Friday, January 20, 2012

Thursday, January 19, 2012

Fascistas Higiénicos Atacam De Novo


O planeta está-se a dividir progressivamente em dois extremos: o mundo avançado – Europa, Norte América, Austrália e Japão – no qual a privacidade se desvanece, onde os burocratas do Estado brevemente serão capazes de monitorizar os cidadãos a cada segundo do dia; e o violento mundo primitivo- Somália, Paquistão- do qual ninguém faz a mais pálida ideia do que ali realmente se passa. Mas nas ruas de Londres, só para dar um exemplo, as duas realidades podem habitar no mesmo local. E aí o mais violento prevalece. Por isso a cidade do Tamisa está prenhe de câmaras de filmar. Em média, cada pessoa em Londres é apanhada 300 vezes por dia no CCTV. Graças ao multiculturalismo estatista, a cada dia que passa nos aproximamos mais do 1984.
Vem isto a propósito do projecto da nova lei do tabaco que os fascistas da higiene pública estão a preparar. O longo braço do Estado, através destes burocratas pagos com os dinheiros dos contribuintes (milhões deles fumadores), prepara mais um atentado à liberdade individual dos cidadãos.
 O Estado não tem o direito de dizer o que devemos comer, beber ou fumar, porque faz parte da liberdade individual de cada um. Isto claro, a partir do momento que as nossas acções não prejudiquem terceiros. É com base no chamado "interesse público" que o Estado se permite invadir o direito de propriedade de um restaurante privado, alegando falsamente que seu espaço é público. Esse restaurante, bar ou discoteca deveria poder decidir se autoriza que se possa fumar no seu estabelecimento, sendo que os não-fumadores têm a liberdade de não o frequentar. Da mesma forma os fumadores podem não frequentar os estabelecimentos onde não poderão fumar. Casos há em que ambos poderão conviver se assim o desejarem.
Em momentos de crise como o que vivemos, o prazer de um cigarro e uns copos com os amigos, é quase o último reduto de humanidade que nos resta. Os burocratas odeiam os prazeres e a liberdade do consumismo alheio. A repressão fundamentada em boas intenções é multidimensional. A saúde dos cidadãos, do planeta, das finanças, das gerações futuras...etc.
P… que os pariu.!

Sunday, January 8, 2012

Tariq Ramadan: A Antena Ribbentrop.

Tariq Ramadan (TR), a maior superstar do islão "moderado" veio promover-se, mais uma vez, a Portugal a convite da Gulbenkian.
O erro desta Fundação foi o de considerar esta personagem como um reformista do moderno islão. Obviamente que não passou pela cabeça daquela inteligentsia fina que tal reformismo nada tem de reformismo liberal considerado aqui no seu sentido comum. Só par dar um exemplo, TR condena o terrorismo islâmico, mas ao mesmo tempo glorifica os teóricos do terrorismo, como Sayyid Qutb, um nazi confesso,Yussuf al-Qaradawi, um clérigo muçulmano que gosta de afirmar perante os microfones sauditas que os judeus devem ser exterminados, bem como a teologia radical do seu avó - al-Banna, o fundador da Irmandade Muçulmana. Isto já para não falar das suas antigas ligações a movimentos anti-capitalistas da extrema-esquerda francesa.
Está ainda na memória daqueles que não comem o queijo orwelliano do esquecimento, um célebre debate televisivo em 2004 com Sarkozy, em que TR se recusou a condenar o apedrejamento das mulheres consideradas adúlteras.
O Frére Tariq, como foi demonstrado por Carouline Fourest, pode ser tudo menos um muçulmano moderado. Utilizando as suas palavras e discursos, Carouline mostrou que TR é exímio na  taqiyya, que é a palavra árabe para a arte de mentir. Diz uma coisa em francês ou inglês e o seu oposto em árabe.
A Fundação Gulbenkian prestou um "brilhante serviço" aos direitos humanos recebendo no seu seio uma espécie de Ribbentrop do islão. As pontes que ele diz querer construir entre o Ocidente e o islão, (agora a propósito das árabes primaveras) são pontes de via estreita onde só os muçulmanos têm o direito a passar. Cada conferência que este tipo dá, tem o valor da Conferência de Munique, onde os nazis também "estenderam pontes á Checoslováquia".
A Estupidez Institucional da Fundação Gulbenkian, suportou um ataque furtivo e mascarado às intenções deste intelectual muçulmano em destruir o Ocidente. O seu característico entusiasmo pelos valores tradicionais, pela "justiça", "ética " e pelos "princípios universais" são sempre invocados pela perspectiva islâmica. Isto cheira a lei da sharia a milhas.
Mais uma vez o homem desancou na "ordem neoliberal" o que o torna sempre muito popular na estiolada confraria das esquerdas ali representadas, (comentários a cargo daquela Pureza que não teve lugar na Assembleia da República), onde o ouviram como uma espécie de manada conformada de bois mansos.
Swastikas for Noddy!

Thursday, January 5, 2012

“Norway will soon awaken”

Via Vlad Tepes Blog.
A banda de black metal chamada Taake que foi nomeada para os prémios anuais de Heavy Metal da Noruega, recusou a ideia de que tinham ido longe de mais no criticismo ao islão.  O que é interessante, é que a mesma banda também critica asperamente aspectos da religião cristã em algumas das suas letras mas, como de costume, ninguém se deu ao incómodo de notar. E ainda bem.
No tema Orkan (Furacão) do seu último album, de nome Noregs Vaapen, a banda canta " “To hell with Muhammad and the Mohammedans” mais os seus “unforgivable customs”. A canção finaliza com:  “Norway will soon awaken”.
Marte Thorsby, responsável pelo comité que atribui aqueles prémios musicais, recusou a ideia difundida pelos meios de comunicação social, que acusam aquele comité de não terem ouvido com atenção as líricas antes da nomeação da banda para aqueles prémios.
Na resposta escrita o lider da banda, Ørjan Stedjeberg, afirmou:"“Our view, in the name of freedom of expression, is that it is shameful to adhere to Christianity or Islam. Incidentally, Christianity is mentioned in the same lyrics, but that doesn’t seem to have been given any emphasis,”
“Taake has never been a political band, and we do not encourage either violence or racism.”

Num país com tantos imigrantes muçulmanos, criticar o islão é muito complicado senão mesmo proibido. Este é só um pequeno pormenor revelador de que a islamização dos países coloca sérios entraves á liberdade de expressão.

Monday, December 26, 2011

Pat Condell

Muçulmanos Matam Cristãos.

Bombas colocadas em Igrejas na Nigéria matam dezenas de cristãos durante as celebrações de Natal. Muçulmanos matam cristãos na Nigéria. muçulmanos matam cristãos no Egipto, muçulmanos matam cristãos no Paquistão, muçulmanos matam cristãos no Cáucaso; muçulmanos matam cristãos no Líbano; muçulmanos matam hindus na India, muçulmanos matam budistas na Tailandia; muçulmanos matam cristãos nas Filipinas; muçulmanos matam ateus em Londres e mais cristãos em Madrid e Nova Iorque. Muçulmanos matam animistas no Sudão, muçulmanos querem exterminar os judeus da face da Terra; Por fim muçulmanos matam-se uns aos outros por todo o lado. A umma, comunidade global de muçulmanos, está em plena jihad conquistadora com o objectivo de impôr a sua lei em todas as latitudes e longitudes.
Quanto tempo vai a Humanidade demorar a ver-se livre da ideologia do ódio que é o Islão? Quanto tempo vai demorar o mundo livre e democrático a dar o tratamento ao islamismo que deu e que dá ao nazi-fascismo?
Já W. Churchil dizia que o Mein Kampf do Hitler era o Alcorão do nazismo.

Saturday, December 24, 2011

Tuesday, December 13, 2011

Canadian Government: Probably The Best in The World

Sabem porque é que Portugal ocupa o Conselho de Segurança da Nações Unidas? A resposta é simples. Porque o Canadá desistiu da sua candidatura graças á pressão nos bastidores diplomáticos dos países muçulmanos contra este país. E porquê? Porque o Canadá tem boas relações com o Estado de Israel, recusando a chantagem árabe-muçulmana ao contrário que acontece na Europa, o continente Dhimmi. Mas hoje o assunto é outro:.

O governo canadiano fez saltar o país para fora do Protocolo de Quioto. Foi o golpe de misericórdia ao defunto carbofóbico. Mas a coragem do gabinete canadiano não se fica por aqui. Segundo Jason Kenney, o Ministro da Imigração e Cidadania, o governo decidiu que todos os candidatos á cidadania daquele país têm de descobrir a cabeça e a face durante a cerimónia de naturalização. Por outras palavras, sem burkas, nikabs ou quaisquer outros balandraus islâmicos. 
Haja alguém neste mundo com tomates.

Ataque Terrorista em Liége

Um homem chamado Norodine Amrani (morto durante o ataque), armado de espirgarda automática e granadas matou 4 pessoas e feriu 75, na praça Saint-Lambert apinhada de pessoas que faziam as compras de Natal.
A origem do atentado permanece confusa pois segundo testemunhas oculares foram 3 homens e não um, conforme o noticiado pela comunicação social e pelo governo dhimmi, envolvidos no ataque. Segundo as mesmas fontes, pelo menos um desses homens teria gritado allahu akhbar. Por outro lado, o jornal paquistanês The Karachi Post escrevia que o ataque estava relacionado com a sentença num processo judicial que envolvia um assassínio de honra. Foi afirmado que o irmão e os pais de Sadia Sheikh foram sentenciados na segunda-feira no tribunal onde teria ocorrido um alerta de bomba.

Sunday, December 11, 2011

From the big breeze to the big freeze




Entretida com as cimeiras "decisivas" para o futuro do euro e o futuro do planeta, respectivamente em Bruxelas e Durban, a comunicação social mainstream "esqueceu-se" de noticiar a tempestade que varreu as ilhas britânicas nos últimos dias. A coisa foi feia e para não tornar ainda mais ridícula a cimeira climática de Durban, o melhor que a comunicação social engagé encontrou foi o de ignorar a realidade.
Mais no MailonLine

A Fuga Para A Frente dos Eco-Fascistas.


A bandeira não oficial da Cimeira Climática de Durban

O descrédito e o cepticismo que as teorias fantasiosas do aquecimento global geraram na comunidade científica e na opinião pública mundial tornaram-se evidentes ao longo destes últimos anos. Em particular desde 2007, quando a temperatura desceu acentuadamente e o “consenso” caiu ainda mais abruptamente. A cimeira de Copenhaga faliu e a de Durban que agora terminou também, embora tenha encerrado com declarações de entusiasmo sectário por parte da seita, considerando terem atingido um acordo histórico. A única coisa histórica nesta cimeira falhada foi o ainda maior extremismo das posições por parte dos eco-fascistas. Como tigres feridos, os burocratas das Nações Unidas esboçaram planos tão alucinados como draconianos para “inverter o aquecimento global” e “salvar a terra”. Como por exemplo:
1 - Aprovar os direitos da Mãe-Terra

2 - Um tribunal para o clima que obrigaria os países ocidentais a pagar um elevadíssimo imposto climático.

(A new International Climate Court will have the power to compel Western nations to pay ever-larger sums to third-world countries in the name of making reparation for supposed “climate debt”. The Court will have no power over third-world countries. Here and throughout the draft, the West is the sole target. “The process” is now irredeemably anti-Western)

3 - Baixar a concentração de CO2 para valores tais que as plantas começariam a morrer.


4 - 1.6 biliões (1.6*10^12) ou 1.6 milhões de milhões de dólares por ano que serviria como fundos para a sustentação de um governo económico mundial, ideologicamente totalitário Ecologista e todo-poderoso.

5 - Precipitar a Terra num novo período glaciar ao pretender baixar em 2 graus a temperatura média anual.

Estas medidas, a serem levadas a sério, implicariam a erradicação de carros, comboios, aviões navios, e assim... direitinhos para um regresso á Idade da Pedra, sem contudo termos o direito de fazer qualquer fogueira no interior das nossas cavernas.

Thursday, December 1, 2011

Norway Soviet Union?


As conclusões de psiquiatras nomeados pelo tribunal de Oslo, antes de ontem divulgadas, podem levar A. Breivik a ser declarado demente e inimputável. Num país onde a pena de prisão máxima é de 21 anos, parece-me que tudo isto não passa de um truque para manter Breivik á sombra o resto da vida. Ao velho e tradicional estilo da ex- União Soviética, onde os dissidentes políticos eram tratados como dementes. Ou melhor, eram levados á loucura em campos de concentração psiquiátricos.
O diagnóstico feito pelos psiquiatras noruegueses levanta muitas dúvidas na comunidade de especialistas. Para alguns psiquiatras portugueses ouvidos sobre o assunto, aquele diagnóstico também levanta muitas questões.
Parece-me a mim que estamos perante um caso de classificação de "demência política" mais do que esquizofrenia paranóide. Concorre para estas suspeitas a declaração de um advogado de uma das vítimas: "a coisa mais importante na opinião dos nossos clientes é que ele não possa andar mais a passear na rua". O que significa que para eles só os 21 anos de prisão não são toleráveis.
A confirmar-se o veredicto, este pode-se tornar um perigoso precedente. Deve ficar claro em todo este processo, até onde vai a avaliação clínica, criminal e política. Parece-me que a fronteira entre estas 3 esferas se estão a misturar criticamente. 

Sunday, November 27, 2011

National Pornographic

Assisti ontem a um documentário da National Geographic sobre as cruzadas, se assim se pode chamar a uma peça de deliberada predilecção pelo masoquismo recalcitrante. Toda a narrativa passou muito para além da habitual caracterização dos cruzados e da fé cristã. Não só os epítetos normais do revisionismo histórico estavam lá todos (os cruzados não eram mais do que fanáticos duma religião impiedosa, porcos de uma falta de higiene doentia, injustos, selvagens e estúpidos) mas também, pela primeira vez, assisti a um acto transmitido, por uma instituição ocidental, de elogio e apologia á lei da sharia.

Tal documentário foi um miserável acto de proselitismo pro-islâmico.
 Para resumir, a ideia central da ficção, era a de que Saladino era um nobre e um justo cavaleiro, e que tal nobreza e justiça foi o resultado directo da sua obediência á sharia, a lei islâmica. Por simples transitividade, a lei da sharia encerra, portanto, intrinsecamente, justiça e nobreza. Quem diria?
Claro que as fontes do programa na caracterização de Saladino, foram as do biógrafo particular dele mesmo, um tipo embrenhado na lei da sharia até á medula, mas isso pareceu não incomodar os realizadores e produtores do manifesto. Serem alarvemente tendenciosos não envergonha os jornalistas da actualidade. Bem pelo contrário, é um orgulho para eles servirem a causa islâmica como bons dhimmis que são.
 O facto de que a lei islâmica de protecção aos povos do Livro, exigia que se subordinassem a um estatuto de inferioridade dhimmi, foi completamente atirado ás urtigas e só o pagamento de uma taxa, a jizya, foi referido como se tratasse de um imposto vulgar.
Apesar da interpretação sentimentalona de alguns modernos historiadores ocidentais, havia aqui muito pouco de generosidade e muito de pragmatismo oportunista. A pilhagem e a Jizya eram as principais fontes de rendimento da civilização islâmica, na época e não só. Por contraste, para além do mundo islâmico, a Dar al harb, a casa da guerra, todas as estruturas não islâmicas e individuais eram e são consideradas alvos legítimos de ataque, e de guerra santa contra os infiéis. É o que acontece hoje em todo o mundo não islâmico. Dos USA, á África, da Europa á Rússia, de Israel á Tailândia e á China. A jihad é mandatária e obrigatória para qualquer muçulmano.
No referido programa, escamoteou-se completamente a raiva e o ódio com que os muçulmanos pilhavam, escravizavam e matavam inúmeros peregrinos cristãos apanhados em devota peregrinação á Terra Santa. Pormenores destes não interessam nem ao menino Jesus e muito menos áqueles que servem a propaganda islâmica nas nossas sociedades ocidentais.
Continuando na História,  os ataques por parte dos muçulmanos, não se ficavam só pelas pessoas que seguiam em viagem religiosa. Os islâmicos invadiam, pilhavam e incendiavam as igrejas cristãs da área e (ainda hoje acontece no Egipto), no séc XI conquistaram a Palestina.
Fazendo uma breve retrospectiva histórica, só desse tempo, o leitor pode ficar a saber que:
Em 640-646 os islâmicos atacaram o Egipto a Palestina e Tripolitania, tudo mundo cristão.
Depois seguiu-se o Iraque, a Siria e novamente a Palestina, tudo terras e povos cristãos.
A Arménia muito cristã sofreu em 642.
Depois Chipre, as ilhas Gregas e a Anatólia, tudo isto entre 649 e 654. A Cilicia e a Cesareia de Capadócia em 650.

A Capadócia foi invadida e submetida aos califas Sulayman e Umar II entre 715 e 720.

 Espanha, Portugal e França foram invadidos (793-860). Em 838 Amorium na Anatólia caiu e a Arménia sofreu sobre o califado de al-Mutawakkil.

A Sicília e a Itália foram invadidas entre 835,  851 e em 884.

A jihad capturou e pilhou Tessalónica em 904. A mesopotâmia sofreu invasão dos turcos no séc XI e a pilhagem de Melitene em 1057.

A Anatólia e a Geórgia foram novamente invadidas no séc XI e XII.
A Siria e a Palestina no séc XI foram assaltadas e tomadas definitivamente.
Só depois de toda esta destruição e sofrimento humanos provocados pelo islão é que chegaram os cruzados.

Wednesday, November 23, 2011

ClimateGate 2.0 - Os Emails.



Pelos vistos o Departamento Americano de Energia escondeu da opinião pública dados recolhidos sobre os valores reais da temperatura:

 “Any work we have done in the past is done on the back of the research grants we get – and has to be well hidden. I’ve discussed this with the main funder (US Dept of Energy) in the past and they are happy about not releasing the original station data.”


O termo técnico para este tipo de conversa será o de conspiração, afirma  Steve Milloy do site Junk Science.
Neste website pode consultar a seguinte lista de sumarentos emails que mostram, mais uma vez, a realidade da fraude do aquecimento global:

alarmistas admitem desonestidade no gráfico hockey stick

destruição sistemática de emails

Como Phill Jones enganou os jornalistas

Santer zangado por não se conseguir silenciar os cépticos.

Mann afirma que não se conhece bem a anomalia da temperatura.

O silêncio dos alarmistas

Wigley acusa outros participantes do IPCC de desonestidade e engano.

Departamento de Energia escondeu dados sobre a temperatura?

Jones pede para se apagar os emails para evitar a sua requisição pelo FOIA.

Todos os modelos estãos errados

Mann afirma que Curry não ajuda a "causa".

Os modelos do IPCC não prestam para nada.

Hulme contratado para ser a mão de Deus

Rezando para que o filme O Dia Depois de Amanhã funcione.

O Catolicismo é uma religião extremista?

Mann, um defensor de uma causa perdida?

Mann é patético.

O  gráfico Hockey Stick confirmado como errado

Escondam as divergências

Os sentimentos mais importantes do que a verdade.

O alarmista Kjéllen inventou um melhor nome para o aquecimento global

Jones baniu as divergências acerca do clima extremo.

O Período Quente Medieval deve desaparecer.

Mann acha que o mais importante é conseguir com que os cépticos percam.

ClimateGate 2.0?

ClimateGate 2.0


Via Fiel Inimigo e EcoTretas:

"Voltou a estoirar o ClimateGate.
Em Novembro de 2009, em vésperas da cimeira de Copenhaga, alguém, provavelmente com acesso ao sistema informático do Climate Research Unit, libertou na Internet um conjunto de e-mails e outros dados altamente comprometedores do gang do aquecimento global.
Copenhaga estoirou, estoirou Cancun e aproxima-se Durban. Está também em preparação, pelo IPCC, mais um relatório climático.

Suponho que quem libertou inicialmente os e-mails tinha a intenção de libertar apenas um mínimo suficiente para matar a paranóia. O bicho, zombie socialista, continuou a arrastar-se e a mesma pessoa terá libertado agora mais 5.000 mails (base de dados interactiva aqui). Sob a protecção de uma password libertou ainda mais 220.000 mails. Diria que caso os cretinos insistam em manter o zombie vivo ele libertará a password que permitirá o acesso à totalidade dos mails."

Durante os dois últimos anos ocorreu uma operação generalizada de encobrimento do gang. Essa operação torna-se agora insustentável e duvido que não ocorra finalmente o armagedão do alarmismo aquecimentista."

Tuesday, November 22, 2011

Aviso da PSP: cuidado com o novo método dos assaltantes

Circula no Facebook o seguinte Aviso da PSP:

Atenção!

Está com os seus amigos num restaurante-bar (ou noutro sítio qualquer), a divertir-se. De repente, chega um indivíduo e pergunta:

· de quem é o carro tal,
· cor tal,
· matrícula tal,
· estacionado ali na rua.

Pedem que o(a) dono(a) dê um pulinho lá fora para manobrar o carro, que está a dificultar a saída de um outro.

Bastante solícito(a) vai e, ao chegar ao seu carro, anunciam-lhe o assalto.

Levam o veículo, os pertences e ainda tem sorte se não levar um tiro.

Numa mesma noite, a polícia atendeu três pessoas feridas, todas envolvendo a mesma história.

Divulgue esta notícia para alertar os seus amigos.

Sunday, November 20, 2011

A "Primavera" Árabe Arrefece.



Estáva-se mesmo a ver onde iriam parar as pulsões democráticas da muçulmanagem. Só os parolos dos jornalistas é que não viam, cegos pelos seus próprios desejos e pela dhimmitude. Os escribas, repórteres e comentadores, na sua maioria, ainda não se aperceberam que islão e democracia são conceitos totalmente opostos.
Se a estupidez pagasse imposto, só com a contribuição dos jornalistas, tinhamos o problema da dívida resolvido.

Sunday, November 13, 2011

Al Qaradawi Elogia Anti-Semitismo de Hitler



Existem revisionistas que estão presos. Este imam devia estar na jaula há muito tempo. O imbecil não é revisionista. É um admirador confesso de Hitler, tratando-o como um enviado de Deus.Faz sentido uma vez que o deus muçulmano é Satanás.

O Islamic Style da Primavera Árabe

Via Nada Disto É Novo

Mulheres tratadas como camelos
The above picture, taken at a recent protest in Egypt, has been making the rounds on various Arabic websites. Note the rope around the women, herding them like camels; note the man to the right holding the leash, walking them. I am told this is a common “precautionary measure” to keep women from mixing with men during protests.
Considering that certain Islamic texts describe females as “she-camels in heat,” or that it is traditional for some men to divorce their wives by saying “you are given free rein and unloosed like that camel,” or that Muslims are thought to have a mind-frame rooted in sand, camels, and ropes—this measure must surely seem natural.
At any rate, to those who think that history must always progress, take note: fifty years ago, the overwhelming majority of women in Egypt wore dresses, hair uncovered, and would never have condescended to being walked on a leash.
Such is “progress”—“Arab Spring” style.