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Sunday, January 8, 2012

Tariq Ramadan: A Antena Ribbentrop.

Tariq Ramadan (TR), a maior superstar do islão "moderado" veio promover-se, mais uma vez, a Portugal a convite da Gulbenkian.
O erro desta Fundação foi o de considerar esta personagem como um reformista do moderno islão. Obviamente que não passou pela cabeça daquela inteligentsia fina que tal reformismo nada tem de reformismo liberal considerado aqui no seu sentido comum. Só par dar um exemplo, TR condena o terrorismo islâmico, mas ao mesmo tempo glorifica os teóricos do terrorismo, como Sayyid Qutb, um nazi confesso,Yussuf al-Qaradawi, um clérigo muçulmano que gosta de afirmar perante os microfones sauditas que os judeus devem ser exterminados, bem como a teologia radical do seu avó - al-Banna, o fundador da Irmandade Muçulmana. Isto já para não falar das suas antigas ligações a movimentos anti-capitalistas da extrema-esquerda francesa.
Está ainda na memória daqueles que não comem o queijo orwelliano do esquecimento, um célebre debate televisivo em 2004 com Sarkozy, em que TR se recusou a condenar o apedrejamento das mulheres consideradas adúlteras.
O Frére Tariq, como foi demonstrado por Carouline Fourest, pode ser tudo menos um muçulmano moderado. Utilizando as suas palavras e discursos, Carouline mostrou que TR é exímio na  taqiyya, que é a palavra árabe para a arte de mentir. Diz uma coisa em francês ou inglês e o seu oposto em árabe.
A Fundação Gulbenkian prestou um "brilhante serviço" aos direitos humanos recebendo no seu seio uma espécie de Ribbentrop do islão. As pontes que ele diz querer construir entre o Ocidente e o islão, (agora a propósito das árabes primaveras) são pontes de via estreita onde só os muçulmanos têm o direito a passar. Cada conferência que este tipo dá, tem o valor da Conferência de Munique, onde os nazis também "estenderam pontes á Checoslováquia".
A Estupidez Institucional da Fundação Gulbenkian, suportou um ataque furtivo e mascarado às intenções deste intelectual muçulmano em destruir o Ocidente. O seu característico entusiasmo pelos valores tradicionais, pela "justiça", "ética " e pelos "princípios universais" são sempre invocados pela perspectiva islâmica. Isto cheira a lei da sharia a milhas.
Mais uma vez o homem desancou na "ordem neoliberal" o que o torna sempre muito popular na estiolada confraria das esquerdas ali representadas, (comentários a cargo daquela Pureza que não teve lugar na Assembleia da República), onde o ouviram como uma espécie de manada conformada de bois mansos.
Swastikas for Noddy!

Saturday, June 26, 2010

Ligações Do Islão Ao Nazismo (5)


Tariq Ramadan no livro The Roots of the Muslim Renewal destacava, e grandemente admirava, a pessoa de um académico muçulmano de nome Yusuf al-Qaradawi, o autor de Islamic education and Hassan al-Banna, que como já dissemos, avô do muito celebrado na comunicação social dhimmi, Tariq Ramadan. No mundo dos islamistas e dos jornalistas ocidentais como aqueles que escrevem no Público, Qaradawi é tido como o moderado dos moderados. No entanto, al-Qaradawi é também reverenciado, não só pelo seu academismo mas seguramente também pela sua fidelidade ao pensamento político de al-Banna. Este escolástico muçulmano dirigiu mesmo as cerimónias fúnebres de Said Ramadan, pai de Tariq.

Al-Qaradawi é também famoso pelas suas aparições na televisão árabe Al Jazeera. Numa destas emissões, em Janeiro de 2009, transmitida pela MEMRI, Midle East Media Research Institute, Qaradawi alargou-se no tópico dos Judeus. E disse: “Através da história, Alá impôs aos judeus pessoas que os puniriam pela sua corrupção. A última punição foi levada a cabo por Adolf Hitler. Por tudo o que Hitler lhes fez, conseguiu pô-los no lugar que eles merecem.” E que lugar será esse? pergunto eu. Os campos de concentração, presumo. Estas frases que sugerem que Hitler fez o trabalho de Alá na oratória de Qaradawi, não surgem de um pequeno canto esconso e pouco conhecido do Corão. Pelo contrário, é central na mensagem punitiva aos não-muçulanos com particular destaque para os judeus. Por outro lado, as televisões em língua árabe, são hoje os equivalentes, na sua disposição arabista militante, às rádios que emitiam em ondas curtas dos anos trinta e quarenta que difundiam a propaganda Nazi.

Pode Hitler ser apresentado como um novo profeta, ultrapassando a importância de Maomé, mesmo se o Islão refere este como o derradeiro profeta? Teria sido garantida a Hitler uma nova revelação divina, como aconteceu com os profetas do passado? E que tal apresentar Hitler aos Xiitas do Irão como um mahdi xiita? Hitler como o 12º Imam?

Uma coisa me parece certa. Do ponto de vista da tradição apocalíptica, Hitler foi considerado por alguns, como o segundo Anti-Cristo. Terão as posições negacionistas do Holocausto confessadas, por muitos muçulmanos em geral e pela nomenclatura teológica iraniana em particular, só intenções propagandísticas para consumo interno, ou vão mesmo mais longe? Terão a ver com a assunção mais ou menos contida de que Hitler prosseguiu uma missão divina e por esta razão a questão do Holocausto não se coloca? Pela ferocidade com que garantem a destruição de Israel, esperarão a vinda de um novo e mais feroz Hitler-profeta para eles, e terceiro Anti-Cristo para nós?

Na Síria no início dos anos 40, os ideólogos do movimento Baath – o braço do arabismo que mais de perto segue o modelo fascista europeu, prosseguiu uma doutrina política própria, que poderia ser descrita como pós-islão: uma nova ideologia que se fundava na antiga tradição islâmica, enquanto desenvolvia uma moderna mística, nacional-socialista, revolucionária e anti-semítica praxis. O Baatismo prosperou como doutrina com futuro, tendo atingido o expoente com Saddam Hussein e Afhez al Assad, dois ditadores fascistas impiedosos, que multidões de idiotas úteis da esquerda europeia apoiaram em massivas manifestações contra a intervenção dos EUA no Iraque, demonstrando claramente que a fusão do Islão com o Nazismo, é facilmente digerida pelas elites políticas europeias, permitindo-lhes uma escapatória para o anti-semitismo tradicional europeu. Apoiando-se o Islão, apoia-se o antí-semitismo nazi-fascista camuflado, sem se tornar óbvio e evidente.