Showing posts with label Islamismo. Show all posts
Showing posts with label Islamismo. Show all posts

Sunday, April 29, 2012

O islão é um manual de pornografia.

Via Blogue do Firehead:

 "O parlamento egípcio deverá aprovar um projecto-lei, introduzido por radicais islâmicos, que torna legal a prática da necrofilia matrimonial. O projecto garante que os maridos possam fazer sexo com as suas esposas mortas até 6 horas depois do óbito. Segundo o Daily Mail, o acto com a defunta denomina-se "relação de despedida". O tema veio á baila em Maio de 2011 quando o líder religioso marroquino Zamzami Abdul Bari afirmou que o casamento permanece válido mesmo depois da morte".

Meu comentário:
Depois do sexo em grupo (poligamia), do spanking (bater nas mulheres) e da pedofilia,  chega agora a necrofilia. Já para não falar daqueles que saltam á espinha aos camelos e ás dromedárias. O islão é um completo manual de pornografia radical. E o Maomé o seu primeiro editor.
Para a muçulmanagem o "até que a morte vos separe" não interessa para nada. Viva ou morta...eles pimba.
Eu chamar-lhe-ia simplesmente loucura ou na melhor das hipóteses, depravação total.
Até na morte o islão é machista, pois não me parece que o rigor mortis mantenha o instrumento masculino suficientemente firme e hirto de maneira que a muçulmana se possa "despedir" também.
Apesar de poderem ter uma série de esposas, a fominha por lá parece ser negra.
Enfim...mais uma porcaria vinda de uma civilização nojenta que dá vontade de vomitar para cima deles.

Wednesday, April 25, 2012

O Maomé Existiu?


O novo livro de Robert Spencer, "Did Muhammad Exist?" foi publicado esta semana.
As ameaças não se fizeram esperar, conforme o próprio autor relata no seu blog Jiahd Watch:

My new book, “Did Muhammad Exist? An Inquiry Into Islam’s Obscure Origins,” is out this week, and it has already aroused anger among Muslims: A Muslim writer named Hussein Rashid, who is an instructor at the Center for Spiritual Inquiry at Park Avenue Christian Church, fulminated in Religion Dispatches that my book on Muhammad will win praise only from the “Islamophobia industry” – as if the book itself were a manifestation of hatred and bigotry.I’m reminded of the words of the Dutch filmmaker Theo Van Gogh as the Islamic jihadist Mohammed Bouyeri began sawing his head off in retaliation for his film “Submission” about the plight of Muslim women: “Can’t we talk about this?” No, we can’t.

Wednesday, March 21, 2012

Mohamed, O Atirador de Toulouse

Foi com notório e fino pesar que a comunicação social anunciou que afinal, o atirador de Toulouse não era um branco neo-nazi, simpatizante da Front Nationale, mas antes, mais um muçulmano. Agora mesmo á hora em que escrevo, o simplório e hilariante pivot da 25ª Hora da TVI24, pergunta a um especialista convidado se se trata de um lobo-solitário (laughing out loud). A estupidez, a má fé e a incompetência da maioria dos jornalistas põe em causa o próprio regime democrático, pois a democracia não sobrevive à falta de uma comunicação social livre, independente e de qualidade.
 Na verdade, este é mais um dos milhares de exemplos da agressão do islão ao Ocidente e aos judeus. Em causa não está um lobo-solitário mas uma gigantesca alcateia que conta com milhões de muçulmanos pelo mundo abaixo, prontos a disparar sobre civis inocentes. 
Os jornalistas que fornicam diariamente com o islão, mesmo sem quererem e muitos sem saberem, acertaram quando anunciaram que se tratava de um nazi. O islão e o nazismo são doutrinas políticas afins. Tão afins que na II Guerra Mundial colaboraram intensamente na Solução Final, o extermínio dos judeus.
Este é mais um caso de wishful thinking da nossa comunicação social e da parcialidade e manipulação em que diariamente incorrem. Antes de saberem a identidade do atirador, não se escusaram de o identificar exaustivamente. No mundo imaginado e bem-aventurado a partir das suas redacções, tratar-se-ia com toda a certeza de um branco racista que tanto odeia e assassina, negros, muçulmanos e judeus. Só que a realidade não é como eles a querem compor.
O islão é uma religião agressora e assassina. Sempre foi, e continuará a ser. Quer os jornalistas o reconheçam ou não.

Tuesday, January 31, 2012

Família islâmica condenada no Canadá por "crime de honra".

                                    Em memória das vítimas

"A razão aparente destes vergonhosos homicídios foi que as quatro vítimas ofenderam a vossa noção distorcida de honra, uma noção de honra doentia que não tem lugar numa sociedade civilizada".
Juiz Robert Maranger, ao pronunciar a sentença.

No Canadá três elementos da mesma família, foram condenados a prisão perpétua pelo homicídio de 4 mulheres, 3 adolescentes e a primeira mulher do pai. Provou-se através de testemunhos e gravações que o macho muçulmano se tornou gradualmente mais violento à medida que as filhas se iam adaptando aos costumes locais. Duas tinham namorados às escondidas e usavam roupas ocidentais, cujo pai classificava como "impróprias" desafiando os seus valores religiosos. O pai referia-se às filhas como "putas" e "pérfidas" que traiam o islão, e vociferando, já depois da morte delas, "que o diabo devia defecar nas suas campas". Segundo testemunhos de professores e agentes da polícia, a imagem é a de uma família em permanente estado de terror e de abuso. No fundo, aquela família era em miniatura, um qualquer país muçulmano, onde se vive em permanente estado de terror e de abuso. Especialmente os não muçulmanos. 
Quem ainda não reparou que o islão é uma religião assassina, é porque ou é tolo ou anda muito distraído. Se é tolo, não há nada a fazer. Se anda distraído, talvez seja melhor prestar um pouco mais de atenção, pois a realidade islâmica pode-lhe cair em cima quando menos espera.  Os cristãos e outros não-muçulmanos na Nigéria sabem bem do que escrevo.

Monday, December 26, 2011

Muçulmanos Matam Cristãos.

Bombas colocadas em Igrejas na Nigéria matam dezenas de cristãos durante as celebrações de Natal. Muçulmanos matam cristãos na Nigéria. muçulmanos matam cristãos no Egipto, muçulmanos matam cristãos no Paquistão, muçulmanos matam cristãos no Cáucaso; muçulmanos matam cristãos no Líbano; muçulmanos matam hindus na India, muçulmanos matam budistas na Tailandia; muçulmanos matam cristãos nas Filipinas; muçulmanos matam ateus em Londres e mais cristãos em Madrid e Nova Iorque. Muçulmanos matam animistas no Sudão, muçulmanos querem exterminar os judeus da face da Terra; Por fim muçulmanos matam-se uns aos outros por todo o lado. A umma, comunidade global de muçulmanos, está em plena jihad conquistadora com o objectivo de impôr a sua lei em todas as latitudes e longitudes.
Quanto tempo vai a Humanidade demorar a ver-se livre da ideologia do ódio que é o Islão? Quanto tempo vai demorar o mundo livre e democrático a dar o tratamento ao islamismo que deu e que dá ao nazi-fascismo?
Já W. Churchil dizia que o Mein Kampf do Hitler era o Alcorão do nazismo.

Tuesday, December 13, 2011

Ataque Terrorista em Liége

Um homem chamado Norodine Amrani (morto durante o ataque), armado de espirgarda automática e granadas matou 4 pessoas e feriu 75, na praça Saint-Lambert apinhada de pessoas que faziam as compras de Natal.
A origem do atentado permanece confusa pois segundo testemunhas oculares foram 3 homens e não um, conforme o noticiado pela comunicação social e pelo governo dhimmi, envolvidos no ataque. Segundo as mesmas fontes, pelo menos um desses homens teria gritado allahu akhbar. Por outro lado, o jornal paquistanês The Karachi Post escrevia que o ataque estava relacionado com a sentença num processo judicial que envolvia um assassínio de honra. Foi afirmado que o irmão e os pais de Sadia Sheikh foram sentenciados na segunda-feira no tribunal onde teria ocorrido um alerta de bomba.

Sunday, November 20, 2011

A "Primavera" Árabe Arrefece.



Estáva-se mesmo a ver onde iriam parar as pulsões democráticas da muçulmanagem. Só os parolos dos jornalistas é que não viam, cegos pelos seus próprios desejos e pela dhimmitude. Os escribas, repórteres e comentadores, na sua maioria, ainda não se aperceberam que islão e democracia são conceitos totalmente opostos.
Se a estupidez pagasse imposto, só com a contribuição dos jornalistas, tinhamos o problema da dívida resolvido.

Sunday, November 13, 2011

Al Qaradawi Elogia Anti-Semitismo de Hitler



Existem revisionistas que estão presos. Este imam devia estar na jaula há muito tempo. O imbecil não é revisionista. É um admirador confesso de Hitler, tratando-o como um enviado de Deus.Faz sentido uma vez que o deus muçulmano é Satanás.

O Islamic Style da Primavera Árabe

Via Nada Disto É Novo

Mulheres tratadas como camelos
The above picture, taken at a recent protest in Egypt, has been making the rounds on various Arabic websites. Note the rope around the women, herding them like camels; note the man to the right holding the leash, walking them. I am told this is a common “precautionary measure” to keep women from mixing with men during protests.
Considering that certain Islamic texts describe females as “she-camels in heat,” or that it is traditional for some men to divorce their wives by saying “you are given free rein and unloosed like that camel,” or that Muslims are thought to have a mind-frame rooted in sand, camels, and ropes—this measure must surely seem natural.
At any rate, to those who think that history must always progress, take note: fifty years ago, the overwhelming majority of women in Egypt wore dresses, hair uncovered, and would never have condescended to being walked on a leash.
Such is “progress”—“Arab Spring” style.

Friday, July 29, 2011

Multuculturalismo e o Islão.

Via Fiel Inimigo.

"Parte do discurso do jornalista marroquino Pascal Hilout proferido em Paris durante o Congresso sobre a Islamização da Europa em Dezembro de 2010.



O Islão é um conjunto de ideias totalitárias com o único objectivo de regulamentar todos os aspectos da vida dos crentes. Instiga-os a usar de todos os meios de persuasão e de coacção para converter o mundo inteiro à única religião: ao Islão.

 
Este pensamento totalitário e esta prática expansionista têm que ser combatidos da mesma maneira e com a mesma determinação que todas as ideias fascistas e que todas as ideologias totalitárias.


Nas sociedades onde o Islão se instala, a liberdade, a solidariedade e a fraternidade vão ser sugadas, esvaziadas do seu significado e, a pouco e pouco, disfarçada de prática religiosa, estes três princípios da nossa democracia e da nossa república vão sofrer restrições.

 
Desta forma a laicização transforma-se num sistema totalmente vazio, onde o Islão prospera e debilita quotidianamente outros valores ainda mais fundamentais, aproveitando-se da neutralidade bem-intencionada, cínica ou simplesmente calculista de políticos para impor a sua lei no seio da comunidade.


Os muçulmanos de França e do resto da Europa sabem perfeitamente que a lei numérica é-lhes favorável, e esta lei numérica vai fazer com que estas prescrições islâmicas a que eles obedecem, assim como as práticas quotidianas que daí resultam, vão acabar por se impor a toda a comunidade…


É apenas uma questão de tempo, de algumas gerações. É esta trajectória que nós temos que parar, AGORA. De maneira nenhuma deixar para amanhã. É preciso ser cego para não ver o que se passa em França, na Europa e um pouco por todo o lado no mundo. É preciso ser cobarde para não denunciar o Islão em todo o lado onde ele impõe a sua lei liberticida, misógina, sectária e ameaçadora.


Os muçulmanos e as muçulmanas em especial são as suas primeiras vítimas, transformadas em órgãos de reprodução. Para contribuir para a emancipação dos nossos cidadãos e dos nossos vizinhos muçulmanos é imperativamente necessário combater o fascismo que é o Islão, assim como as prescrições corânicas postas em prática por Maomé e todos aqueles que se regem por elas.


É para mim evidente que o Islão, devido às suas proibições, às suas restrições e pelas suas práticas mais elementares, é totalmente contrário ao nosso desejo de liberdade, ao nosso desejo de viver em sociedade, de realizar a integração e a assimilação e de perpetuar a mistura de raças que a França sempre foi.

O Islão é um factor de desintegração, de separação e de regressão em matéria civilizacional. As proibições islâmicas consolidam os guetos em termos:

vestuários,

alimentares,

conjugais,

de estética,

de desporto,

da saúde,

bancários,

comerciais

e fúnebres.

Da concepção até à morte passamos a vida inteira. Por amor das gerações futuras, temos o dever de dizer NÃO ao Islão, às suas prescrições e práticas."

Por tudo acima referido é fácil de concluir que o islão não tem lugar na Europa.

Saturday, July 23, 2011

No Canadá, Mesquita Ocupa Escola Pública

Ezra Levant, citando o excelente Blog Blazing Cat Fur, descreve como uma cafetaria numa escola pública de Toronto, é ocupada por uma mesquita. Na filmagem vê-se os machos islâmicos á frente, de rabo para o ar a orar, e muito atrás, como mandam os preceitos descriminatórios do islão, as raparigas atrás e as "impuras menstruadas" fêmeas muçulmanas nem sequer têm direito a entrar.
O programa levanta várias questões. Porque é que os tipos não alugam um espaço para a sua mesquita? Onde pára a separação do estado e da mesquita? Porque é que a sociedade e as autoridades não vêem que a religião muçulmana se está a confundir com o estado? Como são gastos os dinheiros dos impostos dos contribuintes? Porque outras religiões não têm os mesmos direitos? Porque é que não se acaba com a prática de apartheid de géneros dos muçulmanos nos países ocidentais? A quem é que interessa o progresso do islamo-fascismo?
É já tempo de acabar com esta porcaria muçulmana no Ocidente. Antes que seja tarde demais.

Friday, June 24, 2011

As Crianças no Islão (2)


As raparigas menores de idade são as principaís vítimas da escravatura islâmica.
Com o silêncio do Mundo.

Escrevo este post animado por Geert Wilders ter sido ilibado das acusações de incitamento ao ódio e á descriminação sobre os muçulmanos. Foi uma vitória da liberdade de expressão e uma derrota para as correntes da extrema-esquerda apoiantes da islamização da Europa. Não só o Corão é uma manual de ódio comparável ao Mein Kampf como as práticas políticas islâmicas se confundem com as Sturmableitung, mais conhecidas como SA, senão mesmo com as Schutzstaffel. Para além disso é um livro que incita à prática do esclavagismo.

A história do casamento de Maomé com Aisha ajuda a perpetuar a opressão das crianças diariamente. Wafa Sultan, conta no seu livro, A God Who Hates, que a sua irmã decidiu casar a filha (sobrinha da Wafa) com o filho de uma tia paterna que tinha 40 anos, enquanto a menina tinha 11 anos. “ Ela é ainda nova, e vai aprender a amá-lo á medida que o tempo vai passando. É um casamento segundo a lei de Alah e do seu profeta”.

Em qualquer país digno desse nome, esta gente tinha sido presa por prática de pedofilia, mas não nos países muçulmanos.

Quando a sobrinha fugiu de casa do seu esposo trinta anos mais velho, para casa dos pais, descobriu que tinha fugido de uma prisão para outra. O pai persuadiu-a que o melhor lugar para uma mulher é a casa do marido e, sobre pressão da família, a criança lá voltou para “o melhor lugar designado para ela por Alah e seu profeta”.

Passado 15 anos, e vendo-se sem escapatória possível, suicidou-se com 25 anos e mãe de 4 filhos.

A história do casamento de Maomé com Aisha possui um efeito ainda mais arrepiante nas relações entre homens e mulheres muçulmanas. Na história, no momento em que a mãe depositou a filha Aisha, com 9 anos de idade, na cama de Maomé, este, não se fez rogado e saltou-lhe para cima. Foi violada na sua própria casa com o consentimento da mãe. Através da história deste casamento, o islão nega o direito às mulheres de atingir um estádio de desenvolvimento físico, intelectual e de maturidade emocional. As leis de uma moralidade básica não podem aceitar que uma menina seja feita mulher á força através de violações consentidas pelos pais. A grande infelicidade para estas crianças, é que estes actos são sancionados quer pelas leis religiosas quer pelas leis seculares. Tornou-se um modo de vida com 14 séculos.

Devido a estas leis protectoras, meninas são violadas por todo o mundo islâmico. Unesco, Nações Unidas, Comissão Europeia, enfim todos aqueles que se mostram escandalizados com toda e qualquer crítica ao maomedismo, sempre prontinhos a atacar Israel por se permitir defender do islão, mantêm o mais profundo silêncio (dhimmi) relativamente a este atropelo aos direitos das crianças levadas a cabo nos países muçulmanos.

Em muitos países árabes, como a Jordânia, Siria, e Egipto, milhares de crimes são cometidos por ano contra os direitos das raparigas menores de idade, que não têm o controlo das suas vidas, por homens dos Emirados Árabes. Estes homens, com dinheiro muitas vezes ilícito e sem o mínimo resquício de moralidade, tiram partido da pobreza, comprando menores com grande facilidade. Um mundo que permite este tipo de escravidão sobre crianças é um mundo que tem que deixar de existir. A bem ou á bomba.

Para cada menina comprada por esses monstruosos porcos, é o início de uma vida de sofrimento, que frequentemente acaba com o retorno da menor á sua família, depois da sua infância, a feminilidade, a honra, e a sua reputação, terem sido violadas em troca de insignificantes quantidades de dinheiro, em nome do casamento de acordo com as leis de Alah e do seu profeta. A vida da menor que retorna a casa da família, torna-se um verdadeiro inferno. É abandonada pela família e pela sociedade que não respeita o seu sofrimento. Se ela ainda for capaz de viver, torna-se um pedaço de carne insignificante, destinado a ser mastigado sem embaraço, na boca de qualquer um.

Combater este fascismo islâmico, é o destino das pessoas de bem.

(continua)

Sunday, June 19, 2011

As crianças no Islão (1)


Ao contrário do Ocidente, as crianças que nascem no islão não têm direitos.

Se há algum aspecto em que nos possamos confortar com a actuação das polícias nacionais e internacionais no combate ao crime, é sem dúvida o do combate á pedofilia. Por todo o mundo, ao longo dos anos, várias redes têm sido desmontadas e os criminosos levados a tribunal.

Em todo o mundo? Claro que não. Nos países em que o Corão é quem mais ordena, a pedofilia é tão vulgar como o niqab ou mesmo o véu islâmico.

Os costumes islâmicos não valorizam a infância. Uma criança é considerada propriedade do pai, que tem o direito a dispor dela como quem dispõe de uma qualquer outra propriedade. Quando uma mãe pega na sua filha e a coloca nos braços de homem com a idade do seu avô, a infância da menina fica irreparavelmente corrompida e violada. Quando a acção da mãe adquire legitimidade religiosa e legal, é toda uma civilização que corrompe e viola os direitos das crianças. Este tipo de way of life é válido no islão há 14 séculos.

Perguntamo-nos onde param as Unicefs e outras organizações congéneres, uma vez que as crianças no mundo muçulmano não têm direitos. Os “ensinamentos” islâmicos persuadem as crianças muçulmanas que devem obedecer aos seus pais porque lhe deram a vida, embora nada ensinem aos pais acerca da dignidade de que os menores devem ter direito inalienável. Toda a educação muçulmana é dirigida para a cega obediência relativamente aos pais. Ela obedece a cada ordem, excepto aqueles que os afastem de Aláh. Este ogre, apodera-se das pessoas através dos pais. E vai mesmo mais longe. Para garantir o controlo do ogre sobre as crianças, Alah ordena ás crianças que desobedeçam aos pais, se as suas ordens as afastarem do culto dele. Víamos uma manipulação semelhante das crianças no Nazismo.

A lei islâmica toca na responsabilidade social através das crianças só numa única instância. Se os pais deixarem o islão, a sociedade deve intervir para reconduzir a criança ao islamismo.

As pessoas nos países muçulmanos caiem, desde a mais tenra idade, na armadilha dos pais e vivem á sua mercê, na ausência de qualquer lei que possibilite á sociedade o direito de intervir protegendo-a da tirania daqueles. Esta situação perpetua-se por toda as suas vidas. Um homem muçulmano permanece uma criança aos olhos do pai enquanto este viver, e a única oportunidade que tem de exercitar a sua autoridade de macho é demonstrar “mão de ferro” relativamente à sua esposa e filhos.

Quando uma mulher muçulmana casa, ela não casa só com um homem, casando também com o sogro e a sogra, que segundo a lei muçulmana, desempenham um papel vital no seu casamento. Isto é, podem pôr e dispor da nora às suas próprias vontades. Os sogros intervêm em todos os aspectos da vida do casal e frequentemente a sogra aproveita a oportunidade de desempenhar um papel social e familiar que sempre lhe foi negado. Isto é, vinga-se na novata da família por tudo aquilo que sofreu na sua anterior condição de nora. O jovem marido, por sua vez, vê-se na condição de ter que obedecer legalmente e tradicionalmente e cegamente à sua mãe, permitindo-lhe que ela interfira arbitrariamente e sem restrições, na sua vida e na vida da sua família.

É esta enfermidade social que a Europa está a importar aos milhões.

(continua)

Monday, May 2, 2011

Ding Dong Osama's Dead The Wicked Old Prick Is Dead!

DAY OF VICTORY         THANK YOU AMERICA!











Osama Bin Laden Down

 As tropas americanas limparam-lhe o cebo e têm o seu corpo. Os nova-iorquinos festejam nas ruas junto ao Ground Zero. E os muçulmanos estão a dançar? Claro que não.
Não há melhor maneira de começar um Maio primaveril. Eu cá por mim vou abrir uma garrafa de champagne e festejar.

Sunday, March 6, 2011

A Natureza dos Árabes e do Islão.(1)


"O medo muçulmano do mundo exterior, reflete ainda hoje, o medo dos beduínos do ambiente que os rodeava - o deserto. Era, e continua a ser, o medo do desconhecido. Em ordem a triunfar sobre o deserto e sobre o desconhecido, criaram um ogre, Alah,  maior do que os seus medos, na esperança de que o ogre fosse  capaz de os proteger deles, e oferecer-lhes um grau de segurança. Mas quando eles criaram o ogre, ele só veio unicamente substituir o medo existente, por outro ainda maior.
Todos os versos corânicos que descrevem o paraíso, retratam-no como tendo rios fluindo através dele. O deserto é muito exíguo em água, e a morte pela sede era um dos maiores perigos do desconhecido. A promessa dos rios, enviava uma mensagem de segurança e respondia ao medos profundos da morte pela sede. O deserto, ainda hoje, possibilita poucas colheitas, produz pouco, e fornece quase nada de comida. Por outro lado, o islão prometia e promete ao seus seguidores, jardins de tamareiras, uvas e todo o tipo de fruta. Não obstante, a fruta e a comida é menos enfatizada no corão que os rios, porque o medo da morte pela sede era bastante maior do que o medo da morte pela fome. O paraíso islâmico, assume o disfarce das necessidades existênciais. Ele aparece na forma de rios e de fruta, fornecendo assim segurança para os beduínos que temiam a morte pela sede e pela fome.
O ataque e a invasão, foram também  fontes importantes do medo da morte, mas ao mesmo tempo garantia o único meio de sobrevivência. As tribos combatiam-se na busca de água e comida. Os beduínos não conheciam um único momento de segurança. Os livros da História árabe estão recheados, até rebentarem, das descrições de ataques e de como as tribos forjavam e fomentavam disputas justificativas dos seus actos de agressão. A invasão servia, simultâneamente, como fonte de medo e de sobrevivência. Cada tribo tinha medo de ser atacada e sentia-se segura quando tinha a oportunidade de atacar.
Ser invadido ou atacado significava um incremento das condições de privação e da pobreza para a vítima, enquanto que para os responsáveis pelo ataque era uma fonte de saque e pilhagem. Então o islão chegou e tentou normalizar e regular os ataques, as invasões, as pilhagens, os saques....os assassínios, justificando as cargas bélicas do profeta e dos seus seguidores, mas condenando e proibindo os ataques dos outros. Se abrirem um qualquer livro do Maomé em árabe, a primeira coisa que lerão são as expedições bélicas do profeta. A cada uma destas invasões foi atribuído um nome próprio e foram descritas em detalhes elaborados. O leitor facilmente compreenderá que o principal objectivo desses ataques era conquistar e dividir o saque.
O islão tentou justificar estas invasões em nome da morte por Allah, o ogre. Não obstante, não conseguia disfarçar o objectivo fulcral, o qual era na verdade, o ganho pela pilhagem. O corão menciona a pilhagem mais do que uma vez. Não o proibe, pelo contrário, ele confere ao profeta um quinto do saque, de tal maneira que os seus seguidores não ficariam frustrados com a dimensão do seu quinhão. Vem plasmado no prório alcorão:
"E saibam que todo o saque que possam conseguir (na guerra), uma quinta parte é atribuída a Allah e ao seu mensageiro, e aos seus parentes próximos, aos necessitados e aos viajantes" (8-41).
Maomé não dava hipóteses de argumentação aos seus seguidores na divisão dos despojos, e então sugeriu que fossem dividos por cinco, sendo um quinto para ele e para Alah. Para evitar protestos, o quinhão dele era justificado como propriedade de Alah.
Aqui, uma vez mais, vemos o instinto de sobrevivência a desempenhar um papel decisivo nos ensinamentos e no papel do islão, o qual emergiu num ambiente dominado pela sombra do desconhecido, onde a morte pela fome e pela sede eram uma ameaça constante aos seus habitantes. Outro dizer atribuído a Maomé confirma: "o assassino tem o direito aos despojos", o que significa, que quando um muçulmano mata um não-muçulmano, tem o direito a despojá-lo. Este hadith causou difenças de opinião entre os muçulmanos. Alguns perguntavam-se de como é que o assassino tinha direito aos despojos quando o corão ordena que o saque seja dividido em 5 partes.
Numa tentativa de chegar a um compromisso entre as diferentes opiniões, alguns sugeriram que se houvesse pouco para pilhar, os despojos pertenceriam ao assassíno, enquanto que se os despojos fossem consideráveis, teria que ser dividido em 5 partes."
In A God Who Hates de Wafa Sultan

Como vemos, o Islão, desde a sua origem, é uma ideologia-religiosa e um manual prático que regula, o assassínio, a guerra e a pilhagem.

Monday, February 21, 2011

O Erro de Eduardo Lourenço

É sempre um prazer e um desafio intelectual intenso ler Eduardo Lourenço (EL)

Num longo texto, hoje saído na comunicação social EL analisa as “revoluções” arábicas e as relações entre a Europa/Ocidente e o mundo islâmico. Surpreendente comete alguns inesperados erros, quero crer, só resultantes de uma momentânea distracção politicamente correcta.

Começando pelo fim do artigo, EL classifica o Islão do tempo de Avicena e Averróis, como glorioso e pluralista, tendo considerado no início do texto, esse tempo, tão dourado quão mítico do islão , “seguido de uma insólita estagnação”. Gostaria de referir que qualquer cultura ou Civilização não é construída sobre o vácuo, mas para além dos exemplos clássicos de Avicena (980-1037) e Averróis (1128-1198) poucos nomes mais servem para ilustrar tão dourada época islâmica. Nunca se ouve referir, pela maioria dos académicos ocidentais, o exemplo de Probus de Antióquia, que muito antes, no século V, introduziu Aristóteles ao mundo árabe. Bem como o cristão Huneyn ibn Ishaq (809-873) que traduziu muitas obras de Aristóteles, Galeno, Platão e Hipócrates para siríaco, e cujo filho traduziu mais tarde para arábico. Como o sírio (jacobita) e cristão Yahya ibn Adi (893-974) que também traduziu obras filosóficas para árabe e escreveu o seu próprio tratado A Reforma da Moral que, ocasionalmente, foi erradamente atribuído a diversos muçulmanos seus contemporâneos. Um dos seus estudantes, um cristão chamado Abu Ali Isa ibn Zur’a (943-1008), também traduziu numerosas obras de Aristóteles e de outros filósofos gregos para siríaco. O primeiro tratado médico em árabe, foi escrito por um padre cristão e traduzido aquela língua, por um médico judeu em 683. O primeiro hospital a ser construído em Bagdad no apogeu do califado Abbasida foi construído por um cristão chamado Jabrail ibn Bakhtishu. A primeira escola médica foi construída em Gundeshapur na Pérsia por cristãos assírios. A primeira universidade não foi a de Al-Azhar no Cairo, como se reclama frequentemente, mas em Nisibis também construída por cristãos assírios. Poderia continuar esta lista, mas para não tornar maçador o texto, fico por aqui, não sem concluir que, ao arrepio da História, a sensacional “Idade de Ouro” do Islão, é largamente inspirada por académicos não-muçulmanos.

EL classifica de insólita a estagnação do Islão. Como é que tão “gloriosa Civilização” não deixou os mínimos resquícios na posteridade muçulmana? Parece mágico mas não é. E a causa da sua alegada decadência reside na própria natureza do Islão. Dou mais um ou outro exemplo. Nas ciências médicas, e conforme já referi, o primeiro hospital foi construído em Baghdad no tempo do quinto califa Abbasida, Harun al Rashid (763-809) e muitos mais se seguiram. No entanto, foi um médico belga Andreas Vesalius (1514-1564), que abriu caminho para a ciência médica moderna, publicando a primeira descrição acurada dos órgãos internos humanos. Mais, esta obra denominada Humani Corporis Fabrica está repleta de desenhos e esquemas da anotomia externa e interna do corpo humano, cuja representação é completamente proibida no Islão.

Na matemática, a história repete-se. Isto para já não falar da arte e da música. A álgebra, a numeração árabe e a descoberta do zero, é atribuída aos muçulmanos, mas a verdade é que a Matemática tem origem na India pré-islâmica. De qualquer maneira, a Matemática abriu novas “avenidas” para o conhecimento científico europeu. Os europeus usaram a álgebra, em conjunto com outras descobertas realizando avanços tecnológicos e civilizacionais importantes. Porque é que não aconteceu o mesmo no mundo muçulmano? Insólito? Obra do Acaso? Azar? Não a resposta certa é… Islão. Para concluir este ponto, relembro que quer Avicenna quer Averróis, estudaram em Universidades europeias no séc. XII, e o seu trabalho foi ostensivamente ignorado no mundo islâmico, concentrado no estudo e no decoro, ou falta dele, do Corão. Ignorar estes factos é discorrer intelectualmente sobre enganos, favorecendo, quero acreditar inconscientemente, a mitologia revisionista da história e a sua propaganda.

EL mostra-se preocupado também com o momento: “ Ainda não é certo que tenhamos saído desse momento cruzadístico”. Sinceramente esta afirmação apanhou-me de surpresa. Não estava à espera que EL descambasse para o facilitismo do “erro histórico” das cruzadas, tal como o fez João Paulo II. Uma análise sobre as Cruzadas, é empreendimento longo que está situado fora do alcance deste texto. Deixo aqui só algumas pontas. Em primeiro lugar, as cruzadas foram uma resposta às tentativas jihadistas islâmicas da conquista da Europa. Depois, se não fosse a Segunda Cruzada (1146-1148), dificilmente D.Afonso Henriques teria feito a Reconquista de Portugal com sucesso. Mas o mais importante, é que a culpa das cruzadas é ainda mais estigmatizada, do que a “Glória do Islão” durante o período Al Andaluz. O que é interessante, é que os mesmos pensadores que se mostram “incorformados” com as Cruzadas, sejam os mesmo que se conformam com as conquistas relâmpago, sangrentas e violentas, dos exércitos maometanos, que lograram conquistar, a ferro e fogo, todo o Norte de África cristão, parte da Europa, a Pérsia, os Balcãs e parte da Índia. Porque será?

Uma coisa é certa, quem não saiu desse momento histórico de conquista foram os muçulmanos. Eles são os próprios que o declaram. O Islão é a religião da guerra. Está inscrito nos seus genes. Mas isto quer dizer que todos os muçulmanos concordem com os ensinamentos de Maomé, segundo os quais,” nada é melhor (ou sagrado) do que a guerra jihadistica”? Quer. A guerra violenta sobre os não crentes, não é uma doutrina herética assumida por uma pequena fracção extremista, mas um elemento constante e central da teologia islâmica. Com as esperançosas excepções de algumas personalidades que deixaram o Islão, como por exemplo, Yaan Irsi Ali, Wafa Sultan, Ibn Warraq, entre outros, que aliás a intelectualidade e os meios de comunicação tudo fazem por os ignorar, o Ocidente não estimula a atracção dos muçulmanos. O próprio EL acaba por reconhecer este facto quando afirma “basta ler qualquer autor representativo dos mais ocidentalizados” ensaístas ou ficcionistas da cultura islâmica, de Pamuk a Tariq Ramadan (…) que as “luzes do Ocidente” – as suas incontáveis conquistas e maravilhas não os deslumbraram.” E este é o problema central da Europa. Pensar que o Islão consegue conviver no espaço geográfico europeu com o dia-a-dia Ocidental, é um profundo equivoco que nos pode sair muito caro. Eu não partilho da esperança de EL sobre o alegado “mundo novo” que os jovens revoltosos árabes estão a construir. E até se tornar evidente que esses revoltosos critiquem abertamente o Corão, até se tornar evidente que se relacionam com as outras religiões de uma maneira tolerante e aberta, para além da retórica do diálogo inter-cultural e religioso, em grande medida uma exercício de Taqiyya, até se tornar evidente uma abertura no domínio dos direitos da mulheres e de uma sexualidade aberta, até se tornar evidente que para além do Corão, do Mein Kampf e os Protocolos dos Velhos do Sião, a publicação de livros no mundo árabe e muçulmanos se torna livre, até tudo e isto, e muito mais acontecer, não nos “libertaremos dos fantasmas que não nos deixam dormir”.

Sunday, February 20, 2011

TODA A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ

Assinado por Sebastian Vilar Rodrigues, num comentário ao blog O Lidador.

"Desci uma rua em Barcelona, e descobri repentinamente uma verdade terrível. A Europa morreu em Auschwitz. Matámos seis milhões de Judeus e substituímo-los por 20 milhões de muçulmanos.

Em Auschwitz queimámos uma cultura, pensamento, criatividade, e talento.

Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo.

A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comercio internacional, e acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimámos.

E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho.

Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas, num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime.

Fechados nos seus apartamentos eles recebem, gratuitamente, do governo, eles planeiam o assassinato e a destruição dos seus ingénuos hospedeiros.

E assim, na nossa miséria, trocámos a cultura por ódio fanático, a habilidade criativa, por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição.

Trocámos a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu apego à vida porque a vida é santa, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.
Que terrível erro cometido pela miserável Europa.

O total da população islâmica (ou muçulmana) é de, aproximadamente, 1 200 000 000, isto é um bilião e duzentos milhões ou seja 20% da população mundial.
Os judeus não estão a promover lavagens cerebrais a crianças em campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar um máximo de mortes a judeus e a outros não muçulmanos.


Os judeus não tomam aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem se fazem explodir em restaurantes alemães.

Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. NÃO há um único judeu que proteste matando pessoas.

Os judeus não traficam escravos, não têm líderes a clamar pela Jihad Islâmica e morte a todos os infiéis.

Talvez os muçulmanos do mundo devessem considerar investir mais numa educação modelo e menos em queixarem-se dos judeus por todos os seus problemas.

Os muçulmanos deviam perguntar o que poderiam fazer pela humanidade antes de pedir que a humanidade os respeite.


Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os seus vizinhos palestinianos e árabes, mesmo que creiamos que há mais culpas na parte de Israel, as duas frases que se seguem realmente dizem tudo:

Se os árabes depusessem hoje as suas armas não haveria mais violência. Se os judeus depusessem hoje as suas armas não haveria mais Israel (Benjamin Netanyahu)

Por uma questão histórica, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas nos campos de concentração nazi, mandou que as pessoas ao visitarem esses campos de morte, tirassem todas as fotografias possíveis, e para os alemães das aldeias próximas serem levados através dos campos e que enterrassem os mortos.

Ele fez isto porque disse de viva voz o seguinte:

Gravem isto tudo hoje. Obtenham os filmes, arranjem as testemunhas, porque poderá haver algum malandro lá em baixo, na estrada da história, que se levante e diga que isto nunca aconteceu.

Recentemente, no Reino Unido, debateu-se a intenção de remover o holocausto do curriculum das suas escolas, porque era uma ofensa para a população muçulmana, a qual diz que isto nunca aconteceu. Até agora ainda não foi retirado do curriculum. Contudo é uma demonstração do grande receio que está a preocupar o mundo e a facilidade com que as nações o estão a aceitar.

Já passaram mais de sessenta anos depois da Segunda Guerra Mundial na Europa ter terminado.

O conteúdo deste mail está a ser enviado como uma cadeia em memória dos 6 milhões de judeus, dos 20 milhões de russos, dos 10 milhões de cristãos e dos 1 900 padres Católicos que foram assassinados, violados, queimados, que morreram de fome, foram espancados, e humilhados enquanto o povo alemão olhava para o outro lado.

Agora, mais do que nunca, com o Irão entre outros, reclamando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar-se de que o mundo nunca esquecerá isso."