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Friday, July 29, 2011

Multuculturalismo e o Islão.

Via Fiel Inimigo.

"Parte do discurso do jornalista marroquino Pascal Hilout proferido em Paris durante o Congresso sobre a Islamização da Europa em Dezembro de 2010.



O Islão é um conjunto de ideias totalitárias com o único objectivo de regulamentar todos os aspectos da vida dos crentes. Instiga-os a usar de todos os meios de persuasão e de coacção para converter o mundo inteiro à única religião: ao Islão.

 
Este pensamento totalitário e esta prática expansionista têm que ser combatidos da mesma maneira e com a mesma determinação que todas as ideias fascistas e que todas as ideologias totalitárias.


Nas sociedades onde o Islão se instala, a liberdade, a solidariedade e a fraternidade vão ser sugadas, esvaziadas do seu significado e, a pouco e pouco, disfarçada de prática religiosa, estes três princípios da nossa democracia e da nossa república vão sofrer restrições.

 
Desta forma a laicização transforma-se num sistema totalmente vazio, onde o Islão prospera e debilita quotidianamente outros valores ainda mais fundamentais, aproveitando-se da neutralidade bem-intencionada, cínica ou simplesmente calculista de políticos para impor a sua lei no seio da comunidade.


Os muçulmanos de França e do resto da Europa sabem perfeitamente que a lei numérica é-lhes favorável, e esta lei numérica vai fazer com que estas prescrições islâmicas a que eles obedecem, assim como as práticas quotidianas que daí resultam, vão acabar por se impor a toda a comunidade…


É apenas uma questão de tempo, de algumas gerações. É esta trajectória que nós temos que parar, AGORA. De maneira nenhuma deixar para amanhã. É preciso ser cego para não ver o que se passa em França, na Europa e um pouco por todo o lado no mundo. É preciso ser cobarde para não denunciar o Islão em todo o lado onde ele impõe a sua lei liberticida, misógina, sectária e ameaçadora.


Os muçulmanos e as muçulmanas em especial são as suas primeiras vítimas, transformadas em órgãos de reprodução. Para contribuir para a emancipação dos nossos cidadãos e dos nossos vizinhos muçulmanos é imperativamente necessário combater o fascismo que é o Islão, assim como as prescrições corânicas postas em prática por Maomé e todos aqueles que se regem por elas.


É para mim evidente que o Islão, devido às suas proibições, às suas restrições e pelas suas práticas mais elementares, é totalmente contrário ao nosso desejo de liberdade, ao nosso desejo de viver em sociedade, de realizar a integração e a assimilação e de perpetuar a mistura de raças que a França sempre foi.

O Islão é um factor de desintegração, de separação e de regressão em matéria civilizacional. As proibições islâmicas consolidam os guetos em termos:

vestuários,

alimentares,

conjugais,

de estética,

de desporto,

da saúde,

bancários,

comerciais

e fúnebres.

Da concepção até à morte passamos a vida inteira. Por amor das gerações futuras, temos o dever de dizer NÃO ao Islão, às suas prescrições e práticas."

Por tudo acima referido é fácil de concluir que o islão não tem lugar na Europa.

Friday, June 24, 2011

As Crianças no Islão (2)


As raparigas menores de idade são as principaís vítimas da escravatura islâmica.
Com o silêncio do Mundo.

Escrevo este post animado por Geert Wilders ter sido ilibado das acusações de incitamento ao ódio e á descriminação sobre os muçulmanos. Foi uma vitória da liberdade de expressão e uma derrota para as correntes da extrema-esquerda apoiantes da islamização da Europa. Não só o Corão é uma manual de ódio comparável ao Mein Kampf como as práticas políticas islâmicas se confundem com as Sturmableitung, mais conhecidas como SA, senão mesmo com as Schutzstaffel. Para além disso é um livro que incita à prática do esclavagismo.

A história do casamento de Maomé com Aisha ajuda a perpetuar a opressão das crianças diariamente. Wafa Sultan, conta no seu livro, A God Who Hates, que a sua irmã decidiu casar a filha (sobrinha da Wafa) com o filho de uma tia paterna que tinha 40 anos, enquanto a menina tinha 11 anos. “ Ela é ainda nova, e vai aprender a amá-lo á medida que o tempo vai passando. É um casamento segundo a lei de Alah e do seu profeta”.

Em qualquer país digno desse nome, esta gente tinha sido presa por prática de pedofilia, mas não nos países muçulmanos.

Quando a sobrinha fugiu de casa do seu esposo trinta anos mais velho, para casa dos pais, descobriu que tinha fugido de uma prisão para outra. O pai persuadiu-a que o melhor lugar para uma mulher é a casa do marido e, sobre pressão da família, a criança lá voltou para “o melhor lugar designado para ela por Alah e seu profeta”.

Passado 15 anos, e vendo-se sem escapatória possível, suicidou-se com 25 anos e mãe de 4 filhos.

A história do casamento de Maomé com Aisha possui um efeito ainda mais arrepiante nas relações entre homens e mulheres muçulmanas. Na história, no momento em que a mãe depositou a filha Aisha, com 9 anos de idade, na cama de Maomé, este, não se fez rogado e saltou-lhe para cima. Foi violada na sua própria casa com o consentimento da mãe. Através da história deste casamento, o islão nega o direito às mulheres de atingir um estádio de desenvolvimento físico, intelectual e de maturidade emocional. As leis de uma moralidade básica não podem aceitar que uma menina seja feita mulher á força através de violações consentidas pelos pais. A grande infelicidade para estas crianças, é que estes actos são sancionados quer pelas leis religiosas quer pelas leis seculares. Tornou-se um modo de vida com 14 séculos.

Devido a estas leis protectoras, meninas são violadas por todo o mundo islâmico. Unesco, Nações Unidas, Comissão Europeia, enfim todos aqueles que se mostram escandalizados com toda e qualquer crítica ao maomedismo, sempre prontinhos a atacar Israel por se permitir defender do islão, mantêm o mais profundo silêncio (dhimmi) relativamente a este atropelo aos direitos das crianças levadas a cabo nos países muçulmanos.

Em muitos países árabes, como a Jordânia, Siria, e Egipto, milhares de crimes são cometidos por ano contra os direitos das raparigas menores de idade, que não têm o controlo das suas vidas, por homens dos Emirados Árabes. Estes homens, com dinheiro muitas vezes ilícito e sem o mínimo resquício de moralidade, tiram partido da pobreza, comprando menores com grande facilidade. Um mundo que permite este tipo de escravidão sobre crianças é um mundo que tem que deixar de existir. A bem ou á bomba.

Para cada menina comprada por esses monstruosos porcos, é o início de uma vida de sofrimento, que frequentemente acaba com o retorno da menor á sua família, depois da sua infância, a feminilidade, a honra, e a sua reputação, terem sido violadas em troca de insignificantes quantidades de dinheiro, em nome do casamento de acordo com as leis de Alah e do seu profeta. A vida da menor que retorna a casa da família, torna-se um verdadeiro inferno. É abandonada pela família e pela sociedade que não respeita o seu sofrimento. Se ela ainda for capaz de viver, torna-se um pedaço de carne insignificante, destinado a ser mastigado sem embaraço, na boca de qualquer um.

Combater este fascismo islâmico, é o destino das pessoas de bem.

(continua)

Thursday, December 2, 2010

BRAVO Mr. Stadler.

Em baixo, um clip de um excelente discurso no Parlamento austríaco, do deputado Ewald Stadler, dirigido à Turquia e ao seu embaixador em Viena de Áustria.
Vamos a eles...que se faz tarde!
(Via Gates of Vienna)

Friday, November 26, 2010

O Ingénuo Ocidente.

O islão só tem um objectivo: tomar o poder no Ocidente, e tornar os países Ocidentais em estados islâmicos. Acreditar no contrário é meramente o exercício de wishful thinking. São os próprios que o afirmam. O presidente da CAIR, o senhor Omar M. Ahmad, destacando este ponto, afirmou -" O islão não está na América para ser igual a qualquer outra fé, mas para se tornar dominante. O corão...deve ser a mais alta autoridade na América, e o islão deve ser aceite como a única religião na Terra."- Esta afirmação só reflete aqui que o próprio corão lhes ensina:
"é Ele Quem enviou o Seu Apóstolo, com a orientação e a Religião da verdade para proclamá-lo sobre todas as religiões, mesmo que os pagãos o detestem."
Alcorão,  "Arrependimento", (al-Tawba), Surah IX, 33 e "Formação de Batalha", (al-Saff), Surah LXI,9 (tradução por A. Yusuf Ali)
Estes são os factos que as pessoas devem tomar conhecimento. Devemos tomar conhecimento do que se está a passar nas nossas ingénuas costas. E as ambições dessas pessoas precisam de ser esterilizadas - imediatamente. Fazer qualquer outra coisa é vender o futuro das nossas crianças pelo cano abaixo. Esqueçam o politicamente correcto. Nós precisamos de proteger os nossos próprios interesses, interesses que têm dado ao Ocidente as suas liberdades por gerações, liberdades duramente conquistadas, liberdades de que muitos milhões de homens tiveram de perder a sua vida, na trincheiras de França ou no desembarque na Normandia: liberdade de pensamento, liberdade de expressão, liberdade de acção, a liberdade de crença. Uma vez estas liberdades retiradas de nós, elas serão retiradas para sempre.
Os muçulmanos, por outro lado, não estão no "negócio" de diluir a sua mensagem islâmica, em nome do politicamente correcto. Na verdade, o islão não compreende o politicamente correcto. A única "correcção" que o islão e os muçulmanos compreendem é a "correcção corânica". NUNCA NOS PODEMOS ESQUECER DISTO. É PERIGOSO PARA NÓS FAZÊ-LO.
Existem muitos lideres no mundo muçulmano e a viver entre nós que não escondeu as suas palavras e intenções sobre o seu objectivo de, eventualmente, assumir o controle do Ocidente e torná-lo islâmico. Existem inúmeras citações e tomadas de posições públicas suficientes para nos elucidar:
"É obrigação de todos os muçulmanos completar a marcha da jihad (guerra santa) até atingirmos América e libertá-la- Um americano convertido ao islão.
"Pelo ano 2020, devemos ter uma presidente americano"- Um delegado na convenção da AMA (American Muslim Convention).
Os nossos lideres políticos que emitem brandas e piedosas mensagens de fézada  sobre um alegado islão benigno, que de todo não existe, ajudam a enfraquecer ainda mais uma outra e mais importante fé: A fé em nós próprios e na confiança que o Ocidente tem que ter para ultrapassar esta sua mais Negra Hora.

Thursday, April 1, 2010

Artistas Franceses Fazem-se Ouvir

Finalmente alguns músicos franceses começam a juntar-se à revolução anti-islão em curso na Europa. Reconhecem finalmente quem são os verdadeiros camaradas e amigos. Reconhecem por fim quem está pela liberdade de expressão e quem está contra e quem são os nossos inimigos. Esta é um grande peça musical digna de qualquer canto de protesto dos extintos anos setenta.
Resistência
Por uma Europa livre do fascismo islâmico.
Pela liberdade.

Monday, March 29, 2010

Associação de Professores Alemães


O presidente da Associação dos Professores Alemães, Josef Kraus, expressou forte desagrado pelas pressões feitas pelo primeiro ministro turco às escolas alemãs. “That is unacceptable and anti-integration, to the disadvantage of young Turks living here,” ( Isto é inaceitável e anti-integração, uma desvantagem para os jovens da Turquia que aqui vivem), afirmou Kraus ao Rheinische Post.
O presidente daquela Associação de Professores acusou Erdogan de expansionismo islâmico e apelou a Angela Merkel, que decididamente rejeite as interferências turcas nos assuntos domésticos alemães, durante a visita da Chanceler à  Turquia na semana próxima. A Associação de Professores não está contra a aprendizagem do turco como segunda ou terceira língua, mas deixou claro, que a primeira língua é o alemão e que a Alemanha deve requerer não só a integração mas também a assimilação para todos os turcos que lá vivem.
Este caso parece ser uma refrescante mudança na proverbial dhimmitude e apaziguamento do Ocidente. Em resposta ás observações pirotécnicas de Erdogan, a Associação de Professores da Alemanha respondeu com um tão notável quanto desejável politicamente incorrecto.

Monday, March 15, 2010

Alá É O Maior Terrorista


O Deus do Islão é o "maior terrorista", afirma o filho de um líder do Hamas.

Mosab Hassan Yousef declarou à agência de noticias AP que está disposto a falar das brutalidades e dos males do Islão, apesar de correr o risco de ser capturado e assassinado. O seu livro "As memórias de Yousef" descreve a sua relação com o Shin Bet, Serviço de Segurança Israelita, ao longo de 10 anos.

Mosab Hassan Yousef assegura que o Shin Bet faz um trabalho da maior importância. "Eles estão a enfrentar uma guerra muito suja e difícil".
Durante uma entrevista concedida à AP, Yousef - convertido ao cristianismo – fez comentários contundentes ao afirmar que: " O maior terrorista é o Alá do Corão, o deus do Corão, o deus do Islão." Yousef entende que este comentário pode ser ofensiva para muitas pessoas, mas a verdadeira intenção não é ofender.
Desde que deixou o Islão, Yousef está convencido que à medida que os muçulmanos mais se aproximam de Alá, mais "desumanos e terroristas" se tornam.
A luta contra o terrorismo não é mais do que uma guerra entre dois deuses.“ O deus do Corão por um lado, e o Deus da Bíblia pelo outro”. Sublinha que o sistema islâmico obriga os muçulmanos a converterem-se em desumanos.
O pai de Yousef, um tal xeque Hassan Yousef, líder do Hamas renegou o seu filho na semana passada. O jovem Yousef, disse que agora adora um Deus que nunca renegará. "Um deus que te ensina a odiar e diz de si mesmo 'eu sou o engano' é diferente de um Deus que te diz 'Eu amo-te' não importa o que faças, tú és meu filho."
Deixar o Islão não era uma questão de trocar por uma religião por outra religião. "Eu não sou uma pessoa religiosa hoje em dia. Sou só um seguidor de Jesus Cristo, é simplesmente um questão de relação".

Muito Bem Yousef!

Saturday, March 13, 2010

Discurso de Allen West

Tenho o prazer de vos apresentar o discurso de Allen West feito na Freedmon Defense Iniciative e traduzido por mim, com a generosidade de Vlad Tepes e Gates of Vienna Blog.

Allen West Portugeuse from Vlad Tepes on Vimeo.

Manifestação Anti-Burqa na Holanda


Um gozo de manifestação. Sempre afirmei que se demonstrarmos o rídiculo desta religião-política, se nos rirmos e não mostrarmos medo destes fascistas do deserto, o islão na Europa implodirá sob o som das nossas gargalhadas.

Friday, March 5, 2010

Geert Wilders Vence Eleições Em Almere

No dia em que o jornal Público comemora os 20 anos de existência, Geert Wilders ganhou as eleições nas cidades que concorreu. Nem no dia do seu anivesário o jornal Público teve que engolir este sapo. Engolir sapos faz bem á dispepsia. Mas nem por isso deixou o insulto de lado. Numa pequena notícia deu conta que o partido Wilders é de "extrema direita"e que ganhou as eleições como o partido mais votado.
Hoje uma cidade, amanhã a Holanda e depois a Europa.
Deixo aqui o discurso de vitória de Wilders.

Monday, December 7, 2009

A Revolução Na Europa

A Europa está a mover-se. A revolução contra o fascismo-islâmico instalado na nossa Europa, contra a esquerda dhimmi e contra os políticos cobardes e traidores está em marcha. A Inglaterra está ao rubro, outros países se seguirão. O próximo ano de 2010 vai ser um ano de viragem.
Neste vídeo pode-se ver a marcha da EDL em Nottingham tão expressiva que já nem os canas de televisão deste sistema político comunistóide conseguem ignorar.

Sunday, November 29, 2009

JA! Cheers Switzerland!


Mais de 60% dos suiços votaram SIM à interdição de construção de minaretes na Suiça. É a Europa a despertar.

E agora? Se a Suiça pertencesse à União Europeia, a solução seria simples de contornar, como aconteceu com a Áustria há uma década atrás. Os Burukratchics da esquerda europeia, com destaque para António Guterres, ameaçaram de expulsão a pátria de Mozart da União. Só que a Suiça é um osso bem mais duro de roer.

O que é que farão as elites "bem pensantes" europeias? Não irão mais férias de Inverno aos Alpes suiços? Retirarão a "nota" dos bancos suiços? Pois não sei, nem interessa! O que interessa é que a islamização da europa sofreu o seu primeiro grande revés.

Wednesday, November 25, 2009

O que devemos fazer para contrariar a jihad furtiva.


Não é necessário inscrever-se em qualquer movimento. O que é preciso é actuar todos os dias no sentido de desmarcarar a dupla linguagem "pacífica" dos muçulmanos. Em Portugal é necessário defrontar as "elites bem pensantes" e sobretudo a comunicação social tendenciosa, quer através de blogs, cartas ao director, boicote aos jornais, etc. O último exemplo da manipulação deste jornalismo dhimmi, foi a falta de identificação do massacre levado a cabo por muçulmanos nas ilhas do Sul das Filipinas. Nenhum jornal, nenhuma televisão referiu que os criminosos são islâmicos separatistas que actuam em Mindanao. Ainda por cima 15 dos decapitados eram jornalistas.

Por outro lado, nunca por nunca votar em partidos que apoiem os interesses islâmicos, como por exemplo o Bloco de esquerda. Pelo contrário desmascarar estes partidos como instaladores da islamização nas sociedades europeias.

A grande táctica da jihad silenciosa ou furtiva é afastar a nossa civilização para o islamismo aos poucos se instalar. Para isso é necessário defender os valores da civilização ocidental. E agir nas coisas simples. Por exemplo, comemorar as datas festivas como o Natal, nas nossas organizações profissionais é simples e funciona como "o alho para os vampiros". O caso dos crucifixos em Itália, é só um exemplo de como os muçulmanos actuam. Os pais de uma única aluna muçulmana conseguiram que a União Europeia interferisse nas escolas italianas que ainda sustentavam o crucifixo nas paredes, exigindo que aqueles retirassem um dos maiores simbolos da civilização europeia.

Contar e falar ao maior número de pessoas possível, alunos incluídos caso seja professora, acerca da ameaça muçulmana para os nossos estilos de vida, sem medo de que nos chamem de racistas ou de extrema direita. O islão não é uma raça, portanto essa não pega, e de extrema direita são todos aqueles que defendem ou toleram uma religião que é política, que é intolerante, que é anti-semita, que é descriminatória relativamente a outras religiões, às mulheres e às minorias sexuais, e altamente simpatizante do nazismo. Não podemos tolerar mais a intolerância. Enough is enough.
Ter em atenção e desmascarar o revisionismo da História. Nunca a civilização islâmica foi cientificamente evoluida, nem tolerante. O que aconteceu foi que pela guerra e conquista se apoderaram dos maiores centros de saber da época, como Alexandria, Damasco, entre outros. Importaram basicamente algum saber (o que não destruiram) grego e indiano. Este revisionismo é mais um aspecto da jihad.

Fazer referência a livros, sites, blogs, etc, que informem as pessoas sobre a verdadeira face do Islão. Quantas mais pessoas acordarem, menor a probablidade da islamização continuar.

É preciso é que as pessoas percam o medo. Se tivermos medo, eles já ganharam. Estar atento às pequenas alterações no nosso meio social e actuar é uma questão de sobrevivência. Outro exemplo a este respeito: nos EUA algumas escolas retiraram do buffet as gomas, porque são feitas de tutano de porco, porque constituem uma ofensa para os alunos muçulmanos e estes pressionaram as direcções escolares. Certamente que ninguém enfiou gomas pelas goelas abaixo de qualquer aluno muçulmano. Simplesmente foram retiradas do mostruário. O que é que isto significa? Significa que a nossa cultura se afastou para deixar entrar a islâmica. Os islâmicos são reconhecidamente supremacistas por isso a nossa civilização "inferior" tem que se afastar para dar lugar à Submissão.
E nós temos o dedo do meio bem comprido para lhes mostrar.

Sunday, November 22, 2009

Contra-Jihad: Resistir À Islamização E Revitalizar O Ocidente


O Islão está em guerra com o mundo ocidental há 14 séculos, isto é, desde o seu nascimento. Os mulçumanos por todo o mundo consideram-se em guerra com os não-muçulmanos; por isso o Islão refere-se a nós como a Dar al-Harb, a casa da guerra.

As elites ocidentais esqueceram-se, contudo, que esta guerra existe. Continuam a considerar o Islão como uma religião normal, como o cristianismo, o judaismo, o hinduismo ou o budismo. Infortunadamente, o Islão é, acima de tudo uma ideologia política totalitária, coberta por uma religião primitiva do deserto para camuflar a sua verdadeira natureza. Os seus objecticos são, contudo, claros e públicos: impor a lei islâmica sobre todo o ocidente (e ao mundo) e torná-lo parte do Dar al-Islam, a casa da submissão. A teologia islâmica totalmente aceite por todos os países muçulmanos, explicitamente autoriza e requer que o Islão se difunda e espalhe por quaisquer meios necessários, incluindo a violência e o assassínio de massas, num processo que se chama jihad, ou guerra santa.

Como tal, aqueles que se opõem à ideologia totalitária islâmica e à expansão do Islão no Ocidente formaram um coligação denominada Counterjihad (contra-jihad).

E os seus objectivos são:- - - - - - - - -
1.

Resistir à islamização dos países ocidentais eliminando a imigração muçulmana, recusando quaisquer acomodações especiais ao Islão nos nossos espaços e instituições públicos e proibir qualquer tipo de exibicionismo público de práticas islâmicas.
2.

Conter o Islão nas fronteiras existentes e deportar todos os muçulmanos criminosos e todos aqueles que são incapazes ou não queiram de livre vontade assimilar completamente as culturas dos países de adopção.
3.


Acabar com toda a ajuda económica e todas as formas de subsidio às economias dos países muçulmanos.

4.


Desenvolver movimentos cívicos em todos as classes sociais que conduzam à substituição das actuais classes políticas corruptas nos nossos países e eliminar a ideologia do multiculturalismo reinante, que estão a promover a islamização que conduzirá à destruição da nossa Civilização Ocidental.

Este movimento conta nas suas fileiras com cristãos, budistas, judeus, hindus, sikhs, bahai's, ex-muçulmanos, agnósticos e ateus. Vivemos na Argentina, Australia, Austria, Belgica, Bulgaria, Canada, Croatia, Republica Checa, Dinamarca, Finlandia, França, Alemanha, Hungria, India, Irlanda, Israel, Italia, Lituania, Malta, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Polónia, Portugal, Roménia, Russia, Servia, Eslovenia, Espanha, Suécia, Suiça, Reino Unido, e USA.



Nós somos a Contra-Jihad.

Sunday, November 8, 2009

Kimberley Munley

Como Kimberley Munley, as mulheres livres são um tiro na "cabeça" do Islão.

O jihadista de Fort Hood foi abatido pelo símbolo que o Islão mais despreza, a mulher ocidental corajosa, livre e poderosa.

Kimberly Munley apesar de ter sido atingida pelo islâmico nas 2 pernas e no pulso, teve a bravura suficiente para acertar em cheio no jihadista assassino e pô-lo fora de combate com 4 tiros no peito da sua Beretta de 9 mm.
AH! GRANDE MULHER!

Friday, October 16, 2009

Boas Notícias...Afinal Os Europeus Ainda Mexem...


Tenho também o prazer em noticiar o nascimento de uma nova organização francesa que nos defende contra o Islão. A organização "Verdade, Valores e Democracia" pretende desenvolver uma abordagem intelectual aos problemas que o Islão levanta para a Europa.

Aqui vai um resumo mais ou menos adaptado da entrevista, que um dos fundadores VVD deu à revista Bivouac-ID:

Para ler o original em francês ou em inglês.


ID- Definem-se como uma organização anti-islão, ou é redutor?

VVD- A nossa acção visa unicamente sermos vigilantes sobre o respeito das leis, dos princípios da República Francesa e dos Direitos do Homem e a informar e agir contra tudo o que nos possa parecer uma deriva ou ataque a esses valores pelas pretenções islâmicas actuais.


ID - Podem-nos apresentar sucintamente o perfil dos membros fundadores da VVD?

VVD- Somos cidadaãos perfeitamente normais, não pertencemos a nenhum partido político e desde o início está claro nos nossos estatutos que somos uma associação, politica, religiosa e filosoficamente neutra. Os nossos membros vêem ou podem vir de todos os horizontes culturais desde que partilhem os valores da República: Democracia, Laicidade e Direitos Humanos que são a base comum de todos os cidadãos franceses.


ID - Houve algum elemento crítico, ou um acontecimento particular que o levou a fundar a associação?

VVD- Como estamos rodeados por islamismo por todo o lado eu decidi comprar o Corão e li-o para ter a minha própria visão sobre o assunto. Esta leitura foi o acontecimento crítico que me levou a fundar esta associação de defesa contra o Islão.

ID- Possuem algum plano e meio de acção?

VVD- No plano nacional a nossa prioridade é a informação dos decisores institucionais, os membros da representação nacional (deputados e senadores). Nada se pode fazer sem eles, porque eles fazem as leis e a sua função é defender as nossas instituições. A maioria dos nossos representantes não faz a mais pálida ideia dos desafios e dos perigos que o Islão encerra. Ao nível local, estamos a montar uma rede de informação dirigidas aos autarcas informando-os sobre o assunto. Organizaremos círculos de reflexão e participaremos activamente na procura de soluções para a inserção dos muçulmanos na nossa sociedade respeitando a democracia e todas as liberdades que a República Francesa garante.

ID- Contam organizar manifestações como aquelas que actualmente estão a acontecer semanalmente na Inglaterra contra a islamização?

VVD- Não, não passa pelos nossos objectivos imediatos. As manifestações expõem os nossos cidadãos á violência dos fanáticos islâmicos para uma maior visibilidade destes ao nível mediático. Por outro lado, basta que um xénofobo se misture na manifestação para que imediatamente a comunicação social nos chame de racistas de extrema direita, etc.

ID- Está ciente de que os mass media os vão chamar de extremistas e islamofobos sempre que se critica o Islão...

VVD- Não temos problema algum com isso. Qualquer tipo de difamação, venha ela de onde vier, será resolvida nos tribunais. No interior da organização qualquer um que demonstre propósitos racistas será imediatamente expulso.

Sunday, October 11, 2009

Manifestação Anti-Islamização em Manchester

A Inglaterra está cada vez mais á beira de um estado totalitário de matriz islamofascista.

Mais uma manifestação contra a islamização e mais uma contra manifestação dos fascistas e dos seus aliados esquerdistas-multiculturalistas. Enquanto a polícia tratava com delicadeza e suavidade os fascistas islâmicos e seus aliados esquerdistas (antifas), carregava com brutalidade nos manifestantes anti-fascistas que se manifestaram legalmente contra a islamização da Inglaterra. O multiculturalismo-de-estado está a lançar as sementes de uma guerra civil. Brevemente isto vai dar m..... da grossa! Os manifestantes contra a islamização eram poucas dezenas há 6 meses. Hoje são milhares e esperemos que num futuro próximo sejam milhões e uma nova revolução pelos valores da liberdade e da ocidentalidade, aconteça.



Friday, October 9, 2009

Very Very Good Mr. Thilo Sarrazin! You Are a Hope!

Na semana passada, Thilo Sarrazin que foi recentemente integrado na direcção do banco central alemão, afirmou à revista Lettre International, que os turcos, que são já 3% da população alemã, contribuem pouco para a economia alemã e constituem uma ameaça devido à sua elevada taxa de reprodução. "Turks are conquering Germany…with a strong birth rate” e continuou, “I would be happy if it were a question of eastern European Jews whose intelligence is 15 per cent greater than the German population. Eu ficaria contente se fossem judeus do leste europeu que são 15% mais inteligentes do que os alemães. "Eu não quero grupos de população que não aceitam o dever de integração, e ainda por cima, nos custam uma grande quantidade de dinheiro."
Falando em Berlim, Serrazin acrescentou que a grande maioria dos árabes e turcos nesta cidade, número que está dramaticamente a aumentar devido á nossas miseráveis políticas, não têm função produtiva alguma, para além de venderam fruta e vegetais".
Ainda há gente que pensa e fala com coragem na Eurábia.

Thursday, October 8, 2009

13 de Dezembro: Manif Contra a Islamização da Europa


O primeiro Ministro da Turquia Recep Tayyip Erdogan, leu publicamente um poema (são muito poetas!) que incluíam os seguintes versos(!?):

"as mesquitas são as nossas casernas, as cúpulas os nossos capacetes de guerra, os minaretes são as nossas baionetas e todos os muçulmanos, são os nossos soldados".

É caso para lhe dedicar outro poema que pode ser assim:
Poema:

Partam-lhes os capacetes com bulldozers e à martelada,
quebrem-lhe as baionetas à martelada e com bulldozers
e mandem-nos para casa no Airbus 380.
Não rima mas tem de ser verdade, pela nossa "saúde".

Nem mais uma mesquita na Europa, vai ser a palavra de ordem de manifestação convocada pelo SIOE em Harrow Civic Centre, Station Road/Milton Road.


Eu por mim, vou lá.

Sunday, September 13, 2009

Inglaterra em P(r)é De Guerra

Mulher inglesa contestantando os pró-palestinianos nas ruas de Londres. Na T. Shirt, enquandrando a cruz dos templários da bandeira inglesa, pode-se ler, "no surrender to al-qaida". Foto do Daily Mail.

Mais uma demonstração de como o multiculturalismo-de-estado inglês, está a levar o país lentamente para uma situação de violência política grave. Alguns comentadores mais corajosos e sérios, chegam mesmo a afirmar que o país vive actualmente um cenário de pré-guerra civil, com as posições políticas a extremarem-se. Os grandes responsáveis deste tenebroso ambiente que se vive na Inglaterra são os trabalhistas, que permitiram que os islâmicos invadissem o país nos últimos anos permitindo-lhes que vivam segundo as leis fascistas do Corão em vez de os obrigarem a observar a leis, os costumes e as tradições ingleses. Em Roma sê romano não é válido para os muçulmanos na Europa porque o que eles querem é fazer cair Roma, como fizeram cair Constatinopla e Jerusalém.
Centenas de manifestantes pró-palestianos concentraram-se no chamado "al-quds day", gritando palavras de ordem apelando á destruição do estado de Israel. Só que desta vez tiveram a "companhia" de uma contra-manifestação dos movimentos anti-islâmicos ingleses, como o EDL, English Defense League, responsável pela mobilização dos anti-fascistas ingleses que espalharam comunicados pela população nos seguintes termos:

"We urge everybody who can to come to London to oppose this."

Claro que os chacais da comunicação social politicamente correcta apelidaram de extrema-direita todos aqueles que se opõem ao islamismo. É a receita dos idiotas úteis do costume.