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Saturday, July 3, 2010

Ligações do Islão Ao Nazismo (conclusão)


Matthias Kuntzel no seu livro, Jihad and Jew Hatred, resumiu o argumentário do mufti de Jerusalém sobre o que o Islão e Nazismo têm em comum.

O mufti explicou: "Na luta contra o judaísmo, o Islão e o Nacional-Socialismo são muito chegados".

Decantemos as semelhanças:

1) O absolutismo monoteísta do Islão,corresponde ao princípio da liderança Nazi.
2) Um sentido comum da obediência e da disciplina cegas.
3) Uma comum veneração para a guerra e para a honra da morte em batalha.
4) A comum sacralização dos mártires (que decorre da alínea anterior).
5) Uma comum veneração pela comunidade, e pela prioridade da comunidade sobre o indivíduo. A Umma para os muçulmanos a comunidade alemã para os Nazis.
6) O conceito comum sobre a mulher, considerada como útero reprodutor, que assegura o futuro da raça ariana parindo filhos para a guerra, e o aumento demográfico muçulmano que lhes garante superioridade relativamente outras comunidades não muçulmanas. O útero como arma.
7) Uma comum teoria acerca dos judeus..
Resta-me perguntar: como é que é possível depois de tantas evidências, tanto pretéritas como presentes, tanto teóricas  como práticas (o terrorismo islâmico é só um epifenómeno!), que  gente com responsabilidades, políticos, académicos, religiosos (cristãos e judeus incluídos) ... jornalistas, estejam disponíveis a branquear a ameaça que o Islão coloca ao  mundo livre? Estejam dispostos a fazer perdurar o mito do Islão como uma religião normal como todas as outras.
A resposta não é fácil. Afastando da tentativa desta explicação, todos aqueles que têm um interesse politíco na ascenção do Islão como aliado na subversão da sociedade ocidental, como sejam os comunistas, esquerdistas, os tolos ignorantes do multiculturalismo de palheta fácil e historiadores medíocres, revisionistas e desonestos, sobram ainda muitos, que sendo bem intencionados, conservadores e moderados de várias tendências, não vislumbram na emergência do Islão na Europa uma ameaça fascista à nossa liberdade comum, uma invasão de uma outra civilização, que aberta e honestamente, anúncia ao que vem: A destruição da civilização judaico-cristã. Pelo contrário, acham até que é uma oportunidade !? Oportunidade de quê, não sabem bem explicar, metendo os pés pelas mãos num mishmash de boas e celestiais intenções que vão desde os interesses económicos até ao pacifismo ONG.
Nas décadas por volta de 1900, cada família judia na Europa ou nos EUA, possuia uma edição de um livro chamado History of the Jews, escrito pelo historiador alemão Heinrich Graetz. A edição constava de 6 volumes e incluia o relato das relações de grande tolerância entre maometanos e judeus, alegando até que, não só eram amigos como aliados, em contraste com as perseguições de que foram alvo no mundo cristão. Graetz vai tão longe neste edílio, que chega mesmo a afirmar que o Islão teve uma maravilhosa influência no decurso da história e da evolução judaica. Será esta a fonte do mito da tolerância muçulmana face aos judeus em particular e a todos os não-muçulmanos em geral? Parece-me que análise histórica de Heinrich Graetz vai beber directamente ao mito colorido da idade de ouro do multiculturalismo do al-Andaluz. Que é uma mentira rematada facilmente demonstrável.
Mas durante os finais século XX, surgiu uma perspectiva mais sombria das relações entre muçulmanos e judeus. Em The Legacy of Islamic Antisemitism de Andrew G. Bostom, com o prefácio do admirável Ibn Warraq e de, Fascismo Islamico do jornalista italiano Carlo Panella, entre outros, os interessados podem ficar conscientes da crueldade factual com que os muçulmanos trataram e tratam, não só os judeus como todas as minorias não muçulmanas nos países onde o corão é lei.
Em jeito de conclusão já que este post vai longo, parece-me que o mito da tolerância muçulmana não só não é colocado em constraste com a realidade por aqueles que têm obrigação profissional de o fazerem, mas pelo contrário, é difundido nas suas mais diversas vertentes, filmes, documentários, jornais, aulas de história, etc, com a mesma determinação propagandística das emissões de rádio com que o mufti de jerusalém Haj Amin al-Husseini propagandeava a idiologia Nazi para o mundo árabe, embora a sofisticação, ou camuflagem se preferirem, da mensagem seja outra. 
Uma destas emissões do mufti de Jerusalém rezava o seguinte, (e com isto termino):
"Lembrem-se que nunca saímos na história dos confrontos com os judeus sem estes serem derrotados".
Esta lembrança aos fiéis de Alá, reflete a auto-confiança jihadista tradicional islâmica, que os conduz constantemente à agressão. Agressão bélica no caso de Israel e agressão, por enquanto axiológica no caso Europeu.

Wednesday, June 23, 2010

As Ligações Do Islão Ao Nazismo (4)


Os Nazis precisavam de estações de rádio para propagandear a ideologia em árabe para o mundo árabe. Aplicando grandes recursos nesta empresa, montaram estações de rádio como por exemplo: ” Berlin in Arabic”, “Voice of Free Arabism”, “The Arab Nation”, “Bari in Arabic” (emitido a partir do Sul de Itália), e “Athens in Arabic” (depois da ocupação alemã da Grécia). Rashid Ali, o derrotado do golpe de estado no Iraque, emitia nestas estações, mas a grande estrela da companhia era o próprio mufti de Jerusalém.

Na altura, os EUA mantinham uma activa diplomacia no Cairo, dirigida pelo embaixador Alexander C. Kirk e, depois, por S. Pinkney Tuck. Estes embaixadores reuniram tradutores habilidosos que escutavam as emissoras de propaganda Nazi para o mundo árabe e traduziam para inglês. E numa base semanal, a embaixada do Cairo enviava as transcrições para o Departamento de Estado em Washington. Os documentos circulavam pela OSS (agência que antecedeu a CIA) entre outras. Só em 1977, é que estes ficheiros foram desclassificados. Estes documentos atraíram a tenção de um académico chamado Jeffrey Herf que os analisou. E o que ele encontrou? A mais completa história das emissões de rádio dos Nazis e dos Fascistas italianos para o mundo árabe. Nada de semelhante se encontra em arquivo, quer na Alemanha quer na Itália ou em qualquer outro país europeu. Herf reconstruiu os discursos do mufti de Jerusalém e de outros muçulmanos colaboradores do regime nazi-fascista, e conclui que estes políticos árabes criaram um híbrido ideológico que servisse os interesses árabes. No fundo, adaptaram o Corão ao Mein Kampf de Hitler. Jeffrey Herf utilizou inclusivamente o termo “fusão”. Estes ideólogos pouco confortáveis com o conceito nazi da superioridade da raça, uma vez que eram tão arianos como as pedras da calçada, introduziram habilmente o argumento religioso para afirmarem a superioridade árabe e muçulmana. Nesta nova teoria racista, os judeus continuaram, como sempre, a ser considerados inferiores. Mas a partir daí os árabes, em vez de serem descendentes de uma raça também inferior, sentiam-se agora (ainda hoje é assim) descendentes de uma casta superior. Este novo anti-semitismo já não se aplicava nem aos árabes, nem aos turcos, nem aos persas, isto é, na prática a todo o mundo muçulmano – só se aplicava aos judeus. Ainda hoje o termo anti-semitismo é basicamente entendido como ódio aos judeus. Esta mutação é  fundamental para compreendermos toda a situação no médio-oriente e na Europa que se está a islamizar rapidamente.

Em Novembro de 1942, o New York Times publicava um longo artigo intitulado “Nazis reassure Arabs – Antisemitism confined to Jews, Spokesman Explains”. Nesta altura, o mufti de Jerusalém e Rashid Ali, discutiam com a liderança nacional-socialista uma via alternativa de afrontar e denunciar os judeus – um ódio revisto que, ao contrário do tradicional ódio Nazi, nada tinha relacionado com a biologia, mas com as correntes ideológicas do Islão.

Os próprios Nazis sentiam-se fascinados pelo Islão. Depois da guerra, muitos fugiram para a Argentina e para o Chile onde puderam encontrar refúgio e protecção duradoura de políticos de extrema-direita, de generais e das hierarquias católica desses países. A fuga de Nazis para a América do Sul é um facto bem conhecido. Há livros, filmes e documentários sobre o assunto. Na Argentina a quantidade de Nazis era tal, que se passou a chamar aquele período do pós-guerra como o quarto Reich. O que é inacreditável é que pouca gente sabe que muitos Nazis fugiram também para os países árabes. Pelo menos aqui na Eurábia, este facto foi completamente “abafado”.

Mathias Kuntzel no livro, Jihad and Jew-Hatred, relembra-nos que, depois da guerra, o Egipto se tornou um El Dorado para velhos Nazis em fuga. Seguiram para os países árabes porque ofereciam uma melhor oportunidade para continuar a sua guerra sem fim contra os judeus, mesmo depois da derrota de Hitler e das forças do Eixo. Um dos principais amigos do mufti de Jerusalém foi Johann von Leers, ajudante de Goebbels no Ministério da Propaganda (Ministry of Public Enlightenment and Propaganda). Von Leers fugiu para o Egipto e reassumiu antigas funções. Trabalhou em propaganda política para Nasser, um entusiasta do nacional-socialismo, (fez parte de um grupo político pró-Nazi denominado Young Egypt Party mais conhecido por Camisas Verdes, por se terem inspirado Nos Camisas Negras de Mussolini) até aos anos 60. Von Leers foi bem mais do que um carreirista tendo-se convertido ao Islão. A proximidade ideológica do Islamismo e do Nazismo favoreceu e sua conversão.

Aribert Ferdinand Heim, um criminoso grotesco, trabalhou como médico anti-humano no campo de concentração de Mauthausen, conduzindo monstruosas experiências com prisioneiros. Este carniceiro também fugiu para o Egipto e também se converteu ao Islão. É irresistível para os Nazis! O homem estava numa viagem espiritual que começou com o Mein Kampf e acabou na Universidade islâmica de al Azhar (aquela onde Obama fez o indecente discurso) por se ter convertido ao Islão.

É pena que a comunicação social, em vez de atacar como se fosse um extremista de direita Geert Wilders, por demonstrar as ligações do Islão ao Nazismo, não trate de esclarecer a opinião pública sobre a natureza totalitária do Islamo-nazismo. Tudo o que escrevem sobre o islão como religião da paz, não passa de treta propagandística ao jeito de Goebbels. E ainda por cima dhimmi.

Afinal de contas, onde estão os Nazis?

Sunday, June 20, 2010

Ligações Do Islão Ao Nazismo (3)

Um mufti, é um académico da lei islâmica ou sharia, e Haj Amin al-Husseini foi o principal mufti de Jerusalém desde os anos 20 até ao pós-guerra. Um mufti é também um dirigente político, e al-Husseini era o líder do Supremo Conselho Muçulmano da Palestina, e mais tarde, Director do Alto Comité Árabe. Estas eram as principais organizações políticas palestinianas árabes nessa altura. Em 1920, o mufti de Jerusalém organizou uma série de violentos ataques  aos judeus, quer aos recém-chegados quer aos tradicionais da Palestina. O Pogrom de 1929, matança colectiva de judeus, foi um dos maiores sucessos de al-Husseini. O mufti, foi um político muito activo, e foi mestre na adaptação ideológica. Fundiu o arabismo e o islamismo numa só teoria e deu-lhe uma matriz nazi-fascista que ainda hoje perdura na política muçulmana na região. (Nessa altura, quer na Palestina quer no mundo árabe em geral, o sucesso do Mein Kampf e dos Protocolos dos Velhos do Sião era evidente entre a elite intelectual árabe. Ainda hoje, o Hamas, na sua carta fundadora, explica a natureza do inimigo judeu, invocando os Protocolos que, como já disse, foram difundidos na região pelos Nazis nos anos 30). Al- Husseini procurava aliados poderosos e ideologicamente próximos. Quando Hitler subiu ao poder em 1933, tornou-se um aliado natural e procurou apoio imediato na Alemanha Nazi. Uma das organizações palestinianas financiadas por al Husseini chamava-se “Nazis Scout". O mufti desempenhou um papel vital na revolta árabe no inicio dos anos quarenta, especialmente no golpe de estado no Iraque, levado à prática por Rashid Ali al-Gaylani. O golpe durou o tempo suficiente para que o novo governo encetasse alianças com os governos fascistas europeus, alinhando formalmente com o Eixo. O mufti, na sua capacidade de líder religioso lançou uma fatwa chamando os muçulmanos para uma jihad anti-britânica. Depois do novo governo surgido do golpe de estado ter caído, Rashid Ali e o mufti fugiram de Bagdad, não seM antes terem organizado mais um pogrom onde foram assassinados milhares de judeus naquela cidade. (Este genocídio convenceu os judeus que viviam no Iraque a fugir para a Palestina). O mufti fugido dirigiu-se a Itália para se encontrar com Mussolini. Aí propôs ao ditador italiano a criação de “um estado árabe de natureza fascista, que incluísse o Iraque, Síria, Palestina e Trans-Jordânia”. Depois viajou para Berlim onde se encontrou com Joachim von Ribbentrop, Ministro dos Negócios Estrangeiros.

Encontrou-se com Hitler pessoalmente, onde posaram para a famosa fotografia em Novembro de 1941. O mufti encontrou-se com Heinrich Himmler, chefe das SS e mais uma fotografia, onde se vê Himmler a curvar-se perante al-Husseini.

E até 1945, quer o mufti quer Rashid Ali, residiram em Berlim, representando os interesses muçulmanos e árabes na capital Nazi, juntamente com um numeroso staff de diplomatas e funcionários árabes. Foi assíduo em reuniões com os altos Dirigentes Nazis, especialmente em 3 ministérios: O dos Negócios Estrangeiros, no Ministério da Propaganda de Goebbels e nas SS de Himmler onde desempenhava o cargo de conselheiro para a Solução Final, o extermínio metódico de judeus nos campos de concentração. Toda esta actividade para o progresso e avanço de uma causa mútua.

Na Bósnia-herzegovina em 1944, sob os auspícios de Himmler, o mufti ajudou na organização de 3 divisões muçulmanas das Waffen SS, recrutadas nos Balcãs. Eram chamadas as Handzar Division ou Divisão Sabre. As SS muçulmanas combateram os Sérvios, os partizans anti-fascistas e exterminaram os judeus bósnios na região.


O que é mais incrível é que a chamada causa palestiniana tem antecedentes de ligação ao nazismo que ainda hoje não foram negados pelos palestinianos. A comunidade internacional, desde as Nações Unidas á União Europeia, aos meios de comunicação social, até aos idiotas úteis da esquerda europeia, têm estado apoiar uma causa ideologicamente herdeira do nazismo. O que nos leva a perguntar: Em que raça de regime político vivemos no mundo Ocidental?