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Sunday, February 20, 2011

O Que As Televisões Não Mostram...

...e os jornais não noticiam. Enganando-se a si próprios, os jornalistas não mostram os acontecimentos que levantem suspeitas sobre as revoluções "democráticas" nas arábias. Especialmente no Egipto.
Neste clip, podemos ver 100 000 egipcíos supostamente "democratas e amantes da paz" saudando com fervor o regressado islamo-nazi Sheik Qaradawei quando o tipo apelou para a conquista de Jerusalém, o que implicaria a destruição de Israel. 

Wednesday, February 16, 2011

Lara Logan Violada No Cairo



Toda esta lamentável cena ficou ainda mais pornográfica, pois enquanto a violavam, os ordinários criminosos  gritavam "Judia.!..Judia!". A própria CBS do tal jornalismo de excelência, procurou censurar este facto. Porquê? Porque como dhimmis não ousam ofender qualquer coisa vinda dos lados dos maometanos. Mesmo no caso de violação a uma colega de profissão! A dhimmitude e a falta de decoro vai alta nos "profissionais" da comunicação social. Segundo parece, Logan tinha afirmado à edição on Line da Esquire que os militares egipcíos acusaram-na de ser espía israelita. Estamos bem a ver para quem é que vai sobrar a tal "revolução democrática egipcia".

Lara Logan é correspondente da CBS e repórter do programa 60 minutos.

Saturday, February 12, 2011

Dazed and Confused

A imprensa mainstream mostrou-se excitada com o afastamento de Mubarak e o triunfo da "revolução" da alegada jovem geração FaceBook/Twitter egipcia. O editorial do jornal Público chegou mesmo afirmar que o 11 de Setembro de 2001 acabou a 11 de Fevereiro de 2011, graças à enorme vitória da persistência pró-democracia dos revoltosos do Cairo. Para quem sempre negou o Choque de Civilizações é uma afirmação, no mínimo, temerária senão mesmo obscura.
Mas será que é a democracia aquilo que vai emergir do tal novo Egipto que "nunca mais irá ser o mesmo" como afirmou Obama? Só o futuro dirá. O melhor é adoptar uma posição de reserva e não confundir a realidade com um qualquer politicamente correcto wishfull thinking.
Entretanto, há sinais. Inquietantes. Após a declaração do afastamento de Mubarak, o que mundo viu e ouviu directamente do Cairo foram, rezas e gritos militantes de allah akbar. E isto é muito significativo quanto ás diferenças civilizacionais das duas margens do Mediterrâneo. Tanto quanto me consta, nem durante a queda do muro de Berlin, nem na Revolução de Veludo em Praga, nem no 25 de Abril, só para dar 3 exemplos, ouvimos a multidão rezar ou dar Graças a Deus.  E se por caso houve pessoas que escolheram rezar, a coisa foi feita na intimidade de cada um e em locais próprios. As igrejas. (No caso da Polónia e da RDA a Igreja foi utilizada como resistência por motivos óbvios. O comunismo sempre limitou a liberdade política e religiosa. Os púlpitos e as grandes manisfestações que partiam das igrejas não propunham invadir a esfera política e privada pela religião ou pela palavra de Deus. Somente derrubar a tirania comunista).
E já que estamos em "tempos revolucionários na rua árabe", parece-me apropriado trazer o testemunho de Alexis de Tocquiville (1805-1859), filósofo que ficou célebre pelas suas análises sobre a Revolução Francesa. Naquela altura, Tocqueville viu no islão aquilo que a maioria dos "embriagados" jornalistas da actualidade não conseguem ver. E passo a transcrever:
" Eu estudei bem o Corão. E fiquei com a convicção que, em geral, houve poucas religiões no mundo tão mortais para a Humanidade como a de Maomé. Tanto quanto eu posso ver, é a principal causa da actual decadência tão visivel do mundo muçulmano e, embora menos absurdo que o antigo politeísmo, as suas tendências políticas e sociais são, na minha opinião, para serem mais temidas, e eu, portanto, considero-o como uma forma de decadência em vez de uma forma de progresso em relação ao próprio paganismo."

Saturday, February 5, 2011

São Todos Farinha Do Mesmo Saco...

e o saco chama-se islão. São séculos de obscurantismo, provocados por uma ideologia totalitária inspirada num livro medíocre e violento escrito no séc. VI por um calaceiro chamado Maomé. É uma civilização formatada pela prática política de um deus tirano denominado Ala, que a serracenagem afirma que é grande. E por isso andam doridos... O islão é uma civilização historicamente violenta que cresceu conquistando e escravizando povos e nações que foram literalmente varridos do mapa em limpezas étnicas sistemáticas e genocídios conhecidos. Uma civilização que sempre teve uma especial motivação (e frustração),  pela Europa, a sua presa mais apetecida.
Mas actualmente é o Egipto que está na ordem do dia. Vejamos então o que a História nos diz sobre como se processou a invasão e consequente islamização do Egipto, até então um terra de cristãos ortodoxos.
Segundo o testemunho de João, O Monofisista, Bispo de Nikiu, (plasmado nas suas crónicas datadas do ano 700), a invasão muçulmana do Egipto, foi brutal e impiedosa (como aliás o fazem em qualquer lugar que ataquem ou para onde imigrem). Por exemplo, quando os muçulmanos capturaram a cidade de Bahnasa, os invasores massacraram não só o comandante do exército Bizâncio, bem como todos os soldados e todos os habitantes da cidade, quer fossem velhos, bebés ou mulheres. O pânico instalou-se na região levando muitos Cristãos Coptas a fugir do genocídio. No entanto, segundo João de Nikiu, "aqueles egipcios que deixaram a fé Cristã (Monofisistas) abraçaram a fé da besta". Ele explica que devido á hostilidade para com o Imperador Heraclito (610-641) e para o Patriarca Kyros de Alexandria, os Coptas, em certas cidades, tal como Antinoe, cooperaram com os invasores e submeteram-se, tronando-se cidadãos de segunda classe, ou seja dhimmis.
 João de Nikius, nos seus escritos,  também deixa um aviso para as gerações futuras, para nós incluído. Ele refere que o colapso de Alexandria e do Egipto resultou na incapacidade e impotência do Patriarca Kyros em defender a cidade,  e da ténue, senão mesmo apaziguadora, posição do governo em Constatinopla após a morte do Imperador Heráclito. De notar que, por esta altura, Bizâncio era acossada por várias invasões. Outros Coptas, em grande número, recusaram-se em submeterem-se á lei do corão e sofreram perseguições e chacinas intermináveis (que ainda hoje continuam como todos sabemos).
João de Nikius assim o descreve: "Multidões de Coptas, não unicamente Gregos, ficaram horrorizados pelos massacres e prepararam-se para a batalha contra os Árabes, tendo testemunhado a desvatação e a carnificina de Alexandria após a sua queda." João de Nikiu descreve ainda que, "os Coptas rezavam a Deus para os libertar dos inimigos da cruz e do jugo muçulmano bem mais pesado do que o jugo do Faraó sobre os Israelitas."
A conquista do Egipto seguiu o padrão de violência das conquistas da "religião da paz": Desde a Península Ibérica até à India.

Com a curiosa excepção do optimismo mal amanhado que esquerdistas e arabistas deixam por estes dias nas páginas dos jornais, todos aqueles que vivem com os dois pés bem assentes neste planeta, esperavam que, mais cedo ou mais tarde, a manifestações "pró-democracia" no Egipto acabassem neste indecoroso espectáculo trauliteiro da turba maometana. (Afinal de contas quem é que quer esta gente na Europa?)
Curioso também, os jornalistas in loco não verem" os cartazes anti-israelitas que circulam em grande número carregados pelos amantes da "paz e da democracia". Esses, até eu bem sentado no meu sofá consigo ler na televisão. É duplamente sintomático. E por falar em sintomas? Não me lembra de ler ou de ouvir os excitados pela democracia no Egipto a excitarem-se de igual forma pelas gigantescas manifestações pró democracia no Irão...ainda ano passado.
Só pode ser falta de memória...minha!

Tuesday, February 1, 2011

Relembremos os Fundamentos da Irmandade Muçulmana...

...Just in case..
Pese a cabotinice optimista de algumas análises jornalisticas, quer gostemos ou não, a Irmandade Muçulmana (IM) vai ter um papel importante no futuro próximo da vida dos egípcios, de Israel e do Ocidente.
Resumidamente, IM Foi fundada em 1928 por um fascista chamado al Banna, com o objectivo de restablecer o esplendor e a dominância islâmica perdida. A imposição da sharia, lei islâmica, é central,
As actividades da IM ultrapassam em muito o simples conceito de partido político extremista baseado no Egipto. De facto, a IM é extremamente activa na Europa e nos USA. Na Europa, uma das suas faces mais destacadas (e muito celebrada pela imprensa dhimmi) é o intelectual Tariq Ramadan (neto de al-Banna). Nos USA, segundo documentos relevados pelo Ministério Público americano em 2007, relativamente ao caso da Holy Land Foundation (que servia para financiar o Hamas), a IM, nas suas próprias palavras, afirmava claramente que se "dedicava a eliminar e a destruir a Civilização Ocidental por dentro e sabotar a sua miserável Casa."

Saturday, January 29, 2011

Observando O Egipto.

O surpreendente sucesso das manifestações na Tunísia - apesar do governo do presidente em fuga estar grandemente intacto - parece ter inspirado a "rua árabe". Clamores continuam-se a ouvir no Iémen, na Jordânia e no Líbano. Mas é no Egipto que o reviralho está mais perto de acontecer. Os optimistas de sempre, depositam grandes esperanças nesta revolta popular.
Também surpreendentemente, no Egipto o único "cão que não ladra" é a Irmandade Muçulmana. O regime de Mubarak teme-os muito mais do que os jovens manifestantes da classe média, que gaseia pacientemente com gás-pimenta nas ruas do Cairo e Alexandria. Em certa medida, os revoltosos são "gente do passado", descendentes dos nacionalistas seculares da geração imediatamente anterior à dos chamamentos da sereia do islamismo. Sonham com aquilo que nós chamamos de "sociedade aberta", com eleições multipartidárias e com todas as garantias de uma democracia constitucional: liberdade de expressão, segurança das pessoas e bens, leis seculares e pouca corrupção, igualdade de oportunidades, etc.
Analisando um pouco mais de perto a sociedade egípcia, facilmente concluiremos que uma sociedade do tipo Ocidental é muito difícil de construir mesmo neste país árabe relativamente avançado. Só a título de exemplo, os iliterados são o triplo das pessoas que possuem alguma instrução.
Do ponto de vista Ocidental, o povo manifestante  é considerado a classe média. São aqueles que beneficiariam de um tipo de governo constitucional como os que existem na Europa. São também exactamente estes que mais sofreriam se o poder caíssem nas mãos da Irmandade Muçulmana. Constitutuem, de uma maneira geral, a mesma classe social que se revoltou em 1979 no Irão e acabou por ser massacrada pelo regime dos ayatollahs. Cá para mim, e espero que me engane, o que estamos a assistir no Egipto é a derradeira "cartada de mão" para atingir o poder daquilo que poderemos chamar a classe média egípcia. 
A maioria dos ocidentais finge não saber que a Irmandade Muçulmana pode colocar muito mais gente na rua. Podem subverter a lealdade da polícia e dos militares, já ressentidos com os endinheirados da burguesia e transformar as grandes cidades do Cairo e de Alexandria num caldeirão revolucionário islamista. Para já permanecem neutrais porque esta não é a sua revolução, e devem ver com agrado, o regime autocrático de Mubarak e a classe média frustrada, a enfraquecerem-se mutuamente. O seu momento chegará quando Mubarak cair.
No Líbano, o Hezbollah efectivamente tomou o poder, e a mesma classe média que em 2005 foi para a rua  demonstrar o seu desgosto e que brevemente triunfou na Revolução de Cedro, está hoje completamente subjugada pelos islamistas porque são eles quem têm as armas e a vontade de poder. E a sociedade aberta libanesa é hoje uma coisa do passado...acabou.
E aqueles que se sentem esperançosos sobre o destino do Egipto devem explicar e fundamentar as razões do seu optimismo.