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Sunday, May 20, 2012

A Conquista da Europa pelo Islão

Via Fiel inimigo

(a partir de um texto de António Justo)

" Muçulmanos salafistas usam uma estratégia de infiltração eficiente em diversos meios, especialmente, na arte, Internet e juventude para uma islamização sistemática nas rigião dos incrédulos (kuffar). Com a sua guerra santa pretendem fomentar o islão com a sharia (direito muçulmano) na Europa, querendo que a Europa volte á Idade Média. Querem distribuir gratuitamente na Alemanha, Áustria e Suiça, alegadamente 25 milhões de livros do corão. Esta inventiva árabe visa radicalizar especialmente muçulmanos moderados (na Alemanha há um número superior a 4 milhões de muçulmanos) e recrutrar principalmente jovens europeus desorientados.

Em acções de 2 fins de semana, em zonas de peões da Alemanha, já distribuíram 300 000 livros. Os resultados da agressão ideológica já se fazem sentir no radicalismo das manifestações na rua.
Emigram para um mundo que consideram inimigo e vêem-no como sua zona de combate. Lutam por uma espécie de califado europeu, onde não se deve aplicar o direito Ocidental mas sim o da sharia (in Der Spiegel nº 17/23.4.12); organizam-se em redes como a "Millatu-Ibrahim (comunidade de Ibrahin) na Alemanha, fundada por Mahmoud e pelo ex-rapper Cuspert; tornam-se muito eficientes através da infiltração em mesquitas moderadas. Com os seus songs, Cuspert consegue atingiros sentimentos da juventude em textos como " O teu nome corre em nosso sangue" referentes a seus ídolos, entre eles, Bin Laden. Muitos vivem da ajuda da assistência social do estado como refere o jornal Stuttgarter Nachriten no caso do pregador salafista Ibrahim Abou-Nagie que receberá para ele e família entre 2300 e 2500 euros por mês. Ele terá sido, segundo afirmou, o iniciador da acção da distribuição dos livros do corão.

Os salafistas usam o âmbito da liberdade europeia para missionar uma sociedade que consideram incompatível com a sua e em que a sua fonte de guerra é o mundo cristão. A nossa arma é a Internet, afirmam os salafistas que se consideram a elite da religião maometana. Na Alemanhã hé entre 3000 e 5000 salafistas recrutados geralmente da segunda e terceira geração de emigrantes. Têm figuras ideais com o ex-pugilista Pierre Vogel e personalidade ligadas à al-Qaida. Tal como os extremistas nazis, encontram-se sob observação do Estado.
O estado sente-se de mãos atadas perante adversários da sociedade ocidental, como os salafistas. Desde que saibam empacotar a sua mensagem de maneira a não apelar directamente á violência, as autoridades não podem fazer nada, embora conheçam a cena de extremistas que preparam atentados como o de Frankfurt em que 2 soldados americanos foram mortos por um companheiro de Mahmoud. Der Spiegel cita Mahmoud, o qual afirma que a diferença entre os seus inimigos e os muçulmanos crentes, é: " Eles amam a vida e nós a morte"

Os salafistas são a ponta de lança dos Wahabis da Arábia Saudita. Por toda a parte se observa o aumento da radicalização de grupos islâmicos que antes eram mais tolerantes. O povo Indonésio que antes tinha uma tradição pacífica, tem sido influenciado por forças muçulmanas radicais árabes. Tem-se observado nas últimas décadas, uma radicalização da sociedade indonésia em que muçulmanos que tinham nomes hindus abdicam do seu nome de tradição hindu para assumirem nomes árabes, e aniquilam indígenas de Papua, transplantando muçulmanos para esta região, seguindo a política dos colonos como faz a China no Tibet. É preocupante observar como tradições culturais de zonas geográficas amenas abdicam da sua alma afável para adquiriram as aspereza cultural nómada do deserto. A Arábia Saudita, O Irão, o Paquistão e o Afeganistão têm sido os maiores incrementadores do extremismo árabe.

São tendências que a História corrige mas a custo de grande tributo. Segundo previsões da CBN, no ano 2030, a maioria da população de Bruxelas será muçulmana. Aber Imran, chefe do grupo Sharia 4 Belgium afirma: A Democracia é contrária ao islão" e allah é quem diz " o que é proibido e permitido".
Grupos moderados de muçulmanos não se levantam contra os salafistas nem contra os terroristas muçulmanos porque estes se fundamentam no corão e para os contradizeram entrariam em contradição com o corão.
Os salafistas no Egipto (Partido da Luz) conseguiram 30% dos votos. Todo o Norte de África se encontra a caminho duma radicalização nunca vista."

Tuesday, May 8, 2012

Canções Jihadistas

Para aquele tipo de tolos que acham que os milhões de muçulmanos não são o perigo para a democracia, e para a segurança dos povos europeus e que "não conspurcam coisa nenhuma" deixo aqui este clip proveniente da Alemanha.

Muçulmanos Interferem no Destino e no Futuro dos Franceses

Via Fiel Inimigo

" A muçulmanada de bois imigrantes na França votou em força no dhimmi xuxialista François Hollande. Daí a sua vitória e apenas 18% de abstenção nestas eleições. Isto comprova que mais de 5,5 milhões de islamitas que hoje conspurcam a sociedade francesa também votaram, e o seu peso tombou as tendências inicialmente favoráveis a Sarkozy.
Nicolas Sarkozy sempre lutou contra a invasão muçulmana da França e sempre condenou os atritos conflituosos e as agressões que estes cometem contra os cidadãos franceses. Sarkozy está bem consciente do perigo que representam os islâmicos para a sociedade e identidade nacional. 
Portanto, conclui-se que estes preocupantes 5,5 milhões de muçulmanos, em próspera reprodução multiplicativa, já forçaram a embarcação a adornar para um dos lados. Agora imagine-se quando eles forem o dobro, dentro de poucos anos, e o que conseguirão fazer para afundar o barco da democracia cristã e passarem a vergar a França à sua medida!!!"

Sunday, February 26, 2012

A islamização da Europa

via Fiel Inimigo.

"Quando o assunto começa a fazer parte das preocupações do Nouvel Obs, então é porque a coisa está a atingir patamares de extrema gravidade.




Sabia que as jovens mulheres muçulmanas exigiram ser isentas das aulas de Biologia e Desportos, não sendo penalizadas nas suas notas finais?
(Fonte: Nouvel Obs)
Sabia que os muçulmanos têm horários próprios que lhes são reservados exclusivamente para as piscinas? (Fonte: Análise da Política)
Sabia que as estudantes muçulmanas, no exame, conseguiram que legalmente possam ser acompanhadas por seus maridos e examinadas por uma mulher? (Fonte: Nouvel Obs)
Sabia que uma associação de muçulmanos, na Universidade de Paris, põe em causa o direito de um professor de "cultura ocidental" para julgar o trabalho de um estudante muçulmano? (Fonte Express)
Sabia que os muçulmanos estão a lutar por conseguir a abolição do Natal, em algumas escolas primárias?



- Sabia que os estudantes muçulmanos, usando como desculpa a lei da laicidade, pedem a remoção de árvores de Natal em várias escolas, mesmo nos jardins de infância? (Fonte: Le Parisien)
Sabia que os muçulmanos procuram obter a proibição de comer carne nas escolas francesas, onde eles são maioria?
Sabia que os muçulmanos estão a exigir licença adicional, para as suas férias islâmicas?
- Sabia que os muçulmanos exigem salas de oração nas nossas escolas, nos liceus, ginásios e universidades? 
Sabia que os muçulmanos estão a exigir a amenização dos seus horários nas escolas, universidades e locais de trabalho, para a prática das suas cinco orações diárias?
- Sabia que os muçulmanos exigem uma revisão dos nossos livros de história, para incluir a história do seu país e da sua religião? (Fonte: Nouvel Obs)
- Sabia que nos nossos livros didácticos, serão excluídas todas as referências a Charles Martel ou à Joana d´ Arc, a fim de não ofender os muçulmanos franceses?
- Sabia que os funcionários públicos muçulmanos exigem trabalhar com um chador?
- Acredita que médicas e estudantes de medicina muçulmanas exigem apenas tratar as mulheres? (Fonte: Le Monde, Le Figaro)
- Sabia que os médicos são espancados se tratarem as mulheres muçulmanas, sem o consentimento de seus maridos (Fonte Le Monde, Le Figaro)
- Sabia que nas faculdades, predominantemente franco-africanas do Magrebe, existem inscrições: "Morte aos Judeus", "Morte aos cristãos" ou "Viva o Bin Laden?
- Sabia que durante as manifestações contra a guerra no Iraque, alguns "pacifistas" muçulmanos exibiam retratos de Bin Laden ou Saddam? (Fonte: As Verdades 4)
- Sabia que o selvagem chamado Djamel, que queimou viva a jovem Sohane, foi aclamado na sua cidade de Val de Marne, durante a sua presença na reconstituição dos factos? (Fonte: JT de France 2) 
- Sabia que os jovens negros e muçulmanos que queimaram vivo um guarda de segurança branco, num supermercado em Nantes (2002), não sentiram remorsos e mostraram-se orgulhosos? (Fonte: Depoimento de advogado)
- Sabia que um manual de boas condutas " lícitas e ilícitas no Islão", vendido em França durante 10 anos, explica como um bom muçulmano deve bater na sua esposa: 'com a mão','chicote' ou 'pedaço de madeira?" (Fonte: L'Express) 


- Sabia que patrulhas de milícias islâmicas andaram nas ruas de Antuérpia e noutros lados para "monitorar maus policiais racistas brancos" e aplicar a sua própria lei? (Fonte: Libération)
- Sabia que a nova legislação exigirá que a polícia, o exército e o serviço civil em geral, contratem com prioridade jovens imigrantes, tendo assinado com 35 empresas na França, (Televisão, Peugeot, grupos de alimentos e Casinos), um acordo para contratarem preferencialmente pessoal estrangeiro? (Fonte: Governo e Sindicatos).
- Sabia que nas escolas secundárias as muçulmanas vestem as túnicas antes de ir para o quadro, para não despertarem qualquer desejo? 
Que nas escolas primárias os pais muçulmanos recusaram deixar as suas filhas na classe de um professor substituto, devendo ser uma mulher a substituir a outra mulher professora? 
A escola teve que criar um compartimento sem janelas, para reconhecer as mães, cobertas da cabeça aos pés, antes de lhes entregarem os seus filhos? (Fonte: Le Monde, 09/07/04)
- Sabia que nas escolas primárias, os alunos têm dois banheiros e torneiras separados, sendo uma reservada para 'muçulmano', e outra para 'francês' ou um funcionário local? 
Exigem que haja vestiários separados nos ginásios, porque, segundo eles, um circuncisado não pode despir-se ao lado de um impuro? (Fonte: Le Monde, 09/07/04) 




- Sabia que em outras comunidades religiosas (judeus, hindus, budistas, etc.) não há nenhuma reivindicação deste tipo ou equivalente?
 E nós, por agora e por poucos anos mais, a maioria, será que teremos que nos render e estar ao serviço, satisfazer, pagar e dar prioridade a este tipo de minoria? 
Segundo estudos sérios, se nada mudar e não houver um movimento forte e sério, estaremos, e não por livre vontade, completamente islamizados..... 
Era isso que afirmava Kadafi, a lenta islamização da Europa sem violência ... Já pensaram se alguma destas situações era possível nos países deles? 
Levanta-te EUROPA ! Paremos de pôr a ordem deles em nossa casa ! O Presidente Francês Sarkozy, está neste momento a lançar um debate sobre estas inadmissíveis exigências dos muçulmanos, e o que é ser francês, mas poderá ser já demasiado tarde...

Thursday, January 5, 2012

“Norway will soon awaken”

Via Vlad Tepes Blog.
A banda de black metal chamada Taake que foi nomeada para os prémios anuais de Heavy Metal da Noruega, recusou a ideia de que tinham ido longe de mais no criticismo ao islão.  O que é interessante, é que a mesma banda também critica asperamente aspectos da religião cristã em algumas das suas letras mas, como de costume, ninguém se deu ao incómodo de notar. E ainda bem.
No tema Orkan (Furacão) do seu último album, de nome Noregs Vaapen, a banda canta " “To hell with Muhammad and the Mohammedans” mais os seus “unforgivable customs”. A canção finaliza com:  “Norway will soon awaken”.
Marte Thorsby, responsável pelo comité que atribui aqueles prémios musicais, recusou a ideia difundida pelos meios de comunicação social, que acusam aquele comité de não terem ouvido com atenção as líricas antes da nomeação da banda para aqueles prémios.
Na resposta escrita o lider da banda, Ørjan Stedjeberg, afirmou:"“Our view, in the name of freedom of expression, is that it is shameful to adhere to Christianity or Islam. Incidentally, Christianity is mentioned in the same lyrics, but that doesn’t seem to have been given any emphasis,”
“Taake has never been a political band, and we do not encourage either violence or racism.”

Num país com tantos imigrantes muçulmanos, criticar o islão é muito complicado senão mesmo proibido. Este é só um pequeno pormenor revelador de que a islamização dos países coloca sérios entraves á liberdade de expressão.

Tuesday, December 13, 2011

Ataque Terrorista em Liége

Um homem chamado Norodine Amrani (morto durante o ataque), armado de espirgarda automática e granadas matou 4 pessoas e feriu 75, na praça Saint-Lambert apinhada de pessoas que faziam as compras de Natal.
A origem do atentado permanece confusa pois segundo testemunhas oculares foram 3 homens e não um, conforme o noticiado pela comunicação social e pelo governo dhimmi, envolvidos no ataque. Segundo as mesmas fontes, pelo menos um desses homens teria gritado allahu akhbar. Por outro lado, o jornal paquistanês The Karachi Post escrevia que o ataque estava relacionado com a sentença num processo judicial que envolvia um assassínio de honra. Foi afirmado que o irmão e os pais de Sadia Sheikh foram sentenciados na segunda-feira no tribunal onde teria ocorrido um alerta de bomba.

Friday, July 29, 2011

Multuculturalismo e o Islão.

Via Fiel Inimigo.

"Parte do discurso do jornalista marroquino Pascal Hilout proferido em Paris durante o Congresso sobre a Islamização da Europa em Dezembro de 2010.



O Islão é um conjunto de ideias totalitárias com o único objectivo de regulamentar todos os aspectos da vida dos crentes. Instiga-os a usar de todos os meios de persuasão e de coacção para converter o mundo inteiro à única religião: ao Islão.

 
Este pensamento totalitário e esta prática expansionista têm que ser combatidos da mesma maneira e com a mesma determinação que todas as ideias fascistas e que todas as ideologias totalitárias.


Nas sociedades onde o Islão se instala, a liberdade, a solidariedade e a fraternidade vão ser sugadas, esvaziadas do seu significado e, a pouco e pouco, disfarçada de prática religiosa, estes três princípios da nossa democracia e da nossa república vão sofrer restrições.

 
Desta forma a laicização transforma-se num sistema totalmente vazio, onde o Islão prospera e debilita quotidianamente outros valores ainda mais fundamentais, aproveitando-se da neutralidade bem-intencionada, cínica ou simplesmente calculista de políticos para impor a sua lei no seio da comunidade.


Os muçulmanos de França e do resto da Europa sabem perfeitamente que a lei numérica é-lhes favorável, e esta lei numérica vai fazer com que estas prescrições islâmicas a que eles obedecem, assim como as práticas quotidianas que daí resultam, vão acabar por se impor a toda a comunidade…


É apenas uma questão de tempo, de algumas gerações. É esta trajectória que nós temos que parar, AGORA. De maneira nenhuma deixar para amanhã. É preciso ser cego para não ver o que se passa em França, na Europa e um pouco por todo o lado no mundo. É preciso ser cobarde para não denunciar o Islão em todo o lado onde ele impõe a sua lei liberticida, misógina, sectária e ameaçadora.


Os muçulmanos e as muçulmanas em especial são as suas primeiras vítimas, transformadas em órgãos de reprodução. Para contribuir para a emancipação dos nossos cidadãos e dos nossos vizinhos muçulmanos é imperativamente necessário combater o fascismo que é o Islão, assim como as prescrições corânicas postas em prática por Maomé e todos aqueles que se regem por elas.


É para mim evidente que o Islão, devido às suas proibições, às suas restrições e pelas suas práticas mais elementares, é totalmente contrário ao nosso desejo de liberdade, ao nosso desejo de viver em sociedade, de realizar a integração e a assimilação e de perpetuar a mistura de raças que a França sempre foi.

O Islão é um factor de desintegração, de separação e de regressão em matéria civilizacional. As proibições islâmicas consolidam os guetos em termos:

vestuários,

alimentares,

conjugais,

de estética,

de desporto,

da saúde,

bancários,

comerciais

e fúnebres.

Da concepção até à morte passamos a vida inteira. Por amor das gerações futuras, temos o dever de dizer NÃO ao Islão, às suas prescrições e práticas."

Por tudo acima referido é fácil de concluir que o islão não tem lugar na Europa.

Sunday, July 24, 2011

Mães Inglesas Não Podem Dar Mama Aos Filhos Para Não Ofender Os Muçulmanos.



O Daily Mai noticiou que uma mãe, enquanto estava a dar mama ao seu bebe de 7 meses, no interior da Sede do Conselho (Council Headquarter), foi impedida e convidada a sair pelos funcionários públicos, para não ofender os visitantes muçulmanos.
Emma Mitchell (na foto) de 32 anos, quando se preparava para alimentar o seu filho, foi interpelada pela recepcionista no Oldham Civic Centre, que lhe disse que o edifício daquela instituição pública, era multicultural. Aconselhou-a a dirigir-se para as casas de banho do centro comercial das vizinhanças. Emma discutiu o reparo com a funcionária e então foi-lhe oferecida uma sala vazia para alimentar o bebé, ainda assim sobre vigilância.
Um outro funcionário desceu aproximou-se de Emma e quando se apercebeu que queria dar mama ao filho que chorava de fome, disse-lhe: "Nem pense, vai provocar aqui um tumulto." A Senhora Mitchell afirmou ao jornal posteriormente que:” foi horrível. depois de tudo isto, sentí-me humilhada, intimidada e culpada.Todos vivemos em Oldham, todos usamos este edifício e eu ia fazer aquilo que há de mais de natural numa mãe. Se alguém de outra cultura desatar a rezar na sala de espera, eu não a impeço porque as suas rezas eventualmente me podem ofender. Eu respeitaria porque faz parte da sua cultura. Assim  não deviam fazer-me sentir que estava a fazer algo de errado porque isso não é da cultura deles."


Segundo a lei Britânica, as mães podem dar peito em público e em edifícios público, qualquer que seja a idade do bebé.

Dhimmitude in the U.K. gone wild.


Depois queixem-se...ai ai é a extrema-direita...
Michelle Booth, de 38 anos, uma amiga que estava com Emma naquele Centro Cívico disse: “Eu não entendo. Quando se preocupam com pessoas de outras culturas que se ofendem com algo tão natural, é o politicamente correcto a ser levado ao extremo (It’s political correctness gone mad)”.

Friday, July 22, 2011

Islão Ataca Oslo.



Segundo o jornal Corriere Della Sera, o grupo terrorista islâmico Ansar al-Jihad al-Alami reinvidicou a responsabilidade pelo atentado na capital da Noruega. Numa mensagem na internet, os jihadistas culparam a presença de tropas Norueguesas no Afeganistão como um insulto ao Maomé.
A presença de milhões de muçulmanos na Europa é mais do que um insulto. É uma afronta e um perigo. Portanto, é melhor que os responsáveis políticos comecem a retirar conclusões acerca do seu idealismo.
Mais uma vez, as sociedades ocidentais colhem os frutos do multiculturalismo promovido pelas elites polítícas. O governo de coligação da esquerda radical que governa o pais desenvolveu uma política agressiva de multiculturalismo, de conluio com interesses muçulmanos e de abertura escancarada das fronteiras. Agora a população inocente colhe os frutos semeados por estes líricos esquerdistas.

Tuesday, June 28, 2011

Nem os Nossos Mortos Respeitam

Na Holanda, jovens marroquinos entretêm-se a fazer confusão nos funerais. Dançam em cima do carro fúnebre, insultam as pessoas que prestam as últimas homenagens ao seus entes queridos e amigos falecidos.
Tudo porque não são muçulmanos.

Monday, June 27, 2011

O Fim da Eurábia?


Escrevia o jornal Público há uns dias, que até os Eurocépticos estavam preocupados com a possível queda da Eurábia, mais conhecida por União Europeia. Parece-me que os jornalistas do público bebem uns copos valentes (ou uns charros) no emprego, pois os tipos deliram. Não há maior razão de esperança no futuro da Europa do que a queda de um bloco construído por apparatchiks burocratas que há décadas mandam o que os povos europeus podem fazer ou pensar. A União Europeia não é uma construção democrática. Muito longe disso. É uma realidade transnacional cada vez maior, cada vez mais totalitária, centrada na ideologia e nos dogmas do multiculturalismo, de resto falido.

A Eurábia surgiu com a crise do petróleo em 1973. Com crise do Euro de 2011, poderá ser o fim da União Europeia.
No momento em que a Grécia precisa de dinheiro como "de pão para a boca", continuam a seguir biliões de Euros (jizya) para alimentar a máquina de guerra e para a corrupão palestina. A comissão Europeia prefere apoiar os palestinianos do que os gregos. Com isto a comissão Europeia poderá estar a cavar a sua sepultura. Rezemos para que morra de morte súbita em breve.

Já nos anos setenta, os estados árabes exigiram que a Europa lhes permitisse o acesso à ciência e tecnologias ocidentais, independência política relativamente aos Estados Unidos da América, alinhamento com a política Árabe, a demonização de Israel como ameaça á paz mundial, e garantias favoráveis á imigração árabe e disseminação da cultura islâmica para a Europa. Esta cooperação também incluía o reconhecimento dos palestinianos como um povo distinto e a OLP de Arafat o sua representante. Até 1973, os palestinianos eram exclusivamente conhecidos como refugiados árabes, até pelos outros árabes. O conceito de “palestiniano” simplesmente não existia.

Durante a crise do petróleo de 1973, os membros árabes da OPEC anunciaram que, devido á Guerra do Yom Kippur entre Israel e os árabes (que estes começaram), não forneceriam mais petróleo aos países apoiantes de Israel. Porventura esta foi a primeira chantagem dos árabes sobre a Europa.

A súbita subida dos preços do petróleo enriqueceu de petrodólares países como a Arábia Saudita, permitindo-lhes financiar o ressurgimento islâmico no mundo, provocando um impacto no Ocidente, especialmente na Europa.

Todavia os líderes árabes tinham que vender o seu petróleo. O factor petróleo foi o cimento para as conversações que ficaram conhecidas pelo Diálogo Euro-árabe, mas não foi o único. De facto serviram como pretexto para a França assumir uma política que tinha desenvolvido muito antes da crise do Yom Kippur.
Esta agenda política foi reforçada pela deliberada transformação cultural da Europa. O Euro-Arab Dialogue Symposia, em Veneza em (1977) e em Hamburgo (1983) incluiu recomendações que foram sucessivamente implementadas. Estas recomendações foram levadas a cabo, na prática, resultando num privilegiado influxo de imigrantes muçulmanos para a Europa. Aos milhões.

Contrariamente ao credo oficial da EU, os milhões de muçulmanos presentes na Europa estão cá devido a acordos feitos com os burocratas europeus ao longo dos anos.

As recomendações, não escritas, incluíam:

1.Coordenação de esforços feito pelos países árabes para espalhar a língua e culturas árabes.

2. Criação de centros culturais Euro-Árabes nas capitais europeias.

3. Fornecimento de professores árabes especializados em ensinar árabe aos europeus em universidades e institutos.

4. Cooperação necessária entre especialistas europeus e árabes em ordem a divulgar uma imagem positiva da civilização arábico-islâmica a públicos educados de europeus.

Estes acordos não foram escritos dada a sua natureza sensível e anti-democrática. Os lideres europeus cuidadosamente acolheram estas ideias como “diálogo”. Todos os meetings, comités e grupos de trabalho incluíam representantes dos países da Comunidade Europeia, do Conselho da Europa e dos países da Liga árabes. Os procedimentos e decisões tomavam lugar em sessões á porta fechada. Nenhumas actas ou minutas foram escritas ou gravadas. O resultado está à vista.

A Líbia, a NATO, a Comissão Europeia, a França e a Eurábia.



Porque é que a NATO se meteu na Líbia e permite ao regime totalitário de Damasco uma repressão violenta dos manifestantes, com milhares de mortos e refugiados? A resposta é mais simples do que parece. Porque a NATO, liderada pela França, está ao serviço da Liga Árabe, e esta é a maior evidência que a Eurábia é já uma existência política. A NATO bombardeia Tripoli porque a Liga Árabe assim o deseja e não bombardeia Damasco, porque a Liga Árabe não o deseja. E ponto final parágrafo.

O regime de Kadafi, desde que se aproximou da OUA e de África afastando-se da Liga Árabe, passou a ser visto pelos árabes como uma persona non grata no poder de um país árabe e muçulmano. Assim uma espécie de dissidente a abater. O regime facínora de al Assad, pelo contrário, faz parte do núcleo duro da Liga árabe e é por esta, reconhecido como tal.

Se o leitor reparar, só depois da Liga Árabe ter dado o sinal verde, o Conselho de Segurança da ONU avançou com a intervenção “para proteger civis” e tretas do género, e a França, liderando a NATO (coisa nunca vista), foi a primeira a “saltar para cima” do Coronel de óculos escuros Prada. E porquê a França? Aqui temos que recuar umas décadas.

Desde De Gaulle que a França acredita reganhar a importância política internacional perdida, através da liderança de um bloco Euro-árabe (Napoleão já o tinha tentado), para competir geoestrategicamente com os USA e a extinta União Soviética. Aparentemente, décadas depois parece que o conseguiu com o gaulista Sarkozy. Escrevo aparentemente, porque a França e a Europa estão muito longe de liderar seja lá o que for. Pelo contrário, a França e a Europa, são hoje lideradas pelos árabes, nomeadamente através da Comissão Europeia (CE) que nada é mais do que uma marioneta nas mãos dos interesses muçulmanos. A Eurábia está a aniquilar totalmente a Europa, como resultado de políticas intencionais adoptadas pela CE e pela França durante décadas.

Cada vez mais islamizada, a Europa é hoje um satélite do mundo árabe e muçulmano. A Europa não passa de um lacaio, ainda bem munido de meios militares e tecnológicos superiores aos dos seus senhores, mas esta situação, com as transferência em curso de tecnologias, previstas aliás nos diversos acordos do Diálogo Euro-Árabe, é só uma questão de tempo para mudarem de mãos. Os árabes para dominarem de vez a Europa só precisam de uma única coisa: da aparência de democracia nos seus países. E estas “primaveras” árabes vão no sentido das aparências de democracia. Como o são também feitas de aparências de democracia a Comissão Europeia e União Europeia. Depois de realizada esta operação de cosmética, a propaganda de que o islão faz parte da Europa pode-se tornar mais credível.

A Europa está constantemente ameaçada de terror. O terror, é a forma de aplicar pressão aos países europeus para se renderem às exigências árabes. Eles exigem, por exemplo, que a Europa tome posição favorável à “causa palestiniana” contra Israel.

A Eurábia é inimiga de Israel e dos USA. Não só na política externa, mas também nos assuntos domésticos. O anti-americanismo e o anti-semitismo grassam hoje na Europa. Qualquer bicho careta eurábico, sem muito bem saber porquê, é hoje totalmente anti-americano e anti israelita. Se a política externa europeia e árabe continuarem a ser comuns e a confundirem-se, é possível no futuro, uma guerra com os USA. E era bem bom de ver os eurábicos a levarem nas trombas novamente dos americanos como os seus congéneres nazistas levaram nos anos quarenta.



Em resumo, a Eurábia é um projecto francês que se tornou realidade a partir da visão anti-americana de Charles de Gaulle, como um bloco hostil á influência americana. Esta situação facilitou as ambições europeias em manter importantes esferas de influências nas ex-colónias, enquanto abriam grandes mercados para os produtos europeus no mundo árabe, especialmente nos países produtores de petróleo e de gás natural. Em anexo, comprometeram-se em transformar o Mediterrâneo num mar Euro-árabe interior, favorecendo a imigração muçulmana e promovendo o multiculturalismo com uma forte presença islâmica na Europa.

E alguém nesta Europa quer saber alguma coisa dos projectos franceses? É tempo de acabar com eles, com a Comissão Europeia e com a União Europeia, já agora.

Saturday, June 18, 2011

A Comissão Europeia É Anti-Europa.


A actual situação europeia é perigosa. Não é só a falência económico-financeira da Grécia e da sua possível evolução para o radicalismo político de extrema esquerda, que diga-se de passagem, já deveria ter sido posto na ordem, e do contágio a outros países, mas na ausência total de nexo e de sentido político da Comissão Europeia (CE). Esta, desvirtualizou o projecto Europeu, desde Delors...se não mesmo antes, com o Diálogo Euro-Árabe. 
Quais são as principais motivações da Comissão Europeia?
Antes de tudo, a CE é de facto, a Comissão Instaladora do Islão na Europa. Após a ameaça soviética se ter evaporado, a CE dedicou-se ao alargamento das fronteiras da UE até ao Irão, e a incluir todo o outro lado do Mediterrâneo muçulmano na Europa...em acordos de imigração. Antes, a UE permitia um sentimento partilhado contra o dragão vermelho soviético. Com a entrada, e a protecção constante, feita aos milhões de muçulmanos pela CE e pelos partidos da esquerda europeia, os povos europeus sentem agora, não já o medo do Pacto de Vársóvia a partir da fronteira da RDA, mas sentem que o inimigo já cá está dentro, na porta, no bairro ou na cidade ao lado. O inimigo muçulmano já tomou, não só o Kosovo, mas parte de cidades europeias onde os europeus já não podem entrar. 
E qual é a resposta da CE aos justificados medos europeus sobre o islão? É considerar que todos aqueles que criticam a islamização acelarada da Europa, são racistas e xénofobos. A CE falhou em Lampedusa por ter dado um sinal claro de apoio aos imigrantes muçulmanos clandestinos que entram ilegalmente na Europa aos milhares. Os europeus estão fartos de se sentirem estranhos e estrangeiros nos seus próprios países. E o resultado está á vista. Começam a estar mais preocupados em fecharem-se em si do que se abrirem aos desmandos ideológicos da CE e dos esquerdistas que a suportam. (Não é por acaso que os partidos da extrema esquerda como o BE são totalmente europeístas).
É com este sentimento de exclusão que os europeus, com toda a razão, se estão a fechar. É uma questão de controlo mais próximo das suas vidas, da sua cultura e civilização. E nesta situação, vão inevitavelmente deitar o bebé fora com a água do banho, porque o encerramento nas suas fronteiras implica perda de solidariedade também com outros povos europeus...e a ascenção de impulsos nacionalistas. Foi sempre assim que a Europa reagiu quando se sentiu perdida na diluição imposta dos seus hábitos e costumes nacionais . Doa a quem doer.
A paralisia da CE face á banca-rota grega contrasta com o seu activismo na protecção ao islamismo na Europa. Porque será? 
A irracionalidade ideológica da CE, por ironia, pode vir a fomentar aquilo que se queria combater com a emergência, primeiro da CEE e depois UE: os egoísmos nacionais.
A questão que está em causa para os países do Norte, nomeadamente a Alemanha, não é só pagarem para que os povos do Sul vivam como cigarras. É toda a questão do estado social que está em causa, não só no Sul improdutivo como no Norte industrial. O que está em causa é que os imigrantes muçulmanos que chegam aos milhões vêm na sua maioria viver das garantias do estado social ao contrário do que a esquerda e própria CE faladram. 
A CE fez dos europeus dhimmis e como tal, a obrigação dos povos não-muçulmanos é pagarem os impostos (a jizya) aos muçulmanos, carregando ainda mais nos déficit da segurança social nos países europeus. E a troco de quê? De insegurança, de mesquitas e minaretes em todo o lado, de perseguição aos judeus, de jihadismo activo, de milhares de restaurantes halal com a consequente chacina inumana aos animais, de censura a todos os que criticam o islão, de processos judiciais a muitos que criticam o islão, de epidemia de violações feitas por muçulmanos a mulheres ocidentais...enfim,  a troco do medo porque todos nós vimos diariamente nos telejornais o que essa gente é capaz de fazer em qualquer parte do mundo para defender o supremacismo islâmico.
Os povos europeus só voltam a ganhar confiança num projecto multinacional europeu quando virem os milhões de muçulmanos pelas costas, atravessando em paquetes de luxo, novamente o  Mar Mediterrânico. Para a banda de lá.

Sunday, May 15, 2011

Um Acordo dos Diabos.

O Ministro do Interior italiano, afirmou que o acordo de repatriamento com a Tunísia está a funcionar bem. O que o senhor Ministro entende por “funcionar bem”, ninguém sabe, pois o que se verifica no terreno, é a absoluta disfuncionalidade.

O referido acordo especifica o seguinte:

1. A Tunísia interdirá vigorosamente qualquer intenção de embarque ilegal nas suas costas, usando fundos e equipamentos fornecidos pela Itália para esse propósito.

2. Os italianos comprometem-se a repatriar não mais do que 60 tunisinos por dia.

É o chamado Acordo da Banha da Cobra.

Em primeiro lugar, diariamente chegam a Lampedusa, e a outros portos italianos, entre 200 a 1500 ilegais. O que significa que a Tunísia ficou com os meios (uns botes militares modernaços e rápidos) e não honrou o acordo.

Em segundo, se os italianos só poderem enviar à procedência 60 ilegais por dia, qualquer calhau em aritmética facilmente concluirá que num curto intervalo de tempo, os ilegais amontoar-se-ão ás dezenas de milhar. Como aliás se verifica. Em termos percentuais significa que entre 70% a 96%, ficam em Itália, isto se não se pirarem para o resto da Europa através da fronteira franco-suíça.

Para tornar a coisa mais “hilariante”, a maioria dos ilegais vêm agora da Líbia, o que significa que o acordo com a Tunísia não os inclui.

Quando estúpidos fazem acordos com árabes, o resultado está á vista. São enganados e roubados. Mais valia fazerem pactos com o demo.

Thursday, April 21, 2011

A Minoria Maioritária.

Basta abrir um jornal, para ver-mos que o mito mais persitente da narrativa dhimmi ocidental, é a de que os muçulmanos são uma minoria e como tal devem receber uma especial protecção e acomodação. Mas os muçulmanos não são uma minoria. Existem 1,5 biliões de muçulmanos sunitas no mundo, ultrapassando os 1,1 biliões de católicos e o bilião de hindus. São uma minoria nos países ocidentais, mas como já dissemos no post anterior possuem uma taxa de crescimento demográfico muito superior á dos ocidentais.

Só no Reino Unido, existem muito mais muçulmanos nas mesquitas do que cristãos nas igrejas, o que torna os muçulmanos o maior grupo religioso por aquelas bandas. Mohammed, é o nome mais comum na Inglaterra, muito mais comum do que James, Jack ou Harry. Em França, nesta geração, mais mesquitas foram construídas do que igrejas católicas. Aqui, também o nome Mohammed é muito mais popular do que Jean-Baptiste, Pierre, Louis ou Paul.

Na Bélgica, 50% dos nascidos são muçulmanos e as igrejas vazias estão a ser transformadas em mesquitas. O nome mais popular é…adivinhem… Mohammed... e no top 7 dos nomes dos bebés, 6 posições são ocupadas por nomes muçulmanos. Um quarto da cidade de Amesterdão, Marselha e de Roterdão é já muçulmano. Um quinto da cidade de Estocolmo é já muçulmano. O nome popular em Amsterdão, Utrecht, Roterdão e Haia é…adivinhem novamente! Exacto: Mohammed.

A população muçulmana na Europa duplicou na última geração e está prestes a duplicar novamente. Por volta de 2025, pouco mais de 10 anos, um terço de todos os nascimentos na União Europeia, serão muçulmanos. Um terço dos muçulmanos em França e na Alemanha são teenagers ou ainda mais novos. Nos nativos europeus, só um quinto são jovens. Um terço dos muçulmanos no Reino Unido e na Bélgica têm menos do que 15 anos, um quinto da população nativa. Contando todos os estados etários, osmuçulamanos são uma minoria. Mas em termos da demografia, os muçulmanos estão-se a tornar a maioria. Olhando para estes números, só a velhacaria daqueles que nos querem vender ao islão, é que afirmam que os muçulmanos são uma minoria. Neste momento são a maioria mas em termos demográficos, maioria ou minoria, não passa de um instantâneo estatístico. O que interessa é a tendência. Os países não são definidos pelo passado, ou pelo presente, mas pelo futuro. Pelos caminhos que nos estão a impor, o futuro da Europa será de maioria muçulmana. A maior parte dos governos europeus juntamente com a comunicação social, já aceitaram este facto e estão trabalhar para isso. A nossa cultura está a ser dirigida pelo pressuposto de um futuro islâmico.

Outro aspecto que explica porque é que as comunidades muçulmanas não são mais do que colónias de ocupantes alienígenas, é a insignificante taxa de inter-casamentos entre muçulmanos com europeus, que não permite qualquer tipo de integração ou assimilação. Os muçulmanos vivem na Europa, como vivem na Síria, no Iraque ou no Paquistão, fechados na sua cultura. Casarem com infiéis está fora de questão. Enquanto, por exemplo, entre coreanos e ocidentais a taxa de inter-casamentos é superior a 50%, entre muçulmanos e ocidentais o inter-casamento está fora de questão, porque a cultura e modo de vida dos muçulmanos, é o oposto do modus vivendi europeu. Os muçulmanos nunca se tornarão Romanos em Roma. Os Romanos são os que têm que passar a ser muçulmanos se não quiserem ter muitos problemas na vida. É assim que eles pensam.
Os muçulmanos não se vêem a si mesmo como minoria, nem se comportam como minoria. Estão habituados a ser a cultura dominante e são hostis a qualquer outra cultura ou civilização. E isto acontece, não por qualquer sentido de perseguição, mas por simples xenofobia. Enquanto os burros dos jornalistas politicamente correctos os designam por minoria, eles na verdade portam-se como se fossem a maioria. E estão a fazer tudo o que podem para se tornarem a maioria. Tratá-los como minoria é um erro que nos está a sair já muito caro. E doa qual nos estamos já a arrepender.

Eles escolhem sempre agir como maioria, impondo a sua cultura, a sua cosmo visão e a sua ideologia religiosa. Então é a altura de os tratar como tal.

Tuesday, April 19, 2011

A Grécia Na Rota do Islão.


O jornal Público, apareceu com uma nova terminologia estupefaciente dos espíritos incautos, que cada vez são mais raros diga-se de passagem, sobre a islamização da Europa. Agora o truque utilizado é o da “minoria muçulmana”. Uma minoria ainda certamente, mas que se reproduzem ao ritmo de uma qualquer coelheira bem nutrida. Percebemos que para o evangelho multiculturalista do jornal Público, deve ser frustrante os muçulmanos não serem já maioria demográfica. Pois vão ter que esperar umas décadas, e sobretudo vão ter que contar com a resistência dos povos europeus, como provam cada vez mais os resultados eleitorais por essa Europa acima, apesar dos insultos com que o Público e jornais congéneres, brindem todos aqueles que ousam não alinhar com o islão.
Vamos ver então, como se entretem a tal minoria muçulmana, em países como, por exemplo, a Grécia.
Um facto bem conhecido nos círculos de segurança quer europeus quer americanos, é a de que a vasta região do Sudeste Europeu, incluindo a Grécia, está à beira de um processo de subversão, em larga escala do radicalismo islâmico, sendo facilitado por uma miríade de grupos originários do Médio Oriente, com o objectivo de ganhar uma posição forte na Europa. A recente revelação dos telegramas do Departamento de Estado dos EUA pela Wikileaks, mostraram que desde 2009, o embaixador americano em Atenas, o senhor Daniel Speckhard, referiu que o perigo da criação de células de extremistas islâmicos na Grécia e na utilização do país como um ponto de travessia de terroristas do Médio Oriente para outros países europeus, era muito elevado.

Também o relatório especial do diário francês "Le Figaro", no dia 21 de Dezembro de 2010, observava com detalhes significativos, a incursão de terroristas islâmicos do Líbano para a Europa.
O artigo intitulado, "Liban -une filiere djihadiste vers l’Europe”, demonstrou claramente os perigos envolvidos também para a Grécia. Mais especificamente, o Coronel do Exército Libanês, Mahmoud Issa, contou aos jornalistas franceses que, desde Novembro de 2010, cerca de 20 extremistas conseguiram escapar de um acampamento onde eram mantidos no Líbano e fugiram para a UE.
O senhor Coronel, afirmou que as autoridades já foram notificadas, a nível internacional, embora tenha admitido que esta seja uma tarefa difícil. As entidades de segurança francesas, por seu lado, consideraram estarmos perante uma nova fase da Jihad, com o objectivo de desestabilização das metrópoles europeias.

Em documentos confidenciais que estavam na posse de grupos radicais no Líbano, foi observado que os indivíduos: Karoum Imad, Youssef Ahmad Kayed e Sidawa, conseguiram deixar o campo e, através da Síria e da Turquia, chegaram á Bulgária e à Grécia, com o auxílio de redes de transporte de imigrantes ilegais geridos pelos turcos. Para além disso, conseguiram adquirir falsa identificação e foram finalmente capturados numa operação comum das autoridades búlgaras e gregas. Nesse caso, de acordo com diversas fontes fidedignas, foi acompanhada de perto pela Inteligência britânica e francesa, devido ao facto de que estes dois países eram o destino final daquele grupo libanês.
No artigo do Le Figaro, a Grécia é mencionada como uma região através da qual atravessam potenciais terroristas em direcção a outros países da UE.
Simultaneamente, um tsunami de imigrantes ilegais atingiu a Grécia, vindo do Afeganistão, Paquistão, Irão, Síria, Somália, Argélia e Sudão, o que tem alarmado as autoridades gregas e internacionais. O país anunciou já a criação de um programa, a fim de conter o movimento imigratório, e as detenções em massa de imigrantes ilegais está a acontecer numa base diária. Cerca de 1000 ilegais foram detectados e detidos ao longo dos últimos meses, mas nem todos foram deportados devido a uma variedade de razões políticas e burocráticas determinadas pela Comissão Europeia, promotora da islamização da Europa. Grupos esquerdistas sectários e ONG's, com óbvias ligações ao islamismo, mais uma imprensa colaboracionista, estão ajudar a perpetuar a situação, proporcionando uma cobertura, quer local quer a nível europeu, para a entrada de imigrantes ilegais, onde se misturam militantes jihadistas.
O papel do poder islâmico na Turquia na gestão do movimento de massas dos países árabes e islâmicos para a UE, tem tido primordial destaque em todo este processo. É de interesse realçar que a Turquia está organizar voos regulares entre Rabat em Marrocos e na Argélia, a partir de Argel para Istambul, a fim de trazer um número considerável de cidadãos desses países para a Turquia e transportá-los posteriormente para a Grécia e a Bulgária, a caminho da UE. A Turquia é assim neste momento, uma rampa de lançamento de militantes islamistas para a Europa, por ironia, um cavalo de Tróia na NATO, com pretensões a entrar para a União Europeia.
O governo islâmico da Turquia, regime muito celebrado por algumas elites europeias, chegou a levantar a necessidade para os cidadãos provenientes desses países, facilitando assim o movimento de imigração de afegãos e paquistaneses, bem como, de iranianos e árabes para a Europa.
Desde finais de 2008, houve três fases importantes que mostram a tendência na criação de uma rede crescente de elementos islâmicos na sociedade grega. A primeira, aconteceu nos motins de Dezembro de 2008, onde "por acaso", cerca de 50% das pessoas presas, eram paquistaneses e afegãos, com alguns deles alegarem às autoridades que foram pagos para participar nas manifestações violentas. Uma segunda fase, teria acontecido em Maio de 2009, na conhecida "manifestação do Corão", quando um grupo multicultural de várias comunidades islâmicas em Atenas, invadiu as ruas da cidade milenar, alegando que a Polícia profanou o Alcorão durante uma inspeção de rotina aos bolsos de um vendedor de rua originário da Síria. Mais tarde, foi revelado que este indivíduo estava a mentir às autoridades e à imprensa, tendo inclusivamente estado envolvido em várias acções ilegais, incluindo roubos.Nesta altura também foi comprovado, que uma rede de ONG's foram capazes de coordenar a mobilização da comunidade muçulmana ilegal em Atenas, financiadas pelo crime organizado, que emprega as massas de muçulmanos ilegais no país, em coordenação com os aparelhos de Inteligência dos países muçulmanos. Desta acções da minoria, o Público nada nos diz. A terceira fase, aconteceu com uma oração em massa de cerca de 10 mil muçulmanos, no centro de Atenas, sem terem previamente a autorização legal necessária para esta manifestação política. Entre os organizadores, destacava-se a Irmandade Muçulmana, tendo sido mesmo importado um Imam do Egipto, para comemorar o fim do Ramadão. Motins em pequena escala, surgiram nos dias seguintes, quando foram difundidas novas falsas alegações de profanação do Corão pela polícia grega. Mais uma vez se provou a falsidade das acusações, mas é mais do que óbvio, que foi criado um "mecanismo de rua" naquele país, para facilitar a mobilização de alguns milhares de muçulmanos. A propagação deste tipo de notícia para os media é realizada através da utilização de intermediários gregos da extrema-esquerda, juntamente como guarda-chuva das ONGs, que operam gastando uma considerável soma de capital, do qual não prestam contas. Ninguém sabe de onde lhes chega a "nota", mas advinha-se em Atenas que a Turquia esteja envolvida no financiamento. Actualmente, estima-se que existam, só coordenados pelas ONGs, 3 000 muçulmanos só em Atenas, cuja finalidade é tão só, a de facilitar a inclusão destas pessoas na agenda política do Islão. Além disso, pode-se afirmar com segurança, que há pelo menos 5000 islamistas radicais com ligações aos serviços de Inteligência estrangeiros.
Existe a forte possibilidade de o país estar a ser utilizado para a convergência final de interesses balcânicos, turcos e do Médio Oriente, originários em grupos do crime organizado, juntamente com as redes de radicais islâmicos. Existem nos meios da segurança interna, uma preocupação real acerca de uma eventual convergência de actores do terrorismo islâmico e de traficantes de armas, provenientes da Albânia, Kosovo e da Bósnia,  tornando Atenas o epicentro desta "união" de interesses.
Este assunto, é também motivo de preocupação para a Grécia, em relação ao Islão radical, e está inexoravelmente relacionado com os interesses hegemónicos da Turquia no Mediterrâneo Oriental, que passa pela imposição do modelo islamista Turco ao Egipto, e o consequente efeito dominó nos países vizinhos. O dominío estratégico da região pela Turquia, é visto com indisfarçável simpatia pela generalidade  do quarto poder europeu e, por alguns políticos, que de resto, se vão preparando para abandonar a cena política europeia se os bons resultados eleitorais dos partidos anti-islão se confirmarem num futuro-próximo.
Em Atenas, é actualmente assumido que, em primeiro lugar, existe uma preocupante  actividade dentro dos círculos radicais. Esta é uma realidade confirmada pelos meios de segurança locais, que assumem que as células militantes islâmicas são dirigidas por vários grupos como sejam, o Hezbollah, a Irmandade Muçulmana, e várias redes de indivíduos relacionados com o Al Shahab da Somália, radicais palestinos, paquistaneses e afegãos islâmicos.

Como se vê, a minoria muçulmana do jornal Público é bastante ocupada. Ocupada na destruição da civilização Ocidental, da qual o jornal Público é um pequeno colaborante.


Monday, April 18, 2011

França Bloqueia Comboio de Ilegais.


As autoridades francesas bloquearam os comboios carregados de milhares de imigrantes ilegais tunisinos procedentes de Itália, impedindo-os de entrarem em França, sob os protestos da Comissão Europeia, órgão instalador do Islão na Europa.

Os italianos enfurecem a França, ao atribuir vistos de residência temporários às dezenas de milhar de invasores tunisinos, permitindo-lhes agora “viajar” livremente por todo o espaço Schengen. O Ministro dos Negócios Estrangeiros italiano afirmou que a França violou os princípios gerais europeus. Não deixou bem claro que princípios são esses, mas julgo que se estava a referir á livre islamização da Europa.

Maurizio Furia, o porta-voz da companhia ferroviária italiana, em declarações á imprensa, afirmou que os franceses travaram a marcha dos comboios de Ventimiglia, na fronteira, para Menton.

As autoridades francesas afirmaram que os imigrantes devem provar que se podem suportar financeiramente e colocaram um dispositivo policial de controle na fronteira comum. Eu pessoalmente, acho que poderiam aproveitar este incidente e acabar de vez com o espaço Schengen, que permite a circulação de todo o tipo de bandidos, criminosos, terroristas e imigrantes ilegais.

A imigração, quer a ilegal quer a legal, deixa muito nervosos os cidadãos europeus. A percepção aguda do perigo que o Islão coloca á nossa liberdade comum, está a ter tradução eleitoral em toda a União. Os muçulmanos não pertencem á Europa, são uma força de ocupação e o seu sonho milenar é convertê-la ao islão, tornando-a assim num esterco social controlado pelo Corão e pela sharia.

Saturday, March 26, 2011

Lampedusa Ocupada.


A pequena ilha de Lampedusa, a Sul da Sicilia, está ocupada por milhares de clandestinos provenientes dos países árabes. Na maioria são tunisinos, mas também há egípcios, e líbios. Os muçulmanos ilegais rondam já os 12 000 enquanto os habitantes italianos são cerca de 6000. Os números dizem tudo acerca da catástrofe social e civilizacional que pode ali ocorrer.

Os habitantes da ilha ocupam-se basicamente em dois sectores de actividade. A pesca e à agricultura. Ambas estão neste momento completamente paradas. Os primeiros, não saiem para o mar, porque têm medo de deixar mulheres, filhas e habitações á mercê de uma turba de milhares de homens esfaimados em todos os sentidos da palavra. Quando ao turismo, para além da época baixa, a ilha não vê qualquer visitante porque ninguém vai passar férias a um local que se transformou, sem vontade própria, num gigantesco campo de refugiados.

Os ilegais já se manifestam ruidosamente porque acham que não têm condições mínimas de habitabilidade. O interessante é que nem sequer foram convidados mas mesmo assim são exigentes. E em certa medida têm razão. Não por causa da questão dos Direitos Humanos, porque, neste caso, os honestos e humildes habitantes da ilha também têm Direitos Humanos que são os de viverem livremente como sempre viveram, numa terra que é sua e não de ilegais fugidos das “revoluções democráticas” arábicas. A razão dos clandestinos baseia-se na natureza, ou melhor na mutação eurábica, da União Europeia (EU).

A CEE, foi construída sob dois principais desígnios. O primeiro desses desígnios assenta na necessidade de combater os nacionalismos letais que conduziram, só no séc. XX, a duas guerras que se tornaram mundiais. O segundo, a economia. Nos anos 70, ocorreu a mutação eurábica, em grande parte explicada pelo choque petrolífero, numa primeira fase e pela queda do Muro de Berlim numa segunda fase. Liderada mais pela França do que pela Alemanha, a mutação eurábica estabeleceu a União Europeia como um bloco que serviria de contrapeso aos EUA. Esta estratégia levou ainda a um maior aprofundamento da cooperação com a Liga Árabe. Por isso, hoje nos céus da Líbia voam os Rafales e os Tornados, que são em certa medida, a força aérea dos países do continente da dhimmitude, a Eurábia, ao serviço dos árabes. A Europa “já é nossa” está bem presente na mentalidade do árabe médio. O sonho milenar de uma Europa islâmica está mais perto de se realizar do que nunca na História.

Não me admiro, desde que a imigração clandestina continue para Lampedusa ao ritmo actual, que quem vai ter de abandonar a ilha, serão os próprios naturais. Lampedusa, tem neste momento, uma maioria de muçulmanos a (sobre)viver sobre o seu solo. E isto pode ser fatal, porque segundo a teologia islâmica, se qualquer território pertencer por uma vez à casa do Islão, pertencerá para sempre, e os muçulmanos devem fazer a guerra para a controlarem ou recuperarem o seu controlo.

Para a saúde dos naturais da ilha, o melhor que o governo italiano deve fazer é embarcar os ilegais num navio de luxo, e em cruzeiro, levá-los até ao porto mais próximo da costa africana.