Via Fiel inimigo
(a partir de um texto de António Justo)
" Muçulmanos salafistas usam uma estratégia de infiltração eficiente em diversos meios, especialmente, na arte, Internet e juventude para uma islamização sistemática nas rigião dos incrédulos (kuffar). Com a sua guerra santa pretendem fomentar o islão com a sharia (direito muçulmano) na Europa, querendo que a Europa volte á Idade Média. Querem distribuir gratuitamente na Alemanha, Áustria e Suiça, alegadamente 25 milhões de livros do corão. Esta inventiva árabe visa radicalizar especialmente muçulmanos moderados (na Alemanha há um número superior a 4 milhões de muçulmanos) e recrutrar principalmente jovens europeus desorientados.
Em acções de 2 fins de semana, em zonas de peões da Alemanha, já distribuíram 300 000 livros. Os resultados da agressão ideológica já se fazem sentir no radicalismo das manifestações na rua.
Emigram para um mundo que consideram inimigo e vêem-no como sua zona de combate. Lutam por uma espécie de califado europeu, onde não se deve aplicar o direito Ocidental mas sim o da sharia (in Der Spiegel nº 17/23.4.12); organizam-se em redes como a "Millatu-Ibrahim (comunidade de Ibrahin) na Alemanha, fundada por Mahmoud e pelo ex-rapper Cuspert; tornam-se muito eficientes através da infiltração em mesquitas moderadas. Com os seus songs, Cuspert consegue atingiros sentimentos da juventude em textos como " O teu nome corre em nosso sangue" referentes a seus ídolos, entre eles, Bin Laden. Muitos vivem da ajuda da assistência social do estado como refere o jornal Stuttgarter Nachriten no caso do pregador salafista Ibrahim Abou-Nagie que receberá para ele e família entre 2300 e 2500 euros por mês. Ele terá sido, segundo afirmou, o iniciador da acção da distribuição dos livros do corão.
Os salafistas usam o âmbito da liberdade europeia para missionar uma sociedade que consideram incompatível com a sua e em que a sua fonte de guerra é o mundo cristão. A nossa arma é a Internet, afirmam os salafistas que se consideram a elite da religião maometana. Na Alemanhã hé entre 3000 e 5000 salafistas recrutados geralmente da segunda e terceira geração de emigrantes. Têm figuras ideais com o ex-pugilista Pierre Vogel e personalidade ligadas à al-Qaida. Tal como os extremistas nazis, encontram-se sob observação do Estado.
O estado sente-se de mãos atadas perante adversários da sociedade ocidental, como os salafistas. Desde que saibam empacotar a sua mensagem de maneira a não apelar directamente á violência, as autoridades não podem fazer nada, embora conheçam a cena de extremistas que preparam atentados como o de Frankfurt em que 2 soldados americanos foram mortos por um companheiro de Mahmoud. Der Spiegel cita Mahmoud, o qual afirma que a diferença entre os seus inimigos e os muçulmanos crentes, é: " Eles amam a vida e nós a morte"
Os salafistas são a ponta de lança dos Wahabis da Arábia Saudita. Por toda a parte se observa o aumento da radicalização de grupos islâmicos que antes eram mais tolerantes. O povo Indonésio que antes tinha uma tradição pacífica, tem sido influenciado por forças muçulmanas radicais árabes. Tem-se observado nas últimas décadas, uma radicalização da sociedade indonésia em que muçulmanos que tinham nomes hindus abdicam do seu nome de tradição hindu para assumirem nomes árabes, e aniquilam indígenas de Papua, transplantando muçulmanos para esta região, seguindo a política dos colonos como faz a China no Tibet. É preocupante observar como tradições culturais de zonas geográficas amenas abdicam da sua alma afável para adquiriram as aspereza cultural nómada do deserto. A Arábia Saudita, O Irão, o Paquistão e o Afeganistão têm sido os maiores incrementadores do extremismo árabe.
São tendências que a História corrige mas a custo de grande tributo. Segundo previsões da CBN, no ano 2030, a maioria da população de Bruxelas será muçulmana. Aber Imran, chefe do grupo Sharia 4 Belgium afirma: A Democracia é contrária ao islão" e allah é quem diz " o que é proibido e permitido".
Grupos moderados de muçulmanos não se levantam contra os salafistas nem contra os terroristas muçulmanos porque estes se fundamentam no corão e para os contradizeram entrariam em contradição com o corão.
Os salafistas no Egipto (Partido da Luz) conseguiram 30% dos votos. Todo o Norte de África se encontra a caminho duma radicalização nunca vista."
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Sunday, May 20, 2012
Sunday, February 26, 2012
O Cientista Que Queria Destruir Os Sionistas
Públicado por O Lidador
"A srª Bolouri Kashani, é a viuva de Mustafá Ahmadi Roshan.
"A srª Bolouri Kashani, é a viuva de Mustafá Ahmadi Roshan.
O sr Mustafá já não existe.
Mas quando existia, era cientista nuclear e trabalhava no projecto nuclear "para fins pacíficos", iraniano. Começou a faltar ao trabalho no dia (11 de Janeiro de 2012) em que involuntariamente se apresentou a Alá, movido pelos gases expansivos de uma explosão.
Segundo os responsáveis iranianos, os que lhe passaram o bilhete paro o além, foram judeus e americanos.
Se bem que estes dois povos, e particularmente os seus serviços de informações (Mossad e CIA) sejam usualmente considerados culpados de quase tudo o que acontece no mundo e arredores, neste caso específico é provável que os aiatolas tenham razão.
O Sr Mustafá foi considerado shahid (mártir) e, segundo a contabilidade islâmica, estará neste momento a jogar à bisca com o Profeta e a ser gasalhado com 7 dezenas de huris, lá no paraíso islâmico.
A enlutada Srª Bolouri, ficou compreensivelmente despeitada, até porque não consta que as mulheres islâmicas tenham os mesmos direitos lá no além, isto é, não é provável que à espera de cada uma delas estejam 70 bigodudos talibans.
Em entrevista recente, pôs a boca no trombone e veio a público dizer que o respeitável Mustafá estava a trabalhar no pacífico programa nuclear iraniano, com o "objectivo final de eliminar Israel" (palavras da senhora).
Ora isto é mais uma prova (a somar aos sucessivos relatórios da AIEA) de que o programa nuclear iraniano é do mais pacífico que existe e vem dar razão aqueles que condenam os israelitas por estarem tão preocupados com ele."
Monday, December 26, 2011
Muçulmanos Matam Cristãos.
Bombas colocadas em Igrejas na Nigéria matam dezenas de cristãos durante as celebrações de Natal. Muçulmanos matam cristãos na Nigéria. muçulmanos matam cristãos no Egipto, muçulmanos matam cristãos no Paquistão, muçulmanos matam cristãos no Cáucaso; muçulmanos matam cristãos no Líbano; muçulmanos matam hindus na India, muçulmanos matam budistas na Tailandia; muçulmanos matam cristãos nas Filipinas; muçulmanos matam ateus em Londres e mais cristãos em Madrid e Nova Iorque. Muçulmanos matam animistas no Sudão, muçulmanos querem exterminar os judeus da face da Terra; Por fim muçulmanos matam-se uns aos outros por todo o lado. A umma, comunidade global de muçulmanos, está em plena jihad conquistadora com o objectivo de impôr a sua lei em todas as latitudes e longitudes.
Quanto tempo vai a Humanidade demorar a ver-se livre da ideologia do ódio que é o Islão? Quanto tempo vai demorar o mundo livre e democrático a dar o tratamento ao islamismo que deu e que dá ao nazi-fascismo?
Já W. Churchil dizia que o Mein Kampf do Hitler era o Alcorão do nazismo.
Já W. Churchil dizia que o Mein Kampf do Hitler era o Alcorão do nazismo.
Sunday, November 13, 2011
Al Qaradawi Elogia Anti-Semitismo de Hitler
Existem revisionistas que estão presos. Este imam devia estar na jaula há muito tempo. O imbecil não é revisionista. É um admirador confesso de Hitler, tratando-o como um enviado de Deus.Faz sentido uma vez que o deus muçulmano é Satanás.
O Islamic Style da Primavera Árabe
Via Nada Disto É Novo
Mulheres tratadas como camelos
The above picture, taken at a recent protest in Egypt, has been making the rounds on various Arabic websites. Note the rope around the women, herding them like camels; note the man to the right holding the leash, walking them. I am told this is a common “precautionary measure” to keep women from mixing with men during protests.
Considering that certain Islamic texts describe females as “she-camels in heat,” or that it is traditional for some men to divorce their wives by saying “you are given free rein and unloosed like that camel,” or that Muslims are thought to have a mind-frame rooted in sand, camels, and ropes—this measure must surely seem natural.
At any rate, to those who think that history must always progress, take note: fifty years ago, the overwhelming majority of women in Egypt wore dresses, hair uncovered, and would never have condescended to being walked on a leash.
Such is “progress”—“Arab Spring” style.
Read more at http://www.jihadwatch.org/
Friday, July 29, 2011
Multuculturalismo e o Islão.
Via Fiel Inimigo.
"Parte do discurso do jornalista marroquino Pascal Hilout proferido em Paris durante o Congresso sobre a Islamização da Europa em Dezembro de 2010.
O Islão é um conjunto de ideias totalitárias com o único objectivo de regulamentar todos os aspectos da vida dos crentes. Instiga-os a usar de todos os meios de persuasão e de coacção para converter o mundo inteiro à única religião: ao Islão.
Este pensamento totalitário e esta prática expansionista têm que ser combatidos da mesma maneira e com a mesma determinação que todas as ideias fascistas e que todas as ideologias totalitárias.
Nas sociedades onde o Islão se instala, a liberdade, a solidariedade e a fraternidade vão ser sugadas, esvaziadas do seu significado e, a pouco e pouco, disfarçada de prática religiosa, estes três princípios da nossa democracia e da nossa república vão sofrer restrições.
Desta forma a laicização transforma-se num sistema totalmente vazio, onde o Islão prospera e debilita quotidianamente outros valores ainda mais fundamentais, aproveitando-se da neutralidade bem-intencionada, cínica ou simplesmente calculista de políticos para impor a sua lei no seio da comunidade.
Os muçulmanos de França e do resto da Europa sabem perfeitamente que a lei numérica é-lhes favorável, e esta lei numérica vai fazer com que estas prescrições islâmicas a que eles obedecem, assim como as práticas quotidianas que daí resultam, vão acabar por se impor a toda a comunidade…
É apenas uma questão de tempo, de algumas gerações. É esta trajectória que nós temos que parar, AGORA. De maneira nenhuma deixar para amanhã. É preciso ser cego para não ver o que se passa em França, na Europa e um pouco por todo o lado no mundo. É preciso ser cobarde para não denunciar o Islão em todo o lado onde ele impõe a sua lei liberticida, misógina, sectária e ameaçadora.
Os muçulmanos e as muçulmanas em especial são as suas primeiras vítimas, transformadas em órgãos de reprodução. Para contribuir para a emancipação dos nossos cidadãos e dos nossos vizinhos muçulmanos é imperativamente necessário combater o fascismo que é o Islão, assim como as prescrições corânicas postas em prática por Maomé e todos aqueles que se regem por elas.
É para mim evidente que o Islão, devido às suas proibições, às suas restrições e pelas suas práticas mais elementares, é totalmente contrário ao nosso desejo de liberdade, ao nosso desejo de viver em sociedade, de realizar a integração e a assimilação e de perpetuar a mistura de raças que a França sempre foi.
O Islão é um factor de desintegração, de separação e de regressão em matéria civilizacional. As proibições islâmicas consolidam os guetos em termos:
vestuários,
alimentares,
conjugais,
de estética,
de desporto,
da saúde,
bancários,
comerciais
e fúnebres.
Da concepção até à morte passamos a vida inteira. Por amor das gerações futuras, temos o dever de dizer NÃO ao Islão, às suas prescrições e práticas."
Por tudo acima referido é fácil de concluir que o islão não tem lugar na Europa.
Friday, July 22, 2011
Islão Ataca Oslo.
Segundo o jornal Corriere Della Sera, o grupo terrorista islâmico Ansar al-Jihad al-Alami reinvidicou a responsabilidade pelo atentado na capital da Noruega. Numa mensagem na internet, os jihadistas culparam a presença de tropas Norueguesas no Afeganistão como um insulto ao Maomé.
A presença de milhões de muçulmanos na Europa é mais do que um insulto. É uma afronta e um perigo. Portanto, é melhor que os responsáveis políticos comecem a retirar conclusões acerca do seu idealismo.
Mais uma vez, as sociedades ocidentais colhem os frutos do multiculturalismo promovido pelas elites polítícas. O governo de coligação da esquerda radical que governa o pais desenvolveu uma política agressiva de multiculturalismo, de conluio com interesses muçulmanos e de abertura escancarada das fronteiras. Agora a população inocente colhe os frutos semeados por estes líricos esquerdistas.
Saturday, February 26, 2011
Sunday, February 20, 2011
O Que As Televisões Não Mostram...
...e os jornais não noticiam. Enganando-se a si próprios, os jornalistas não mostram os acontecimentos que levantem suspeitas sobre as revoluções "democráticas" nas arábias. Especialmente no Egipto.
Neste clip, podemos ver 100 000 egipcíos supostamente "democratas e amantes da paz" saudando com fervor o regressado islamo-nazi Sheik Qaradawei quando o tipo apelou para a conquista de Jerusalém, o que implicaria a destruição de Israel.
Wednesday, February 16, 2011
O Mito Politicamente Correcto dos Fundamentalistas Islâmicos
A comunicação social, a maioria dos políticos, a totalidade da esquerda e alguns académicos mal informados, afirmam de "cátedra", que o problema com o islão está exclusivamente nos fundamentalistas. Dizem, sem saber o que dizem, que a maioria dos muçulmanos são simples cidadãos cumpridores da lei. Os fundamentalistas são o novo papão que ultrapassou o comunismo na principal vitrine da galeria dos horrores. Esta atitude é compreensível dada a natureza assassina do terrorismo islâmico e de Estados criminosos potencialmente genocidas como o Irão. Mas esta maneira de ver o problema é falsa e não nos conduzirá a nenhuma situação política e socialmente segura.
Parece-me claro, que o fundamentalismo islâmico é a força que devemos colectivamente temer e combater. Os fundamentalistas islâmicos são no entanto, e tão só, a força extremista de todo um movimento islâmico mundial. Eles realizam o que muitos outros muçulmanos sonham em realizar. Eles puseram em movimento actividades disruptivas com a intenção de causar estragos no Mundo Ocidental. O seu objectivo é quebrar a actividade económica, desestabilizar as sociedades Ocidentais, e o seu plano estratégico é trazer o islão para o centro das atenções do debate político. Perseguindo com as actividades terroristas eles esperam ganhar cada vez mais concessões para o Islão. Tentam, não só elevar o profile do islão, mas sobretudo esperam incrementar a influência do islão no mundo. Ignorar isto, é o equivalente a cortejar o perigo e o desastre.
O que é o fundamentalismo islâmico, afinal de contas? É, para ser breve, um movimento religioso-militar. Para os bons cristãos, este conceito é contraditório, mas não para os muçulmanos. O político, o militar e o religioso, são diferentes aspectos do todo islâmico desde a sua fundação. Está inscrito nos seus “genes blindados” a qualquer tipo de mutação", desde o ano 610. Para eles, os fins (o estabelecimento do islão) justificam todos os meios. Todo este movimento, quer no passado, quer no presente e eventualmente no futuro, é completamente maquiavélico, porque a sua natureza é maquiavélica... desde a sua génese no deserto. Á medida que o islão ganha poder, à medida que ganham apoio, à medida que a influencia do islão no mundo é reforçada, então...all means are fair means...isto é, todos os meios sãos meios justos.
Os fundamentalistas islâmicos têm que ser vencidos e para isso precisamos que todos os não muçulmanos de todas as longitudes conheçam e sejam bem conscientes daquilo que o islão representa. Temos que superar a ignorância sobre o islão a que os Ocidentais estão e foram devotados por campanhas de intoxicação diária vinda de meios colaboracionistas. O que nós precisamos é que as nossas classes políticas assegurem o Ocidente para os Ocidentais e para todos os que se identifiquem com os valores Ocidentais, para todos os que se identifiquem com a democracia, para todos aqueles que amem a liberdade e desejam viver livremente.
Onde existem muçulmanos, existe um perigo potencial. É só uma questão de olhar para o mapa dos conflitos da actualidade. Os muçulmanos têm o islão no coração e como tal devem fazer aquilo que o profeta Maomé os ensinou - a multifacetada jihad - conquistar, submeter, forçar conversões á "única fé verdadeira".
Como acima escrevi, a natureza sanguinária do islão encontra as suas raízes no Corão. Alá é honrado pela matança, pela mutilação em seu nome. É uma questão de se ler, por exemplo, a Sura IX 5, a Sura IX 29, a Sura IV, 89, 91, entre muitas mais.
O islão é uma ideologia-religiosa para ser temida. Só os ignorantes o colocam a par de todas as outras religiões. Matar e mutilar inocentes em nome de Alá é algo que é louvado nesta civilização aos olhos da esmagadora maioria dos muçulmanos. É também uma questão de honra. Quanto maior a destruição, maior a glória do islão e de Alá.
Eles nem sequer escondem ao que vêm. São simples e directos:
"We are at war against infidels. Take this message with you. I ask all islamic nations, all muslims, all islamic armies, and all heads of islamic states to join the holy war. There are many enemies to be killed or destroyed. Jihad must triumph...muslims have no alternative...to an armed holy war against profane governments...Holy war means the conquest of all non-muslim territories.It will be the duty of every able-bodied adult male to volunteer for this war of conquest, the final aim of which is to put koranic law in power from one end of the earth to the other".
Ayatollah Khomeini
Sunday, January 30, 2011
Mais Budistas Mortos Pelo Islão.
Os monges budistas são das pessoas mais pacíficas do mundo. Apesar disso, são frequentemente decapitados por muçulmanos jihadistas.
28/01/2011.Nove budistas foram mortos no Sul da Tailândia por jihadistas islâmicos que querem implementar um estado islâmico na zona. Monges budistas, professores, membros das forças armadas, cidadãos tailandeses em geral, todos são alvo dos muçulmanos. O nível de ódio contra os não-muçulmanos está a aumentar na proporção da incompetência do governo tailandês em derrotar este cada vez mais radical movimento separatista. O objectivo dos muçulmanos, é islamizar completamente o Sul da Tailândia que compreende as regiões de Narathiwat, Yala e Pattani, exterminar a religião budista e erradicar os budistas daquele território.
Entretanto, a religião da paz matou mais quatro pessoas na Rússia. O que é que seria uma semana de um país infestado pelo islão sem uma explosão assassina?
Entretanto, a religião da paz matou mais quatro pessoas na Rússia. O que é que seria uma semana de um país infestado pelo islão sem uma explosão assassina?
Tuesday, January 25, 2011
Moscovo: O Jogo do Empurra.
Será que a Rússia e o Mundo já esqueceram as crianças massacradas pelo islão em Beslan? Pelos sinais que nos chegam já.
Enquanto no Ocidente a comunicação social que "leva a água ao moinho" do islão se recusa a utilizar a expressão "islâmico" seguida da palavra "terrorismo", preferindo referenciar os autores do atentado com eufemísmos do género, "separatistas do Caúcaso", em Moscovo começou a "dança do empurra".
Culpa-se a polícia, culpa-se a segurança, culpa-se o Primeiro-Ministro e o Presidente, culpa-se tudo e todos menos aqueles que devem ser culpados - OS MUÇULMANOS - que estão só na origem de todos os atentados terroristas ocorridos na Rússia desde a queda da União Soviética.
Fazer de conta que não são os muçulmanos que realizaram mais esta carnificina (a única realização material do islão é o assassínio e o genocidio) é massacrar pela segunda vez as centenas de crianças da escola em Beslan.
O melhor tributo que se pode fazer às famílias e ás crianças assassinadas pelo islão em Beslan, mais ás dezenas de vitímas do Teatro em Moscovo, mais ás dezenas de vítimas do aeroporto de Domodedovo, mais ás dezenas de vítimas de Londres, mais ás centenas de vitimas de Madrid, mais aos milhares de vitimas das Twin Towers, mais às centenas de passageiros nos aviões do onze de Setembro, mais às centenas de milhar de vítimas do Darfur, mais aos milhares de vítimas dos tailandeses do sul, mais aos milhares de vítimas dos israelitas, mais às dezenas de vítimas dos turistas no Egipto, mais ás centenas de vítimas dos Cristãos Coptas, mais ás centenas de vítimas em Bali, mais a todos aqueles que foram e são assassinados, violados, massacrados, submetidos ao obscurantismo e ás trevas do corão....o melhor tributo á sua memória é derrotar o islão por todos os meios ao alcance da humanidade.
O melhor tributo que se pode fazer às famílias e ás crianças assassinadas pelo islão em Beslan, mais ás dezenas de vitímas do Teatro em Moscovo, mais ás dezenas de vítimas do aeroporto de Domodedovo, mais ás dezenas de vítimas de Londres, mais ás centenas de vitimas de Madrid, mais aos milhares de vitimas das Twin Towers, mais às centenas de passageiros nos aviões do onze de Setembro, mais às centenas de milhar de vítimas do Darfur, mais aos milhares de vítimas dos tailandeses do sul, mais aos milhares de vítimas dos israelitas, mais às dezenas de vítimas dos turistas no Egipto, mais ás centenas de vítimas dos Cristãos Coptas, mais ás centenas de vítimas em Bali, mais a todos aqueles que foram e são assassinados, violados, massacrados, submetidos ao obscurantismo e ás trevas do corão....o melhor tributo á sua memória é derrotar o islão por todos os meios ao alcance da humanidade.
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Monday, January 24, 2011
Islão Ataca Moscovo
Moscovo, 24 Jan (Lusa) - Uma forte explosão no Aeroporto Internacional Domodedovo, em Moscovo, provocou hoje pelo menos trinta e um mortos e mais de uma centena de feridos, anunciou o Ministério da Saúde da Rússia.
A cabeça do terrorista foi já recuperada e... surpresa! Pela aparência parece tratar-se um árabe.
Testemunhas citadas por agências russas referiram que o número de mortos pode chegar aos 70, enquanto uma representante do Ministério da Saúde russo disse que pelo menos 20 dos feridos se encontram em estado grave.
Segundo testemunhas citadas pela imprensa russa, a explosão ocorreu na zona de recolha de bagagens, mas as autoridades alfandegárias afirmam que terá ocorrido num café situado na zona da saída do setor internacional do aeroporto.
As autoridades enviaram para o local mais de 20 ambulâncias para transporte dos feridos e os bombeiros encontram-se no local a combater o incêndio provocado pela explosão.
Fontes policiais citadas pela agência Interfax, indicaram que a carga explosiva teria sido acionada por um suicida.
O Serviço Federal de Segurança (FSB, ex-KGB) da Rússia confirmou ter-se tratado de um atentado terrorista, mas não avança a forma como foi acionado o explosivo.
Os serviços secretos ordenaram o reforço das medidas de segurança nos restantes aeroportos de Moscovo e a polícia reforçou fortemente as medidas de segurança na capital russa.
Testemunhas no local citadas por estações de rádio, dizem que muitas pessoas se encontram deitadas no chão do aeroporto, onde a visibilidade é má devido ao fumo e que houve pânico entre os numerosos passageiros que se encontravam no edifício.
A polícia continua a evacuação do edifício do aeroporto e encerrou o movimento de aviões, estando os voos a ser desviados para outros dois aeroportos de Moscovo.
Saturday, January 22, 2011
Allah Is Dead
A partir do próximo mês de Fevereiro já se pode adquirir o livro de Rebecca Bynum, intitulado, "Allah Is Dead: Why Islam Is Not A Religion.
Aqui no Neuromante, bem como em centenas de sites da Resistência contra a islamização do mundo Ocidental, temos defendido a tese de que o Islão não é mais do que um sistema político-ideológico totalitário que veste as roupagens de religião. Na realidade o islão é uma prisão, e todos aqueles que lhe tentam escapar são, na maior parte dos casos, assassinados.
Os interessados em reservar desde já o livro da Amazon aqui.
Wednesday, January 12, 2011
A Guerra Contra A Cultura Ocidental (2)
Em 1982 al-Faruqui no seu livro acerca da umma escrevia:
"a palavra umma não é traduzível, não é sinónimo de "povo", ou "nação", ou "estado". O seu território não é só toda a Terra mas também toda a criação. Não é restrita também a qualquer raça....A umma é uma espécie de "Nações Unidas" com uma ideologia forte e compreensível, um governo-mundial e um exército mundial para fazer valer as suas decisões. A umma é a ordem social do islão, e o movimento que visa concretizar os seus objectivos, é a jihad."
Algumas páginas á frente, Faruki descreve a missão universal da umma:
" Ela existe apenas como um instrumento do divino para encontrar concretização no espaço e tempo. Ela constitui a matriz da revelação definitiva de deus, o instrumento da sua vontade, o ponto onde o divino encontra o cosmos, e aqui o cosmos é lançado na sua infinita marcha em direcção ao cumprimento do propósito divino. Como o corão o coloca elequentemente, a umma existe para que a palavra de deus seja suprema". Deus nos livre, digo eu.
Os princípios da islamização do conhecimento tem avançado nas escolas europeias, especialmente naquelas com uma maioria de estudantes muçulmanos. Na Inglaterra, a Muslim Educacional Trust, exigiu um regime específico baseado nas regras islâmicas para as crianças muçulmanas nas escolas, e a revisão dos conteúdos curriculares considerados não-islâmicos. Os muçulmanos também exigiram que professores dos países árabes fossem trazidos para ensinar árabe aos filhos dos árabes, e o árabe fosse ensinado na Europa como qualquer outra língua europeia. Isso é que era bom né?
Nos EUA em 1994, os professores foram iniciados em educação islâmica através do programa Strategies and Stuctures for Presenting World History, publicado pela Council on Islamic Education (CIE).
Este programa, editado em livro, clama por um escrupuloso exame dos livros escolares a fim de se certificar que estão de acordo com a perspectiva islâmica da História universal. Strategies and Structures rotula os historiadores ocidentais e os cientistas de triunfalistas, autoritários e mentes fechadas. Afirma que os ensinamentos ocidentais victimizam os imigrantes e defende uma cosmovisão elitista que inculca uma perspectiva miope de outras sociedades, difundindo assim velhas ideias, - "velhas suposições, abordagens antigas e velhos factos" - baseados em fracas investigações que conduzem á superficialidade e ao preconceito cultural. Os novos livros escolares devem eliminar esta estreita e egocêntrica perspectiva ocidental, e serem corrigidos com o conhecimento e cosmovisão islâmicas.
De uma maneira esperta, este revisionismo histórico foi inoculado no meio de cultura intelectual receptivo dos meios académicos esquerdistas do relativismo cultural, de ambos os lados do Atlântico. Proliferando como bactérias em agar, esta ideologia tornou-se dominante, primeiro nos meios académicos, extravasando depois para outros sectores da sociedade, como os da comunicação social e da política. O desdém e a difamação da cultura ocidental, quer pela extrema-esquerda política, quer pelos mass-media jogando em sintonia, tornou-se única e absoluta, afastando e censurando do espectro comunicacional qualquer opinião contrária. O insulto fácil, ampliado por uma comunicação social sempre colaboracionista, anulou todas as vozes cientificamente autorizadas que se poderiam opôr a este visão da História e da Cultura Ocidental. Conscientes ou não, os novos "historiadores" promovem a visão torpe e depreciativa do Ocidente plasmada por Edward Said no seu radical livro escrito em 1978 chamado Orientalism; bem como da representação que al-Faruqi faz do islão como sendo a matriz do judaísmo e do cristianismo e a fonte de todas as profecias ...apesar de ter aparecido muito mais tarde na História. Edward Said, um cristão que cresceu no Egipto e que se reinventou a si próprio mais tarde como um refugiado palestiniano declarou "que todo e qualquer europeu, naquilo que poderia dizer sobre o Oriente, é consequentemente um racista, um imperialista e quase que totalmente etnocêntrico."
Esta visão tornou-se prevalecente e na Europa e mais concretamente na Comissão Europeia, com as consequências que estamos assistir. A tranformação da Europa num espaço ideológico-geográfico denominado Eurábia.
Os nossos filhos e netos não nos vão perdoar porque vão ter que combater...Não vão compreender como sucumbimos tão facilmente ás tretas de uns atrasados barbudos islamo-fascistas e de uns esquerdistas infantis... a tender para o senil, como diria Vasco Pulido Valente. E vão ter que combater... pela liberdade que no presente lhes estamos a negar.
Wednesday, December 29, 2010
Dinamarca: Islão Ataca de Novo.
A fita usual: Aderentes da "Religião da Paz" planeavam explodir com a sede de um jornal dinamarquês, que teve a audácia de publicar uns cartoons os quais fiéis islâmicos não apreciaram. O primeiro objectivo de mais uma acção terrorista do islão era matar o maior número possível de não muçulmanos. Cinco mouros foram presos numa operação da polícia dinamarquesa com a colaboração da polícia sueca, que permitiu impedir que o ataque iminente se consumasse. Os serviços de inteligência dinamarqueses prenderam quatro homens em dois raids nos subúrbios da capital, Copenhaga, tendo apreendido uma metralhora, um silienciador e munições. A polícia sueca comunicou por sua vez, ter prendido um homem de origem tunisina. Mais prisões podem ocorrer nas próximas horas, uma vez tudo leva a crer que os detidos fazem parte de uma mais vasta rede terrorista. Um dos presos na capital dinamarquesa, é um iraquiano que procurava asilo político.
O grupo planaeva entrar no edifício do Jyllands-Posten e matar o maior número possível de pessoas ali presentes.
Os fundamentalistas dispostos a cometerem actos de barbárie terrorista são mais do que as mães. Esta é mais uma prova de falta de controle colectivo da raiva por parte dos muçulmanos firmemente radicado no corão, fonte do supremacismo islâmico e da violência para o conseguir.
Wednesday, December 22, 2010
Bom Natal Para Todos.
Pelos cristãos perseguidos pelos muçulmanos em todo o mundo.
Segundo o jornal The Telagraph, só uma igreja em Baghdad, é que vai ter uma celebração de Natal, devido ao medo que os cristãos iraquianos têm, em ser assassinados ou feito prisioneiros, como aconteceu recentemente com o assassínio colectivo de dezenas de paroquianos. É de lembrar que desde então 1 000 famílias cristãs abandonaram o país devido á intolerância religiosa made in Islam.
Cinco muçulmanos incendiaram a Igreja de Nossa Senhora da Salvação, em Baghdad, matando dois padres e cerca de cinquenta pessoas. Agora a Amnistia Internacional avisou que um surto de violência pode estar iminente e abater-se sobre os cristãos na época natalícia. Devido ao medo, só quarenta pessoas assistiram á missa na Igreja da Nossa Senhora da Salvação no último domingo. Por entre os cânticos sacros daqueles cristãos corajosos, podiam ainda ver-se as marcas das balas islâmicas nas paredes do templo e o sangue derramado pelos inocentes massacrados.
Nós por cá no Ocidente ainda vamos podendo celebrar o Natal em liberdade, apesar das ofensas dos esquerdismo militante dirigidas a quem o Natal significa uma época especial do ano, e do Politicamente Correcto, que impede já, em numerosas zonas da Eurábia, que se deseje publicamente Merry Christmas para não ofender os muçulmanos.
É preciso ter topete.
Sunday, December 19, 2010
Sudão: O islamismo em acção.
Filme perturabador do dia-a-dia no mundo islâmico. Uma mulher vai ser punida segundo a lei da sharia.
Sádicos fascistas!
Sádicos fascistas!
A comunidade internacional continua a assobiar para o lado no Darfur. Para os fracos de memória, o Darfur é uma região rica do Sudão, cujas populações, maioritariamente animistas e cristãos, foram desalojadas e massacradas pelos árabes sudaneses. O número de mortos ultrapapassa bem o meio milhão.
O presidente Bashir do Sudão tem um mandado de captura emitido pelo International Criminal Court acusando-o de genocídio. Mas aquele criminoso continua a passear-se entre países amigos que por coincidência são sempre países muçulmanos. Os direitos humanos e as acusações de genocídio parece não significar lá grande coisa para os dirigentes desses países. Aliás, a própria União Africana e a Liga Árabe protegem-no, com todo o apoio e compreensão declaradas da Organização da Conferência Islâmica. Democratas de longa data...né?
Agora o regime islâmico de Cartum planeia a islamização final do que resta do Sudão com uma dose acrescida, diria mesmo cavalar, de imperialismo árabe. Este plano conduzirá ao genocídio cultural para os não falantes árabes e para todos os não muçulmanos que "serão subjugados" de acordo com 9:29 do Corão, que os obrigará a converterem-se ou a bandonar as suas terras e o país.
O Norte do Sudão reforçará a sharia, lei islâmica, se o Sul se separar como resultado do referendo a realizar no próximo mês, garantiu o presidente Omar al-Bashir à BBC. O senhor Bashir afirmou que a constituição será modificada, tornando o islão a única religião, a sharia a única lei e o árabe a única lingua oficial. Segundo os observadores, estas afirmações servem para alarmar e chantagear os milhares de não muçulmanos provenientes do Sul do país, que vivem actualmente no Norte.
A imposição da sharia ao Sul não-muçulmano, foi uma das razões que conduziu a uma longa guerra civil que acabou com o tratado de paz de 2005. De acordo com este tratado, a lei da sharia era afastado do Sul e seria reconhecida a diversidade cultural e social dessa região. Este tratado não passou de um truque baixo. De facto o que se passa é que as forças islâmicas do Norte estão-se a reagrupar e a reforçar militarmente com a ajuda da China. É preciso ser-se muito ingénuo para acreditar em qualquer oferta muçulmana.
O presidente Bashir garantiu que "a diversidade cultural não tem razão de ser quando a nova constituição entrar em vigor se o Sul se tornar independente."
As práticas islâmicas são brutais no que particularmente toca às mulheres. Activistas dos direitos humanos acusaram a polícia de brutalidade e acrescentaram que cerca de 600 000 chicotadas são anualmente disferidas às mulheres sudanesas. "Se são chicoteadas segundo a lei da sharia, não há investigação. Porque é que as pessoas ficam envergonhadas? Isto é a lei da sharia", comentou o Presidente Bashir.
Claro que os "bons" muçulmanos não têm nada que ficar envergonhados com a brutalidade da lei da sharia em acção. Qualquer um que fique envergonhado com chicotear as mulheres em público só pode ser um apóstata. E sabemos como é que o islão trata os apóstatas...
Friday, November 12, 2010
Lavagem ao Cérebro de Criança de Pais Muçulmanos.
Why do we accept its self-definition as one thing, when it acts in every measurable way as another? What other 'religion' currently has soldiers in the field fighting our troops? What other religion calls for genocide? What other religion celebrates the deaths of thousands of innocent civilians? Obviously, none. Islam is unique."
Uniquely incompatible with civilization.
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