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Sunday, March 6, 2011

A Natureza dos Árabes e do Islão.(1)


"O medo muçulmano do mundo exterior, reflete ainda hoje, o medo dos beduínos do ambiente que os rodeava - o deserto. Era, e continua a ser, o medo do desconhecido. Em ordem a triunfar sobre o deserto e sobre o desconhecido, criaram um ogre, Alah,  maior do que os seus medos, na esperança de que o ogre fosse  capaz de os proteger deles, e oferecer-lhes um grau de segurança. Mas quando eles criaram o ogre, ele só veio unicamente substituir o medo existente, por outro ainda maior.
Todos os versos corânicos que descrevem o paraíso, retratam-no como tendo rios fluindo através dele. O deserto é muito exíguo em água, e a morte pela sede era um dos maiores perigos do desconhecido. A promessa dos rios, enviava uma mensagem de segurança e respondia ao medos profundos da morte pela sede. O deserto, ainda hoje, possibilita poucas colheitas, produz pouco, e fornece quase nada de comida. Por outro lado, o islão prometia e promete ao seus seguidores, jardins de tamareiras, uvas e todo o tipo de fruta. Não obstante, a fruta e a comida é menos enfatizada no corão que os rios, porque o medo da morte pela sede era bastante maior do que o medo da morte pela fome. O paraíso islâmico, assume o disfarce das necessidades existênciais. Ele aparece na forma de rios e de fruta, fornecendo assim segurança para os beduínos que temiam a morte pela sede e pela fome.
O ataque e a invasão, foram também  fontes importantes do medo da morte, mas ao mesmo tempo garantia o único meio de sobrevivência. As tribos combatiam-se na busca de água e comida. Os beduínos não conheciam um único momento de segurança. Os livros da História árabe estão recheados, até rebentarem, das descrições de ataques e de como as tribos forjavam e fomentavam disputas justificativas dos seus actos de agressão. A invasão servia, simultâneamente, como fonte de medo e de sobrevivência. Cada tribo tinha medo de ser atacada e sentia-se segura quando tinha a oportunidade de atacar.
Ser invadido ou atacado significava um incremento das condições de privação e da pobreza para a vítima, enquanto que para os responsáveis pelo ataque era uma fonte de saque e pilhagem. Então o islão chegou e tentou normalizar e regular os ataques, as invasões, as pilhagens, os saques....os assassínios, justificando as cargas bélicas do profeta e dos seus seguidores, mas condenando e proibindo os ataques dos outros. Se abrirem um qualquer livro do Maomé em árabe, a primeira coisa que lerão são as expedições bélicas do profeta. A cada uma destas invasões foi atribuído um nome próprio e foram descritas em detalhes elaborados. O leitor facilmente compreenderá que o principal objectivo desses ataques era conquistar e dividir o saque.
O islão tentou justificar estas invasões em nome da morte por Allah, o ogre. Não obstante, não conseguia disfarçar o objectivo fulcral, o qual era na verdade, o ganho pela pilhagem. O corão menciona a pilhagem mais do que uma vez. Não o proibe, pelo contrário, ele confere ao profeta um quinto do saque, de tal maneira que os seus seguidores não ficariam frustrados com a dimensão do seu quinhão. Vem plasmado no prório alcorão:
"E saibam que todo o saque que possam conseguir (na guerra), uma quinta parte é atribuída a Allah e ao seu mensageiro, e aos seus parentes próximos, aos necessitados e aos viajantes" (8-41).
Maomé não dava hipóteses de argumentação aos seus seguidores na divisão dos despojos, e então sugeriu que fossem dividos por cinco, sendo um quinto para ele e para Alah. Para evitar protestos, o quinhão dele era justificado como propriedade de Alah.
Aqui, uma vez mais, vemos o instinto de sobrevivência a desempenhar um papel decisivo nos ensinamentos e no papel do islão, o qual emergiu num ambiente dominado pela sombra do desconhecido, onde a morte pela fome e pela sede eram uma ameaça constante aos seus habitantes. Outro dizer atribuído a Maomé confirma: "o assassino tem o direito aos despojos", o que significa, que quando um muçulmano mata um não-muçulmano, tem o direito a despojá-lo. Este hadith causou difenças de opinião entre os muçulmanos. Alguns perguntavam-se de como é que o assassino tinha direito aos despojos quando o corão ordena que o saque seja dividido em 5 partes.
Numa tentativa de chegar a um compromisso entre as diferentes opiniões, alguns sugeriram que se houvesse pouco para pilhar, os despojos pertenceriam ao assassíno, enquanto que se os despojos fossem consideráveis, teria que ser dividido em 5 partes."
In A God Who Hates de Wafa Sultan

Como vemos, o Islão, desde a sua origem, é uma ideologia-religiosa e um manual prático que regula, o assassínio, a guerra e a pilhagem.

Sunday, February 27, 2011

A God Who Hates



Nestas últimas semanas,  a propósito dos acontecimentos "revolucionários" na rua árabe, temos ouvido e lido uma quantidade de disparates sobre o islão, as sociedades muçulmanas e sobre os muçulmanos, que no mínimo, podemos concluir, que a maior parte dos "fala-barato" e escribas, não faz a mais pálida ideia de que estão a prá alí a falar ou a escrever. E sobretudo no que se estão a meter. A este propósito, o ministro Amado dos Negócios Estrangeiros anda, nas últimas semanas, num frenezim tolo, na tentativa de que convencer a Europa a pagar as revoluções árabes, a ressuscitar o aborto da União Mediterrânica proposto há uma par de anos por Sarkozy, e a escancarar, se ainda mais for possível, as portas da Europa à imigração muçulmana. Percebemos que os acontecimentos "da outra margem" são uma benção para governo, pois servem para desviar a atenção da opinião pública, da Banca Rota Sócrates. Ainda assim, o Ministro Amado, vai mais longe no "assistêncialismo" aos árabes, no aprofundamento da Eurábia, e na destruição (por ingenuidade quero crer) da Europa, do que o radical alemão Joschka Fischer. Por tudo isto e muito mais, aconselho vivamente que leiam o livro da psiquiatra Wafa Sultan, que dá nome a este post.
Wafa, nascida na Síria, descreve a doente sociedade islâmica de uma maneira, que só o conhecimento adquirido de quem lá nasceu e sobreviveu, o pode fazer.
Deixo aqui alguns excertos:

" Em qualquer relação interpessoal, que um muçulmano conduz com um não-muçulmano, voluntariamente ou por necessidade, o muçulmano fica sempre na defensiva, preparado para o choque com elementos desconhecidos que esta relação lhe possa trazer. O muçulmano assume esta posição defensiva devido ao medo que sente do outro, e das suas dúvidas relativamente á pureza das suas intenções. Tal relação, independentemente de quão profunda ou firmemente estabelecida, nunca pode atingir o ponto a partir do qual permita ao muçulmano confiar no outro e gostar dele.
O muçulmano concordará em estabelecer tal relação numa das duas situações possíveis: promover os seus interesses ou prejudicar os interesses do outro.  Quando essa relação se impõe sobre o muçulmano, ele vai mostrar a capacidade de esconder os seus sentimentos. Eu costumava-me envolver em autênticas batalhas verbais com alguns dos meus expatriados amigos muçulmanos aqui, especialmente com a suas atitudes contra os americanos e contra a cultura americana, e gostaria de ficar surpreendida pelas suas aterradoras opiniões, que revelavam ressentimento suficiente, para destruir, não só as torres do World Trade Center, mas toda a América. Mas se um dos meus conhecidos americanos aparecesse, enquanto eu estava na companhia de tal pessoa ressentida, numa fracção de segundo, ele, o muçulmano, tornar-se-ia mais americano do que o Abraham Lincon.
Num dia, eu conduzia a partir de La Jolla em S. Diego para Riverside com Amal, uma minha amiga  iraquiana, que vivia neste país há não mais do que 3 anos. Ela e a sua família fugiram da repressão de Saddam Hussein sobre os xiitas no Sul, refugiando-se na Arábia Saudita onde não foram bem-vindos. Partiram dali, depois da embaixada americana ter respondido positivamente a seu pedido de imigração.
Na entrada da rua em direcção à casa dela, passámos por um homeless transuente. A minha amiga iraquiana olhou para mim e disse em tom de troça: "Olha para aquele pedinte. Esta é a América pela qual tú estás louca?"
Eu respondi-lhe: "Minha querida, tú realmente julgas que isto, é tudo que a América tem para oferecer?
Esta não foi a minha primeira diferença de opinião com Amal sobre as nossas atitudes para com a América e a sua cultura.
Amal trabalhava numa famosa companhia americana. Uma vez, numa festa em que fui convidada, eu conheci a chefe do departamento onde Amal trabalhava, uma senhora culta e refinada. Durante a nossa longa conversa, tocámos no tópico da imigração e nas dificuldades enfrentadas pelos imigrantes quando se mudam para um novo país, e fiquei surpreendida ao ouvi-la dizer: O que eu mais gosto em Amal é o seu amor por este país, a sua grande admiração pelos valores americanos, e a sua gratidão pelo que este país lhe deu". Eu assenti com a cabeça em concordância, enquanto uma voz dentro de mim murmurava: " Pobres americanos! Se vocês soubessem o que Amal pensa dos Estados Unidos, se vocês soubessem o quanto estão cavar as vossas próprias sepulturas com a vossa ingenuidade!"

Sunday, February 6, 2011