que se esperava que a curto prazo valesse triliões de dólares.
Era este o sonho antes do rebentar da tempestade. Sonho que alimentava e unia burocratas da União Europeia, capitalistas, ambientalistas, e muitos dos indignados esquerdistas que hoje arrotam postas de pescada na Wall Street e nas praças das cidades do mundo ocidental.
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Wednesday, October 12, 2011
Parabéns Portugueses!
Tenho andado com pouco tempo disponível para actualizar o blog mas esta, apesar de tardia, não podia deixar passar.
Os portugueses são os mais cépticos europeus relativamente ao aquecimento global. Só 7% de basbaques lusitanos é que se deixam enganar. Pelo contrário as ervilhas louras do Norte da Europa são os mais crédulos. Isto segundo o Eurobarómetro da semana passada.
Somos uma nação muito antiga. Não nos deixamos enganar facilmente. Pelo menos no que toca aos "calores" dos ambientalistas-políticos.
Senhores da comunicação social: tomem e embrulhem!
Muitos sites da blogosfera portuguesa e brasileira contribuiram para informar os portugueses desmascarando a mais grave fraude da história da ciência. Com especial destaque para o saudoso Engenheiro Rui Moura e o seu Mitos Climáticos. Mas também o excelente Ecotretas e muitos outros. Tenho também um orgulho modesto em participar com o Neuromante neste combate contra o esquerdismo climático, contra os eco-fanáticos, contra os abutres das corporações oportunistas como a EDP, e contra todos os jornalistas que difundem a pseudo-ciência do aquecimento global.
.Sunday, October 2, 2011
A Meritocracia
A Meritocracia é uma galdéria esquerdista que serve também a luxúria conformista do centro-direita. O termo foi cunhado pelo sociólogo Michael Young em 1958 numa fantasia satírica que representava a Inglaterra no ano de 2032.
Cá em Portugal e na “União”, não temos unicamente uma classe tecnocrata governante, mas também uma monocultura governante. A sua “verdade”, os seus “factos” e a sua “ciência” permeia não só os governos e Bruxelas, mas também a cultura, os media, as instituições, a Justiça, as escolas, nas quais educamos os nossos filhos, a linguagem do discurso público, enfim, o ar social que respiramos. Este é o problema. Esta é a origem das camadas sobre camadas de mentira em que chafurdamos colectivamente no dia-a-dia.
Se os jornalistas são de esquerda, se os jornais são de esquerda, se as pop stars são de esquerda, se os professores são de esquerda, se a própria linguagem é de esquerda ao ponto das palavras serem cooptadas como sedativos liberais inócuos, se a nossa ortografia foi tragicamente desfigurada por 2 ou 3 apparatchic universitários, se as legislaturas do centro-direita nem se atrevem a ser distintas das legislaturas socialistas, é porque vivemos num mundo regulado e controlado por Conformistocratas. Os conformistocratas pensam-se a eles mesmo como meritocratas.
O conceito de Meritocracia foi difundido ad nauseum por Tony Blair e foi rapidamente adoptado nos programas políticos socialistas e pela comunicação social em todo o Ocidente. Descrevia um sistema experimental de cultivo e clonagem de talentos competitivos, que deveria começar nas escolas primárias e acabar com a morte dos pacientes.
As nossas novas elites “ meritocráticas” possuem sensibilidades mais requintadas do que a velha aristocracia. São as cigarras de luxo tão bem descritas por Oriana Fallaci. São os que odeiam os self made men, são aqueles que, como Obama, prometem acabar com a subida dos oceanos, como o Príncipe de Gales que afirma a pés juntos que só temos 9 meses para salvar o planeta Terra, ou como Durão Barroso, que durante o discurso da “União” inventou os BRICEU.
A União Europeia não é capaz de resolver o problema das dívidas soberanas, ou até mesmo de limpar a neve das ruas lá do Norte, depois de uma forte nevasca, mas mudar o clima de todo o planeta para um qualquer estado edénico, acha-se capaz, desde que nos taxe a todos com o imposto europeu de marca Jobin, inventado pela extrema-esquerda, sobre as mais-valias e… nos regule ainda mais.
Os liberais, aqui no sentido político do termo (esquerdistas), existem num mundo metafórico, portanto é extremamente difícil para eles agir a partir dos seus floreados retóricos. Mas nada impediu que o novo revolucionário radical, o senhor Mário Soares, afirmasse há uns dias que:
“Precisamos de uma revolução agora a sério” Pois precisamos, digo eu. E a revolução será acabar de vez com os esquerdismos do pensamento único socialista e totalitário..
“A nova elite “meritocrática” beneficiária do nepotismo”, escrevia Michael Young antes de morrer, “pode ser insuportavelmente presunçosa, muito mais do que aquela gente que sabe ter conseguido triunfar, não pelo seu mérito, mas porque são genuinamente triunfadores."
O culto da (pseudo) meritocracia absolve governantes e dirigentes da culpa. Eles assumem, não como os aristocratas do antigamente o faziam, que estão destinados a governar, mas governam porque merecem governar. O que é "maravilhosamente libertador".
Actualmente, eles crêem que têm a moral do seu lado. Um grande governo é mais reformista, mais intrusivo, e mais alto proclama (lembrem-se do Sócrates) a sua pureza moral e a sua virtude. Assim, conforme Peter Borkowitz coloca a coisa, o conceito ostensivamente imparcial de justiça social (ou estado social) é agora, nem mais nem menos, o nome que os progressistas dão aos seus próprios objectivos políticos. É a política como forma de narcisismo (lembram-se do Sócrates?)
“Espelho meu espelho meu, quem é mais justo que eu?
Em nome da justiça social, governantes, dirigentes e sindicalistas, garantem privilégios a determinados grupos sociais (nomeadamente a imigrantes e minorias) sobre outros grupos sociais que são portanto tratados injustamente.
Qualquer contestação da ”prática política da justiça social” transforma-se rapidamente num ataque aquele que ousou colocá-la em causa. Se a contestas é porque estás do lado da injustiça. Assim nos controlam os corformistocratas.
Os produtores de conformismo social, os conformistocratas, defendem todos a diversidade e os direitos. Possuem todos eles as mesmas opiniões, os mesmos gostos, o mesmo vocabulário. A palavra “direitos” já não significa ”liberdades individuais” que restringem a intromissão do estado nas nossas vidas, mas pelo contrário, significa que o poder do estado restringe-nos na nossa vida. A iniciativa empresarial é altamente restringida por impostos para alimentar a indústria da "justiça social". As escolas privadas quase não existem. Todos os alunos deste país têm que estudar programas escolares que são puros manifestos de propaganda política furtivos. Todos os jornais são emissores das mesmas opiniões, dos mesmos conceitos do mesmo conformismo...
Friday, September 30, 2011
A Estupidez Multiculturalista Não Tem Limites
Na Inglaterra, consultores para a diversidade cultural, recomendaram aos professores do ensino primário, que não deixem usar vestidos pretos nas bonecas de bruxinhas, construídos pelas crianças, mas antes cor-de-rosa. Não contentes com tal imbecilidade, os consultores avisaram ainda que, a utilização de papel cavalinho branco nos desenhos das crianças pode ser contraproducente na luta contra o racismo. "Estas medidas, explicaram de cátedra aqueles comissários políticos, são úteis para prevenir o racismo nas crianças desde tenra idade."
Na China de Mao Tsé Tung, o semáforo vermelho, era o sinal para o trânsito avançar e o verde para parar.
A revolução cultural na Inglaterra vai longe com os resultados que se conhecem e com outros que se advinham.
Sunday, September 25, 2011
A EDP Assalta-nos Em Expresso Verde.
Durante a primeira década deste novo milénio, verificou-se uma mutação radical nos jornais. Seguindo o exemplo do New York Times e do The Guardian, jornais e jornalistas, com raras excepções, saneadas de resto, transformaram-se de órgãos de comunicação social em órgãos de propaganda política. E em grande medida passaram a ter a capacidade de, ora constituírem-se como poder ou como contra-poder, conforme as conveniências da cartilha ideológica e dos negócios.
A censura e a mentira são a norma. Como no 1984 de Orwell “everything faded into the mist. The past was erased, the erasure was forgotten, the lie became the truth”.
O jornal Expresso vai servir o público com novo Mês Verde. Com o elevado patrocínio dos dinheiros do monopólio EDP que nos rouba á factura mensal armada. Em qualquer país defensor da concorrência, já tinha há muito a espinha partida e estava dividida em várias empresas do sector.
Este jornal apresentou uma curta entrevista com a dinamarquesa Katherine Richardson, “especialista” em economia verde. É especialista em economia e confortavelmente conhecedora dos meandros da nova ciência criada pelos impostores do aquecimento global: a climatologia política.
Explica então a senhora, que uma das razões para que os cidadãos estejam muito menos preocupados com aquecimento global reside na menor quantidade de propaganda com que os media nos têm bombardeado. Correcto.
A crise, diz ela, também reduziu a preocupação com o clima. Meia verdade. Com as finanças depauperadas e economias estagnadas, os governos estão menos disponíveis para aventuras bilionárias no reino da ecologia política.
Mas não é tudo. Por um lado, a principal razão para o cepticismo das pessoas reside nas evidência de que o planeta Terra se recusa a aquecer conforme os desejos dos burocratas-engenheiros -sociais -verdes, pagos com os nossos impostos. Invernos muitos frios, verões pouco quentes, recordes de queda de neve e de temperaturas negativas, abriram os olhos aos mais enganados.
Por outro lado, foram derrotados pela ciência. Inúmeros cientistas de topo, como por exemplo, Richard Lindzen, Nils-Axel Morner, Alexander Illarionov, Paul Reiter, só para nomear alguns, demonstraram que a hipótese do aquecimento global não é mais do que uma fraude digna de regimes totalitários. E lá se foi o consenso, que de resto é um conceito que não cabe na ciência. Esta vive de provas e contra-provas.
Depois, a partir de 2004, vieram á superfície da infosfera, a manipulação de dados realizada por equipas de doutrinadores a soldo do IPCC. “Temos que nos ver livres do Período Quente Medieval”, escrevia o professor John Overpeck do IPCC. Daqui até á célebre fraude da curva em Taco de Hóquei, foi um instante nova-iorquino.
Katherine Richardson é a responsável pela Estratégia Energética Dinarmaquesa. Por outras palavras é a responsável pela instalação de milhares de parques eólicos que poluem a paisagem dinamarquesa. Uma actividade que de resto, faliu. Mas a senhora vem vendê-la aos parolos terceiros mundistas portugueses no GreenFest do Estoril.
Em 2002, a Dinamarca anunciou que não iria construir mais eólicas porque o impacto destas na produção energética era residual. Mas muito elevada na factura. Por outras palavras, é uma indústria de instalação e manutenção muito cara, a quantidade electricidade produzida muito baixa e irregular sendo paga, e bem paga, pelos consumidores. Os benefícios das eólicas não justificam os rios de dinheiros que se gastam nelas. Por isso a Dinamarca tem a electricidade mais cara da Europa e a EDP quer seguir-lhe o exemplo. Mais e mais eólicas permitem à EDP sacar-nos a todos mais e mais dinheiro. Por isso patrocinam todas as iniciativas verdes.
Em termos práticos, tornou-se muito óbvio que as turbinas eólicas são só um excelente meio para enganar os contribuintes com a "salvação do planeta" e fazer com que as margens de lucro sejam também teluricamente planetárias...á nossa custa.
Saturday, September 24, 2011
Cometa Elenin Atingido Por Uma Explosão?
Apesar do evento ter quase um mês, foi muito pouco noticiado, por isso deixo aqui uma panorâmica em retrospectiva do fenómeno.
Estudando as imagens da NASA sobre o cometa, parece ser certo que ele se dividiu em dois como resultado de ondas de choque aparentemente geradas por Jupiter que resultaram numa violenta explosão daquele corpo celeste. O astrónomo russo Leonid Elenin entretanto, confirmou a sua desintegração.
Estudando as imagens da NASA sobre o cometa, parece ser certo que ele se dividiu em dois como resultado de ondas de choque aparentemente geradas por Jupiter que resultaram numa violenta explosão daquele corpo celeste. O astrónomo russo Leonid Elenin entretanto, confirmou a sua desintegração.
Este cometa tem sido alvo de grande especulação. Os profetas e mitómanos do fim do mundo juram que o astro vai colidir com a Terra. Outros afirmam que foi o responsável pelos violentos sismos dos últimos anos, nomeadamente aquele que deu origem ao gigantesco Tsunami japonês, sempre que se alinhou com o planeta Terra. E o mais excitante, é que também há quem diga que afinal a coisa não é um cometa mas um objecto artificial. As ondas de choque e a violenta explosão confirmariam esta hipótese.
BEM VINDOS A 2012.
O que faltava à actual "tourada" terráquea, era mesmo uns extra-terrestres ao monte.
BEM VINDOS A 2012.
O que faltava à actual "tourada" terráquea, era mesmo uns extra-terrestres ao monte.
Se realmente o cometa se desintegrou levantam-se pelo menos 2 questões: Como é que se desintegrou e porquê? E os fragmentos do cometa atingirão a Terra?
A sequência de imagens do segundo filme são desconcertanrtes. A ejecção electromagnética(?) a partir de Júpiter atingiu em cheio o cometa que, por conseguinte, explodiu. Alguém me consegue explicar o que se está a passar?
Mais uma fraude na internet provavelmente.
PS
Neste site de um astronómo australiano responde a todas as questões levantadas pelos teóricos da conspiração
A sequência de imagens do segundo filme são desconcertanrtes. A ejecção electromagnética(?) a partir de Júpiter atingiu em cheio o cometa que, por conseguinte, explodiu. Alguém me consegue explicar o que se está a passar?
Mais uma fraude na internet provavelmente.
PS
Neste site de um astronómo australiano responde a todas as questões levantadas pelos teóricos da conspiração
Friday, September 23, 2011
Sunday, September 18, 2011
Tenham Cuidado Com As Carteiras.
Nothing is more senseless than base so many expectations on the state, that is, to assume the existence of collective wisdom and foresight after taking for granted the existence of individual imbecility and improvidence.
-Frédéric Bastiat, Economic Sophisms (1845).
Anda por aí um sociólogo (só um?) com jeito para carteirista.
Em entrevista ao jornal de extrema-esquerda, Público, o funcionário público e xamã de Coimbra, Boaventura Sousa Santos (BSS), afirmou, que “só o Estado garante direitos. Se o Estado se ausenta deixamos de ter direitos para termos meramente carências”.
Esquecendo a situação económico-financeira actual de bancarrota de Portugal, o Sr. BSS parece-se como aquele condutor de autocarro, que apinhado de gente e a alguns metros do profundo abismo, acelera em vez de travar, invocando os direitos e cidadania dos passageiros.
O capital humano é o elemento mais importante de uma sociedade. Depois de séculos de Estado omnipresente os portugueses estão completamente escleresados. BBS, pelos vistos, quer-nos transformar a todos em funcionários públicos de um Estado que teve a “lata” de se meter na boca das criancinhas com o cheque dentista, e agora no preservativo com a Educação Sexual nas escolas. Mas parece que não lhe basta. A condição de múmias paralíticas subsidiadas é do agrado do sociólogo BBS. Fã do Estado grande, pretende que este dirija o sector financeiro, a indústria automóvel, o mercado de arrendamento, o Serviço Nacional de Saúde, e se calhar, até o próprio clima.
Os portugueses têm de perceber que a conversa estatista da defesa do Estado Social nada tem a ver com o sistema nacional de saúde ou com a educação. Tem a ver com a governação.
Enfiam-nos com uma quantidade socialista de impostos pela goela abaixo, para sustentar a governamentalização da educação e da saúde, só para dar dois exemplos, sendo esta a melhor maneira da esquerda se perpetuar no poder. Ela define a relação entre o cidadão e o Estado de uma maneira que um Estado e um governo pequeno não o pode. É por isso que os governos de centro direita na Europa podem ser eleitos brevemente para governar, mas nunca têm o poder. Este, está nas mãos dos sindicatos, e de comissários políticos, mais ou menos académicos, exactamente como o Sr. BSS…nas mãos de burocratas partidários, de gestores de burocracias exasperantes de kafkianas. Em todos os sectores da sociedade! Experimente o leitor, leccionar (ou criar uma empresa) umas aulas durante um pequeno período da sua vida e logo vê o que eu estou a referir.
BSS ao ataque afirma que, “os agentes privados não actuam com base em critérios de cidadania”. Decorre daqui que, para ele, toda a iniciativa privada é no mínimo não social se não mesmo anti-social. O aprendiz de Pol Pot, parece querer-nos reeducar pois voluntariamente ou não, esqueceu-se que todo o avanço na qualidade de vida das sociedades modernas desde o séc. XIX até ao início dos anos 90, só foi possível com a liberdade, a qualidade e a criatividade de cidadãos-empresários. Com movimentos sindicais e operários ou não, sem riqueza criada pelo empreendedorismo, teremos a Somália ou Cuba por futuro. Aliás já vamos a caminho...
O estatismo, conforme o conhecemos na Europa no séc XXI, amacia a vontade dos cidadãos. Não tiraniza mas torna-se um obstáculo, restringe, enerva, extingue, estupidifica e reduz cada nação a nada mais do que um rebanho de tímidos e industriosos animais do qual o grande governo é o pastor.
E BSS tem jeito para a pastorícia social. Pelo menos, a legião que lhe dá ouvidos, parece-se com um rebanho de ovelhas devotas.
Friday, September 9, 2011
Sunday, September 4, 2011
O Incêndio (1)
Fui passar férias a um país muito distante da Eurábia. Num país cuja paisagem não está apodrecida pela presença de mesquitas, minaretes, burkas, niqabs e demais balandraus muçulmanos. Uma espécie de céu, portanto.
De lá, acompanhei, com algum gozo, diga-se de passagem, o incêndio inglês. Há anos que venho anunciando aqui no blog, que o multiculturalismo de estado do Reino Unido irá desaguar nos, pela esquerda malditos, Rivers of Blood. Aí estão… e aquilo em Agosto foi só o início.
Os idiotas úteis de todos os quadrantes políticos, preferem ver os acontecimentos do ponto de vista da economia ou da falta dela. Um ex-deputado do Labour, disse mesmo que os jovens que se manifestaram em Agosto padecem de tédio. E, como diz Pat Condell, que tal inscreverem-se num clube de ténis de mesa?
Discutir e analisar o background cultural e étnico eventualmente violento dos jovens envolvidos naquele caos, não é permitido pelos dogmas do Multiculturalismo, dogmas que nasceram nas Universidades, propagaram-se às elites políticas e são difundidos para toda a sociedade pela Comunicação Social. Dogmas, propaganda e censura fazem parte do dia-a-dia dos ingleses.
A Inglaterra, está enferma e a doença vem muito mais do topo da sociedade do que das suas bases. O multiculturalismo politicamente correcto nas Universidades e na Comunicação Social, é o grande culpado da queda iminente do Reino Unido conforme nós o conhecemos até aos inícios dos anos 90. Não há lugar nenhum no mundo Ocidental, em que o multiculturalismo esteja mais enraizado do que nas Universidades, onde a dhimmitude prevalece, e a liberdade de pensamento e de expressão é mais ameaçada. Esta situação, não sendo específica do Reino Unido, aqui toma contornos suicidas. Como os que relato a seguir:
Em Fevereiro de 2007, aconteceu, o que se passou a chamar, o Caso Clareification. Clareification é o nome de uma revista dos estudantes do Clare College de Cambridge. A edição daquele mês saiu com um artigo que satirizava a religião. O autor, um aluno de 19 anos, gozava com diversas fés, mas o que lhe trouxe problemas, foi o material sobre o islão, que incluía um dos cartoons editados no Jyllands-Posten e um artigo intitulado “Ayatolla Rethinks Stance On Misunderstood Rushdie”, que colocou quase toda a gente em Cambridge, numa corrida para ganhar o título do “maior dhimmi”. As autoridades do colégio chamaram ao artigo “uma aberração”. Foi convocado um Tribunal Disciplinar. A polícia interrogou o editor para determinar em que medida ele violou a lei (nomeadamente a Section 5 of the Public Order Act) remetendo-o para o Serviço de Procuradoria da Coroa. O Cambridge News, num artigo mais de propaganda do que jornalístico, descreveu o humor sobre o islão, como “material anti-islâmico” e chamou aos cartoons noruegueses de racistas e malignos.
O capelão do Colégio, relatou o Independent, também se desdobrou em actividades dialogantes de maneira a tentar diminuir as tensões raciais e foi visto em meetings com membros da Islamic Society e com um imam local, para discutir a melhor maneira de acalmar os medos sobre potênciais confrontos raciais. Por outras palavras, o que é que temos de fazer e dizer ou não para evitarmos a violência?
Notem como os actos de servil dhimmitude são descritos de maneira a parecerem razoáveis e respeitáveis:
“Clare is an open and inclusive college”, afirmou a tutor sénior, Patricia Fara. “A student produced satirical publication has caused widespread distress throughout the Clare community. The college finds the publication and the views expressed abhorrent. Reflecting the gravity of the situation, the college immediately began an investigation and disciplinary procedures are in train”.
Notem como a descrição do colégio considerando-se uma instituição educacional aberta e inclusiva é seguida imediatamente por palavras que demonstram o seu contrário: Uma instituição fechada e exclusiva. A Inglaterra vive o melhor dos ambientes orwelianos. Há anos.
Muitos outros órgãos do Clare College tomaram posição no mesmo sentido: quartar a liberdade de expressão, numa cobardia institucional de retirar a respiração. Se o artigo não atingisse o islão, possivelmente nada teria acontecido.
Enquanto os lideres muçulmanos na Grã-bretanha, que aplaudem alto e em bom som, os terroristas jihadistas e apoiaram a fatwa sobre Rushdie, são tratados com deferência pelas autoridades inglesas, um puto de 19 anos – seguindo a longa, robusta e admirável tradição da sátira britânica - foi tratado como um terrorista. Algures na cidade de Cambridge, existe uma instituição chamada Islamic Academy onde, segundo o Sunday Telegraph de Julho de 2007, os ataques a Londres e a Glasgow foram planeados; Kafeel Ahmed, o organizador local do grupo islâmico radical Hizb ut Tahrir, também trabalhava na academia. No entanto, enquanto o editor do Clareification foi anatemizado por todos, os representantes islâmicos da Academia partilhavam uma plataforma pública com o Arcebispo da Cantuária, Rowan Williams.
Compare agora o leitor, a resposta dos funcionários de Cambridge acerca do humor do estudante teenager acerca da jihad com a resposta dos funcionários desta e de outras universidades com a presença de jihadistas no seu seio.
Só 3 meses após o imbróglio do Clareification a União das Universidades e dos Colégios Britânicos rejeitaram o pedido do governo para que aquelas instituições estabelecessem esforços para monitorizar a difusão da ideologia jihadista nos campus universitários.
E qual foi o argumento utilizados pelos reitores e outros funcionários para tal rejeição? É que mesmo os jihadistas têm direito á liberdade de expressão.
Esta inversão de valores está a destruir a democracia inglesa e, em última análise, vai destruir a Inglaterra. E o Ocidente.Só 3 meses após o imbróglio do Clareification a União das Universidades e dos Colégios Britânicos rejeitaram o pedido do governo para que aquelas instituições estabelecessem esforços para monitorizar a difusão da ideologia jihadista nos campus universitários.
E qual foi o argumento utilizados pelos reitores e outros funcionários para tal rejeição? É que mesmo os jihadistas têm direito á liberdade de expressão.
Saturday, September 3, 2011
Friday, July 29, 2011
Não se Deixe Enganar
A propósito dos atentados da Noruega muita mentira e manipulação têm sido divulgadas pelos meios de comunicação. Corrijo aqui algumas das ideias da propaganda para que os meus leitores façam um juízo próprio.
1ª Mentira: O multiculturalismo funciona.
O multiculturalismo é uma ideologia política que nunca foi a votos e é imposta pelas elites no poder (governantes, meios de comunicação, meios académicos, sistemas judiciais). A sociedade multicultural é deliberada e propositadamente confundida com a sociedade multiracial.
Ao contrário do se que pretende implicitamente afirmar, as sociedades islâmicas, não são multiculturais. Na Europa, desde David Cameron até á Chanceler Merkel, entre outros, o multiculturalismo foi dado como um modelo social que falhou. E falhou, porque a esmagadora maioria dos imigrantes muçulmanos não se querem integrar, mesmo que tenham nascido europeus, na sociedade dos infiéis.
Combatem os aspectos culturais e sociais europeus e impõem as regras muçulmanas. Sempre que as culturas se chocam, é a cultura Ocidental que se “afasta” para dar lugar à cultura muçulmana. Retiram-se crucifixos, retira-se a carne de porco das escolas ou das imediações das mesquitas, substituem-se pela carne halal, cometem-se crimes de honra quando os filhos de pais muçulmanos querem ter uma vida com e como os jovens ocidentais, descriminam as mulheres, são contra o laicismo e a democracia, perseguem-se novamente os judeus nas ruas da Europa, intenso recrutamento jihadista nos campus universitários, persiguição a homosexuais...e muito mais.
No entanto, os muçulmanos aproveitam a narrativa multiculturalista dos idiotas úteis ocidentais, pois sabem que com ela, o islão avança. O multiculturalismo falhou em todo o lado. No Sudão é talvez o exemplo mais recente desse falhanço. O Sul não-muçulmano separou-se do Norte após décadas de guerra, que não foram civis, mas grosso modo entre duas civilizações. Na ex-Jugoslávia, na Rússia pós-soviética…no Líbano, só para dar alguns exemplos.
2ª mentira: O populismo dos movimentos anti-islâmicos.
O contrário de populismo é o elitismo. De facto, hoje as sociedades europeias são dirigidas por elites cada vez mais anti-democráticas. Não só dominam todas, ou quase todas, as esferas e estratos de poder, como impõe uma visão única da sociedade. É O CASO DA UNIÃO EUROPEIA. Construída de cima, a EU é hoje um bloco político-ideológico contra os povos e as nações europeias. Os povos só votam nos referendos se votarem bem. Se não, repetem-se as votações até acertarem. Talvez seja preferível o populismo do que este elitismo com tiques soviéticos.
É a Comissão Europeia e a esquerda trans-europeia, a principal alavanca do multiculturalismo e da entrada descontrolada de imigrantes muçulmanos na Europa. Ser contra a imigração descontrolada não é uma questão de populismo mas de inteligência.
3ª mentira: O anti-islamismo como islamofobia e como doença.
Uma fobia é um medo irracional. Ter medo do islão não é irracional. É bem pelo contrário muito racional. Portanto não é uma fobia. É antes realismo. Ser anti-islâmico é ser islamo-realista. E de onde vem esta racionalidade e realismo? Do estudo da história do islão, desde a sua génese, até á sua realidade actual. O islão, é como o desfolhante chamado agente laranja. Por onde passa aniquila. Nada mais cresce a não ser o islão. Só pela guerra eles são desapeados. Destrói as civilizações e culturas que conquistam, quer pelas armas, quer pela imigração. Tudo o que de contrário se diz, é propaganda elevada á categoria de mito, como por exemplo, o famoso al Andaluz.
Um caso recente do impacto desta toxina é o Kosovo. Os muçulmanos eram minoria ainda nos anos sessenta, mas as taxas de reprodução favoráveis, tornaram hoje o Kosovo, uma província secular e fundadora da Sérvia, como um pardieiro independente e muçulmano, onde os direitos humanos são espezinhados. Ali não vão descansar enquanto não destruírem a agora minoria sérvia que vive muito "multiculturalmente" acantonada junto á fronteira da Sérvia.
Claro que para os dhimmis ocidentais, as pessoas que ousam ver a realidade como ela é, só podem ter as mentes deformadas. E é neste pé que se (não) debate os atentados na Noruega e por consequência, o impacto de grandes comunidades muçulmanas na Europa. Classificar, já não os assassínios e a violência, mas as ideias, diz tudo das intenções destes senhores. Não é o combate ao terrorismo que já os preocupa, mas a expressão das ideias anti-islâmicas. Por aqui se vê, para que inquisição nos querem conduzir estes elitistas multiculturalistas que servem o islão, como é o caso do sr. Mendes Pinto. Querem silênciar quem ousa desafiar o status quo da islamização da Europa. Talvez, quem sabe, até interná-los em hospitais psiquiátricos. Depois queimar os livros que não sejam favoráveis á visão do islão como a "Religião da paz", ou o "Paraíso na Terra" ou os "Amanhãs que cantam".
E um dos livros que estes dhimmis têm que queimar urgentemente é o Eurabia, The Euro-Arab Axis, da historiadora Bat Ye'or. Urgentemente.
4ª Mentira: A crise económica como motor dos partidos/movimentos anti- islâmicos.
Ideia peregrina enferma de resquícios marxistas. Na falta de argumentos, qualquer coisa serve.
O Norte da Europa não está em crise económica. A Holanda, a Noruega, a Alemanha, Suécia. Os países do Sul, pelo contrário, estão. Curiosamente é nos países do Norte e Centro da Europa, que os movimentos e partidos anti-islão estão mais activos e a crescer bem. Com a graça de Deus!
E porque será? Ora é no Norte que os sistemas de segurança social são mais generosos. Por isso, são também esses países que recebem a maioria dos imigrantes legais e ligais. Embora existam razões doutra natureza...
O resultado está á vista. Desde os 2 assassínios políticos na Holanda, que a Europa não é mais a mesma. A Europa tolerante já era. A EMERGÊNCIA DESTES PARTIDOS, é uma reacção á instalação da intolerância que o islamismo trouxe á Europa. Não podemos tolerar a intolerância era uma das frases mais repetidas do alegado “populista” Pim Fortuyn. Doa a quem doer.
O resultado está á vista. Desde os 2 assassínios políticos na Holanda, que a Europa não é mais a mesma. A Europa tolerante já era. A EMERGÊNCIA DESTES PARTIDOS, é uma reacção á instalação da intolerância que o islamismo trouxe á Europa. Não podemos tolerar a intolerância era uma das frases mais repetidas do alegado “populista” Pim Fortuyn. Doa a quem doer.
Pim, como sabemos, começou a ser assassinado na comunicação social através de uma campanha bem orquestrada de calúnias. Na altura, também lhe chamaram demente. Foi depois, literalmente assassinado por um indivíduo do campo multiculturalista, progressista, esquerdista e ecologista, os idiotas que sustentam o islão na Europa.
Apesar dos idiotas úteis se andarem a armar em virgens ofendidas, os seus manifestos ideológicos de natureza oposta ao de Anders Breivic, situam-se, quer eles gostem ou não, do outro lado da barricada. Ideologia essa que também já provocou sangue nas ruas da Europa.
A guerra já começou... há uns tempos. Por enquanto ainda é de baixa intensidade...
5ª Mentira: Hoje os muçulmanos na Europa são europeus como nós.
Que miséria de argumento, ó senhor doutor!? Estava á espera de melhor!
Os nazis na Europa também eram europeus como nós. Os fascistas na Europa também eram europeus como nós. Os estalinistas na Europa também eram europeus como nós.
A questão não é das pessoas. Ninguém advoga a perseguição ás pessoas. O problema é a ideologia. O islamismo não é uma religião. É uma ideologia totalitária e fascista. E como tal deve combatida e derrotada. E ponto final parágrafo.
E agora vou de férias.
Multuculturalismo e o Islão.
Via Fiel Inimigo.
"Parte do discurso do jornalista marroquino Pascal Hilout proferido em Paris durante o Congresso sobre a Islamização da Europa em Dezembro de 2010.
O Islão é um conjunto de ideias totalitárias com o único objectivo de regulamentar todos os aspectos da vida dos crentes. Instiga-os a usar de todos os meios de persuasão e de coacção para converter o mundo inteiro à única religião: ao Islão.
Este pensamento totalitário e esta prática expansionista têm que ser combatidos da mesma maneira e com a mesma determinação que todas as ideias fascistas e que todas as ideologias totalitárias.
Nas sociedades onde o Islão se instala, a liberdade, a solidariedade e a fraternidade vão ser sugadas, esvaziadas do seu significado e, a pouco e pouco, disfarçada de prática religiosa, estes três princípios da nossa democracia e da nossa república vão sofrer restrições.
Desta forma a laicização transforma-se num sistema totalmente vazio, onde o Islão prospera e debilita quotidianamente outros valores ainda mais fundamentais, aproveitando-se da neutralidade bem-intencionada, cínica ou simplesmente calculista de políticos para impor a sua lei no seio da comunidade.
Os muçulmanos de França e do resto da Europa sabem perfeitamente que a lei numérica é-lhes favorável, e esta lei numérica vai fazer com que estas prescrições islâmicas a que eles obedecem, assim como as práticas quotidianas que daí resultam, vão acabar por se impor a toda a comunidade…
É apenas uma questão de tempo, de algumas gerações. É esta trajectória que nós temos que parar, AGORA. De maneira nenhuma deixar para amanhã. É preciso ser cego para não ver o que se passa em França, na Europa e um pouco por todo o lado no mundo. É preciso ser cobarde para não denunciar o Islão em todo o lado onde ele impõe a sua lei liberticida, misógina, sectária e ameaçadora.
Os muçulmanos e as muçulmanas em especial são as suas primeiras vítimas, transformadas em órgãos de reprodução. Para contribuir para a emancipação dos nossos cidadãos e dos nossos vizinhos muçulmanos é imperativamente necessário combater o fascismo que é o Islão, assim como as prescrições corânicas postas em prática por Maomé e todos aqueles que se regem por elas.
É para mim evidente que o Islão, devido às suas proibições, às suas restrições e pelas suas práticas mais elementares, é totalmente contrário ao nosso desejo de liberdade, ao nosso desejo de viver em sociedade, de realizar a integração e a assimilação e de perpetuar a mistura de raças que a França sempre foi.
O Islão é um factor de desintegração, de separação e de regressão em matéria civilizacional. As proibições islâmicas consolidam os guetos em termos:
vestuários,
alimentares,
conjugais,
de estética,
de desporto,
da saúde,
bancários,
comerciais
e fúnebres.
Da concepção até à morte passamos a vida inteira. Por amor das gerações futuras, temos o dever de dizer NÃO ao Islão, às suas prescrições e práticas."
Por tudo acima referido é fácil de concluir que o islão não tem lugar na Europa.
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