Friday, July 29, 2011

Não se Deixe Enganar

A propósito dos atentados da Noruega muita mentira e manipulação têm sido divulgadas pelos meios de comunicação. Corrijo aqui algumas das ideias da propaganda para que os meus leitores façam um juízo próprio.

1ª Mentira: O multiculturalismo funciona.

O multiculturalismo é uma ideologia política que nunca foi a votos e é imposta pelas elites no poder (governantes, meios de comunicação, meios académicos, sistemas judiciais). A sociedade multicultural é deliberada e propositadamente confundida com a sociedade multiracial.
 Ao contrário do se que pretende implicitamente afirmar, as sociedades islâmicas, não são multiculturais. Na Europa, desde David Cameron até á Chanceler Merkel, entre outros, o multiculturalismo foi dado como um modelo social que falhou. E falhou, porque a esmagadora maioria dos imigrantes muçulmanos não se querem integrar, mesmo que tenham nascido europeus, na sociedade dos infiéis.
Combatem os aspectos culturais e sociais europeus e impõem as regras muçulmanas. Sempre que as culturas se chocam, é a cultura Ocidental que se “afasta” para dar lugar à cultura muçulmana. Retiram-se crucifixos, retira-se a carne de porco das escolas ou das imediações das mesquitas, substituem-se pela carne halal, cometem-se crimes de honra quando os filhos de pais muçulmanos querem ter uma vida com e como os jovens ocidentais, descriminam as mulheres, são contra o laicismo e a democracia, perseguem-se novamente os judeus nas ruas da Europa, intenso recrutamento jihadista nos campus universitários, persiguição a homosexuais...e muito mais. 
No entanto, os muçulmanos aproveitam a narrativa multiculturalista dos idiotas úteis ocidentais, pois sabem que com ela, o islão avança. O multiculturalismo falhou em todo o lado. No Sudão é talvez o exemplo mais recente desse falhanço. O Sul não-muçulmano separou-se do Norte após décadas de guerra, que não foram civis, mas grosso modo entre duas civilizações. Na ex-Jugoslávia, na Rússia pós-soviética…no Líbano, só para dar alguns exemplos.




2ª mentira: O populismo dos movimentos anti-islâmicos.

O contrário de populismo é o elitismo. De facto, hoje as sociedades europeias são dirigidas por elites cada vez mais anti-democráticas. Não só dominam todas, ou quase todas, as esferas e estratos de poder, como impõe uma visão única da sociedade. É O CASO DA UNIÃO EUROPEIA. Construída de cima, a EU é hoje um bloco político-ideológico contra os povos e as nações europeias. Os povos só votam nos referendos se votarem bem. Se não, repetem-se as votações até acertarem. Talvez seja preferível o populismo do que este elitismo com tiques soviéticos.
É a Comissão Europeia e a esquerda trans-europeia, a principal alavanca do multiculturalismo e da entrada descontrolada de imigrantes muçulmanos na Europa. Ser contra a imigração descontrolada não é uma questão de populismo mas de inteligência.

3ª mentira: O anti-islamismo como islamofobia e como doença.

Uma fobia é um medo irracional. Ter medo do islão não é irracional. É bem pelo contrário muito racional. Portanto não é uma fobia. É antes realismo. Ser anti-islâmico é ser islamo-realista. E de onde vem esta racionalidade e realismo? Do estudo da história do islão, desde a sua génese, até á sua realidade actual. O islão, é como o desfolhante chamado agente laranja. Por onde passa aniquila. Nada mais cresce a não ser o islão. Só pela guerra eles são desapeados. Destrói as civilizações e culturas que conquistam, quer pelas armas, quer pela imigração. Tudo o que de contrário se diz, é propaganda elevada á categoria de mito, como por exemplo, o famoso al Andaluz.

Um caso recente do impacto desta toxina é o Kosovo. Os muçulmanos eram minoria ainda nos anos sessenta, mas as taxas de reprodução favoráveis, tornaram hoje o Kosovo, uma província secular e fundadora da Sérvia, como um pardieiro independente e muçulmano, onde os direitos humanos são espezinhados. Ali não vão descansar enquanto não destruírem a agora minoria sérvia que vive muito "multiculturalmente" acantonada junto á fronteira da Sérvia.
Claro que para os dhimmis ocidentais, as pessoas que ousam ver a realidade como ela é, só podem ter as mentes deformadas. E é neste pé que se (não) debate os atentados na Noruega e por consequência, o impacto de grandes comunidades muçulmanas na Europa. Classificar, já não os assassínios e a violência, mas as ideias, diz tudo das intenções destes senhores. Não é o combate ao terrorismo que já os preocupa, mas a expressão das ideias anti-islâmicas. Por aqui se vê, para que inquisição nos querem conduzir estes elitistas multiculturalistas que servem o islão, como é o caso do sr. Mendes Pinto. Querem silênciar  quem ousa desafiar o status quo da islamização da Europa. Talvez, quem sabe,  até interná-los em hospitais psiquiátricos. Depois queimar os livros que não sejam favoráveis á visão do islão como a "Religião da paz", ou o "Paraíso na Terra" ou os "Amanhãs que cantam".
E um dos livros que estes dhimmis têm que queimar urgentemente é o Eurabia, The Euro-Arab Axis, da historiadora Bat Ye'or. Urgentemente.

4ª Mentira: A crise económica como motor dos partidos/movimentos anti- islâmicos.
Ideia peregrina enferma de resquícios marxistas.  Na falta de argumentos, qualquer coisa serve.
O Norte da Europa não está em crise económica. A Holanda, a Noruega, a Alemanha, Suécia. Os países do Sul, pelo contrário, estão. Curiosamente é nos países do Norte e Centro da Europa, que os movimentos e partidos anti-islão estão mais activos e a crescer bem. Com a graça de Deus!
E porque será? Ora é no Norte que os sistemas de segurança social são mais generosos. Por isso, são também esses países que recebem a maioria dos imigrantes legais e ligais. Embora existam razões doutra natureza... 


O resultado está á vista. Desde os 2 assassínios políticos na Holanda, que a Europa não é mais a mesma. A Europa tolerante já era. A EMERGÊNCIA DESTES PARTIDOS, é uma reacção á instalação da intolerância que o islamismo trouxe á Europa. Não podemos tolerar a intolerância era uma das frases mais repetidas do alegado “populista”  Pim Fortuyn. Doa a quem doer.
Pim, como sabemos, começou a ser assassinado na comunicação social através de uma campanha bem orquestrada de calúnias. Na altura, também lhe chamaram demente. Foi depois, literalmente  assassinado por um indivíduo do campo multiculturalista, progressista, esquerdista e ecologista, os idiotas  que sustentam o islão na Europa.
Apesar dos idiotas úteis se andarem a armar em virgens ofendidas, os seus manifestos ideológicos de natureza oposta ao de Anders Breivic, situam-se, quer eles gostem ou não,  do outro lado da barricada. Ideologia essa que também já provocou sangue nas ruas da Europa.
A guerra já começou... há uns tempos. Por enquanto ainda é de baixa intensidade...

5ª Mentira: Hoje os muçulmanos na Europa são europeus como nós.
Que miséria de argumento, ó senhor doutor!? Estava á espera de melhor!
Os nazis na Europa também eram europeus como nós. Os fascistas na Europa também eram europeus como nós. Os estalinistas na Europa também eram europeus como nós.

A questão não é das pessoas. Ninguém advoga a perseguição ás pessoas. O problema é a ideologia. O islamismo não é uma religião. É uma ideologia totalitária e fascista. E como tal deve combatida e derrotada. E ponto final parágrafo.
E agora vou de férias.

Multuculturalismo e o Islão.

Via Fiel Inimigo.

"Parte do discurso do jornalista marroquino Pascal Hilout proferido em Paris durante o Congresso sobre a Islamização da Europa em Dezembro de 2010.



O Islão é um conjunto de ideias totalitárias com o único objectivo de regulamentar todos os aspectos da vida dos crentes. Instiga-os a usar de todos os meios de persuasão e de coacção para converter o mundo inteiro à única religião: ao Islão.

 
Este pensamento totalitário e esta prática expansionista têm que ser combatidos da mesma maneira e com a mesma determinação que todas as ideias fascistas e que todas as ideologias totalitárias.


Nas sociedades onde o Islão se instala, a liberdade, a solidariedade e a fraternidade vão ser sugadas, esvaziadas do seu significado e, a pouco e pouco, disfarçada de prática religiosa, estes três princípios da nossa democracia e da nossa república vão sofrer restrições.

 
Desta forma a laicização transforma-se num sistema totalmente vazio, onde o Islão prospera e debilita quotidianamente outros valores ainda mais fundamentais, aproveitando-se da neutralidade bem-intencionada, cínica ou simplesmente calculista de políticos para impor a sua lei no seio da comunidade.


Os muçulmanos de França e do resto da Europa sabem perfeitamente que a lei numérica é-lhes favorável, e esta lei numérica vai fazer com que estas prescrições islâmicas a que eles obedecem, assim como as práticas quotidianas que daí resultam, vão acabar por se impor a toda a comunidade…


É apenas uma questão de tempo, de algumas gerações. É esta trajectória que nós temos que parar, AGORA. De maneira nenhuma deixar para amanhã. É preciso ser cego para não ver o que se passa em França, na Europa e um pouco por todo o lado no mundo. É preciso ser cobarde para não denunciar o Islão em todo o lado onde ele impõe a sua lei liberticida, misógina, sectária e ameaçadora.


Os muçulmanos e as muçulmanas em especial são as suas primeiras vítimas, transformadas em órgãos de reprodução. Para contribuir para a emancipação dos nossos cidadãos e dos nossos vizinhos muçulmanos é imperativamente necessário combater o fascismo que é o Islão, assim como as prescrições corânicas postas em prática por Maomé e todos aqueles que se regem por elas.


É para mim evidente que o Islão, devido às suas proibições, às suas restrições e pelas suas práticas mais elementares, é totalmente contrário ao nosso desejo de liberdade, ao nosso desejo de viver em sociedade, de realizar a integração e a assimilação e de perpetuar a mistura de raças que a França sempre foi.

O Islão é um factor de desintegração, de separação e de regressão em matéria civilizacional. As proibições islâmicas consolidam os guetos em termos:

vestuários,

alimentares,

conjugais,

de estética,

de desporto,

da saúde,

bancários,

comerciais

e fúnebres.

Da concepção até à morte passamos a vida inteira. Por amor das gerações futuras, temos o dever de dizer NÃO ao Islão, às suas prescrições e práticas."

Por tudo acima referido é fácil de concluir que o islão não tem lugar na Europa.

Wednesday, July 27, 2011

Mars Attacks!

A silly season tem este ano um condimento trágico-cómico. A partir da tragédia norueguesa seguem-se diariamente nos jornais comentários, editoriais, artigos de opinião, enfim palavras, que vão da mais desgraçada manipulação até ao mais lírico dos apaziguamentos a la Chamberlain. Foi o caso do narcisista ex-BE, Rui Tavares, que lança hoje um lancinante mandamento-apelo, ao amor pelo próximo. Não o realizávamos tão cristão... Curiosa mutação. Desde o "somos todos Hezbollah", até ao mandamento para o século, foi um tirinho. Neste caso dá um certo jeito.
E já que falamos de silly, deixo aqui umas cenas do muito sério silly movie de Tim Burton que dá o nome a este post.

Tuesday, July 26, 2011

A Eurábia Ataca.

No aftermath do alucinado ataque do norueguês Anders Breivik (AB), a Eurábia dá prova de vida e de saúde. Bem alimentada pelo inqualificável acto de AB, a desonestidade e a demagogia nos órgãos de comunicação da Eurábia, é manifesta, senão mesmo épica. Um autêntico dilúvio de mentira destinado a cavalgar a onda e a manipular os públicos leitores ou ouvintes. Nada se aprofunda, limitando-se à interesseira superficialidade da análise, ao lugar-comum e ao insulto delicado e fácil, naquilo que é a clássica fuga para a frente. Neste aspecto, o bizarro sr. Severiano Teixeira, destacado socialista e ex-Ministro de Qualquer Coisa, chegou em primeiro lugar na classe mundial da estultícia, num pequeno artigo hilariante que publicou hoje na imprensa dhimmi. O dito senhor, chegou ao cúmulo de comparar o evento de Oslo, ao 11 de Setembro. Convenientemente ou por distracção natural, esqueceu os comboios destruídos, aqui bem perto, em Madrid, num atentado islâmico que ceifou com centenas de vidas e milhares de estropiados. A ideologia oblige. Nem mesmo o 11 de Março chegou aos "calcanhares" do onze de Setembro.
A suprema “lata” da media Eurábica, é considerar o Serial Killer AB, um fundamentalista cristão. Os jornalistas que recusam colocar a palavra fundamentalista ou terrorista a seguir a islâmico ou muçulmano, (porque se o fizerem correm sérios problemas editoriais), fazem-no, neste caso, atacando o cristianismo com o maior dos cinismos. E das felicidades, digo eu. Os muçulmanos não o fariam melhor e devem estar satisfeitos com esta prova de fidelidade dhimmi, dada por esta cobertura doentia dos órgãos de comunicação social e por alguns políticos mais palavrosos.
 O que é um facto é que o sr. Anders não é um fundamentalista cristão. E como podemos provar isso? Lendo o que ele escreveu no manual/manifesto que deixou na internet com cerca de 770 000 palavras. Procurando a palavra Jesus, rezar, Igreja, cristão… nada se encontra. Aliás era ainda teenager, quando AB entrou pela última vez numa Igreja. Era também favorável á existência de grandes zonas de sexo livre, do tipo Red Light District, mas do tamanho de Las Vegas. Não tinha qualquer filiação em qualquer Igreja. Ora tudo isto não enquadra no género de fundamentalismo cristão, do tipo evangélico ou de outro qualquer, que é constituído por pessoas com uma ligação forte e pessoal à Igreja e a Cristo, que organizam grupos de culto onde se reza colectivamente. Nada disto AB adoptava. Por outro lado, nenhuma estrutura do Cristianismo o apoiava, ao contrário do que acontece, por exemplo, com os apoios declarados do clero Wabbita da Arábia Saudita ao terrorismo islâmico. Isto só para dar um exemplo.
 Desde o 11 de Setembro, ocorreram mais de 17000 ataques jihadistas, cujas principais vítimas são árabes, africanos, indianos, tailandeses, etc. O racismo por um lado, e a dhimmitude por outro, são suficientemente fortes nas nossas elites, para ignorarem as vítimas que diariamenteo islão provoca no Médio-Oriente, em África, na Ásia. Só para dar um exemplo, uma ministra somali foi raptada na 5ª Feira passada pelas milícias islâmicas e nada aconteceu ou se disse. Os cristãos Coptas são há muito perseguidos, descriminados e mortos pela maioria muçulmanos. Na Europa, os dhimmis, chamam-lhe conflitos religiosos e ponto final.
O assassino de Oslo é tão fundamentalista cristão como eu sou astronauta.

Sunday, July 24, 2011

Mães Inglesas Não Podem Dar Mama Aos Filhos Para Não Ofender Os Muçulmanos.



O Daily Mai noticiou que uma mãe, enquanto estava a dar mama ao seu bebe de 7 meses, no interior da Sede do Conselho (Council Headquarter), foi impedida e convidada a sair pelos funcionários públicos, para não ofender os visitantes muçulmanos.
Emma Mitchell (na foto) de 32 anos, quando se preparava para alimentar o seu filho, foi interpelada pela recepcionista no Oldham Civic Centre, que lhe disse que o edifício daquela instituição pública, era multicultural. Aconselhou-a a dirigir-se para as casas de banho do centro comercial das vizinhanças. Emma discutiu o reparo com a funcionária e então foi-lhe oferecida uma sala vazia para alimentar o bebé, ainda assim sobre vigilância.
Um outro funcionário desceu aproximou-se de Emma e quando se apercebeu que queria dar mama ao filho que chorava de fome, disse-lhe: "Nem pense, vai provocar aqui um tumulto." A Senhora Mitchell afirmou ao jornal posteriormente que:” foi horrível. depois de tudo isto, sentí-me humilhada, intimidada e culpada.Todos vivemos em Oldham, todos usamos este edifício e eu ia fazer aquilo que há de mais de natural numa mãe. Se alguém de outra cultura desatar a rezar na sala de espera, eu não a impeço porque as suas rezas eventualmente me podem ofender. Eu respeitaria porque faz parte da sua cultura. Assim  não deviam fazer-me sentir que estava a fazer algo de errado porque isso não é da cultura deles."


Segundo a lei Britânica, as mães podem dar peito em público e em edifícios público, qualquer que seja a idade do bebé.

Dhimmitude in the U.K. gone wild.


Depois queixem-se...ai ai é a extrema-direita...
Michelle Booth, de 38 anos, uma amiga que estava com Emma naquele Centro Cívico disse: “Eu não entendo. Quando se preocupam com pessoas de outras culturas que se ofendem com algo tão natural, é o politicamente correcto a ser levado ao extremo (It’s political correctness gone mad)”.

Saturday, July 23, 2011

Ainda os eventos de Oslo.

Apesar de ainda ser cedo para conclusões definitivas, a pista dos atentados parece conduzir para a responsabilidade de um norueguês de extrema-direita. Os média multiculturalistas e os esquerdistas do costume, não perderam tempo em relacionar este indivíduo com os movimentos e blogues anti-jihadistas, como o Gates of Vienna e o Atlas Shrugs, entre outros. Para os silenciar, obviamente, pois é o único argumento que os esquerdistas que controlam as sociedades ocidentais, possuem.

Contudo, não se faz a pergunta mágica: Como é que se chegou até aqui? A resposta nem sequer é complexa. Chegámos aqui porque o esquerdismo vigente, em todos os estratos de poder e do controle da sociedade, para aqui nos dirigiu. Não é impunemente que os comunas e os liberais de esquerda, vendam os povos e suas culturas ancestrais ao islamismo. Não é impunemente que se retiram aos povos toda a capacidade de decisão no que toca ao seu futuro. Não é impunemente que marginalizam os povos europeus fazendo-os vergar, sem direito a critica, às políticas de imigração suicidárias. Os partidos responsáveis pela engenharia social destinada a subverter as culturas e tradições dos povos europeus, mais cedo ou mais tarde vão ter que responder.

Esta situação em Oslo, é mais um episódio da guerra civil que ocorre ainda em surdina na Europa. Não pensem os comunas e esquerdistas, os juízes corruptos e académicos idealistas e estúpidos, que podem vender e destruir os povos e a Europa sem consequências. No futuro próximo, mais esquerdistas serão abatidos, mais serão fuzilados e muitos mais atentados enviarão a morte aos inocentes. A Eurábia existe, e como qualquer zona árabe, a violência e o caos dominam. O projecto europeu (do qual a Noruega não faz parte) aproxima-se a passos largos de um pesadelo. Ao contrário da utopia com que os escuteiros eurocratas e europeistas sonham, a Europa aproxima-se de uma hora bem negra.
E isto ainda não é nada. Os responsáveis morais da construção da Eurábia e da desconstrução da Europa, são todos aqueles que conduziram os povos europeus, a este beco sem saída, aos sentimentos de insegurança, do medo e sobretudo da impotência.
Experimentem, meus senhores, fazer refendos a nível europeu sobre a presença de milhões de muçulmanos na Europa. Experimentem fazer referendos sérios sobre se os povos querem a União Europeia. E logo verão...e logo veremos...todo o mundo verá que estamos a ser vítimas de uma engenharia social imposta de cima por elites progressistas e tecnocráticas, como se vivessemos na Roménia de Ceaucescu.

No Canadá, Mesquita Ocupa Escola Pública

Ezra Levant, citando o excelente Blog Blazing Cat Fur, descreve como uma cafetaria numa escola pública de Toronto, é ocupada por uma mesquita. Na filmagem vê-se os machos islâmicos á frente, de rabo para o ar a orar, e muito atrás, como mandam os preceitos descriminatórios do islão, as raparigas atrás e as "impuras menstruadas" fêmeas muçulmanas nem sequer têm direito a entrar.
O programa levanta várias questões. Porque é que os tipos não alugam um espaço para a sua mesquita? Onde pára a separação do estado e da mesquita? Porque é que a sociedade e as autoridades não vêem que a religião muçulmana se está a confundir com o estado? Como são gastos os dinheiros dos impostos dos contribuintes? Porque outras religiões não têm os mesmos direitos? Porque é que não se acaba com a prática de apartheid de géneros dos muçulmanos nos países ocidentais? A quem é que interessa o progresso do islamo-fascismo?
É já tempo de acabar com esta porcaria muçulmana no Ocidente. Antes que seja tarde demais.

Friday, July 22, 2011

Islão Ataca Oslo.



Segundo o jornal Corriere Della Sera, o grupo terrorista islâmico Ansar al-Jihad al-Alami reinvidicou a responsabilidade pelo atentado na capital da Noruega. Numa mensagem na internet, os jihadistas culparam a presença de tropas Norueguesas no Afeganistão como um insulto ao Maomé.
A presença de milhões de muçulmanos na Europa é mais do que um insulto. É uma afronta e um perigo. Portanto, é melhor que os responsáveis políticos comecem a retirar conclusões acerca do seu idealismo.
Mais uma vez, as sociedades ocidentais colhem os frutos do multiculturalismo promovido pelas elites polítícas. O governo de coligação da esquerda radical que governa o pais desenvolveu uma política agressiva de multiculturalismo, de conluio com interesses muçulmanos e de abertura escancarada das fronteiras. Agora a população inocente colhe os frutos semeados por estes líricos esquerdistas.

Saturday, July 16, 2011

Muito Frio no Hemisferio Sul

Enquanto os lobbys do aquecimento global, aproveintando o calor normal  do Verão, se esforçam para recolocar o alarmismo sobre o aquecimento global na agenda, o Hemisfério Sul treme de frio, tendo-se registado inclusivamente records de temperaturas negativas. Mas não só...Na China em pleno Verão registou uma intensa queda de neve (12 polegadas).


Por sua vez, hoje 16 de Julho, o jornal Chileno O Dia relata que:
La nieve bloquea las rutas
La espesa nevada complica la ayuda y el rescate de personas en Potosí
enquanto o governo da Bolívia pedia ajuda dos países vizinhos devido aos mais fortes nevões sentidos naquela país desde há 20 anos. Localidades e milhares de pessoas (incluindo turistas) encontram-se completamente isoladas e é necessária a ajuda internacional em meios (helicopteros) para levarem víveres aquelas comunidades.
http://www.itn.co.uk/world/23814/Bolivia+appeals+for+help+after+heavy+snow

Monday, July 11, 2011

A Lei da Sharia no Reino Unido.


Apesar da indiferença dos cegos e da comprensão dos líricos, a Eurábia constrói-se paulatinamente no dia a dia. O status quo multiculturalista e esquerdista domina, e quem ousar denunciar a marcha do islão em terras de Sua Majestade, arranja complicações para a vida, com a real possibilidade de ser preso. Como aliás, já aconteceu por diversas vezes. Os ingleses estão reféns, cercados e prisioneiros na sua própria casa, por uma admnistração político-judicial, que não permite qualquer manifestação de dissidência.
Vastas áreas do país são de facto governadas por estrangeiros à revelia de qualquer processo eleitoral democrático e com a lei e a ordem democráticas a não serem válidas para todo o país. A criação de enclaves islâmicos faz-se a bom ritmo, e com o crescimento demográfico dos muçulmanos, os não-muçulmanos ficarão a viver dentro de algum tempo em autênticos guetos no seu próprio país.
Militantes islamistas conseguiram que em diversas zonas daquele país fosse banido o álcool e a mistura de sexos, com o mais cobarde e cumplice silêncio das autoridades dessas áreas. 
De resto, tudo se passa à luz do dia sendo inclusivamente noticiado pelos media. Jovens islamistas actuam com a determinação e a "legalidade" das tropas de choque hitlarianas, tornando as ruas (e as prisões) o seu campo de conquista e de proselitismo, ou por outras palavras, estabelecem a supremacia no Dar Al Harb (terra da guerra). E não lhes faltam  advogados dos "direitos humanos" para lhes defender a causa contra a nossa liberdade e modo de vida.
Recentemente foram colados milhares de posteres e autocolantes limitando zonas controladas pela lei da sharia, onde se impõem toda uma série de proibições; "Proibído o jogo", Proíbido concertos musicais", "Proíbido a prostituição", "Proíbido a pornografia", "Proibido fumar"...
Os posters declaram ostensivamente: "Está a entrar uma zona controlada pela lei da sharia". "Aqui as leis islâmicas governam e são obrigatórias."
Não satisfeitos, reclamam criação de uma polícia da sharia para a fazerem cumprir. Parece mentira mas é verdade.
"Nós queremos criar zonas onde os muçulmanos possam viver uns com os outros" afirmam alto e em bom som de megafone em punho pelas ruas e em mesquitas.
"Nós vivemos entre os não-muçulmanos mas queremos distinguir-mo-nos deles."
É a Eurábia no seu melhor. Isto e muito mais pode ler aqui

Tuesday, July 5, 2011

E Vai Ao Fundo Sim Senhor!


BURN BITCH BURN!

Temos visto ao longo dos anos, que a Eurábia, vulgo União Europeia, se tem progressivamente afirmado como um bloco inimigo dos Estados Unidos da América e de Israel, especialmente o seu hard-core, a França e a Alemanha, com alguns “estados idiotas” como a Espanha, por exemplo, a reboque. São os interesses árabes que são assumidos e defendidos como seus, pela Eurábia e estes são manipulados pela China. Os chineses precisam muito de petróleo e de alguma tecnologia europeia que querem “adoptar”. (Os dirigentes chineses andam de cabeça perdida  com as dívidas soberanas  e vêm agora todas as semanas visitar a Eurábia com promessas de compra das dívidas soberanas.)

A própria criação do Euro, que está (e estará no médio prazo) a lançar na pobreza povos europeus inteiros, foi uma moeda criada para atacar o Dólar e os EUA. Foi a Eurábia que declarou guerra aos EUA, no tabuleiro económico-financeiro e diplomático. Agora espantam-se e queixam-se que o Euro seja atacado pelos mercados e pelas agências de rating. Quem vai á guerra…
Como bem sabe qualquer estratega de jogos de guerra de trazer por casa, o inimigo ataca-se pelos sectores mais frágeis. Neste caso, os sectores economicamente e financeiramente mais frágeis são os chamados PIGS. Só falta a Espanha cair. A seguir vai a Itália e depois, daremos graças a Deus, será o fim do Euro e da Eurábia.
A criação de uma agência de rating chinesa é a evidência que os chineses estão a ver muito mal parada a guerra surda entre a Eurábia e os EUA (leia-se agências de notação) e querem-se meter ao barulho. O Euro e a Eurábia vão naufragar e isso é muito mau para a China sob todos os aspectos. Os chineses querem tornar-se a primeira potencial mundial. Para isso, mais cedo ou mais tarde terão que se defrontar militarmente com os EUA. Está escrito nas estrelas. Será a III Guerra Mundial. Os chineses sabem que, sozinhos, levam na tromba com facilidade. No entanto, se conseguirem criar todo um hemisfério Euro-Asiático (com a exclusão do Japão e do Vietname) e Africano hostil aos EU da América, as hipóteses de um showdown triunfante com os Estados Unidos, serão bastante maiores.

Uma vez Livres da Comissão Europeia, os povos europeus travarão a islamização das suas pátrias. Os colonos, os imigrantes muçulmanos que foram utilizados como argamassa para a construção da Eurábia, irão, com a graça de Alah, de volta para os pardieiros arábicos de onde saíram. Só assim a Europa poderá sobreviver como o Ocidente Livre, e reocupar o lugar ao lado de quem sempre nos defendeu.

Tuesday, June 28, 2011

Nem os Nossos Mortos Respeitam

Na Holanda, jovens marroquinos entretêm-se a fazer confusão nos funerais. Dançam em cima do carro fúnebre, insultam as pessoas que prestam as últimas homenagens ao seus entes queridos e amigos falecidos.
Tudo porque não são muçulmanos.

Monday, June 27, 2011

O Fim da Eurábia?


Escrevia o jornal Público há uns dias, que até os Eurocépticos estavam preocupados com a possível queda da Eurábia, mais conhecida por União Europeia. Parece-me que os jornalistas do público bebem uns copos valentes (ou uns charros) no emprego, pois os tipos deliram. Não há maior razão de esperança no futuro da Europa do que a queda de um bloco construído por apparatchiks burocratas que há décadas mandam o que os povos europeus podem fazer ou pensar. A União Europeia não é uma construção democrática. Muito longe disso. É uma realidade transnacional cada vez maior, cada vez mais totalitária, centrada na ideologia e nos dogmas do multiculturalismo, de resto falido.

A Eurábia surgiu com a crise do petróleo em 1973. Com crise do Euro de 2011, poderá ser o fim da União Europeia.
No momento em que a Grécia precisa de dinheiro como "de pão para a boca", continuam a seguir biliões de Euros (jizya) para alimentar a máquina de guerra e para a corrupão palestina. A comissão Europeia prefere apoiar os palestinianos do que os gregos. Com isto a comissão Europeia poderá estar a cavar a sua sepultura. Rezemos para que morra de morte súbita em breve.

Já nos anos setenta, os estados árabes exigiram que a Europa lhes permitisse o acesso à ciência e tecnologias ocidentais, independência política relativamente aos Estados Unidos da América, alinhamento com a política Árabe, a demonização de Israel como ameaça á paz mundial, e garantias favoráveis á imigração árabe e disseminação da cultura islâmica para a Europa. Esta cooperação também incluía o reconhecimento dos palestinianos como um povo distinto e a OLP de Arafat o sua representante. Até 1973, os palestinianos eram exclusivamente conhecidos como refugiados árabes, até pelos outros árabes. O conceito de “palestiniano” simplesmente não existia.

Durante a crise do petróleo de 1973, os membros árabes da OPEC anunciaram que, devido á Guerra do Yom Kippur entre Israel e os árabes (que estes começaram), não forneceriam mais petróleo aos países apoiantes de Israel. Porventura esta foi a primeira chantagem dos árabes sobre a Europa.

A súbita subida dos preços do petróleo enriqueceu de petrodólares países como a Arábia Saudita, permitindo-lhes financiar o ressurgimento islâmico no mundo, provocando um impacto no Ocidente, especialmente na Europa.

Todavia os líderes árabes tinham que vender o seu petróleo. O factor petróleo foi o cimento para as conversações que ficaram conhecidas pelo Diálogo Euro-árabe, mas não foi o único. De facto serviram como pretexto para a França assumir uma política que tinha desenvolvido muito antes da crise do Yom Kippur.
Esta agenda política foi reforçada pela deliberada transformação cultural da Europa. O Euro-Arab Dialogue Symposia, em Veneza em (1977) e em Hamburgo (1983) incluiu recomendações que foram sucessivamente implementadas. Estas recomendações foram levadas a cabo, na prática, resultando num privilegiado influxo de imigrantes muçulmanos para a Europa. Aos milhões.

Contrariamente ao credo oficial da EU, os milhões de muçulmanos presentes na Europa estão cá devido a acordos feitos com os burocratas europeus ao longo dos anos.

As recomendações, não escritas, incluíam:

1.Coordenação de esforços feito pelos países árabes para espalhar a língua e culturas árabes.

2. Criação de centros culturais Euro-Árabes nas capitais europeias.

3. Fornecimento de professores árabes especializados em ensinar árabe aos europeus em universidades e institutos.

4. Cooperação necessária entre especialistas europeus e árabes em ordem a divulgar uma imagem positiva da civilização arábico-islâmica a públicos educados de europeus.

Estes acordos não foram escritos dada a sua natureza sensível e anti-democrática. Os lideres europeus cuidadosamente acolheram estas ideias como “diálogo”. Todos os meetings, comités e grupos de trabalho incluíam representantes dos países da Comunidade Europeia, do Conselho da Europa e dos países da Liga árabes. Os procedimentos e decisões tomavam lugar em sessões á porta fechada. Nenhumas actas ou minutas foram escritas ou gravadas. O resultado está à vista.

A Líbia, a NATO, a Comissão Europeia, a França e a Eurábia.



Porque é que a NATO se meteu na Líbia e permite ao regime totalitário de Damasco uma repressão violenta dos manifestantes, com milhares de mortos e refugiados? A resposta é mais simples do que parece. Porque a NATO, liderada pela França, está ao serviço da Liga Árabe, e esta é a maior evidência que a Eurábia é já uma existência política. A NATO bombardeia Tripoli porque a Liga Árabe assim o deseja e não bombardeia Damasco, porque a Liga Árabe não o deseja. E ponto final parágrafo.

O regime de Kadafi, desde que se aproximou da OUA e de África afastando-se da Liga Árabe, passou a ser visto pelos árabes como uma persona non grata no poder de um país árabe e muçulmano. Assim uma espécie de dissidente a abater. O regime facínora de al Assad, pelo contrário, faz parte do núcleo duro da Liga árabe e é por esta, reconhecido como tal.

Se o leitor reparar, só depois da Liga Árabe ter dado o sinal verde, o Conselho de Segurança da ONU avançou com a intervenção “para proteger civis” e tretas do género, e a França, liderando a NATO (coisa nunca vista), foi a primeira a “saltar para cima” do Coronel de óculos escuros Prada. E porquê a França? Aqui temos que recuar umas décadas.

Desde De Gaulle que a França acredita reganhar a importância política internacional perdida, através da liderança de um bloco Euro-árabe (Napoleão já o tinha tentado), para competir geoestrategicamente com os USA e a extinta União Soviética. Aparentemente, décadas depois parece que o conseguiu com o gaulista Sarkozy. Escrevo aparentemente, porque a França e a Europa estão muito longe de liderar seja lá o que for. Pelo contrário, a França e a Europa, são hoje lideradas pelos árabes, nomeadamente através da Comissão Europeia (CE) que nada é mais do que uma marioneta nas mãos dos interesses muçulmanos. A Eurábia está a aniquilar totalmente a Europa, como resultado de políticas intencionais adoptadas pela CE e pela França durante décadas.

Cada vez mais islamizada, a Europa é hoje um satélite do mundo árabe e muçulmano. A Europa não passa de um lacaio, ainda bem munido de meios militares e tecnológicos superiores aos dos seus senhores, mas esta situação, com as transferência em curso de tecnologias, previstas aliás nos diversos acordos do Diálogo Euro-Árabe, é só uma questão de tempo para mudarem de mãos. Os árabes para dominarem de vez a Europa só precisam de uma única coisa: da aparência de democracia nos seus países. E estas “primaveras” árabes vão no sentido das aparências de democracia. Como o são também feitas de aparências de democracia a Comissão Europeia e União Europeia. Depois de realizada esta operação de cosmética, a propaganda de que o islão faz parte da Europa pode-se tornar mais credível.

A Europa está constantemente ameaçada de terror. O terror, é a forma de aplicar pressão aos países europeus para se renderem às exigências árabes. Eles exigem, por exemplo, que a Europa tome posição favorável à “causa palestiniana” contra Israel.

A Eurábia é inimiga de Israel e dos USA. Não só na política externa, mas também nos assuntos domésticos. O anti-americanismo e o anti-semitismo grassam hoje na Europa. Qualquer bicho careta eurábico, sem muito bem saber porquê, é hoje totalmente anti-americano e anti israelita. Se a política externa europeia e árabe continuarem a ser comuns e a confundirem-se, é possível no futuro, uma guerra com os USA. E era bem bom de ver os eurábicos a levarem nas trombas novamente dos americanos como os seus congéneres nazistas levaram nos anos quarenta.



Em resumo, a Eurábia é um projecto francês que se tornou realidade a partir da visão anti-americana de Charles de Gaulle, como um bloco hostil á influência americana. Esta situação facilitou as ambições europeias em manter importantes esferas de influências nas ex-colónias, enquanto abriam grandes mercados para os produtos europeus no mundo árabe, especialmente nos países produtores de petróleo e de gás natural. Em anexo, comprometeram-se em transformar o Mediterrâneo num mar Euro-árabe interior, favorecendo a imigração muçulmana e promovendo o multiculturalismo com uma forte presença islâmica na Europa.

E alguém nesta Europa quer saber alguma coisa dos projectos franceses? É tempo de acabar com eles, com a Comissão Europeia e com a União Europeia, já agora.

Sunday, June 26, 2011

Tangente Cósmica


O asteróide 2011 MD, recentemente descoberto, passará hoje, dia 27 de Junho, apenas a 12 000 km da Terra. Segundo a NASA, não existirá perigo de colisão. Não obstante, o encontro é tão próximo que a gravidade da Terra alterará a sua trajectória .

No ponto de maior aproximação, o asteróide passará sobre o Atlântico Sul e Antárctida. Á medida que se desvia em direcção á Terra, o asteróide passará pela zona dos satélites geoestacionários. As hipóteses de colisão com um satélite ou com lixo espacial serão muito pequenas, mas não serão zero.

Julgando pelo brilho, este rochedo espacial medirá entre 5 a 20 metros de diâmetro. De acordo com o Jet Propulsion Laboratory, em Pesadena, o objecto será suficientemente brilhante para ser visto durante um curto período de tempo, com um simples telescópio de trazer por casa.

Friday, June 24, 2011

As Crianças no Islão (2)


As raparigas menores de idade são as principaís vítimas da escravatura islâmica.
Com o silêncio do Mundo.

Escrevo este post animado por Geert Wilders ter sido ilibado das acusações de incitamento ao ódio e á descriminação sobre os muçulmanos. Foi uma vitória da liberdade de expressão e uma derrota para as correntes da extrema-esquerda apoiantes da islamização da Europa. Não só o Corão é uma manual de ódio comparável ao Mein Kampf como as práticas políticas islâmicas se confundem com as Sturmableitung, mais conhecidas como SA, senão mesmo com as Schutzstaffel. Para além disso é um livro que incita à prática do esclavagismo.

A história do casamento de Maomé com Aisha ajuda a perpetuar a opressão das crianças diariamente. Wafa Sultan, conta no seu livro, A God Who Hates, que a sua irmã decidiu casar a filha (sobrinha da Wafa) com o filho de uma tia paterna que tinha 40 anos, enquanto a menina tinha 11 anos. “ Ela é ainda nova, e vai aprender a amá-lo á medida que o tempo vai passando. É um casamento segundo a lei de Alah e do seu profeta”.

Em qualquer país digno desse nome, esta gente tinha sido presa por prática de pedofilia, mas não nos países muçulmanos.

Quando a sobrinha fugiu de casa do seu esposo trinta anos mais velho, para casa dos pais, descobriu que tinha fugido de uma prisão para outra. O pai persuadiu-a que o melhor lugar para uma mulher é a casa do marido e, sobre pressão da família, a criança lá voltou para “o melhor lugar designado para ela por Alah e seu profeta”.

Passado 15 anos, e vendo-se sem escapatória possível, suicidou-se com 25 anos e mãe de 4 filhos.

A história do casamento de Maomé com Aisha possui um efeito ainda mais arrepiante nas relações entre homens e mulheres muçulmanas. Na história, no momento em que a mãe depositou a filha Aisha, com 9 anos de idade, na cama de Maomé, este, não se fez rogado e saltou-lhe para cima. Foi violada na sua própria casa com o consentimento da mãe. Através da história deste casamento, o islão nega o direito às mulheres de atingir um estádio de desenvolvimento físico, intelectual e de maturidade emocional. As leis de uma moralidade básica não podem aceitar que uma menina seja feita mulher á força através de violações consentidas pelos pais. A grande infelicidade para estas crianças, é que estes actos são sancionados quer pelas leis religiosas quer pelas leis seculares. Tornou-se um modo de vida com 14 séculos.

Devido a estas leis protectoras, meninas são violadas por todo o mundo islâmico. Unesco, Nações Unidas, Comissão Europeia, enfim todos aqueles que se mostram escandalizados com toda e qualquer crítica ao maomedismo, sempre prontinhos a atacar Israel por se permitir defender do islão, mantêm o mais profundo silêncio (dhimmi) relativamente a este atropelo aos direitos das crianças levadas a cabo nos países muçulmanos.

Em muitos países árabes, como a Jordânia, Siria, e Egipto, milhares de crimes são cometidos por ano contra os direitos das raparigas menores de idade, que não têm o controlo das suas vidas, por homens dos Emirados Árabes. Estes homens, com dinheiro muitas vezes ilícito e sem o mínimo resquício de moralidade, tiram partido da pobreza, comprando menores com grande facilidade. Um mundo que permite este tipo de escravidão sobre crianças é um mundo que tem que deixar de existir. A bem ou á bomba.

Para cada menina comprada por esses monstruosos porcos, é o início de uma vida de sofrimento, que frequentemente acaba com o retorno da menor á sua família, depois da sua infância, a feminilidade, a honra, e a sua reputação, terem sido violadas em troca de insignificantes quantidades de dinheiro, em nome do casamento de acordo com as leis de Alah e do seu profeta. A vida da menor que retorna a casa da família, torna-se um verdadeiro inferno. É abandonada pela família e pela sociedade que não respeita o seu sofrimento. Se ela ainda for capaz de viver, torna-se um pedaço de carne insignificante, destinado a ser mastigado sem embaraço, na boca de qualquer um.

Combater este fascismo islâmico, é o destino das pessoas de bem.

(continua)

Sunday, June 19, 2011

As crianças no Islão (1)


Ao contrário do Ocidente, as crianças que nascem no islão não têm direitos.

Se há algum aspecto em que nos possamos confortar com a actuação das polícias nacionais e internacionais no combate ao crime, é sem dúvida o do combate á pedofilia. Por todo o mundo, ao longo dos anos, várias redes têm sido desmontadas e os criminosos levados a tribunal.

Em todo o mundo? Claro que não. Nos países em que o Corão é quem mais ordena, a pedofilia é tão vulgar como o niqab ou mesmo o véu islâmico.

Os costumes islâmicos não valorizam a infância. Uma criança é considerada propriedade do pai, que tem o direito a dispor dela como quem dispõe de uma qualquer outra propriedade. Quando uma mãe pega na sua filha e a coloca nos braços de homem com a idade do seu avô, a infância da menina fica irreparavelmente corrompida e violada. Quando a acção da mãe adquire legitimidade religiosa e legal, é toda uma civilização que corrompe e viola os direitos das crianças. Este tipo de way of life é válido no islão há 14 séculos.

Perguntamo-nos onde param as Unicefs e outras organizações congéneres, uma vez que as crianças no mundo muçulmano não têm direitos. Os “ensinamentos” islâmicos persuadem as crianças muçulmanas que devem obedecer aos seus pais porque lhe deram a vida, embora nada ensinem aos pais acerca da dignidade de que os menores devem ter direito inalienável. Toda a educação muçulmana é dirigida para a cega obediência relativamente aos pais. Ela obedece a cada ordem, excepto aqueles que os afastem de Aláh. Este ogre, apodera-se das pessoas através dos pais. E vai mesmo mais longe. Para garantir o controlo do ogre sobre as crianças, Alah ordena ás crianças que desobedeçam aos pais, se as suas ordens as afastarem do culto dele. Víamos uma manipulação semelhante das crianças no Nazismo.

A lei islâmica toca na responsabilidade social através das crianças só numa única instância. Se os pais deixarem o islão, a sociedade deve intervir para reconduzir a criança ao islamismo.

As pessoas nos países muçulmanos caiem, desde a mais tenra idade, na armadilha dos pais e vivem á sua mercê, na ausência de qualquer lei que possibilite á sociedade o direito de intervir protegendo-a da tirania daqueles. Esta situação perpetua-se por toda as suas vidas. Um homem muçulmano permanece uma criança aos olhos do pai enquanto este viver, e a única oportunidade que tem de exercitar a sua autoridade de macho é demonstrar “mão de ferro” relativamente à sua esposa e filhos.

Quando uma mulher muçulmana casa, ela não casa só com um homem, casando também com o sogro e a sogra, que segundo a lei muçulmana, desempenham um papel vital no seu casamento. Isto é, podem pôr e dispor da nora às suas próprias vontades. Os sogros intervêm em todos os aspectos da vida do casal e frequentemente a sogra aproveita a oportunidade de desempenhar um papel social e familiar que sempre lhe foi negado. Isto é, vinga-se na novata da família por tudo aquilo que sofreu na sua anterior condição de nora. O jovem marido, por sua vez, vê-se na condição de ter que obedecer legalmente e tradicionalmente e cegamente à sua mãe, permitindo-lhe que ela interfira arbitrariamente e sem restrições, na sua vida e na vida da sua família.

É esta enfermidade social que a Europa está a importar aos milhões.

(continua)

Saturday, June 18, 2011

A Comissão Europeia É Anti-Europa.


A actual situação europeia é perigosa. Não é só a falência económico-financeira da Grécia e da sua possível evolução para o radicalismo político de extrema esquerda, que diga-se de passagem, já deveria ter sido posto na ordem, e do contágio a outros países, mas na ausência total de nexo e de sentido político da Comissão Europeia (CE). Esta, desvirtualizou o projecto Europeu, desde Delors...se não mesmo antes, com o Diálogo Euro-Árabe. 
Quais são as principais motivações da Comissão Europeia?
Antes de tudo, a CE é de facto, a Comissão Instaladora do Islão na Europa. Após a ameaça soviética se ter evaporado, a CE dedicou-se ao alargamento das fronteiras da UE até ao Irão, e a incluir todo o outro lado do Mediterrâneo muçulmano na Europa...em acordos de imigração. Antes, a UE permitia um sentimento partilhado contra o dragão vermelho soviético. Com a entrada, e a protecção constante, feita aos milhões de muçulmanos pela CE e pelos partidos da esquerda europeia, os povos europeus sentem agora, não já o medo do Pacto de Vársóvia a partir da fronteira da RDA, mas sentem que o inimigo já cá está dentro, na porta, no bairro ou na cidade ao lado. O inimigo muçulmano já tomou, não só o Kosovo, mas parte de cidades europeias onde os europeus já não podem entrar. 
E qual é a resposta da CE aos justificados medos europeus sobre o islão? É considerar que todos aqueles que criticam a islamização acelarada da Europa, são racistas e xénofobos. A CE falhou em Lampedusa por ter dado um sinal claro de apoio aos imigrantes muçulmanos clandestinos que entram ilegalmente na Europa aos milhares. Os europeus estão fartos de se sentirem estranhos e estrangeiros nos seus próprios países. E o resultado está á vista. Começam a estar mais preocupados em fecharem-se em si do que se abrirem aos desmandos ideológicos da CE e dos esquerdistas que a suportam. (Não é por acaso que os partidos da extrema esquerda como o BE são totalmente europeístas).
É com este sentimento de exclusão que os europeus, com toda a razão, se estão a fechar. É uma questão de controlo mais próximo das suas vidas, da sua cultura e civilização. E nesta situação, vão inevitavelmente deitar o bebé fora com a água do banho, porque o encerramento nas suas fronteiras implica perda de solidariedade também com outros povos europeus...e a ascenção de impulsos nacionalistas. Foi sempre assim que a Europa reagiu quando se sentiu perdida na diluição imposta dos seus hábitos e costumes nacionais . Doa a quem doer.
A paralisia da CE face á banca-rota grega contrasta com o seu activismo na protecção ao islamismo na Europa. Porque será? 
A irracionalidade ideológica da CE, por ironia, pode vir a fomentar aquilo que se queria combater com a emergência, primeiro da CEE e depois UE: os egoísmos nacionais.
A questão que está em causa para os países do Norte, nomeadamente a Alemanha, não é só pagarem para que os povos do Sul vivam como cigarras. É toda a questão do estado social que está em causa, não só no Sul improdutivo como no Norte industrial. O que está em causa é que os imigrantes muçulmanos que chegam aos milhões vêm na sua maioria viver das garantias do estado social ao contrário do que a esquerda e própria CE faladram. 
A CE fez dos europeus dhimmis e como tal, a obrigação dos povos não-muçulmanos é pagarem os impostos (a jizya) aos muçulmanos, carregando ainda mais nos déficit da segurança social nos países europeus. E a troco de quê? De insegurança, de mesquitas e minaretes em todo o lado, de perseguição aos judeus, de jihadismo activo, de milhares de restaurantes halal com a consequente chacina inumana aos animais, de censura a todos os que criticam o islão, de processos judiciais a muitos que criticam o islão, de epidemia de violações feitas por muçulmanos a mulheres ocidentais...enfim,  a troco do medo porque todos nós vimos diariamente nos telejornais o que essa gente é capaz de fazer em qualquer parte do mundo para defender o supremacismo islâmico.
Os povos europeus só voltam a ganhar confiança num projecto multinacional europeu quando virem os milhões de muçulmanos pelas costas, atravessando em paquetes de luxo, novamente o  Mar Mediterrânico. Para a banda de lá.

Sunday, June 12, 2011

Eleições na Turquia

Manifestação de mulheres curdas

Hoje, a Turquia vai eleger um novo parlamento e imagina-se que os resultados reforcem a anaconda islamista no poder, o AKP, o partido do primeiro-ministro Erdogan, que lenta mas inexoravelmente vai asfixiando o laicismo herdado de Ataturk. Ao mesmo tempo que a economia do país melhorou bastante neste últimos anos (o PIB cresceu 9% em 2010) a oposição tem mais dificuldade em ganhar terreno. Para além disso, as purgas nas altas patentes das forças armadas, a constante propaganda de campanha eleitoral que o partido no poder desenvolve constantemente, sobretudo nos meios muçulmanos mais tradicionais, que são maioritários naquele país, vai garantindo bons resultados eleitorais e a consequente queda da Turquia no islamismo.
Erdogan, sabe bem o que quer construir na Turquia. Nada menos que um novo Império Otomano, uma força geoestratégica dominadora no Mediterrâneo Oriental, no Médio Oriente e projectar força política em direcção à Europa. Os sinais são evidentes:

A dupla aliança: simultaneamente pertence á NATO e é aliado dos regimes islamo-fascistas da Síria e do Irão. Talvez esta seja uma das razões para que o Ocidente em geral e a NATO em particular, assobiem para os lados da Líbia, enquanto Assad provoca um autêntico banho de sangue no seu povo. Este cenário faz da NATO, também uma aliado, mesmo que indirectamente, da Síria e do Irão.

As constantes provocações a Israel, o levantar da voz, quer em actos promovidos discretamente por organizações ligadas ao AKP, quer na propaganda orquestrada em manifestações de rua onde não faltam as suásticas;

a intervenção nos assuntos da política interna dos países europeus, nomeadamente da Alemanha, é uma prova de confiança e de vitalidade na força Turca que não hesitam em afirmar, que na Alemanha, os turcos não têm que se integrar, deixando implícito the other way around, isto é, são os alemães que no seu próprio país se têm de adaptar aos turcos. Tudo isto eleva o moral destes e a votação no AKP, provocando um efeito co-lateral a Ocidente: deixa os jornalistas á beira do orgasmo.

Mais votos em Erdogan dar-lhe-ão mais força e um impulse para que se eternize chefe no imaginário popular. Por isso a Europa, devia estar mais atenta á Turquia e dizer-lhe de uma vez por todas:

A Turquia não tem lugar na Europa. E ponto final parágrafo.


Friday, June 10, 2011

Helicóptero Secreto na Caça a Bin Laden

                                                  Helicópteros secretos foram utilizados na caça ao barbudo
As imagens dos destroços de um dos helicópteros usados no abate de Osama Bin Laden, não são conformes a qualquer tipo de helicópteros hoje conhecidos ao serviço das forças armadas americanas.
Na sequência do raid do primeiro de Maio, só uma secção da cauda do heli ficou intacta. Todo o resto daquela aeronave foi voluntariamente destruída – mas o aspecto do seu design não se assemelha sequer ao Sikorsky MH/UH.60 Black Hawk, o helicóptero usado pelos americanos neste tipo de operações.

O aspecto stealth, furtivo, do helicóptero que ficou no solo é a parte mais intrigante dos destroços. Os seus ângulos parecem sugerir que em certo grau o heli estava preparado para operar furtivamente relativamente aos radares. Os rotores da cauda também sugerem que foram aí integrados elementos de anulação do ruído, naquilo que no jargão militar militar se chama, acoustic stealth.
Comparando com outros helicópteros americanos, os destroços mostram que era demasiado largo para ser um heli do tipo scout, como por exemplo o OH-58 Kiowa Warrior (em baixo)


ou o OH-6 Litle Bird (em baixo)

Relativamente aos maiores, como sejam o CH-47 Chinook (em baixo)

ou o CH-46 Sea Knight (em baixo)

podem ser afastados, uma vez que não possuem rotores de cauda.
Só o CH-53 Super Stallion (em baixo)
permanece como a possibilidade viável, mas novamente as inconsistências relativamente ao seu design, afasta esta hipótese de ter participado na operação.
A única possibilidade que resta, é o de se tratar de um Black Hawk altamente modificado, mas em resposta a um pergunta feita neste sentido, por um correspondente da revista Jane’s, a um porta-voz militar americano, foi a seguinte:
“No operation detaisl have been released about units or equipment”

Monday, June 6, 2011

SAYONARA!

Foram seis anos de má governação que agora terminou. E terminou no paraíso económico socialista do costume...a bancarrota. O povo português foi, durante todos estes anos, tratado por  este engenheiro manhoso, com menoridade política e até intelectual. A mentira, a demagogia mais grosseira, a manipulação, o engano e a arrogância...foi sempre a principal estratégia política deste senhor. Como se a mais antiga nação da Europa fosse tão só, uma camada de analfabrutos, incapazes de ver para além da curtina de fumo da propaganda, produzida pela máquina socialista tecnocrática, que colocou o país de joelhos ao serviço dos "triunfadores" socialistas. O Partido Socialista confundiu-se com o Estado Português. E a malta não gostou.
Os portugueses "despediram" ontem Sócrates dando um sinal de elevada maturidade política e cívica. O povo, demonstrou mais uma vez, ter muito mais nível do que estes governantes, que agora jazem no caixote do lixo da nossa História política. E com eles, os comentadores e jornalistas (e foram muitos), que obedeceram sempre á voz do dono, numa espécie de travestis da liberdade de expressão, porque calaram e consentiram os maiores ataques a essa mesma liberdade, desde o 25 de Abril.

Thursday, June 2, 2011

Europa Sob Ataque Bioterrorista?


A crise gerada por uma estirpe especialmente virulenta de E. coli , já matou 20 pessoas, entre milhares de infectadas. Espera-se que o número de vítimas cresça nos próximos dias. A área recipente ou foco da infecção, é nem mais nem menos do que Hamburgo, por sinal, a cidade onde o islamismo radical assentou praça. Não nos esqueçamos que as mesquitas de Hamburgo pariram os jihadistas que atacaram os USAo 11 de Setembro.
Esta variedade de Escherichia coli, é de um serotipo que produz a toxina Shiga que causa severas hemorragias intestinais. A própria Comissão (Soviética) Europeia através do RASFF, Rapid Alert System for Food and Feed, confirmou que a toxina em causa é nem mais nem menos a Shiga.
A porta de entrada da contaminação no organismo humano é feita, principalmente, através da ingestão de água e alimentos contaminados, mas também pode ser feita pelo contacto pessoa a pessoa.
Todas as pessoas são susceptíveis ás colites hemorrágicas, mas as crianças e os idosos são mais vulneráveis aos efeitos letais da toxina.
O período de incubação varia entre 2 a 8 dias, mas frequentemente são apenas necessários 3 ou 4 dias.
Os efeitos clínicos estão bem determinados e são caracterizados por intensas dores abdominais e diarreia, inicialmente extremamente aquosa e numa segunda fase, o sangue começa a ser expelido. Vómitos ocasionais também podem ocorrer. A febre normalmente é baixa ou pode estar mesmo ausente. A doença, se o paciente infectado não morrer, dura cerca de uma semana. Acima de 15% dos casos, os infectados com esta variedade de E. coli, podem desenvolver HUS (hemolytic uremic syndrome).
Esta sindrome pode incapacitar permanente os rins.
As maiores fonte de transmissibilidade são o consumo de carne crua, leite e sumos não pasteurizados, vegetais não cozidos (pepinos, alfaces, tomates...) e o contacto com animais infectados. A transmissão pela água pode ocorrer em piscinas não tratadas com cloro, bem como nalguns lagos. A bactéria é facilmente transmitidada pelas pessoas quando não se verifiquem comportamentos de higiene adequados, como seja por exemplo não lavar bem as mãos. O hábito de apalpar a fruta nos mercados pode ser um meio de transmissão da bactéria extremamente eficaz.

Tuesday, May 24, 2011

Big Toys For Big Boys

O Kremlin já ameaçou o Ocidente em Geral e os USA em particular, com uma nova Guerra Fria. Agora demonstrou-o numa das maiores manobras militares pós Era Sovietica.

Monday, May 16, 2011

Dominique Nique Strauss Kahn


Dominique Strauss Kahn (DSK), director do FMI, foi preso e acusado de ter tentado violar uma empregada de um hotel na suite de luxo onde dormira. Um caso certamente de polícia, virou caso político porque DSK é actualmente uma peça central para a esquerda francesa.

Os mentores das teorias da conspiração esquerdistas e a comunicação social simpática para os socialistas, não perderam um minuto para alertar a opinião pública francesa e mundial, para a armadilha em que DSK teriam caído. Sem contudo especificarem quem estaria por trás de tal atentado ao destino da esquerda francesa, Neuromante, sabe de fonte segura, que foi a CIA que preparou e executou esta tão húmida como traiçoeira golpada. Porque um socialista no poder presidencial em França é muito menos simpático para os USA de que Sarko, o actual presidente, um plano maquiavélico foi posto em acção.

Segundo fontes fidedignas, a missão de incriminação de DSK, foi executada em 3 tempos. Durante o jantar na véspera, agentes da CIA disfarçados de empregados de mesa no restaurante de luxo onde DSK jantara, asseguraram-se que lhe misturaram doses cavalares de Viagra no dispendioso vintage francês que DSK bebera, garantindo assim ao Director do FMI um acordar priapista.

Na manhã seguinte, uma agente da CIA, sensualona e vestida a rigor de French Maid, entrou na suite, e enquanto aspirava a carpete, mostrava as suas longas pernas e a respectiva lingerie preta., pondo-se em posição para a acoplagem do sr. FMI que, inocente, de nada suspeitava.

O cenário estava montando, e faltava só um pequeno mas literal empurrão para que a coisa colasse. O acto final de tão hedionda maquinação foi encerrado quando DSK tomava o seu duche matinal de porta escancarada para a suite. Entretido no duche com o seu coiso espantosamente revigorado, o chuveiro, que era afinal mais um agente da CIA disfarçado, empurrou-o para fora do luxuoso polivan direitinho para cima da empregada de limpeza, que o agarrou e lhe disse baixinho:

-Oh la la Dominique! Voulez vous faire nique nique avec moi?

Sunday, May 15, 2011

Um Acordo dos Diabos.

O Ministro do Interior italiano, afirmou que o acordo de repatriamento com a Tunísia está a funcionar bem. O que o senhor Ministro entende por “funcionar bem”, ninguém sabe, pois o que se verifica no terreno, é a absoluta disfuncionalidade.

O referido acordo especifica o seguinte:

1. A Tunísia interdirá vigorosamente qualquer intenção de embarque ilegal nas suas costas, usando fundos e equipamentos fornecidos pela Itália para esse propósito.

2. Os italianos comprometem-se a repatriar não mais do que 60 tunisinos por dia.

É o chamado Acordo da Banha da Cobra.

Em primeiro lugar, diariamente chegam a Lampedusa, e a outros portos italianos, entre 200 a 1500 ilegais. O que significa que a Tunísia ficou com os meios (uns botes militares modernaços e rápidos) e não honrou o acordo.

Em segundo, se os italianos só poderem enviar à procedência 60 ilegais por dia, qualquer calhau em aritmética facilmente concluirá que num curto intervalo de tempo, os ilegais amontoar-se-ão ás dezenas de milhar. Como aliás se verifica. Em termos percentuais significa que entre 70% a 96%, ficam em Itália, isto se não se pirarem para o resto da Europa através da fronteira franco-suíça.

Para tornar a coisa mais “hilariante”, a maioria dos ilegais vêm agora da Líbia, o que significa que o acordo com a Tunísia não os inclui.

Quando estúpidos fazem acordos com árabes, o resultado está á vista. São enganados e roubados. Mais valia fazerem pactos com o demo.

Realismo Europeu

A livre circulação de pessoas, imigrantes ilegais, de bandidos de toda a espécie e de terroristas, tem sido um dos pilares da Eurábia. Agora parece que está em pleno estertor, apesar das ameaças impotentes da Comissão (Soviética) Europeia. Esta semana que passou, a Dinamarca anunciou que vai restabelecer as fronteiras terrestres  com a Alemanha e com a Suécia islamizada, a que está ligada por uma enorme ponte. Além disso, reforçará significativamente os controlos nos aeroportos. É o Acordo de Schengen atirado às urticas, planta que cresce junto ao caixote do lixo da História e altamente diurética.
 A Dinamarca tem tido sérios problemas com a imigração muçulmana, que aí chegam através da Alemanha. Depois da excelente atitude da França em bloquear a invasão tunisina, a Europa parece agora começar abrir os olhos.