Vlad Tepes colocou mais um excelente clip no seu blog. Nele podemos ver uma tradução falsa de um discurso de Andropov de 1982, tão actual que pode ser feito hoje pelo camarada Durão Barroso da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas Europeias.
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Friday, March 19, 2010
Thursday, February 18, 2010
Islamização e Aquecimento Global: Duas Faces do Mesmo Combate

Combater o alegado aquecimento global é combater por um mundo livre das manipulações que desde os anos noventa têm assustado as pessoas, com particular ênfase na assombração do Mundo Ocidental. Desde as "chuvas ácidas", o "buraco do ozono", a doença das vacas loucas até ao célebre Y2K do milénio, tudo serve para amedrontar o cidadão comum, desprevenido e frequentemente ignorante acerca das temáticas científicas em questão. O resultado destas "verdades" al gorianas é transformar os cidadãos livres em alegres pacóvios deliberadamente cooperantes e pagantes na aceitação fácil de taxas e impostos salvíficos do planeta, e na assunção de que os governos serão tanto mais eficientes na "preservação da natureza e do futuro" quanto mais usurparem o individualismo e a liberdade dos povos. E quanto mais distantes as organizações estiverem dos povos mais fácil é a tarefa, de nos tomarem por ovelhas de um rebanho verde ecológico que pede meças aos defuntos regimes da cortina de ferro vermelho-soviética.
Nesta perspectiva destaca-se a União Europeia, na loucura barrosiana em reduzir as emissões de dióxido de carbono para níveis pré-industrais e na azáfama em nos meter a todos nós europeus debaixo das patas do Maomé e da sua religião maldita. União Europeia que finge não ver que a maioria dos europeus, quer através de sondagens quer através de referendos, se opõem à imigração e rejeitam o multiculturalismo. União Europeia que finge não ver que as sociedades livres desta Europa estão ameaçadas, que o Islão é incompativel com o laicismo e que agindo assim, estão a provocar a subversão da ordem internacional.
Nesta perspectiva destaca-se também as Nações Unidas que já nem sequer disfarçam os tiques autoritários e corruptos de um governo mundial. ONU que transformou num único ano o democrata-cristão Freitas de Amaral, num esquerdista anti-americano e pró-muçulmano. ONU que censura, manipula e mente. ONU que no passado dia 12 de Novembro, aprovou uma resolução patrocinada pela Organização da Conferência Islâmica, que visa “combater a difamação da religião”, leia-se, impedir a discussão do islamismo. ONU que por esta via inventou crimes de "islamofobia" e "difamação do islão". ONU onde o embaixador do Paquistão ousou afirmar, sem que ninguém lhe fosse diplomaticamente às trombas, que "a primeira Carta dos Direitos Humanos é o Corão e a primeira Declaração sobre os Direitos Humanos é a que Maomé fez em Medina". Esta ONU que protege descaradamente a vergonhosa ditadura exercida por fundamentalistas islâmicos no Sudão e o genocídio cometido por eles no Darfur sobre populações de africanos cristãos e animistas. ONU que pretende ignorar que a escravatura é uma realidade nos países islâmicos africanos. Esta ONU cujo IPCC convive bem e estimula a fraude científica para confirmar por métodos criminosos a maior manipulação da História da Humanidade que é a teoria do aquecimento global. ONU cuja cabeça do IPPC, o indiano Rajendra Pachauri, está metido até ao pescoço na transacção de gambuzinos que são os muito lucrativos créditos de dióxido de carbono. ONU cujo IPCC deliberadamente confunde para confundir, a realidade virtual dos modelos, com a realidade dos climas actuais.
Estas organizações, a União Europeia conforme está actualmente concebida e as Nações Unidas são preocupantes para a qualidade da liberdade no mundo ocidental.
Sente-se que a democracia, se já não é uma boa memória, está seriamente ameaçada. Não só em Portugal onde o Chavez Socratez e a sua clique de chico-espertos, dirige um país virtual, um país por Power Point que não se enquadra no país real. Por isso eles querem controlar os meios de comunicação para controlarem a realidade. Para fazer aproximar a realidade da virtualidade imanada pela acção governativa.
Oriana Fallaci tinha razão quando se perguntava:
"Que raça de democracia é uma democracia que proíbe o dissentimento, o pune e transforma em crime? Que raça de democracia é uma democracia que, em vez de escutar os cidadãos, os cala, os entrega aos inimigos, os abandona aos abusos e às prepotências? (é o caso do julgamento de Geert Wilders). Que raça de democracia é uma democracia que favorece a teocracia, restabelece a heresia, sevicia os seus filhos e os manda para a fogueira? Que raça de democracia é uma democracia em que a minoria conta mais do que a maioria e, onde contando mais do que a maioria, lhes dita as leis e a chantageia? Uma não-democracia, digo-te. Uma fraude, uma mentira. E que raça de liberdade é uma liberdade que impede de pensar, de falar, de caminhar contra a corrente, de se rebelar e de se opor a quem nos invade ou nos amordaça? Que raça de liberdade é uma liberdade que obriga os cidadãos a viver com medo de serem tratados e até processados e condenados como delinquentes? (...) UMA NÃO-LIBERDADE.
Obrigado Oriana.
Sente-se que a democracia, se já não é uma boa memória, está seriamente ameaçada. Não só em Portugal onde o Chavez Socratez e a sua clique de chico-espertos, dirige um país virtual, um país por Power Point que não se enquadra no país real. Por isso eles querem controlar os meios de comunicação para controlarem a realidade. Para fazer aproximar a realidade da virtualidade imanada pela acção governativa.
Oriana Fallaci tinha razão quando se perguntava:
"Que raça de democracia é uma democracia que proíbe o dissentimento, o pune e transforma em crime? Que raça de democracia é uma democracia que, em vez de escutar os cidadãos, os cala, os entrega aos inimigos, os abandona aos abusos e às prepotências? (é o caso do julgamento de Geert Wilders). Que raça de democracia é uma democracia que favorece a teocracia, restabelece a heresia, sevicia os seus filhos e os manda para a fogueira? Que raça de democracia é uma democracia em que a minoria conta mais do que a maioria e, onde contando mais do que a maioria, lhes dita as leis e a chantageia? Uma não-democracia, digo-te. Uma fraude, uma mentira. E que raça de liberdade é uma liberdade que impede de pensar, de falar, de caminhar contra a corrente, de se rebelar e de se opor a quem nos invade ou nos amordaça? Que raça de liberdade é uma liberdade que obriga os cidadãos a viver com medo de serem tratados e até processados e condenados como delinquentes? (...) UMA NÃO-LIBERDADE.
Obrigado Oriana.
Tuesday, December 1, 2009
Ainda O Referendo Suiço.

O resultado do referendo na Suíça incomodou a União "Soviética" Europeia no dia em que o Tratado de Lisboa entrou em "funcionamento". É só dar uma espreitadela aos Pravdas da nossa praça, para concluirmos, como os dhimmis ficaram mal da figadeira. No entanto, quer o resultado do referendo quer as reações dedicadas ao mesmo, mostram vários aspectos inquietantes do nosso futuro colectivo na Europa. Primeiro, mostram que os vários poderes estão perigosamente afastados dos cidadãos: os poderes políticos, económicos e comunicacionais. Todos esperavam uma vitória folgada do Não, e surprise!.. O Sim ganhou por percentagens retumbantes. Como é que isso é possível? Porque as elites políticas e comunicação social, vivem em "palácios" ideológicos e tomam os seus desejos pela realidade.
(O arquitecto da mesquita de Colónia chegou mesmo a afirmar que o referendo tinha sido não-democrático. Ha! Ha! Ha!. Isto é o 1984 em estado puro. A guerra é paz. A liberdade é escravidão. Lembram-se?) Não houvem o sentir dos cidadãos, tidos por rurais como foi o caso, quando desafiam o pensamento único multicultural e politicamente correcto. O povo não conta para mais nada, a não ser para ritualmente legitimar pelo voto uma governação, e ponto final. A democracia fica por aí. Experimentem realizar destes referendos na União Europeia e vão ver o que é bom. A Comissão já avisou a navegação que estes referendos não tinham possibilidade de ver a luz do dia na UE. Aliás, nem era preciso avisar, uma vez que a UE sabe bem tratar dos que não vão de encontro á sua vontade política. Repetem-se até o povo votar "correctamente". Foi o caso da Dinamarca e da Irlanda em momentos diferentes da mesma História.
(O arquitecto da mesquita de Colónia chegou mesmo a afirmar que o referendo tinha sido não-democrático. Ha! Ha! Ha!. Isto é o 1984 em estado puro. A guerra é paz. A liberdade é escravidão. Lembram-se?) Não houvem o sentir dos cidadãos, tidos por rurais como foi o caso, quando desafiam o pensamento único multicultural e politicamente correcto. O povo não conta para mais nada, a não ser para ritualmente legitimar pelo voto uma governação, e ponto final. A democracia fica por aí. Experimentem realizar destes referendos na União Europeia e vão ver o que é bom. A Comissão já avisou a navegação que estes referendos não tinham possibilidade de ver a luz do dia na UE. Aliás, nem era preciso avisar, uma vez que a UE sabe bem tratar dos que não vão de encontro á sua vontade política. Repetem-se até o povo votar "correctamente". Foi o caso da Dinamarca e da Irlanda em momentos diferentes da mesma História.
A ordem ideológica (o divórcio entre as elites e os cidadãos) corrente quebrou, e quebrou muito para além de qualquer tipo de reparação. Os jornalistas bem se podem esforçar em ampliar a "voz" da propaganda do poder, que de nada vale, porque estaremos, num futuro muito próximo, perante o colapso social e económico pan-europeu. Tenho medo que seja demasiado tarde para o evitar. Quem suporta o actual paradigma é demasiado poderoso, e o paradigma por si só, contém demasiadas contradições e falhas, pelas quais não se poderá reformar. Precisa mesmo de ser destruído. E isto significa Guerra na Europa novamente. Portanto, em vez de gastarmos energia a tentar reparar aquilo que não tem reparação, o melhor que temos a fazer é prepararmo-nos o melhor possível para o crash vindouro e esperar que nos reagruparemos, para criar uma cultura mais saudável e poderosa.
A pressão na caldeira europeia e do Ocidente está a aumentar. E os nossos políticos e comunicação social, em vez de a aliviarem, vão fornecendo mais combustível. Duas regiões Austríacas declaram-se livres da construção de minaretes e de mesquitas, bem como agora a Suíça. Se por acaso Geert Wilders for eleito primeiro ministro da Holanda, dependendo da reacção União Soviética Europeia, o caldo pode estar bem entornado por aqui. A União Europeia é o mesmo tigre de papel que foi a União Soviética. Por razões diferentes, a Holanda, a Aústria, a Polónia, e República Checa e a Dinamarca, possuem politicamente todas as condições para se tornarem os primeiros países a entrar em secessão.
O comportamento do Poder estabelecido, acerca do escândalo dos estudos viciados do aquecimento global, é um exemplo da arrogância muito pouco democrática. Nada foi investigado, porque as revelações deste escândalo põem em causa ao paradigma vigente. Isto é só a ponta do iceberg . Existem no tempo político presente, uma tal quantidade de estratos de mentira, que vão desde a negação da islamização da Europa, até ao aquecimento global, que é quase impossivel lutar contra todas elas. Toda a nossa sociedade se tornou essencialmente uma grande mentira. Os media, as nossas nuniversidades, os nossos líderes políticos (o Sócrates é especialista!) repentem diariamente essas mentiras; todos aqueles que as questionam são censurados e ostracizados.
Eu sou europeísta e vejo com muita tristeza a União a ser controlada por burocratas que pedem meças aos aparatchicks da ex-União Soviética. Desde que a União forçou, primeiro a Constituição e depois o Tratado de Lisboa, que na essência, aboliu de vez a muito reduzida influência popular nas políticas europeias. As auto-promovidas elites europeias baniram com efeito qualquer oposição legal ao seu poder. Não é mais possível opormo-nos formalmente ás sua políticas dentro dos canais políticos normais. Isto mais cedo do que tarde irá conduzir a Europa para um beco sem saída, deixando os povos, só com as opção da rebelião ou/e do colapso estrutural da União. Se a economia não recuperar, se a islamização da Europa continuar, se a mentira do aquecimento global persistir, haverão muitas nuvens negras no horizonte.
Os povos estão fartos destes tipos.
Auf wiedersehen, adeus, au revoir, ciao, adiós and good-bye to all that. So long, Europe; it was nice knowing you.
P.S- entretanto, um hospital na Bolivia fundado por Mahmoud Ahmadinejad, agora requer que as enfermeiras usem o véu islâmico.
Sunday, November 22, 2009
E Você Já Jantou Com Um Muçulmano?

O Jornal Público, que há muitos anos abraçou a dhimmitude, lançou pela pena da irresístivel Alexandra Lucas Coelho, um repto ao leitor que dá título a este post. Eu pessoalmente não pretendo dar á placa com qualquer filho de Ala, qualquer que seja a refeição, mas para aqueles que queiram realizar a experiência, deixo aqui uma proposta de menú para um boa almoçarada ou jantarada de enriquecimento intercivilizacional.
Para entrada proponho camarão frito flamejado em brandy bem regado com um óptimo Chablis fresquinho e para main course proponho o bem tostado leitão da bairrada altamente regado com um Douro tinto Crastos. Se o jantar chegar ao fim proponho, como digestivo, um vodka Sobieski, gelado. Se o leitor não for acusado de arrogância cultural e agredido física e/ou verbalmente, pelo seu convidado muçulmano poderá sentir-se feliz por ter partilhado a mesa com uma singularidade. (Aconselho vivamente, caso a coisa dê para o torto, a fazer-se acompanhar de um cão, de preferência um pastor alemão bem treinado.)
Mas vamos ao que interessa:
Um debate realizado na capital da decadência europeia, Bruxelas, promovido pela British Council, uma organização de bem dispostos e culturalmente arrependidos académicos e professores de inglês, destinada a difundir a língua e a cultura inglesa pelo mundo, "assinalou o arranque de um projecto de ficção socio-política, que quer responder ao Choque de Civilizações". Desejo-lhes as maiores felicidades para esse safari inter-civilizacional. Estes simpáticos teachers, bem que podem recusar as evidências dos factos, meterem a cabeça na areia e convencerem-se que não existe Choque de Civilizações. Cada doido terá a sua mania. Se eles não vão ao Choque, o Choque virá até eles.
A ideia chave é que não há "nós" e "eles". Esta ideia peregrina é parte de um imenso esforço muçulmano a que Robert Spencer chama de Stealth Jihad (jihad furtiva). Convencerem-nos de que somos todos o mesmo, é só uma pequena parte táctica da estratégica jihad furtiva. Querem convenceram a malta que não existe uma civilização que é superior á outra e portanto não vale a pena resistir a esta invasão cultural porque "somos iguais".
"Os muçulmanos são parte integrante do nosso passado" afirmaram. Pois são e de que maneira! A começar pela destruição e conquista de todo o Norte de África cristão e judeu no séc VI. A conversão á força, a escravatura e destruição dos templos de todas as outras religiões (incluindo a Igreja do Santo Sepulcro) e também Constatinopla, onde a ferro e fogo transformaram a belíssima Igreja de Santa Sofia numa mesquita, agora museu, onde os muçulmanos podem rezar mas não os cristãos. Seguiram para a Europa, para a Itália e Peninsula Ibérica, chegaram aos arredores de Paris com os seus exércitos onde foram dizimados por esse grande rei francês que se chamava Charles Martell. Expandiram-se para toda África, onde até hoje, fazem da escravatura e genocídio de negros não muçulmanos (no Darfur, por exemplo), um modo de vida. Depois seguiram para a Pérsia e India.
Pela segunda vez ameaçam a Europa no séc. XVII onde ficaram á beira de conquistar Vienna de Áustria após longo cerco, só quebrado pelos exércitos de Jan III Sobieski, rei da Polónia á frente de uma coligação de reinos cristãos. Não esqueçamos também a primeira guerra que a jovem nação americana travou no exterior de 1801 a 1806 contra os muçulmanos no Mediterrâneo, porque os tipos levavam a cabo aquilo que chamam, al-jihad fil-bahr, que significa a jihad no mar onde escravizavam as tripulações de navios e as gentes ribeirinhas do Mar Mediterrâneo. O que actualmente vivemos na Europa é a terceira parte de uma guerra antiga, com uma nova estratégia, a ocupação das nossas pátrias pelas massas imigrantes muçulmanas. Desta vez com aliados de peso dentro da nossa própria civilização, os cretinos da comunicação social, alguns políticos e académicos corruptos e irresponsáveis, que mais nada fazem na vida senão o carregar da água muçulmana para o seu moinho.
Na tal reunião em Bruxelas, a alucinação, leia-se manipulação, histórica continuava a bom ritmo e como que possuídos pelos efeitos de cogumelos mágicos afirmavam que os "muçulmanos contribuíram para a matriz moderna da Europa durante séculos e o futuro será comum ou não será". Quanto á matriz de modernidade do islão, é mais um mito jihadista desenhado para erodir a nossa confiança cultural, desarmando a resistência ocidental á islamização. Porque é que devemos resistir quando tudo na passado das conquistas muçulmanas, como por exemplo o al-Andaluz, era maravilhoso? Uma espécie de paraíso proto-multicultural, no qual judeus, cristãos e islâmicos viviam juntos em harmonia, e havia um florescimento de ciência e desenvolvimento intelectual e artístico notáveis. Que história bonita! Só que é totalmente falsa. Deliberada e manipulativamente falsa com intenções políticas óbvias. Esta história de adormecer criancinha com muito sono, sugere que o terror muçulmano é um epifenómeno, que a violência cometida em nome do Islão é algo que não devemos estar preocupados, porque a maioria dos muçulmanos não se comporta daquela maneira, e que por tradição o Islão é pluralista, tolerante e fundamentalmente benigno. Portanto a Espanha muçulmana deve ser ressuscitada, o que conduz á Europa muçulmana. E a fazer de todos nós ocidentais, judeus e cristãos, cidadãos de segunda. Não há uma única escola de jurisprudência islâmica que seja apologista ou ensine que os muçulmanos devam viver com os não muçulmanos, de uma maneira natural, a não ser pela submissão destes últimos ao Islão. Não há uma única escola de jurisprudência muçulmana que negue a superioridade dos muçulmanos relativamente aos não muçulmanos. Mas mesmo este facto não demove aqueles que se reuniram em Bruxelas, pois segundo parece, comportam-se já como cidadãos de segunda classe - os dhimmis.
Quanto ao futuro, as relações entre europeus e muçulmanos vão ter o mesmo destino de um célebre mercedes no 13º pilar do túnel de Alma em Paris a 31 de Agosto de 1997.
Thursday, October 8, 2009
Violência Urbana Na Europa
Enquanto a inenarrável jornalista do Público, Teresa de Sousa (TS), festeja em prosa poética o Sim fabricado do referendo irlandês à Constituição Europeia (e espuma de raiva com a possibilidade de Cameron realizar o referendo se ganhar as eleições inglesas), a violência urbana na Europa "vai bem e recomenda-se". Sendo uma especialista nas questões europeias, estranha-se que TS entre outros tantos jornalistas, tenha a pública e notória conveniência em manter a cabeça bem enterrada na areia, e não veja ou não queira ver o óbvio: as sociedades multiculturais europeias desintegram-se á vista desarmada e ninguém levanta um dedo para solucionar seja lá o que for nesta situação de pré-guerra civil à escala europeia.
Após o video que coloquei sobre a situação caótica na Suécia, hoje os meus leitores podem ver os ataques conscientes, deliberados e sobretudo muito violentos que a polícia (e portanto o estado de direito democrático) alemã em geral, e a berlinense em especial, sofre ás mãos de imigrantes muçulmanos e dos seus"companhons de route" - os idiotas úteis da extrema esquerda.
No "alternativo" bairro de Kreuzberg, 30% vivem á custa do estado recebendo da segurança social e 65% são imigrantes muçulmanos, especialmente turcos.
Podemos evitar o mal, mas não podemos evitar as consequências de evitar o mal.
Let´s look at the trailerFriday, October 2, 2009
Estatísticas

Em Setembro, o Office of National Statistics inglês, publicou uma lista dos nomes masculinos mais populares da Grã-Bretanha: Jack, Oliver, Thomas, Harry, Joshua, Alfie, Charlie, Daniel.
Aparentemente, a lista continua a tradição cultural do país, com nomes comuns, desde os tempos de Jack The Ripper, de Oliver Cromwell, Thomas Beckett e Harry Hotspur. Só que há um problema, não contaram (imagina-se porquê) conjuntamente os nomes Mohammed e Muhammed. Ligando estes dois Mos, o terceiro nome mais popular daquela lista deixa de ser Thomas e passa a ser exactamente Mohammed.
Aparentemente, a lista continua a tradição cultural do país, com nomes comuns, desde os tempos de Jack The Ripper, de Oliver Cromwell, Thomas Beckett e Harry Hotspur. Só que há um problema, não contaram (imagina-se porquê) conjuntamente os nomes Mohammed e Muhammed. Ligando estes dois Mos, o terceiro nome mais popular daquela lista deixa de ser Thomas e passa a ser exactamente Mohammed.
A contagem em separado destes dois nomes, nada tem haver com aspectos técnicos da estatística, mas com a tentativa de esconder a mudança da face étnica da Grã-Bretanha.
Mais uma vez as técnicas do controle do Presente descritas por Orwell, são bem aplicadas pelo poder socialista que promove a islamização da Britannia e noutros casos da Europa.
Os chineses têm um ditado que diz o seguinte: se colocarmos uma rã em água a ferver, ela salta fora d'água imediatamente. Se a colocarmos em água fria e aumentarmos a temperatura lentamente, grau a grau, a rã deixa-se cozer viva.
Na Europa, a água da submissão ao islão, já está quente, com os europeus meios cozidos, mas a maioria deles andam entretidos com o aquecimento global conveniente, e ainda não repararam que os calores são outros.
ps- esperemos que os irlandeses mais uma vez mandem a constituição europeia, esse calhamaço de leis e normas destinadas acabar com a Europa de vez, às urtigas.
Wednesday, October 1, 2008
Comissão Europeia Levanta A Voz Ao Congresso Americano

Devido à crise financeira iniciada nos Estados Unidos da América, a Comissão Europeia considerou, ontem, uma decepção a rejeição do plano de 700 mil milhões de dólares para "limpar os activos tóxicos" e resolver a crise instalada. O comissário Laitenberger exigiu que os americanos resolvam a crise que iniciaram. Dá para acreditar? Alguém diga a estes senhores que as economias mundiais estão interligadas, que nesta matéria, bem como noutras, os europeus só têm telhados de vidro. Alguém diga, já agora a este eurocratas, " que estão no bem bom", como dizia o outro na SIC Notícias, a propósito dos congressistas americanos, que este tipo de afirmações são uma grosseira ingererência na vida politica de um país amigo, que tem resolvido os piores pesadelos de que há memória, todos, ou quase todos, da responsabilidade dos europeus. Digam-lhes que sem as forças armadas americanas a Europa fica numa situação pouco recomendável e insustentável, nos futuros dias bélicos que estão para chegar.
A comissão europeia, responsável pelo mais pernicioso multiculturalismo que está a resultar na subida da captação eleitoral da alegada extrema direita, responsável pela lamentável e rápida islamização da europa, responsável pela paralisia das economias africanas, devido ao proteccionismo agrícola da PAC, responsável pela ficção do modelo social europeu que nos faz depender de imigrantes e que nos empobrecem diariamente, responsável por um "combate" cada vez mais fanático e irrialista a um fantasma chamado "aquecimento global"....
Se não fosse o Plano Marshall e a NATO, provavelmente a União Europeia não existia, ou já estariamos todos, na melhor das hipóteses, a falar russo.
E se os americanos, durante II Guerra Mundial, tivessem dito aos europeus... Resolvam esta crise o mais depressa possível que a responsabilidade é toda vossa. Teria sido lindo.
Para os europeus os americanos têm sempre a culpa do que acontece. É agora a altura de lhes mostrar o dedo.
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