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Friday, April 27, 2012

Alvos Legítimos



Simplificando, (a realidade é mais complexa) a guerra que grassa no mundo ocidental, é ainda só uma guerra de palavras, ditas ou escritas, e de votos nas eleições entre dois campos distintos. 
Uma das trincheiras é toda-poderosa na artilharia dos recursos comunicacionais que dispõe e é ocupada pelos partidos da esquerda, extrema-esquerda, centro-político, eco-fascistas do aquecimento global, muitos psicólogos, antropólogos, sociólogos e outros psicopatas. É o campo do também do multiculturalismo e do relativismo cultural, e dos amigos da islamização da Europa (e não só). É o campo também da destruição da Escola pelas experiências pedagógico-burocratas mais ou menos igualitárias na ideologia.
É o campo da alegada diversidade, embora na realidade é o pensamento único neo-marxista que ali floresce.
 A capacidade de propaganda de que dispõe é colossal. A maioria dos meios de comunicação e seus agentes, quer por interesses económico-financeiros quer por interesses ideológicos, situa-se neste campo e é parte integrante e muito activa no bombardeamento comunicacional da esfera inimiga. Um exemplo deste comportamento está nas estações de televisão portuguesas. Nas infinitas e entediantes mesas redondas de palavreado político está, normalmente, presente um representante das causas fracturantes do Bloco de Esquerda. Ora acontece que este partido não passa de um grupelho com uma votação de 5% mas a sua visibilidade comunicacional é muito maior do que a do CDS que teve muito mais do dobro dos votos, rivalizando até, com os grandes partidos do centro político na captura hertziana de eleitorado e simpatia.
O outro campo ocupa uma trincheira pequena mas que está a crescer rapidamente. É considerado pelo esquerdume, o campo da extrema-direita populista. Na realidade, é uma força de anónimos e pessoas vulgares que se opõe à islamização, aos devaneios aquecimentistas dos eco-fascistas, á globalização chinesa, à destruição das culturas e das nações pelo tratado de Schengen e pela União Europeia. É o campo daqueles que não são ouvidos nas suas angústias e medos. É o campo daqueles que são tratados como racistas e fascistas se levantarem uma qualquer questão não politicamente correcta e portanto não prevista pelo campo que se diz defensor da diversidade.
A guerra de palavras está acesa e mais cedo ou mais tarde vai descambar para uma guerra civil na Europa. Convencidos do seu poder esmagador, o esquerdume está-se a preparar para passar das palavras aos actos. Cá em Portugal, é publico e notório, os apelos à acção, revolução, à insurreição, ao golpismo e ao caos mais ou menos grego, por parte de forças bem definidas nesta área política.
A esmagadora maioria dos jornalistas não se situa na terra de ninguém entre as duas trincheiras. Não relatam com objectividade e imparcialidade os eventos históricos de ambos os lados da fractura. Pelo contrário, os insultos, o tendenciosismo descarado das suas peças jornalísticas são também obuses para o campo do inimigo. No entanto, pretendem não sofrer as consequências da sua militância e da sua participação no fragor da batalha.
O direito á notícia não se pode confundir com as opções políticas dos jornalistas. Por isso, neste momento, a maioria dos jornalistas são também soldados. E como tal alvos legítimos.




Sunday, November 27, 2011

National Pornographic

Assisti ontem a um documentário da National Geographic sobre as cruzadas, se assim se pode chamar a uma peça de deliberada predilecção pelo masoquismo recalcitrante. Toda a narrativa passou muito para além da habitual caracterização dos cruzados e da fé cristã. Não só os epítetos normais do revisionismo histórico estavam lá todos (os cruzados não eram mais do que fanáticos duma religião impiedosa, porcos de uma falta de higiene doentia, injustos, selvagens e estúpidos) mas também, pela primeira vez, assisti a um acto transmitido, por uma instituição ocidental, de elogio e apologia á lei da sharia.

Tal documentário foi um miserável acto de proselitismo pro-islâmico.
 Para resumir, a ideia central da ficção, era a de que Saladino era um nobre e um justo cavaleiro, e que tal nobreza e justiça foi o resultado directo da sua obediência á sharia, a lei islâmica. Por simples transitividade, a lei da sharia encerra, portanto, intrinsecamente, justiça e nobreza. Quem diria?
Claro que as fontes do programa na caracterização de Saladino, foram as do biógrafo particular dele mesmo, um tipo embrenhado na lei da sharia até á medula, mas isso pareceu não incomodar os realizadores e produtores do manifesto. Serem alarvemente tendenciosos não envergonha os jornalistas da actualidade. Bem pelo contrário, é um orgulho para eles servirem a causa islâmica como bons dhimmis que são.
 O facto de que a lei islâmica de protecção aos povos do Livro, exigia que se subordinassem a um estatuto de inferioridade dhimmi, foi completamente atirado ás urtigas e só o pagamento de uma taxa, a jizya, foi referido como se tratasse de um imposto vulgar.
Apesar da interpretação sentimentalona de alguns modernos historiadores ocidentais, havia aqui muito pouco de generosidade e muito de pragmatismo oportunista. A pilhagem e a Jizya eram as principais fontes de rendimento da civilização islâmica, na época e não só. Por contraste, para além do mundo islâmico, a Dar al harb, a casa da guerra, todas as estruturas não islâmicas e individuais eram e são consideradas alvos legítimos de ataque, e de guerra santa contra os infiéis. É o que acontece hoje em todo o mundo não islâmico. Dos USA, á África, da Europa á Rússia, de Israel á Tailândia e á China. A jihad é mandatária e obrigatória para qualquer muçulmano.
No referido programa, escamoteou-se completamente a raiva e o ódio com que os muçulmanos pilhavam, escravizavam e matavam inúmeros peregrinos cristãos apanhados em devota peregrinação á Terra Santa. Pormenores destes não interessam nem ao menino Jesus e muito menos áqueles que servem a propaganda islâmica nas nossas sociedades ocidentais.
Continuando na História,  os ataques por parte dos muçulmanos, não se ficavam só pelas pessoas que seguiam em viagem religiosa. Os islâmicos invadiam, pilhavam e incendiavam as igrejas cristãs da área e (ainda hoje acontece no Egipto), no séc XI conquistaram a Palestina.
Fazendo uma breve retrospectiva histórica, só desse tempo, o leitor pode ficar a saber que:
Em 640-646 os islâmicos atacaram o Egipto a Palestina e Tripolitania, tudo mundo cristão.
Depois seguiu-se o Iraque, a Siria e novamente a Palestina, tudo terras e povos cristãos.
A Arménia muito cristã sofreu em 642.
Depois Chipre, as ilhas Gregas e a Anatólia, tudo isto entre 649 e 654. A Cilicia e a Cesareia de Capadócia em 650.

A Capadócia foi invadida e submetida aos califas Sulayman e Umar II entre 715 e 720.

 Espanha, Portugal e França foram invadidos (793-860). Em 838 Amorium na Anatólia caiu e a Arménia sofreu sobre o califado de al-Mutawakkil.

A Sicília e a Itália foram invadidas entre 835,  851 e em 884.

A jihad capturou e pilhou Tessalónica em 904. A mesopotâmia sofreu invasão dos turcos no séc XI e a pilhagem de Melitene em 1057.

A Anatólia e a Geórgia foram novamente invadidas no séc XI e XII.
A Siria e a Palestina no séc XI foram assaltadas e tomadas definitivamente.
Só depois de toda esta destruição e sofrimento humanos provocados pelo islão é que chegaram os cruzados.

Wednesday, March 30, 2011

A Comunicação Social Europeia Mente.

Os jornais e noticiários da comunicação social europeia estão prenhes de Ricardos Garcias. Alarmistas e mentirosos quanto baste, vão pregando, para os incautos acreditaren que o apocalipse está ao virar da esquina. Foi o buraco do ozono, o falecido aquecimento global, agora a modinha é  a radiação proveniente de Fukushima. Tudo serve para incutir medo nas populações.
Deixo aqui um excelente texto do blog Regresso-a-Itaca sobre este assunto:

Máscaras, mascarilhas, medo nuclear e a rainha Santa Isabel

"Mais de duas semanas depois do sismo de 11 de Março, a grande preocupação que chega à Europa é a radioactividade. O problema existe? Sem dúvida que sim. Mas longe, muito longe, da forma como é retratado na comunicação social europeia. Alguns dados objectivos para sossego lontano: o nível de radioactividade em Tóquio é, apesar de acima do que era antes do problema com a Central de Fukushima, muito baixo. A semana passada, o nível em Tóquio era equivalente a algumas capitais europeias e mesmo abaixo de algumas delas. Para os mais desconfiados, acrescento que são dados de medições europeias e não japonesas.

Isto é notícia? Não é. E como não há nada de mais excitante (uma guerrazita na Líbia não vende tão bem como um "apocalipse nuclear" - palavras da Newsweek a cavalgar declarações bombásticas de responsáveis bruxelenses), eis agora que a excitação anda em torno das pessoas em Tóquio que usam máscara.

A ver se nos entendemos com isto: em Tóquio, e na Ásia em geral, o uso da máscara no espaço urbano generalizou-se há muito. Em primeiro lugar por causa do receio de vírus e doenças (a célebre gripe SARS teve um papel fulcral aqui). Depois, por uma questão de civismo. Qualquer pessoa que esteja constipada ou numa ressaca de gripe põe de imediato uma máscara para evitar contaminar quem está à volta (as pessoas aqui vivem muitas vezes compactadas no metro ou no local de trabalho). Depois, de há uma semana para cá, viu-se, efectivamente, um aumento das máscaras. Medo do nuclear? Não. Medo do pólen. A primavera está a começar em força, há milhares de flores a despontar e há nuvens de pólen que provocam alergias. Para se protegerem, as pessoas usam a máscara preventivamente, em vez de se enfrascarem em anti-estamínicos posteriormente. Finalmente: uma revista trazia outro dia (antes do terramoto) uma reportagem onde se explicava que o uso desta máscara se tornou uma espécie de moda entre grupos de adolescentes e jovens, um sinal de tribo, marca distintiva que confere ao grupo um signo próprio e que mascara uma timidez por vencer.

Por isso, quando virem prosa debitada por pena europeia que descreve um povo amedrontado pelo inimigo invisível que vem de Fukushima, desconfiem. Não é o nuclear. Como diria a rainha Santa Isabel: são as rosas, Senhor."

Monday, March 14, 2011

Onde Páram Os Canários?

Enquanto a Sky News, e outras estacões internacionais, emite continuamente sobre a tragédia japonesa, dando-nos a oportunidade de acompanhar todos os desenvolvimentos quase em directo, as televisões portuguesas, com principal destaque para a SIC Notícias, entretêm-se com o futebol indígena, a manifestação da Geração Apertada e com a obsessão da crise. Com a excepção de curtas peças nos noticiários de maior audiência, o que se passa no Japão é olimpicamente omisso. Fosse a tragédia num qualquer pardieiro terceiro mundista, como o Haiti por exemplo, teríamos directos, como foi o caso, não jornalísticos, mas pseudo-humanitários de um tipo de informação piegas, que se aproxima mais do raio de acção de uma qualquer ONG do que de jornalismo objectivo.

Neste particular, e não só, o poder político instalado, acompanha a mediocridade e o provincianismo da comunicação social portuguesa. Para o Japão, não foi, tanto quanto eu sei, accionado qualquer tipo de apoio ou manifestado qualquer tipo de solidariedade por simbólica que fosse. O corpo especial de aves canoras, os Canarinhos, que tão activos estiveram no terramoto do Haiti, acompanhados por especiais televisivos e por Ministros em pose grave, desta vez ficou na gaiola. Fomos os primeiros europeus a chegar ao Japão. A memória histórica devia ser preservada-respeitada e os laços de amizade com o Japão poderiam ser, neste momento difícil para o país do Sol Nascente, aprofundados. Ainda por cima a ideia de Portugal no Japão está bem viva e os portugueses são por lá bem-vindos. A língua portuguesa também, graças a uma grande comunidade de japoneses nascidos no nosso país irmão – O Brasil.

Ao mesmo tempo que o sismo japonês centrou a atenção do mundo, o Coronel Kadafi aproveitou a coisa, para desancar nos revoltosos, que apesar de muitos Alás Akbares uivados, veêm já as tropas do Córónél às portas de Benghazi. E enquanto a Liga Árabe e alguns esquerdistas euárabes “engolindo sapos do tamanho de elefantes” apelam a uma No Fly Zone sobre a Líbia, numa demonstração de apoio “póstumo” à política de Bush, basta ver o "pourqui et porquoi" nos salões diplomáticos ocidentais, para concluir que ninguém vai levantar um dedo.

Em Israel, um palestiniano, uma besta cobarde, matou toda uma família israelita na cama enquanto dormia. Incluindo um bebé. Como resposta, o executivo israelita autorizou a construção de mais casas. E mais uma vez o jornal diário da extrema-esquerda portuguesa, o Público, tomando “as dores” dos palestinianos por suas, condenou a decisão de Benjamin Nethanyau

Sunday, November 28, 2010

The Economist... Requentado


Os editores da revista The Economist, no que trata á climatologia, são uns idiotas rematados...ou melhor, requentados.
 O objectivo geral da revista é ignorar todos e quaisquer factos que possam contradizer a sua obsessão editorial com o "aquecimento global" e agora eufemisticamente chamado "alterações climáticas". No ano passado, a The Economist publicou uma capa que dizia "Stop Climate Change". É como querer que a Terra pare de girar á volta do Sol. A questão surgiu na mesma altura em que as infra-estruturas fictícias do "aquecimento global" se desfizeram naquele enorme estrondo chamado Climatgate...cujo resultado foi o fiasco da última conferência das Nações Unidas, daqueles mentirosos encartados que se reuniram em Copenhague para impor a compra, venda e comércio de "créditos de carbono" sobre o mundo. Um ano mais tarde, a Bolsa de Chicago, que tinha sido criada para lucrar com o golpe, havia fechado suas portas.

Aparentemente, apesar das gritantes manchetes nos jornais britânicos, ninguém na The Economist estava ciente de que o Climate Research Unit (CRU) da Universidade de East Anglia, tinha elaborado uma das maiores fraudes científicas na história da ciência no Reino Unido, fraude essa destinada apoiar os desígnios warmers do IPCC. Será que os editores do The Economist aprenderam alguma coisa no ano passado?
Não. Na verdade, a capa da última edição diz precisamente: "Como viver com as alterações climáticas." Num ano, desistiram de "acabar com o aquecimento global" para a posição conformista de "viver com o aquecimento global". Num ano, os editores da The Economist passaram de estúpidos... a muito estúpidos.
Esta não é a idéia mais original dado o facto de que os seres humanos têm vivido com as mudanças climáticas desde que descemos das árvores há dois milhões de anos e começámos a andar erectos, desenvolvemos a linguagem...etc. Os Esquimós encontraram maneiras de sobreviver no Ártico. Os Polinésios aprenderam a viajar entre as ilhas do Pacífico. Em toda o lado civilizações vieram e foram. A agricultura foi introduzida para alimentar mais e mais pessoas que, por sua vez, preferiram viver nas cidades em vez de arar o solo. A arte e a ciência da guerra floresceu.
A The Economist centrou a sua atenção na próxima semana na "reunião das Nações Unidas sobre Mudança do Clima", o tema de uma conferência a ser realizada em Cancun, no México. A anterior conferência, em Copenhaga, naufragou na notícia de que nunca houve qualquer aumento significativo na temperatura da Terra. A única "prova" do "aquecimento global" poderia ser encontrado em práticas corruptas, em modelos de computador falsificados pelo CRU da Universidade de East Anglia. O presidente Obama teve mesmo que sair mais cedo por causa de uma tempestade maciça de neve que envolveu Copenhaga. Até mesmo o The Economist. teve de admitir que "na sequência da cimeira de Copenhaga, "há uma crescente aceitação de que o esforço para evitar uma mudança climática séria vai esmorecer."
Este tipo de artigos alarmistas são autênticos actos de criminalidade jornalística. Publicar mentiras descaradas deveria ser punido, mas o The Economist não é intimidado por algo parecido com a verdade. Estão longe de serem os únicos. Cá na paróquia os media mainstream padecem do mesmo mal. Nesta edição, a The Economist defende a peregrina "probabilidade" de que "a Terra será de pelo menos 3 graus Celsius mais quente no final deste século do que era no início da revolução industrial". É a podridão total.
Antecipando o festival de mentiras de Cancún, The Economist trauteia uma redistribuição maciça de riqueza dos países industrializados para aos países sub-desenvolvidos sob o domínio de déspotas, do islamismo, do comunismo...para sistemas que mantêm esses países sub-desenvolvidos e pobres.
Ao ser entrevistado recentemente, o oficial do IPCC, Ottmar Edenhofer, um economista alemão, sem rodeios, disse que: "É preciso libertar-mo-nos da ilusão de que a política climática internacional é a política ambiental".
Eu pergunto: Então o que é política de mudança climática realmente? É sobre como "nós de facto vamos redistribuir a riqueza do mundo ...." 
Isto soa-me ao paleio da cassete comunista habitual.

Wednesday, October 27, 2010

As "Elites" Pasmadas e o Rei Vai Nú.

Ora aí está! Conforme Neuromante previa, as declarações de Angela Merkel sobre a falência do modelo multiculturalista, levantaram um coro de protestos indignados dos demagogos sociais do costume. Por cá, o jornal Público destaca-se nesta "jihad" contra os "populistas" e "racistas" que cometeram só o erro de serem realistas, portanto de verem a realidade social europeia como ela de facto é. Pelo contrário, as Teresas de Sousa e os Paulos Mendes Pintos, continuam a meter a cabeça na areia e a imaginar coisas, oferecendo largo curso à dissonância cognitiva publicada e à paranóia de que padecem. Acossados pela desagregação de um conto de fadas de um mundo, que a ideologhia multiculturalista e as suas mentes floribélicas criaram , os ditos, atacam com ignorância fingida e com a seriedade da má-fé.
O primeiro truque ou erro como quiserem, que Paulo Mendes Pinto (PMP) utilizou para caracterizar o problema que o aflige na Europa, é o de misturar a integração dos imigrantes muçulmanos com imigração de pessoas não muçulmanas. Em primeiro lugar, como Director da Licenciatura em Ciência das Religiões de uma universidade portuguesa, devia saber que na Europa a maioria dos muçulmanos não se querem misturar e nem sequer se querem identificar com os valores sociais dos países de acolhimento. Nós europeus não muçulmanos somos kafir e daí ocuparmos um lugar muito baixo na escala social dos valores que esses muçulamos trazem ou passam ao seus descendentes. São eles que se auto-segregram que se auto-excluem que impõem um apartheid de que culpam os governos europeus. Não existe grupo religioso mais bem tratado na Europa. O sr. PMP tinha a obrigação de saber isto. Se não o sabe, é incompetente na função universitária que ocupa. Se sabe, é simplesmente um demagogo mentiroso e manipulador das consciências dos leitores daquele jornal.
Gerações de imigrantes portugueses, espanhóis, tailandeses, italianos, peruanos, caraibenhos, irlandeses, brasileiros, ucrânianos, etc, não sentiram estes problemas não criaram problemas de descaracterização da paisagem cultural e axiológica dos países europeus hóspedeiros, nem nunca foram sentidos como uma ameaça. E muitos, mantinham na intimidade das suas vidas as tradições dos países de sua naturalidade. Portanto a falência do modelo multiculturalista deve-se inteiramente á voluntária vontade da maioria dos muçulmanos em recusarem viver numa cultura que desprezam. Não se pode por isso falar em imigrantes, porque os imigrantes muçulmanos são um caso muito á parte.
Em segundo lugar, quanto vezes é preciso dizer que o islão não é uma raça. Existem muçulmanos brancos, louros e de olhos azuis. Outros são negros e ainda outros cor de azeitona verde. O islão abarca numerosas raças, portanto chamar racistas a todos aqueles que amam a liberdade e se opõem aos desígnios  colonialistas do supremacismo islâmico, é mais um erro deste senhor. Pobres estudantes de tal curso que estão a ser enganados sem o saberem...
Em terceiro, quem não fez o trabalho de casa não foram os suiços. Foi mesmo o sr. Paulo Mendes Pinto. Estudos realizados em diversos países da Europa mostraram claramente que os imigrantes muçulmanos não contribuem para qualquer aumento  de percentagem do PIB desses países, bem pelo contrário. A maioria vive das benesses e da gratuitidade da seguranças sociais desses países.
Em quarto, o sr. PMP acaba tão mitómano quanto começou nesta sua pobre opinião. Atira-nos para cima a ideia de que os portugueses são um povo que recebe bem os imigrantes. Infelizmente, conheço muitos casos em que cidadãos brasileiros e africanos foram muito mal tratados neste país.
Enfim, o desespero provoca alucinações em espíritos fraquinhos e em mentes, que apesar de adultas, ainda não aprenderam nada de História...nem de Camões...
"Todo o Mundo é composto de mudança
 Tomando sempre novas qualidades..."

Monday, September 20, 2010

Dedicatória



Este cartaz apesar de ser norte-americano, serve como uma luva ao jornal Público.
O jornal Público continua a sua saga particular contra todos aqueles que ousam ter ideias completamente diferentes do esquerdismo militante da sua linha editorial. Agora, para este jornal de referência bloquista, os suecos que votaram no SD são todos de extrema direita, nazis, fascistas, xenófobos e pensando bem, talvez até sejam ainda parentes de Eva Braun.
Sarkozy não é louro mas expulsou uns proxenetas ciganos, e aí está o Público com setinhas para cima e para baixo, colocando o Sarkozy na companhia de Himmler. Pamela Geller do Atlas Shrugs, para estes jornalistas, não passam de uma stripper islamofoba, enquanto Obama é uma espécie de ungido. E é assim que o Público, antes de mais, tem a lata de tratar com tal menoridade o público pagante.
Para estes tipos do jornal, todos os que têm coragem de dizer que as sociedades multiculturalistas vão núas, são todos uns trastes direitistas. O dia chegará em que, nem a dissonância cognitiva de que padecem os impedirá de cairem na real. Os amanhãs cantarão outras melodias. Talvez inesperadas para estes bardamerdas a quem a ideologia multiculturalista e politicamente correcta tolda qualquer isenção na análise "jornalística" que diariamente produzem.
Se fossem vertebrados, ainda alimentaria a esperança de os ver a cometer HaraKiri.

Wednesday, June 9, 2010

Islão Nazi Na Turquia


Enquanto a imprensa Europeia continuar a demonizar Israel e, neste dia de eleições holandesas, Geert Wilders, os islâmicos na Turquia já não escondem as conexões ideológicas ao nazismo. Neste caso a imprensa faz vista grossa porque, para eles, a Turquia tem que entrar na União Europeia. O ditado popular diz: Quem cala consente.
No dia 5 de Junho, numa manifestação organizada pelo Islamic Saadet Party em Istambul, uma das frases que se podia ler em turco num cartaz afirmava: "Hitler, lendário líder, a nossa paciência está a esgotar-se, nós precisamos do teu espírito". Este foi só um das inúmeras frases antí-semitas que se podiam ler nos comícios nos dias seguintes ao ataque da "flotilha da paz".
Segundo um observador de uma organização de direitos humanos local, afirmou sem papas na língua que:
"Os manifestantes não estão preocupados com a paz. Pelo contrário apelam a mais violência e a mais derrame de sangue. Porque, especialmente os manifestantes islâmicos apoiados por esquerdistas, não estão contra um governo em particular de Israel e sua práticas políticas, mas contra a própria existência do Estado de Israel. 

Thursday, May 13, 2010

Ainda As Eleições No Reino Unido

Acabo de ler o comentário de Teresa de Sousa no Público, sobre a coligação dos Conservadores com o Lib Dem. A pobreza e o enviesamento político da análise é a habitual, portanto nada de novo. Diga-se de passagem no entanto, que é preciso habilidade para escrever tanto e dizer absolutamente nada. Nos dias que correm não é politicamente correcto olhar, pudor aparte, para o rei nú. Neste caso a rainha.  Muito há que divulgar e analisar da decadente, e cada vez mais repressiva, sociedade do multiculturalismo-ecologico-islâmico inglesa.

Esta coligação Tories-Lib Dem, não vai fazer diferença absolutamente nenhuma relativamente ao anterior governo dos Trabalhistas. Já aqui referi que os Conservadores são só microscopicamente melhores que o Labour. A questão essencial com que o povo inglês hoje se debate, não é como quer fazer crer a imprensa escrita, a economia ou a Europa. A questão fundamental é a imigração. Lembremo-nos que foi por aqui que a campanha eleitoral de Gordon Brown começou a ruir. O Reino Unido está na via-rápida de consumir a liberdade na fogueira do multiculturalismo de estado.

O momento decisivo oficial da campanha de Gordon Brown foi ter chamado intolerante à idosa Gillian Duffy. A senhora Duffy, uma avozinha claramente representante da “working-class” e votante, durante toda a sua vida do Labour, cometeu o erro de perguntar ao senhor Brown, o líder do seu partido, uma questão muito suave sobre a imigração. O tema é proibido nas actuais sociedades “democráticas” europeias. O então prime-minister, entrou no carro e não reparando que o microfone estava ligado chamou-lhe bigot, intolerante. A senhora é a intolerante, o senhor primeiro-ministro não. Por isso, ele toma decisões por ela e por todos.

Outro dos momentos definidores da campanha foi muito menos badalado pelos escribas da imprensa que acompanharam as eleições britânicas. Outro pensionista, um senhor de 74 anos chamado Roy Newman, ficou doente devido ao constante bater na porta de sua casa, pelas diversas forças partidárias na chamada campanha de proximidade. O senhor colocou um aviso na janela em letras azuis e brancas que dizia: “GET THE LOT OUT!”. Noventa minutos depois, apareceram dois polícias para o prenderam por racismo. Racismo? Oh Yeah! Com as cores da Union Jack, só pode ser racista. Qualquer semelhança com a União Soviética é pura coincidência…

Na cidade de Workington, Dale McAlpine, uma raridade de cristão praticante, levava uns panfletos na mão e conversava com lojistas sobre religião. Foi preso por um polícia que o acusou de ter dito que a homossexualidade é pecado. “Eu sou gay”, disse o polícia que o prendeu. “ Bem, continua a ser pecado, respondeu o street preacher. Para além de alterar a ordem pública, o polícia também  acusou o homem de lhe ter provocado stress, o que lhe valeu uma detenção por 7 horas, recolha de impressões digitais e de DNA.

George Orwell, no Animal Farm, O Triunfo dos Porcos, falou de coisas como esta. Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros. Na terra de sua majestade, um gay é mais igual do que um cristão. Um muçulmano é mais igual do que toda a gente. Um negro é mais igual do que um branco, a não ser que o branco seja gay e o negro seja cristão. Um zelota da ecologia é mais igual do que um anglicano. É o caso de Tim Nicholson, um eco-tarado, que era Chefe da Sustentabilidade na gigantesca propriedade de Grainger. O Senhor Tim começou por questionar as práticas alegadamente pouco sustentáveis dos restantes executivos e queria obrigá-los a viver de maneira a cortarem as emissões de dióxido de carbono, acusando-os, entre outras coisas, de conduzirem os carros com grande pegada ecológica. Obviamente, demitiram-no. O senhor Tim, levou o caso a tribunal e …ganhou.

Segundo o Mail On Line, (http://www.dailymail.co.uk/news/article-1224961/Green-views-religion-environmentalist-wins-claim-sacked-beliefs.html) um tribunal decidiu dar razão a Tim Nicholson, que alegava ter sido despedido devido às suas visões sobre o aquecimento global.

O juiz colocou as crenças ecologistas a par com o cristianismo: “As crenças verdes merecem a mesma protecção que as crenças religiosas”, deliberou o juiz. Grupos cristãos condenaram o veredicto, afirmando que esta sentença é a prova do abandono da herança cristã na Inglaterra. Portanto, a fé na causa antropológica do aquecimento global atingiu o patamar de crença filosófica e religiosa e a lei chamada - Employment Equality (Religion And Beliefs) - protege a fé nas “alterações climáticas” apocalípticas, mas não a fé em Jesus.
Como se vê, com um pouco de pesquisa, com coragem e isenção política, há muito mais para mostrar da enferma sociedade britânica, para além dos emplastros politicamente correctos que passam diariamente por jornalismo. 

Wednesday, April 21, 2010

Criadores De South Park Ameaçados de Morte Por Muçulmanos.



Matt Stone e Trey Parker, criadores da série de desenhos animados South Park, foram ameaçados de morte no site de um grupo americano de muçulmanos, denominado Revolutionmuslim.com, por terem representado o Mau-mé num dos episódios. A voz gravada por cima de imagens arrepiantes de violência explicava como as pessoas que insultam o Mao devem ser assassinadas. Apresentaram fotografias de Stone e Parker, juntamente com fotos de Theo Van Gogh, Ayaan Hirsi Ali, Geert Wilders, Kurt Westergaard, Lars Vilks, and Salman Rushdie. As implicações são óbvias.

Friday, April 9, 2010

Noiva Criança de 5 Anos Morre de Hemorragia Após Violação Pelo Marido Muçulmano.

Iémen, 8 de Abril.
Existem diferentes tipos de animais na Terra - alguns são bípedes, locomovem-se num par de patas - e a esmagadora maioria dos outros  animais (mamíferos entenda-se) são quadrúpedes.  Mas aquele que casa com uma menina de 5 anos, e lhe tira a vida por a ter violado incessantemente, causando-lhe uma hemorragia mortal, não é um animal, é um monstro.  Sexo com crianças é pedofilia não interessa em que país, civilização ou em que religião. É crime e deve ser punido. E bem.
As mulheres muçulmanas e os seus fãs antropólogos e sociólogos ocidentais, sempre tão prontos a compreender e a desculpar "cientificamente" os crimes de outras etnias e religiões, também devem ser fortemente criticados.
O governo do Iémen, propôs uma lei para banir o casamento de crianças, tradição muçulmana que vem de longe, (vem mesmo da origem do islamismo pois o próprio Maomé era pedófilo, tendo casado com,pelo menos, uma criança de 9 anos), mas viu-se confrontado com a resistência das mulheres iemnitas, que desfilaram pelas ruas protestando e agitando sobre as suas cabeças cobertas, o Corão. Quer se escondam debaixo do Corão ou não, os pedófilos no países muçulmanos (há milhões) têm que começar a ser julgados pela tal comunidade internacional, seja lá o que isso for. Mais, (isto está a começar a ser monótono!), a imprensa tão preocupada com a pedofilia na Igreja Católica, fez vista grossa a este, e muitos outros casos semelhantes de pedofilia assassina muçulmana.  É de desconfiar das boas intenções da rapaziada  da  imprensa portuguesa, sempre tão "emocionados em directo" com as tragédias do mundo e com as "vítimas" de Israel, para mais tarde ficarem lindos de politicamente correcto nas auto-promoções garantidas  pelos clips dignos de verdadeiros artistas, que vão para o ar antes do telejornal, quando vêm a pedofilia em função da geografia e da religião, entre outras cousas, como seja a mutilação genital, que pelos vistos se pratica com grande relaxe em Portugal nos meios imigrantes Palopses, ou se quiserem, dos novos portugueses feitos ideologicamente à pressão.

Monday, April 5, 2010

Nova Vaga De Terrorismo Islâmico


The West must destroy Islam before Islam destroy the West

O Islão ataca de novo. Melhor, o Islão nunca deixou de atacar. Estes são só os últimos avanços.
A 29 de Março atacou no metro de Moscovo com duas explosões provocadas por mulheres terroristas bombistas, não sei se virgens, mas suicídas de certeza. O jornal Público chamou-lhes carinhosamente "viúvas negras" e tratou de as compreender. Pretenderem que nós leitores ficássemos ao corrente das viduscas pobres e trágicas daquelas alminhas "caridosas". Contaram-nos a história romanceada da famelga , quase como uma fotonovela e no fim, os leitores mais sentimentais, concerteza que verteram sua lágrima ao saberem que o marido de uma das "aranhas" de 15 anos, tinha sido morto em confrontos com militares russos. O Público trata bastante bem dos "fait-divers" mas o importante das questões, relativamente á islamização passa ao lado. Das duas uma, ou são pagos pela Arábia Saudita ou o Belmiro de Azevedo pretende ser um futuro califa cá da terrinha.
O facto do marido de uma das viúvas negras ser um dos principais terroristas da zona não foi dito. Relativamente ao Público, começo a dar razão ao Primeiro-Ministro. O jornalismo que está a fazer é de sarjeta. Qualquer jornal digno desse nome tratava de informar os seus leitores pagantes do que é importante. E importante foram as declarações do líder terrorista islâmico Doku Umarov ao reinvidicar os atentados no dia 31 de Dezembro. O Doku, (não tem nada a ver com o personagem do mesmo nome da Guerra das Estrelas, excepto pertenceram ao mesmo lado da Força)  autoproclamado chefe do por ele imaginado "Emirado do Cáucaso", descreveu os ataques assassinos contra civis indefesos, como operações especiais com a intenção "eliminar infiéis e desgastar o Serviço Federal de Segurança da Rússia". Portanto para o Público não lhes interessa que gente sem culpa nenhuma seja massacrada só porque não são muçulmanos; não lhes interessa que o Cáucaso esteja a ser alvo da conquista  da jihad muçulmana. Não lhes interessa para nada, aliás até devem gostar. Eu não compro o Público, mas na minha actividade profissional é obrigatório ler os jornais diários.
A 4 de Abril o Islão atacou um comboio de carga entre Baku e Moscovo. Uma primeira explosão fez parar o comboio e uma segunda minutos mais tarde para atigir os trabalhadores que tratavam da via destruída.
Hoje, dia 5 de Abril, mais um ataque suicída, matou dois polícias e feriu gravemente dois outros no Norte do Cáucaso. Segundo a polícia local, o bombista suicída fez explodir a bomba quando foi mandado parar pelos agentes de segurança, junto ao portão da estação da polícia na cidade de Karabulak. Segundo a mesma fonte, uma segunda explosão ocorreu alguns minutos depois, mas ninguém foi morto ou ferido.
Ainda hoje, mais um ataque do Islão. Desta vez no Paquistão, em Peshawar, no consulado dos Estados Unidos da América. A parte da frente do edifício ficou totalmente destruída e segundo os últimos números comunicados, pelo menos 39 pessoas morreram.



Monday, March 8, 2010

O Jornal Público e Geert Wilders (4)


Tradução do discurso de Geert Wilders na Câmara dos Lordes, Parte IV
O itálico é meu.

"Eu acredito na obrigação que temos de preservar a herança deixada pelos bravos e jovens soldados que desembarcaram nas praias da Normandia. Que libertaram a Europa da tirania. Aqueles heróis não podem ter morrido para nada. (Mais uma vez, é estranho que para um extremista de direita, como o Público lhe chama, enalteça o sacríficio e bravura daqueles que derrotaram o nazi-fascismo. Parece-me que os fascistas são muitos daqueles que escrevem no jornal Público regularmente). É nossa obrigação defender a liberdade de expressão. Como George Orwell afirmou: “If liberty means anything at all, it means the right to tell people what they do not want to hear”. (Se a liberdade significa alguma coisa, significa o direito de dizer ao povo aquilo que ele não quer ouvir).

Senhoras e senhores, eu acredito numa outra política, é tempo de mudança. Devemo-nos apressar. Não podemos esperar mais. O tempo está-se a esgotar. Se eu posso citar um dos meus presidentes americanos favoritos, Ronal Reagan:
“We need to act today, to preserve tomorrow”. ("Precisamos de agir hoje para preservar o amanhã."). (Para o jornal Público Ronald Reagan só poderia ter sido um fascista). Por isso eu proponho as seguintes medidas, e só mencionarei algumas, no propósito de preservar a nossa liberdade.
Primeiro, devemos defender a liberdade de expressão. É a mais importante das nossas liberdades. Na Europa e certamente na Holanda, precisamos de algo semelhante à Primeira Emenda da Constituição Americana. (Já ouviram alguém do jornal Público bater-se por esta ideia? Eu não. Mas pode ser distração minha.)
Segundo, teremos que pôr fim e livrar-mo-nos do relativismo cultural. Aos culturais relativistas, aos socialistas da sharia, eu tenho orgulho em lhes dizer: A nossa cultura é de longe superior à cultura islâmica. Não tenho medo em no afirmar. Não se é racista por se dizer que a nossa cultura é melhor.
Terceiro, temos que por cobro á emigração de massas proveniente dos países islâmicos. Porque mais Islão significa menos liberdade.

Quarto, temos que expulsar os imigrantes criminosos, seguido da sua desnaturalização. Temos que expulsar os criminosos que tenham dupla nacionalidade. E há muitos deles no meu país. (Os criminosos já chegaram ao topo da admnistração pública holandesa. Nestas eleições locais existiram sérias fraudes eleitorais que baneficiaram eleitoralmente o partido socialista holandês. Acontece que Roterdão é dirigida por um muçulmano daquele partido. Acontece também que quando este muçulmano foi eleito o jornal Público, embandeirou em arco. Mas agora, desta fraude, o jornal Público nada publica. Porque será?)

Quinto, teremos que proibir a construção de novas mesquitas. Já existe demasiado Islão na Europa. Especialmente desde que os Cristãos na Turquia, Egipto, Iraque, Irão, Paquistão e Indonésia são ameaçados e mal tratados, deverá ser parada a construção de novas mesquitas na Europa. (Os cristãos são perseguidos e muitas vezes assassinados na maioria dos países muçulmanos. Não é possivel construir igrejas nesses países nem sequer possuir uma Biblia. O jornal Público não dá atenção ás minorias religiosas que são perseguidas no mundo muçulmano. Desde os Cristãos Coptas até aos monges budistas da Tailândia. Mas quando a minoria muçulmana foi reprimida na China, o Jornal Público fez publicar imenso papel acerca do assunto. Porque será que têm dois pesos e duas medidas nestes assuntos? Porque defendem os interesses da dominação islâmica ? E porque editorialmente parecem uma sucursal do Bloco de Esquerda?).

E por último, mas não menos importante, temos que nos ver livres destes assim-chamados-lideres. Já disse isto antes: Poucos Chamberlains, e mais Churchills. Vamos lá eleger verdadeiros lideres!

Senhoras e Senhores. Para a geração anterior, aquela dos meus pais, a palavra "Londres" é sinónimo de esperança e liberdade. Quando o meu país foi ocupado pelos nazis a BBC oferecia diariamente centelhas de esperança ao meu povo, durante as trevas da tirania nacional-socialista.(eram também socialistas!). As palavras " Daqui Londres" eram um símbolo de um mundo melhor que iria chegar em breve. (Hoje a BBC é pior do que o jornal Público.É uma estação de difusão do islamismo para o mundo).

O que é que será difundido daqui a 20 anos? Será ainda "Daqui Londres"? Ou será "Daqui Londonistão"? Trarar-nos-á esperança? Ou será um sinal dos valores de Meca e Medina? Será que Grã-Bretanha nos vai oferecer submissão ou perseverança? A escolha é vossa. E na Holanda a escolha é nossa. (e em Portugal é nossa.)




Senhoras e senhores,nunca pediremos desculpa por sermos livres.Nós nunca nos renderemos. A liberdade deve prevalecer, a liberdade vai prevalecer.
Muito obrigado.

Sunday, March 7, 2010

Jornal Público e Geert Wilders (3)

Tradução do discurso de Geert Wilders na Câmara dos Lordes, Parte III.
O itálico é meu.

"Pergunto-me porque é que os esquerdistas deixaram de lutar por estes valores? Em tempos, os esquerdistas lutavam nas barricadas pelos direitos das mulheres. Mas onde estão eles hoje? Onde estão eles em 2010? Olham noutra direcção porque estão depenentes do relativismo cultural e dependentes do voto muçulmano. Estão dependentes dos votos trazidos pela imigração de massas. Graças a Deus, Jacqui Smith já não está no governo. (Jacqui Smith foi ministra de trabalhista de Gordon Brown. Acusada de irregularidades com os dinheiros do Reino, demitiu-se. Foi também a responsável pela prisão e deportação de Geert Wilders no aeroporto de Hearthrow. A sua bibliografia aqui). É uma vitória para a liberdade de expressão que um juíz do Reino Unido tenha varrido a sua decisão de me recusar a entrada neste país, há um ano atrás. (O Jornal Público nunca se referiu a este facto, embora se mostrem preocupados com a liberdade de expressão na teoria). Espero que os juízes no meu país sejam no mínimo tão sábios e me ilibem de todas as acusações que pendem sobre mim. (Mais uma vez o jornal Público não deu qualquer notícia sobre o julgamento de Wilders na Holanda. É concerteza, no mínimo, incómodo mostrar que os parceiros ideológicos destes jornalistas são censores, senão mesmo autoritários. Esta omissão também os torna cúmplices da deriva autoritária dos islamofílicos da Eurábia).
Infelizmente até ao momento isso não aconteceu. Pois eles não querem ouvir a verdade acerca do Islão, nem estão interessados em ouvir a opinião de especialistas no campo académico da liberdade de expressão. No mês passado, na sessão preliminar do julgamento, 15 dos 18 especialistas-testemunhas que eu requisitei para serem ouvidos, foram recusados pelo tribunal. (Qualquer semelhança com o regime "democrático" de Mugabe não é pura coincidência. Será que temos uma imprensa digna de qualquer Zimbabwe?).
Só 3 especialistas foram autorizados a serem ouvidos. Afortunadamente, o meu querido amigo e heróico psiquiatra americano, Dr. Wafa Sultan é um deles. Mas o seu testemunho vai ser ouvido à porta fechada. (Wafa Sultan, nasceu na Síria e tem nacionalidade americana. É um contundente critico do Islão. Já alguma vez leram algo sobre Sultan no Público? Pois claro que não. Mas de Tarik Ramadan são páginas e entrevistas. Tarik Ramadan, é neto de Ali Bana fundador da tenebrosa Irmandade Muçulmana, e que é considerado pelo Público um moderado. No entanto, defende o direito que os muçulmanos têm em apedrejar as adúlteras até á morte. Tarik Ramadan é um cínico. O jornal Público, na sua melhor "defesa dos direitos humanos e da liberdade", dá-lhe frequentemente "tempo de antena". Estão a ver o filme não estão?).
Aparentemente, a verdade sobre o Islão não é para ser dita e ouvida em público (curiosa coincidência de palavras), a verdade sobre o Islão deve ser mantida em segredo. (O público bem se esforça por isso).
Senhoras e Senhores, eu fui processado pelas minhas ideias políticas. Como sabemos, os processos políticos existem nos países do Médio Oriente, como no Irão, Na Arábia Saudita, mas nunca na Europa, nunca na Holanda. Eu fui acusado por ter comparado o Corão ao ‘Mein Kampf’. É ridículo. Eu pergunto-me se os Britânicos poriam algum dia as crenças de Winston Churchill em tribunal.
Senhoras e senhores, o julgamento político que me moveram tem de acabar.
Mas tudo isto não é sobre mim, não sobre Geert Wilders. A liberdade de expressão está a ser atacada. Deixem-me dar alguns exemplos. Como provavelmente sabem, um dos meus heróis, a escritora Oriana Fallaci, teve que viver no medo de ser extraditada para a Suíça por causa do seu livro anti-Islão, A Raiva e Orgulho. (É esclarecedor como os Frei Acúrsios do Jornal Público trataram, por omissão, a maior jornalista de sempre, mesmo no momento da sua morte. Noticiaram laconicamente a sua morte como se se tratasse de uma pessoa anónima. É esclarecedor da "conversão politicamente-correcta" do Jornal Público ao Islão.)

O cartonista holandês Nekschot foi preso em Amsterdão por 10 polícias por ter desenhado caricaturas anti-islâmicas. (Lembramos que o jornal Público imprimiu envergonhadamente numa dimensão de imagem bastante pequena, as caricaturas de Maomé). Aqui na Grã-Bretanha, a escritora Rachel Ehrenfeld foi processada por negociante saudita, por difamação. Na Holanda, Ayaan Hirsi Ali e dois pastores cristãos australianos foram também processados... Poderiam continuar e continuar. Senhoras e senhores, por todo o Ocidente, pessoas amantes da liberdade enfrentam esta jihad judicial. Isto é a lei islâmica a ser aplicada. (No caso do Público é jornalismo tendenciosamente islâmico a ser aplicado). E, senhoras e senhores, não há muito tempo o cartonista dinamarquês Westergaard foi quase assassinado por causa dos seus desenhos.
Senhoras e senhores, nós devemos defender a liberdade de expressão. Com todas as nossas forças. Com todo o nosso poder. A liberdade de expressão é a mais importante das nossas liberdades. A liberdade de expressão é a pedra de toque das sociedades modernas. A liberdade do discurso é a respiração da nossa democracia, e sem ela, a nossa maneira de viver morrerá." (os jornalistas do Público com a sua auto-censura e com a manipulação das notícias que lhes interessam, já não estão neste barco. No barco da luta apaixonada pela liberdade. O Jornal Público e outros estão do outro lado da barricada).

Continua


Saturday, March 6, 2010

Jornal Público e Geert Wilders (2)

Tradução do discurso de Geert Wilders na Câmara dos Lordes. Parte II.
O itálico é meu.

" Não admira que Winston Churchill tenha chamado ao ‘Mein Kampf’ de Hitler o novo Corão “the new Quran of faith and war, turgid, verbose, shapeless, but pregnant with its message”. (O jornal Público entre outros, faz sempre passar a ideia que Geert Wilders fora o inventor da comparação entre o Mein Kampf e o Corão. Na realidade foi Churchill que o fez. Aguardamos a todo o momento que o jornalismo de causas, esperemos que perdidas, do Público insulte Winston Churchill como islamófobo de extrema-direita . Só por uma questão de coerência).
Como sabem, Churchill fez a comparação entre o Corão e o Mein Kampf, no seu livro ‘The Second World War’, uma obra prima pelo qual recebeu o Prémio Nobel da Literatura. A comparação do Corão com o Mein Kampf é absolutamente evidente. O cerne do Corão é o apelo à jihad. Jihad pode significar muitas coisas mas é a palavra árabe para batalha. Kampf é a palavra alemã para batalha. Jihad e Kampf significam exactamente o mesmo. O Islão significa submissão, não há dúvidas relativamente ao seu objectivo. É um facto. O que está em causa é, se nós na Europa e vocês aqui na Grã Bretanha, com o vosso passado glorioso, se submeterão ou se se manterão firmes na vossa herança civilizacional. Nós vemos o Islão a sobrepor-se ao Ocidente a um ritmo incrivel. A Europa está a islamizar-se rapidamente. Muitas cidades europeias possuem enormes concentrações islâmicas. Paris, Amesterdão, Bruxelas e Berlim são só alguns exemplos. Nalgumas zonas destas cidades, as regras muçulmanas são já obrigatórias. Os direitos das mulheres estão a ser destruidos. Burqas, lenços, poligamia, mutilação genital, crimes de honra. (para os jornalistas do jornal Público estes factos não existem pois nunca se referem a eles). As mulheres são inclusivamente separadas nas aulas de educação física e de natação. Em muitas cidades existe já em vigor um apartheid. (Para o jornal Público o apartheid chama-se enriquecimento multicultural). Os judeus estão novamente a deixar a Europa em número cada vez maior. (A violência e perseguição contra judeus feita pelos muçulmanos e pela extrema-esquerda que os apoia é já de grande evidência e magnitude. Menos para o Público. Depois classificam aqueles que denunciam estes actos nazis, de extrema-direita. Afinal quem são os de extrema direita?).
Como vocês indubitalmente sabem, melhor do que eu, também no vosso país a imigração em massa e a islamização estão a crescer rapidamente. E Isto está a colocar sobre enorme pressão a sociedade britânica. Vejam o que está acontecer, por exemplo em Birmingham, Leeds e aqui em Londres. Os políticos britânicos que se esqueceram de Winston Churchill adoptaram a via da menor resistência. Desistiram. (a dona Teresa de Sousa, escriba do Público, sempre tão bem informada acerca dos mínimos pormenores da vida socio-política europeia, nunca reparou no mau estar que existe na Inglaterra e no resto da Europa acerca da islamização. Prefere enterrar a cabeça na areia e desatar aos urros de xénofobos todos os que nela se atrevem a falar).
No ano passado, o meu partido requereu ao governo Holandês que fizesse uma análise de custos-benefícios desta imigração em massa. Mas o governo recusou sequer a responder-nos. Porquê? Porque tem medo da verdade. Os sinais são bons. Uma revista holandesa – Elsevier – calculou que os custos excediam os 200 mil milhões de Euros. Só ano passado, atingiu-se a quantia de 13 mil milhões de Euros. Mais cálculos se fizeram na Europa: De acordo com o Banco Nacional da Dinamarca, cada imigrante proveniente de um país islâmico custa ao estado dinamarquês mais de 300 mil Euros. Vemos o mesmo acontecer na Noruega e na França. Podemos tirar a seguinte conclusão: A Europa torna-se cada vez mais pobre a cada dia que passa. Mais pobre graças à imigração em massa. Mais pobre graças á demografia. Os esquerdistas estão ameaçados. (algum dia o jornal de qualidade que o Público pretende ser, noticiou estes números? Nunca. Quando se refere à imigração em massa, trata-a como se fosse simultâneamente uma riqueza e uma fatalidade. A "escola" bloco de esquerda faz o seu caminho neste jornal).
Não sei se é verdade, mas diversos jornais ingleses que eu li afirmavam que havia provas que o Partido Trabalhista abriu as portas á imigração em massa para mudar a face étnica da Grã Bretanha, modificando a estrutura social com fins eleitorais. (durante semanas, com denúncias públicas de conselheiros do governo trabalhista, este tema andou nos jornais ingleses. Nem uma só palavra se leu sobre o assunto no Jornal Público. Barreira de silêncio que faz lembrar O Pravda). Andrew Neather, um ex-conselheiro do governo de Tony Blair e de Jack Straw disse que o objectivo do Partido Trabalhista relativamente á imigração em massa foi, e cito
“rub the Right’s nose in diversity and render their arguments out of date”, isto é, esfregar (esmurrar) o nariz à direita com a diversidade e tornar os seus argumentos desactualizados. Se isto é verdade, é sintomático da esquerda que temos. (Pelos vistos o jornal Público, quer pelas omissões de todos estes factos, quer pela quantidade de bloquistas, comunistas e socialistas que por lá definham na escrita, também parece que pretendem partir o nariz à direita).
Senhoras e senhores, não nos enganemos. A esquerda está a facilitar a islamização. Os esquerdistas brindam por cada banco sharia que é criado, por cada hipoteca islâmica, por cada nova escola islâmica, por cada novo tribunal islâmico. Os esquerdistas consideram o Islão igual á nossa cultura. Lei da sharia ou democracia? Islão ou liberdade? Verdadeiramente não lhes interessa. Mas interessa-nos a nós. Toda a elite esquerdista é culpada de praticar o relativismo cultural. Nas universidades, nos sindicatos, nos meios de comunicação, na política. Todos eles estão a trair as nossas liberdades tão dificilmente conquistadas. (E o jornal Público também.)
Continua
.

Jornal Público e Geert Wilders (1)

Apesar do arraial de festividades pelos 20 anos de vida, o jornal Público não tem grandes motivos para festejos. Cada vez vende menos, talvez porque os seus fiéis leitores (nos quais me incluo) já se aperceberam o que esta casa de propaganda da mentira do aquecimento global e da Eurábia, gasta.
O político holandês que o Público insiste em considerar de extrema-direita, foi convidado para mostrar o seu filme "Fitna" e discursar na Câmara dos Lordes, no Parlamento Inglês. Deixo aqui excertos do discurso que Geert Wilders fez, para os meus leitores poderem concluir como o jornalismo dhimmi do Público, não é só desinformador relativamente a quem os lê e sustenta, como, a toda informação que coloca em causa o credo multiculturalista pró-islâmico da sua linha editorial, é completamente manipulada. Os itálicos são meus.
Tradução do discurso:
"Obrigado. É bom regressar a Londres. E desta vez posso ver mais desta maravilhosa cidade do que o centro de detenção do aeroporto de Heathrow. (os trabalhistas mandaram-no prender á chegada a Heathrow, no ano passado. Não se ouviu uma palavra de indignação de qualquer jornalista do Público)
Hoje apresento-me perante vós neste extraordinário local. Na verdade, é um lugar sagrado. Como Malcolm sempre disse, é a mãe de todos os Parlamentos, e sinto-me profundamente humilde por ter esta oportunidade de falar perante vós. (para um líder da extrema-direita conforme o Público lhe chama, mostra-se bastante elogioso, talvez até religioso, para a casa da democracia inglesa).
Obrigado Lord Pearson e Lady Cox pelo vosso convite (...) Tenho grandes notícias. Pela primeira vez o meu partido, O Partido da Liberdade (estranho nome para um partido de extrema-direita conforme o jornal Público lhe chama) participou nas eleições realizadas na Holanda na quarta-feira passada. Participámos em 2 cidades. Em Almere, uma das maiores cidades holandesas e em Haia, a terceira maior cidade(...). Em Almere ganhámos e em Haia, cidade onde vive a Rainha, conseguimos o 2ºlugar.
E tenho mais boas notícias. Há duas semanas o governo holandês colapsou e em Junho teremos eleições legislativas. O futuro do Partido da Liberdade parece promissor. De acordo com as sondagens seremos o maior partido holandês. Pretendo ser modesto, mas quem sabe, posso ser eleito Primeiro Ministro nos próximos meses. Senhoras e Senhores, não longe daqui ergue-se a estátua de um dos maiores Primeiros Ministros que este país alguma vez teve (Winston Churchill). E eu gostaria de o citar aqui hoje: (estranho, os considerados fascistas pelo jornal Público, citarem os Homens que derrotaram o fascismo. Por outro lado, o jornal Público nunca citou Winston Churchill relativamente aos maometanos)

"O maomedismo (islamismo) é uma fé militante dedicada ao proselitismo. Não existe força mais retrograda no Mundo. Já se espalhou pela África Central, criando guerreiros destemidos a cada passo (...) a civilização da Europa moderna pode cair, como caiu a civilização de Roma Antiga". Estas foram as palavras de Winston Churchill no seu livro ‘The River War’ escrito em 1899.
Churchill tinha razão.

Senhoras e senhores, eu e o meu partido, não temos quaisquer problemas com os muçulmanos. Há muçulmanos moderados. A maioria dos muçulmanos são cidadãos que cumprem a lei e querem viver pacificamente como todos nós. É por isso que faço uma distinção clara entre as pessoas, os muçulmanos, e a ideologia, o Islão. Pode haver muitos muçulmanos moderados, mas não existe tal coisa como o Islão moderado. (Islão moderado só existe para o jornal Público e para outros vendidos ao Islão militante. É toda uma questão de leram a história do Islão, coisa que os jornalistas do Público parece não conhecerem). O Islão persegue a dominação do mundo. O Corão manda os muçulmanos estabelecer a lei da sharia. O Corão manda os muçulmanos exercer a jihad. O Corão comanda os muçulmanos a impor o Islão a todo o mundo. Como disse o ex-primeiro-ministro turco Erbakan: "Toda a Europa se tornará islâmica. Nós conquistaremos Roma." Fim de citação. (Interessante, o jornal Público na propaganda que faz para que a Turquia entre para a União Europeia, nunca citou estas palavras de Erbakan).

O ditador líbio, Gaddafi disse:

“Existem dezenas de milhão de muçulmanos na Europa e o seu número está a aumentar. Esta é uma clara indicação que a Europa será convertida ao Islão." Fim de citação. Na verdade, por uma vez na vida Gaddafi disse a verdade. (Neste assunto já fez bem mais pela verdade do que todos os jornalistas do Público) Porque, lembrem-se, a imigração em massa e a demografia é o objectivo! O Islão não é meramente uma religião, é principalmente uma ideologia totalitária. O Islão quer dominar todos os aspectos da vida, do berço até á cova. (Interessante os fascistas também querem controlar todos os aspectos da vida, portanto se Wilders fosse um fascista conforme o Público afirma, nunca o senhor Wilders se rebelaria contra o Islão. Pelo contrário concordaria. Quem fecha os olhos ao controlo do Islão é o jornal Público). A lei da sharia controla cada detalhe do dia a dia nas sociedades islâmicas. Desde a lei aplicada na família até ao crime. Determina como devemos comer, vestir e usar a casa de banho. Para eles, oprimir a mulher é bom, beber alcool é mau.

Eu acredito que os Islão não é compatível com o nosso estilo de vida Ocidental. O Islão é uma ameaça aos valores Ocidentais. A igualdade do homem e da mulher, a igualdade entre os homosexuais e os heterossexuais, a separação entre a igreja e o estado, a liberdade de expressão, estão sob pressão devido à islamização. Senhoras e senhores: O Islão e a liberdade, O Islão e a democracia não são compatíveis. São valores opostos. (Todos nos lembramos como é que os nazi-fascistas tratavam os homossexuais, Alexandra Coelho fez questão de nos lembrar isso no seu último artigo de opinião. Não me parece que os fascistas apelem á igualdade entre homo e heteressexuais, nem á igualdade entre os sexos. Nunca o Jornal Público, publicou estas ideias democráticas de Geert Wilders. Porquê? Das duas uma, ou não concordam com elas, ou querem demonizar deliberadamente Wilders. E porque o queriam demonizar? Porque ele desmonta a islamização em curso da Europa, da qual o jornal Público é apologista.)

continua

Sunday, February 28, 2010

A Falsa Democrata




Eric Shih, um jovem activista da Chinese Progressive Association em S.Francisco, teria comentado acerca duma notícia que acabava de ler, que se sentia como se não tivesse tomado as suas "pílulas para a loucura". Infelizmente, suspeito que Shih, está longe de ser o único a sentir que "pílulas da loucura" são necessárias para aceitar a realidade que nos é apresentada diariamente, nos jornais e na televisão. Desde o aquecimento global até ao apaziguamento do fascismo islâmico, da corrupção evidente e galopante à erosão rápida da democracia nos países ocidentais.
Este blogue é para aqueles que não vivem sob a influência das oficialmente prescritas "crazy pills", ou para aqueles que estão desesperadamente a tentar livrar-se delas. No meio dum mundo demencial, onde a maioria (e as minorias ainda mais) parece tomada pela loucura, torna-se ainda mais dificil explicar o que é a loucura e como se manifesta. Por isso escrevo, como forma de tornar a loucura visível.


A este propósito vem o artigo de opinião de Alexandra Lucas Coelho, no Público de Sexta-Feira, dia 26 de Fevereiro, intitulado "As Famílias Verdadeiras", que pelo seu conteúdo, digamos, reaccionário, talvez seja o artigo de opinião mais fascista e arrogante que eu tenho lido desde o 25 de Abril.


Antes de mais quero aqui deixar bem claro que concordo que as minorias sexuais, gays e lésbicas, devem poder legalmente casarem-se e não serem, a qualquer título descriminados, pelas suas opções de vida.


Alexandra Coelho começa assim a sua prosa: "Há algo de fascista em ir para a rua lutar não pelos nossos direitos, mas contra o direito dos outros".


Parece-me que a democracia, institui o direito da livre expressão, da contestação e da manifestação. Tenho o direito em democracia de me manisfestar, quer seja por coisas sérias, ou não. Quer seja pelos meus direitos, quer seja por direitos alheios. Quando os professores se manifestaram contra a avaliação, estavam também a manifestar-se contra o direito que o governo tinha em realizar uma reforma no ensino, por rasca que ela fosse. Aqueles que se manifestaram contra o casamento gay, têm o direito a ter uma visão da sociedade que veja no casamento gay um atentado a um tipo de sociedade que eles estimam ou acham justa. Não concordo com eles, mas têm o direito em se manifestar. Doa a quem doer. E pelos vistos à mentalidade floribélica da Alexandra dói muito.


E continua a fascista-anti-fascista entusiamada: "(...família verdadeira? PNR? Acção Nacional? Bandeiras negras? Não soa a nada? Esqueceram-se de como Hitler tratou do assunto?" etc...


Bem aqui a senhora, mostrou, ou que é burra que nem um testo e não percebe nada do que foi o nazismo, ou inverte deliberadamente os valores e a História para que coincidem com a sua bravata argumentativa.


De facto não nos esquecemos do nazismo. O que os nazis fizeram aos homossexuais é o que os muçulmanos actualmente fazem. Por isso este blog diariamente luta contra o Islão homofóbico, anti-semita e misógino, e esta senhora jornalista bastas vezes se mostrou "deitar-se bem" com os muçulmanos, assim entendidos. Este blog é anti-fascista e anti-nazi e anti-islâmico que são formas muito semelhantes de totalitarismo.


Depois os nazis pouco ligavam à familía tradicional. A defesa deste conceito de família é sobretudo defendido pelos autoritarismos de influência católica, como os da Peninsula Ibérica e Sul americanos. Os nazis neste aspecto viam a mulher mais como um útero reprodutor da raça ariana que iria conquistar o mundo. Tal como o útero das mulheres muçulmanas... A função destas na História do Islão é basicamente de reprodução intensa para que a balança demográfica caia para o lado dos maomés. Já no século vinte vimos isso acontecer no Kosovo, no Líbano e vai acontecer na Europa. Também neste campo as opiniões de Alexandra estão bem mais perto das práticas reprodutivas islâmicas e nazis.


Depois comparou os "pais extremosos com os filhos ás cavalitas" com os nazis. E diz que os manifestantes estavam a fazer mal apesar de estarem convencidos do contrário. O que se depreende que sendo piores que os nazis (nas palavras dela) deviam ser reprimidos e não ter direito a manifestação. Mas parece-me também e novamente, que os heterosexuais são a grande maioria, portanto negar o direito da maioria em se manifestar, nada tem de democrático. Que raça de democracia é esta em que as minorias têm mais direitos do que as maiorias? Mais uma vez Alexandra aproxima-se dos totalitarismos.


Claro que as famílias não têm o direito de nos dizer como a realidade deve ser. Neste caso concordo com ela. Mas a Alexandra também não tem o direito de dizer aquelas famílias como a realidade é, nem os gays que pretenderam boicotar a manifestação comportando-se como paneleiros, não tendo sido dito uma única palavra deste comportamento anti-democrático daquelas pessoas.


De escrita descontrolada, Alexandra atira para cima o estafadinho "make love not war" relacionando, como uma qualquer "Jesus Freak", aquele slogan hippie com o Cristianismo.


E finaliza em grande: "Sim creiam, os homossexuais vão casar (já podem, digo eu) e ter filhos, é o futuro". Bem aqui Alexandra atirou-se pelo Star Gate da ficção científica dentro. Eles(as) bem que podem tentar fazer filhos, mas a não ser que a Engenharia Genética trate do assunto, o que lhes resta é a adopção.


Mas neste caso, a história vai ser outra.

Wednesday, February 3, 2010

Solidariedade Com Mário Crespo.

Este é o meu solene tributo ao Centenário da República

Mário Crespo é um excelente jornalista. É um homem culto, ponderado e sempre por sempre o vi a beneficiar o contraditório em todos os telejornais que dirige. Mário Crespo é um jornalista democrata e não merece os comentários que esta canalha governamental e socialista lhe dirigiu. E nós portugueses também não merecemos. Devemos ficar alerta e indignados com as pulsões autoritárias que já foram demasiado longe do pinóquio da Cova da Beira. De resto este primeiro ministro tem que explicar, mais cedo ou mais tarde ao país, todas as confusões em que se meteu e todos os sinais de corrupção que ainda pairam no ar da perplexidade suspiciosa da maioria dos portugueses. Desde o famoso curso universitário concluído num domingo de praia, até ao Freeport, passando pelo afastamento de Manuela Moura Guedes, este senhor tem muito que nos explicar. Espero que um dia se faça justiça no nosso infeliz país e coloque o Sócrates num sítio que ele talvez mereça. Portugal cada vez mais, graças a muitos, uma República Centenária das Bananas.
P.S. Conheço muito boa gente portuguesa imigrada por essa Europa e Mundo fora. A maioria é gente académica e intelectualmente bem formada, gente criativa que quer um futuro num país a sério onde sejam valorizados. Ao contrário do que se afirma por aí, estes cérebros imigraram, não por não terem mercado de trabalho mas porque não estão para aturar mais esta palhaçada sócio-política em Portugal. Fartos de rotundas autarquias, de medíocres políticos, de empresários de vistas curtas e de uma justiça que mete nojo.

Saturday, January 9, 2010

A Competência de Alguns Jornalistas Dignos desse Nome

Em janeiro de 2009, face a um Inverno rigoroso e inclemente, Lou Dobbs na CNN perguntava: "QUE RAIO DE AQUECIMENTO GLOBAL É ESTE, QUE ESTÁ A COLOCAR QUASE TODO O PAÍS DEBAIXO DE GÊLO". Este ano, os frios parece que anunciam uma nova Era Glaciar.
Neste clip um jornalista inglês "aperta bem os calos" ao chefe do Met Office e cabeça do aquecimento global inglês, como a democracia exige quando a incompetência e/ou a manipulação política das populações assim o impõe. O Met Office tinha prometido um verão de churrasco e um Inverno suave. Nem uma nem outra coisa aconteceram. Como o blog Fiel Inimigo bem afirmou, "Têm "modelos" capazes de prever o "clima" a 50 anos, mas só prevêem que vai fazer um frio de rachar depois de ele ter acontecido". Neste video podemos assistir ao senhor do Met Office a meter os "pés pelas mãos" para defender os modelos informáticos que "prevêm" o aquecimento global a longo prazo. Lamentável...
Conforme já referi, os sacerdotes do aquecimento Global devem andar a rezar a Santa Gaia, que lhe dês um pouco mais de credibilidade.
Os jornalistas portugueses na generalidade são demasiado cobardes e incompetentes e ciosos dos seus status pseudo-elitistas, para "apertarem os calos" ás figuras públicas que o merecem. Esperamos, contudo, que os Ricardos Garcias da nossa praça, se retratem em público ou sejam despedidos por difundir falsas previsões climáticas, fomentando o alarmismo nas populações com a estupidez do aquecimento global.

Sunday, December 6, 2009

Jornalismo Dhimmi Hilariante.



A edição de domingo do jornal Público, costuma sempre primar pelo multicultural e ambientalmente patusco. A edição de hoje excede-se, tornando o dito pasquim um caso de idiotia jornalística, que se não fosse trágica para todos nós, seria altamente divertida. A cimeira de Copenhaga marca ponto com as posições catastróficas do costume, mas o destaque vai direitinho para a controvérsia da proibição dos minaretes na Suiça. Páginas e páginas que nos pretendem vender o islão como uma religião da paz considerando todos aqueles que ousam criticar o islão e achar que os muçulmanos na Europa são um perigo para a nossa democracia e para a nossa liberdade, são considerdas nada mais nada menos do que nazis. O Público, concertando posições com o regime fascista do Irão, chama-nos islamófobos, um termo cunhado pela seita dos mullahs iranianos.
Entre os diversos insultos e falsidades impressos na edição pretérita, a ideia que tentam fazer passar, é a de que qualquer maneira os "islamófobos" são uma minoria na Europa. (experimentam fazer referendos na União Europeia, e vão ver afinal quem é a minoria!.)
Para contrariar esta ideia e demonstrar como este jornal é manipulador, deixamos aqui exemplos das reaccções europeias aos resultados do referendo suiço, reaccções essas que vão muito para além do unanimismo condenatório com que o Público quer fazer crer que acontece na União.
Assim, na Inglaterra, as feministas (incluindo alguns liberais de esquerda) até aqui tão caladas na condenação dos muçulmanos pelo seu machismo religioso, tornaram público o apoio á proibição dos minaretes, porque obviamente sentem um profunda ansiedade face ao alojar da cultura religiosa muçulmana, que traz a destruição dos direitos das mulheres em anexo, caso tenha algumas hipóteses de se impor.
Em França e na Alemanha, o Presidente Nicolas Sarkozy e a Chanceller Angela Merkel ambos consideraram que o voto suiço é um sinal fortíssimo que os europeus dão relativamente ao medo de que o continente esteja a ser islamizado.
As fissuras da opinião pública europeia sugerem que este assunto é muito mais complexo do que aquele que o Público estrategicamente quer fazer crer, em páginas e páginas de maniqueísmo pró-islâmico, em que invaravelmente, os bons são os muçulmanos considerados os novos judeus (é preciso ter lata!) e os maus, são todos aqueles "nazis islamofobos" que se opõem a tão caridosa, pacífica e construtiva civilização (é preciso ser dhimmi!).
Seguindo as ideias liberais que sempre me nortearam, considero que o Estado não se deve meter na estética dos edificios de culto. Não pode, nem deve dirigir como é que os templos devem ser construídos. Mas as sociedades liberais também exigem que as minorias não devam ameaçar a cultura dos países hospedeiros. Se isto for percebido e praticado os muçulmanos podem praticar livremente a sua religião. Os problemas com os muçulmanos surgem, porque os islamistas dominam as mesquitas europeias, (bem como a maioria dos países muçulmanos),e estão tentar impor de todas as maneiras possíveis, a islamização do Ocidente. E o minarete é o simbolo dessa agressão religiosa.
O jornal Público também quer fazer crer aos leitores mais desatentos que o minarete é equivalente às torres e aos sinos das igrejas, ou numa variante, que o minarete não tem significado para o islão. É totalmente falso. Historicamente o minarete é o simbolo do domínio político do islão ou da sua aspiração.Conforme já aqui escrevi, o minarete foi desenhado para ajudar a impor o Islão à sociedade que o rodeia. Como símbolo da dominação islâmica, é frequentemente construído para ser mais alto do que os edifícios religiosos de outras religiões, enviando especificamente a mensagem, quer para muçulmanos quer para os membros de outras religiões, que o islão é supremo. Por isso, o primeiro ministro turco Recep Tayyip Erdogan descreveu os minaretes como "as baionetas do islão". São instrumentos políticos para a dominação religiosa. Os muçulmanos entendem isto,os suíços entenderam isto, toda agente sabe disto, menos os idiotas dos jornalistas (do Público e não só).
O muito citado no Público, um cromo chamado Tariq Ramadan e o Muslim Council of Britain afirmaram que as mesquitas e os minaretes nas cidades europeias "são manifestações do orgulho nativo do islão europeu". O alcool é proibido no islão mas o senhor Tariq já devia estar com um grão na asa. O islão não é indigena da Europa! Os portugueses correram com eles há 900 anos e a última tentativa do islão para nos conquistar acabou em 1683 ás portas de Vienna.
Esta é a terceira tentativa, só que agora os mouros, têm muitos ocidentais pelo lado deles.