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Friday, April 9, 2010

Noiva Criança de 5 Anos Morre de Hemorragia Após Violação Pelo Marido Muçulmano.

Iémen, 8 de Abril.
Existem diferentes tipos de animais na Terra - alguns são bípedes, locomovem-se num par de patas - e a esmagadora maioria dos outros  animais (mamíferos entenda-se) são quadrúpedes.  Mas aquele que casa com uma menina de 5 anos, e lhe tira a vida por a ter violado incessantemente, causando-lhe uma hemorragia mortal, não é um animal, é um monstro.  Sexo com crianças é pedofilia não interessa em que país, civilização ou em que religião. É crime e deve ser punido. E bem.
As mulheres muçulmanas e os seus fãs antropólogos e sociólogos ocidentais, sempre tão prontos a compreender e a desculpar "cientificamente" os crimes de outras etnias e religiões, também devem ser fortemente criticados.
O governo do Iémen, propôs uma lei para banir o casamento de crianças, tradição muçulmana que vem de longe, (vem mesmo da origem do islamismo pois o próprio Maomé era pedófilo, tendo casado com,pelo menos, uma criança de 9 anos), mas viu-se confrontado com a resistência das mulheres iemnitas, que desfilaram pelas ruas protestando e agitando sobre as suas cabeças cobertas, o Corão. Quer se escondam debaixo do Corão ou não, os pedófilos no países muçulmanos (há milhões) têm que começar a ser julgados pela tal comunidade internacional, seja lá o que isso for. Mais, (isto está a começar a ser monótono!), a imprensa tão preocupada com a pedofilia na Igreja Católica, fez vista grossa a este, e muitos outros casos semelhantes de pedofilia assassina muçulmana.  É de desconfiar das boas intenções da rapaziada  da  imprensa portuguesa, sempre tão "emocionados em directo" com as tragédias do mundo e com as "vítimas" de Israel, para mais tarde ficarem lindos de politicamente correcto nas auto-promoções garantidas  pelos clips dignos de verdadeiros artistas, que vão para o ar antes do telejornal, quando vêm a pedofilia em função da geografia e da religião, entre outras cousas, como seja a mutilação genital, que pelos vistos se pratica com grande relaxe em Portugal nos meios imigrantes Palopses, ou se quiserem, dos novos portugueses feitos ideologicamente à pressão.

Tuesday, October 20, 2009

Pedofilia Em Gaza

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.



Enquanto a asquerosa imprensa dhimmi exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", e as organizações de esquerda dão apoio integral ao mesmo, o mundo (des)conhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, de tortura e sodomização vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei islâmica.

A denúncia é de Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org.


Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimónia tão cuidadosamente planeada. Desconhecemos até à data se o bloquisto-jornalista do expresso Daniel Oliveira, Miguel Portas e a socialista Drª Ana Gomes foram convidados para as bodas, dado as relações de fraternidade entre os referidos e aquele grupo terrorista.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas. Para além dos foguetes Kassam o dinheiro com que a União Europeia subsidia o Hamas também é gasto nestes fins pornográfico-perversos. As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva. "Nós oferecemos este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.


O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos. Quase 30% destas pequenas noivas apanham porrada regularmente e são molestadas por seus maridos no Egipto; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia. Todos os anos, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática estende-se à Europa enquanto os vermes da comunicação social colaboracionista, assobiam para o lado. Mas lutam muito contra o "aquecimento global"...


A prática da pedofilia tem base e apoio do islão. O livro Sahih Bukhari (além do Corão, outra das fontes de grupos como o Hamas) no seu quinto capítulo afirma que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.
Porcos malditos!




Sunday, May 25, 2008

Casamentos (3)


Estes casamentos têm consequências sociais enormes. Permitem que mais e mais membros das extensas familias muçulmanas se estabeleçam na Europa e gozem da prosperidade ocidental. E travam, ou mesmos invertem, qualquer progresso de ocidentalização das esposas nascidas europeias. Por outras palavras, a doença da integração é prevenida injectando na parte europeia da família fortes elementos de "valores tradicionais" pelos recém chegados. Claro que estes valores tradicionais são os da hostilidade ao pluralismo, à tolerância, democracia e igualdade entre os sexos. Estas inoculações anti cultura ocidental, provam-se extremamente efectivas.
Para os machos-pais, este esforço de anti-integração é particularmente urgente, porque as raparigas crescem e tomam consciência da liberdade que as mulheres gozam nas sociedades ocidentais. Por isso, estes casamentos forçados ocorrem com raparigas cada vez mais jovens. Uma rapariga que desobedeça aos ditames dos machos da família pagará o preço mais duro; o da própria vida.
Se alguma esperança existe numa revolução das populações muçulmanas que habitam a Europa, ela reside na emancipação da mulher. É por aí que temos que seguir.

Casamentos (2)


O seu marido prospectivo, quase de certeza, será membro da famíla da rapariga, provavelmente seu primo, em primeiro ou segundo grau. Ela pode ou não ter-se encontrado com ele antes de casar. Ela pode ou não gostar dele. Provavelmente não quererá casar-se com ele. Mas de certeza que ela obedecerá. Porque ela sabe o que lhe pode acontecer á saúde se não quiser casar. (Os rapazes também são forçados a casarem-se, mas correm menos riscos se recusarem a fazê-lo.)

Storhaug e Karlsen chamam " comércio humano moderno" ao casamento arranjado ou forçado. Eles também apontaram um facto que a maioria dos políticos europeus preferem ignorar - que o casamento forçado também envolve sexo forçado, isto é violação, numa base diária. O Serviço dos Direitos Humanos da Noruega estudou 90 casos de casamento forçado e concluiu que só 3 mulheres não foram violadas - porque, das duas uma, ou fugiram a tempo ou o casamento só constituiu um pro forma.

As raparigas forçadas ao "casamento" que tentam lutar contra os "maridos" na noite de núpcias não podem esperar que a família venha em seu auxílio.Uma miúda disse que quando gritou por ajuda, os pais do marido, ainda celebravam o casamento na sala ao lado, aumentaram o volume da música." Outra rapariga disse, "Nunca esquecerei o dia seguite à noite de núpcias, quando, toda a gente via a minha cara de sofrimento. Mesmo a minha própria mãe não deu qualquer sinal de apoio ou conforto ao meu desgosto".

Casamentos (1)


Durante muito tempo, muitos académicos e políticos viam o casamento entre os nativos europeus e os emigrantes, como a chave da integração. Aqueles assumiram que quando os filhos dos imigrantes crescessem, casavam com europeus e teriam crianças europeias. Os Ghettos progressivamente desapareceriam. Mas isto não aconteceu! Porquê? Porque a quantidade de inter casamentos e de intregração permaneceu marginal - e os ghettos estão a expandir-se. Porquê? A resposta dá-se em duas palavras - reunificação familiar. Sob as leis europeias, se você for um emigrante ou um residente permanente, a sua esposa, as crianças e outros membros familiares podem também habitar na europa consigo. Muitas comunidades de imigrantes através de um truque pragmático na tradição dos casamentos arranjados exploraram a lei brilhantemente - e fazendo isto, mudaram a face, quer da Europa Ocidental, quer do casamento Muçulmano.

Imagine, se poder, uma rapariga cujos pais se mudaram de Marrocos para a Bélgica antes dela nascer. Ela é uma cidadã belga porque nasceu na Bélgica e tem todos os direitos e deveres que assistem qualquer cidadão belga. Mas quando a rapariga atingir os seus quinze anos, mais ou menos, o seu pai arranjar-lhe-á uma marroquino para casar em Marrocos, ou o menos provável, algum marroquino na comunidade belga, holandesa ou francesa de marroquinos.